Aventuras na Faculdade

Essa história foi modificada pra não violar as regras (protocolo) da comunidade do Poringa. Os personagens e lugares mencionados são fictícios, e todos os personagens são maiores de idade (+18), independentemente das descrições físicas. Essas descrições não correspondem à idade real deles, ou, se coincidirem, eles continuam sendo maiores de idade (+18). Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Bom, essa é uma pequena história da faculdade que rolou com uma mina conhecida por ser bem brincalhona com todo mundo da turma. Espero que meu relato tenha detalhe suficiente pra satisfazer vocês e que consigam imaginar tudo que eu vivi.


Tava no segundo semestre da faculdade de economia, pleno inverno, inclusive lembro da data, foi 25 de julho, uma quinta-feira, e não passava dos 7 graus. Eu era um cara de 19 anos, tava fazendo uma matéria que ocupava as 4 horas da manhã, uma bem chata que mandou a gente fazer um trabalho que ia levar o semestre inteiro. Era em grupos de 4 a 8 pessoas. Naquele dia, dois colegas faltaram e eu fiquei sozinho com a Anita. Ela era muito folgada e praticamente não participava das tarefas, só perdia tempo e atrapalhava, mas eu não reclamava — ou, se reclamava, era mentira — porque tava muito feliz de ter ela no meu grupo. Ela é uma gostosa, tinha 18 anos na época, quase 1,70m, corpo atlético porque fazia tecido e ginástica artística, cabelo castanho claro e curto na altura do pescoço, batendo nos ombros, e olhos cor de avelã. Os lábios dela são finos e rosados, sempre rachados pelo frio, e tem umas sardas pequenas que eu adorava. Ela era meio peituda, mas com o tamanho certo dos peitos pra te provocar quando fazia alongamento no ginásio da faculdade. Claro que tinha uma bunda fascinante, bem definida e atlética. A mina sabia que era uma modelinho e toda a roupa dela, não por acaso, era um número menor do que o necessário, o que fazia as camisas ou as calças jeans ficarem terrivelmente justas, ou aquelas leggings de várias cores que não deixavam nada pra imaginação — só de olhar já dava pra saber o que tinha por baixo.


Todo mundo tava afim dela, e ela sabia disso. Era conhecida como a putinha da sala porque nunca dizia não, ainda mais se a gente tava numa balada (meus colegas organizavam rolês e convidavam todo mundo, eu nunca perdia a chance de ficar pertinho dela). Ela já tinha beijado todo mundo (inclusive eu, quando a gente tava dançando um lento), e mais de um já tinha perdido a virgindade com ela, ou se não, já tinha aproveitado ela na cama ou em qualquer lugar que a excitava. Ela era uma gostosa e não ligava nem um pouco de mostrar o quanto era aberta pra provocação e tentação. Numa tarde que fiquei pra ir na academia da faculdade, fiquei fazendo exercícios de halteres atrás dela, e sem problema nenhum ela começou a se alongar na minha frente, exibindo a definição da bunda e a beleza das pernas. Quando terminou, e era óbvio que eu não conseguia parar de olhar, ela chegou perto de mim, brincou de bater palminha nos meus peitos e, antes de se virar, piscou o olho com um sorriso e passou a mão de baixo pra cima no meu volume. Aí foi embora usar outro aparelho (tive que ir pro banheiro porque tava excitado de tanto olhar ela se alongar, sentir a mão dela no meu pau me deixou duro que nem um touro, e só depois de gozar consegui sumir com aquela ereção). Mas voltando à aventura principal.


Por causa de um defeito elétrico, 8 salas ficaram sem luz nem calefação, então juntaram 8 turmas diferentes na biblioteca e no refeitório. A gente ficou sem espaço e nos levaram pra uma oficina de carpintaria que tinha uma salinha usada pra passar slides. A professora ajudou a gente a descer nossas coisas e, depois de arrumar duas mesas, foi embora e falou que se tivéssemos alguma dúvida, era só subir pra perguntar o que precisasse, mas que de qualquer forma ela ia descer daqui meia hora pra ver como a gente tava (a faculdade tinha várias áreas preparadas pra oficinas noturnas diferentes, tipo carpintaria, alvenaria, mosaico, etc... mas isso não importa). Sem mais, a gente sentou. Ela me disse que aquele trabalho era uma merda, que não queria perder tempo porque ia se dedicar à ginástica ou ao tecido, que tinha que fazer esse curso idiota porque o pai obrigava, já que queria que ela tivesse um diploma universitário... Ela sentou de novo, colocou os fones de ouvido e começou a desenhar. Eu comecei a fazer as coisas do trabalho. A gente tava os dois agasalhados com jaquetas enormes por causa do frio, já que naquela oficina não tinha ar-condicionado nem aquecedor elétrico, o que me frustrava porque queria ver ela. Como prometeu, a professora desceu meia hora depois e viu como a gente tava progredindo. Ela, muito esperta, passou despercebida que não tava fazendo nada (pra entrar na oficina de carpintaria, tinha que abrir um portão de ferro verde com rodinhas, que rangia horrível, e a gente ficava a uns metros de distância do portão até a salinha. Eu também tocava no braço dela pra avisar que alguém tava chegando. Outro detalhe que fez dessa história uma das minhas lembranças mais incríveis é que a sala, por ser usada como cineminha, não tinha janelas). A professora disse que depois do intervalo não ia mais poder descer porque lá em cima muitos grupos precisavam de ajuda e a gente não, então qualquer dúvida que tivéssemos, era pra subir. uma vantagem que a professora era muito gorda também, dá pra ver que na real ela ia dar uma aliviada descendo, passado o recreio ela tira o celular dela porque já não tinha bateria, me pediu o meu mas eu menti, falei que tava descarregado também, então ela ficou falando comigo sobre uma novela besta que passava na Globo, depois me perguntou se eu ia na festa que ia rolar daqui 3 semanas, aí me convida pra prévia que ia ser na casa de uma mina chamada Sabrina, falei que claro que sim, que se ela fosse eu não ia faltar, ela caiu na risada e falou "cê gosta tanto de mim assim?" e eu respondi "tô afim de você desde que te beijei no baile... lá em abril" (era tão cagão que minhas mãos tremiam e a voz quando falei isso) e tô com vontade de você desde que você me acariciou mês passado, ela riu ainda mais, pensei que tava fazendo merda e ela me olha pra falar "cê gostou mesmo que a gente ficasse sozinho, né?" eu ri nervoso e não falei nada, não conseguia parar de tremer que nem um idiota, ela falou "fica tranquilo" respondi "não tô nervoso, tô com frio", ela riu mais um pouco e sentou bem colada em mim, pra falar:


Anita: Sabe que não tenho namorado, não curto ter namorado, mas adoro os caras.


Eu: também não tenho namorada, mas tu é gostosa e pode me pegar. - olha pras minhas mãos -
Ana: não trema mais, calma, você é bonito e eu gosto de você também. Se diverte, não se assuste.
Eu: é a primeira vez que falo assim com uma mina, tão na lata, e ainda mais com alguém como você, você é muito gostosa, isso me deixa ansioso, mas não tô sofrendo não.


Anita: cê é muito fofo, podemos ser amigos, mas amigos com benefícios, a única coisa é que você tem que ficar quieto e não sair contando por aí, e se me ver falando com outra pessoa, não enche o saco, e eu também não vou me meter com quem você gostar.


Logo depois disso, sinto a mão dela no meu coxa, na minha perna direita. Eu, apesar do nervosismo e do frio, tava com uma ereção fudida praticamente desde que a gente tava conversando. Ela chegou bem devagarinho e me deu um beijo super suave e meigo. Eu tentei enfiar a língua, mas ela se afastou pra me dizer:


Anita: não podemos fazer muita coisa se nos virem, a gente é expulsa...
Eu: ah, já sei, mas mesmo assim eles têm que abrir aquela porta, a gente vai ouvir eles, é só uns beijos, né? (eu, bem inocente)


Anita: - dá uma risadinha safada- é virgem, né? ainda não comeu ninguém?


Quando ela sobe a mão, que estava sempre acariciando minha coxa, e toca minhas bolas procurando meu pau, encontra ele duro virado pra esquerda, e eu concordei sem dizer nada.


Anita: ah, então tá, se faz de sonsão (e ri ainda mais enquanto aperta)


Eu: desculpa, não consigo evitar, tô com tesão, já te falei que você me deixa doido.


Anita: vê que você é gostoso, Martin, vem aqui deixa eu te tocar, quero ver como você faz contas quando eu te toco.


Eu ri, e senti a mão dela, que tava gelada, entrando na minha calça jogging preta. Sentir a mão fria dela no meu pau inteiro foi uma sensação que mal consigo descrever, era excitante e relaxante ao mesmo tempo, além de que tava pulsando pra caralho por sentir pela primeira vez a mão de uma mina no meu membro. Ela puxou pra fora e começou a me masturbar devagarzinho. Eu olhava pras folhas com os balanços, tentando somar e escrevia o que parecia ser a soma certa, não conseguia evitar soltar um gemido ou morder os lábios. Ela ria, e quando me via apertar os lábios com os dentes, me masturbava com mais força. "Você tem ele grande e bem duro" (sinceramente, me senti um puta ator pornô kkkk na real não tenho ele grande como ela dizia, ele tem 14,6 cm de comprimento e 5 cm de grossura, parece que entre meus colegas não tinha nenhum famoso ator pornô careca por sorte, ou ela só tava me fazendo sentir bem). Olhei pra ela e falei: "Valeu, você é a primeira que diz isso." Ela solta e cai na risada, me olha de novo: "Já sei, com certeza sou a primeira em tudo. Continua fazendo o balanço que senão a Celeste (a professora) vai encher o saco da gente." Sorri e volta a me bater uma. Eu sentia que ia gozar a qualquer momento, não acreditava que nem tinham passado 5 minutos, então ela fala perto do meu ouvido:


Anita: você bate punheta pra mim, né? na sua casa? no seu quarto? o que você imagina?


Eu: Nossa, que filha da puta, você vai me fazer gozar.


Anita: kkkkk, fala sério, me diz que você me dedica muita porra, né? cê gosta de imaginar que tá me comendo? ou é inocente e me via como sua namorada?
Eu: no começo, imaginava que era seu namorado, mas você é muito piranha, Ana. Eu bato uma pra você quando tomo banho, e às vezes antes de vir pra cá, sempre imagino que encho sua bunda de porra.


Anita: eu? sou puta? sou puta? quão puta? desse jeito puta?


Para de me punhetar e passa a língua na mão dela, depois cospe pra voltar pro meu pau e lubrificar ele todo, enquanto pega com suavidade pra me masturbar rapidão. Eu já sentia meu orgasmo chegando.


Anita: vai Martin, solta essa porra, porra morna, acha que tá enchendo minha bunda, vai, me dá, quero ver como tu jorra tudo.
Segurei o pulso dela e me afastei com a cadeira pra trás, aí deslizei mais pra frente nela, deixando bem à mostra minha pica.


Eu: Fala sério, já não aguento mais, quero gozar, cê quer ver?


Anita: se eu quiser, vai, me dá, solta ela.


Então ela aproxima a boca pra cuspir na minha pica, me agarra bem forte com a mesma mão que era a esquerda e só aí percebi que ela tava se tocando com a mão direita o tempo todo. Não aguentei mais e falei "vai sair", então Ana parou e saiu voando um jorro longo e bem branco de porra do meu pau, ela tinha apontado pra cima mas saiu com muita força (juro), caiu em cima da mesa na folha que ela tava trabalhando, e depois saiu outro jorro que sujou a mão dela toda e parte do braço, um terceiro jorro menor que sujou minha roupa na altura das coxas na calça, e depois uns jorrinhos pequenos que sujaram os dedos dela e escorriam deixando tudo bem grudento. Ela deu um gritinho no primeiro jorro e depois ria de um jeito safado enquanto eu continuava gozando, eu tava quase encostando as costas na cadeira, de tão forte e gostosa que foi a sensação daquele orgasmo, meus olhos fechavam mas eu fazia força pra manter abertos, queria ver ela, ver como ela ficava, me sentia satisfeito e sujo, feliz, e todo excitado. Ela fica muda por um segundo e tenta acariciar minha cabeça do pau, aí uma sensação aguda por causa do orgasmo recente me faz dizer
Eu: Não não, para para que não aguento mais, é muito sensível


Anita: Meu Deus, saiu uma porrada, você não me disse que tinha batido uma hoje de manhã?


Eu: Não, não, te falei que às vezes bato uma de manhã, ou no banho, mas faz uns 4 dias que não faço nada porque tô ocupado e cansado.


Anita: tinha me falado que a gente colocava o latão de lixo pra você gozar lá dentro


Eu: desculpa, não pensei, me deixei levar, me perdoa, você não gostou de mim?


Anita: tá me zoando?, gostei sim, tô surpresa, é muita porra, não sabia que podia sair tanta.


Eu: kkkk, vamo limpar ela, tenho lenço na mochila


Quando vou fazer menção de pegar a mochila, vejo ela soltar meu pau com a mão toda melada de porra, e começa a lamber. Eu não sabia o que dizer, só tinha visto mulher engolir porra em vídeo pornô, tava perplexo. Ela me diz:


Anita: limpa a calça que isso eu chupo, tá boa, tá quentinha, e tem um gosto bom, às vezes é amarga.
Não falei nada, tava felizão. A gostosa com quem eu tinha fantasias tava dizendo que meu leite era gostoso, tava feliz pra caralho. Aí percebi o que ela disse: "às vezes é amargo". Não consegui evitar falar igual um otário:


Eu: Quantas vezes você experimentou? Foi com muitos?


Anita ficou me encarando, mas não parou de lamber a mão, o olhar dela mudou e ficou mais sério, meio furioso. Eu engoli seco e senti perfeitamente que tinha cagado tudo.


Eu: desculpa, não tive. - não tá bom.


Anita: sei das coisas que falam de mim, mas não comi geral da faculdade como dizem, beijei muitos mas só fiquei assim com poucos, não sou virgem nem muito menos uma santa, gosto de sexo e quero me sentir livre pra ficar com o cara que eu quiser, não tenho que me sentir reprimida, fuck you nojo?


Eu: NÃO, nada a ver, me desculpa pelas perguntas, é a primeira vez que isso acontece comigo e eu gosto de você, é por isso. Sou meio machista por causa do meu pai, desculpa…
Ela riu: "não seja otário, o que seu pai tem a ver com isso?" Eu ri também e continuei limpando minha calça com os lenços umedecidos, aí quis secar a pica que já estava murcha e toda viscosa.


Anita: não para, isso não..


Anita chegou mais perto com a cadeira dela e se inclinou, então senti pela primeira vez como os lábios de uma mulher engolem a cabeça da minha pica, me deixou louco, num nível absurdo, era puro prazer, acompanhado das melhores cócegas que já senti na vida, a maciez de uma língua e a sensação estranha dela se mexendo pra todo lado, não consegui evitar me inclinar pra frente e apoiar o peito na nuca dela, ela colocou as mãos nos meus ombros e me empurrou pra trás, nunca levantou a cabeça, mas levantou um dedo, sinal pra eu aguentar, foi na hora, eu já tava começando a ter uma nova ereção, enquanto meu pau inchava na boca dela ela subia e descia mais, fazendo uns barulhos que me pareciam super excitantes, aí ela tirou da boca e lambeu meu pelo pubiano e as bordas da minha calça que ainda estavam manchadas, não durou nem 5 minutos mas foi inesquecível, ela se levantou de novo e me perguntou “você gostou?”


Eu: caralho, adoro, é minha pr... – JÁ SEI kkkkkkk fico feliz que você gostou
Eu: achei que você tinha ficado puta.


aNITA: sim, mas eu gosto de você, e entendo que você é um baita idiota por ser inocente, além disso, tô falando sério, seu leite é uma delícia, quer provar?


Fico meio atônito olhando pra ela... “como assim?” falo, e então ela se aproxima pra me dar um beijo de boca bem aberta, enfiando a língua pra dentro, mexendo pra todo lado. Eu abro os olhos e sinto um pouco de nojinho, não tava preparado pra isso. Empurro ela, e ela ri como se estivesse fazendo cócegas nela. “Aguenta aí”, ela disse, “é assim que eu te pago”. Aí percebi que o gosto não importava, não era tão ruim assim. Na hora, isso me fez duvidar se eu gostava de porra e podia ser bi, mas na real é que, se é minha, não me dá nojo. Mas voltando ao assunto, olhei pra ela e falei “então não para”. Ela se surpreendeu, se aproximou e continuou me beijando, mas dessa vez eu também mexia a língua e curtia aqueles beijos, engolindo saliva e trocando os fluidos. Senti a mão dela de volta no meu pau, me masturbando de novo. Aí me veio um estalo, afastei ela e falei:


Eu: para... Anita, vamos parar, a gente tá se ferrando, se a Celeste entrar, a gente tá na merda.


Anita: é, de qualquer forma a gente não ia conseguir continuar por muito mais tempo, já sei, além disso você tem que fazer uma folha nova.


Eu: por quê?


Olhei pra mesa e percebi que a folha impressa tava com uma linha já encharcada do meu gozo, também tinha estragado mais duas folhas embaixo. Ela me olhou e falou.


Anita: te falei que saiu pra caralho e voou...


Eu: aaff tô com sono


Ana: e se eu quase arranco sua alma...


A gente começou a se cagar de rir como se tivessem fazendo cócegas na gente, separei aquelas folhas e peguei novas pra fazer tudo na mão, não ia reclamar, já tinha guardado meu amiguinho e limpado um pouco as manchas do moletom com água de uma garrafa e guardanapo, o que não adiantou nada porque deixou uma pelusinha branca grudada que era meio evidente, ela me olhava e falava:


Anita: entrega assim, seca e a gorda nem vai perceber.


Eu: não sou filho da puta pra fazer isso, mas ia ser bom zoar ele.


Depois que terminei de arrumar tudo, olho pra ela e percebo que tem uma gotinha branca num tufo de cabelo do lado do rosto dela. Aponto pra ela:
Eu: nossa, sujei um pouco teu cabelo, foi mal.


Anita: não tem problema, é só uma gotinha, deve ser de quando chupei você e ficou meio melado, já aconteceu comigo...


No final desse comentário, ela colocou a ponta da mecha na boca e chupou também, me olhou e percebeu que eu estava intrigado de novo. Eu fiquei calado, mas olhando pra ela, aí ela falou:


Anita: não se assusta, Martin... aaafff são 3 no total, fodeu com 3 caras, mas não foi só uma vez, foram várias, por isso sei tanto.


Eu: aah olha, desculpa, sei que não é da minha conta, mas a curiosidade tava me matando.


Anita: kkkkk são tudo uns babacas do mesmo jeito, os outros também queriam saber...
Eu: e você contou pra elas?


Anita: só pra você mesmo, você é o mais educado, os outros são chatos e babacas, mas eu gosto fisicamente deles.


Eu: kkkk vou supor que é verdade que sou o único que sabe, você me quer de outro jeito?


Ana: não seja otário, é verdade, você é bonito de rosto e alto, mas podia melhorar o corpo, mas do jeito que tá não me incomoda. (Sempre fui frango, nunca atlético)


Senti meu rosto esquentar, imaginei que tava corando ainda mais; um monte de coisa tinha rolado em bem pouco tempo e tudo era novo, tantas sensações, tantos prazeres, ela olhou pra mim e disse:


Anita: então também não provou uma buceta?


Eu: kkkk mó melada do nada.


Anita: kkkkk e então, é sério, tô perguntando de verdade.


Eu: não Anita, nunca experimentei, essa é minha primeira vez em tudo que a gente fez, menos o beijo.


Anita: kkkk que adorável, quer saber?
Eu: que porra é essa?


Anita: vai lá, boludo, se quer saber como os aviões voam!!, usei a palavra: buceta, usei a palavra: buceta, se quer saber como é o gosto!!


Foi impossível não segurar o riso de tão idiota que fui depois de rir e ver que ela esperava uma resposta. Aí falei:


Eu: para, aqui? agora tu quer que eu chupe tua buceta? mas tu tem que tirar as meias longas e abrir bem as pernas.


Anita: não, bobinho, é mais fácil, você não vai chupar minha buceta agora...


Eu: agora não? depois sim?


Anita: kkkkk cê é esperto, né? óbvio, depois te arrebento toda por bobão


Eu: ah, beleza kkkkkk quando você quiser... então, como é que faz?


Anita: assim...


Anita enfiou a mão direita de novo por baixo da saia de couro cinza e das meias longas. Fiquei fascinado vendo como, por baixo das meias quase transparentes, a calcinha azul com uma borda de renda celeste deixava ver o relevo dos dedos entrando e saindo. Ela mordeu o lábio por um segundo e fechou os olhos. Eu sentia que ia ficar duro de novo ouvindo o som da punhetinha dela. Aí ela parou, devagar, esticou o elástico com a mão esquerda, tirou a mão e me mostrou os dedos todos molhados. Ela aproximou a mão do meu rosto.
Anita: viu? tô toda molhada, quer saber como é?
Olhei pra ela sem dizer nada, olhei pros dedos dela vendo que o fluxo da buceta dela era transparente e bem pegajoso.


Eu: posso? cheirar?
Anita: sim, óbvio, isso me deixa mais excitada kkkkk porque é raro kkkkk


Então segurando a mão dela pelo pulso, cheirei... não desgostei do cheiro, mas era forte, então passei a ponta da língua, o gosto era amargo, um amargo que nunca tinha provado, e ela ria e dizia "dá pra ver que é a primeira vez", eu também ri e respondi "sim, mas quero mais", então chupei os dedos dela um por um, e ela não se incomodou muito, só sentiu cócegas. Depois da sensação amarga, veio um gosto gostoso, encorpado, forte. Quando terminei de chupar, ela foi ao banheiro lavar as mãos, e eu esperei. Depois fui eu. Quando voltei, ela disse:


Anita: como você tá? como foi?
Eu: muito bom, gostei do sabor, gostei de tudo, Ani, e você?


Anita: tá bem, ainda tô excitada.


Eu: eu também.
A gente trocou um beijo simples e sem frescura, ela me disse "você é um abusado, Martin" e eu respondi "por quê?" a gente riu e eu terminei de passar pra uma planilha feita à mão todo o balanço... que no final tive que refazer porque estava tudo errado kkkk, mas isso já não importa mais.
Na saída da faculdade, fomos dar um rolê numa praça e tomar umas, aí percebemos a sorte que tivemos, não só porque a Celeste (a professora) nunca mais desceu, mas também porque ninguém foi pra oficina de carpintaria, nenhum outro aluno, e tivemos uma horinha de experiências novas (bom, tudo era novo pra mim). Um plus: a Anita passou o resto do dia na faculdade e depois na praça também, chupando aquele mechão de cabelo que tinha se molhado, kkkk.


Bom, espero que vocês tenham gostado dessa história, dessa anedota pessoal, minha primeira aventura sexual de verdade na faculdade (e na minha vida). Eu amo escrever e ler, por isso me dei ao trabalho de usar tantos detalhes. Tenho uma memória excelente. Podem duvidar se isso é falso ou real, mas garanto que não estou tão à toa a ponto de inventar algo assim. Anita foi uma garota incrível na minha vida, que me ajudou muito a crescer como homem, assim como eu a ajudei a crescer como mulher. Claro, foi pra ela que entreguei minha virgindade depois, na casa dela, mas isso é um relato que farei mais pra frente. Espero ter conseguido prender o interesse de vocês com esse texto e que meu nível de escrita esteja à altura das expectativas. Afinal, sou um amador nesse mundo do erotismo e da pornografia. Sem mais o que acrescentar, obrigado por terem passado e lido até aqui.

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