Fala, galera! Dessa vez vim contar pra vocês a próxima experiência cuckold que vou ter com a minha mina. Faz mais ou menos um ano que bateu aquela vontade de ver ela transando com outra pessoa, na real é uma fantasia que tenho desde que me entendo por gente. Fui comentando com ela, e pelo visto, de cara ela curtiu. O problema é que ela não se sentia pronta pra fazer, porque não se sentia segura com o próprio corpo, se acha feia por ser gordinha.
Bom, o bagulho foi que na base da insistência, foi conseguindo que ela fosse se soltando faz tempo. Entramos pra ver vários anúncios em sites, primeiro só olhando perfis e aos poucos foi conversar com os interessantes e responder quem mandava mensagem. Até quando saíamos pra fora da cidade, íamos em lugares tipo bares, e ficávamos de olho pra ver se alguém entrava na brincadeira.
Faz umas 3 semanas, a gente foi pra Carlos Paz, num bar que encontramos, entramos pra tomar umas bebidas e ver o clima do lugar. Entre um drink e outro, ela percebe que quando vai ao banheiro, um cara de uns 30 anos (a gente tem 23, os dois) fica olhando pra ela e manda um elogio, e ela responde. Quando volta, ela me conta, e eu falo: "Por que você não vai de novo? Se ele falar algo, chama ele pra mesa. Se ele aceitar, já é um passo a mais." Aí ela vai e chama ele pra mesa, com a desculpa de que eu sou só um amigo, e o cara aceita.
Vejo ela se aproximando rindo com um cara bem arrumado, nada de outro mundo, mas um cara gato, bem vestido, educado, senta com a gente. Aí ela me apresenta como amigo, e eles começam a conversar, de onde a gente vinha, se a gente gostava da cidade, ele disse que era de Santa Fe Capital, a gente é de Rafaela, que fica uns 100 km mais ou menos. Bom, nisso tudo eles não passavam de uma conversa normal, não tinha muita insinuação de nada, o que tava me excitando era ver como outro cara aos poucos tava dando em cima da minha mina. Fica tarde, nisso a gente vai embora e ele vai pro lado dele, trocam números com ela.
Assim que a gente sai, o cara manda um WhatsApp pra ela dizendo que era uma pena ela estar comigo, senão ele a convidava pra ir pra outro lugar e ver se rolava algo mais. Ela responde que não tem problema, que eu não ia criar caso, que ela topava (não gosto de me alongar muito no que eles falam, senão fica longo). Resumindo, combinam de se encontrar num flash no apê onde a gente tava hospedado. O cara chega, eu supostamente tava no quarto dormindo. Era um apê pequeno, o quarto e a sala eram colados. Bom, eu deixo eles sozinhos na sala. E é aqui que a coisa fica interessante.
Eu tava totalmente ligado no que rolava na sala e tive a sorte e o acaso de conseguir ver um pouco pela porta sem que percebessem que eu tava ali.
O cara chega, era umas 3 da manhã, entra, eles se cumprimentam, ela convida ele pra sentar e começam a conversar e beber algo. Tudo normal por uns 20 minutos, só papo de se conhecerem melhor. Depois começa o tateio, perguntando se tinham namorado ou namorada, e tal. Começam as indiretas, até que em certo momento começam a se pegar. Nessa hora eu já tava durasso, ver minha mulher com outro cara me excitava pra caralho. Entre beijos e amassos por uns 10 minutos, parece que não aguentaram mais. Ela se abaixa e desabotoa a calça dele pra tirar a pica monstra que o cara tinha. Não parecia que ele carregava aquilo. Quando ela viu, ficou um pouco mais surpresa com a rola que ele tinha ali. Calcula: eu sou gordinho e tenho 15cm, e esse cara veio todo marcado, tinha uma pica do caralho. Bom, a questão é que ela começa a chupar e chupar como uma louca. Eu adorava ver minha mulher metendo uma pica enorme na boca, e ela tava curtindo também. Ela ficou vidrada na pica dele por uns 20 minutos até o cara gozar e encher a boca dela de porra. Não sei por que não transaram de verdade, talvez porque não dava ou por causa do lugar. Mas eu tava morrendo de excitação por ter visto minha mulher, tecnicamente, me fazer de corno. Terminam, Depois de mais um pouco de chape e franela, o cara foi embora. Eu fingi que tava dormindo, mesmo não sendo o plano, pra ver se ela me contava alguma coisa.
Questão que no dia seguinte ela me conta, e a gente decide que ela vai falar a verdade pra esse cara. Ela contou o que rolou naquele dia, que eu era o namorado, não o amigo, e que queria ter a experiência de ser cuck consentido. A surpresa foi que o cara curte ser bull, e topou na hora o que a gente queria. Agora a gente tá organizando pra rolar direitinho, possivelmente esse fim de semana em casa, ver ela ao vivo e de perto transando gostoso com um bull. Eu tô encantado, já comprei uma calcinha fio dental e um sutiã novo pra ela, um perfuminho, uma caixa de camisinha saborizada e um comprimido azul pra ver como ela vai ser comida na minha frente. Não consigo achar palavras pra explicar isso pra vocês, gente, eu amo isso. Ainda não chegou o dia e já tô completamente com a cabeça a mil por ver como vão comer minha mulher. Espero que tudo dê certo, e que ela possa aproveitar o que eu não consigo dar pra ela. Valeu por ler, desculpa pela redação meio bosta desse relato, são 5 da manhã e eu tô sem dormir. Um abraço grande.
Bom, o bagulho foi que na base da insistência, foi conseguindo que ela fosse se soltando faz tempo. Entramos pra ver vários anúncios em sites, primeiro só olhando perfis e aos poucos foi conversar com os interessantes e responder quem mandava mensagem. Até quando saíamos pra fora da cidade, íamos em lugares tipo bares, e ficávamos de olho pra ver se alguém entrava na brincadeira.
Faz umas 3 semanas, a gente foi pra Carlos Paz, num bar que encontramos, entramos pra tomar umas bebidas e ver o clima do lugar. Entre um drink e outro, ela percebe que quando vai ao banheiro, um cara de uns 30 anos (a gente tem 23, os dois) fica olhando pra ela e manda um elogio, e ela responde. Quando volta, ela me conta, e eu falo: "Por que você não vai de novo? Se ele falar algo, chama ele pra mesa. Se ele aceitar, já é um passo a mais." Aí ela vai e chama ele pra mesa, com a desculpa de que eu sou só um amigo, e o cara aceita.
Vejo ela se aproximando rindo com um cara bem arrumado, nada de outro mundo, mas um cara gato, bem vestido, educado, senta com a gente. Aí ela me apresenta como amigo, e eles começam a conversar, de onde a gente vinha, se a gente gostava da cidade, ele disse que era de Santa Fe Capital, a gente é de Rafaela, que fica uns 100 km mais ou menos. Bom, nisso tudo eles não passavam de uma conversa normal, não tinha muita insinuação de nada, o que tava me excitando era ver como outro cara aos poucos tava dando em cima da minha mina. Fica tarde, nisso a gente vai embora e ele vai pro lado dele, trocam números com ela.
Assim que a gente sai, o cara manda um WhatsApp pra ela dizendo que era uma pena ela estar comigo, senão ele a convidava pra ir pra outro lugar e ver se rolava algo mais. Ela responde que não tem problema, que eu não ia criar caso, que ela topava (não gosto de me alongar muito no que eles falam, senão fica longo). Resumindo, combinam de se encontrar num flash no apê onde a gente tava hospedado. O cara chega, eu supostamente tava no quarto dormindo. Era um apê pequeno, o quarto e a sala eram colados. Bom, eu deixo eles sozinhos na sala. E é aqui que a coisa fica interessante.
Eu tava totalmente ligado no que rolava na sala e tive a sorte e o acaso de conseguir ver um pouco pela porta sem que percebessem que eu tava ali.
O cara chega, era umas 3 da manhã, entra, eles se cumprimentam, ela convida ele pra sentar e começam a conversar e beber algo. Tudo normal por uns 20 minutos, só papo de se conhecerem melhor. Depois começa o tateio, perguntando se tinham namorado ou namorada, e tal. Começam as indiretas, até que em certo momento começam a se pegar. Nessa hora eu já tava durasso, ver minha mulher com outro cara me excitava pra caralho. Entre beijos e amassos por uns 10 minutos, parece que não aguentaram mais. Ela se abaixa e desabotoa a calça dele pra tirar a pica monstra que o cara tinha. Não parecia que ele carregava aquilo. Quando ela viu, ficou um pouco mais surpresa com a rola que ele tinha ali. Calcula: eu sou gordinho e tenho 15cm, e esse cara veio todo marcado, tinha uma pica do caralho. Bom, a questão é que ela começa a chupar e chupar como uma louca. Eu adorava ver minha mulher metendo uma pica enorme na boca, e ela tava curtindo também. Ela ficou vidrada na pica dele por uns 20 minutos até o cara gozar e encher a boca dela de porra. Não sei por que não transaram de verdade, talvez porque não dava ou por causa do lugar. Mas eu tava morrendo de excitação por ter visto minha mulher, tecnicamente, me fazer de corno. Terminam, Depois de mais um pouco de chape e franela, o cara foi embora. Eu fingi que tava dormindo, mesmo não sendo o plano, pra ver se ela me contava alguma coisa.
Questão que no dia seguinte ela me conta, e a gente decide que ela vai falar a verdade pra esse cara. Ela contou o que rolou naquele dia, que eu era o namorado, não o amigo, e que queria ter a experiência de ser cuck consentido. A surpresa foi que o cara curte ser bull, e topou na hora o que a gente queria. Agora a gente tá organizando pra rolar direitinho, possivelmente esse fim de semana em casa, ver ela ao vivo e de perto transando gostoso com um bull. Eu tô encantado, já comprei uma calcinha fio dental e um sutiã novo pra ela, um perfuminho, uma caixa de camisinha saborizada e um comprimido azul pra ver como ela vai ser comida na minha frente. Não consigo achar palavras pra explicar isso pra vocês, gente, eu amo isso. Ainda não chegou o dia e já tô completamente com a cabeça a mil por ver como vão comer minha mulher. Espero que tudo dê certo, e que ela possa aproveitar o que eu não consigo dar pra ela. Valeu por ler, desculpa pela redação meio bosta desse relato, são 5 da manhã e eu tô sem dormir. Um abraço grande.
16 comentários - Próxima Experiência Cuckold Amador
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