Por causa do trampo da minha tia, eu fiquei em casa. A gente podia se ver nos fins de semana, mas durante a semana eu ficava na minha casa com a minha mãe. Depois da conversa com a minha tia, minha mãe meio que mudou de atitude, fazia coisas que antes não fazia, tipo sair do banho só de toalha pela casa, levantar da cama só de camisola e ir pra cozinha assim, onde eu podia admirar o corpo inteiro dela. Vou te falar, as camisolas são praticamente transparentes, e antes eu via a calcinha e o sutiã, mas agora dava pra ver os peitos e a buceta dela. Ela se esfregava mais do que o normal em mim. Nessa época, eu tava sempre com uma ereção de cavalo. Uma dessas vezes, a gente tava na cozinha, ela com a camisola curtinha, queria pegar algo numa prateleira alta e, como não alcançava, me pediu ajuda. Eu só tava de shorts de pijama e com uma ereção violenta. Resumo: fiquei atrás dela e foi inevitável que meu pau não se alojasse entre as bandas da bunda dela. Eu não me acanhei nem um pouco e fiquei esfregando meu pau na bunda dela, mas ela se acanhou menos ainda e se jogou um pouco pra trás pra sentir melhor meu pau. Passei minhas mãos pelo lado dela, tocando os peitos dela com a desculpa de deixar algo na pia. Ficamos assim um tempão até eu perceber quem era. Me afastei e fui pro meu quarto, onde bati uma punheta daquelas em homenagem a ela. Outra vez, ela saiu do banho e a gente se encontrou de frente. Quando me viu, fingiu surpresa e deixou a toalha cair na minha frente. Ali pude admirar o corpo nu dela inteiro: a buceta depilada, com uma tirinha de pelos enfeitando, os peitos mostravam a idade mas ainda eram firmes, e o que mais me deixou com o pau duro foi olhar pra cara dela e ver aquela expressão que as mulheres têm quando tão excitadas. Meu pau reagiu na hora e ficou duro que nem pedra: "Nossa, Luís, filho, você me surpreendeu, não te esperava..." — ela disse, olhando pro meu volume, e em seguida passou a língua nos lábios e falou num tom bem sensual: "Acho que... que teu "amiguinho" gosta do que vê... .-Meu "amiguinho" como você chama não é bobo, reage assim ao ver uma mulher como você pelada, porque mesmo sendo minha mãe, você é muito gostosa e "ele" adoraria poder te mostrar tudo que sabe fazer... .-Muito obrigada, mas como você mesmo disse, sou sua mãe e tem coisas que não podem ser... Dizendo isso, pegou a toalha e entrou no quarto fechando a porta, me deixando com uma ereção que doía de tão dura que estava, minha reação foi sair atrás dela, entrar no quarto, deitá-la na cama e enfiar a pica na buceta até ela gozar entre gritos de prazer. E era isso que eu ia fazer, mas quando peguei na maçaneta para abrir a porta, um gemido me parou e eu parei para escutar, abri um pouco a porta sem fazer barulho e o que vi me excitou mais do que já estava. Minha mãe deitada na cama se masturbando com uma mão na buceta, esfregando com toda força o clitóris e a outra apertando o mamilo da teta, entre gemidos dizendo meu nome: .-Aaagghhh... Luis, querido, enfia essa pica tão linda na minha buceta que você tá a mil... Aaaghhh... .-Sim, minha vida, belisca meu mamilo que eu gosto enquanto você me fode... Aaagghhh... .-Continua, não para até a gente gozar junto... Eu vendo aquilo fiquei parado e em vez de entrar, fiquei na porta vendo ela, posso jurar que era a coisa mais excitante que já tinha visto até agora, minha mãe nua se masturbando na minha frente falando meu nome, qualquer um poderia ter feito outra coisa, mas eu só consegui baixar as calças, pegar na pica e começar a me masturbar como um louco. Quando estava prestes a gozar, reparei no rosto da minha mãe e percebi que ela estava me olhando com a mesma cara de safada que tinha antes no corredor e naquele momento veio um orgasmo bestial, minha pica deixou sair todo o leite que tinha dentro, minha mãe sem perder detalhe gozou ao mesmo tempo que eu entre gemidos: .-Aaaggghhh... assim, querido, goza... como eu gosto... você me deixa louquinha... aaaggghhh... Deixo ela deitada na cama e vou pro meu quarto, me jogo na cama e fico pensando no que aconteceu. Por um lado, tenho um sentimento estranho, é minha mãe, mas por outro, tenho que admitir que ela me deixou mais tesudo do que até minha tia Ana. Não sabia que isso podia acontecer, mas o que eu tinha certeza era que a mulher que tinha acabado de gozar comigo eu tinha que fazer minha, ou seja, em outras palavras, tinha que foder minha mãe de qualquer jeito. Fiquei matutando isso na cabeça por um bom tempo até ouvir minha mãe me chamando pra comer. Como tava calor, coloquei só um shorts. Quando cheguei na cozinha, tava meio sem graça pelo que rolou, mas o clima foi embora rápido quando vi que minha mãe tava super normal, até diria que mais animada do que de costume. Sentei na mesa:
— Que calorão, né, filho? Que sorte vocês, homens, que podem ficar fresquinhos.
— Ué, mas você também pode, se quiser. Pra mim não tem problema nenhum você ficar à vontade.
— Ah, então vou ali e volto mais fresquinha.
Ela me deixou sozinho na cozinha e voltou pouco depois. Quando vi, fiquei de boca aberta. Achei que ela fosse colocar um shorts e uma camiseta, o que seria o normal, mas percebi que com minha mãe não existe lógica. Ela veio pelada, bom, não totalmente: tava só de calcinha de renda que realçava uma bunda deliciosa.
— Luis, filho, o que foi? Se te incomoda eu estar assim, eu troco (ela falou toda melosa).
— Não, pelo amor de Deus, mãe, você tá divina, adoro te ver assim…
A verdade é que eu adorava vê-la daquele jeito, pra não dizer que meu pau ficou duro só de olhar. A comida foi meio estranha porque eu não conseguia tirar os olhos dos peitos dela, e ela sabia, porque cada vez que se levantava, os movimentos eram mais sensuais. Terminamos de comer e ajudei ela a guardar tudo. A mesa tava limpa e ela disse:
— Meu amor, o que você quer de sobremesa?
— A verdade é que o que eu tô afim agora não sei se posso te pedir…
— Então fala, pede o que quiser, se eu puder, faço. te dou... .-Mãe, acho que você já percebeu como você me deixa... .-Sim, filho, e o que você quer então... .-Bom, correndo o risco de você me dizer não, te colocar em cima da mesa, te dar um beijo de língua que tô morrendo de vontade, descer pelo seu peito e chupar essas duas tetas tão gostosas que você tem, continuar pela sua barriga até chegar na sua buceta e comer ela inteira, sem parar até você gozar na minha boca gemendo de prazer e, pra finalizar, esperar você me pedir pra meter meu pau na sua buceta e continuar até a gente gozar junto... .-Luis, filho, então não sei o que você tá esperando pra comer sua sobremesa, não sei mais o que fazer pra você se decidir a me foder, minha buceta tá encharcada só de pensar nisso... E foi assim que eu fiz, me abracei nela, meti minha língua na boca dela e a gente se fundiu num beijo e num abraço que fez meu pau começar a soltar líquido pré-seminal, fui fazendo tudo que tinha descrito e ela foi aproveitando, os gemidos dela foram enormes quando ela gozou na minha boca: .-Aaaggghhh… filho, você tá me matando de prazer, agora quero sentir esse pau que você tem, mas deixa eu fazer do meu jeito… Ela desceu da mesa, baixou o shorts que eu tava usando, que por sinal tava molhado de tanto líquido pré-seminal que meu pau soltava, meteu ele na boca e me deu um boquete daqueles: .-Mãe… se você continuar assim, vai me fazer gozar… não vou aguentar muito… Aaagghhh… .-Calma, querido, goza na boca da mamãe que eu quero beber toda sua porra… E ela continuou chupando meu pau, eu não aguentei mais e gozei na boca dela, verdade seja dita, a cena não era pra menos, minha mãe nua, de joelhos na minha frente, com meu pau na boca dela e o tesão que eu tava, como é que ia aguentar mais? .-Que gostoso é o leite do meu menino… Ela continuou chupando meu pau, deixou ele bem limpinho e deixou ele duro de novo. Puxou uma cadeira, mandou eu sentar e ela ficou na minha frente, pegou meu pau e foi enfiando devagar até ficar completamente empalada, aí começou um movimento suave de vai e vem, Minha mãe estava me comendo e, pra ser sincero, eu ficava louco com aquilo. .-Assim, mamãe, chupa devagar, que eu adoro… .-Isso, filho, deixa a mamãe ser sua putinha… deixa eu te comer desse jeito… .-Adoro olhar sua carinha enquanto você enfia seu pau na minha buceta… .-Pega nos meus peitos e dá umas boas chupadas, morde meus mamilos… .-Assim, mamãe… assim que você gosta… que seu filho te comer te deixa com tesão… .-Siiim… você não faz ideia do quanto… aaahhh… parece que vou gozar igual uma porca… .-Então goza… que você vai ter pau por um bom tempo… eu ainda vou demorar um pouco pra gozar… Nesse exato momento, enfiei um dedo no cu dela e comecei a mexer, foi o estopim pro gozo da minha mãe: .-Aaahhh… tô gozando, que filho da puta você é, não esperava por essa… mas não para, que eu adoro e tô gozandooo… aaahhh… .-Aproveita, putinha, que eu te falei que tem mais pau pra você e agora você vai ver… Fiz ela se apoiar na mesa e, assim dobrada, fiquei atrás dela e fui enfiando no cu dela devagar, bem de leve: .-Aaahhh… que filho da puta, você tá enfiando no meu cu… .-Eu paro, mamãe, se você quiser… mas me parece que você gosta de levar no cu… .-Nem pense em tirar… você tá me matando… adoro sentir seu pau no meu cu… .-Continua, não para, quero sentir o calor da sua porra… aaahhh… me masturba, amor, acaricia meu clitóris que você tá me levando a um orgasmo incrível… aaahhh… .-Eu também tô chegando lá… aaahhh… goza comigo, mamãe… .-Siiim… aaahhh… agora, agora, fiilhooo… Gozamos os dois ao mesmo tempo e fiquei abraçado nela, na mulher que me deu a vida, naquela mulher que, se eu já amava por ser minha mãe, agora, com o que tinha rolado, também a amava como amante. Quando nos acalmamos, fomos tomar banho, coisa que fizemos juntos, nos ensaboamos mutuamente e nos acariciamos por todas as partes do corpo. Depois de nos secarmos, fomos pra cama dela. Tava claro que aquilo tinha acabado de começar pra nós dois, mas agora chegava o momento Das explicações:
— Mamãe, como chegamos a isso?
— Olha, filho, não vou mentir pra você. Amo seu pai demais, mas o coitado, passando tanto tempo fora de casa, me deixa meio desassistida. Quando sua tia veio, as coisas meio que saíram do controle. Ela me disse pra prestar atenção em como você agia, e foi o que fiz. Fui reparando como você devorava ela com os olhos, e isso foi despertando em mim uma excitação que eu achava que tinha perdido. Aí, quando ela se mudou, me propôs um teste. Ela tinha muita atração por você e me disse — ou melhor, me pediu permissão — pra transar com você, se você topasse. Eu falei que você já era grandinho e que, se você quisesse, eu não podia impedir. E pelo que ela me contou, com todos os detalhes, parece que você gostou.
— Pois é, mãe, a tia é uma mulher excepcional, e espero que você não fique brava… adoro transar com ela.
— É melhor do que eu?
— Olha, mãe, esse caminho não é bom. Eu não disse que uma é melhor ou pior que a outra. Só falei que adoro transar com ela, e a mesma coisa vale pra você. Além disso, tenho que dizer: se já tem um tesão danado transar com minha tia, imagina transar com minha mãe? Mas continua contando.
— Bom, então ela me contou como você comeu ela, e isso me deixou muito excitada — excitada e com ciúmes. Como era possível que ela tivesse na cama ao lado um amante tão bom e eu continuasse na seca? Alguma coisa desandou na minha cabeça. Comecei a me insinuar pra você, saía com menos roupa ou quase nua. Queria te esquentar ao máximo, e pelo que vejo, consegui. Mas tenho que dizer que o fato de você ser meu filho me deixava ainda mais excitada, se é que isso é possível.
— Verdade, mãe, você me deixava desnorteado, não sabia o que fazer… ainda bem que finalmente me decidi a aproveitar esse pedaço de corpo.
Enquanto conversávamos, estávamos deitados nus na cama, nos acariciando. Quando falei isso, nos abraçamos e eu dei um beijo na boca dela. Quando terminamos, ela disse:
— Vem, meu amor, sobe em cima da mamãe e enfia essa pica na minha buceta, que eu tô com tesão de novo. Faz amor comigo. Devagar e não para de me chamar de mamãe, que me deixa muito excitada. - Como quiser, mamãe, sempre farei o que me pedir. Aliás, continue também me chamando de filho, porque isso também me deixa com muito tesão. Naquele momento, subi nela e fui enfiando meu pau devagar, sem pressa, saboreando o momento até ter tudo dentro. Comecei a entrar e sair sempre suave, nos acariciando e nos beijando. Tínhamos todo o tempo do mundo, éramos dois seres se unindo da forma mais íntima de amar, aproveitando um do outro sem tabus nem convencionalismos. Aos poucos, o prazer de chegar ao orgasmo foi fazendo a gente aumentar o ritmo da nossa sessão de sexo, o que tinha começado suave foi ganhando mais velocidade: - Mamãe, sinto que vou gozar, vou gozar fora de você... aaaggghhh... - Não, filho... aaagghhh... eu também estou chegando... mas quero que você goze dentro de mim... aaagghhh... quero sentir seu leite quente nas minhas entranhas... aaaghhh... - Jááá... mamãe... aaaggghhh... - Siim... filho... deeentrooo... aaagghhh... Foi tão intenso o orgasmo que nós dois dormimos, eu com meu pau dentro da buceta da minha mãe. Tinha sido nosso batismo sexual e, na verdade, tinha sido da melhor forma possível. Quando acordamos, combinamos de convidar minha tia para jantar e contar como tinha sido bom para nós dois. A verdade é que com ela não tínhamos segredos, ela era uma parte fundamental na nossa vida como casal. Além disso, eu tinha combinado com minha mãe que, quando meu pai estivesse em casa, ela seria só para ele, porque, mesmo que transasse comigo, ela ainda o amava muito e ele não deixava de ser meu pai. E se minha tia não se importasse, eu continuaria transando com ela. Naquela noite, tiraríamos as dúvidas. A noite chegou e minha tia Ana apareceu para jantar. Ela estava linda. Quando chegou, deu um beijo na bochecha da minha mãe e outro em mim, mas foi na boca com língua. Fiz cara de estranho, mas ela disse: - Calma, querido, já falei com sua mãe. Mas agora, no jantar, quero que me contem com detalhes como foi. Foi e eu contei com todos os detalhes... Foi assim no jantar, contamos tudo o que aconteceu pra minha tia, e vi o rosto dela mudando aos poucos. Não pude deixar de perguntar:
— Ana, o que você tem? Não concorda com nosso relacionamento?
— Calma, querido... eu concordo, sim... o que acontece é que, enquanto vocês iam contando, fiquei com um tesão danado, tô com a buceta encharcada só de ouvir vocês...
— Fica tranquila, Ana, eu vivi aquilo e também tô com a buceta encharcada de tanto tesão que tô...
— Então acho que já somos três. Eu não tô com a buceta encharcada, mas meu pau tá duro como pedra...
E dizendo isso pras duas mulheres da minha vida, me levantei e mostrei meu pau. Minha tia pegou ele como se fosse um microfone, levou à boca, e minha mãe se aproximou dela. As duas esticaram a língua e, ao mesmo tempo, começaram a lamber meu pau. De repente, soltaram ele e se agarraram num beijo lésbico que quase me fez gozar de tanto prazer em ver. Elas se separaram e cochicharam algo no ouvido uma da outra, que não consegui entender, mas logo me disseram:
— Querido, vai pra sala e espera a gente, sua mãe e eu, sentado no sofá. E, acima de tudo, muito importante... pelado...
— Vocês me assustam, mas vou obedecer em tudo...
As duas saíram da cozinha em direção ao quarto da minha mãe, não sem antes me dar cada uma um beijo de língua e uma carícia no meu pau. Lá estava eu, sentado no sofá, pelado, acariciando meu pau já duro, quando duas mulheres deslumbrantes aparecem, vestindo camisolas transparentes que deixavam seus corpos ainda mais desejáveis, se é que isso era possível. Dois corpos que não se diferenciavam muito um do outro e que me deixavam louco: Ana e Elena... Elena e Ana, minha mãe e minha tia, e eu as tinha as duas juntas na minha frente. Como podem imaginar, meu pau começou a vazar líquido pré-seminal diante daquela situação. Eu ia me levantar, quando as duas disseram em coro:
— Quieto aí onde você está... e aproveita o espetáculo...
Dito isso, elas se abraçaram. e se deram outro beijo lésbico de tirar o fôlego. Minha tia, logo em seguida, começou a beijar minha mãe no pescoço, descendo devagar até os peitos dela enquanto a ia despindo. Ela se distraiu um tempinho brincando com os bicos dos seios, depois, entre carícias e beijos, foi descendo até a buceta da minha mãe e, abrindo os lábios vaginais com os dedos, deu umas lambidas. Era a vez da minha mãe, que repetiu os mesmos passos que a irmã. Quando as duas estavam peladas, se deitaram no chão e me deram o show de um sessenta e nove entre elas, espetacular. Eu, enquanto isso, estava me masturbando vendo tudo, excitado ao máximo. As duas mulheres ficaram um tempão se comendo a buceta e, entre gemidos, gozaram juntas. Isso fez com que eu gozasse junto com elas, espalhando toda a minha porra pelo meu peito. As duas perceberam isso, se aproximaram de mim com uma cara de safadas de tirar o fôlego e, me beijando na boca, foram limpando minha gozada com as línguas. Enquanto minha tia limpava meu pau e minhas bolas, minha mãe limpava meu peito e depois me deu um beijo na boca. A boca dela tinha gosto da minha porra e dos líquidos da minha tia. Entre isso e o boquete que minha tia tava dando no meu pau, ele ficou duro de novo. — Que maravilha de pau... acabou de gozar e já tá pronto... Vem, Elena, te cedo a honra de meter ele primeiro na sua buceta, porque me dá um tesão danado ver seu filho te fodendo... — Vou, Ana... você não sabe a vontade que eu tô de enfiar essa delícia de pau de novo... Minha mãe se posicionou por cima de mim, e minha tia, pegando meu pau, apontou ele na entrada da buceta da minha mãe. Ela foi se sentando devagar, enfiando meu pau até minhas bolas encostarem na bunda dela, enquanto eu pegava os peitos dela com as mãos e começava a apertar e dar uns beliscões nos bicos, que já estavam duros de tesão. Enquanto isso, minha tia se posicionou atrás da minha mãe, beijava a nuca dela, a boca, e com as mãos por cima das minhas, também acariciava os peitos da minha mãe, com movimentos leves. ajudava minha mãe a enfiar mais fundo se pudesse meu pau: .-Aaaggghhh seus putos… tão fazendo eu gozar como uma puta… que delíciaaaa… .-Assim… continua… continua… que eu vou gozaaaaar…. aaaggghhh… Minha mãe teve um orgasmo violento que fez os olhos dela revirarem, ela saiu de cima do meu pau e ficou um momento sentada do nosso lado se recuperando da gozada que tinha acabado de ter, a buceta dela deixava escorrer todo o líquido da gozada na minha frente, enquanto minha tia não perdeu tempo e se colocou na mesma posição que minha mãe tava, começando a cavalgar em mim: .-Agora é minha vez, passei a semana inteira desejando teu pau, tô com a buceta encharcada de vontade de enfiar… E foi o que ela fez, começou uma cavalgada selvagem no meu pau, eu apertava os peitos dela e virando a cabeça me meti entre as pernas da minha mãe e comecei a chupar a buceta dela, as duas começaram a gemer de prazer, minha mãe porque a buceta tava sensível da última gozada e minha tia porque a visão excitava ela demais e ela também tava quase gozando: .-Aaagghhh… que filho da puta você é, Luis… tá me fazendo gozar… só de ver você chupando a buceta da sua mãe… que tesão… aaagghhh… tô gozando… siiiim, enfia a língua bem fundo… belisca meus mamilos do jeito que você sabe… siiiim… que delíciaaaa…. aaaghhh... .-Assim, minha vida, chupa minha buceta que você faz eu ter outro orgasmo… aagghhh… continua enfiando o pau na puta da sua tia pra ela saber que tipo de macho eu tenho em casa… aagghhh… tô gozando, meu amor, não para… jáaaaaa… As duas gozaram quase ao mesmo tempo e eu com meu pau duro feito uma estaca, verdade seja dita, graças a ter gozado agora pouco e à vitalidade da idade, porque tenho que admitir que com o que tinha acabado de acontecer qualquer um já teria gozado. Minha tia saiu de cima de mim e minha mãe não perdeu tempo, pegou meu pau e começou a chupar com habilidade, minha tia não ficou atrás e enquanto uma chupava a cabeça a outra se entretinha com minhas bolas, de vez em quando passavam lambia meu pau e quando se encontravam, se beijavam de língua, era um espetáculo realmente safado. Eu sentia que estava prestes a gozar, então peguei meu pau e, ficando de pé, pedi para as duas se ajoelharem na minha frente, queria me masturbar na cara delas, falei a mesma coisa e disse para elas se masturbarem junto comigo, minha intenção era gozarmos os três ao mesmo tempo e encher a cara delas com meu gozo: .—Vou gozar, putas… aaghhh… vou encher a cara de vocês com meu gozo… abram suas bocas… aagghhh… .—Simmm… eu também, meu amor… joga na minha cara… aagghhh… disse minha mãe. .—E eu também, querido… tudo, tudo nas nossas caras… aaghhh… Gozamos os três ao mesmo tempo, como eu disse, joguei todo meu gozo na cara delas e elas, em agradecimento, limparam meu gozo uma da outra com a língua, depois se beijaram trocando meus fluidos de uma boca para a outra. Deitamos para descansar um pouco no sofá, os três juntos, eu no meio das duas, e elas foram me beijando na boca de vez em quando, se uma me dava tesão, a outra dava mais ainda, era uma experiência maravilhosa. Depois fomos para o chuveiro, onde entre risadas e massagens nos divertimos muito, nos secamos e já na cama da minha mãe passamos o resto da noite. Já faz um tempo desde aquela primeira vez, com minha mãe é raro o dia que não transamos, ela está mais sorridente, gosta de fazer em qualquer lugar da casa, no banheiro, na cozinha, vendo TV na sala, claro na cama dela, já chegamos a fazer até no chão do corredor, onde desse vontade e na hora que fosse. Devo dizer que quando meu pai está em casa, ela dedica todo o tempo a ele, e eu fico de lado. Com minha tia, passo muitos fins de semana com ela e nossas sessões de cama são inesquecíveis, de vez em quando, para minha mãe não ficar sozinha, fazemos umas sessões os três que nem o Kama Sutra, ainda bem que me cuido e malho muito, senão tenho certeza que não aguentaria esse ritmo. Até aqui minhas aventuras com as duas mulheres mais importantes da minha vida… por enquanto…
Só lembrem que a história não é minha, encontrei na web e achei foda pra caralho pra compartilhar com vocês. Espero que tenham gostado, se curtiram a ideia de eu postar mais histórias, comentem 👇👇👇👇👇👇
— Que calorão, né, filho? Que sorte vocês, homens, que podem ficar fresquinhos.
— Ué, mas você também pode, se quiser. Pra mim não tem problema nenhum você ficar à vontade.
— Ah, então vou ali e volto mais fresquinha.
Ela me deixou sozinho na cozinha e voltou pouco depois. Quando vi, fiquei de boca aberta. Achei que ela fosse colocar um shorts e uma camiseta, o que seria o normal, mas percebi que com minha mãe não existe lógica. Ela veio pelada, bom, não totalmente: tava só de calcinha de renda que realçava uma bunda deliciosa.
— Luis, filho, o que foi? Se te incomoda eu estar assim, eu troco (ela falou toda melosa).
— Não, pelo amor de Deus, mãe, você tá divina, adoro te ver assim…
A verdade é que eu adorava vê-la daquele jeito, pra não dizer que meu pau ficou duro só de olhar. A comida foi meio estranha porque eu não conseguia tirar os olhos dos peitos dela, e ela sabia, porque cada vez que se levantava, os movimentos eram mais sensuais. Terminamos de comer e ajudei ela a guardar tudo. A mesa tava limpa e ela disse:
— Meu amor, o que você quer de sobremesa?
— A verdade é que o que eu tô afim agora não sei se posso te pedir…
— Então fala, pede o que quiser, se eu puder, faço. te dou... .-Mãe, acho que você já percebeu como você me deixa... .-Sim, filho, e o que você quer então... .-Bom, correndo o risco de você me dizer não, te colocar em cima da mesa, te dar um beijo de língua que tô morrendo de vontade, descer pelo seu peito e chupar essas duas tetas tão gostosas que você tem, continuar pela sua barriga até chegar na sua buceta e comer ela inteira, sem parar até você gozar na minha boca gemendo de prazer e, pra finalizar, esperar você me pedir pra meter meu pau na sua buceta e continuar até a gente gozar junto... .-Luis, filho, então não sei o que você tá esperando pra comer sua sobremesa, não sei mais o que fazer pra você se decidir a me foder, minha buceta tá encharcada só de pensar nisso... E foi assim que eu fiz, me abracei nela, meti minha língua na boca dela e a gente se fundiu num beijo e num abraço que fez meu pau começar a soltar líquido pré-seminal, fui fazendo tudo que tinha descrito e ela foi aproveitando, os gemidos dela foram enormes quando ela gozou na minha boca: .-Aaaggghhh… filho, você tá me matando de prazer, agora quero sentir esse pau que você tem, mas deixa eu fazer do meu jeito… Ela desceu da mesa, baixou o shorts que eu tava usando, que por sinal tava molhado de tanto líquido pré-seminal que meu pau soltava, meteu ele na boca e me deu um boquete daqueles: .-Mãe… se você continuar assim, vai me fazer gozar… não vou aguentar muito… Aaagghhh… .-Calma, querido, goza na boca da mamãe que eu quero beber toda sua porra… E ela continuou chupando meu pau, eu não aguentei mais e gozei na boca dela, verdade seja dita, a cena não era pra menos, minha mãe nua, de joelhos na minha frente, com meu pau na boca dela e o tesão que eu tava, como é que ia aguentar mais? .-Que gostoso é o leite do meu menino… Ela continuou chupando meu pau, deixou ele bem limpinho e deixou ele duro de novo. Puxou uma cadeira, mandou eu sentar e ela ficou na minha frente, pegou meu pau e foi enfiando devagar até ficar completamente empalada, aí começou um movimento suave de vai e vem, Minha mãe estava me comendo e, pra ser sincero, eu ficava louco com aquilo. .-Assim, mamãe, chupa devagar, que eu adoro… .-Isso, filho, deixa a mamãe ser sua putinha… deixa eu te comer desse jeito… .-Adoro olhar sua carinha enquanto você enfia seu pau na minha buceta… .-Pega nos meus peitos e dá umas boas chupadas, morde meus mamilos… .-Assim, mamãe… assim que você gosta… que seu filho te comer te deixa com tesão… .-Siiim… você não faz ideia do quanto… aaahhh… parece que vou gozar igual uma porca… .-Então goza… que você vai ter pau por um bom tempo… eu ainda vou demorar um pouco pra gozar… Nesse exato momento, enfiei um dedo no cu dela e comecei a mexer, foi o estopim pro gozo da minha mãe: .-Aaahhh… tô gozando, que filho da puta você é, não esperava por essa… mas não para, que eu adoro e tô gozandooo… aaahhh… .-Aproveita, putinha, que eu te falei que tem mais pau pra você e agora você vai ver… Fiz ela se apoiar na mesa e, assim dobrada, fiquei atrás dela e fui enfiando no cu dela devagar, bem de leve: .-Aaahhh… que filho da puta, você tá enfiando no meu cu… .-Eu paro, mamãe, se você quiser… mas me parece que você gosta de levar no cu… .-Nem pense em tirar… você tá me matando… adoro sentir seu pau no meu cu… .-Continua, não para, quero sentir o calor da sua porra… aaahhh… me masturba, amor, acaricia meu clitóris que você tá me levando a um orgasmo incrível… aaahhh… .-Eu também tô chegando lá… aaahhh… goza comigo, mamãe… .-Siiim… aaahhh… agora, agora, fiilhooo… Gozamos os dois ao mesmo tempo e fiquei abraçado nela, na mulher que me deu a vida, naquela mulher que, se eu já amava por ser minha mãe, agora, com o que tinha rolado, também a amava como amante. Quando nos acalmamos, fomos tomar banho, coisa que fizemos juntos, nos ensaboamos mutuamente e nos acariciamos por todas as partes do corpo. Depois de nos secarmos, fomos pra cama dela. Tava claro que aquilo tinha acabado de começar pra nós dois, mas agora chegava o momento Das explicações:
— Mamãe, como chegamos a isso?
— Olha, filho, não vou mentir pra você. Amo seu pai demais, mas o coitado, passando tanto tempo fora de casa, me deixa meio desassistida. Quando sua tia veio, as coisas meio que saíram do controle. Ela me disse pra prestar atenção em como você agia, e foi o que fiz. Fui reparando como você devorava ela com os olhos, e isso foi despertando em mim uma excitação que eu achava que tinha perdido. Aí, quando ela se mudou, me propôs um teste. Ela tinha muita atração por você e me disse — ou melhor, me pediu permissão — pra transar com você, se você topasse. Eu falei que você já era grandinho e que, se você quisesse, eu não podia impedir. E pelo que ela me contou, com todos os detalhes, parece que você gostou.
— Pois é, mãe, a tia é uma mulher excepcional, e espero que você não fique brava… adoro transar com ela.
— É melhor do que eu?
— Olha, mãe, esse caminho não é bom. Eu não disse que uma é melhor ou pior que a outra. Só falei que adoro transar com ela, e a mesma coisa vale pra você. Além disso, tenho que dizer: se já tem um tesão danado transar com minha tia, imagina transar com minha mãe? Mas continua contando.
— Bom, então ela me contou como você comeu ela, e isso me deixou muito excitada — excitada e com ciúmes. Como era possível que ela tivesse na cama ao lado um amante tão bom e eu continuasse na seca? Alguma coisa desandou na minha cabeça. Comecei a me insinuar pra você, saía com menos roupa ou quase nua. Queria te esquentar ao máximo, e pelo que vejo, consegui. Mas tenho que dizer que o fato de você ser meu filho me deixava ainda mais excitada, se é que isso é possível.
— Verdade, mãe, você me deixava desnorteado, não sabia o que fazer… ainda bem que finalmente me decidi a aproveitar esse pedaço de corpo.
Enquanto conversávamos, estávamos deitados nus na cama, nos acariciando. Quando falei isso, nos abraçamos e eu dei um beijo na boca dela. Quando terminamos, ela disse:
— Vem, meu amor, sobe em cima da mamãe e enfia essa pica na minha buceta, que eu tô com tesão de novo. Faz amor comigo. Devagar e não para de me chamar de mamãe, que me deixa muito excitada. - Como quiser, mamãe, sempre farei o que me pedir. Aliás, continue também me chamando de filho, porque isso também me deixa com muito tesão. Naquele momento, subi nela e fui enfiando meu pau devagar, sem pressa, saboreando o momento até ter tudo dentro. Comecei a entrar e sair sempre suave, nos acariciando e nos beijando. Tínhamos todo o tempo do mundo, éramos dois seres se unindo da forma mais íntima de amar, aproveitando um do outro sem tabus nem convencionalismos. Aos poucos, o prazer de chegar ao orgasmo foi fazendo a gente aumentar o ritmo da nossa sessão de sexo, o que tinha começado suave foi ganhando mais velocidade: - Mamãe, sinto que vou gozar, vou gozar fora de você... aaaggghhh... - Não, filho... aaagghhh... eu também estou chegando... mas quero que você goze dentro de mim... aaagghhh... quero sentir seu leite quente nas minhas entranhas... aaaghhh... - Jááá... mamãe... aaaggghhh... - Siim... filho... deeentrooo... aaagghhh... Foi tão intenso o orgasmo que nós dois dormimos, eu com meu pau dentro da buceta da minha mãe. Tinha sido nosso batismo sexual e, na verdade, tinha sido da melhor forma possível. Quando acordamos, combinamos de convidar minha tia para jantar e contar como tinha sido bom para nós dois. A verdade é que com ela não tínhamos segredos, ela era uma parte fundamental na nossa vida como casal. Além disso, eu tinha combinado com minha mãe que, quando meu pai estivesse em casa, ela seria só para ele, porque, mesmo que transasse comigo, ela ainda o amava muito e ele não deixava de ser meu pai. E se minha tia não se importasse, eu continuaria transando com ela. Naquela noite, tiraríamos as dúvidas. A noite chegou e minha tia Ana apareceu para jantar. Ela estava linda. Quando chegou, deu um beijo na bochecha da minha mãe e outro em mim, mas foi na boca com língua. Fiz cara de estranho, mas ela disse: - Calma, querido, já falei com sua mãe. Mas agora, no jantar, quero que me contem com detalhes como foi. Foi e eu contei com todos os detalhes... Foi assim no jantar, contamos tudo o que aconteceu pra minha tia, e vi o rosto dela mudando aos poucos. Não pude deixar de perguntar:
— Ana, o que você tem? Não concorda com nosso relacionamento?
— Calma, querido... eu concordo, sim... o que acontece é que, enquanto vocês iam contando, fiquei com um tesão danado, tô com a buceta encharcada só de ouvir vocês...
— Fica tranquila, Ana, eu vivi aquilo e também tô com a buceta encharcada de tanto tesão que tô...
— Então acho que já somos três. Eu não tô com a buceta encharcada, mas meu pau tá duro como pedra...
E dizendo isso pras duas mulheres da minha vida, me levantei e mostrei meu pau. Minha tia pegou ele como se fosse um microfone, levou à boca, e minha mãe se aproximou dela. As duas esticaram a língua e, ao mesmo tempo, começaram a lamber meu pau. De repente, soltaram ele e se agarraram num beijo lésbico que quase me fez gozar de tanto prazer em ver. Elas se separaram e cochicharam algo no ouvido uma da outra, que não consegui entender, mas logo me disseram:
— Querido, vai pra sala e espera a gente, sua mãe e eu, sentado no sofá. E, acima de tudo, muito importante... pelado...
— Vocês me assustam, mas vou obedecer em tudo...
As duas saíram da cozinha em direção ao quarto da minha mãe, não sem antes me dar cada uma um beijo de língua e uma carícia no meu pau. Lá estava eu, sentado no sofá, pelado, acariciando meu pau já duro, quando duas mulheres deslumbrantes aparecem, vestindo camisolas transparentes que deixavam seus corpos ainda mais desejáveis, se é que isso era possível. Dois corpos que não se diferenciavam muito um do outro e que me deixavam louco: Ana e Elena... Elena e Ana, minha mãe e minha tia, e eu as tinha as duas juntas na minha frente. Como podem imaginar, meu pau começou a vazar líquido pré-seminal diante daquela situação. Eu ia me levantar, quando as duas disseram em coro:
— Quieto aí onde você está... e aproveita o espetáculo...
Dito isso, elas se abraçaram. e se deram outro beijo lésbico de tirar o fôlego. Minha tia, logo em seguida, começou a beijar minha mãe no pescoço, descendo devagar até os peitos dela enquanto a ia despindo. Ela se distraiu um tempinho brincando com os bicos dos seios, depois, entre carícias e beijos, foi descendo até a buceta da minha mãe e, abrindo os lábios vaginais com os dedos, deu umas lambidas. Era a vez da minha mãe, que repetiu os mesmos passos que a irmã. Quando as duas estavam peladas, se deitaram no chão e me deram o show de um sessenta e nove entre elas, espetacular. Eu, enquanto isso, estava me masturbando vendo tudo, excitado ao máximo. As duas mulheres ficaram um tempão se comendo a buceta e, entre gemidos, gozaram juntas. Isso fez com que eu gozasse junto com elas, espalhando toda a minha porra pelo meu peito. As duas perceberam isso, se aproximaram de mim com uma cara de safadas de tirar o fôlego e, me beijando na boca, foram limpando minha gozada com as línguas. Enquanto minha tia limpava meu pau e minhas bolas, minha mãe limpava meu peito e depois me deu um beijo na boca. A boca dela tinha gosto da minha porra e dos líquidos da minha tia. Entre isso e o boquete que minha tia tava dando no meu pau, ele ficou duro de novo. — Que maravilha de pau... acabou de gozar e já tá pronto... Vem, Elena, te cedo a honra de meter ele primeiro na sua buceta, porque me dá um tesão danado ver seu filho te fodendo... — Vou, Ana... você não sabe a vontade que eu tô de enfiar essa delícia de pau de novo... Minha mãe se posicionou por cima de mim, e minha tia, pegando meu pau, apontou ele na entrada da buceta da minha mãe. Ela foi se sentando devagar, enfiando meu pau até minhas bolas encostarem na bunda dela, enquanto eu pegava os peitos dela com as mãos e começava a apertar e dar uns beliscões nos bicos, que já estavam duros de tesão. Enquanto isso, minha tia se posicionou atrás da minha mãe, beijava a nuca dela, a boca, e com as mãos por cima das minhas, também acariciava os peitos da minha mãe, com movimentos leves. ajudava minha mãe a enfiar mais fundo se pudesse meu pau: .-Aaaggghhh seus putos… tão fazendo eu gozar como uma puta… que delíciaaaa… .-Assim… continua… continua… que eu vou gozaaaaar…. aaaggghhh… Minha mãe teve um orgasmo violento que fez os olhos dela revirarem, ela saiu de cima do meu pau e ficou um momento sentada do nosso lado se recuperando da gozada que tinha acabado de ter, a buceta dela deixava escorrer todo o líquido da gozada na minha frente, enquanto minha tia não perdeu tempo e se colocou na mesma posição que minha mãe tava, começando a cavalgar em mim: .-Agora é minha vez, passei a semana inteira desejando teu pau, tô com a buceta encharcada de vontade de enfiar… E foi o que ela fez, começou uma cavalgada selvagem no meu pau, eu apertava os peitos dela e virando a cabeça me meti entre as pernas da minha mãe e comecei a chupar a buceta dela, as duas começaram a gemer de prazer, minha mãe porque a buceta tava sensível da última gozada e minha tia porque a visão excitava ela demais e ela também tava quase gozando: .-Aaagghhh… que filho da puta você é, Luis… tá me fazendo gozar… só de ver você chupando a buceta da sua mãe… que tesão… aaagghhh… tô gozando… siiiim, enfia a língua bem fundo… belisca meus mamilos do jeito que você sabe… siiiim… que delíciaaaa…. aaaghhh... .-Assim, minha vida, chupa minha buceta que você faz eu ter outro orgasmo… aagghhh… continua enfiando o pau na puta da sua tia pra ela saber que tipo de macho eu tenho em casa… aagghhh… tô gozando, meu amor, não para… jáaaaaa… As duas gozaram quase ao mesmo tempo e eu com meu pau duro feito uma estaca, verdade seja dita, graças a ter gozado agora pouco e à vitalidade da idade, porque tenho que admitir que com o que tinha acabado de acontecer qualquer um já teria gozado. Minha tia saiu de cima de mim e minha mãe não perdeu tempo, pegou meu pau e começou a chupar com habilidade, minha tia não ficou atrás e enquanto uma chupava a cabeça a outra se entretinha com minhas bolas, de vez em quando passavam lambia meu pau e quando se encontravam, se beijavam de língua, era um espetáculo realmente safado. Eu sentia que estava prestes a gozar, então peguei meu pau e, ficando de pé, pedi para as duas se ajoelharem na minha frente, queria me masturbar na cara delas, falei a mesma coisa e disse para elas se masturbarem junto comigo, minha intenção era gozarmos os três ao mesmo tempo e encher a cara delas com meu gozo: .—Vou gozar, putas… aaghhh… vou encher a cara de vocês com meu gozo… abram suas bocas… aagghhh… .—Simmm… eu também, meu amor… joga na minha cara… aagghhh… disse minha mãe. .—E eu também, querido… tudo, tudo nas nossas caras… aaghhh… Gozamos os três ao mesmo tempo, como eu disse, joguei todo meu gozo na cara delas e elas, em agradecimento, limparam meu gozo uma da outra com a língua, depois se beijaram trocando meus fluidos de uma boca para a outra. Deitamos para descansar um pouco no sofá, os três juntos, eu no meio das duas, e elas foram me beijando na boca de vez em quando, se uma me dava tesão, a outra dava mais ainda, era uma experiência maravilhosa. Depois fomos para o chuveiro, onde entre risadas e massagens nos divertimos muito, nos secamos e já na cama da minha mãe passamos o resto da noite. Já faz um tempo desde aquela primeira vez, com minha mãe é raro o dia que não transamos, ela está mais sorridente, gosta de fazer em qualquer lugar da casa, no banheiro, na cozinha, vendo TV na sala, claro na cama dela, já chegamos a fazer até no chão do corredor, onde desse vontade e na hora que fosse. Devo dizer que quando meu pai está em casa, ela dedica todo o tempo a ele, e eu fico de lado. Com minha tia, passo muitos fins de semana com ela e nossas sessões de cama são inesquecíveis, de vez em quando, para minha mãe não ficar sozinha, fazemos umas sessões os três que nem o Kama Sutra, ainda bem que me cuido e malho muito, senão tenho certeza que não aguentaria esse ritmo. Até aqui minhas aventuras com as duas mulheres mais importantes da minha vida… por enquanto…
Só lembrem que a história não é minha, encontrei na web e achei foda pra caralho pra compartilhar com vocês. Espero que tenham gostado, se curtiram a ideia de eu postar mais histórias, comentem 👇👇👇👇👇👇
1 comentários - História de Incesto 2 (Amor em Família Pt2)