32. Experiência Inesperada 8ª Parte (SexyAracely)

Uma experiência inesperada 8ª Parte
… elas se vestiram e me jogaram umas notas, e antes de ir embora, me deixando completamente exausta, falaram – Amanhã nesse horário a gente vem te comer, sua puta.

E foram embora, me deixando morrendo de vontade que voltassem logo.

Mas eu ainda precisava de mais! Eles nem eram bonitos, eram gordos e sem graça, mas os paus deles e o jeito que me dominaram me enlouqueceram. Só me deixaram em brasa, eu precisava de alguém pra apagar meu fogo, a luxúria que queimava por dentro.

Aí peguei meu celular e liguei pro Ricardo, ele atendeu na hora e falou – Oi – fiquei tão excitada que desliguei. Então meu celular tocou e ele disse

– OI, SUA PUTA, COMO TÁ A RABUDA MAIS GOSTOSA QUE EXISTE! – Não respondi porque minha respiração já era só ofegância e eu só conseguia gemer baixinho.

– TÁ DANDO PRA VER QUE CÊ TÁ NO FOGO, VAGABUNDA! HMMM, QUERIA TÁ AÍ PRA MORDER ESSAS BUNDA GOSTOSA E ESSAS TETAS QUE CÊ TEM, RABUDA!
– BUCETA, BUCETA, CÊ ME DEIXA LOUCA!
– E MAIS AINDA SE TE VEJO PRA ENFIAR ESSA PIROCA GOSTOSA QUE CÊ TANTO AMA! QUERO TE VER, RABUDA!
– SIM, MEU AMOR, FALA ONDE!
– CÊ JÁ SABE ONDE, TE ESPERO LÁ DAQUI A POUCO

E antes de desligar, me mandou um beijo que me arrepiou toda. Aí me levantei, ainda com cheiro de porra e mijo dos meus amantes anteriores, entrei no banho de novo, sabendo que tavam me olhando pela janela e sim, eles estavam lá. Quando vi eles, me exibi pra eles curtirem a vista, acariciei meu corpo e mandei um beijo pros dois, e só ouvi – OLHA A RABUDA, ELA GOSTOU! – Falou um – ENTÃO AMANHÃ A GENTE DÁ MAIS ATÉ ESTRORAR O CU DELA – falou o outro enquanto eu me masturbava, gemendo gostoso pra eles.

Depois de vários orgasmos, me ensaboei me acariciando toda e saí do banho, e quando saí, ouvi os pedreiros estalando beijos pra mim. Me senti desejada. Agora, que roupa eu ia escolher pro Ricardo? Uma cinta-liga, vestido, jeans? Pra ele, usei uma cinta-liga vermelha, pro amigo dele, a branca.

Não, agora não ia usar cinta-liga. Ia usar uma tanga amarela e um sutiã da mesma cor. cor. Sapato de salto verde-limão, mas… sim, eu vestiria aquele mini short que ele me viu usando, adorava o jeito que ele me olhava, então usaria de novo, e uma blusa top.

Só tinha o problema dos chupões. Entre o Paco, o Manuel e os pedreiros, tinham me marcado pra caralho, então passei maquiagem só no pescoço tentando disfarçar, porque se algum tarado na rua me visse e quisesse me comer e conseguisse me convencer (e do jeito que eu tava super quente, não ia dar trabalho nenhum), eu não ia chegar inteira pro Ricardo.

Me maquiei, me vesti e, na hora que a tanga entrou no meio da minha racha, o roçado me deu um orgasmo delicioso. Depois de me acalmar, me arrumei e, já maquiada, saí de casa. Os vizinhos, como sempre, estavam me esperando, então dediquei a eles minha melhor e mais ensaiada caminhada, rebolando de um jeito sugestivo, mas discreto.

Já na rua, a caminho da casa do Ricardo, os carros diminuíam a marcha pra falar putaria — "GOSTOSA, QUE BUNDA DELICIOSA! SOBE AQUI, MINHA RAINHA, QUE VOU TE DAR TUDO QUE VOCÊ QUISER!" — Cada putaria fazia meu coelhinho palpitar, mas, fazendo um esforço, me abstinha de virar e responder, mesmo morrendo de vontade. Até na praça, os moleques adolescentes, os jovens, os velhinhos, todos me falaram alguma coisa, fosse putaria ou cantada.

Quando cheguei na porta, como naquela primeira vez, comecei a ofegar e gemer. A tanga roçava meu cu, aumentando minha excitação, então parei pra me acalmar, me controlar antes de entrar. Ao girar a maçaneta, a excitação aumentou de novo. Mal entrei e vi o Ricardo com o corpo musculoso e a pica monstra, totalmente pelado, me esperando.

Ver ele assim me fez fechar os olhos e gemer com o orgasmo tremendo que só de vê-lo e saber que aquele corpo poderoso ia me possuir me deu. Então ele, sem esperar eu abrir os olhos, avançou, me envolveu com os braços de ferro e me apertou contra a porta enquanto enfiava a língua na minha boca, ao mesmo tempo que as mãos dele desabotoavam o short e… Enfiou os dedos por baixo da calcinha fio dental pra meter no meu coelhinho todo ensopado, enquanto a outra mão apertava minha bunda sem dó.
Quando a boca dele desceu pro meu pescoço, meus gemidos enchiam o quarto. Eu já tava gozando só com aquela situação, os dedos dele no meu coelhinho e na minha bunda, sentir ele explorando meus buraquinhos e a língua dele no meu pescoço e boca era uma loucura. Sem parar de me acariciar, ele me levou pra cama e, antes de deitar, tirou meu short e minha blusa. Já deitada, ele abriu minhas pernas e a língua dele arrancou mais orgasmos só de tocar meu clitóris.

Ele me incendiava como ninguém, e enquanto a língua dele saboreava meu coelhinho, os dedos entravam e saíam do meu cu...

— RICARDO, RICARDO, EU PRECISO DE VOCÊ!
— TÁ PARECENDO UMA VAGABUNDA, TÁ MESMO, TÃO CHEIA DE MORDIDAS DE OUTROS FILHOS DA PUTA.
— PAPAI, MAS SÓ VOCÊ É MEU DONO E EU SOU SUA, MINHA ALMA, MEU CORAÇÃO, MEU CORPO É SEU!
— ENTÃO EU SOU SEU DONO, SUA RABUDA?
— SIM, MEU AMOR, SIM, TE AMO, TE AMO, ME APAIXONEI POR VOCÊ QUE NEM UMA LOUCA!

Depois da minha confissão, ele voltou a atacar com a língua, me enlouquecendo. Agora começou a subir pela minha barriga até chegar nos meus peitos, segurando eles com as mãos, lambendo e mordendo, arrancando gemidos intensos de mim. — NÃO VOU MORDER ESSES CHUPÕES, PORQUE QUERO QUE ELES SUMAM, GOSTOSA, MAS DEPOIS, QUANDO NÃO TIVER MAIS, EU VOU FAZER OS MEUS! — ele disse. — SIM, SIM, MINHA VIDA, OS QUE VOCÊ QUISER! ME MARCA PRA VOCÊ, MEU AMOR! — eu gritei por causa do orgasmo fodido que as palavras dele me deram.

Então, do jeito que tava, de missionário, ele me penetrou violentamente, e a boca dele tomou conta da minha, lambendo minha pinta que ele já sabia que me excitava pra caralho quando ele fazia isso. Ele bombeava, tirava tudo e enfiava com violência, me fazendo tremer, me enlouquecendo mais do que eu já tava por ele. A bestialidade dele me possuindo me deixava subjugada, totalmente rendida, e o que ele pedisse eu faria sem pensar. Então ele sussurrou no meu ouvido:

— EU TAMBÉM TE AMO, GATINHA!
— SÉRIO? NÃO TÁ ME ENGANANDO?
— SIM, TE AMO, MAMÃE, VOCÊ ME DEIXA LOUCO! -¡AAAAAAAAHHHHHHHHHHH! –Comecei a gozar como nunca, o hálito dele no meu ouvido e aquelas palavras me dominavam, me seduziam.
-¡VOCÊ NÃO SABE O QUANTO EU FIQUEI DE PAU DURO POR SUA CAUSA, RABUDA!
-¡AAAAHHH, E EU POR VOCÊ, PAPAI!

Ele bombava como um louco, as estocadas dele me faziam gritar, gemer, chorar, aquela mistura de paixões sem freio que só ele me causava e me fazia perder a razão. Não parava de me bombear selvagemente. Então me fez me inclinar pra acariciar minhas nádegas e, depois, apontando o pau dele pro meu cuzinho, meteu de novo e voltou a arremeter com tudo.

As estocadas dele faziam minhas nádegas quicarem na pélvis dele enquanto meus peitos balançavam no ritmo das investidas, ele me segurava firme pelos quadris comandando o ritmo da penetração e eu só gemia, enlouquecida, toda encharcada de suor.

Ele bombou até me fazer explodir em outro orgasmo intenso e aí tirou o pau pra apontar pro meu cu, metendo devagar, as sensações que me invadiam naquele momento me enlouqueciam, sentir aquele membro viril potente entrando centímetro por centímetro era uma loucura e, uma vez lá dentro, ele voltou a arremeter sem piedade, mas agora segurando meus braços pra trás, me dominando completamente enquanto a pélvis dele batia na minha bunda.

Meus gritos eram totalmente descontrolados, eu fechava os olhos e só me dedicava a sentir as estocadas dele e como aquele pau entrava e saía do meu cu. Ele se inclinou e a boca dele procurou minha orelha pra morder, me fazendo tremer enquanto as mãos dele apertavam meus peitos e os dedos procuravam minha bucetinha.

As lágrimas continuavam escorrendo dos meus olhos diante do prazer bestial que a foda me dava, o hálito dele no meu pescoço e as mãos tocando minha pele me causavam até que ele começou a acelerar as estocadas e a ofegar intensamente, aí senti o pau dele tremer dentro das minhas entranhas enquanto as inundava de porra, me arrancando um orgasmo delicioso.

Caímos na cama, ele ficou sobre minhas costas, ofegante, enquanto se recuperava lambia meu pescoço e agarrava Meus peitos e eu sentia o pau dele tremer ainda e como foi perdendo a ereção aos poucos. Assim ficamos o resto do tempo até ele se levantar e se despedir, porque tinha um compromisso, e eu aproveitei pra tomar banho e ir pra casa. Ainda estava excitada e, no caminho pra minha casinha, no parque, encontrei um "conhecido": o velho que tinha aproveitado a outra vez e me comido nos arbustos. Assim que me viu, notei a ereção dele.

Agora eu queria aproveitar e sorri de forma provocante pra ele. — Gostosa! — ele disse, e eu me virei de meia-volta, rebolando, e o guiei até a casa do Ricardo. Estava sozinha e pensei em aproveitar. Mal chegamos na porta e o velho me segurou pela cintura, esfregando o volume dele na minha bunda, sem me dar tempo de abrir, me fazendo gemer. Com muito custo, consegui abrir a porta e, assim que entramos, o velho tirou minha blusa e meu short por trás, enquanto eu continuava guiando ele até a cama. Quando chegamos, ele se despiu enquanto ainda lambia meu pescoço.

Então, sem mais, me inclinou e enfiou o pau no meu cu, me segurando firme, e começou a bombar como um animal, dando tapas fortes na minha bunda e me fazendo gemer.

— Gostosa, tava com vontade de te comer de novo, de arrebentar essa sua bunda!
— Aaahhh, ah, ah, aaaahhhh!

Ele me deixava louca, bombava gostoso demais, era delicioso sentir a barriga dele se encaixando nas minhas costas e a pélvis batendo na minha bunda.

— Você é uma puta deliciosa, uma puta fogosa!
— Aaaahhh, ahhh, buceta!

Esse velho só queria me foder, e eu adorava como ele fazia. Ele me arrancou um orgasmo intenso, porra. Agora me segurou pelos dois braços, puxando eles pra trás, e bombava meu cu me deixando de pé e levemente inclinada. Ele investia me dominando, me fazendo sentir submissa, porque enquanto me segurava os braços, me comia, me fazendo sentir totalmente dominada. Eu só conseguia gemer e ofegar, porque sentir o pau dele entrando e saindo do meu cu me tirava o fôlego.

Ele me deixou colocar as mãos na cama de novo pra continuar bombando meu cu. bestialmente, bufando igual a um bicho no cio enquanto me dava tapas fortes na bunda.

E me segurou pelos braços de novo, me deixando levemente inclinada enquanto sentia a pélvis dele bater na minha bunda num prazer intenso e enlouquecedor. Agora me fez endireitar mais e as mãos dele seguraram meus peitos, fazendo minhas costas colarem no peito dele pra aproveitar e a boca dele mordia meu pescoço, minhas orelhas, lambia minhas bochechas e enfiava a língua na minha boca ardentemente.

— GOSTOSA, QUE DELÍCIA VOCÊ TÁ!
— AAAAH, AH, AH, AH, AH, AAAAH!

Ele dizia enquanto massageava violentamente meus peitos e segurava meu queixo pra continuar lambendo minha boca sem parar de meter no meu cu. As mãos dele percorriam meu corpo à vontade, cada ponto erógeno do meu corpo foi explorado por esse velho safado tarado. Aí ele enfiou os dedos na minha buceta me fazendo explodir num orgasmo violento que escorria pelas minhas pernas, tão violento que senti minhas pernas bambiarem e se não fosse porque ele me segurava empalada com a mão na minha xereca eu teria desmaiado de prazer.

Agora ele tirou e me fez deitar abrindo minhas pernas totalmente pra meter na posição de missionário e me possuiu de novo, mas agora aproveitava pra chupar meus peitos e minha boca.

— GOSTOSA, QUE DELÍCIA DE PEITOS E QUE DELÍCIA DE BOCA, TAVA MORRENDO DE VONTADE DE COMER!
— AAAAH! AAAAAAH!
— VOU COMER ESSA VAGABUNDA QUANDO EU QUISER!
— SIIIIIM, AAAAH, SIIIIM MEU REI!

As mãos dele percorriam meu corpo enquanto bombava minha xereca, eu aproveitava pra acariciar as costas dele, segurar a cabeça dele e deixar ele mamar meus peitos, mas também lambia meus lábios e enfiava a língua na minha boca.

Aí depois de ter bombado selvagemente minha buceta me arrancando vários orgasmos, ele começou a ofegar intensamente e disse:

— JÁ VOU GOZAR, VADIA!
— SIM, SIM, SIM PAPI!
— ONDE VOCÊ QUER, GOSTOSA? NO CU, NA SUA BUCETA OU NA BOCA?
— ONDE VOCÊ QUISER, BUCETA, ONDE VOCÊ QUISER!

Aí ele Ele tirou e me fez ajoelhar, colocando o pau na altura do meu rosto para se masturbar até explodir, enchendo minha boca, meu rosto e meus peitos com o esperma dele. Depois, enfiou de novo na minha boca pra foder ela até gozar outra vez entre gritos, e me fez limpar com a língua. Aí ele se vestiu e me deixou lá, com a promessa de nos vermos de novo.

Continua...32. Experiência Inesperada 8ª Parte (SexyAracely)

Aqui esta a traducao para o p

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1 comentários - 32. Experiência Inesperada 8ª Parte (SexyAracely)

alekil +2
De donde sacas esas fotos?! wow jaja buenisimo