Mel: Aaaii que cara de punheta que tu é, ainda tá dura
Eu: e sim, até do jeito que tu fala de porquinha já me excita agora
Mel: beleza punheteiro, me fala meu tamanho se errar tu se fode e me dá os 2 mil, hein. Só uma tentativa e lembra que tu tem uma margem de 10!
Eu: então, eu acho que tu tem que ter 113 de peitos!
Mel: e vamos medir, desde meus 15 anos que não me meço, mas tu tá perto, hein
Momento de tensão, ela tira a camiseta e fica só de sutiã
Eu: tira o sutiã também, que o algodão ocupa uns 2 cm.
Mel: tá bom punheteiro, tu tem razão!
Ela tira o sutiã e os peitos lindos dela aparecem na minha vista de tesão, aí vou medir: primeiro coloco uma ponta da fita num mamilo e começo devagar a dar a volta pelas costas, a gente tava de frente, minhas mãos iam devagar pelas costas dela e meu pau já tava duro, quase rasgando a cueca limpa. Chegamos no segundo mamilo e eu dou uma olhada de lado, ele já tava durinho! Chegamos no segundo mamilo e sim, senhores, 117! A putinha da minha irmã ia ter que esvaziar meus ovos!
Eu: 117 irmãzinha, quer ver?
Mel: Não, já sabia que tava por aí.
Automaticamente pego a mão dela e vou descendo até meu pau, que nessa altura já tinha tirado a cueca com os pés. Ela pega meu pau com a mão e era algo incrível, uma sensação de prazer inexplicável! Assim que a mãozinha dela rodeava a circunferência do meu pedaço de carne, ela começa a bater uma bem devagar, subindo e descendo lentamente, quando de repente para e me diz:
Mel: Vai demorar muito, punheteiro?
Eu: sei não, isso depende da vontade que tu botar, minha mela
Mel: Ok punheteirinho, senta no futon.
Obviamente obedeço e quando sinto, vejo que ela tira a calcinha fio dental e mil coisas passaram pela minha cabeça, minha irmã ia montar no meu pau!
Mel: Te excita mais ver minha buceta, punheteiro, não?
Ela se ajoelhou e veio engatinhando até o futon onde eu esperava com meu pau, que ao ver aquela imagem pulsava tanto que ia explodir. Chegou, me disse “relaxa e aproveita porque não vai ter outra vez”. Pajerin" — só concordei com a cabeça. Ela começou a apalpar minhas bolas com a esquerda e, com movimentos suaves, com a direita. Tentei segurar a cabeça dela e enfiar até a campainha, mas ela apertou meus ovos e disse: "sem tocar, combinamos". Ela começou com movimentos mais fortes, mas não tanto; nesse ponto, só fechei os olhos e deixei ela pagar a aposta. Num momento, ela para e diz: "Uh, maninho, tu tá explodindo e não sai nada, falta muito?" Balancei a cabeça dizendo NÃO e falei: "Não para". Mel: "Bom, vamos ter que acelerar o processo" — e vejo ela levar a mão à boca e salivar duas vezes, volta pro meu pau e começa a bater uma rapidão. Dava pra ver que ela manjava muito, a putinha. Mel: "Gostou, maninho? Gostou que sua irmã mais velha te fez uma punheta?" Eu: "Siiiiim, Meeeeeeeeeeelaniii, não para, já tô quase!" Mel: "Vai, pajerin, goza logo, tá duro há 2 horas! Vai, burrão, goza na mão da puta da sua irmã, vai!" Eu: "Aaaaaahhhjh, Meeeeeeel, que puta que você é, vagabunda, não sabia que tinha uma irmã tão putinha, vai, continua, já tô quase!" Tentei segurar a cabeça da Mel de novo pra gozar na boca dela, mas ela se jogou pra trás de novo, embora dessa vez os lábios dela roçaram na minha glande e, naquele momento exato, começaram a sair jatos de porra pra todo lado: no cabelo dela, num dos olhos, e até caiu um pouco no nariz e no lábio, mas quem mais recebeu meu néctar foram os peitos lindos dela. Era tanta quantidade que escorreu quase pelo corpo todo até o joelho. Mel: "Paaaaara, burrão, te falei sem tocar, olha como deixou minha cara, punheteiro, o que tu tinha, um depósito de leite no pau?" — ela disse rindo, mas meio brava por eu ter segurado a cabeça dela. Eu: "Haha, desculpa, só me deixei levar e é, parece que tinha algo assim, a sementuda nos ovos" — falei em tom de brincadeira. Mel: "Vou ter que tomar outro banho, tudo culpa sua, punheteiro! Ai, meu Deus, até no nariz eu tenho, filho da puta!" Eu: experimenta aí pra ver qual é o gosto da porra do teu irmãozinho, seu punheteiro viciado Mel: cê é doente ou se faz? Eu: se já não provou porra com todas as picas que já comeu, não vai provar a do teu irmão? Mel: eu gosto de tomar porra, mas não a do meu irmão!! Eu: cê é uma cagona, aposto que a do Roberto você provou hoje de manhã Mel: não, idiota, eu gozo dentro, te falei! Se você provar primeiro, eu provo Eu: Fechou! Não pensei duas vezes, já tinha provado a mistura de gozadas do Roberto e da minha irmã, não ia provar a minha? Perguntei: mas onde eu tiro se você tá com tudo aí? Mel: Mmm, como a gente faz? Vem pra cá, se aproxima antes que escorra tudo Cheguei perto dela e passei o dedo num dos peitos dela e levei à boca. Mel: Ah, isso é trapaça, faz direito, seu punheteiro! Eu: então deita no futon, sua putinha Mel: Fechou, mas cuidado com o que cê faz, hein, não perde a mão, seu punheteiro Ela se deitou no futon de barriga pra cima e eu me aproximei, me ajoelhei e comecei a chupar a porra que tinha no pescoço dela, não acreditava que tava chupando minha própria porra do corpo da minha irmã!! Fui descendo até os peitos dela e senti ela começar a ofegar e respirar mais rápido, já tinha ela! Chupei os peitos dela de qualquer jeito porque tinha um único objetivo, fui descendo e subindo passando a língua por toda a barriga dela, tava chegando no meu alvo, o cheiro do sexo da minha irmã puta já invadia minhas narinas e nisso a Mel me tira do transe que eu tava Mel: Não passa do limite, seu punheteirinho, já deu. Gostou da sua porra? Poxa, não deixou nada pra mim, maldito. Eu: E se quiser, a gente tira mais, olha como eu tô, combinado é combinado, falamos. Mesmo sabendo que tinha deixado porra no cabelo e na testa dela, mas da boca dela já não tinha mais, ela tinha engolido tudo, a putinha, sem eu mandar! Mel: E cê acha que tem mais? Olha que você soltou tipo 1 litro, seu punheteiro, hein Eu: olha e vai ver, você vai tomar tudo, sua putinha? Pede assim pra me deixar mais excitado, irmãzinha Mel: Quero que meu irmão encha minha boca de leitinho por favor, irmão, punheteiro, sim? Não deu tempo nem de terminar de me perguntar, já estava batendo uma pra putinha e dessa vez consegui ver ela começando a se tocar no clitóris. Eu: e aí, irmãzinha, o que rolou aí? Mel: eu também fico com tesão, punheteiro, e com essa rola tão grande, quem não ficaria? E a quantidade de porra que sai. Mmmm, que delícia que é! Escapou, já tinha provado, mas queria mais! Eu: irmãzinha, quero foder sua boquinha, deixa, por favor. Mel: Você acha? É muito grande, se punheteiro, vai me fazer vomitar! Eu: não, vadia, não vou meter tudo, deixa? Por favor? Mel: Olha que punheteiro que você é! Quer foder a boquinha da sua irmã, punheteiro. Sim, fode minha boquinha, mas devagar, punheteiro, porque é grande. Continua...
Eu: e sim, até do jeito que tu fala de porquinha já me excita agora
Mel: beleza punheteiro, me fala meu tamanho se errar tu se fode e me dá os 2 mil, hein. Só uma tentativa e lembra que tu tem uma margem de 10!
Eu: então, eu acho que tu tem que ter 113 de peitos!
Mel: e vamos medir, desde meus 15 anos que não me meço, mas tu tá perto, hein
Momento de tensão, ela tira a camiseta e fica só de sutiã
Eu: tira o sutiã também, que o algodão ocupa uns 2 cm.
Mel: tá bom punheteiro, tu tem razão!
Ela tira o sutiã e os peitos lindos dela aparecem na minha vista de tesão, aí vou medir: primeiro coloco uma ponta da fita num mamilo e começo devagar a dar a volta pelas costas, a gente tava de frente, minhas mãos iam devagar pelas costas dela e meu pau já tava duro, quase rasgando a cueca limpa. Chegamos no segundo mamilo e eu dou uma olhada de lado, ele já tava durinho! Chegamos no segundo mamilo e sim, senhores, 117! A putinha da minha irmã ia ter que esvaziar meus ovos!
Eu: 117 irmãzinha, quer ver?
Mel: Não, já sabia que tava por aí.
Automaticamente pego a mão dela e vou descendo até meu pau, que nessa altura já tinha tirado a cueca com os pés. Ela pega meu pau com a mão e era algo incrível, uma sensação de prazer inexplicável! Assim que a mãozinha dela rodeava a circunferência do meu pedaço de carne, ela começa a bater uma bem devagar, subindo e descendo lentamente, quando de repente para e me diz:
Mel: Vai demorar muito, punheteiro?
Eu: sei não, isso depende da vontade que tu botar, minha mela
Mel: Ok punheteirinho, senta no futon.
Obviamente obedeço e quando sinto, vejo que ela tira a calcinha fio dental e mil coisas passaram pela minha cabeça, minha irmã ia montar no meu pau!
Mel: Te excita mais ver minha buceta, punheteiro, não?
Ela se ajoelhou e veio engatinhando até o futon onde eu esperava com meu pau, que ao ver aquela imagem pulsava tanto que ia explodir. Chegou, me disse “relaxa e aproveita porque não vai ter outra vez”. Pajerin" — só concordei com a cabeça. Ela começou a apalpar minhas bolas com a esquerda e, com movimentos suaves, com a direita. Tentei segurar a cabeça dela e enfiar até a campainha, mas ela apertou meus ovos e disse: "sem tocar, combinamos". Ela começou com movimentos mais fortes, mas não tanto; nesse ponto, só fechei os olhos e deixei ela pagar a aposta. Num momento, ela para e diz: "Uh, maninho, tu tá explodindo e não sai nada, falta muito?" Balancei a cabeça dizendo NÃO e falei: "Não para". Mel: "Bom, vamos ter que acelerar o processo" — e vejo ela levar a mão à boca e salivar duas vezes, volta pro meu pau e começa a bater uma rapidão. Dava pra ver que ela manjava muito, a putinha. Mel: "Gostou, maninho? Gostou que sua irmã mais velha te fez uma punheta?" Eu: "Siiiiim, Meeeeeeeeeeelaniii, não para, já tô quase!" Mel: "Vai, pajerin, goza logo, tá duro há 2 horas! Vai, burrão, goza na mão da puta da sua irmã, vai!" Eu: "Aaaaaahhhjh, Meeeeeeel, que puta que você é, vagabunda, não sabia que tinha uma irmã tão putinha, vai, continua, já tô quase!" Tentei segurar a cabeça da Mel de novo pra gozar na boca dela, mas ela se jogou pra trás de novo, embora dessa vez os lábios dela roçaram na minha glande e, naquele momento exato, começaram a sair jatos de porra pra todo lado: no cabelo dela, num dos olhos, e até caiu um pouco no nariz e no lábio, mas quem mais recebeu meu néctar foram os peitos lindos dela. Era tanta quantidade que escorreu quase pelo corpo todo até o joelho. Mel: "Paaaaara, burrão, te falei sem tocar, olha como deixou minha cara, punheteiro, o que tu tinha, um depósito de leite no pau?" — ela disse rindo, mas meio brava por eu ter segurado a cabeça dela. Eu: "Haha, desculpa, só me deixei levar e é, parece que tinha algo assim, a sementuda nos ovos" — falei em tom de brincadeira. Mel: "Vou ter que tomar outro banho, tudo culpa sua, punheteiro! Ai, meu Deus, até no nariz eu tenho, filho da puta!" Eu: experimenta aí pra ver qual é o gosto da porra do teu irmãozinho, seu punheteiro viciado Mel: cê é doente ou se faz? Eu: se já não provou porra com todas as picas que já comeu, não vai provar a do teu irmão? Mel: eu gosto de tomar porra, mas não a do meu irmão!! Eu: cê é uma cagona, aposto que a do Roberto você provou hoje de manhã Mel: não, idiota, eu gozo dentro, te falei! Se você provar primeiro, eu provo Eu: Fechou! Não pensei duas vezes, já tinha provado a mistura de gozadas do Roberto e da minha irmã, não ia provar a minha? Perguntei: mas onde eu tiro se você tá com tudo aí? Mel: Mmm, como a gente faz? Vem pra cá, se aproxima antes que escorra tudo Cheguei perto dela e passei o dedo num dos peitos dela e levei à boca. Mel: Ah, isso é trapaça, faz direito, seu punheteiro! Eu: então deita no futon, sua putinha Mel: Fechou, mas cuidado com o que cê faz, hein, não perde a mão, seu punheteiro Ela se deitou no futon de barriga pra cima e eu me aproximei, me ajoelhei e comecei a chupar a porra que tinha no pescoço dela, não acreditava que tava chupando minha própria porra do corpo da minha irmã!! Fui descendo até os peitos dela e senti ela começar a ofegar e respirar mais rápido, já tinha ela! Chupei os peitos dela de qualquer jeito porque tinha um único objetivo, fui descendo e subindo passando a língua por toda a barriga dela, tava chegando no meu alvo, o cheiro do sexo da minha irmã puta já invadia minhas narinas e nisso a Mel me tira do transe que eu tava Mel: Não passa do limite, seu punheteirinho, já deu. Gostou da sua porra? Poxa, não deixou nada pra mim, maldito. Eu: E se quiser, a gente tira mais, olha como eu tô, combinado é combinado, falamos. Mesmo sabendo que tinha deixado porra no cabelo e na testa dela, mas da boca dela já não tinha mais, ela tinha engolido tudo, a putinha, sem eu mandar! Mel: E cê acha que tem mais? Olha que você soltou tipo 1 litro, seu punheteiro, hein Eu: olha e vai ver, você vai tomar tudo, sua putinha? Pede assim pra me deixar mais excitado, irmãzinha Mel: Quero que meu irmão encha minha boca de leitinho por favor, irmão, punheteiro, sim? Não deu tempo nem de terminar de me perguntar, já estava batendo uma pra putinha e dessa vez consegui ver ela começando a se tocar no clitóris. Eu: e aí, irmãzinha, o que rolou aí? Mel: eu também fico com tesão, punheteiro, e com essa rola tão grande, quem não ficaria? E a quantidade de porra que sai. Mmmm, que delícia que é! Escapou, já tinha provado, mas queria mais! Eu: irmãzinha, quero foder sua boquinha, deixa, por favor. Mel: Você acha? É muito grande, se punheteiro, vai me fazer vomitar! Eu: não, vadia, não vou meter tudo, deixa? Por favor? Mel: Olha que punheteiro que você é! Quer foder a boquinha da sua irmã, punheteiro. Sim, fode minha boquinha, mas devagar, punheteiro, porque é grande. Continua...
3 comentários - Minha irmã é uma puta gostosa II
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