Férias na caravana

Minha família tem uma caravana bem gostosa, desde que minha irmã nasceu.Com a que passamos os melhores momentos da nossa vida, e depois vocês vão saber por quê. Era uma alternativa às férias excessivamente caras em hotel, e muito mais aventureiras do que ficar na cidade, das quais meus pais estavam de saco cheio. Temos uns amigos, campistas veteranos, que nos incentivaram na compra..., de tal forma que desde que minha irmã veio ao mundo, o que foi uma bênção para todos, passamos nossas férias todo ano num lugar diferente, vivendo mil aventuras, algumas delas dignas de serem contadas. Vou tentar descrever resumidamente minha família pra gente ir se situando. Meu pai trabalha numa empresa de venda de automóveis,Ele se chama Damián e tem 39 anos. Minha mãe é a Azucena, de 36 anos.Ela é professora numa escola pra adultos.Eu sou o Ulisses, com meus 17 anos, termino esse ano o Ensino Médio.para continuar no ensino médio e, por último,minha irmã Penélope de 16 anos, uma menina morena gostosa.
Como eu dizia, nossas férias de verão se resumiam a encontrar um lugar gostoso., ir até ele com nossa caravana, montar nosso acampamento e curtir as 3 ou 4 semanas que pegávamos todo ano. Nos primeiros anos, as viagens foram fantásticas, mas as que vieram quando minha irmã e eu crescemos foram ainda melhores. Nossa caravana de 4,90 metros era espaçosa pra nós quatro, com os 3 corpos internos divididos em uma sala/quarto dos meus pais, cozinha/banheiro/guarda-roupa central e uma salinha/cama de casal na parte de trás da caravana.Nem preciso dizer que os três compartimentos são relativamente independentes.E dava pra se isolar do resto com portas de correr que permitiam uma certa privacidade. Normalmente as camas já estavam arrumadas, porque dentro da caravana a gente só dormia mesmo, sendo no avanço onde a gente fazia as poucas refeições que tínhamos na caravana e a pouca vida em família que levávamos, então ir pra cama era um trabalho simples de entrar e descansar.Minha irmã e eu sempre dividimos o quarto dos fundos com cama de casal em beliche...Do mesmo jeito que no nosso apê, a gente divide o mesmo quarto, então já estamos acostumados a nos ver de lingerie. Os peitos dela não são nenhum mistério pra mim, e a bucetinha e a raba eu já imagino, mas nunca vi direito por completo. Mais de uma vez já bati uma pensando nela, que cada dia tá mais gostosa e atraente.A vida na caravana cria uma intimidade especial., por suas dimensões reduzidas e o contato permanente 24 horas por dia… de tal modo que há certas atividades que é melhor se organizar para realizá-las com a devida privacidade, especialmente a higiene pessoal no pequeno banheiro da caravana. Apesar de tudo,é inevitável cometer algum deslize que nos expõe pra nossa família,o que é relativamente irrelevante dada a frequência ao longo do dia, acaba sendo algo natural. Assim, geralmente acontece que quando minha mãe, pai ou minha irmã estão trocando de biquíni ou se vestindo pra sair… todo mundo passa sem maiores cerimônias. Isso acaba nos pegando quase pelados em mais de uma ocasião se não batermos na porta, fazendo a privacidade desaparecer.É parte normal da convivência da caravana., então também não dávamos muita importância. Mostra o nível de intimidade que compartilhamos na minha família.
Aquele verão de 2016, eu já percebia há alguns anos o que era notório para a minha idade. Na relativa intimidade que uma caravana pode proporcionar,meus pais, quase toda noite, se dedicavam a dar uma foda… ou duasLá pras duas ou três da manhã, quando tinham certeza de que a gente já tava dormindo. Eu costumava acordar, principalmente porque o movimento da caravana no vai e vem dos meus pais ficava levemente perceptível. Tinha dias que eu tava com o sono leve por causa do calor, então qualquer barulhinho ou movimento já bastava pra me acordar. Na real,tinha chegado a ouvir claramente os suspiros e gemidos de prazer que elas soltavamespecialmente minha mãe, dava pra ver que ela curtia pra caralho quando tava sendo fodida, chegando a gozar várias vezes numa única transa. No começo, a situação não me incomodava, porque é uma relação de amor, que deu fruto pra mim e minha irmã. Eu colocava meus fones pra ouvir música enquanto a "tempestade" durava, ou batia uma punheta por causa da excitação quando eu ficava de pau duro, pensando na bunda da minha mãe sendo penetrada pelo meu pau. Às vezes, meu pensamento desviava praO corpo da Penélope e aquela bucetinha apertada tão divina que ela tem…A terceira noite no acampamento e, no horário de sempre, começou a festa dos meus pais. Eu, como já vinha fazendo, coloquei meus fones para ouvir música. Mas algo diferente aconteceu: minha irmã também acordou e, vindo até mim para perguntar, disse…-Ei, Ulisses, queO que papai e mamãe estão fazendo, que dá pra ouvir eles ofegando?Eu escapei da resposta e tentei fazer ela dormir de novo, mas ela insistiu…-Pois se você não sabe, eu sei bem o que elas fazem…Surpreso, evitei responder diretamente de novo e falei que não tava nem aí pro que eles fizessem. Minha irmã voltou à carga, dessa vez pra me dizer que do armário dava pra ver o quarto dos nossos pais por uma fresta no painel de madeira que separava do quarto deles, e que ela ia dar uma olhada, porque já tinha feito isso outras vezes no ano passado. Eu critiquei a atitude dela e falei que se fizesse isso, contaria pros nossos pais, mas não adiantou nada. Com todo cuidado e em silêncio, ela saiu do nosso quarto e foi até o armário, abriu e entrou. Eu vi essa manobra do nosso quarto, que tinha ficado com a porta aberta. Depois de alguns minutos em que eu tava mais que nervoso, minha irmã voltou e, com um sorriso malicioso, me disse:
—Sério?Que tu não quer ver? Tão se divertindo pra caralho, vem comigo! Se não, vão ficar sabendo do jeito que tão!E ria.
Eu, sem saber o que fazer, acabei cedendo ao pedido da minha irmã, que puxava meu braço. Nós dois entramos no armário, com certa dificuldade por causa do espaço apertado, e nos preparamos para olhar por uma grande fresta que realmente havia na junção do painel de madeira com a parede do trailer. Eu por cima e minha irmã um pouco mais abaixo, vimos nossos pais, apesar da escuridão... eles estavam perfeitamente visíveis, porque a luz do camping passava pelas cortinas das duas janelas grandes, e pude confirmar que eles estavam mesmo transando. Minha mãe estava de quatro na cama, e meu pai, de joelhos atrás dela, a penetrava por trás, estava fodendo ela com tudo. Fiquei surpreso com o balanço das tetas se movendo no ritmo que meu pai marcava. Fiquei com vergonha de vê-los naquela posição e naquela situação, mas continuei observando por alguns minutos, atraído e chocado com o espetáculo. Minha irmã, ao contrário, não só não parecia constrangida, como parecia estar curtindo aquilo, e na escuridão do armário, por um fio de luz que entrava, dava pra ver que ela sorria de olhos bem abertos. A cena despertou meus instintos mais básicos e senti que estava ficando duro, fazendo minha irmã perceber pela pressão do meu pau crescendo na parte de baixo das costas dela, na bunda. Então, num momento de máxima excitação, de repente ela se virou para mim e perguntou bem baixinho.
Ei, Ulisses, você percebe como você táTá se excitando vendo isso? Pois eu tô igual a você, mesmo que não pareça, sabe? É que não é pra menos, né?Meu constrangimento subiu de nível a ponto de eu me afastar dela e sair do armário para o quarto. Ela me seguiu quase que na mesma hora e, depois de fechar nossa porta, me perguntou, já mais calmos…-Ei, gatinho, o que foi, ficou excitado igual eu?Enfim, com essa primeira pergunta quebramos o gelo, confiando um ao outro nossas curiosidades, e minha irmã… Aquela menina inocente que eu imaginava, começou a me contar que já sabia há um tempão o que é transar… Mais ainda, a amiga dela, a Marta do colégio, que sempre vinha aqui em casa, estava saindo com um cara há alguns meses e já tinham fodido várias vezes, e, exceto uma vez, ela tinha gostado pra caralho. Eu fiquei pasmo ouvindo minha irmã, porque, embora eu já estivesse por dentro do assunto há anos, não esperava que ela estivesse tão atualizada e usando essa linguagem. Ela, longe de se encolher, confirmou que não são só os caras que falam de sexo e que algumas amigas dela já tinham praticado, quase todas com sucesso. A pergunta era inevitável, então perguntei na lata se ela também já tinha experimentado…Não, não tive namorado pra foder...Confirmando que eu ainda era virgem… Ela me perguntou a mesma coisa e eu disse que só uma mina num jogo de garrafa tinha me feito uma punheta nas últimas férias da semana santa no interior. A partir daí, ela já mostrou mais interesse pela minha pica…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sabe que eu percebi como você ficou duro, e o incrível é que, ao sentir ele, me deu um arrepio! Nunca tinha sentido algo assim, tão perto, mesmo já tendo visto em filmes.porno que minhas amigas me ensinaram.Ela me confessou que, ao ver nossos pais, também sentiu uma excitação especial, então talvez o contato com meu pau tenha impressionado ela ainda mais. Apesar de já termos nos visto bastante, não completamente nus, mas de cueca e calcinha sim, em casa e principalmente no trailer com mais frequência. Eu só tinha visto ela de calcinha com os peitos de fora, e ela me viu de cueca, então minha irmã me pediu pra mostrar a rola. Fiquei na dúvida; talvez em casa, saindo do banho ou em outra situação parecida, não me importaria que ela me visse pelado ou eu a visse, mas assim, nessas circunstâncias e principalmente de pau duro, verdade seja dita, me deu um pouco de vergonha. Ela tentou me acalmar…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pelo menos deixa eu tocar nela e te prometo que você pode acariciar minha buceta se quiser, é tipo um favor mútuo...Diante da minha indecisão, ela tomou a iniciativa e, sem me responder, levou a mão até minha virilha, me assustando com a atitude dela. Ela pousou a mão no meu pau por cima da cueca, a única peça de roupa que eu estava usando.Ela soltou uma exclamação deSurpresa e admiração ao constatar a dureza e as dimensões do pau que eu tô prestes a arrebentar.e com a mesma liberdade e iniciativa, enfiou a mão por cima da cueca e começou a tocar direto com habilidade, na carne trêmula. O pau ficou de fora quando ela puxou a cueca pra baixo.

Meu coração tava batendo a 200 por hora, pelo menos, enquanto ela apalpava meu pau e minhas bolas com curiosidade, até olhando sem vergonha. Mesmo eu tentando me livrar do que ela tava fazendo, ela me impedia com maestria, esfregando e acariciando meu membro nas partes mais sensíveis. E de repente, ela fez o que eu nunca imaginei que a Penélope faria comigo...Sem cerimônia, enfiou a pica na boca pra me dar o primeiro boquete da minha vida.Sua boquinha se alargou até conseguir engolir meu pau quase até a metade. A inexperiência na chupada não impediu minha excitação, mesmo com os dentes raspando na minha cabeça. Aquela situação era incontrolável pra mim, minha vontade de gozar não obedecia ao meu desejo de continuar um pouco mais, ou muito mais, me deliciando com a boquete gostosa que minha irmã me dava sem o menor pudor. Eu sentia a língua dela roçar a cabecinha sensível e nervosa, me fazendo tremer de prazer... até que de repente o gosto daquela mamada chegou ao ponto máximo, sem remédio nem controle da minha parte... só tinham passado três minutos naquela situação e eu não consegui evitar.e gozei na garganta da minha irmã num orgasmo tão gostoso quanto violento,jogando meu sêmen em jatos de pressão acumulados de vários dias. Minha irmã parou de chupar, tirando ele para beber a porra depositada na boca dela. Sem vergonha nenhuma, me mostrou para eu ver como engolia tudo de uma vez só. Para minha surpresa e curiosidade, ela lambeu com a língua o excesso nos cantos da boca, deixando que minha confusão com a descarga de adrenalina passasse com umas carícias amigáveis no meu pau.
Ela me perguntou…Gostou do jeito que eu fiz em você, gostoso?não cabia nada além de uma respostaClaro que sim, você é divina fazendo boquetes.Menti um pouco, mas a excitação junto com o trabalho dela não merecia a verdade.
Ela me perguntou…Quantas punhetas você bate por semana?respondi que pelo menos uma por dia.Bom, eu já passei vários meses me tocando e aqui no camping já bati duas punhetas, até com você no quarto.Ela riu sem parar ao ver minha cara de espanto por não ter descoberto.
Eu não parava de me surpreender com a ousadia e o conhecimento que ela tinha para a idade dela. Logo percebi que era ela quem tomava a iniciativa em tudo, porque era muito mais atrevida e com certeza sabia mais do que eu. Ela me perguntou se eu queria tocar a buceta dela agora, até ela gozar também, e com um pudor incontrolável, eu direcionei minha mão para os genitais dela com muita cautela e cuidado. Ela pegou minha mão e, puxando-a, colocou diretamente na vagina dela, já que ela tinha abaixado a calça com a outra mão. Me surpreendeu o pouco pelo que ela ainda tinha e, para a idade dela, o tamanho e o calor da buceta dela. Eu passava a mão na rachinha dela de cima pra baixo e enfiava meus dedos lá dentro, tentando encontrar o clitóris que ela tinha dito que ficava na parte de cima da racha, mas eu não sabia exatamente onde era.
Meu primeiro impulso foi tirar a mão na hora, mas ela segurou…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Um pouco mais acima está o clitóris, vamos, esfrega ele pra mim, preciso que você me faça uma boa punheta. Enfia o dedo também. Se eu quisesse, ela me ofereceu para eu apalpar os peitos dela, pois, embora pouco desenvolvidos, já tinham corpo e eram realmente gostosos. Com a outra mão, comecei a passar por baixo da camiseta-pijama dela e comecei a amassar os seios dela. Me chamou a atenção o mamilo tão duro e ereto que ela tinha. Com essas apalpadas, minha irmã começou a suspirar fundo e gemer baixinho.Por favor, Penélope, vocês podem nos ouvir!!Ela percebeu e baixou o tom.
Depois se ajeitou numa posição mais confortável pra curtir a punheta de vez. Virou de barriga pra cima e abriu as pernas. Sem a calça e a camisa, do jeito que tava, completamente pelada na cama, se deixando levar pela safadeza... não parava de se tocar toda. Se agarrou de novo no meu pau que continuava duro enquanto eu batia uma pra ela sem demora, seguindo as instruções dela.Ela me pediu pra chupar os peitos dela.Pois daria muito prazer e foi assim que eu fiz. Realmente pareceu gostar, porque segurava minha cabeça para que eu não pudesse me afastar, e eu também curtia o trabalho.Mas depois de um tempo, desci pra chupar a buceta dela e isso a gente curtiu muito mais.No meu caso, levei uns poucos minutos pra gozar, mas o da minha irmã era mais devagar, já que a gente tava há mais de cinco minutos e, apesar do tesão extremo dela e de se mexer e se contorcer com vontade, ela não falava nada se já tinha chegado ao clímax, então eu continuei com meu trabalho, lO que acontecia era que eu agora também estava começando a ficar excitado.e me dava mil tentações de fazer com minha irmã um arranjo total, algo que eu via como totalmente inevitável. Aos poucos fui aproximando dela meu pau pra ver a reação dela; já fazia um tempo que ela tinha percebido que eu tava tentando encostar ele na buceta dela. Fiquei meio sem graça e parei o que tava fazendo…Gata, se a gente continuar, vou ter que te foder com todas as consequências e tudo mais.Ela me disse pra eu continuar com minha boca na buceta dela mais rápido e, entre grandes convulsões, ela gozou. Deixaríamos a penetração pra uma outra ocasião. Depois de descansar um pouco até os batimentos internos da coelhinha dela diminuírem, ela me pediu pra continuar tocando ela suavemente. Eu fiquei preocupado com o que tinha acabado de acontecer e naquela noite não consegui pegar no sono até de manhã já bem tarde. A partir daí, descansei um pouco melhor, mas quando acordei, sozinho no trailer, fui tomado por uma sensação de culpa por ter arrastado minha irmã mais nova pra fazer algo impróprio.sem perceber que ela tomou a iniciativa o tempo todo.
Continua...

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