{..Antes de começar, quero deixar claro que as imagens mostradas aqui não são reais, óbvio, é só pra vocês terem uma ideia. Agora sim, vamos começar..} Consegui ver tudo!!! Minha mãe estava conversando com o médico, por mais atenção que eu prestasse, não ouvia nada. O interessante foi quando os dois se levantaram. O médico apontou para a maca e minha mãe foi pra lá. Meu coração começou a disparar quando vi que ela abaixou a calça!!!
Só deixando ver a calcinha branca dela, mas tinha uma coisa que me chamava a atenção: dava pra ver que a calcinha tava apertando nela. O doutor foi e baixou ela, e eu pude notar que ela tinha uma bucetinha inchada, bem gordinha, mas em vez de dar nojo, te dava aquela sensação de excitação. Não tinha nem um pelo, tava muito bem depiladinha.
O doutor deitou ela de um jeito que os joelhos dela ficaram dobrados, aí ele se ajoelhou e começou a cheirar a buceta gostosa da minha mãe. Minha mãe, com cara de preocupada, se deixava levar. O doutor começou a fazer sexo oral, abria os lábios dela e metia a língua de um jeito tão bestial, assim durou uns 5 minutos, minha mãe não tinha nenhuma expressão de excitação nem de prazer, acho que ela tava fazendo mais pelos sintomas do que por gosto. De repente, vi um volume tremendo aparecendo na calça do doutor, sem hesitar, ele tirou aquele pênis enorme, era grosso e comprido (esse filho da puta era bem dotado).
Com muita suavidade, começou a roçar o pau dele na buceta da minha mãe (naquele momento, em vez de sentir raiva, eu sentia uma excitação enorme, queria ver minha mãe sendo penetrada e bem comida). Num movimento brusco, ele penetrou minha mãe, fiquei bem impressionado porque minha mãe estava super lubrificada, ele metia com muita força e minha mãe, com cara de dor, reclamava. O médico começou a falar algo mais alto e consegui ouvir o que ele dizia: Dr: Você gosta, né, putinha? F: Mjjj Dr: Essa bucetinha já tava precisando de um pau! Olha só, já tá toda molhada! F: Por favor, não fala mais nada Dr: Porque você sabe que gosta. Não sei se minha mãe estava ficando excitada, porque quando olhei para as pernas do médico, estava escorrendo muito fluido, era inacreditável, minha mãe parecia uma fonte, cada vez que ele tirava e colocava, ouvia-se como quando você lambe um picolé, como se ficasse grudado e soltasse. Naquele momento, parei de olhar e fiquei pensando: será que é certo o que minha mãe está fazendo? Ou o que eu estou fazendo?… Fodi-me e voltei a olhar. O médico já estava cansando e decidiu tirar o pau naquela hora, saiu muito fluido, nunca vou esquecer aquela imagem, a buceta da minha mãe cheia de fluido.
Assim, espero uns segundos até o doutor passar papel higiênico pra ela se limpar (esse papel ficou bem molhado e até o doutor teve que passar o papel pra ela terminar de se limpar).
Assim que terminou de se limpar, mamãe vestiu a calça e o médico perguntou…
Dr: Você vem amanhã de novo?
F: Não sei.
Dr: Essa bucetinha que você tem é muito gostosa, não sei como seu marido não te come todo dia, eu comia sim.
F: Para de falar besteira.
Dr: Eu recomendo você transar também com jovens. A partir dos 12 anos eles começam a produzir testosterona, e isso faria bem pra você.
F: Já chega.
Dr: Me diz, posso te esperar amanhã?
F: Não sei, quero ver se a sessão de hoje adiantou alguma coisa.
Dr: Tá bem, senhora, como a senhora quiser (sorrindo).
Minha mãe pegou a bolsa e saiu do consultório, depois entrou no banheiro. Então eu voltei por onde entrei pra ver o que ia rolar. Minha mãe baixou a calça e começou a mijar. Depois disso, com os dedos, tocou a própria buceta e eu vi que, com cara de nojo, ela olhou pros fluidos — eram meio branquinhos e transparentes. Dava pra ver que mamãe não parava de se lubrificar, porque literalmente "a buceta dela estava faminta por pica".
Só deixando ver a calcinha branca dela, mas tinha uma coisa que me chamava a atenção: dava pra ver que a calcinha tava apertando nela. O doutor foi e baixou ela, e eu pude notar que ela tinha uma bucetinha inchada, bem gordinha, mas em vez de dar nojo, te dava aquela sensação de excitação. Não tinha nem um pelo, tava muito bem depiladinha.
O doutor deitou ela de um jeito que os joelhos dela ficaram dobrados, aí ele se ajoelhou e começou a cheirar a buceta gostosa da minha mãe. Minha mãe, com cara de preocupada, se deixava levar. O doutor começou a fazer sexo oral, abria os lábios dela e metia a língua de um jeito tão bestial, assim durou uns 5 minutos, minha mãe não tinha nenhuma expressão de excitação nem de prazer, acho que ela tava fazendo mais pelos sintomas do que por gosto. De repente, vi um volume tremendo aparecendo na calça do doutor, sem hesitar, ele tirou aquele pênis enorme, era grosso e comprido (esse filho da puta era bem dotado).
Com muita suavidade, começou a roçar o pau dele na buceta da minha mãe (naquele momento, em vez de sentir raiva, eu sentia uma excitação enorme, queria ver minha mãe sendo penetrada e bem comida). Num movimento brusco, ele penetrou minha mãe, fiquei bem impressionado porque minha mãe estava super lubrificada, ele metia com muita força e minha mãe, com cara de dor, reclamava. O médico começou a falar algo mais alto e consegui ouvir o que ele dizia: Dr: Você gosta, né, putinha? F: Mjjj Dr: Essa bucetinha já tava precisando de um pau! Olha só, já tá toda molhada! F: Por favor, não fala mais nada Dr: Porque você sabe que gosta. Não sei se minha mãe estava ficando excitada, porque quando olhei para as pernas do médico, estava escorrendo muito fluido, era inacreditável, minha mãe parecia uma fonte, cada vez que ele tirava e colocava, ouvia-se como quando você lambe um picolé, como se ficasse grudado e soltasse. Naquele momento, parei de olhar e fiquei pensando: será que é certo o que minha mãe está fazendo? Ou o que eu estou fazendo?… Fodi-me e voltei a olhar. O médico já estava cansando e decidiu tirar o pau naquela hora, saiu muito fluido, nunca vou esquecer aquela imagem, a buceta da minha mãe cheia de fluido.
Assim, espero uns segundos até o doutor passar papel higiênico pra ela se limpar (esse papel ficou bem molhado e até o doutor teve que passar o papel pra ela terminar de se limpar).
Assim que terminou de se limpar, mamãe vestiu a calça e o médico perguntou… Dr: Você vem amanhã de novo?
F: Não sei.
Dr: Essa bucetinha que você tem é muito gostosa, não sei como seu marido não te come todo dia, eu comia sim.
F: Para de falar besteira.
Dr: Eu recomendo você transar também com jovens. A partir dos 12 anos eles começam a produzir testosterona, e isso faria bem pra você.
F: Já chega.
Dr: Me diz, posso te esperar amanhã?
F: Não sei, quero ver se a sessão de hoje adiantou alguma coisa.
Dr: Tá bem, senhora, como a senhora quiser (sorrindo).
Minha mãe pegou a bolsa e saiu do consultório, depois entrou no banheiro. Então eu voltei por onde entrei pra ver o que ia rolar. Minha mãe baixou a calça e começou a mijar. Depois disso, com os dedos, tocou a própria buceta e eu vi que, com cara de nojo, ela olhou pros fluidos — eram meio branquinhos e transparentes. Dava pra ver que mamãe não parava de se lubrificar, porque literalmente "a buceta dela estava faminta por pica".
3 comentários - Mamãe Doente III