Mas o tempo não para e eu tive que voltar pra casa da minha tia Ana e pra rotina dos estudos. Ana me recebeu com muita alegria, meu tio estava em casa de novo e eles tinham saído várias vezes pra jantar fora na minha ausência, fiquei feliz por eles. Uma tarde minha tia saiu pra fazer compras, Jorge preferiu não ir, já tava de saco cheio de compras, eu também não tinha nada pra fazer e, embora minha tia me convidasse pra acompanhá-la, meu tio me convenceu a deixar ela ir sozinha. Depois de um tempo em casa vendo um filme, meu tio foi até o bar e trouxe uma garrafa de rum e algumas cocas, eu peguei dois copos e ele serviu cubas-libres pra gente. Os primeiros foram de risadas e brincadeiras, mas já com a cabeça um pouco pesada, meu tio colocou a mão no meu joelho e, com olhos vidrados, me perguntou…
— Manu, você ama sua tia?
No começo me surpreendeu, depois me apavorou, talvez ele tivesse descoberto tudo.
— Claro, tio, por que você pergunta?
— Precisava saber. E você me ama?
— Naturalmente, Jorge, você é o melhor tio que eu poderia ter.
— É que eu tenho que te contar uma coisa, mas primeiro me promete que não vai contar pra ninguém, pra ninguém, entendeu? Nem pra sua mãe.
Engoli seco, não sabia pra onde aquilo ia. Claro que prometi. Ele sentou do meu lado, o hálito dele era rum quase puro.
— Olha, Manu, eu tenho um problema. Eu amo muito sua tia, mas muito mesmo, e sei que ela também me ama, mas ainda assim falta uma coisa muito importante pra gente: um filho.
— Mas tem um problema, a gente não consegue. Quase adotamos um, também olhamos a questão da fertilização assistida e tal, mas fizemos exames os dois e estamos perfeitos. Eu tenho milhões de nadadores bem ativos e a Ana tem uns ovários de primeira, mas mesmo assim não conseguimos. Já não sabemos mais o que fazer. Sua tia já tá se conformando, mas eu não, quero esgotar todas as possibilidades.
— A gente visitou vários médicos e o único que me deu esperança foi um sexólogo. Ele me disse que o O problema é meu, tenho ejaculação precoce, ou seja, gozo rápido demais e não dou tempo pra sua tia saborear meus bichinhos. - Andei matutando muito e cheguei à conclusão de que, se eu gozar quando ela estiver perto do orgasmo, ela vai engravidar. - Falei com sua tia, primeiro de brincadeira, mas aos poucos parece que convenci ela, mas o maior problema é encontrar alguém que queira ajudar e que agrade a Ana. - Sei que é uma loucura o que vou te pedir, mas tô desesperado e vejo sua tia sofrendo sem esperança. Eu ouvia alucinado, não conseguia acreditar, mas tava prestes a ouvir a proposta do Jorge, sentia pena de vê-lo tão angustiado e queria ajudar. - A ideia que tive é a seguinte, mas se não gostar, me fala sem medo. - Como o problema parece ser minha rapidez em gozar, pensei em gozar no melhor momento receptivo da Ana, ou seja, quando ela estiver mais excitada, e assim meu esperma engravidaria ela, você só teria que esquentar ela, digamos, depois eu engravido ela. - Falando assim parece muito ruim, parece egoísta e que não penso em você nem na sua opinião, mas você faria isso pela sua tia Ana e por mim, claro. - O que acha? Bom, não precisa me responder agora, claro, pensa a respeito. - Vou te contar um segredo, nas minhas viagens às vezes comi alguma cliente e, sinceramente, me saí muito bem, mas com sua tia eu gosto tanto dela que me excito e pronto, em dois minutos acabei. - E você, como é? Desculpa perguntar, mas é pra ter uma ideia, você aguenta mais que eu? Eu respondi timidamente. - Na verdade, tenho pouca experiência, não sei o que é normal, mas posso te mostrar algo que pode te dar uma ideia. Fui pegar meu tablet, liguei e mostrei o filme que tinha feito com a Tere, minha professora, transando. - Olha, por curiosidade e um pouco de tesão, gravei esse filme com uma garota, me diz se eu vou bem. Meu tio olhava e olhava admirado. Às vezes ele se coçava na braguilha.
— Isso foi você quem fez?, é você?, claro, você se vê perfeitamente, caralho, que barbaridade, que aguento, e a mina se desmancha debaixo de você, que inveja que me dá, claro que você serve, perfeitamente ainda por cima, e sua tia se visse também ia gostar.
— Valeu, então se você achar melhor vou organizando, já te falo algo, se você concordar, claro.
— Bom, não sei se tô seguro, mas você me elogia demais.
No dia seguinte, quando meu tio foi pro escritório, minha tia veio correndo pro meu quarto.
— Manu, você não tem nada pra me contar?, o que o Jorge te propôs? O que ele te disse, me conta!
— Ele só me contou um problema que tem e quer resolver.
— É mais que um problema, e você, o que acha?
— Da minha parte não tem problema, principalmente se eu tiver com você, mas tenho dúvidas se depois ele não vai gostar e criar birra, e aí quebra a harmonia que a gente tem nós três.
— Acho que não, a gente tá com muita vontade de ter um filho.
Meu tio não demorou muito pra me dar notícias, já tinha tudo planejado, a gente jantaria em casa e depois iria pra cama. Perguntei o que minha tia tinha achado e ele disse que ela tava com muita vergonha de ficar com o sobrinho, tão novo, mas que preferia isso a qualquer desconhecido.
— Uns dias antes a gente conversa os três sobre tudo e aí não vai ter tanta tensão.
A gente foi jantar uma noite, minha tia toda arrumada e numa mesa num canto do restaurante meu tio trouxe o assunto, minha tia olhando pro chão, mal falava, e eu fiquei com a cara vermelha, meu tio eufórico já se via com um filho no colo e tudo parecia fácil pra ele.
— O que vocês acham, casal? Tudo parece perfeito, mais confiança que vocês é impossível, então não vai ter que passar aperto nem vergonha.
— Sábado que vem seria um dia ideal, a gente janta em casa e sem pressão a gente faz, tudo vai fluir muito bem.
Minha tia tava passando o pé descalço na minha entreperna e eu tava com o pau sofrendo dentro da calça, quando a gente levantou fui pro banheiro. dando uma desculpa. No sábado, meu tio tinha comprado uns alimentos gourmet, tudo especial, o champanhe francês claro e o resto à altura, minha tia tinha cozinhado uma das especialidades dela, simples mas deliciosas, e eu preparei a mesa com todo cuidado. Meu tio no jantar só dava amostras de carinho pra minha tia, carícias, beijinhos, etc. Eu tentava desviar o olhar pra não deixar ela constrangida. Quando terminamos, sentamos pra tomar uns drinks, meu tio, como previsto, exagerou, mas quando fomos pro quarto parece que ele se recuperou, foi ele quem quebrou o gelo e começou a beijar a Ana, foi tirando a roupa dela aos poucos, enquanto me incentivava a colaborar, ele tirou toda a roupa, quando ela ficou só de calcinha e sutiã eu de cueca tentava esconder minha excitação, ele já tava com o pau duro, quando minha tia abaixou a calcinha devagar em minha homenagem, meu tio já tava com o pau prestes a estourar, me incentivava a tirar o sutiã dela, fiz timidamente, como se fosse quebrar, ele ficava impaciente e queria meter logo, mas minha tia o parou no seco. - Um momento Jorge, você sabe o que te espera, primeiro o Manu tem que fazer o trabalho dele e no final você entra em cena. Meu tio rangia os dentes mas se afastou uns passos, sentou numa poltroninha, minha tia se aproximou de mim e foi abaixando minha cueca, eu tava envergonhado, com meu tio olhando o pau eu tava broxado. - Viu? O menino precisa de ajuda, é novo e tá envergonhado, vou ter que ajudar ele, posso? Meu tio da poltrona fez um sinal com a mão que tinha permissão, pode ir. Ana se aproximou e se ajoelhou na minha frente, os peitos pequenos deixavam eu ver até a buceta dela de cima, ela examinou meu pau como se nunca tivesse visto outro, puxou o prepúcio, tocou o freio e virou ele, depois cheirou, com o dedo apertava, depois com a ponta da língua tocou, veio uma lambidinha leve, meu tio a dois metros grunhia, Ana beijava a cabeça, acariciava minhas bolas e pesava o pau. Tronco, quando ela abriu a boca e enfiou a glande inteira, quase morri, não queria ficar duro na hora, comecei a pensar em coisas bestas, mas só conseguia ver a Tere, Lisa, Elena, Julia, Emi e até a Clara, era pior ainda, minha tia tinha passado a mão entre minhas pernas e me puxava pra boca dela cheia do meu pau, não tinha como escapar, ela tava me dando um boquete antológico na frente do marido, ele com o pau na mão não tinha nem chance de bater uma, tinha que se guardar pro final. Ana fingiu que não conseguia deixar meu pau no ponto e mandou eu chupar a buceta dela pra ver se animava, pediu licença pro Jorge, que teve que concordar. Ela se colocou na minha frente, abriu as pernas e com dois dedos separou os lábios, o clitóris apareceu brilhando, me ajoelhei na frente dela e passei a língua, ela não conseguiu evitar um espasmo, meu tio gemeu como se fosse nele, minha boca sugou a buceta, o clitóris cresceu quando tirei a pele, os lábios brilhavam e Ana começou a gemer, tentando não demonstrar pra que Jorge não tentasse interferir, quando a buceta parecia uma piscina ela disse que ia tentar me deixar duro de novo, enfiou o pau entre os lábios da buceta e abraçou ele, esfregava o clitóris na minha glande, meu pau começou a crescer, quando já tava duro ela mandou o marido chegar perto, ele pulou do sofá e veio até nós. Ana tirou a mão dele do pau e enfiou na boca, colocou de novo até o talo, enquanto me mandou morder os mamilos dela, fiz isso enquanto minha mão passeava pelas nádegas dela, o dedo procurou a buceta e enfiei até dentro, quando tirei tava escorrendo, passei pelo círculo escuro e enfiei devagar, mas quando senti meu tio acariciando o clitóris dela tive que tirar, minha tia ficou frustrada. Agora ela segurava a gente pelos paus, duas rolas do gosto dela e prontas pra foder ela, me deitei na cama e ela sentou em cima de mim, na frente dela o Jorge via meu pau entrando na buceta dela. buceta, imagino o tempo que ela tava passando, a buceta da mulher dele empalada pela de um moleque, mas o sacrifício valeu a pena, via a Ana pulando em cima de mim, a cara dela dizia que tava perto do orgasmo, eu no meio da cama com a Ana de costas pra mim e meu tio na frente vendo o espetáculo, a Ana pulava e pulava no meu pau, tava quase gozando quando ela mudou e, levantando um pouco, colocou minha cabeça no cu dilatado dela, foi descendo devagar e se enfiando nele, com a mão chamou o Jorge, se jogou pra trás em cima de mim e ofereceu a buceta dela aberta, acho que ele nem viu meu pau a três centímetros dentro dela, mas, foda-se, ele se jogou em cima e meteu de uma vez, ela agradeceu, tava muito quente e dois paus são melhores que um, senti ele roçando em mim através do cu, entrando na buceta dela, até as enfiadas que ele deu logo gozando, minha tia totalmente aberta, só segura por mim, eu pegando nos peitos dela, as pernas abertas por cima da cabeça, ela gozou selvagemente, vibrou inteira e me fez gozar também, quando a gente saiu, o soro escorria pelas coxas dela, misturado e grosso, eles ficaram abraçados, eu me escorri de baixo, e saindo discretamente do quarto fui pro chuveiro. No dia seguinte, tava com medo de encarar o Jorge, não sabia a reação dele, mas logo tive que superar, tava tomando café, ele me olhou sério mas levantou e me ofereceu a cadeira dele enquanto pegava outra pra ele, sorrindo me disse… - Muito bem Manu, você se saiu muito bem, a Ana sofreu mais, mas você muito bem, confesso que no começo eu também sofri, mas no final foi especial, você deixou ela de bandeja pra mim, certeza que ela ficou grávida. - E se não ficou?, falei timidamente. O Jorge ficou calado um momento, pensativo. Depois me deu um tapinha nas costas. - Não se preocupa, a gente vai tentar de novo quantas vezes precisar, agora já quebrou o gelo, né? - Se você diz… Tava toda dengosa com meu tio, fazendo carinho e posando de grávida de brincadeira, meu tio tava orgulhoso e não parava de passar a mão na barriga dela. Uns dias depois ele teve que viajar de novo, foi difícil pra ele, sei que pra minha tia também, quando ele foi embora me pediu pra cuidar bem dela e ficar de olho se ela passasse mal ou algo assim, prometi, claro. Na primeira noite, Ana veio me procurar no meu quarto, precisava de companhia, fui com ela, me abraçou assim que deitei, me agradeceu por ter ajudado eles, tava convencida que ia engravidar com esse esquema, me senti lisonjeado. Quando disse isso, pegou na minha pica e falou…
- Tô convencida que com essa pica já taria grávida há muito tempo.
- Em outras circunstâncias, adoraria, falei. Deitei sobre ela, ela abriu as pernas pra me receber, me abracei nela e entrei sem dificuldade, minha pica tava em casa, ela me apertava com a bacia e eu abraçava ela, adorava fazer aquilo, sentia um carinho especial pela Ana, depois da minha mãe era a pessoa que eu mais amava e ainda por cima fodía que nem os anjos, fiquei um tempo metendo devagar ouvindo o coração dela junto com o meu, de repente, me toquei, levantei o peito e me apoiei com as mãos, sem tirar, perguntei…
- Então… não vou mais poder gozar dentro de você?
- Bom… já não tomo mais as pílulas, mas podemos usar camisinha, ou arriscar furar, de qualquer forma, quanto mais a gente tentar, mais rápido eu engravido e depois fico 9 meses livre pra foder contigo no pelo sem perigo.
- Essa ideia de tentar muito me agrada, fiquei com pena do Jorge vendo a gente foder sem poder participar, mas no fim deu certo, ele é um cara foda.
- É verdade, amo muito ele, mas você é meu homem, me leva pro céu.
- Adoraria ver você gozar agora só pra mim.
- Isso não é difícil, já tô quase lá há um tempão, só de meter você já acende minha buceta.
- Então goza, depois eu gozo nos seus peitos. - Ufa, meus peitos... queria que fossem um tamanho maior, principalmente pra você poder pegar e morder.
- Nem tudo é peito grande, adoro você do jeito que é, e seus bicos me deixam louco.
- Depois a gente fala dos peitos.
- Mal terminou a frase, me abraçou cravando as unhas nas minhas costas, me envolveu com as pernas e se desmanchou em espasmos.
- Quando se acalmou, ficou de braços abertos e, me puxando pra cima do peito dela, pegou minha pica e bateu uma até eu esporrar tudo nos peitos dela; os bicos estavam cheios de creme. De tarde fui pro centro; numa loja de departamentos comprei um antivírus pro tablet. Quando saí, na calçada, dei de cara com a Cris. Minha tia estava de mãos dadas com uma ruiva um pouco mais velha que ela, e do lado dessa, uma garota nova, mais ou menos da minha idade, ainda mais ruiva que a outra — parecia filha dela. Minha tia me cumprimentou, mas achei meio fria. Me apresentou a Susana e a filha dela, Adela. A gente se beijou e bateu um papo rápido. Aí Susana disse que ia comprar um batom e foi com a filha. Minha tia me olhou fechada. Perguntei pela amiga dela, Sofia — ainda lembro do corpo gostoso dela. Ela respondeu com certo rancor...
- Seu filho da puta, por sua culpa ela me largou. Depois que provou sua pica pela primeira vez, gostou e arrumou um cara. No começo a gente dividia, mas depois ela foi embora com ele e me deixou na mão. Ah! E te aviso: não chega perto da Susana, quero ela só pra mim.
Levantei os braços em sinal de rendição, pedi desculpas se tinha sido a causa do término. Nisso, Susana e a filha chegaram. Disseram que estavam com pressa porque tinham consulta no dentista. Susana sugeriu que a Adela ia ficar entediada na sala de espera. Eu me ofereci pra acompanhar a garota enquanto elas estavam ocupadas. A mina era bonita e, principalmente, exótica: cabelo vermelho açafrão, cara cheia de sardas, braços, colo, pernas — ela toda era um monte de sardas. Saímos andando pela calçada das lojas, as três... Lojas lotadas, o povo não deixava a gente andar. Convidei ela pra sentar no terraço de um café. Enquanto traziam as bebidas, ela me contou que era filha única e que conhecia a Cris há pouco tempo. Falei que ela era irmã da minha mãe e que eu tinha outra tia também. Ela perguntou se eu tinha pai. Eu disse que não, que ele tinha morrido. Ela me surpreendeu…
— Eu, pelo contrário, tenho muitos, mas não conheço nenhum.
— Peraí, você quis dizer que tem um e não conhece, né?
— Não, não, é verdade, tenho vários, mas não sei quem são.
— Não me enche o saco, como assim você tem vários?
— Bom, vou te contar, você parece ser de confiança. Minha mãe não me deixa me envolver com caras, só fico com minas. Hoje foi exceção porque você é sobrinho da Cris.
— Minha mãe, como você já deve ter sacado, só se relaciona com mulheres. Desde pequena, sempre teve nojo de homem. Quando ficou mais velha, quis ter um filho, mas de jeito nenhum queria que fosse por meio de um homem. Ela pensou em todas as opções, mas como era solteira, era difícil. Naquela época, ela trabalhava numa agência de seguros, tinha várias colegas e alguns colegas também. Começou um relacionamento com uma colega e contou pra ela que queria ser mãe. A amiga contou em segredo pras outras colegas, e logo todo mundo ficou sabendo, até os caras. Todos resolveram ajudar. Numa sexta à tarde, quando os chefes já tinham ido embora, minha mãe e a amiga dela transaram na sala de reuniões, em cima do carpete. Lá fora, os colegas tinham bolado um plano: as minas faziam boquete nos caras. Tinha de tudo, casados e solteiros, e elas também. Quando a amiga da minha mãe avisou, eles gozaram em copos do bebedouro. Misturaram todo o esperma num copo grande e, com uma seringa grande, introduziram todo o sêmen na buceta da minha mãe. O resultado foi que, pouco tempo depois, ela fez o teste de gravidez na frente de todo mundo. Comemoraram com uma festa enorme. Logo depois, começaram as preocupações e, por orientação… O médico mandou ela ficar de repouso até eu nascer, quando ela voltou já tinham mudado a filial de lugar e ela perdeu o contato com eles. Fiquei chocado, claro que tive que dar razão a ela, qualquer um podia ser o pai dela. Insinuei que se ela tinha os mesmos gostos da mãe.
— Pois é, não sei, nunca fiquei com nenhum garoto, minha mãe sempre me isolou.
— Que pena, porque você é muito gostosa e na sua idade devia escolher por si mesma, com certeza ia agradar todos os caras.
— Eu, gostosa? Qual nada, com esse cabelo ruivo e tanta sarda não agrado ninguém.
— Como não? Eu adoro esse cabelo, é lindo, brilha que nem o sol, e as sardas me atraem muito, aposto que tem umas que vou gostar ainda mais.
— Eu? Tô cheia de sardas feias, quais você gostaria mais, onde tão?
Pra animar ela, quis mostrar que era uma mina muito linda. Apontei o dedo pra camisa dela, desabotoei um botão, olhei nos olhos dela e ela tava me esperando pra eu mostrar as sardas. Continuei soltando o outro botão e descobri o sutiã juvenil que ela usava, já tinha uns peitos bem desenvolvidos, a pele branquíssima cheia de pintinhas rosadas. Olhei de novo nos olhos dela, ela ainda esperava o resultado. Puxei a alça do ombro dela e a taça caiu suavemente, deixando o mamilo à mostra. Era uma sarda bem grande e rosada também, quase não se destacava, mas quando roçou, um pontinho se ergueu. Um arrepio sacudiu ela, ela disse que tinha sentido frio. Paguei a conta e convidei ela pra passear. Quando chegamos num jardim, falei pra sentarmos num banco, bem coberto de vegetação. Logo acenderam os postes, mas por sorte o mais perto não iluminava a gente. Ela disse:
— Manu, sério que você me acha gostosa? E gosta das minhas sardas?
— Adoro você toda, comeria cada sarda sua.
Ela me abraçou, o peito dela apertava minha mão, só precisei enfiar ela por baixo. A camisa dela tava pra fora do sutiã e eu agarrei ela inteira, o mamilo, mesmo pequeno, ficou duro. Procurei o outro, desabotoando todos os botões. Na penumbra da noite, a pele dela brilhava. Eu via as duas bolas brancas, beijei, chupei e mordi de leve. Ela se apertava contra mim, acariciando meu cabelo. Sem querer, acho eu, ela apoiou a mão na minha virilha, sentiu como meu pau tava lutando pra sair. Me olhou com olhos suplicantes, não tinha coragem de me falar, mas eu peguei a mão dela e coloquei no meu membro. Ela agarrou com desespero, não tive escolha a não ser abrir a braguilha e tirar ele pra fora. Ela olhava maravilhada, sem coragem de tocar. Finalmente fez isso, puxava e soltava o prepúcio, a cabecinha ficou vermelha. Ela só dizia…
- Tô gostando… adoro, é lindo, deixa eu beijar?
- Claro, é todo seu.
Ela lambeu pra sentir o gosto, enfiou na boca, abocanhando com os lábios, tomando cuidado pra não morder. Empurrei a cabeça dela pra cima e pra baixo, e ela seguiu o ritmo. Minha mão passou por baixo da saia dela, as coxas mornas foram curtas até eu chegar na rendinha da calcinha. Ela abriu as pernas e soltou meu pau. Perguntei…
- Aí embaixo também tem sardas?
- Mais que em qualquer lugar, quer ver?
- Tô morrendo de vontade de ver.
Ela separou as pernas o suficiente pra eu puxar um lado da calcinha e vi a virilha branca e sardenta, uns pelinhos crespos cor de açafrão aparecendo.
- Devem ser lindas.
- Espera, vou tirar a calcinha e você vê direitinho.
Ela levantou a saia e, abrindo as pernas, me mostrou a buceta coberta de pelo crespo e ruivo. Os lábios eram rosa claro em contraste. Toquei, separando eles, um clitóris pequeno aparecia tímido. Acariciei e fiz ela suspirar. Continuei enfiando os dedos até achar a vagina apertada. Ela me olhou assustada, eu acalmei: "Olha, só vou colocar o dedo um pouquinho, é pra você sentir o calor de um homem."
- Então onde você tem mais calor é no pau, né? - Pois é, mas talvez você não queira colocar ali.
- Bom, se você colocar só como o dedo, eu gostaria de sentir seu calor.
- Se é por isso, vou fazer. Olhei ao redor e, ao longe, tinha outro casal sentado num banco, também não dava pra ver as mãos deles, estavam na deles. Não precisei dizer o que fazer, ela se colocou na minha frente, levantou a saia e sentou no meu colo, eu acariciei o clitóris dela, ele endureceu bastante, ela esperou até eu colocar a ponta da pica na entrada da buceta, apoiou as mãos nos meus ombros.
- Já sinto o calor que você dá, posso sentar um pouco mais?
- Pode fazer o que quiser, mas já sabe o que pode acontecer.
- Sim, já sei, não quero que rasgue nada, minha mãe me mata. Ela sentou com a glande dois centímetros dentro da buceta dela, se movia roçando nele, eu acariciava o clitóris dela, o peito dela balançava numa respiração cada vez mais forte, de repente ela disse…
- Manu, adoro estar com você, você é muito carinhoso, não vou contar pra minha mãe, mas vou fazer. Não me deixou responder, sentou de uma vez em cima de mim, minha pica depois de uma leve resistência entrou até a metade, no próximo pulo foi até o fundo, ela me abraçou e chorou no meu ombro de emoção…
- Obrigada, Manu, você me fez mulher e estou muito feliz. Me beijou nos lábios, era um beijo inexperiente mas com todo o sentimento de gratidão. Ficou um tempo abraçada em mim, depois se levantou, olhou minha pica meio avermelhada com o sangue dela, se inclinou e beijou depois de limpar. Preferi não quebrar o encanto do momento e guardei a pica sem ter gozado. Quando voltamos pra rua de lojas, sentamos de novo no terraço, logo vimos Cris e Susana chegando, vinham com pressa, tinha muita gente na clínica e estavam atrasadas, quando nos viram não quiseram pedir nada, só perguntaram se a gente tinha se divertido, a menina disse pra mãe que tinha. Fiquei muito à vontade, respondi que tinha uma filha que já era uma mulher gostosa pra caralho, a mãe foi embora orgulhosa, Cris me olhou mas não engoliu aquilo direito. Continua.
— Manu, você ama sua tia?
No começo me surpreendeu, depois me apavorou, talvez ele tivesse descoberto tudo.
— Claro, tio, por que você pergunta?
— Precisava saber. E você me ama?
— Naturalmente, Jorge, você é o melhor tio que eu poderia ter.
— É que eu tenho que te contar uma coisa, mas primeiro me promete que não vai contar pra ninguém, pra ninguém, entendeu? Nem pra sua mãe.
Engoli seco, não sabia pra onde aquilo ia. Claro que prometi. Ele sentou do meu lado, o hálito dele era rum quase puro.
— Olha, Manu, eu tenho um problema. Eu amo muito sua tia, mas muito mesmo, e sei que ela também me ama, mas ainda assim falta uma coisa muito importante pra gente: um filho.
— Mas tem um problema, a gente não consegue. Quase adotamos um, também olhamos a questão da fertilização assistida e tal, mas fizemos exames os dois e estamos perfeitos. Eu tenho milhões de nadadores bem ativos e a Ana tem uns ovários de primeira, mas mesmo assim não conseguimos. Já não sabemos mais o que fazer. Sua tia já tá se conformando, mas eu não, quero esgotar todas as possibilidades.
— A gente visitou vários médicos e o único que me deu esperança foi um sexólogo. Ele me disse que o O problema é meu, tenho ejaculação precoce, ou seja, gozo rápido demais e não dou tempo pra sua tia saborear meus bichinhos. - Andei matutando muito e cheguei à conclusão de que, se eu gozar quando ela estiver perto do orgasmo, ela vai engravidar. - Falei com sua tia, primeiro de brincadeira, mas aos poucos parece que convenci ela, mas o maior problema é encontrar alguém que queira ajudar e que agrade a Ana. - Sei que é uma loucura o que vou te pedir, mas tô desesperado e vejo sua tia sofrendo sem esperança. Eu ouvia alucinado, não conseguia acreditar, mas tava prestes a ouvir a proposta do Jorge, sentia pena de vê-lo tão angustiado e queria ajudar. - A ideia que tive é a seguinte, mas se não gostar, me fala sem medo. - Como o problema parece ser minha rapidez em gozar, pensei em gozar no melhor momento receptivo da Ana, ou seja, quando ela estiver mais excitada, e assim meu esperma engravidaria ela, você só teria que esquentar ela, digamos, depois eu engravido ela. - Falando assim parece muito ruim, parece egoísta e que não penso em você nem na sua opinião, mas você faria isso pela sua tia Ana e por mim, claro. - O que acha? Bom, não precisa me responder agora, claro, pensa a respeito. - Vou te contar um segredo, nas minhas viagens às vezes comi alguma cliente e, sinceramente, me saí muito bem, mas com sua tia eu gosto tanto dela que me excito e pronto, em dois minutos acabei. - E você, como é? Desculpa perguntar, mas é pra ter uma ideia, você aguenta mais que eu? Eu respondi timidamente. - Na verdade, tenho pouca experiência, não sei o que é normal, mas posso te mostrar algo que pode te dar uma ideia. Fui pegar meu tablet, liguei e mostrei o filme que tinha feito com a Tere, minha professora, transando. - Olha, por curiosidade e um pouco de tesão, gravei esse filme com uma garota, me diz se eu vou bem. Meu tio olhava e olhava admirado. Às vezes ele se coçava na braguilha.
— Isso foi você quem fez?, é você?, claro, você se vê perfeitamente, caralho, que barbaridade, que aguento, e a mina se desmancha debaixo de você, que inveja que me dá, claro que você serve, perfeitamente ainda por cima, e sua tia se visse também ia gostar.
— Valeu, então se você achar melhor vou organizando, já te falo algo, se você concordar, claro.
— Bom, não sei se tô seguro, mas você me elogia demais.
No dia seguinte, quando meu tio foi pro escritório, minha tia veio correndo pro meu quarto.
— Manu, você não tem nada pra me contar?, o que o Jorge te propôs? O que ele te disse, me conta!
— Ele só me contou um problema que tem e quer resolver.
— É mais que um problema, e você, o que acha?
— Da minha parte não tem problema, principalmente se eu tiver com você, mas tenho dúvidas se depois ele não vai gostar e criar birra, e aí quebra a harmonia que a gente tem nós três.
— Acho que não, a gente tá com muita vontade de ter um filho.
Meu tio não demorou muito pra me dar notícias, já tinha tudo planejado, a gente jantaria em casa e depois iria pra cama. Perguntei o que minha tia tinha achado e ele disse que ela tava com muita vergonha de ficar com o sobrinho, tão novo, mas que preferia isso a qualquer desconhecido.
— Uns dias antes a gente conversa os três sobre tudo e aí não vai ter tanta tensão.
A gente foi jantar uma noite, minha tia toda arrumada e numa mesa num canto do restaurante meu tio trouxe o assunto, minha tia olhando pro chão, mal falava, e eu fiquei com a cara vermelha, meu tio eufórico já se via com um filho no colo e tudo parecia fácil pra ele.
— O que vocês acham, casal? Tudo parece perfeito, mais confiança que vocês é impossível, então não vai ter que passar aperto nem vergonha.
— Sábado que vem seria um dia ideal, a gente janta em casa e sem pressão a gente faz, tudo vai fluir muito bem.
Minha tia tava passando o pé descalço na minha entreperna e eu tava com o pau sofrendo dentro da calça, quando a gente levantou fui pro banheiro. dando uma desculpa. No sábado, meu tio tinha comprado uns alimentos gourmet, tudo especial, o champanhe francês claro e o resto à altura, minha tia tinha cozinhado uma das especialidades dela, simples mas deliciosas, e eu preparei a mesa com todo cuidado. Meu tio no jantar só dava amostras de carinho pra minha tia, carícias, beijinhos, etc. Eu tentava desviar o olhar pra não deixar ela constrangida. Quando terminamos, sentamos pra tomar uns drinks, meu tio, como previsto, exagerou, mas quando fomos pro quarto parece que ele se recuperou, foi ele quem quebrou o gelo e começou a beijar a Ana, foi tirando a roupa dela aos poucos, enquanto me incentivava a colaborar, ele tirou toda a roupa, quando ela ficou só de calcinha e sutiã eu de cueca tentava esconder minha excitação, ele já tava com o pau duro, quando minha tia abaixou a calcinha devagar em minha homenagem, meu tio já tava com o pau prestes a estourar, me incentivava a tirar o sutiã dela, fiz timidamente, como se fosse quebrar, ele ficava impaciente e queria meter logo, mas minha tia o parou no seco. - Um momento Jorge, você sabe o que te espera, primeiro o Manu tem que fazer o trabalho dele e no final você entra em cena. Meu tio rangia os dentes mas se afastou uns passos, sentou numa poltroninha, minha tia se aproximou de mim e foi abaixando minha cueca, eu tava envergonhado, com meu tio olhando o pau eu tava broxado. - Viu? O menino precisa de ajuda, é novo e tá envergonhado, vou ter que ajudar ele, posso? Meu tio da poltrona fez um sinal com a mão que tinha permissão, pode ir. Ana se aproximou e se ajoelhou na minha frente, os peitos pequenos deixavam eu ver até a buceta dela de cima, ela examinou meu pau como se nunca tivesse visto outro, puxou o prepúcio, tocou o freio e virou ele, depois cheirou, com o dedo apertava, depois com a ponta da língua tocou, veio uma lambidinha leve, meu tio a dois metros grunhia, Ana beijava a cabeça, acariciava minhas bolas e pesava o pau. Tronco, quando ela abriu a boca e enfiou a glande inteira, quase morri, não queria ficar duro na hora, comecei a pensar em coisas bestas, mas só conseguia ver a Tere, Lisa, Elena, Julia, Emi e até a Clara, era pior ainda, minha tia tinha passado a mão entre minhas pernas e me puxava pra boca dela cheia do meu pau, não tinha como escapar, ela tava me dando um boquete antológico na frente do marido, ele com o pau na mão não tinha nem chance de bater uma, tinha que se guardar pro final. Ana fingiu que não conseguia deixar meu pau no ponto e mandou eu chupar a buceta dela pra ver se animava, pediu licença pro Jorge, que teve que concordar. Ela se colocou na minha frente, abriu as pernas e com dois dedos separou os lábios, o clitóris apareceu brilhando, me ajoelhei na frente dela e passei a língua, ela não conseguiu evitar um espasmo, meu tio gemeu como se fosse nele, minha boca sugou a buceta, o clitóris cresceu quando tirei a pele, os lábios brilhavam e Ana começou a gemer, tentando não demonstrar pra que Jorge não tentasse interferir, quando a buceta parecia uma piscina ela disse que ia tentar me deixar duro de novo, enfiou o pau entre os lábios da buceta e abraçou ele, esfregava o clitóris na minha glande, meu pau começou a crescer, quando já tava duro ela mandou o marido chegar perto, ele pulou do sofá e veio até nós. Ana tirou a mão dele do pau e enfiou na boca, colocou de novo até o talo, enquanto me mandou morder os mamilos dela, fiz isso enquanto minha mão passeava pelas nádegas dela, o dedo procurou a buceta e enfiei até dentro, quando tirei tava escorrendo, passei pelo círculo escuro e enfiei devagar, mas quando senti meu tio acariciando o clitóris dela tive que tirar, minha tia ficou frustrada. Agora ela segurava a gente pelos paus, duas rolas do gosto dela e prontas pra foder ela, me deitei na cama e ela sentou em cima de mim, na frente dela o Jorge via meu pau entrando na buceta dela. buceta, imagino o tempo que ela tava passando, a buceta da mulher dele empalada pela de um moleque, mas o sacrifício valeu a pena, via a Ana pulando em cima de mim, a cara dela dizia que tava perto do orgasmo, eu no meio da cama com a Ana de costas pra mim e meu tio na frente vendo o espetáculo, a Ana pulava e pulava no meu pau, tava quase gozando quando ela mudou e, levantando um pouco, colocou minha cabeça no cu dilatado dela, foi descendo devagar e se enfiando nele, com a mão chamou o Jorge, se jogou pra trás em cima de mim e ofereceu a buceta dela aberta, acho que ele nem viu meu pau a três centímetros dentro dela, mas, foda-se, ele se jogou em cima e meteu de uma vez, ela agradeceu, tava muito quente e dois paus são melhores que um, senti ele roçando em mim através do cu, entrando na buceta dela, até as enfiadas que ele deu logo gozando, minha tia totalmente aberta, só segura por mim, eu pegando nos peitos dela, as pernas abertas por cima da cabeça, ela gozou selvagemente, vibrou inteira e me fez gozar também, quando a gente saiu, o soro escorria pelas coxas dela, misturado e grosso, eles ficaram abraçados, eu me escorri de baixo, e saindo discretamente do quarto fui pro chuveiro. No dia seguinte, tava com medo de encarar o Jorge, não sabia a reação dele, mas logo tive que superar, tava tomando café, ele me olhou sério mas levantou e me ofereceu a cadeira dele enquanto pegava outra pra ele, sorrindo me disse… - Muito bem Manu, você se saiu muito bem, a Ana sofreu mais, mas você muito bem, confesso que no começo eu também sofri, mas no final foi especial, você deixou ela de bandeja pra mim, certeza que ela ficou grávida. - E se não ficou?, falei timidamente. O Jorge ficou calado um momento, pensativo. Depois me deu um tapinha nas costas. - Não se preocupa, a gente vai tentar de novo quantas vezes precisar, agora já quebrou o gelo, né? - Se você diz… Tava toda dengosa com meu tio, fazendo carinho e posando de grávida de brincadeira, meu tio tava orgulhoso e não parava de passar a mão na barriga dela. Uns dias depois ele teve que viajar de novo, foi difícil pra ele, sei que pra minha tia também, quando ele foi embora me pediu pra cuidar bem dela e ficar de olho se ela passasse mal ou algo assim, prometi, claro. Na primeira noite, Ana veio me procurar no meu quarto, precisava de companhia, fui com ela, me abraçou assim que deitei, me agradeceu por ter ajudado eles, tava convencida que ia engravidar com esse esquema, me senti lisonjeado. Quando disse isso, pegou na minha pica e falou…
- Tô convencida que com essa pica já taria grávida há muito tempo.
- Em outras circunstâncias, adoraria, falei. Deitei sobre ela, ela abriu as pernas pra me receber, me abracei nela e entrei sem dificuldade, minha pica tava em casa, ela me apertava com a bacia e eu abraçava ela, adorava fazer aquilo, sentia um carinho especial pela Ana, depois da minha mãe era a pessoa que eu mais amava e ainda por cima fodía que nem os anjos, fiquei um tempo metendo devagar ouvindo o coração dela junto com o meu, de repente, me toquei, levantei o peito e me apoiei com as mãos, sem tirar, perguntei…
- Então… não vou mais poder gozar dentro de você?
- Bom… já não tomo mais as pílulas, mas podemos usar camisinha, ou arriscar furar, de qualquer forma, quanto mais a gente tentar, mais rápido eu engravido e depois fico 9 meses livre pra foder contigo no pelo sem perigo.
- Essa ideia de tentar muito me agrada, fiquei com pena do Jorge vendo a gente foder sem poder participar, mas no fim deu certo, ele é um cara foda.
- É verdade, amo muito ele, mas você é meu homem, me leva pro céu.
- Adoraria ver você gozar agora só pra mim.
- Isso não é difícil, já tô quase lá há um tempão, só de meter você já acende minha buceta.
- Então goza, depois eu gozo nos seus peitos. - Ufa, meus peitos... queria que fossem um tamanho maior, principalmente pra você poder pegar e morder.
- Nem tudo é peito grande, adoro você do jeito que é, e seus bicos me deixam louco.
- Depois a gente fala dos peitos.
- Mal terminou a frase, me abraçou cravando as unhas nas minhas costas, me envolveu com as pernas e se desmanchou em espasmos.
- Quando se acalmou, ficou de braços abertos e, me puxando pra cima do peito dela, pegou minha pica e bateu uma até eu esporrar tudo nos peitos dela; os bicos estavam cheios de creme. De tarde fui pro centro; numa loja de departamentos comprei um antivírus pro tablet. Quando saí, na calçada, dei de cara com a Cris. Minha tia estava de mãos dadas com uma ruiva um pouco mais velha que ela, e do lado dessa, uma garota nova, mais ou menos da minha idade, ainda mais ruiva que a outra — parecia filha dela. Minha tia me cumprimentou, mas achei meio fria. Me apresentou a Susana e a filha dela, Adela. A gente se beijou e bateu um papo rápido. Aí Susana disse que ia comprar um batom e foi com a filha. Minha tia me olhou fechada. Perguntei pela amiga dela, Sofia — ainda lembro do corpo gostoso dela. Ela respondeu com certo rancor...
- Seu filho da puta, por sua culpa ela me largou. Depois que provou sua pica pela primeira vez, gostou e arrumou um cara. No começo a gente dividia, mas depois ela foi embora com ele e me deixou na mão. Ah! E te aviso: não chega perto da Susana, quero ela só pra mim.
Levantei os braços em sinal de rendição, pedi desculpas se tinha sido a causa do término. Nisso, Susana e a filha chegaram. Disseram que estavam com pressa porque tinham consulta no dentista. Susana sugeriu que a Adela ia ficar entediada na sala de espera. Eu me ofereci pra acompanhar a garota enquanto elas estavam ocupadas. A mina era bonita e, principalmente, exótica: cabelo vermelho açafrão, cara cheia de sardas, braços, colo, pernas — ela toda era um monte de sardas. Saímos andando pela calçada das lojas, as três... Lojas lotadas, o povo não deixava a gente andar. Convidei ela pra sentar no terraço de um café. Enquanto traziam as bebidas, ela me contou que era filha única e que conhecia a Cris há pouco tempo. Falei que ela era irmã da minha mãe e que eu tinha outra tia também. Ela perguntou se eu tinha pai. Eu disse que não, que ele tinha morrido. Ela me surpreendeu…
— Eu, pelo contrário, tenho muitos, mas não conheço nenhum.
— Peraí, você quis dizer que tem um e não conhece, né?
— Não, não, é verdade, tenho vários, mas não sei quem são.
— Não me enche o saco, como assim você tem vários?
— Bom, vou te contar, você parece ser de confiança. Minha mãe não me deixa me envolver com caras, só fico com minas. Hoje foi exceção porque você é sobrinho da Cris.
— Minha mãe, como você já deve ter sacado, só se relaciona com mulheres. Desde pequena, sempre teve nojo de homem. Quando ficou mais velha, quis ter um filho, mas de jeito nenhum queria que fosse por meio de um homem. Ela pensou em todas as opções, mas como era solteira, era difícil. Naquela época, ela trabalhava numa agência de seguros, tinha várias colegas e alguns colegas também. Começou um relacionamento com uma colega e contou pra ela que queria ser mãe. A amiga contou em segredo pras outras colegas, e logo todo mundo ficou sabendo, até os caras. Todos resolveram ajudar. Numa sexta à tarde, quando os chefes já tinham ido embora, minha mãe e a amiga dela transaram na sala de reuniões, em cima do carpete. Lá fora, os colegas tinham bolado um plano: as minas faziam boquete nos caras. Tinha de tudo, casados e solteiros, e elas também. Quando a amiga da minha mãe avisou, eles gozaram em copos do bebedouro. Misturaram todo o esperma num copo grande e, com uma seringa grande, introduziram todo o sêmen na buceta da minha mãe. O resultado foi que, pouco tempo depois, ela fez o teste de gravidez na frente de todo mundo. Comemoraram com uma festa enorme. Logo depois, começaram as preocupações e, por orientação… O médico mandou ela ficar de repouso até eu nascer, quando ela voltou já tinham mudado a filial de lugar e ela perdeu o contato com eles. Fiquei chocado, claro que tive que dar razão a ela, qualquer um podia ser o pai dela. Insinuei que se ela tinha os mesmos gostos da mãe.
— Pois é, não sei, nunca fiquei com nenhum garoto, minha mãe sempre me isolou.
— Que pena, porque você é muito gostosa e na sua idade devia escolher por si mesma, com certeza ia agradar todos os caras.
— Eu, gostosa? Qual nada, com esse cabelo ruivo e tanta sarda não agrado ninguém.
— Como não? Eu adoro esse cabelo, é lindo, brilha que nem o sol, e as sardas me atraem muito, aposto que tem umas que vou gostar ainda mais.
— Eu? Tô cheia de sardas feias, quais você gostaria mais, onde tão?
Pra animar ela, quis mostrar que era uma mina muito linda. Apontei o dedo pra camisa dela, desabotoei um botão, olhei nos olhos dela e ela tava me esperando pra eu mostrar as sardas. Continuei soltando o outro botão e descobri o sutiã juvenil que ela usava, já tinha uns peitos bem desenvolvidos, a pele branquíssima cheia de pintinhas rosadas. Olhei de novo nos olhos dela, ela ainda esperava o resultado. Puxei a alça do ombro dela e a taça caiu suavemente, deixando o mamilo à mostra. Era uma sarda bem grande e rosada também, quase não se destacava, mas quando roçou, um pontinho se ergueu. Um arrepio sacudiu ela, ela disse que tinha sentido frio. Paguei a conta e convidei ela pra passear. Quando chegamos num jardim, falei pra sentarmos num banco, bem coberto de vegetação. Logo acenderam os postes, mas por sorte o mais perto não iluminava a gente. Ela disse:
— Manu, sério que você me acha gostosa? E gosta das minhas sardas?
— Adoro você toda, comeria cada sarda sua.
Ela me abraçou, o peito dela apertava minha mão, só precisei enfiar ela por baixo. A camisa dela tava pra fora do sutiã e eu agarrei ela inteira, o mamilo, mesmo pequeno, ficou duro. Procurei o outro, desabotoando todos os botões. Na penumbra da noite, a pele dela brilhava. Eu via as duas bolas brancas, beijei, chupei e mordi de leve. Ela se apertava contra mim, acariciando meu cabelo. Sem querer, acho eu, ela apoiou a mão na minha virilha, sentiu como meu pau tava lutando pra sair. Me olhou com olhos suplicantes, não tinha coragem de me falar, mas eu peguei a mão dela e coloquei no meu membro. Ela agarrou com desespero, não tive escolha a não ser abrir a braguilha e tirar ele pra fora. Ela olhava maravilhada, sem coragem de tocar. Finalmente fez isso, puxava e soltava o prepúcio, a cabecinha ficou vermelha. Ela só dizia…
- Tô gostando… adoro, é lindo, deixa eu beijar?
- Claro, é todo seu.
Ela lambeu pra sentir o gosto, enfiou na boca, abocanhando com os lábios, tomando cuidado pra não morder. Empurrei a cabeça dela pra cima e pra baixo, e ela seguiu o ritmo. Minha mão passou por baixo da saia dela, as coxas mornas foram curtas até eu chegar na rendinha da calcinha. Ela abriu as pernas e soltou meu pau. Perguntei…
- Aí embaixo também tem sardas?
- Mais que em qualquer lugar, quer ver?
- Tô morrendo de vontade de ver.
Ela separou as pernas o suficiente pra eu puxar um lado da calcinha e vi a virilha branca e sardenta, uns pelinhos crespos cor de açafrão aparecendo.
- Devem ser lindas.
- Espera, vou tirar a calcinha e você vê direitinho.
Ela levantou a saia e, abrindo as pernas, me mostrou a buceta coberta de pelo crespo e ruivo. Os lábios eram rosa claro em contraste. Toquei, separando eles, um clitóris pequeno aparecia tímido. Acariciei e fiz ela suspirar. Continuei enfiando os dedos até achar a vagina apertada. Ela me olhou assustada, eu acalmei: "Olha, só vou colocar o dedo um pouquinho, é pra você sentir o calor de um homem."
- Então onde você tem mais calor é no pau, né? - Pois é, mas talvez você não queira colocar ali.
- Bom, se você colocar só como o dedo, eu gostaria de sentir seu calor.
- Se é por isso, vou fazer. Olhei ao redor e, ao longe, tinha outro casal sentado num banco, também não dava pra ver as mãos deles, estavam na deles. Não precisei dizer o que fazer, ela se colocou na minha frente, levantou a saia e sentou no meu colo, eu acariciei o clitóris dela, ele endureceu bastante, ela esperou até eu colocar a ponta da pica na entrada da buceta, apoiou as mãos nos meus ombros.
- Já sinto o calor que você dá, posso sentar um pouco mais?
- Pode fazer o que quiser, mas já sabe o que pode acontecer.
- Sim, já sei, não quero que rasgue nada, minha mãe me mata. Ela sentou com a glande dois centímetros dentro da buceta dela, se movia roçando nele, eu acariciava o clitóris dela, o peito dela balançava numa respiração cada vez mais forte, de repente ela disse…
- Manu, adoro estar com você, você é muito carinhoso, não vou contar pra minha mãe, mas vou fazer. Não me deixou responder, sentou de uma vez em cima de mim, minha pica depois de uma leve resistência entrou até a metade, no próximo pulo foi até o fundo, ela me abraçou e chorou no meu ombro de emoção…
- Obrigada, Manu, você me fez mulher e estou muito feliz. Me beijou nos lábios, era um beijo inexperiente mas com todo o sentimento de gratidão. Ficou um tempo abraçada em mim, depois se levantou, olhou minha pica meio avermelhada com o sangue dela, se inclinou e beijou depois de limpar. Preferi não quebrar o encanto do momento e guardei a pica sem ter gozado. Quando voltamos pra rua de lojas, sentamos de novo no terraço, logo vimos Cris e Susana chegando, vinham com pressa, tinha muita gente na clínica e estavam atrasadas, quando nos viram não quiseram pedir nada, só perguntaram se a gente tinha se divertido, a menina disse pra mãe que tinha. Fiquei muito à vontade, respondi que tinha uma filha que já era uma mulher gostosa pra caralho, a mãe foi embora orgulhosa, Cris me olhou mas não engoliu aquilo direito. Continua.
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