Da ideia do trio, a Martita me contou que o outro era um cara com quem ela já tinha transado várias vezes. Muito gente boa, mas inexperiente, mais novo que ela (e, portanto, muito mais novo que eu), que nunca tinha participado de um trio e tinha um pouco de fobia de eu tocar nele... não gostava que um homem o tocasse. — Uhhh! Pensei. Só não mandei ele pra puta que pariu porque tava morrendo de vontade de transar com a Martita de novo! A única coisa que falei é que ia de trem pra Capital, de noite, e teria que dormir na casa dela, se não tivesse problema. Não teve, então organizamos tudo pro encontro. A história de ficar foi uma desculpa, sabia que o cara não ia passar a noite toda e intuía que o trio não ia ser lá essas coisas. Então ia ficar depois só comendo a Martita a noite inteira. Porque dormir não tava nos meus planos. Chegou o dia e lá fui eu. Cheguei antes do outro cara e encontrei a Martita toda empolgada e no fogo, coisa que aproveitei pra uma boa preliminar antes do trio. Quando o cara chegou, minha pica tava na boca da Martita... Tinha que baixar a ansiedade dele! Tomamos umas cervejas e batemos um papo. O cara era legal, mas tava nervoso. Fomos pro quarto e ficamos pelados, ela passou a mão um tempo em cada um. Eu não tava confortável, gosto da bagunça entre todos, de nos tocarmos sem ligar quem é quem... mas beleza, não quis deixar o cara desconfortável e estragar a festa da Martita, então me segurei. A Martita tava um fogaréu e queria as duas picas dentro já! Deitei de barriga pra cima e ela montou em mim. Parou a bunda dela e o cara foi colocando por trás. Preferia ter ido eu no cu, mas mudei de ideia por dois motivos: já teria a noite toda pra comer ele e queria ficar de frente pra Martita e não perder nenhuma das sensações dela. A carinha que ela fez quando o cara entrou e ela sentiu as duas picas dentro, nunca vou esquecer. Satisfação total. Sonho realizado. A primeira de um monte. enfiestadas. E eu tava ali. Olhando ela. Gozando ela. A gente começou devagar, depois mais forte. Acho que ela gozou umas duas vezes, os sucos dela me banharam. Depois de um tempo eu gozei, o magrelo continuava, os nervos não deixavam ele gozar. Um baita de um otário, como eu já tinha previsto. Ele teve maior dificuldade pra gozar. Depois ficamos de boa na cama, conversando. Ela tocava a gente e a gente tocava ela. Quando tivemos prontos, a gente transou de novo, dessa vez foi um de cada vez. Comecei eu com ela de quatro, entrei na pussy dela enquanto ela chupava o magrelo. Adorava ter ela assim e enfiar um dedo naquele cuzinho gostoso enquanto metia nela. — Não goza! — ela me pediu. Então quando tava quase gozando, eu saí e dei meu lugar pro magrelo, que começou a meter nela. Ela tirou a camisinha de mim e agarrou meu pau, me dando um boquete gostoso até tomar todo meu gozo. A primeira gozada que ia dar nela naquela noite. O magrelo continuou metendo nela mas não gozava, só depois de uma punheta longa conseguiu gozar nos peitos dela. Depois ele foi embora. Tinha que trabalhar muito cedo e já era umas 12 da noite. E foi assim que ficamos sozinhos. Ela tava feliz com a experiência e eu não critiquei ela. Com certeza, com o tempo, ela já teve vários trios e surubas muito mais excitantes e quentes, mas esse era o primeiro e ela tava feliz, e no que restava da noite eu ia aproveitar isso. Quando o magrelo foi embora, ficamos conversando pelados, jogados na cama. Ela adorava conversar comigo e nessas conversas foi me contando tudo que tô relatando. — Tudo foi muito gostoso, mas fiquei com vontade de algo — falei enquanto me arrastava até as pernas dela e comecei a lamber até chegar na pussy rosada dela. Chupei a pussy dela com vontade, minha língua brincava com o clitóris e depois se enfiava na intimidade dela pra beber os sucos com gosto enquanto ela gemia e enfiava minha cabeça entre as pernas dela. Ela gritou um orgasmo entre espasmos e me deu uma enxurrada de sucos. Não Parei. Também lambi a bunda dela. Ia e voltava, e ela gemia forte. Depois de outro orgasmo fortíssimo, ela separou minha cabeça porque já não aguentava mais, então me afastei e meti, e bem abraçados a gente transou bem suave e devagar, por muito tempo, até eu gozar. Ficamos assim, abraçados, e dormimos umas quantas horas. Mas ela acordou antes de mim, não sei a que horas, mas ainda estava escuro. E eu acordei sentindo a boca dela no meu pau, chupando desesperadamente como se fizesse um século que não via um pau. Meio dormido, a única coisa que me veio foi virar pra fazer um 69. Como fiquei por baixo, os sucos da Martita escorriam pela minha cara e eu feliz! Tava no melhor lugar do universo. Entre as pernas dela. Acho que ela me banhou com uns dois orgasmos até eu gozar sem soltar o pau da boca dela, e ela engoliu toda minha porra de novo. Voltamos a dormir abraçados. Acordei dessa vez primeiro eu e já tinha amanhecido, tinha que ir. Fui até o banheiro, tomei um banho rápido e saí. Encontrei ela ainda dormindo. Descoberta, de bruços, com aquela bunda rosa e irresistível, e dessa vez fui eu que acordei ela, lambendo, deixando ela louca mais uma vez, e assim mesmo, com a lubrificação da minha saliva, meti, entrando devagar e, quando tava bem dentro, comecei a bombar bem lentamente. Ela passou uma mão pra buceta dela e começou a se masturbar e gemer, e isso me explodiu a cabeça. Comecei a foder com fúria e isso deixou ela louca, ela gemia e gritava, alimentávamos nosso tesão. Depois de um bom tempo dessa fúria, gozei bem dentro da bunda dela. Não devia ter transado sem camisinha, mas a surpresa do momento nos levou a isso. Ver aquela bunda escorrendo a porra que eu tinha deixado lá dentro foi glorioso. Embora depois eu tenha tido mais encontros com ela, esse foi o melhor de todos. O que mais curti. Marita continuou vivendo essa vida dupla. No trabalho e com a família, era a garota simpática, gentil e delicada que todos conheciam. Recatada, nunca se vestia de forma provocante. Aplicada em Seu trabalho cuidando do negócio da família na área de finanças. Filha e irmã boa e gentil nos encontros familiares. Mas depois, na intimidade, ela adorava voltar a ser aquela adolescente que tinha conhecido os prazeres sexuais com a própria mão; uma puta insaciável por sexo e aventuras novas. Ela amava essa vida dupla. Sentia-se segura assim. Na época da faculdade, fez algumas amizades, e no último período, antes de sair, alguns "amigues" que a visitavam no apartamento, assim como eu e mais alguém fora desse meio. As amigas dela, algumas da faculdade e outras do bairro e da paróquia (que ela quase não frequentava mais), não conheciam sua vida dupla. Elas se viam bastante e se amavam muito. Numa tarde de muito calor, Sandra, ex-colega de faculdade, a visitou. Sandy apareceu com um par de cervejas e muita vontade de conversar com a amiga. Sentaram-se no sofá para papear e beber. Todo mundo sabe que quando duas amigas conversam animadas, o tempo voa. As cervejas também, as duas que Sandy trouxe e mais duas que a Martita tinha na geladeira. Já estava tarde e Sandy, que já estava meio tonta, não quis voltar para casa sozinha. Martita a convidou para ficar, emprestou uma camiseta para dormir, que Sandy foi trocar no banheiro. Sandy era baixinha, cabelo castanho comprido e macio, uns lindos olhos verdes e, como era mais cheinha que a amiga, tinha um par de peitões grandes e uma bunda de infarto. Ela tirou a roupa e vestiu a camiseta da amiga. Sem sutiã, os mamilos escuros e grossos marcavam na camiseta, e a bunda enorme dela lutava para aparecer por baixo, coberta só pela calcinha fio dental branca que usava. Martita, naquela época, já costumava dormir pelada, mas por causa da visita da amiga, vestiu uma camisolinha sem nada por baixo. Quando viu Sandy aparecer, sentiu um calor subir pelo corpo e a entreperna ficar úmida. — O que tá acontecendo comigo? — pensou — Eu não curto mulheres... Ela culpou a cerveja, mas em nenhum Num momento, deixo minha amiga dormir no sofá. — A cama é grande e confortável — falei — e de quebra a gente continua conversando. A Sandy também não tinha deixado passar despercebida a figura da amiga de camisola, por isso não recusou o convite de dividir a cama. Conversaram, acariciaram o cabelo uma da outra, se abraçaram, beijaram as bochechas, acariciaram os corpos distraidamente enquanto batiam papo, até que suas bocas se encontraram e toda a luxúria se soltou. Quem visse naquele momento pensaria em duas sapatonas se entregando ao prazer. Mas eram só duas garotas, desinibidas pelo álcool, descobrindo que para o prazer não existem gêneros, só pessoas apaixonadas e famintas por esse prazer. A Martita lambia os pezões generosos da Sandy enquanto ela enfiava dois dedos na buceta inundada da amiga. As duas quiseram provar a primeira buceta uma da outra, então o 69 não demorou a rolar. Ambas sabiam como gostavam de ser chupadas e fizeram o mesmo com a parceira. Os orgasmos explodiram e as duas riram ao ver os rostos tão melados. Depois, a Sandy quis imitar o que viu num pornô e colocou a Martita de barriga pra cima com as pernas abertas, e logo subiu nela cruzando as pernas na famosa tesoura. As bucetinhas se roçando levaram as duas ao êxtase, gozando e percebendo que aquilo era uma das coisas que mais amavam. Passaram a noite se amando e de manhã se perguntaram como aquilo tinha acontecido. As duas perceberam que para o prazer existia um leque enorme. Que não dava pra se rotular atrás de um título. Sapatonas?... Bissexuais?... Que importava. Eram livres pra amar como bem entendessem. Almoçaram juntas, peladas como estavam, e passaram a tarde inteira se amando, descobrindo essa nova fonte de prazer. A Martita continuou somando experiências nessa nova vida de prazeres, incluir mulheres abriu muito o panorama, incluiu casais e pôde brincar com os dois... a coisa tava ficando boa! Um dia pensou que adoraria ser comida. Por muitos homens, mas tinha medo de levá-los ao apartamento dela e muito menos de ir na casa de um desconhecido. Ficou na vontade até que encontrou um anúncio de um conhecido clube de swing que organizava festas de gang bang à tarde. Lembrou que uma vez eu contei que tinha ido, mas que achava que eram armadas pra fisgar caras e que só tinha um par de mulheres que obviamente estavam pagas, e todos os caras metiam nelas. Isso não importou pra ela, já que o que ela queria era que esses caras metessem nela. Lá não iam passar dos limites, pensou, deve ter segurança. E assim foi uma tarde pro clube, com muito medo de ser reconhecida e de seus dois mundos se misturarem. Chegou uma hora depois do início e já tinha uns trinta homens. Por sorte, não reconheceu nenhum. Perto do bar, duas minas conversando. O momento da verdade tinha chegado. Continua.
2 comentários - O segredo da Martita. Parte 3