A sobrinha gostosa do meu amigo

Olá, amigos leitores, hoje venho com mais uma anedota das minhas aventuras. Eu trabalhava num hotel, meu trampo era limpar os quartos, pra isso tinha um jogo de chaves do hotel, era meu primeiro emprego na época, e não reclamava, até porque também fazia uns negócios com amigos pra ganhar uma grana extra (cobrava os quartos pra eles passarem a noite com as minas que pegavam). O filho da dona do hotel é meu amigo, na real conheço a família toda, nessa história vou falar de uma mulher em especial... a Majo.

Ela é a caçula de três irmãs, a Majo na época tinha acabado de fazer 18 anos, era bem magrinha, as pernas dela, também fininhas, mas os peitos e a bunda, mesmo já desenvolvidos pra idade dela e de acordo com o corpo, ela é uma gostosa, um rostinho bonito, moreninha, cabelo ondulado e uma voz doce que apaixona, era uma mina tímida, mas com todos os hormônios a ponto de explodir. A Majo e eu nos dávamos bem, ela me conta tudo que acontece com ela, namorados, pretendentes e tal, naquela época eu não via ela como nada além de uma amiga, e a sobrinha de um amigo, mas tudo mudou quando passou um ano. A Majo continuava com a figura magrinha, mas começou a ficar mais gostosa, e sabia usar bem os dotes dela. Tudo começou na festa do bairro, ela tava usando umas leggings pretas, com uma blusa preta, e umas botas, nossa, tava radiante, meu olhar não parava de focar naquela mulher, claro que tinha que disfarçar bem, embora fosse difícil porque as ereções constantes não me deixavam me concentrar em mais nada. — Vamos dar um passeio, vândalo? — Claro, Majo, deixa eu levar dinheiro pra ficar preparado. Levei o suficiente pra ir nas atrações mecânicas, foi tudo divertido, até que chegou o momento em que a Majo disse que queria falar comigo, que era algo sério. Eu, claro, resolvi acompanhar ela num passeio enquanto caminhávamos até o centro. — Me diz, vândalo... eu sou bonita? — Majo, isso é pergunta besta... claro que você é bonita. Linda, eu diria... mas por que você pergunta? — É que, bom, você sabe que eu tô com o Arturo, e ele é um cara legal, mas ultimamente ele tá insistindo numa coisa — Hummm, em quê, se é que se pode saber? Você sabe que pode confiar em mim — Ela parecia envergonhada, até ficou uns segundos em silêncio, me pegou pela mão e a gente continuou andando. Parece mentira, mas ela me levou até o hotel da família dela, entramos e fomos até onde tinha uns bancos, perto dos primeiros quartos. — A verdade é que ele quer que a gente transe, eu amo ele e tudo, mas... — Mas o quê, gata? — Aquela conversa já tava me deixando excitado e eu não consegui evitar uma ereção na hora. — Quero que seja especial, que ele faça de um jeito que eu nunca esqueça — Gata... você é virgem, né? — Sim... por isso tenho medo. Quero que seja com alguém que não fique se gabando de ter transado comigo, quero que seja íntimo — Não aguentei mais. Peguei suavemente na mão dela, depois no rosto dela e beijei ela com carinho. Ela respondeu do mesmo jeito, puta merda, foi incrível aquele momento, provando aqueles lábios. Continuei beijando ela, até que, intuitivamente, levei ela pra um dos quartos. Entramos, e continuei beijando ela, enquanto, sem falar nada, a gente começou a se despir. Era um sonho se tornando realidade. Eu seria o primeiro homem na vida dela, a primeira vez dela seria comigo. Primeiro tirei a blusa dela, depois o sutiã, apreciando aqueles peitos morenos. Aos poucos, fui descendo a calcinha dela junto com a roupa íntima, deixando ela nua. Me abaixei e dei um boquete nela, e ela começou a gemer. — Hummm, aaaah, continua, por favor, tô gostando — Eu continuei até achar que era a hora certa pra ela virar mulher. Eu também já tava nu, então subi beijando o corpo dela, tentando fazer aquele momento ser inesquecível pra nós dois. Já de frente um pro outro, fui introduzindo meu pau devagar. Vi a expressão de prazer puro no rosto dela, embora também mostrasse um pouco de dor. Claro que eu tentei causar o mínimo de dor possível pra que fosse mais prazer, até que eu quebrei aquele vigor dela. -haaaa, ai, dói, arde, sinto teu pau quente dentro de mim- -fica tranquila, amor, vamos fazer dessa noite prazerosa pra nós dois- -ela começou a se mexer de um jeito normal, sem pressa, aproveitando o corpo da Majo, dentro e fora dela, aos poucos ela foi se acostumando com o prazer, mexia os quadris, devagarzinho pra nós dois curtirmos, a gente ficou transando na posição papai-e-mamãe por um bom tempo, até que decidi colocar ela de quatro, sinceramente queria comer ela ali mesmo mas me segurei, então meti nessa posição com movimento suave e profundo, ela gemia, e gemia aproveitando o momento, depois carreguei ela nos meus ombros metendo assim (o peso dela é leve, então não foi difícil e o momento ficou ainda mais gostoso) Já quase gozando, botei ela no chão e expliquei como fazer um boquete no pau, claro que naquela época ela era inexperiente então, bem, ela errava no começo, mas foi aprendendo rápido naquela noite, até que eu gozei dentro da boca dela, ela queria cuspir, mas eu falei pra não fazer isso, que todo homem gosta de ver a mulher engolir a porra, ela engoliu. Depois a gente ficou deitado um tempinho, tomamos banho e levei ela pra casa, a partir daí, comia ela todo dia, sempre naquele hotel, no mesmo quarto, claro que aos poucos fui aumentando a velocidade das metidas, até consegui comer o cu dela, pra isso lutei muito, porque doía nela, mas aos poucos consegui enfiar meu pau no cu dela, foi só um ano que transei com ela, porque depois desse tempo eu tinha juntado com quem hoje é minha ex-mulher, disso sim, vai chegar a hora que eu contar a história com ela

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