Comendo minha esposa

Somos um casal de 37 e 32 anos, já com 3 filhos. Minha esposa tem um corpo normal, pele branca e seios pequenos. Eu, por causa do meu trabalho, passo longos períodos fora de casa, então nos comunicamos muito pelo WhatsApp. Um tempo atrás, trocando mensagens, começamos a falar de sexo – uma coisa levou à outra e começamos a relembrar nossos ex-parceiros. Nunca imaginei que esse tipo de coisa me excitasse, e comecei a perguntar cada vez mais detalhes. Acho que ela também gostava da situação e de me excitar com isso. Sempre que nos conectávamos, eu pedia pra ela contar alguma aventura. Comecei a ver vídeos de casais em trios ou troca de casais. Certa vez, em casa, ela usou meu celular e percebeu os vídeos que eu tinha de maridos assistindo outros comendo suas esposas. Ela me disse naquela noite: "Se isso te excita?" Fiquei surpreso com a pergunta, deu uma vergonha no começo, e ela percebeu. Disse: "Vi esses vídeos que você tem e te digo uma coisa: também me excitou ver". Começamos assim a fantasiar, toda vez que transávamos, com outros caras e a ver filmes pornô. Isso não passava de fantasia, porque durante o dia o assunto não era tocado.

Uma manhã, minha esposa me contou que uma amiga do colégio, com quem não escondem nada uma da outra, tinha algo urgente pra contar. Não prestei atenção e segui com minhas coisas. Notei que ela ficava no telefone toda hora com a amiga. Naquela tarde, ela disse que sairia um pouco à noite, iria na casa da amiga. Chegou a noite e ela saiu. Voltou à meia-noite, eu estava vendo TV. Ela sentou do meu lado e disse: "Preciso te contar algo que aconteceu, não fica bravo". "Conta", eu disse, pensando que ela tinha batido o carro. "Fui na casa da Rut e nos encontramos num bar pra conversar. Rut me disse que conheceu um cara num site de encontros e queria conhecê-lo pessoalmente. Mas tinha medo que o marido descobrisse, então marcou de encontrar o cara lá. Eu disse pra ela: 'Você tá louca?' A Rut pediu pra eu ficar e, quando o cara chegasse, eu iria embora. Bom, ela... Falei que ia passar um tempo e chegou uma mensagem. O cara tava lá, chegou na nossa mesa, era um tipo bonito. Depois de um tempo, ele levantou da mesa e foi ao banheiro. A Rut me disse pra não ir ainda, que a gente fosse juntas, que ela diria ao cara que a gente tinha que ir. Depois de um tempo chegou o Pedro – era o nome dele – e ele veio com um amigo, o Rafael. Ele disse que encontrou o cara no banheiro, que ele tava sozinho, e nos perguntou se podia nos acompanhar. Sentou e começamos a conversar. O cara era muito simpático e respeitoso. Começamos a beber no local, botaram música e eles nos tiraram pra dançar. O cara se aproximou muito de mim e falava no meu ouvido, isso começou a me esquentar. Senti o volume dele na minha bunda e gostei. A Rut já do meu lado tava se beijando. Eu disse pra irmos ao banheiro, lá falei pra gente ir embora, que alguém podia nos ver.

Disse pra minha esposa: "É verdade o que você me conta?" Ela disse: "Sim, pensei que isso agradava aos dois. Não me diga que ficou bravo ou com ciúmes." Eu disse que não, mas pensei que era só uma fantasia, mas devo reconhecer o quanto estava me excitando o que ela contava. Ela me olhou e disse: "Bom, fiz isso porque pensei que você gostava. Então não conto mais." Subiu uma chama em mim, olhei pra ela e comecei a beijá-la. Ela me disse: "Calma, viu que você gosta? Te falei que isso aconteceria naturalmente, não precisava procurar. Cala a boca e escuta."

Bom, saímos do local e os caras disseram pra gente ir pra outro lugar. Fomos à praia pra continuar bebendo. Ficamos cerca de uma hora lá. A Rut desapareceu com o amigo dela. Eu fiquei lá com o Rafael. Ele se aproximou, me abraçou e eu só me deixei levar. Começou a me beijar, senti a língua dele brincando na minha boca. Ficamos nos beijando um tempo. A Rut nos chamou, então fomos pro carro. Sentamos atrás com a Rut e eles disseram pra irmos pra casa do Pedro, que morava sozinho. Chegamos numa cabana pequena, entramos e continuamos bebendo. "Vamos botar música", disse a Rut. "Não sejam sem graça, vamos dançar." E começamos a dançar. Começou a esquentar, então já estávamos todos de camiseta. Ele já me abraça pela cintura e começamos... de novo nos beijando, ele já estava tocando minha bunda e me abraçou por trás, senti o volume dele na minha bunda, eu movia meu booty para esquentá-lo mais, ele começou a beijar meu pescoço. Rut estava ao meu lado e, ao me ver, ficou mais ousada e pegou as mãos de Pedro e colocou nos seios dela. Peguei as mãos de Rafael e coloquei nos meus seios também, ele começou a apertá-los com força, isso me esquentou mil. Disse para nos sentarmos, começamos a nos beijar, ele já me tocava inteira, eu fazia o mesmo com ele, sentia o quão duro o pau dele estava, só me deixei levar. Ele começou a acariciar minha entreperna, eu abri as pernas, ele beijava meu pescoço, não sei se foram os drinks, mas fechei os olhos e imaginei todos os filmes pornô que assistimos, me imaginei que você estava lá me observando, como eles me tinham, e isso me esquentou total. Ele começou a colocar uma mão dentro da minha calça, começou a me acariciar por cima da calcinha, depois meteu os dedos e sentiu o quanto eu estava molhada, introduziu os dedos, me disse: "tá molhadinha". Eu tirei a blusa, ele começou a beijar meus seios, puxou meu sutiã e os chupava com luxúria, mordia meus mamilos. Abri meus olhos e Rut já não estava, eles foram para o quarto de Pedro. Eu me animei e tirei toda a roupa, depois despi o Rafa. Lá estávamos os dois em pé enquanto nos beijávamos, eu me ajoelhei e comecei a beijar seu pau duro, lambi seus testículos, suas pernas enquanto o olhava, ele passava o pau por todo o meu rosto, me dizia: "isso você gosta, né?", eu dizia: "sim, deixa eu chupar". Me levantei e fomos para o quarto, havia uma cama grande só, lá estava Rut chupando o pau de Pedro, ela estava de quatro. Rafael tocou a bunda dela, ele se sentou na beirada da cama e eu subi em cima dele, olhando para ele, senti como ele começou a enfiar o pau dentro de mim, me fazendo dele. Nos beijávamos como loucos, eu lambia o rosto todo dele, mordia seu pescoço, ele beijava meus seios, eu pedia para ele morder forte. Comecei a me mexer como uma louca enquanto observava Rut de quatro e como a penetravam, seus gemidos me excitavam. Me imaginava que você estava nos Você olhava. Depois me joguei na cama, coloquei minhas pernas nos ombros do Rafa e disse: "Me dá com força, quero sentir você". Ele começou a me penetrar como um animal, dava pra ver o corpo dele começando a suar. Ele disse que ia gozar, eu falei pra ele segurar, que ainda não tinha ficado de quatro. Na cama, com minhas mãos, abri minha bunda e disse: "Vem". Ele começou a chupar meu cu e minha buceta, metia a língua até o fundo. "Mete", eu disse, então ele começou a me penetrar. Sentia minha bunda fazendo barulho a cada metida, meus seios balançando com cada empurrão. Pedi pra ele me morder toda, ele mordeu minhas costas, apertou minha cintura com força. A Rut estava ao meu lado, na posição missionário, o Pedro lambendo os seios dela como um louco. "Você gosta de como eu te como?", o Rafa me perguntava. Eu respondia: "Sim, me dá com força, quero sentir você dentro. Goza dentro, me enche de porra". Foi aí que senti ele começar a me encher de porra quente por dentro. Ele se jogou em cima de mim, eu pedi pra ele não tirar enquanto beijava meu pescoço. Sentia o corpo dele molhado e a respiração. Eu também gozei. Olhei pro lado e a Rut ainda estava transando. Me levantei e fomos pra sala fumar um cigarro. Coloquei a camiseta dele, ele vestiu a cueca. Depois de um tempo, a Rut chegou com o Pedro. Ela se vestiu e disse pra gente ir embora. Chamamos um Uber que veio nos buscar. O Rafael pediu meu número de telefone, eu disse que foi só uma curtição. Ele me deu um beijo de despedida e fomos embora no carro com a Rut. Ficamos em silêncio.

Eu não conseguia acreditar no que ela estava me contando, mas tinha uma ereção que a qualquer momento ia explodir. Minha esposa percebeu e veio até mim, se arrastando, abaixou minhas calças e começou a chupar meu pau enquanto me olhava. Ela dizia: "Você gosta que deram pra sua mulher? Que a mandaram cheia de sêmen?" Eu não aguentei mais e enchi a boca dela com meu sêmen, dizendo: "Engole tudo, puta". Ela continuou chupando até que ficou mole. Disse que nunca mais faria aquilo, que foi só pra realizar minha fantasia. Desde aquele dia, nunca mais tocamos no assunto.

6 comentários - Comendo minha esposa

Hola amigo no seas cruel con Tigo mismo más programa un próximo encuentro ..antes que se valla sola...a ambos les gusta desen gusto!!
nikus5 -1
muy buenooo !!! la verdad me calento mucho !!!! hay que disfrutar!! ahora te toca a vos
flor de fiestera la sra. , ahora bien, quien te dijo que no lo sigue haciendo? jejej
c10z +1
Uffff. Hermosa fantasía de hace años. Hoy más me calienta ser corneador... Pero genial!!! Me puso la verga re dura el relato....
Ahora tenes q repetir pero con vos , amala , cogela , cuidala y compartila
caagon
Rico , asi de sorpresa te confrontan con una situacißon que no te imaginas. Sigue asi, senti una leve reacción en mi verga....