Durante vários dias tentei me concentrar de novo nos estudos, minhas primas também estavam ocupadas porque era época de provas, meus tios estavam com mais trabalho que o normal, pois estavam analisando as diferentes opções para os pedidos de sapatos da próxima temporada. Meu tio tinha um tino especial para negócios, mas minha tia sabia melhor do que ele o que as clientes iam comprar; juntos formavam uma boa dupla. Eu me via incapaz de passar na matéria que mais me preocupava, e ainda estava sozinho. Asun não podia me ajudar porque ela não estudava nessa turma; a mãe dela tinha me recomendado essa outra no passado para eu aperfeiçoar meus estudos. Nesses dias tão importantes, eu mal dormia. Um dia, fiquei a tarde inteira sentado na frente do computador e dos livros; à noite, não desci para jantar. Só num momento em que uns temas estavam carregando no computador, fui até a cozinha e enchi uma garrafa térmica de café expresso. Quando subi, sentei de novo; meu corpo todo doía, mas continuei até o amanhecer. Acordei cedo, debruçado sobre a mesa; só tinham passado 45 minutos desde que tinha caído no sono ali. Mal conseguia me mexer, a dor nas costas, no pescoço e nos ombros não me deixava mover. Desci como um zumbi, não conseguia nem girar o corpo. Saí de casa disposto a ir até a primeira farmácia de plantão e pedir qualquer remédio para a dor que sentia. Quando cheguei na rua, a luz do sol me incomodava; procurei andar debaixo das árvores para aliviar a dor nos olhos. Uma voz feminina me chamou do outro lado da rua. Abri os olhos só o suficiente pra ver quem era: do portão da casa dela, Emi estava espiando. Ela usava um roupão de ficar em casa, e um lenço amarrado na testa me fez perceber que estava limpando a casa. Quando me aproximei, ela perguntou se eu estava bem. Contei de forma bem resumida como estava mal e perguntei se ela não tinha um relaxante muscular. Logicamente, ela respondeu que não, mas disse pra eu esperar um pouco. Entrou na casa dela. Num cômodo lá no fundo dava pra ouvir o aspirador de pó que uma mulher, que ajudava na limpeza, tava manejando. Quando a Emi saiu, me entregou um envelope. Quando abri, fiquei perplexo. Eu esperava uma receita pra comprar uma pomada ou outro remédio, mas no lugar tinha um cartão, um endereço e um nome. A Emi recomendou que eu fosse direto pra esse endereço. Era de um Spa, ficava no centro da cidade, mas com um bom transporte. Quando saí da casa da Emi, confesso que não tava convencido da solução. Fui mais pra não decepcionar a Emi do que por mim. O lugar era bem elegante. Quando entrei, fui direto pra recepção. Quando perguntei pela pessoa que tava anotada no cartão, saiu uma mina vestida com um uniforme esportivo, mas ao mesmo tempo elegante. Com um sorrisão lindo, me recebeu. Disse que a Emi tinha ligado e dado instruções. A primeira coisa foi me explicar pra passar pros vestiários. Num armário, eu ia encontrar uma bermuda tipo sunga e umas chinelas, e que quando saísse, ela ia me esperar perto da piscina do circuito. --- Juan, não sei se você já esteve num Spa antes. A dona Emi é uma cliente muito boa nossa e recomendou que a gente te tratasse o melhor possível. Claro que vamos nos esforçar pra que sua estadia seja a mais agradável possível. --- Muito obrigado. A verdade é que nunca estive num Spa, então agradeceria se me orientassem. Não sei se a Emi contou, mas meu maior interesse é conseguir eliminar a rigidez muscular que eu carrego. --- Tá bem. Primeiro, é fazer o circuito na piscina. Tem uma variedade de jatos d'água que vão massagear seus músculos. Você já vai sentir a melhora. Quando terminar, tem a sauna. Nela, você vai relaxar e depois, com um banho gelado, vai se tonificar. Depois, tem uma série de duchas e corredores onde cada um dos seus músculos vai receber um tratamento. No final, na sala de massagem, você vai sair completamente novo. A mina me desejou boa Fiquei lá e ela me deixou sozinho, fui pra piscina, nesse horário não tava muito cheia, só umas duas mulheres de meia-idade e um casal de velhos. Tão vazio que pude aproveitar cada jato diferente e sentir a força da água, meus músculos agradecendo as carícias. O casal ficou bem pra trás, mas as duas mulheres me passaram na frente, não paravam de falar, devagar mas pareciam papagaios, tavam animadas e uma ajudava a outra a escolher os aparelhos. Quando terminei na piscina, passei por um corredor de pedras, meus pés molengas sentiram as irregularidades, mas no fim, as panturrilhas ficaram mais durinhas. Entrei na sauna meio desconfiado, já tinha visto na TV ou no cinema como era, mas essa me pareceu bem menor. Quando entrei, o vapor me deu um baque de calor que não esperava, quase entrei de olhos fechados. Quando consegui me acostumar, vi as duas mulheres num canto, enroladas em toalhas, uma no banco de cima e a outra sentada entre as pernas dela no de baixo. Eu me contentei em sentar num canto, o suor começou a escorrer pela minha testa, quase não conseguia abrir os olhos, eles lacrimejavam. As duas mulheres me olhavam e cochichavam entre si. No fim, uma delas se levantou e veio na minha direção. Quando fez isso, a toalha que a cobria caiu no chão, ela tava completamente pelada. Meus olhos devem ter me denunciado, porque quando chegou perto de mim, sorriu safada…
— Desculpa me intrometer onde não sou chamada, mas a gente tá vendo você sofrer, suando igual uma fonte. Te aconselho a tirar o short, vai ver a diferença.
Não deu pra notar o rubor que subiu nas minhas bochechas, porque eu já tava todo vermelho, mas obedeci. Quando ela voltou pro lugar dela, tirei o sungão por baixo da minha toalha. As duas mulheres, quando me viram tão sem graça, riram ainda mais, principalmente quando minha toalha caiu no chão e fiquei pelado na frente delas, ainda mais porque sem querer meu pau... O pau já tinha ficado duro o suficiente pra apontar na direção delas. Criei coragem, não quis passar por moleque, levantei e fui até elas, me masturbando de forma desafiadora. Elas se olharam e caíram na risada de novo, dessa vez gargalhando. Me clarearam as ideias quando a que tava sentada no banco de baixo abriu as pernas da amiga e deu uma lambida na buceta depilada, depois passou a língua nos lábios. Quando voltei pro meu lugar, meu pau tava completamente murcho, igual um pimentão assado, e minha autoestima do mesmo jeito. Saí na hora da sauna. As duas mulheres, quando me virei pra me despedir, estavam deitadas numa plataforma, se comendo mutuamente, num 69 perfeito. Ao chegar na sala de massagem, uma garota de uniforme branco de calça saiu pra me receber e mandou eu subir na maca de bruços, colocando o rosto no buraco do apoio. Enquanto obedecia, ela preparou umas barrinhas de aroma e colocou uma música moderna, mas versão chill-out. Quando ficou do meu lado, olhou a nota que indicava o tipo de massagem, se desculpou e disse que quem ia me atender era a Srta. África, especialista nesse tipo de massagem. Quando fiquei olhando pro chão pelo apoio, senti o corpo todo relaxar, fiquei literalmente colado no lençol. Sobre a bunda, ela tinha deixado a toalha. Quando a nova massagista entrou, me cumprimentou com um "oi" seco. Respondi com algo que parecia mais um gemido do que um cumprimento. Quando ela colocou as mãos em mim, procurando os músculos travados, me senti completamente confiante no resultado. Devo confessar que, mesmo doendo às vezes, eu teria dormido tranquilamente. As mãos ágeis dela pareciam adivinhar cada ponto onde doía mais. O óleo que ela passava facilitava o toque. Não me importei quando massageou a sola dos meus pés, depois foi subindo pelas minhas pernas até chegar nas coxas. Quando me virei na maca, meu pau ficou entre minhas pernas, mas... o que a massagista roçava em mim cada vez que subia as mãos entre minhas coxas. Depois do fracasso que tive com as duas mulheres na sauna, a última coisa que me passava pela cabeça era dar intenção às mãos da profissional. A garota quase não falava comigo, mas tanto fazia, eu não prestava atenção em nada além da paz que sentia. Minhas costas estavam totalmente banhadas com o óleo aromático, quando ela me deu um tapinha na bunda dizendo pra eu virar, sem o menor entusiasmo me virei, esperei de olhos fechados, a luz fraca me fazia sentir como se estivesse numa nuvem. Só reagi quando ela disse… — O que você tá fazendo aqui? Abri os olhos e olhei pra garota, primeiro estranhei a voz, me lembrava de algo, mas não sabia do quê, mas quando consegui ver o rosto dela iluminado fiquei pasmo. — E você, o que tá fazendo aqui também? — Eu trabalho aqui. — Mas você não tá estudando? — Claro, mas não tenho escolha, tenho que trabalhar pra pagar a faculdade, minha família não tem dinheiro, ninguém sabe que trabalho aqui. — Bom, não acho ruim, mas não esperava por isso. — Eu também não e, pra ser sincera, fico feliz que você tenha vindo. — Eu também fico feliz em te ver e tenho que te parabenizar, você tem umas mãos divinas, tá me deixando como novo. — Obrigada, mas ainda não terminei, espero que quando eu terminar você me valorize ainda mais. Relaxei ainda mais, agora tava convencido de que tava em boas mãos. A garota se posicionou sobre minha cabeça e foi nos meus ombros e no pescoço, onde mais doía, agora que nos conhecíamos eu ia indicando onde doía mais e ela ia suavizando meus músculos, depois do pescoço, agiu sobre meu peito, as costelas doíam igual, embora eu não tivesse percebido até agora, quando ela passava o corpo sobre mim escondia a luz e através da blusa branca dela eu adivinhava a roupa íntima que usava. Com os movimentos enérgicos dos braços dela, os peitos dela balançavam sobre meu rosto, quando chegou na minha barriga a blusa subiu tanto que por Debaixo dela, vi ao vivo o sutiã branco que mal conseguia segurar os peitos que escapavam por baixo, deixando dois dedos de pele à mostra. Ela se dedicava de verdade, mas meu pau por conta própria começou a levantar a toalha, e eu só percebi quando ela falou… — Puxa, agora me convenço de que você está feliz em me ver. — Desculpa mesmo, não tinha percebido, que vergonha… — Ah, já vi, mas seu pau não diz a mesma coisa. Enquanto dizia isso, ela se colocou ao meu lado e, com uma mão passando entre minhas coxas, a outra me untava a barriga, as mãos habilidosas passavam rapidamente perto do meu pau, mas no último segundo desviavam. Isso me causava uma agonia que deixava meu pau ainda mais duro, ela cada vez mais perto roçava minhas bolas, separou meus tornozelos, agora não havia mais motivo para a toalha, então a tirou sem dar importância, o pau estava como a haste de uma bandeira, a garota com as mãos untadas o afastava suavemente para massagear minha virilha, cada vez que roçava meu pau ele ficava tremendo, aos poucos foi se concentrando na área, até que com uma mão por baixo pegou as duas bolas de uma vez e as levantou apertando de leve. Com a outra mão, pegou o tronco e foi até a ponta, onde fechou os dedos sobre ele e cobriu com a pele, depois ao contrário descobriu a glande até embaixo, deixando todas as veias inchadas. Minha mão caída ao meu lado roçava a cada movimento o cinto com os frascos de óleo que ela usava, quando ela se inclinou sobre mim e eu toquei sua calça, senti no dorso da minha mão o calor da pele dela. Sem querer, aproximei minha mão da coxa dela e depois da bunda, através da calça fina senti o elástico da calcinha, quando com um dedo passei por baixo da goma, a garota soltou o cinto do óleo e abaixou a calça até o chão. As mãos dela já não massageavam meus músculos, estavam acariciando meu pau descaradamente, eu já tinha minha mão por baixo da calcinha dela, passando de uma nádega para a outra, não me pareceu Suficiente. Subi a mão por baixo da blusa dela, ela se virou o suficiente pra eu alcançar o fecho do sutiã. Quando soltei com dois dedos, por baixo da blusa já dava pra ver a liberdade que os peitos dela tinham recuperado. Ela só largou meu pau o tempo necessário pra tirar a blusa pela cabeça, o sutiã frouxo caiu no chão. Passei as mãos na minha barriga, lambuzei de óleo e passei nos peitos dela — eles brilhavam quase tanto quanto a minha glande. Ela se inclinou por cima de mim e passou os peitos no meu pau, apertava ele entre eles e, com a maciez do óleo, eu só sentia um pouquinho da aspereza dos bicos. Mesmo estando mornos, senti uma diferença enorme quando, dos peitos dela, meu pau foi parar na boca dela — a umidade, a pressão da língua e o efeito de sucção fizeram eu levantar o quadril pra ela chupar mais fundo. Uma das minhas mãos foi procurar entre as coxas dela, abriu elas o suficiente pra facilitar a busca até eu encontrar os lábios da buceta dela — tava molhada o bastante pros meus dedos oleados percorrerem ela inteira. A mina manteve as pernas abertas enquanto apertava meu pau por baixo e mantinha ele dentro da boca dela. Eu acariciava o clitóris dela devagar mas com força, de vez em quando molhava de novo com óleo e continuava com gosto. Quando ela separou meus tornozelos e subiu na maca entre eles, encheu a mão de óleo e foi derramando em cima de mim — escorria por todo o meu corpo quando ela se abaixou e foi deslizando devagar pelas minhas pernas. Senti os peitos dela roçando nas minhas coxas e passando abraçando meu pau, que dobrou sobre a minha barriga quando passou, até que os lábios dela roçaram os meus quando ela se apoiou no meu peito, depois foram pra minha orelha. Ela ficou mordiscando meu lóbulo, meu pau aguentava o peso da pélvis dela que escorregava no óleo. Com minhas pernas encolhidas, eu segurava ela em cima de mim, minhas mãos apertavam os dois peitos que pressionavam minhas costelas. A mina ficou lambendo meu pescoço até Ela continuou subindo em cima de mim até oferecer aos meus lábios um dos seus mamilos, agradeci sugando até encher minha boca, depois trocou pelo outro e fiz o mesmo, deixei eles vermelhos e molhados, ela suspirava de olhos fechados. Quando deslizou para baixo, meu pau já estava esperando, entre as pernas dela escorregou até encontrar os lábios menores abertos, o óleo e os sucos dela fizeram o resto, quando a cabeça foi entrando nela, ela me abraçou e, rastejando para baixo, enfiou todo o meu pau, aproximou a boca do meu ouvido e falou devagar… --- Ahhh! Quanto tempo esperando pra te ter dentro de mim, você não sabe o quanto desejei isso. --- Adoro estar com você, tem um corpo gostoso pra caralho, mas se a gente só se viu duas vezes… --- Mas foram especiais pra mim, me deixaram muito molhada. --- Agora que lembro, você fazia muito barulho, não parecia estar se divertindo nada mal. --- Você não sabe o quanto está enganado, quando você me viu com aquele cara, a gente transou no meu quarto, embora fosse melhor dizer que ele transou sozinho, gozou em três minutos, depois se vestiu e foi embora. Eu fiquei de pernas abertas com a buceta escorrendo e ouvindo você e a Asun fodendo a noite toda, invejava ouvir a Asun gemer e suspirar com seu pau dentro, ainda mais conhecendo ela tão discreta, eu fiquei pulando na minha cama pra vocês ouvirem enquanto colava o ouvido na parede, desde então sempre sonhei em ter você dentro de mim. --- Nunca imaginei, sempre te vi acompanhada, parece uma mina que faz muito sucesso. --- Não acredita não, nunca tive sorte com caras, pego fácil, mas depois não duram nada. --- Sabe de uma coisa? Gostei quando você abriu a roupa no corredor da sua casa, me impressionou sua simpatia. --- Valeu, mas agora a gente tá aqui. Ah, a propósito, meu nome é Pilar, esse negócio de África é só pro trabalho. --- Prazer em te conhecer, Pilar, mas você sabe que a Asun é muito importante pra mim, espero que o que a gente tá… fazendo com que hoje eu não saia daqui. — Calma, Juan, pra mim já basta ter te tido uma vez, não vai sair daqui como você diz. Dizendo isso, ela sentou em cima de mim, apoiou nos tornozelos e foi subindo e descendo, fazendo eu ver entre as pernas dela como meu pau aparecia e sumia na buceta bem aparada. Agarrei os peitos dela com as mãos, apertando os bicos durinhos com os dedos pra não escaparem, a barriga lisa dela descia e recebia meu pau duro igual a um pau. Ela pediu pra ficar de joelhos e eu meter por trás, fiz isso felizão, segurei na cintura dela e quando ela abriu as pernas fui me aproximando até meu pau afundar até o talo, ela baixou a cabeça até a maca e com uns gemidos foi aguentando o primeiro orgasmo, as mãos dela crispadas apertavam o lençol até ela se recuperar, virou e me beijou na boca agradecendo, depois se deitou e abrindo os joelhos me convidou pra deitar em cima dela, as mãos dela me receberam e pegaram meu pau e minhas bolas e guiaram até a boceta dela, quando ela teve certeza que tava na entrada, enrolou as pernas na minha cintura e me puxou pra dentro, simplesmente entrei até sentir minhas bolas coladas na bunda dela. Ao me sentir dentro dela, me abraçou apertado, um arrepio me mostrou que o segundo orgasmo dela tava chegando, me surpreendi tão cedo, mas entendi quando vi as lágrimas escorrendo dos olhos dela enquanto ela tremia com os espasmos, percebi a carência que ela tava sentindo, talvez por isso gozei emocionado, me esvaziei quando ela pediu pra gozar dentro dela. Quando nos recuperamos, ela me acompanhou até o chuveiro e tomamos banho juntos, nos despedimos eu lambendo os peitos dela e ela chupando meu pau, depois nos abraçamos, desejei que ela encontrasse um cara que amasse ela, depois prometi que voltaria se ela tivesse outra contratura muscular. Quando voltei pra casa, vi luz na casa da Emi, espiei pelo portão, na A casa ainda estava com a diarista. Na outra ponta, minha amiga arrumava os detalhes na mesa da sala. Por intuição, ela se virou pra mim, veio correndo até a porta do jardim, ansiosa pra saber como tinha sido. — Oi Juan, como cê tá? Te vejo muito melhor que de manhã. — Na real, tô novo em folha. Foi uma ideia genial esse Spa, não imaginava. — E como te trataram? — Perfeitamente. Valeu por ter ligado, me senti muito mais seguro sabendo que você tava cuidando de mim. — Era o mínimo que eu podia fazer. O que você mais gostou? — Bom, adorei tudo. A piscina era dos deuses, cada jato d'água me revitalizava na hora. O pior foi a sauna. — Por quê? Se num instante você fica novo? — É que aconteceu uma parada bizarra. Paguei mico e fiquei parecendo um otário. Contei a cena da sauna, ela ficou rindo imaginando a situação, ainda tava rindo quando continuou… — E a massagem, o que achou? — Ah! A massagem foi a melhor parte. A massagista era uma maravilha, me deixou nas nuvens — claro que não contei o final da massagem —. É uma grande profissional? — Quem te atendeu? — Bom… uma loira, acho que chamava… um nome estranho, ah, sim! África, parece. — Conheço ela. É uma massagista foda e ainda por cima muito gostosa. — Pois nisso eu nem reparei — menti —. Tava tão ruim que só me interessava pelo meu pescoço. — Fico feliz que o tratamento te fez tão bem. — Sim, falei pra moça que se eu ficar tão mal de novo, volto. — Com certeza, já sabe a solução. Espero que volte, mas pra outra coisa. — Bom, valeu por tudo, Emi. Vou te deixar trabalhar, a gente se fala com mais calma. — Tchau Juan, até logo. Ela me mandou um beijo no ar. Quando entrei em casa, tava feliz. Procurei minhas primas, mas não ouvia ninguém. Como tava com uma fome danada, fui pra cozinha, encontrei um pratão de macarrão na geladeira, não deixei nada no prato, e ainda Fiquei catucando tudo que encontrava, depois fui pro meu quarto. Os dias seguintes foram na mesma, eu me controlava mais nos horários de estudo pra não ter dor muscular de novo. Finalmente chegou a prova temida, a universidade tava cheia de alunos como eu, todo mundo com medo na cara. O primeiro susto passei na matéria duvidosa, quando saí achei que tinha sido mais fácil do que esperava. A verdade é que tinha estudado pra caralho, as outras já foram mais tranquilas. Numa aula encontrei a Asun, como sempre sentada na minha frente, ela sorriu quando me viu. Quando terminamos, comentamos a prova, ela também achou que tinha ido muito bem. Como sempre, ela me pareceu mais gostosa que de costume, me veio na cabeça que queria passar a tarde com ela. Quando falei, ela respondeu…
— Eu também quero, Juan, mas hoje é impossível. Marquei com minha mãe na casa dela, ela insistiu muito pra eu ir. Desconfio que tem alguma surpresa pra mim.
— Tudo bem, acho que consigo esperar. Quando puder, a gente se vê. Senti muito a sua falta.
— Eu também, foram uns dias bem puxados, só estudando e sem te ver.
Quando cheguei em casa, tava felizão, mesmo tendo perdido o encontro com a Asun, tava ansioso pra contar pra minha família como tinha ido nas provas. A cara de todo mundo era de alegria, parecia que não era só eu que tinha ido bem, mesmo sem saber as notas finais, as impressões eram boas. Minhas primas contavam pros pais o que tinham feito nas provas, quando me viram entrar, viraram pra mim e contaram tudo de novo. Meu tio passou o braço no meu ombro e me separou do grupo pra perguntar como eu tinha ido. Contei pra ele e ele me apertou contra si, tava satisfeito comigo. No jantar, foi só risada e brincadeira, o clima tinha relaxado depois de tanta tensão acumulada. Minha tia olhava pra gente e se sentia feliz. Quando terminamos, as meninas subiram pros quartos, eu fiquei a pedido Do meu tio, quis me animar a continuar aplicado pra poder pegar logo as rédeas do negócio da família. Quando já fui pro meu quarto, ouvi risadas no quarto da minha prima Maite, espiei depois de bater com os nós dos dedos, encontrei a Maite deitada e coberta até o pescoço, sentada ao lado dela estava a María. — Oi, o que vocês tão fazendo? Cê tá doente? — Ah, então, não, na verdade. — Como te vejo toda coberta... — Vale, cê nos pegou, já quebrou o mistério. Minha prima mais nova foi abaixando o lençol devagar, tava vestida, usava uma camiseta de algodão, mas quando continuou abaixando o lençol, descobri que da cintura pra baixo não tava usando nada, reparei e vi que a buceta dela tava meio depilada, a María nos olhava na expectativa, no fim as duas caíram na risada. A María me explicou que queriam me dar uma surpresa, ao mesmo tempo abriu as pernas, debaixo da saia curta dela vi a buceta também totalmente depilada. Me convidaram, já que eu tinha pegado elas, pra ajudar, topei de boa, a Maite tirou o lençol de cima, abriu as pernas de vez, colocou a luminária da mesinha perto iluminando a ppk dela e a María tirou debaixo da cama a cera que tavam usando, num instante aplicou as tiras na pele e me mandou puxar. Fiquei com medo, não queria machucar ela, já tinha sofrido na pele uma vez a depilação com cera, mas puxei a tira de uma vez e ficou livre dos pelos. Riram de mim com tanto receio, mas num instante deixamos ela perfeita, tinha uma buceta perfeita. Quando ela se levantou da cama, apontou pro lugar dela e mandou eu deitar, fiquei gelado, dei um passo pra trás, mas as duas me pegaram e me deitaram, a calça saiu junto com os sapatos e a cueca foi atrás, eu me mexia tentando evitar o que vinha, no fim as irmãs tiveram pena de mim e falaram que iam me barbear primeiro e depois passar a depiladora elétrica. Considerei um mal menor, me acomodei com uma mina de cada lado da cama. Mas quando Maite pegou uma tesoura e veio na minha direção, fiquei na dúvida sobre meu futuro. Maria disse que primeiro ia aparar até deixar o pelo bem curtinho e depois viria com a máquina. Eu não queria olhar, mas as duas se viravam bem juntas, Maria segurava minha rola mole e afastava da tesoura, a verdade é que era bem eficiente, já confiante, via ela colocando de um lado pro outro. Quando já estava bem aparado, a aparência da minha rola tinha melhorado muito, já não caía murcha, oferecia certa resistência à mão de Maria, ela tratava com suavidade mas com energia que só aumentava a dureza. Como tinha as mãos livres, me vingava passando elas entre as coxas de Maite, separando os lábios macios e percorrendo todo o caminho, ela, mesmo concentrada no que fazia, facilitava meus movimentos com a postura. As tetas de Maria também não escapavam das minhas carícias, já com os bicos duros foi quando eu colocava mais energia. Com a elétrica me deixaram como um bebê, mas não se contentaram com isso, depois foi Maria quem pegou a tesoura e Maite, apertando minhas bolas, foi desviando primeiro da tesoura e depois da máquina, nem por isso a ereção que já aguentava baixava, as garotas pareciam não notar a dureza do meu pau. Quando separaram minhas nádegas, já me vi perdido, porque a cera não perdoou, mas já era tarde, um grito escapou sem querer, mas já estavam passando um creme pra suavizar minhas nádegas carecas. Como vingança, parti pra pegar a camiseta de Maite e arrancar pela cabeça de um puxão, ela se esquivou e, saindo dela, ficou nua na minha frente. Maria pulou em cima de mim, levantou a saia larga e sentou na minha cara, me deixou imobilizado. Maite pegou meus tornozelos e levantou o máximo que pôde, me arqueou pra cima até Maria segurá-los, abriu minhas pernas e ficou com a cara entre meus joelhos. Quando Maite se encostou nas minhas nádegas, lambendo minhas bolas expostas ao alcance dela, Maria abriu a boca. pra receber meu pau ereto que se dirigia até ela. Quando notei a umidade dos lábios dela sugando minha glande, minhas bolas se contraíram com a sucção que a Maite tinha feito, uma delas entrou na boca dela, as cabeças das duas irmãs se sincronizaram pra não baterem uma na outra, quando perceberam que meu pau tinha alcançado uma grossura e uma cor suspeita de gozar, me soltaram e decidi "castigá-las", coloquei elas de joelhos no chão, uma do lado da outra, apoiadas na cama, ficaram com as bundas expostas pra mim, só precisei separar as pernas delas pra meter o pau alternadamente em cada uma, quando saía de uma entrava na outra, elas de mãos dadas se olhavam e gemiam, de vez em quando eu enganava elas e penetrava duas vezes seguidas enquanto enfiava os dedos na outra. Quando a tranca da porta fez um barulhinho, levantei a cabeça e vi minha tia espiando de leve, ao ver que eu tinha notado, ela fez um sinal de aprovação e fechou devagar, as filhas dela nem perceberam. Não tinha passado nem dez minutos quando nós três levantamos as cabeças ouvindo atentos, do quarto dos pais saía um rumor de gemidos e suspiros que foi crescendo até ouvirmos a mãe gritando com o marido. --- Mete o pau todo em mim, Antônio, mais ainda, ou melhor, mete o Carlitos - o consolo gigante - ou os dois ao mesmo tempo. Viramos e seguimos com a nossa, Maite foi a primeira a gozar, fiquei dentro dela enquanto ela curtia, meu pau sentia a buceta dela vibrando por dentro, enquanto com dois dedos dentro da Maria eu mantinha ela no maior tesão, deu tempo exato de quando a Maite caiu no lençol, eu meter na Maria que já tava me implorando, em só umas poucas penetradas, ela se agarrou no lençol e aguentou como pôde as fortes sacudidas, me disse pra não tirar de dentro dela, não tirei até descarregar vários jatos de porra dentro dela, a irmã dela recolheu com a mão quando começaram a escorrer. Saindo devagar ao tirar meu pau. Ainda dava pra ouvir os gritos da minha tia no quarto dela quando saí do quarto da Maite pro meu. Por curiosidade, espiei no quarto dos meus tios ao ver uma fresta de luz, a Ana tinha deixado assim pra eu espiar. Ela tava sentada em cima do marido, de costas pra ele e de frente pra porta, com as pernas abertas, na minha frente me mostrando o pauzão do Antonio enfiado no cu dela e o vibrador na buceta dela. Ela me mandou um beijo no ar e mordeu o lábio. Quando cheguei no meu quarto, tomei um banho e quase bati uma punheta em homenagem à minha tia Ana. Ainda se passaram vários dias até avisarem que as listas oficiais com as notas das provas tinham saído. Fui correndo, mesmo tendo bastante esperança de ter passado. A gente se amontoava na frente das listas, quando consegui chegar perto, procurei meu sobrenome. Tava muito nervoso, minhas mãos suavam, mas finalmente, tinha passado com nota. Puxaram minha camisa, me virei e duas filas atrás vi a Asun me perguntando. Procurei o sobrenome dela de novo e, de fato, ela tinha tirado a nota máxima. Quando contei pra ela ao sair da confusão que tinha se formado, ela se pendurou no meu pescoço me beijando de alegria. Ela me acompanhou até a outra sala, a que mais me preocupava. Ela se adiantou e começou a procurar, um grito de alegria me avisou que eu tinha passado na prova, o que ela não tinha dito é que foi com um notão. Dessa vez fui eu que abracei ela, dando um beijo na boca que fez vários jovens se virarem e nos assoviaram de admiração. Saímos pra cafeteria, de longe vimos a Marta, mãe da Asun. Ela correu até ela e contou as notas dela e as minhas. Ela ficou muito feliz e me deu dois beijos na bochecha. Convidei elas pra um aperitivo e enquanto a gente bebia uma cerveja, a Asun me contou que tava passando uma temporada na casa da mãe dela. A mãe ficava olhando a gente enquanto a gente falava sem parar. Num silêncio, ela interrompeu e disse: "Gente, um momento. Tô vendo que vocês tão com vontade de... Falar, o que acham de continuarmos essa conversa em casa? Juan, quer vir jantar hoje à noite? --- Bom… adoraria, ia gostar muito. --- Então tá decidido, hoje à tarde passa lá em casa. Agora, Asun, a gente precisa ir. Até mais, Juan. Quando cheguei na casa da Marta à tarde, estava bem arrumado. Mesmo sendo um jantar em casa, eu tinha esperança de sair com a Asun mais tarde, quem sabe até ir pro apartamento de estudante dela. Tava morrendo de vontade de ficar com ela e foder, por isso tinha no bolso o creme que a Emi me deu, claro. Quando a porta da casa da Marta se abriu, fiquei alucinado. A Asun estava linda demais, com uma maquiagem sutil que eu nunca tinha visto nela. Além disso, tava usando uma saia larga e uma camisa branca, totalmente diferente do normal, que era sempre de suéter e calça. Um pigarro me tirou do encanto: do lado dela estava a Marta, a mãe dela. A cara que eu fiz devia ter sido um poema, porque a Asun me perguntou… --- Juan, cê tá bem? Ficou pasmado. --- Hum, desculpa, mas fiquei extasiado. Você tá maravilhosa, e sua mãe parece sua… irmã. As duas caíram na risada, me beijaram e me fizeram entrar. A Marta tava usando uma saia justa e uma blusa larga colorida com um decote bem generoso. Depois de um tempo na sala, combinaram que a gente podia jantar. Logicamente, me ofereci pra ajudar a pôr a mesa. Quando coloquei a toalha, percebi que a camisa da Asun tava desabotoada bem no começo do canal das tetinhas jovens dela. Mandei um beijo no ar, e ela sorriu de forma safada. A mãe dela tava ocupada na cozinha. Num momento, eu e a Asun nos cruzamos: ela saía da cozinha com um monte de talheres e eu entrei. A mãe dela tava agachada na frente do forno. Passei por trás dela, segurei na cintura e me apertei contra a bunda dela. Ela se encolheu e falou quando se levantou… --- Cê tá louco? A Asun vai nos ver. --- Marta, cê é uma gostosa, tem um corpo divino. Quando falei isso, ela se jogou pra trás e apoiou a cabeça no meu ombro, beijei seu pescoço, ela estremeceu de novo. — Por favor, Juan, se controla, não seja ruim comigo. Quando parei de ouvir os talheres, saí com as taças, nos cruzamos e deixei ele passar fazendo biquinho. Quando sentamos à mesa, eu tinha uma gostosa de cada lado, a janta estava uma delícia, a Marta cozinhava muito bem. O peixe que ela assou no forno foi visto e não visto, regado por um bom vinho branco e uma boa conversa, não demoramos pra levantar pesadamente da mesa, o café foi servido numa mesinha auxiliar entre os sofás. Saboreando o café, me contaram que a Marta tinha contratado uma viagem por toda a América do Sul, além do México, claro que contou que a Asun a acompanharia, ela estava toda animada, iam percorrer os países mais bonitos e ver os lugares mais interessantes, a filha já tinha um roteiro programado pela internet, logo pegou um tablet, sentaram do meu lado e ficaram me mostrando as rotas que tinham previsto, fiquei com inveja de ver tanta maravilha. As duas mulheres debruçadas sobre o tablet apoiado nas minhas pernas quase juntavam as cabeças em cima de mim, eu aspirava o aroma de cada uma, a Marta cheirava a violetas e a Asun um perfume suave de lavanda, adorava tê-las ao meu lado, com os braços segurava elas pelos ombros, ao ver o decote caído da Marta, meu pau não demorou a reagir, os peitos de milf dela escapavam das taças do sutiã preto que ela usava, uma renda de filó emoldurava os dois globos, enquanto à minha direita os botões abertos da camisa da Asun deixavam ver os peitos juvenis que, embora não tão fartos quanto os da mãe, na posição que ela estava pendiam dentro do sutiã branco. Minhas mãos passeavam pelas costas das duas mulheres, ao roçar os fechos dos sutiãs, eu me entretinha passando os dedos por baixo deles, o calor dos corpos delas me excitava. Perguntei se já tinham comprado toda a roupa que iam precisar, já que estariam em todos os climas, desde as praias do Caribe até as geleiras do Chile, elas me disseram que não, tinham decidido ir comprando conforme chegassem nos lugares, mas a Asun disse… — O que a gente comprou mesmo foi a roupa íntima, não sabemos onde vamos encontrar por lá e minha mãe é muito exigente com lingerie… — Não é tanto assim, embora ela tenha muito bom gosto – eu falei. A Marta viu uma oportunidade, levantou na hora e disse… — Reconheço que gosto de lingerie bonita, quer ver o que comprei? A Asun ficou meio surpresa, mas ao me ver animado, incentivou a mãe a mostrar. Talvez fosse por causa da influência do vinho branco que a empurrava, mas quando a mãe voltou com várias caixas, ela tirou o tablet de cima das minhas pernas, aí viu claramente o volume que eu tinha por baixo da calça, mas só apertou minha rola e não disse nada. Estava nervosa por me mostrar as peças da mãe, fez espaço na mesinha e foi abrindo as caixas, quase não deixava a mãe fazer isso, eu só fazia sinais de admiração, a mãe dela tirava os sutiãs e calcinhas e mostrava em cima da roupa, eu elogiava a beleza das peças, tinha de todo tipo, de renda, de tule, de seda, com bojos mais ou menos altos e de todas as cores, eu falei… — Adoro, mas isso é pras duas, né? — Não, são só as da minha mãe, eu só tenho umas três ou quatro. — Bom, como vocês são iguais, podem trocar entre si, parecem irmãs. A Marta se sentiu lisonjeada, enquanto a Asun dizia… — Acho que não, minha mãe tem muito mais peito que eu. — Impossível, se ela tem uns peitos de adolescente – exagerei. — Sério que você acha? Eu acho os meus muito feios. Mas a Marta já estava abrindo a blusa, tirou ela da saia e ficou só de sutiã… — Feios? Quem disse isso, acho que são perfeitos. — Viu? Minha mãe tem muito mais que eu. — Não acredito, é só por causa do modelo do sutiã, em você ficaria igual. A Marta tinha soltado o fecho da peça, as alças caíam. pelos ombros dela, enquanto ela segurava as taças pra não cair dos peitos. --- Toma, experimenta você, acho que o Juan tem razão, ele entende muito. A Asun primeiro hesitou, mas ao ver a mãe segurando os peitos com as mãos, se animou e, levantando-se decidida, terminou de desabotoar os botões que restavam da camisa, com dois puxões tirou a camisa da saia, um sutiã branco, bem mais discreto que o da mãe, sustentava os seios menores dela. --- Tá vendo? Em mim ia ficar grande. Enquanto falava, ia soltando os ganchos de trás, as taças ficaram presas pelas mãos dela, quando a mãe estendeu a peça, ela soltou deixando o dela cair, os dois peitos ficaram à mostra, os mamilos apontando pra frente. A mãe dela também tinha soltado os peitos com a desculpa de abotoar pra ela pelas costas, num dado momento estavam uma do lado da outra com os peitos paralelos. Minha pica tava pressionada na minha calça, não parava de mudar de posição pra tentar direcionar ela pra baixo, mas não conseguia, a sorte veio me ajudar, ou pelo menos foi o que pensei. --- Eu tava certo, viu como sobra em tudo quanto é lado? --- Espera um pouco, só falta um ajuste. Levantei como uma mola, soltei o sutiã de novo e tirei ele, estando perto da garota, do outro lado tinha a mãe, as duas com o par de peitos a centímetros das minhas mãos, minhas mãos tremiam tentando esticar as alças e encurtar elas, as fivelas pareciam grudadas, soltou de repente e minha mão foi parar no peito direito da Marta, ela sem se abalar disse… --- Deixa que eu ajudo, segura desse lado. Pegou de um lado a alça enquanto eu puxava a fivela, pra fazer mais força apoiou as mãos nos peitos arrastando as minhas junto, a Asun colada em nós, olhava os esforços que a gente fazia, queria colaborar na tarefa e se apertava contra meu braço, sentia a dureza do mamilo pressionando minha pele, eu entre as duas tentava cruzar as pernas porque Meu pau descia pelo cano da cueca depois de escapar da boxer, tinha o coxão da Marta colado nele, roçando sem parar a cada movimento, as mãos se confundiam misturadas com as tetas quando soltou a fivela, a alça deslizou e eu me separei das duas mulheres, pela frente abracei o corpo da Asun pra fechar o zíper atrás, as tetas dela grudaram em mim, duras do jeito que estavam, a mãe dela se encostou nas costas dela procurando minhas mãos com os bicos, enquanto ela tirava o zíper das minhas mãos, eu fingia que tava difícil de abotoar a roupa da filha e apertava as tetas dela por baixo, levantando até os bicos duros aparecerem, aquele momento foi mais que excitante, a Asun colada em mim tinha o volume do meu pau entre as dobras da saia dela, eu sentia as coxas dela se juntando quentinhas, ela se apertava contra mim e eu achava que esse momento nunca devia acabar. Quando a mãe dela decidiu deixar a roupa abotoada, me disse… --- Vamos ver, Juan, como você ajusta. Pela frente fui subindo as alças, as tetas se juntavam se elevando fazendo um decote do mais excitante, eu enfiava a mão nas taças pegando a teta toda e puxando os bicos, eles tavam desesperados, brilhantes, com a auréola inchada. --- Tá convencido? Tudo se ajeita, olha. Peguei direto uma teta da mãe dela e pesei na mão, e a outra dela também, e comparei, não eram gêmeas mas eram lindas as duas, e elas entraram na brincadeira. A Asun com as bochechas vermelhas de vergonha, já não aguento mais a farsa, e pegando meu pau disse pra mãe… --- Olha, mãe, o Juan dá muito conselho, mas olha ele como tá, duro que nem um pau. --- Deixa eu ver? Tá duro mesmo?, parece que sim, vamos ver. As duas me deixaram cair no sofá, tive que soltar as duas tetas pra cair no assento, elas levantaram meus pés e tiraram meus sapatos, o cinto abriu e cada uma de um lado puxou minha calça e a cueca juntas, o pau pulou pra fora. teto, minhas mãos deslizaram por baixo da saia larga da Asun, entre as coxas dela subiram até onde a calcinha me impediu de continuar. A mãe dela soltou a saia justa que caiu no chão, uma calcinha pequena combinando com o sutiã que ela usava marcava o fim das coxas dela, sobre a buceta escurecia um tapete de pelos crespos, ela tirou tudo num movimento só. Ela se agachou sobre mim pra aproximar os peitos da minha boca, enquanto eu os apertava com meus lábios a filha dela soltava a saia e descia a calcinha branca pelas pernas, tinha uma virilha depilada que emoldurava os lábios carnudos da bucetinha jovem dela. Enquanto a mãe deixava eu lamber os peitos dela mudando do meu jeito, ela se colocou entre minhas pernas procurando meu pau que tava colado no umbigo, puxei ela pra perto da boca dela e com os lábios descobriu minha glande, foi enfiando até tocar na campainha, apertava contra o céu da boca evitando roçar nos dentes. Quando a saliva escorria pela redondeza dos peitos da Marta ela subiu no assento do sofá, colocou uma perna de cada lado e abrindo os lábios da buceta aproximou da minha boca, eu reclinado com uma mão acompanhava a cabeça da Asun nos movimentos dela descendo e com a outra enfiava dois dedos na buceta da Marta. --- Filha, que maravilha, que chupada de buceta ela tá me dando, como tá o pau dele? --- Mmm, muito gostoso mãe, quando quiser a gente troca, tô morrendo de vontade de ser comida também, faz tempo que ela não me come. --- Espera um pouco, vou gozar daqui a pouco, tô no limite, não deixa ele gozar. Minha língua percorria todas as dobras da buceta da Marta, ela ia se contorcendo buscando o máximo prazer, quando uma série de contrações percorreram as costas dela as mãos apertaram minha cabeça contra a buceta dela, quase não conseguia respirar quando os sucos dela chegavam na minha língua eu me engasgava mas continuei lambendo, o clitóris inchado enchia minha boca, no auge do orgasmo ela subiu uma perna no encosto do sofá, minha boca abrangia tudo. seus lábios, por baixo das pernas dela passei minhas mãos e apertei as nádegas contra mim, ela não podia fugir de mim enquanto se debatia com suas convulsões, seus gemidos se alternavam com seus suspiros. Asun continuava com meu pau na boca, dosava meu tesão, quando meu pau pulsava no céu da boca dela ela freava as carícias pra misturá-las com lambidas nas minhas bolas, olhava pra cima, a visão das coxas da mãe dela abertas e minha boca cobrindo os lábios dela do clitóris à buceta fazia ela chupar meu pau mais agitada. Marta se dobrou sobre si mesma quando o orgasmo diminuiu de intensidade, Asun se recostou no braço do sofá, eu me deitei e enfiando a cabeça entre as pernas encolhidas alcancei a boceta dela, a garota separou com os dedos os lábios deixando o clitóris à mostra, já inchado, me joguei sobre ele aspirei e ele se enfiou entre meus lábios, segurei com os dentes suavemente e minha língua foi descobrindo a pele que o escondia, sentia como ele tremia na ponta da minha língua, ela beliscava os peitos esticando os mamilos. Marta tinha pegado meu pau entre minhas pernas, com uma mão as bolas e a outra ia subindo e descendo ao longo do tronco, tava duro e as veias inchadas enchiam as mãos da mãe, ela se apoiou nas minhas costas, senti os peitos dela subindo do meu cu pelas minhas costas, ela sussurrou no meu ouvido… --- Juan, mete logo na minha filha, ela tá morrendo de vontade, eu espero. Concordei com a cabeça e beijando a barriga de Asun fui subindo pelo estômago dela até os peitos, tive que me demorar neles, os mamilos dela me esperavam impacientes, lambi até que aumentaram duas vezes de tamanho, quando minha boca chegou na dela Marta pegou meu pau e apontou pros lábios de Asun, ela abriu mais os joelhos e a mãe apontou a cabeça do pau na buceta dela, depois se apoiou no meu cu e se deixou cair me obrigando a enfiar tudo dentro de Asun, quando acariciou minhas bolas puxando elas me deu a entender que bombasse dentro da boceta da garota, eu fiz enquanto ela me acompanhava apertando as bolas suavemente. A abstinência que a Asun acumulava ficou evidente quando ela fechou as pernas em volta de mim, me abraçou e levantou a pélvis o máximo que pôde para chegar mais perto de mim. A mãe dela continuou empurrando minha bunda, me obrigando a continuar fodendo a filha, e não parou até a Asun estar ofegante, sem ar nos pulmões. Depois, ela se aproximou da filha e, vendo o suor escorrendo pelos peitos dela, beijou sua testa. Então, virou-se para mim e me beijou na boca. Me levantei, mal consegui descansar. No outro lado do sofá, a Marta me esperava de joelhos no assento, com a cabeça apoiada no braço, pernas abertas e se tocando no clitóris por baixo das pernas. Como um robô, me aproximei dela por trás. Quando peguei seus quadris, a mão da Asun passou por baixo das minhas pernas, segurou minha rola e a manteve na horizontal, direcionada para a buceta da mãe. Ela quase não precisou corrigir a trajetória; a cabeça deslizou pela buceta molhada até entrar no buraco molhado. Ela só disse… — Mmm, filha, quanto tempo sem ter uma rola dentro. — Agora você tem a melhor, mamãe. Aproveita. — Sim, filha, ela me preenche, é grossa e tá dura do jeito que eu gosto. Comecei a meter e tirar a rola, primeiro devagar, fui acelerando até quase tirar ela toda para enfiar fundo. A Marta estava me esperando quando eu ia em direção a ela; só se ouvia ela gemer, mas ela disse… — Continua, Juan, não para, mete até o fundo, vou gozar de novo. Atrás de mim, ouvi a Asun me incentivando no meu ouvido… — Juan, por favor, goza dentro da minha mãe, quero que ela sinta seu leite queimando dentro da buceta dela. Ela pegou minhas bolas e as segurou, acompanhando a rola até a Marta explodir num orgasmo violento que quase a fez cair. Ela se apoiou no assento com a cabeça encostada e a bunda pra cima. Me levantei e, de cócoras por cima, fui enfiando até uma corrente subir das minhas costas até as bolas. Elas pareciam estourar, e pela cabeça passou uma... série de jatos de porra que encheram a buceta da Marta, a filha dela ficou esperando entre minhas pernas até que eu saísse e um fio de gozo escorreu devagar da mãe dela. Sentei exausto mas satisfeito, o creme da Emi tinha funcionado de novo, na hora a mãe de um lado e a filha do outro grudaram em mim, apoiaram a cabeça no meu ombro, deixei minhas mãos nas coxas delas, elas apertaram minhas mãos com as delas e suspiraram satisfeitas. Já era tarde demais quando saí da casa da Marta, não me arrependi de não ter saído com a Asun depois do jantar, a noite tinha sido muito mais completa, tava feliz, eram duas mulheres gostosas pra caralho. Quando me deitei na cama fiquei um tempão acordado, tava contente com como a vida me tratava. Tava ansioso esperando o jantar que a Emi ia oferecer, ia ser inesquecível. Continua Agradeço pelos comentários
— Desculpa me intrometer onde não sou chamada, mas a gente tá vendo você sofrer, suando igual uma fonte. Te aconselho a tirar o short, vai ver a diferença.
Não deu pra notar o rubor que subiu nas minhas bochechas, porque eu já tava todo vermelho, mas obedeci. Quando ela voltou pro lugar dela, tirei o sungão por baixo da minha toalha. As duas mulheres, quando me viram tão sem graça, riram ainda mais, principalmente quando minha toalha caiu no chão e fiquei pelado na frente delas, ainda mais porque sem querer meu pau... O pau já tinha ficado duro o suficiente pra apontar na direção delas. Criei coragem, não quis passar por moleque, levantei e fui até elas, me masturbando de forma desafiadora. Elas se olharam e caíram na risada de novo, dessa vez gargalhando. Me clarearam as ideias quando a que tava sentada no banco de baixo abriu as pernas da amiga e deu uma lambida na buceta depilada, depois passou a língua nos lábios. Quando voltei pro meu lugar, meu pau tava completamente murcho, igual um pimentão assado, e minha autoestima do mesmo jeito. Saí na hora da sauna. As duas mulheres, quando me virei pra me despedir, estavam deitadas numa plataforma, se comendo mutuamente, num 69 perfeito. Ao chegar na sala de massagem, uma garota de uniforme branco de calça saiu pra me receber e mandou eu subir na maca de bruços, colocando o rosto no buraco do apoio. Enquanto obedecia, ela preparou umas barrinhas de aroma e colocou uma música moderna, mas versão chill-out. Quando ficou do meu lado, olhou a nota que indicava o tipo de massagem, se desculpou e disse que quem ia me atender era a Srta. África, especialista nesse tipo de massagem. Quando fiquei olhando pro chão pelo apoio, senti o corpo todo relaxar, fiquei literalmente colado no lençol. Sobre a bunda, ela tinha deixado a toalha. Quando a nova massagista entrou, me cumprimentou com um "oi" seco. Respondi com algo que parecia mais um gemido do que um cumprimento. Quando ela colocou as mãos em mim, procurando os músculos travados, me senti completamente confiante no resultado. Devo confessar que, mesmo doendo às vezes, eu teria dormido tranquilamente. As mãos ágeis dela pareciam adivinhar cada ponto onde doía mais. O óleo que ela passava facilitava o toque. Não me importei quando massageou a sola dos meus pés, depois foi subindo pelas minhas pernas até chegar nas coxas. Quando me virei na maca, meu pau ficou entre minhas pernas, mas... o que a massagista roçava em mim cada vez que subia as mãos entre minhas coxas. Depois do fracasso que tive com as duas mulheres na sauna, a última coisa que me passava pela cabeça era dar intenção às mãos da profissional. A garota quase não falava comigo, mas tanto fazia, eu não prestava atenção em nada além da paz que sentia. Minhas costas estavam totalmente banhadas com o óleo aromático, quando ela me deu um tapinha na bunda dizendo pra eu virar, sem o menor entusiasmo me virei, esperei de olhos fechados, a luz fraca me fazia sentir como se estivesse numa nuvem. Só reagi quando ela disse… — O que você tá fazendo aqui? Abri os olhos e olhei pra garota, primeiro estranhei a voz, me lembrava de algo, mas não sabia do quê, mas quando consegui ver o rosto dela iluminado fiquei pasmo. — E você, o que tá fazendo aqui também? — Eu trabalho aqui. — Mas você não tá estudando? — Claro, mas não tenho escolha, tenho que trabalhar pra pagar a faculdade, minha família não tem dinheiro, ninguém sabe que trabalho aqui. — Bom, não acho ruim, mas não esperava por isso. — Eu também não e, pra ser sincera, fico feliz que você tenha vindo. — Eu também fico feliz em te ver e tenho que te parabenizar, você tem umas mãos divinas, tá me deixando como novo. — Obrigada, mas ainda não terminei, espero que quando eu terminar você me valorize ainda mais. Relaxei ainda mais, agora tava convencido de que tava em boas mãos. A garota se posicionou sobre minha cabeça e foi nos meus ombros e no pescoço, onde mais doía, agora que nos conhecíamos eu ia indicando onde doía mais e ela ia suavizando meus músculos, depois do pescoço, agiu sobre meu peito, as costelas doíam igual, embora eu não tivesse percebido até agora, quando ela passava o corpo sobre mim escondia a luz e através da blusa branca dela eu adivinhava a roupa íntima que usava. Com os movimentos enérgicos dos braços dela, os peitos dela balançavam sobre meu rosto, quando chegou na minha barriga a blusa subiu tanto que por Debaixo dela, vi ao vivo o sutiã branco que mal conseguia segurar os peitos que escapavam por baixo, deixando dois dedos de pele à mostra. Ela se dedicava de verdade, mas meu pau por conta própria começou a levantar a toalha, e eu só percebi quando ela falou… — Puxa, agora me convenço de que você está feliz em me ver. — Desculpa mesmo, não tinha percebido, que vergonha… — Ah, já vi, mas seu pau não diz a mesma coisa. Enquanto dizia isso, ela se colocou ao meu lado e, com uma mão passando entre minhas coxas, a outra me untava a barriga, as mãos habilidosas passavam rapidamente perto do meu pau, mas no último segundo desviavam. Isso me causava uma agonia que deixava meu pau ainda mais duro, ela cada vez mais perto roçava minhas bolas, separou meus tornozelos, agora não havia mais motivo para a toalha, então a tirou sem dar importância, o pau estava como a haste de uma bandeira, a garota com as mãos untadas o afastava suavemente para massagear minha virilha, cada vez que roçava meu pau ele ficava tremendo, aos poucos foi se concentrando na área, até que com uma mão por baixo pegou as duas bolas de uma vez e as levantou apertando de leve. Com a outra mão, pegou o tronco e foi até a ponta, onde fechou os dedos sobre ele e cobriu com a pele, depois ao contrário descobriu a glande até embaixo, deixando todas as veias inchadas. Minha mão caída ao meu lado roçava a cada movimento o cinto com os frascos de óleo que ela usava, quando ela se inclinou sobre mim e eu toquei sua calça, senti no dorso da minha mão o calor da pele dela. Sem querer, aproximei minha mão da coxa dela e depois da bunda, através da calça fina senti o elástico da calcinha, quando com um dedo passei por baixo da goma, a garota soltou o cinto do óleo e abaixou a calça até o chão. As mãos dela já não massageavam meus músculos, estavam acariciando meu pau descaradamente, eu já tinha minha mão por baixo da calcinha dela, passando de uma nádega para a outra, não me pareceu Suficiente. Subi a mão por baixo da blusa dela, ela se virou o suficiente pra eu alcançar o fecho do sutiã. Quando soltei com dois dedos, por baixo da blusa já dava pra ver a liberdade que os peitos dela tinham recuperado. Ela só largou meu pau o tempo necessário pra tirar a blusa pela cabeça, o sutiã frouxo caiu no chão. Passei as mãos na minha barriga, lambuzei de óleo e passei nos peitos dela — eles brilhavam quase tanto quanto a minha glande. Ela se inclinou por cima de mim e passou os peitos no meu pau, apertava ele entre eles e, com a maciez do óleo, eu só sentia um pouquinho da aspereza dos bicos. Mesmo estando mornos, senti uma diferença enorme quando, dos peitos dela, meu pau foi parar na boca dela — a umidade, a pressão da língua e o efeito de sucção fizeram eu levantar o quadril pra ela chupar mais fundo. Uma das minhas mãos foi procurar entre as coxas dela, abriu elas o suficiente pra facilitar a busca até eu encontrar os lábios da buceta dela — tava molhada o bastante pros meus dedos oleados percorrerem ela inteira. A mina manteve as pernas abertas enquanto apertava meu pau por baixo e mantinha ele dentro da boca dela. Eu acariciava o clitóris dela devagar mas com força, de vez em quando molhava de novo com óleo e continuava com gosto. Quando ela separou meus tornozelos e subiu na maca entre eles, encheu a mão de óleo e foi derramando em cima de mim — escorria por todo o meu corpo quando ela se abaixou e foi deslizando devagar pelas minhas pernas. Senti os peitos dela roçando nas minhas coxas e passando abraçando meu pau, que dobrou sobre a minha barriga quando passou, até que os lábios dela roçaram os meus quando ela se apoiou no meu peito, depois foram pra minha orelha. Ela ficou mordiscando meu lóbulo, meu pau aguentava o peso da pélvis dela que escorregava no óleo. Com minhas pernas encolhidas, eu segurava ela em cima de mim, minhas mãos apertavam os dois peitos que pressionavam minhas costelas. A mina ficou lambendo meu pescoço até Ela continuou subindo em cima de mim até oferecer aos meus lábios um dos seus mamilos, agradeci sugando até encher minha boca, depois trocou pelo outro e fiz o mesmo, deixei eles vermelhos e molhados, ela suspirava de olhos fechados. Quando deslizou para baixo, meu pau já estava esperando, entre as pernas dela escorregou até encontrar os lábios menores abertos, o óleo e os sucos dela fizeram o resto, quando a cabeça foi entrando nela, ela me abraçou e, rastejando para baixo, enfiou todo o meu pau, aproximou a boca do meu ouvido e falou devagar… --- Ahhh! Quanto tempo esperando pra te ter dentro de mim, você não sabe o quanto desejei isso. --- Adoro estar com você, tem um corpo gostoso pra caralho, mas se a gente só se viu duas vezes… --- Mas foram especiais pra mim, me deixaram muito molhada. --- Agora que lembro, você fazia muito barulho, não parecia estar se divertindo nada mal. --- Você não sabe o quanto está enganado, quando você me viu com aquele cara, a gente transou no meu quarto, embora fosse melhor dizer que ele transou sozinho, gozou em três minutos, depois se vestiu e foi embora. Eu fiquei de pernas abertas com a buceta escorrendo e ouvindo você e a Asun fodendo a noite toda, invejava ouvir a Asun gemer e suspirar com seu pau dentro, ainda mais conhecendo ela tão discreta, eu fiquei pulando na minha cama pra vocês ouvirem enquanto colava o ouvido na parede, desde então sempre sonhei em ter você dentro de mim. --- Nunca imaginei, sempre te vi acompanhada, parece uma mina que faz muito sucesso. --- Não acredita não, nunca tive sorte com caras, pego fácil, mas depois não duram nada. --- Sabe de uma coisa? Gostei quando você abriu a roupa no corredor da sua casa, me impressionou sua simpatia. --- Valeu, mas agora a gente tá aqui. Ah, a propósito, meu nome é Pilar, esse negócio de África é só pro trabalho. --- Prazer em te conhecer, Pilar, mas você sabe que a Asun é muito importante pra mim, espero que o que a gente tá… fazendo com que hoje eu não saia daqui. — Calma, Juan, pra mim já basta ter te tido uma vez, não vai sair daqui como você diz. Dizendo isso, ela sentou em cima de mim, apoiou nos tornozelos e foi subindo e descendo, fazendo eu ver entre as pernas dela como meu pau aparecia e sumia na buceta bem aparada. Agarrei os peitos dela com as mãos, apertando os bicos durinhos com os dedos pra não escaparem, a barriga lisa dela descia e recebia meu pau duro igual a um pau. Ela pediu pra ficar de joelhos e eu meter por trás, fiz isso felizão, segurei na cintura dela e quando ela abriu as pernas fui me aproximando até meu pau afundar até o talo, ela baixou a cabeça até a maca e com uns gemidos foi aguentando o primeiro orgasmo, as mãos dela crispadas apertavam o lençol até ela se recuperar, virou e me beijou na boca agradecendo, depois se deitou e abrindo os joelhos me convidou pra deitar em cima dela, as mãos dela me receberam e pegaram meu pau e minhas bolas e guiaram até a boceta dela, quando ela teve certeza que tava na entrada, enrolou as pernas na minha cintura e me puxou pra dentro, simplesmente entrei até sentir minhas bolas coladas na bunda dela. Ao me sentir dentro dela, me abraçou apertado, um arrepio me mostrou que o segundo orgasmo dela tava chegando, me surpreendi tão cedo, mas entendi quando vi as lágrimas escorrendo dos olhos dela enquanto ela tremia com os espasmos, percebi a carência que ela tava sentindo, talvez por isso gozei emocionado, me esvaziei quando ela pediu pra gozar dentro dela. Quando nos recuperamos, ela me acompanhou até o chuveiro e tomamos banho juntos, nos despedimos eu lambendo os peitos dela e ela chupando meu pau, depois nos abraçamos, desejei que ela encontrasse um cara que amasse ela, depois prometi que voltaria se ela tivesse outra contratura muscular. Quando voltei pra casa, vi luz na casa da Emi, espiei pelo portão, na A casa ainda estava com a diarista. Na outra ponta, minha amiga arrumava os detalhes na mesa da sala. Por intuição, ela se virou pra mim, veio correndo até a porta do jardim, ansiosa pra saber como tinha sido. — Oi Juan, como cê tá? Te vejo muito melhor que de manhã. — Na real, tô novo em folha. Foi uma ideia genial esse Spa, não imaginava. — E como te trataram? — Perfeitamente. Valeu por ter ligado, me senti muito mais seguro sabendo que você tava cuidando de mim. — Era o mínimo que eu podia fazer. O que você mais gostou? — Bom, adorei tudo. A piscina era dos deuses, cada jato d'água me revitalizava na hora. O pior foi a sauna. — Por quê? Se num instante você fica novo? — É que aconteceu uma parada bizarra. Paguei mico e fiquei parecendo um otário. Contei a cena da sauna, ela ficou rindo imaginando a situação, ainda tava rindo quando continuou… — E a massagem, o que achou? — Ah! A massagem foi a melhor parte. A massagista era uma maravilha, me deixou nas nuvens — claro que não contei o final da massagem —. É uma grande profissional? — Quem te atendeu? — Bom… uma loira, acho que chamava… um nome estranho, ah, sim! África, parece. — Conheço ela. É uma massagista foda e ainda por cima muito gostosa. — Pois nisso eu nem reparei — menti —. Tava tão ruim que só me interessava pelo meu pescoço. — Fico feliz que o tratamento te fez tão bem. — Sim, falei pra moça que se eu ficar tão mal de novo, volto. — Com certeza, já sabe a solução. Espero que volte, mas pra outra coisa. — Bom, valeu por tudo, Emi. Vou te deixar trabalhar, a gente se fala com mais calma. — Tchau Juan, até logo. Ela me mandou um beijo no ar. Quando entrei em casa, tava feliz. Procurei minhas primas, mas não ouvia ninguém. Como tava com uma fome danada, fui pra cozinha, encontrei um pratão de macarrão na geladeira, não deixei nada no prato, e ainda Fiquei catucando tudo que encontrava, depois fui pro meu quarto. Os dias seguintes foram na mesma, eu me controlava mais nos horários de estudo pra não ter dor muscular de novo. Finalmente chegou a prova temida, a universidade tava cheia de alunos como eu, todo mundo com medo na cara. O primeiro susto passei na matéria duvidosa, quando saí achei que tinha sido mais fácil do que esperava. A verdade é que tinha estudado pra caralho, as outras já foram mais tranquilas. Numa aula encontrei a Asun, como sempre sentada na minha frente, ela sorriu quando me viu. Quando terminamos, comentamos a prova, ela também achou que tinha ido muito bem. Como sempre, ela me pareceu mais gostosa que de costume, me veio na cabeça que queria passar a tarde com ela. Quando falei, ela respondeu…
— Eu também quero, Juan, mas hoje é impossível. Marquei com minha mãe na casa dela, ela insistiu muito pra eu ir. Desconfio que tem alguma surpresa pra mim.
— Tudo bem, acho que consigo esperar. Quando puder, a gente se vê. Senti muito a sua falta.
— Eu também, foram uns dias bem puxados, só estudando e sem te ver.
Quando cheguei em casa, tava felizão, mesmo tendo perdido o encontro com a Asun, tava ansioso pra contar pra minha família como tinha ido nas provas. A cara de todo mundo era de alegria, parecia que não era só eu que tinha ido bem, mesmo sem saber as notas finais, as impressões eram boas. Minhas primas contavam pros pais o que tinham feito nas provas, quando me viram entrar, viraram pra mim e contaram tudo de novo. Meu tio passou o braço no meu ombro e me separou do grupo pra perguntar como eu tinha ido. Contei pra ele e ele me apertou contra si, tava satisfeito comigo. No jantar, foi só risada e brincadeira, o clima tinha relaxado depois de tanta tensão acumulada. Minha tia olhava pra gente e se sentia feliz. Quando terminamos, as meninas subiram pros quartos, eu fiquei a pedido Do meu tio, quis me animar a continuar aplicado pra poder pegar logo as rédeas do negócio da família. Quando já fui pro meu quarto, ouvi risadas no quarto da minha prima Maite, espiei depois de bater com os nós dos dedos, encontrei a Maite deitada e coberta até o pescoço, sentada ao lado dela estava a María. — Oi, o que vocês tão fazendo? Cê tá doente? — Ah, então, não, na verdade. — Como te vejo toda coberta... — Vale, cê nos pegou, já quebrou o mistério. Minha prima mais nova foi abaixando o lençol devagar, tava vestida, usava uma camiseta de algodão, mas quando continuou abaixando o lençol, descobri que da cintura pra baixo não tava usando nada, reparei e vi que a buceta dela tava meio depilada, a María nos olhava na expectativa, no fim as duas caíram na risada. A María me explicou que queriam me dar uma surpresa, ao mesmo tempo abriu as pernas, debaixo da saia curta dela vi a buceta também totalmente depilada. Me convidaram, já que eu tinha pegado elas, pra ajudar, topei de boa, a Maite tirou o lençol de cima, abriu as pernas de vez, colocou a luminária da mesinha perto iluminando a ppk dela e a María tirou debaixo da cama a cera que tavam usando, num instante aplicou as tiras na pele e me mandou puxar. Fiquei com medo, não queria machucar ela, já tinha sofrido na pele uma vez a depilação com cera, mas puxei a tira de uma vez e ficou livre dos pelos. Riram de mim com tanto receio, mas num instante deixamos ela perfeita, tinha uma buceta perfeita. Quando ela se levantou da cama, apontou pro lugar dela e mandou eu deitar, fiquei gelado, dei um passo pra trás, mas as duas me pegaram e me deitaram, a calça saiu junto com os sapatos e a cueca foi atrás, eu me mexia tentando evitar o que vinha, no fim as irmãs tiveram pena de mim e falaram que iam me barbear primeiro e depois passar a depiladora elétrica. Considerei um mal menor, me acomodei com uma mina de cada lado da cama. Mas quando Maite pegou uma tesoura e veio na minha direção, fiquei na dúvida sobre meu futuro. Maria disse que primeiro ia aparar até deixar o pelo bem curtinho e depois viria com a máquina. Eu não queria olhar, mas as duas se viravam bem juntas, Maria segurava minha rola mole e afastava da tesoura, a verdade é que era bem eficiente, já confiante, via ela colocando de um lado pro outro. Quando já estava bem aparado, a aparência da minha rola tinha melhorado muito, já não caía murcha, oferecia certa resistência à mão de Maria, ela tratava com suavidade mas com energia que só aumentava a dureza. Como tinha as mãos livres, me vingava passando elas entre as coxas de Maite, separando os lábios macios e percorrendo todo o caminho, ela, mesmo concentrada no que fazia, facilitava meus movimentos com a postura. As tetas de Maria também não escapavam das minhas carícias, já com os bicos duros foi quando eu colocava mais energia. Com a elétrica me deixaram como um bebê, mas não se contentaram com isso, depois foi Maria quem pegou a tesoura e Maite, apertando minhas bolas, foi desviando primeiro da tesoura e depois da máquina, nem por isso a ereção que já aguentava baixava, as garotas pareciam não notar a dureza do meu pau. Quando separaram minhas nádegas, já me vi perdido, porque a cera não perdoou, mas já era tarde, um grito escapou sem querer, mas já estavam passando um creme pra suavizar minhas nádegas carecas. Como vingança, parti pra pegar a camiseta de Maite e arrancar pela cabeça de um puxão, ela se esquivou e, saindo dela, ficou nua na minha frente. Maria pulou em cima de mim, levantou a saia larga e sentou na minha cara, me deixou imobilizado. Maite pegou meus tornozelos e levantou o máximo que pôde, me arqueou pra cima até Maria segurá-los, abriu minhas pernas e ficou com a cara entre meus joelhos. Quando Maite se encostou nas minhas nádegas, lambendo minhas bolas expostas ao alcance dela, Maria abriu a boca. pra receber meu pau ereto que se dirigia até ela. Quando notei a umidade dos lábios dela sugando minha glande, minhas bolas se contraíram com a sucção que a Maite tinha feito, uma delas entrou na boca dela, as cabeças das duas irmãs se sincronizaram pra não baterem uma na outra, quando perceberam que meu pau tinha alcançado uma grossura e uma cor suspeita de gozar, me soltaram e decidi "castigá-las", coloquei elas de joelhos no chão, uma do lado da outra, apoiadas na cama, ficaram com as bundas expostas pra mim, só precisei separar as pernas delas pra meter o pau alternadamente em cada uma, quando saía de uma entrava na outra, elas de mãos dadas se olhavam e gemiam, de vez em quando eu enganava elas e penetrava duas vezes seguidas enquanto enfiava os dedos na outra. Quando a tranca da porta fez um barulhinho, levantei a cabeça e vi minha tia espiando de leve, ao ver que eu tinha notado, ela fez um sinal de aprovação e fechou devagar, as filhas dela nem perceberam. Não tinha passado nem dez minutos quando nós três levantamos as cabeças ouvindo atentos, do quarto dos pais saía um rumor de gemidos e suspiros que foi crescendo até ouvirmos a mãe gritando com o marido. --- Mete o pau todo em mim, Antônio, mais ainda, ou melhor, mete o Carlitos - o consolo gigante - ou os dois ao mesmo tempo. Viramos e seguimos com a nossa, Maite foi a primeira a gozar, fiquei dentro dela enquanto ela curtia, meu pau sentia a buceta dela vibrando por dentro, enquanto com dois dedos dentro da Maria eu mantinha ela no maior tesão, deu tempo exato de quando a Maite caiu no lençol, eu meter na Maria que já tava me implorando, em só umas poucas penetradas, ela se agarrou no lençol e aguentou como pôde as fortes sacudidas, me disse pra não tirar de dentro dela, não tirei até descarregar vários jatos de porra dentro dela, a irmã dela recolheu com a mão quando começaram a escorrer. Saindo devagar ao tirar meu pau. Ainda dava pra ouvir os gritos da minha tia no quarto dela quando saí do quarto da Maite pro meu. Por curiosidade, espiei no quarto dos meus tios ao ver uma fresta de luz, a Ana tinha deixado assim pra eu espiar. Ela tava sentada em cima do marido, de costas pra ele e de frente pra porta, com as pernas abertas, na minha frente me mostrando o pauzão do Antonio enfiado no cu dela e o vibrador na buceta dela. Ela me mandou um beijo no ar e mordeu o lábio. Quando cheguei no meu quarto, tomei um banho e quase bati uma punheta em homenagem à minha tia Ana. Ainda se passaram vários dias até avisarem que as listas oficiais com as notas das provas tinham saído. Fui correndo, mesmo tendo bastante esperança de ter passado. A gente se amontoava na frente das listas, quando consegui chegar perto, procurei meu sobrenome. Tava muito nervoso, minhas mãos suavam, mas finalmente, tinha passado com nota. Puxaram minha camisa, me virei e duas filas atrás vi a Asun me perguntando. Procurei o sobrenome dela de novo e, de fato, ela tinha tirado a nota máxima. Quando contei pra ela ao sair da confusão que tinha se formado, ela se pendurou no meu pescoço me beijando de alegria. Ela me acompanhou até a outra sala, a que mais me preocupava. Ela se adiantou e começou a procurar, um grito de alegria me avisou que eu tinha passado na prova, o que ela não tinha dito é que foi com um notão. Dessa vez fui eu que abracei ela, dando um beijo na boca que fez vários jovens se virarem e nos assoviaram de admiração. Saímos pra cafeteria, de longe vimos a Marta, mãe da Asun. Ela correu até ela e contou as notas dela e as minhas. Ela ficou muito feliz e me deu dois beijos na bochecha. Convidei elas pra um aperitivo e enquanto a gente bebia uma cerveja, a Asun me contou que tava passando uma temporada na casa da mãe dela. A mãe ficava olhando a gente enquanto a gente falava sem parar. Num silêncio, ela interrompeu e disse: "Gente, um momento. Tô vendo que vocês tão com vontade de... Falar, o que acham de continuarmos essa conversa em casa? Juan, quer vir jantar hoje à noite? --- Bom… adoraria, ia gostar muito. --- Então tá decidido, hoje à tarde passa lá em casa. Agora, Asun, a gente precisa ir. Até mais, Juan. Quando cheguei na casa da Marta à tarde, estava bem arrumado. Mesmo sendo um jantar em casa, eu tinha esperança de sair com a Asun mais tarde, quem sabe até ir pro apartamento de estudante dela. Tava morrendo de vontade de ficar com ela e foder, por isso tinha no bolso o creme que a Emi me deu, claro. Quando a porta da casa da Marta se abriu, fiquei alucinado. A Asun estava linda demais, com uma maquiagem sutil que eu nunca tinha visto nela. Além disso, tava usando uma saia larga e uma camisa branca, totalmente diferente do normal, que era sempre de suéter e calça. Um pigarro me tirou do encanto: do lado dela estava a Marta, a mãe dela. A cara que eu fiz devia ter sido um poema, porque a Asun me perguntou… --- Juan, cê tá bem? Ficou pasmado. --- Hum, desculpa, mas fiquei extasiado. Você tá maravilhosa, e sua mãe parece sua… irmã. As duas caíram na risada, me beijaram e me fizeram entrar. A Marta tava usando uma saia justa e uma blusa larga colorida com um decote bem generoso. Depois de um tempo na sala, combinaram que a gente podia jantar. Logicamente, me ofereci pra ajudar a pôr a mesa. Quando coloquei a toalha, percebi que a camisa da Asun tava desabotoada bem no começo do canal das tetinhas jovens dela. Mandei um beijo no ar, e ela sorriu de forma safada. A mãe dela tava ocupada na cozinha. Num momento, eu e a Asun nos cruzamos: ela saía da cozinha com um monte de talheres e eu entrei. A mãe dela tava agachada na frente do forno. Passei por trás dela, segurei na cintura e me apertei contra a bunda dela. Ela se encolheu e falou quando se levantou… --- Cê tá louco? A Asun vai nos ver. --- Marta, cê é uma gostosa, tem um corpo divino. Quando falei isso, ela se jogou pra trás e apoiou a cabeça no meu ombro, beijei seu pescoço, ela estremeceu de novo. — Por favor, Juan, se controla, não seja ruim comigo. Quando parei de ouvir os talheres, saí com as taças, nos cruzamos e deixei ele passar fazendo biquinho. Quando sentamos à mesa, eu tinha uma gostosa de cada lado, a janta estava uma delícia, a Marta cozinhava muito bem. O peixe que ela assou no forno foi visto e não visto, regado por um bom vinho branco e uma boa conversa, não demoramos pra levantar pesadamente da mesa, o café foi servido numa mesinha auxiliar entre os sofás. Saboreando o café, me contaram que a Marta tinha contratado uma viagem por toda a América do Sul, além do México, claro que contou que a Asun a acompanharia, ela estava toda animada, iam percorrer os países mais bonitos e ver os lugares mais interessantes, a filha já tinha um roteiro programado pela internet, logo pegou um tablet, sentaram do meu lado e ficaram me mostrando as rotas que tinham previsto, fiquei com inveja de ver tanta maravilha. As duas mulheres debruçadas sobre o tablet apoiado nas minhas pernas quase juntavam as cabeças em cima de mim, eu aspirava o aroma de cada uma, a Marta cheirava a violetas e a Asun um perfume suave de lavanda, adorava tê-las ao meu lado, com os braços segurava elas pelos ombros, ao ver o decote caído da Marta, meu pau não demorou a reagir, os peitos de milf dela escapavam das taças do sutiã preto que ela usava, uma renda de filó emoldurava os dois globos, enquanto à minha direita os botões abertos da camisa da Asun deixavam ver os peitos juvenis que, embora não tão fartos quanto os da mãe, na posição que ela estava pendiam dentro do sutiã branco. Minhas mãos passeavam pelas costas das duas mulheres, ao roçar os fechos dos sutiãs, eu me entretinha passando os dedos por baixo deles, o calor dos corpos delas me excitava. Perguntei se já tinham comprado toda a roupa que iam precisar, já que estariam em todos os climas, desde as praias do Caribe até as geleiras do Chile, elas me disseram que não, tinham decidido ir comprando conforme chegassem nos lugares, mas a Asun disse… — O que a gente comprou mesmo foi a roupa íntima, não sabemos onde vamos encontrar por lá e minha mãe é muito exigente com lingerie… — Não é tanto assim, embora ela tenha muito bom gosto – eu falei. A Marta viu uma oportunidade, levantou na hora e disse… — Reconheço que gosto de lingerie bonita, quer ver o que comprei? A Asun ficou meio surpresa, mas ao me ver animado, incentivou a mãe a mostrar. Talvez fosse por causa da influência do vinho branco que a empurrava, mas quando a mãe voltou com várias caixas, ela tirou o tablet de cima das minhas pernas, aí viu claramente o volume que eu tinha por baixo da calça, mas só apertou minha rola e não disse nada. Estava nervosa por me mostrar as peças da mãe, fez espaço na mesinha e foi abrindo as caixas, quase não deixava a mãe fazer isso, eu só fazia sinais de admiração, a mãe dela tirava os sutiãs e calcinhas e mostrava em cima da roupa, eu elogiava a beleza das peças, tinha de todo tipo, de renda, de tule, de seda, com bojos mais ou menos altos e de todas as cores, eu falei… — Adoro, mas isso é pras duas, né? — Não, são só as da minha mãe, eu só tenho umas três ou quatro. — Bom, como vocês são iguais, podem trocar entre si, parecem irmãs. A Marta se sentiu lisonjeada, enquanto a Asun dizia… — Acho que não, minha mãe tem muito mais peito que eu. — Impossível, se ela tem uns peitos de adolescente – exagerei. — Sério que você acha? Eu acho os meus muito feios. Mas a Marta já estava abrindo a blusa, tirou ela da saia e ficou só de sutiã… — Feios? Quem disse isso, acho que são perfeitos. — Viu? Minha mãe tem muito mais que eu. — Não acredito, é só por causa do modelo do sutiã, em você ficaria igual. A Marta tinha soltado o fecho da peça, as alças caíam. pelos ombros dela, enquanto ela segurava as taças pra não cair dos peitos. --- Toma, experimenta você, acho que o Juan tem razão, ele entende muito. A Asun primeiro hesitou, mas ao ver a mãe segurando os peitos com as mãos, se animou e, levantando-se decidida, terminou de desabotoar os botões que restavam da camisa, com dois puxões tirou a camisa da saia, um sutiã branco, bem mais discreto que o da mãe, sustentava os seios menores dela. --- Tá vendo? Em mim ia ficar grande. Enquanto falava, ia soltando os ganchos de trás, as taças ficaram presas pelas mãos dela, quando a mãe estendeu a peça, ela soltou deixando o dela cair, os dois peitos ficaram à mostra, os mamilos apontando pra frente. A mãe dela também tinha soltado os peitos com a desculpa de abotoar pra ela pelas costas, num dado momento estavam uma do lado da outra com os peitos paralelos. Minha pica tava pressionada na minha calça, não parava de mudar de posição pra tentar direcionar ela pra baixo, mas não conseguia, a sorte veio me ajudar, ou pelo menos foi o que pensei. --- Eu tava certo, viu como sobra em tudo quanto é lado? --- Espera um pouco, só falta um ajuste. Levantei como uma mola, soltei o sutiã de novo e tirei ele, estando perto da garota, do outro lado tinha a mãe, as duas com o par de peitos a centímetros das minhas mãos, minhas mãos tremiam tentando esticar as alças e encurtar elas, as fivelas pareciam grudadas, soltou de repente e minha mão foi parar no peito direito da Marta, ela sem se abalar disse… --- Deixa que eu ajudo, segura desse lado. Pegou de um lado a alça enquanto eu puxava a fivela, pra fazer mais força apoiou as mãos nos peitos arrastando as minhas junto, a Asun colada em nós, olhava os esforços que a gente fazia, queria colaborar na tarefa e se apertava contra meu braço, sentia a dureza do mamilo pressionando minha pele, eu entre as duas tentava cruzar as pernas porque Meu pau descia pelo cano da cueca depois de escapar da boxer, tinha o coxão da Marta colado nele, roçando sem parar a cada movimento, as mãos se confundiam misturadas com as tetas quando soltou a fivela, a alça deslizou e eu me separei das duas mulheres, pela frente abracei o corpo da Asun pra fechar o zíper atrás, as tetas dela grudaram em mim, duras do jeito que estavam, a mãe dela se encostou nas costas dela procurando minhas mãos com os bicos, enquanto ela tirava o zíper das minhas mãos, eu fingia que tava difícil de abotoar a roupa da filha e apertava as tetas dela por baixo, levantando até os bicos duros aparecerem, aquele momento foi mais que excitante, a Asun colada em mim tinha o volume do meu pau entre as dobras da saia dela, eu sentia as coxas dela se juntando quentinhas, ela se apertava contra mim e eu achava que esse momento nunca devia acabar. Quando a mãe dela decidiu deixar a roupa abotoada, me disse… --- Vamos ver, Juan, como você ajusta. Pela frente fui subindo as alças, as tetas se juntavam se elevando fazendo um decote do mais excitante, eu enfiava a mão nas taças pegando a teta toda e puxando os bicos, eles tavam desesperados, brilhantes, com a auréola inchada. --- Tá convencido? Tudo se ajeita, olha. Peguei direto uma teta da mãe dela e pesei na mão, e a outra dela também, e comparei, não eram gêmeas mas eram lindas as duas, e elas entraram na brincadeira. A Asun com as bochechas vermelhas de vergonha, já não aguento mais a farsa, e pegando meu pau disse pra mãe… --- Olha, mãe, o Juan dá muito conselho, mas olha ele como tá, duro que nem um pau. --- Deixa eu ver? Tá duro mesmo?, parece que sim, vamos ver. As duas me deixaram cair no sofá, tive que soltar as duas tetas pra cair no assento, elas levantaram meus pés e tiraram meus sapatos, o cinto abriu e cada uma de um lado puxou minha calça e a cueca juntas, o pau pulou pra fora. teto, minhas mãos deslizaram por baixo da saia larga da Asun, entre as coxas dela subiram até onde a calcinha me impediu de continuar. A mãe dela soltou a saia justa que caiu no chão, uma calcinha pequena combinando com o sutiã que ela usava marcava o fim das coxas dela, sobre a buceta escurecia um tapete de pelos crespos, ela tirou tudo num movimento só. Ela se agachou sobre mim pra aproximar os peitos da minha boca, enquanto eu os apertava com meus lábios a filha dela soltava a saia e descia a calcinha branca pelas pernas, tinha uma virilha depilada que emoldurava os lábios carnudos da bucetinha jovem dela. Enquanto a mãe deixava eu lamber os peitos dela mudando do meu jeito, ela se colocou entre minhas pernas procurando meu pau que tava colado no umbigo, puxei ela pra perto da boca dela e com os lábios descobriu minha glande, foi enfiando até tocar na campainha, apertava contra o céu da boca evitando roçar nos dentes. Quando a saliva escorria pela redondeza dos peitos da Marta ela subiu no assento do sofá, colocou uma perna de cada lado e abrindo os lábios da buceta aproximou da minha boca, eu reclinado com uma mão acompanhava a cabeça da Asun nos movimentos dela descendo e com a outra enfiava dois dedos na buceta da Marta. --- Filha, que maravilha, que chupada de buceta ela tá me dando, como tá o pau dele? --- Mmm, muito gostoso mãe, quando quiser a gente troca, tô morrendo de vontade de ser comida também, faz tempo que ela não me come. --- Espera um pouco, vou gozar daqui a pouco, tô no limite, não deixa ele gozar. Minha língua percorria todas as dobras da buceta da Marta, ela ia se contorcendo buscando o máximo prazer, quando uma série de contrações percorreram as costas dela as mãos apertaram minha cabeça contra a buceta dela, quase não conseguia respirar quando os sucos dela chegavam na minha língua eu me engasgava mas continuei lambendo, o clitóris inchado enchia minha boca, no auge do orgasmo ela subiu uma perna no encosto do sofá, minha boca abrangia tudo. seus lábios, por baixo das pernas dela passei minhas mãos e apertei as nádegas contra mim, ela não podia fugir de mim enquanto se debatia com suas convulsões, seus gemidos se alternavam com seus suspiros. Asun continuava com meu pau na boca, dosava meu tesão, quando meu pau pulsava no céu da boca dela ela freava as carícias pra misturá-las com lambidas nas minhas bolas, olhava pra cima, a visão das coxas da mãe dela abertas e minha boca cobrindo os lábios dela do clitóris à buceta fazia ela chupar meu pau mais agitada. Marta se dobrou sobre si mesma quando o orgasmo diminuiu de intensidade, Asun se recostou no braço do sofá, eu me deitei e enfiando a cabeça entre as pernas encolhidas alcancei a boceta dela, a garota separou com os dedos os lábios deixando o clitóris à mostra, já inchado, me joguei sobre ele aspirei e ele se enfiou entre meus lábios, segurei com os dentes suavemente e minha língua foi descobrindo a pele que o escondia, sentia como ele tremia na ponta da minha língua, ela beliscava os peitos esticando os mamilos. Marta tinha pegado meu pau entre minhas pernas, com uma mão as bolas e a outra ia subindo e descendo ao longo do tronco, tava duro e as veias inchadas enchiam as mãos da mãe, ela se apoiou nas minhas costas, senti os peitos dela subindo do meu cu pelas minhas costas, ela sussurrou no meu ouvido… --- Juan, mete logo na minha filha, ela tá morrendo de vontade, eu espero. Concordei com a cabeça e beijando a barriga de Asun fui subindo pelo estômago dela até os peitos, tive que me demorar neles, os mamilos dela me esperavam impacientes, lambi até que aumentaram duas vezes de tamanho, quando minha boca chegou na dela Marta pegou meu pau e apontou pros lábios de Asun, ela abriu mais os joelhos e a mãe apontou a cabeça do pau na buceta dela, depois se apoiou no meu cu e se deixou cair me obrigando a enfiar tudo dentro de Asun, quando acariciou minhas bolas puxando elas me deu a entender que bombasse dentro da boceta da garota, eu fiz enquanto ela me acompanhava apertando as bolas suavemente. A abstinência que a Asun acumulava ficou evidente quando ela fechou as pernas em volta de mim, me abraçou e levantou a pélvis o máximo que pôde para chegar mais perto de mim. A mãe dela continuou empurrando minha bunda, me obrigando a continuar fodendo a filha, e não parou até a Asun estar ofegante, sem ar nos pulmões. Depois, ela se aproximou da filha e, vendo o suor escorrendo pelos peitos dela, beijou sua testa. Então, virou-se para mim e me beijou na boca. Me levantei, mal consegui descansar. No outro lado do sofá, a Marta me esperava de joelhos no assento, com a cabeça apoiada no braço, pernas abertas e se tocando no clitóris por baixo das pernas. Como um robô, me aproximei dela por trás. Quando peguei seus quadris, a mão da Asun passou por baixo das minhas pernas, segurou minha rola e a manteve na horizontal, direcionada para a buceta da mãe. Ela quase não precisou corrigir a trajetória; a cabeça deslizou pela buceta molhada até entrar no buraco molhado. Ela só disse… — Mmm, filha, quanto tempo sem ter uma rola dentro. — Agora você tem a melhor, mamãe. Aproveita. — Sim, filha, ela me preenche, é grossa e tá dura do jeito que eu gosto. Comecei a meter e tirar a rola, primeiro devagar, fui acelerando até quase tirar ela toda para enfiar fundo. A Marta estava me esperando quando eu ia em direção a ela; só se ouvia ela gemer, mas ela disse… — Continua, Juan, não para, mete até o fundo, vou gozar de novo. Atrás de mim, ouvi a Asun me incentivando no meu ouvido… — Juan, por favor, goza dentro da minha mãe, quero que ela sinta seu leite queimando dentro da buceta dela. Ela pegou minhas bolas e as segurou, acompanhando a rola até a Marta explodir num orgasmo violento que quase a fez cair. Ela se apoiou no assento com a cabeça encostada e a bunda pra cima. Me levantei e, de cócoras por cima, fui enfiando até uma corrente subir das minhas costas até as bolas. Elas pareciam estourar, e pela cabeça passou uma... série de jatos de porra que encheram a buceta da Marta, a filha dela ficou esperando entre minhas pernas até que eu saísse e um fio de gozo escorreu devagar da mãe dela. Sentei exausto mas satisfeito, o creme da Emi tinha funcionado de novo, na hora a mãe de um lado e a filha do outro grudaram em mim, apoiaram a cabeça no meu ombro, deixei minhas mãos nas coxas delas, elas apertaram minhas mãos com as delas e suspiraram satisfeitas. Já era tarde demais quando saí da casa da Marta, não me arrependi de não ter saído com a Asun depois do jantar, a noite tinha sido muito mais completa, tava feliz, eram duas mulheres gostosas pra caralho. Quando me deitei na cama fiquei um tempão acordado, tava contente com como a vida me tratava. Tava ansioso esperando o jantar que a Emi ia oferecer, ia ser inesquecível. Continua Agradeço pelos comentários
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