Se vai contar, conta direito" — minha esposa me disse ontem, depois de eu ter mostrado o que publiquei. E como "nobreza obriga" (leia-se: esposa manda), eu obedeço...
Como contei no post anterior, algumas coisas e detalhes dessa aventura foram modificados (talvez mais pra preservar a privacidade do meu amigo do que a nossa — a minha e da minha parceira). O fato é que narrei o ocorrido na voz do meu amigo (nosso convidado); o resto aconteceu mais ou menos da mesma forma. Aqui preciso confessar que sim, já tínhamos planejado, porque sabíamos que meus sogros voltavam um dia antes e, por conversas anteriores e porque conheço a ficha do cara, meu amigo entraria como um cavalo. E foi assim... A ideia, claro, foi dela. Fazia um bom tempo que ela estava curiosa (leia-se: com tesão) pelo meu amigo, e vimos nessa viagem a oportunidade perfeita pra concretizar. Como vocês viram, não foi muito difícil. Dessa vez...
Minha parceira (31 anos, alta, ruiva, muito gostosa, com mais peito do que quadril e uma bundinha pequena mas linda — às vezes me impressiona o que ela consegue fazer com ela) e eu (45, baixinho, leve e com um pau que não assustaria ninguém, mas que tá sempre pronto) estamos juntos há 15 anos e, ao longo desse tempo, buscamos experimentar várias coisas juntos, incluindo vários menages; a grande maioria com homens e, bem menos, com mulheres. Ainda não realizamos a fantasia de ficar com outro casal; simplesmente porque não rolou.
As primeiras experiências (isso já faz mais de 7 anos) foram com amigos, porque nunca gostamos da ideia de ir a uma casa de swing e as tentativas de encontrar alguém pela internet foram mais fracassadas que outra coisa. A verdade é que somos meio medrosos e é difícil evitar certa exposição.
O primeiro menage com um amigo (um cara tranquilo, de cabeça aberta e sem preconceitos) confesso que foi um fracasso. Apesar de já termos conversado muito com ele, não sei bem o que aconteceu; talvez tivéssemos bebido demais, talvez ele tenha se assustado, sei lá. Mas depois de termos ido pra cama e ter começado o jogo (porque sempre levamos assim, como um jogo pra onde a gente convida alguém), depois de ter apalpado ela, deixado ela semi-nua e beijado os dois mamilos, quando ele se levantou pra tirar a cueca, se virou e saiu do quarto. A real é que foi bem frustrante, principalmente pra ela, que custou pra criar coragem.
A gente tentou de novo vários meses depois, por mais que pareça incrível, com o mesmo amigo. Dessa vez deu certo, se é que essa palavra cabe. Foi muito rápido, ou pelo menos me pareceu, mais curto do que eu esperava, mas bem intenso. Fomos no apartamento dele, bebemos menos, relaxamos um pouco mais e, depois de ficar enrolando que nem adolescente vendo TV na cama, tomei a iniciativa e, sem mais, comecei a beijar a ruiva. Ela respondeu e, com as pernas, começou a buscar contato com as do meu amigo. Em pouco tempo ele já tava tirando a calcinha dela e metendo a mão onde dava. Não fizemos muita coisa. A gente comeu ela uma vez cada um enquanto chupava o pau do outro, e depois mais uma chupada forte no meu amigo enquanto eu masturbava ela. Foi só isso.
Mais tarde, bem depois; mais de um ano, acho, a gente incluiu outro amigo no nosso jogo. Dessa vez a gente errou feio. Digamos que nosso amigo não entendeu bem a proposta e se descontrolou um pouco. Nada grave, mas o suficiente pra ela não se sentir tão bem. Não vale a pena entrar em muitos detalhes, mas acho que foi meio chato, principalmente pra ela. Então, na nossa busca por continuar experimentando, tentamos outros jeitos de chamar alguém que, como eu falei, não nos convenceram. Aí, o que a gente fez? Chamamos nosso primeiro amigo de novo… e o que aconteceu? Ele se retirou de novo no meio da batalha. Não sei o que deu nele, a real é que não entendo. A gente tinha começado a noite com um jogo de cartas, de tirar a roupa, claro, e depois de ficar os três só de cueca e calcinha, vinham as prendas. As prendas tinham que ser cumpridas na cama. Na segunda prenda pra cumprir, ele já Tinha ordem. Já estávamos nós três pelados, já tinha passado uma boa parte de carícias e apalpadelas, ela estava molhadíssima, nós dois de pau duro. Ele chupa a buceta dela enquanto eu beijo e acaricio os peitos dela. Ele enfia a pica na boca dela e pede pra ela chupar os ovos dele enquanto ela se masturba. Eu volto a tocar nela e sentir toda a umidade e o calor da buceta dela. Ele se afasta um metro e coloca a camisinha (devo confessar que meu amigo leggins uma coisa bem importante). Ela se deita sobre meu peito com as pernas abertas enquanto eu pego os dois peitos dela por trás. Ele ameaça comer ela, diz "Não consigo", vira as costas e vai pra cozinha. Fim da noite.
Essa foi a última vez que tentamos algo com um amigo até essa última na casa da praia.
O que começamos a praticar, descartadas já todas as outras opções, pra poder continuar realizando nossas fantasias é conhecer gente em viagens. Viagens curtas, nada de Cancún, nem Cuba, nem Camboja. A praia, Entre Rios, Córdoba… sempre de carro. Descobrimos que viajar te dá uma grande dose de anonimato, que você tá sempre de passagem, que pode até brincar de ser outras pessoas (na verdade é o que mais fazemos, haha) e não afeta psicologicamente ninguém. Já tivemos várias experiências, caroneiros, recepcionistas, garçons, acampantes solitários e algumas pessoas mais que vou contar depois. O que mais frequentamos são os viajantes, na estrada, em algum hostel ou camping, tudo depende. Às vezes não rola nada e só serve pra nos excitar mais e fantasiar. Às vezes levamos as coisas ao limite (um limite tolerável) e se vemos que por "algo" não dá, paramos por ali. Alguma ou outra experiência não foi das melhores, mas nunca passamos mal; se vemos que algo não fecha, deixamos pra lá. A primeira vez foi quase, quase de casualidade e depois não conseguimos parar. A próxima eu conto!
Como contei no post anterior, algumas coisas e detalhes dessa aventura foram modificados (talvez mais pra preservar a privacidade do meu amigo do que a nossa — a minha e da minha parceira). O fato é que narrei o ocorrido na voz do meu amigo (nosso convidado); o resto aconteceu mais ou menos da mesma forma. Aqui preciso confessar que sim, já tínhamos planejado, porque sabíamos que meus sogros voltavam um dia antes e, por conversas anteriores e porque conheço a ficha do cara, meu amigo entraria como um cavalo. E foi assim... A ideia, claro, foi dela. Fazia um bom tempo que ela estava curiosa (leia-se: com tesão) pelo meu amigo, e vimos nessa viagem a oportunidade perfeita pra concretizar. Como vocês viram, não foi muito difícil. Dessa vez...
Minha parceira (31 anos, alta, ruiva, muito gostosa, com mais peito do que quadril e uma bundinha pequena mas linda — às vezes me impressiona o que ela consegue fazer com ela) e eu (45, baixinho, leve e com um pau que não assustaria ninguém, mas que tá sempre pronto) estamos juntos há 15 anos e, ao longo desse tempo, buscamos experimentar várias coisas juntos, incluindo vários menages; a grande maioria com homens e, bem menos, com mulheres. Ainda não realizamos a fantasia de ficar com outro casal; simplesmente porque não rolou.
As primeiras experiências (isso já faz mais de 7 anos) foram com amigos, porque nunca gostamos da ideia de ir a uma casa de swing e as tentativas de encontrar alguém pela internet foram mais fracassadas que outra coisa. A verdade é que somos meio medrosos e é difícil evitar certa exposição.
O primeiro menage com um amigo (um cara tranquilo, de cabeça aberta e sem preconceitos) confesso que foi um fracasso. Apesar de já termos conversado muito com ele, não sei bem o que aconteceu; talvez tivéssemos bebido demais, talvez ele tenha se assustado, sei lá. Mas depois de termos ido pra cama e ter começado o jogo (porque sempre levamos assim, como um jogo pra onde a gente convida alguém), depois de ter apalpado ela, deixado ela semi-nua e beijado os dois mamilos, quando ele se levantou pra tirar a cueca, se virou e saiu do quarto. A real é que foi bem frustrante, principalmente pra ela, que custou pra criar coragem.
A gente tentou de novo vários meses depois, por mais que pareça incrível, com o mesmo amigo. Dessa vez deu certo, se é que essa palavra cabe. Foi muito rápido, ou pelo menos me pareceu, mais curto do que eu esperava, mas bem intenso. Fomos no apartamento dele, bebemos menos, relaxamos um pouco mais e, depois de ficar enrolando que nem adolescente vendo TV na cama, tomei a iniciativa e, sem mais, comecei a beijar a ruiva. Ela respondeu e, com as pernas, começou a buscar contato com as do meu amigo. Em pouco tempo ele já tava tirando a calcinha dela e metendo a mão onde dava. Não fizemos muita coisa. A gente comeu ela uma vez cada um enquanto chupava o pau do outro, e depois mais uma chupada forte no meu amigo enquanto eu masturbava ela. Foi só isso.
Mais tarde, bem depois; mais de um ano, acho, a gente incluiu outro amigo no nosso jogo. Dessa vez a gente errou feio. Digamos que nosso amigo não entendeu bem a proposta e se descontrolou um pouco. Nada grave, mas o suficiente pra ela não se sentir tão bem. Não vale a pena entrar em muitos detalhes, mas acho que foi meio chato, principalmente pra ela. Então, na nossa busca por continuar experimentando, tentamos outros jeitos de chamar alguém que, como eu falei, não nos convenceram. Aí, o que a gente fez? Chamamos nosso primeiro amigo de novo… e o que aconteceu? Ele se retirou de novo no meio da batalha. Não sei o que deu nele, a real é que não entendo. A gente tinha começado a noite com um jogo de cartas, de tirar a roupa, claro, e depois de ficar os três só de cueca e calcinha, vinham as prendas. As prendas tinham que ser cumpridas na cama. Na segunda prenda pra cumprir, ele já Tinha ordem. Já estávamos nós três pelados, já tinha passado uma boa parte de carícias e apalpadelas, ela estava molhadíssima, nós dois de pau duro. Ele chupa a buceta dela enquanto eu beijo e acaricio os peitos dela. Ele enfia a pica na boca dela e pede pra ela chupar os ovos dele enquanto ela se masturba. Eu volto a tocar nela e sentir toda a umidade e o calor da buceta dela. Ele se afasta um metro e coloca a camisinha (devo confessar que meu amigo leggins uma coisa bem importante). Ela se deita sobre meu peito com as pernas abertas enquanto eu pego os dois peitos dela por trás. Ele ameaça comer ela, diz "Não consigo", vira as costas e vai pra cozinha. Fim da noite.
Essa foi a última vez que tentamos algo com um amigo até essa última na casa da praia.
O que começamos a praticar, descartadas já todas as outras opções, pra poder continuar realizando nossas fantasias é conhecer gente em viagens. Viagens curtas, nada de Cancún, nem Cuba, nem Camboja. A praia, Entre Rios, Córdoba… sempre de carro. Descobrimos que viajar te dá uma grande dose de anonimato, que você tá sempre de passagem, que pode até brincar de ser outras pessoas (na verdade é o que mais fazemos, haha) e não afeta psicologicamente ninguém. Já tivemos várias experiências, caroneiros, recepcionistas, garçons, acampantes solitários e algumas pessoas mais que vou contar depois. O que mais frequentamos são os viajantes, na estrada, em algum hostel ou camping, tudo depende. Às vezes não rola nada e só serve pra nos excitar mais e fantasiar. Às vezes levamos as coisas ao limite (um limite tolerável) e se vemos que por "algo" não dá, paramos por ali. Alguma ou outra experiência não foi das melhores, mas nunca passamos mal; se vemos que algo não fecha, deixamos pra lá. A primeira vez foi quase, quase de casualidade e depois não conseguimos parar. A próxima eu conto!
5 comentários - Se for contar, conta direito!
Espero vengan otros más 😉
Si andan por Córdoba Capital.... escriban chicos 😉 Van +10