Uma história real que espero que nunca acabe. Essa é minha primeira interação, tô há anos nessa comunidade e já era hora de compartilhar algo. É uma história, minha história, tentei resumir e contar da melhor forma possível. Espero que gostem e deem os pontos que ela merece. Tudo começou há quatro anos. Meu irmão mais novo começou a se envolver com uma garota mais nova que ele. Essa garota era bem putinha, coisa da juventude dela. O problema é que eles nunca concretizavam um relacionamento. Assim passaram vários meses, até que um dia, no aniversário do meu irmão, ele a convidou e, num instante, levou ela pro quarto dele e selou o namoro hehehe. Essa garota, como já comentei, era bem putinha, mas pra minha surpresa era virgem (por isso a insistência do meu irmão em comer ela hehehe). Mas o otário não usou camisinha e, bom, o que veio na sequência foi uma surpresa que em 9 meses... Nesse tempo, a namorada do meu irmão veio morar com a gente (morava com meu irmão) e tudo bem. Nasceu a bebê e passaram 6 meses, e minha "cunhada" nessa altura voltou a terminar o colégio... E meu irmão, já no ensino superior, trabalhava de dia e estudava de noite. Então minha cunhada chegava da escola pra cuidar da bebê e ficávamos a tarde toda sozinhos. A questão é que ela chegava do colégio e trocava de roupa, gostava de andar confortável em casa. Sempre andava descalça, com uma camiseta e calcinha, às vezes de calcinha fio dental, às vezes de tanga. E como estava amamentando, tinha uns peitos grandes e redondos, e a sem-vergonha não usava sutiã... E assim ficava a tarde inteira pela casa. Eu, na época, tinha 28 anos e era solteiro, então comecei a ficar com tesão e a imaginar coisas com essa garota que eu sabia que era uma putinha, e agora a tinha o dia inteiro em casa, com pouca roupa... O tempo passava e todo dia almoçávamos juntos, eu cozinhava. De vez em quando, meu irmão fugia do trabalho pra almoçar com a gente, depois ia embora e nós ficávamos em casa, vendo filme ou alguma série (eu estava o tempo todo Dia em casa, meu trabalho permitia) e toda vez que a gente via algum filme, se instalava no sofá, um de cada lado, e de repente ela se aninhava no meu peito, eu abraçava ela e acariciava a tarde inteira ou fazia massagens suaves nos pés e pernas dela. Até aí, tudo era sem mentira, sem nenhuma intenção, mas com o tempo as carícias viraram mútuas e a gente passava horas ou tardes inteiras nisso… Como eram jovens, meu irmão e ela transavam toda noite, dava pra ouvir os gemidos do quarto deles, mas apesar de terem essa virtude de serem jovens e foderem a toda hora, sempre discutiam e terminavam brigados por uns dias. E nesses momentos, ela sempre buscava refúgio em mim. Mas bom, o tempo passou e tudo continuava na mesma rotina, mas nessas rotinas de ver filmes e nos acariciar mutuamente, a gente começou a se refugiar e se sentir cúmplices. Era nossa rotina, e naquela altura, as carícias e as massagens, mais do que com alguma intenção, eram uma necessidade mútua que se tornou viciante. Agora a gente se olhava, encostando as testas e sentindo a respiração um do outro de um jeito lento e intenso. Não existia barulho nenhum, só nossa respiração e nossas batidas, que eram sempre fortes, fazendo pulsar nossos pescoços, sempre acompanhadas de carícias bem suaves que percorriam nossos corpos. De vez em quando, nossos rostos, ou os lóbulos das orelhas, descendo pelo pescoço, ou talvez passando as pontas dos dedos pelas costelas dela até chegar nos quadris e percorrer bem sutilmente a bunda dela, enquanto ela me acariciava com as unhas, do pescoço até as costas, ou arranhava quase roçando meu torso até o abdômen. Nesses instantes, o calor do nosso jogo nos envolvia até que horas passassem. Cada dia que a gente ficava junto, naturalmente, a gente adicionava uma carícia nova e também movimentos dos nossos corpos deitados no sofá. Ela me envolvia com a perna, eu abraçava ela pelos quadris e apertava. contra mim e ali nos esfregávamos sutilmente até ficarmos extasiados, mas esperando que aquelas horas fossem intermináveis. Assim passamos uns dois anos até que um dia estávamos na mesma de sempre e houve um momento em que juntamos nossos lábios e ficamos assim por um longo instante até que ela abriu a boca e foi tudo. Passamos para outro nível e começamos a nos devorar de beijos. Do nada estávamos sem roupa e num suspiro estávamos deitados na minha cama, unidos um ao outro. Foi tudo tão intenso que não soubemos quanto tempo durou até acordarmos e quando percebemos já era tarde e era hora de tomar um banho e voltar à rotina. Mas nós dois entramos no chuveiro e tudo começou de novo. Dessa vez estávamos totalmente conscientes de todo o nosso ato. Nossos corpos estavam molhados, mas fervendo. Meu pau estava tão duro que quase nem se mexia, era uma ereção de outro mundo. Quando eu a penetrei, aquele segundo se tornou eterno, e a cada penetração eu podia sentir através do meu pau toda a textura do interior da buceta dela, cada cantinho. Ao mesmo tempo, pedia para ela me morder e com as unhas me arranhar as costas. Era tão intenso que eu sentia as unhas dela rasgando minha pele. Minhas investidas foram se espaçando cada vez mais entre uma e outra, mas com mais força, até que no fundo dela eu gozei e nossa mistura encheu o interior dela e escorreu até meus pés. Nós dois estávamos exaustos e nossos corpos febris. Meio confusos, terminamos de nos lavar... Depois meu irmão chegou e veio toda a rotina de jantar, ver TV e ir dormir. Naquela noite eles não transaram, o que na manhã seguinte meu irmão tentou fazer, mas ela não quis. Isso provocou uma discussão e ele foi embora muito irritado. Naquele dia nós dois ficamos em casa, fizemos nossa rotina de sempre: cozinhar, almoçar, ver TV. Mas nenhum dos dois ousava olhar para o outro. Sentados no sofá, o programa de TV passava e ninguém prestava atenção. Houve um roçar de nossas mãos, mas não gerou nada. Nós dois nos atrevemos a nos olhar. na cara por um bom tempo, ela sentou em cima de mim e me abraçou com as pernas, rodeou minhas costas, enfiou a cabeça no meu pescoço e ali a gente desabou a tarde inteira. A gente sabia que o que tinha acontecido antes tinha nos mudado pra sempre, mas a dúvida era como seria nossa rotina daí em diante. A gente ia voltar a passar tardes inteiras entregues um ao outro, entregues aos nossos sentidos? A gente ia conseguir transar de novo com tanta luxúria e sem freio? E a tristeza tomou conta da gente, e assim passou um tempão que virou semanas e meses. Foi isso… mas juro que não foi só isso.
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