Uma experiência inesperada - Parte 4
No dia seguinte, quando meu marido foi trabalhar, assim que ele saiu, entrei no banho. Enquanto me lavava, meu celular tocou. Era o Ricardo. Não quis atender, mas a insistência e as lembranças começaram a me excitar. É assim que termina meu relato anterior. Continua:
Saí do chuveiro pingando, me enrolei na toalha pra ver quem era. Era o Ricardo. Não quis atender, mas o celular não parava de tocar. Decidi não dar o gostinho pra ele, mesmo que o simples fato de ver que era ele já acelerava meu pulso e bagunçava minha respiração.
Deixei o celular na pia, deixei a toalha cair e voltei pra água. Nisso, tocou o aviso de uma mensagem de texto. Peguei o celular pra ver o que era. Era uma mensagem dele: "Sua puta de rabão, quero meter essa pica no teu cu."
Fiquei perturbada, excitada por ele me chamar assim. Ainda estava nua e sentia as palavras dele percorrerem meu corpo e se cravarem na minha buceta e no meu cu, fazendo eles pulsarem. Tentei me acalmar, pensando que a água fria ia ajudar a clarear minha mente e apagar o fogo que tava acendendo dentro de mim.
Deixei o celular de novo, fui em direção ao chuveiro quando o aviso de mensagem tocou outra vez. Li outra mensagem do Ricardo: "Você é uma vagabunda, quero lamber teu cu e tua buceta, meter essa pica nesse rabão que você tem, sua mendiga de rabo grande." Minha respiração virou ofegância e pensei: "Maldito, é um filho da puta, não vai me deixar em paz." Mas por dentro, eu queria que ele continuasse me mandando textos. Nem tinha largado o celular e o aviso tocou de novo. Imediatamente vi o que era: uma foto do pau dele, totalmente duro.
Inconscientemente, já tava esfregando meu coelhinho desde a mensagem anterior. Quando vi a foto, passei a língua na tela e enfiei os dedos na minha buceta, ofegante. Aí veio outro texto: "Imagina ela no teu cu, sua gostosa, imagina ela entrando e saindo da tua buceta até te fazer gritar, sua puta."
Já não aguentei mais. Fui pra minha cama e me deitei, enfiando os dedos nos meus buraquinhos, gemendo desesperada. então tocou o celular e eu atendi ofegante…
— AAAAH, ALÔ, AH!
— TÁ VENDO QUE VOCÊ GOSTOU DAS MINHAS MENSAGENS, GATONA!
— SIM, SIM, GOSTEI PRA CARALHO. SEU FILHO DA PUTA!
— O QUE CÊ TÁ FAZENDO, VAGABUNDA?
— AAAAHHH, AHHH, O QUE CÊ ACHA? O QUE CÊ ACHA QUE EU TÔ FAZENDO?
— TÁ SE MASTURBANDO, VAGABUNDA? JEJEJEJEJEJE
— SIM, SEU FILHO DA PUTA, SIM, CÊ ME DEIXOU COM TESÃO, TÔ PEGANDO FOGO DE TANTO QUERER SEU PAU!
— FALA cock, VAGABUNDA, FALA QUE CÊ QUER MEU cock, MEU CACETE!
— SIM, SIM, SIM, QUERO SEU cock, QUERO ELE NO MEU CU E NA MINHA BUÇETA!
— ME IMAGINA AGORA EM CIMA DE VOCÊ, METENDO, QUE NO LUGAR DOS SEUS DEDOS É MEU cock!
— AAAAAAAAHHHHH, AAAHHHHH! BUÇETA, AH, AH, AH!
— TÔ METENDO E TIRANDO FURIOSO, VAGABUNDA, CÊ SENTE COMO ELE RASPONTA SUA BUÇETA POR DENTRO E COMO MINHA BOCA MORDE SEUS PEITOS!
— AAAAAAAAAAHHHHHHH! AAAAAAHHHHH! RICARDOOOOOO!
— TÔ BATENDO UMA PENSANDO QUE TÔ DENTRO DE VOCÊ, AHHHH, QUE TÔ TE COMENDO, VAGABUNDA!
— AAAHHH, AAAHH, AH, AH, AH, MEU AMOR!
— JÁ TÁ COMEÇANDO A ESCORRER, VOU TE DAR MEU LEITEEEEE, AAAAGGGHHHHH!
Quando ele disse isso, eu comecei a tremer, vítima de um orgasmo incrível, a voz dele e a respiração de macho no cio me excitaram até me arrancar um orgasmo com a ajuda dos meus dedinhos.
Ele ficou falando mais putaria no meu ouvido enquanto eu continuava ofegante.
— MMMMM, QUE GOSTOSO É TE COMER, AINDA TÔ DO SEU LADO TE BEIJANDO, TE APALPANDO TODA!
— AH, RICARDO, CÊ É UM FILHO DA PUTA!
— MAS CÊ GOSTA, VAGABUNDA! TE ESPERO MEIO-DIA NA CASA DO PAPAI, AINDA NÃO ENTREGUEI A CHAVE, VOU ENTREGAR DEPOIS, DE VOCÊ DEPENDE QUANTO TEMPO EU DEMORAR PRA ENTREGAR, ENQUANTO VOCÊ QUISER VAI SER NOSSO NINHO DE AMOR!
Me imaginar que naquela casa eu ia ser comida o tempo todo que quisesse me deu outro orgasmo, e Ricardo percebeu pelos meus gemidos abafados.
— JEJEJEJEJE, TÁ VENDO QUE CÊ GOSTOU DA IDEIA! TE ESPERO MEIO-DIA, SE VESTE DE PUTA GOSTOSA, VOU TE COMER ATÉ CÊ FICAR LOUCA.
Ele me mandou um beijo e desligou. Fiquei estirada na minha cama ainda gemendo, ele estava me seduzindo, me tornando dele, minha mente e meu corpo só queriam ser dele. Fiquei deitada com os Olhos fechados, ainda ofegante, me tremendo toda. Quando finalmente levantei, eram 11h, fui pro meu toucador me arrumar. Cada vez que pensava nele, me arrepiava e minha bucetinha ficava molhada. Tava tão excitada que tentava não me mexer pra não gozar.
Quando terminei de me maquiar, fui pegar minha calcinha fio dental vermelha de renda, uma cinta-liga e um sutiã da mesma cor, porque ia vestir um vestido vermelho tomara-que-caia, que mal chegava abaixo do meio da coxa. Com meu cabelo bagunçado e meus saltos vermelhos, terminei de me arrumar. Eu também queria deixar ele louco, então me vesti do jeito mais gostosa que consegui.
Faltando 15 pras 12, saí pra lá. Era perto, mas queria andar devagar. Cada carro que passava me cantava, um até diminuiu a velocidade pra me dizer:
— Sobe, gostosa, te levo aonde quiser.
— Não, valeu, vou aqui perto.
— Sobe, princesa, vamos pra um motel.
— HAHAHAHAHAHA! Que nada, valeu, já tão me esperando.
— Quem tá te esperando? Seu namorado?
— Sim, então valeu de qualquer jeito.
— Pois se animar, me liga, gostosa, metia gostoso em você. — E me deu o cartão dele.
E foi embora. Eu ri e, enquanto andava, todo mundo que me via falava umas putarias pesadas, e eu, de resposta, rebolava mais ainda pra provocar.
Cheguei na casa. Só de estar na frente da porta, meu coração disparou, minha bucetinha ficou tão molhada que quase gozei. Tentando me controlar, esperei um pouco e então abri a porta.
A casa tava vazia, mas eu sabia que ele me esperava no quarto. Então fui pra lá, e meus saltos ecoavam no silêncio da casa. Ao chegar na porta, vi que Ricardo tinha montado uma cama e colocado uma câmera de vídeo. Ele tava completamente nu, o pau dele totalmente duro, apontando pro teto. Só de ver, fiquei louca. O corpo forte dele e o membro viril me deixaram subjugada.
Ele me olhava com um olhar cheio de luxúria. De onde colocou a câmera, dava pra pegar a porta e a cama, então ele tava me filmando. Sem esperar mais, afrouxei o vestido e deixei ele cair. Ficando só de calcinha e liga. Quando me viu, soltou um assobio e estendeu as mãos me chamando pra perto.
Me aproximei e ele, sentado na cama com as pernas abertas, fez com que as minhas ficassem no meio, a boca dele na altura da minha barriga. Então ele me abraçou pela cintura, sentir aqueles braços fortes me envolvendo me arrepiou toda, enquanto a boca dele lambia e mordiscava minha barriga. Aí ele aproximou o pau das minhas coxas e fez eu segurar ele com elas, começando a se mexer como se estivesse bombeando pra roçar o pau no meio das minhas coxas, me provocando sem dó. Agora as mãos dele começaram a acariciar minhas pernas devagar, minhas coxas, na frente, atrás, na parte interna, onde ele via que eu me arrepiava ele ficava acariciando, descobrindo meus pontos fracos enquanto eu segurava a cabeça dele, jogando a minha pra trás e gemendo.
Ele me seduzia, queria ter certeza de me enlouquecer acariciando cada ponto fraco. De olhos fechados, eu disse:
— POR FAVOR, MEU AMOR, VOCÊ VAI FAZER EU ME APAIXONAR POR VOCÊ! — falei entre gemidos
— É ISSO QUE EU QUERO, VADIA, QUE VOCÊ SEJA MINHA, MINHA ESCRAVA!
— JÁ SOU, MEU AMOR, SOU ESCRAVA DO SEU PAU, DA SUA BOCA, DO SEU CORPO!
— VOCÊ É MINHA, RABUDA? É MINHA VADIA PRA EU METER QUANDO EU QUISER?
— SIM, MEU AMOR, SIM, SOU SUA, MEU RABO É SEU, MINHA BUCETA, MINHAS NADEGAS, MEUS PEITOS, MEU CORPO, MINHA ALMA PERTENCEM A VOCÊ, RICARDO! — Ao falar essas palavras, meu tesão foi tanto que tive meu primeiro orgasmo.
— AAAAAHHHHHHHHHH! RICARDOOOOO!
Então as mãos dele começaram a acariciar minhas nádegas, amassando devagar. De repente, ele colocava o dedo do meio onde a nádega termina, onde faz uma linha entre a nádega e a coxa, aquele contato me fez tremer forte, então ele repetia aquele toque combinando com os lugares nas minhas coxas que me excitavam enquanto continuava lambendo e mordendo minha barriga.
Sem parar de me seduzir, ele arrancou a calcinha fio dental violentamente, me fazendo abrir as pernas sem parar. de acariciar minhas zonas erógenas que eu tinha descoberto e enquanto eu tirava o sutiã, gritei —TE AMO, TE AMO RICARDO!— falei entre gemidos, agora a língua dele foi descendo até chegar na minha bucetinha encharcada e começou a chupá-la enquanto abria minhas nádegas com as mãos pra enfiar os dedos no meio e brincar com meu cu.
—AAAAHHHHHH, AAAHHHHHH, AH, AH, AH, AH!
Eu me segurava firme nas nádegas dele, minhas pernas queriam dobrar de tanta excitação que a língua dele na minha bucetinha me causava, mas ele me segurava tão forte que não me deixou cair, os braços dele me prendiam com força enquanto a língua continuava explorando minha bucetinha, me enlouquecendo.
Aí ele abriu minhas nádegas o máximo que pôde, a língua dele entrava de um jeito excitante na minha bucetinha quando eu senti outra língua no meu cu…
Era o homem do carro que me deu o cartão! Também, completamente nu, estava ajoelhado atrás de mim segurando minhas nádegas, lambendo meu cu. Depois eu descobriria que eles são amigos e o Ricardo combinou com ele pra me possuir entre os dois, mas naquele momento eu tava tão tesuda que não ligava pra nada, só queria ser penetrada, violentada, dominada por esses dois machos potentes.
Os dois eram atléticos, era parceiro de academia do Ricardo, então me sentir entre dois machos fortes me fez explodir em outro orgasmo violento, violentíssimo, enquanto os dois continuavam lambendo meus buraquinhos, me fazendo gritar.
Aí me jogaram na cama e os dois se atiraram pra chupar meus peitos, cada um segurando uma mão minha enquanto a outra mão percorria meu corpo, acariciando minha cintura, minha barriga, meus quadris e minha bucetinha, às vezes os dois enfiavam os dedos ao mesmo tempo, me enlouquecendo, ou levantavam minhas pernas e agarravam minhas nádegas.
Quando levantei a vista, a câmera nos filmava, aumentando ainda mais meu tesão. Aí o Ricardo buscou minha boca, enfiando a língua, enquanto o amigo dele lambia os dois mamilos, eu com as mãos acariciava os dois corpos, alcançando o pau do Ricardo e massageando ele, agora o Ricardo mordia minha Pescoço e o amigo dele foram atrás da minha boca, enfiando a língua também, mas agora ele tava lambendo minha pinta, me fazendo gemer. Ricardo mordendo meu pescoço e peitos, e o amigo dele lambendo minha pinta e mordendo meus lábios, enquanto as mãos não paravam de me apalpar toda.
Eu segurava os dois paus, masturbando eles. Tava completamente louca, as línguas, as mãos, os paus, tudo me deixava doida.
— EI, ESSA puta É UMA gostosa, VOCÊ ME DISSE QUE ELA ERA UMA DELÍCIA, MAS NÃO QUE FOSSE TÃO BOA!
— SIM, E ELA AMA pica COMO VOCÊ NÃO FAZ IDEIA, JÁ VAI VER QUANDO A GENTE METER OS DOIS!
— SEUS FILHOS DA PUTA, AAAHHHH, AH, AH!
— QUE RABÃO ELA TEM, ESSAS TETAS TÃO GOSTOSAS, HEHEHEHEHE!
— AAAAAHHHHH, AH, AH, AH, AAAHHHH, AH, AH!
Aí o Ricardo me fez ficar de quatro, com a cara na beirada da cama. Ele ficou atrás de mim e começou a esfregar aquele pauzão no meu cu e na minha buceta, enquanto o amigo dele ficou de pé na minha frente, aproximando aquele pau tão grande quanto o do Ricardo dos meus lábios, esfregando na minha boca, e eu tentava alcançar com a língua.
— PRIMEIRO EU VOU METER, QUANDO EU ENFIAR NA buceta VOCÊ ENFIA NA BOCA DELA PRA GENTE COMER ELA POR TODOS OS LADOS!
— ENTÃO METE LOGO, FILHO DA PUTA, QUE EU JÁ QUERO COMER ELA!
Aí o Ricardo colocou o pau dele na minha buceta e começou a meter, me fazendo gritar de tesão. Aquela barra de carne imensa e quente foi abrindo caminho pelas minhas paredes da buceta até chegar no fundo, e só de meter já me fez ter outro orgasmo violento.
Quando o amigo dele viu como eu tremia, aproveitou que eu abri a boca pra enfiar o pau dele. Senti o calor daquele pau enchendo minha boca, e os dois começaram a bombar minha buceta e minha boca de um jeito selvagem. O amigo dele segurava minha cabeça pra me comer pela boca, enquanto o Ricardo fazia minha bunda bater na pélvis dele com umas estocadas violentas que me arrancavam mais orgasmos, escorrendo pelas minhas pernas até a cama.
Os dois me estocavam no ritmo, quando o Ricardo metia, me empurrando pra Na frente, o amigo dele também fazia a mesma coisa, enfiando o pau na minha garganta. Ficaram assim até gozarem, enchendo minha bucetinha e minha boca de porra. Aí trocaram de lugar, agora a barra de carne quente do amigo dele entrava no meu coelhinho, só de sentir entrando já me fez gozar de novo entre gemidos, e o Ricardo aproveitou pra meter o dele na minha boca e repetir as estocadas até gozar outra vez.
Agora, depois de me deixar quase desmaiada de tantas estocadas e orgasmos, o Ricardo deitou e falou pro amigo dele me guiar pra sentar nele de frente, o amigo segurando minha cintura me levou até ele e me fez sentar devagar pra enfiar tudo enquanto eu gritava de tanto tesão que era ser dominada por dois safados.
Quando já tava totalmente dentro, me fizeram inclinar um pouco, o que o Ricardo aproveitou pra morder meus peitos, e o amigo dele se colocou atrás. Nessa altura já estávamos banhados de suor, o cheiro do quarto era de sexo.
Enquanto o Ricardo mordia meus mamilos, o amigo dele aproveitou pra ir enfiando o pau grosso no meu cu, cada centímetro que entrava me arrancava gritos de dor e lágrimas. Quando enfiou até a metade, parou pra eu me acostumar, e o Ricardo não parava de lamber ou morder meus mamilos pra dor passar. Quando eu comecei a gemer de novo, ele terminou de enfiar, e aí os dois começaram a bombar meu cu e meu coelhinho.
Eles me estocavam com fúria, os corpos suados colados na minha nudez enquanto as mãos me apalpavam à vontade, me davam tapas na bunda ou apertavam meus peitos. O amigo dele de repente puxava meu cabelo pra virar meu rosto e meter a língua na minha boca.
Não sei quantos orgasmos me arrancaram, mas aí o Ricardo falou: — É MINHA VEZ DE ARREBENTAR SEU CU! — E trocaram de posição, agora o Ricardo me sodomizava enquanto o amigo dele estourava meu coelhinho. Quando o Ricardo enfiou no meu cu, me fez gozar de novo porque era mais grosso e comprido, e aí voltaram a atacar meus buracos. Buraquinhos.
Eles me empurravam com tudo e eu só conseguia gritar:
- AAAAGGGHHHH! AHHH, AH, AH, AH, MAISSSSS, AAAAAAAHHHH! MAISSSSS!
E eles continuavam metendo no meu cu e na minha buceta. Até que o amigo dele gritou:
- NÃO AGUENTO MAIS, VOU GOZAR!
- ENTÃO GOZA, EU TAMBÉM VOU ENCHER O CU DELA DE PORRA!
E entre gritos os dois gozaram dentro de mim, quando senti os paus deles despejando o leite no meu cu, comecei a gozar também, gritando.
Eles ficaram um tempo dentro de mim, eu ainda sentia os paus tremendo. Enquanto continuavam enfiando a língua na minha boca e apertando minhas bundas e peitos. Aí me deixaram deitada, exausta, e o Ricardo pegou a câmera, passou pelo meu corpo e chegou perto do meu rosto vermelho de tanto levar porrada. Eu estava de olhos fechados, só gemendo e ofegando.
O amigo dele subiu na cama e bateu uma punheta pra gozar na minha cara, espirrando na minha boca, bochechas e pescoço. Depois o Ricardo pegou a câmera e fez o mesmo, mas ele me fez abrir a boca pra cuspir o leite dele lá dentro.
Aí se vestiram e foram embora. Eu fiquei deitada e dormi de cansaço. Quando acordaram, tinham trazido comida. Achei que tinha acabado tudo, mas não, a gente ia comer pra continuar a foda mais tarde. Mas eu tinha que ficar pelada e comer sentada em cima deles pra eles continuarem me tocando do jeito que quisessem.
O Ricardo trouxe a câmera pra continuar filmando, e aí percebi que iam fazer mais coisas comigo.
Aproveitavam que eu tava pelada em cima deles pra passar algum molho ou creme nos meus peitos e lamber, o que me deixava com um tesão danado, a ponto dos meus bicos doerem de tão duros. Pegavam um camarão, colocavam na boca deles e levavam até a minha, enfiando com a língua. Depois de comer, levantaram, puxaram os paus já duros de novo e mandaram eu passar creme e chupar até eles gozarem na minha boca, o que eu fiz, toda submissa.
Quando terminei, tirando Tudo da mesa que eles trouxeram, me deitaram, passaram creme no meu corpo inteiro e me lamberam toda, me provocando mais orgasmos. Principalmente porque deixavam a creme cair na minha buceta, abrindo ela pra depois lamber até limpar, isso os dois fizeram enquanto enfiavam um pepino no meu cu, me fazendo ter vários orgasmos.
Quando terminaram, me disseram que depois a gente repetiria a foda e que o vídeo era pro pai deles, pra ele ver como a puta é fodida, disse Ricardo. Depois que foram embora, entrei no banho porque tava toda grudenta de creme e porra deles. Já tarde cheguei em casa.
Quando entrei, meu celular tocou de novo, pensando que era Ricardo, atendi:
— Sim, meu amor?
— QUE PORRA DE MEU AMOR, PUTA VAGABUNDA, SOU EU! — Era o seu Ricardo, muito puto — POR QUE VOCÊ TÁ FODENDO COM MEU FILHO E AINDA NÃO VEIO ME VISITAR, SUA PUTA MERDA?
— Pai, não fica bravo, deixa eu explicar!
— EXPLICAR NADA, EXIJO TE FODER, VAGABUNDA!
— MAS PAI, ME DEIXA TE...!
— NADA, SUA VADIA DESGRAÇADA, ME DÁ SEU ENDEREÇO PRA EU IR TE FODER, SE RICARDO TE FODE NA MINHA CAMA, EU VOU TE FODER NA SUA!
— MAS PAI...!
— ME DÁ LOGO, VAGABUNDA!
E pra ele se acalmar, submissamente dei meu endereço, assim, seu Ricardo ia me comer na minha própria cama, me transformando na puta dele, enquanto o filho dele faria o mesmo comigo na casa dele.
Continua.
No dia seguinte, quando meu marido foi trabalhar, assim que ele saiu, entrei no banho. Enquanto me lavava, meu celular tocou. Era o Ricardo. Não quis atender, mas a insistência e as lembranças começaram a me excitar. É assim que termina meu relato anterior. Continua:
Saí do chuveiro pingando, me enrolei na toalha pra ver quem era. Era o Ricardo. Não quis atender, mas o celular não parava de tocar. Decidi não dar o gostinho pra ele, mesmo que o simples fato de ver que era ele já acelerava meu pulso e bagunçava minha respiração.
Deixei o celular na pia, deixei a toalha cair e voltei pra água. Nisso, tocou o aviso de uma mensagem de texto. Peguei o celular pra ver o que era. Era uma mensagem dele: "Sua puta de rabão, quero meter essa pica no teu cu."
Fiquei perturbada, excitada por ele me chamar assim. Ainda estava nua e sentia as palavras dele percorrerem meu corpo e se cravarem na minha buceta e no meu cu, fazendo eles pulsarem. Tentei me acalmar, pensando que a água fria ia ajudar a clarear minha mente e apagar o fogo que tava acendendo dentro de mim.
Deixei o celular de novo, fui em direção ao chuveiro quando o aviso de mensagem tocou outra vez. Li outra mensagem do Ricardo: "Você é uma vagabunda, quero lamber teu cu e tua buceta, meter essa pica nesse rabão que você tem, sua mendiga de rabo grande." Minha respiração virou ofegância e pensei: "Maldito, é um filho da puta, não vai me deixar em paz." Mas por dentro, eu queria que ele continuasse me mandando textos. Nem tinha largado o celular e o aviso tocou de novo. Imediatamente vi o que era: uma foto do pau dele, totalmente duro.
Inconscientemente, já tava esfregando meu coelhinho desde a mensagem anterior. Quando vi a foto, passei a língua na tela e enfiei os dedos na minha buceta, ofegante. Aí veio outro texto: "Imagina ela no teu cu, sua gostosa, imagina ela entrando e saindo da tua buceta até te fazer gritar, sua puta."
Já não aguentei mais. Fui pra minha cama e me deitei, enfiando os dedos nos meus buraquinhos, gemendo desesperada. então tocou o celular e eu atendi ofegante…
— AAAAH, ALÔ, AH!
— TÁ VENDO QUE VOCÊ GOSTOU DAS MINHAS MENSAGENS, GATONA!
— SIM, SIM, GOSTEI PRA CARALHO. SEU FILHO DA PUTA!
— O QUE CÊ TÁ FAZENDO, VAGABUNDA?
— AAAAHHH, AHHH, O QUE CÊ ACHA? O QUE CÊ ACHA QUE EU TÔ FAZENDO?
— TÁ SE MASTURBANDO, VAGABUNDA? JEJEJEJEJEJE
— SIM, SEU FILHO DA PUTA, SIM, CÊ ME DEIXOU COM TESÃO, TÔ PEGANDO FOGO DE TANTO QUERER SEU PAU!
— FALA cock, VAGABUNDA, FALA QUE CÊ QUER MEU cock, MEU CACETE!
— SIM, SIM, SIM, QUERO SEU cock, QUERO ELE NO MEU CU E NA MINHA BUÇETA!
— ME IMAGINA AGORA EM CIMA DE VOCÊ, METENDO, QUE NO LUGAR DOS SEUS DEDOS É MEU cock!
— AAAAAAAAHHHHH, AAAHHHHH! BUÇETA, AH, AH, AH!
— TÔ METENDO E TIRANDO FURIOSO, VAGABUNDA, CÊ SENTE COMO ELE RASPONTA SUA BUÇETA POR DENTRO E COMO MINHA BOCA MORDE SEUS PEITOS!
— AAAAAAAAAAHHHHHHH! AAAAAAHHHHH! RICARDOOOOOO!
— TÔ BATENDO UMA PENSANDO QUE TÔ DENTRO DE VOCÊ, AHHHH, QUE TÔ TE COMENDO, VAGABUNDA!
— AAAHHH, AAAHH, AH, AH, AH, MEU AMOR!
— JÁ TÁ COMEÇANDO A ESCORRER, VOU TE DAR MEU LEITEEEEE, AAAAGGGHHHHH!
Quando ele disse isso, eu comecei a tremer, vítima de um orgasmo incrível, a voz dele e a respiração de macho no cio me excitaram até me arrancar um orgasmo com a ajuda dos meus dedinhos.
Ele ficou falando mais putaria no meu ouvido enquanto eu continuava ofegante.
— MMMMM, QUE GOSTOSO É TE COMER, AINDA TÔ DO SEU LADO TE BEIJANDO, TE APALPANDO TODA!
— AH, RICARDO, CÊ É UM FILHO DA PUTA!
— MAS CÊ GOSTA, VAGABUNDA! TE ESPERO MEIO-DIA NA CASA DO PAPAI, AINDA NÃO ENTREGUEI A CHAVE, VOU ENTREGAR DEPOIS, DE VOCÊ DEPENDE QUANTO TEMPO EU DEMORAR PRA ENTREGAR, ENQUANTO VOCÊ QUISER VAI SER NOSSO NINHO DE AMOR!
Me imaginar que naquela casa eu ia ser comida o tempo todo que quisesse me deu outro orgasmo, e Ricardo percebeu pelos meus gemidos abafados.
— JEJEJEJEJE, TÁ VENDO QUE CÊ GOSTOU DA IDEIA! TE ESPERO MEIO-DIA, SE VESTE DE PUTA GOSTOSA, VOU TE COMER ATÉ CÊ FICAR LOUCA.
Ele me mandou um beijo e desligou. Fiquei estirada na minha cama ainda gemendo, ele estava me seduzindo, me tornando dele, minha mente e meu corpo só queriam ser dele. Fiquei deitada com os Olhos fechados, ainda ofegante, me tremendo toda. Quando finalmente levantei, eram 11h, fui pro meu toucador me arrumar. Cada vez que pensava nele, me arrepiava e minha bucetinha ficava molhada. Tava tão excitada que tentava não me mexer pra não gozar.
Quando terminei de me maquiar, fui pegar minha calcinha fio dental vermelha de renda, uma cinta-liga e um sutiã da mesma cor, porque ia vestir um vestido vermelho tomara-que-caia, que mal chegava abaixo do meio da coxa. Com meu cabelo bagunçado e meus saltos vermelhos, terminei de me arrumar. Eu também queria deixar ele louco, então me vesti do jeito mais gostosa que consegui.
Faltando 15 pras 12, saí pra lá. Era perto, mas queria andar devagar. Cada carro que passava me cantava, um até diminuiu a velocidade pra me dizer:
— Sobe, gostosa, te levo aonde quiser.
— Não, valeu, vou aqui perto.
— Sobe, princesa, vamos pra um motel.
— HAHAHAHAHAHA! Que nada, valeu, já tão me esperando.
— Quem tá te esperando? Seu namorado?
— Sim, então valeu de qualquer jeito.
— Pois se animar, me liga, gostosa, metia gostoso em você. — E me deu o cartão dele.
E foi embora. Eu ri e, enquanto andava, todo mundo que me via falava umas putarias pesadas, e eu, de resposta, rebolava mais ainda pra provocar.
Cheguei na casa. Só de estar na frente da porta, meu coração disparou, minha bucetinha ficou tão molhada que quase gozei. Tentando me controlar, esperei um pouco e então abri a porta.
A casa tava vazia, mas eu sabia que ele me esperava no quarto. Então fui pra lá, e meus saltos ecoavam no silêncio da casa. Ao chegar na porta, vi que Ricardo tinha montado uma cama e colocado uma câmera de vídeo. Ele tava completamente nu, o pau dele totalmente duro, apontando pro teto. Só de ver, fiquei louca. O corpo forte dele e o membro viril me deixaram subjugada.
Ele me olhava com um olhar cheio de luxúria. De onde colocou a câmera, dava pra pegar a porta e a cama, então ele tava me filmando. Sem esperar mais, afrouxei o vestido e deixei ele cair. Ficando só de calcinha e liga. Quando me viu, soltou um assobio e estendeu as mãos me chamando pra perto.
Me aproximei e ele, sentado na cama com as pernas abertas, fez com que as minhas ficassem no meio, a boca dele na altura da minha barriga. Então ele me abraçou pela cintura, sentir aqueles braços fortes me envolvendo me arrepiou toda, enquanto a boca dele lambia e mordiscava minha barriga. Aí ele aproximou o pau das minhas coxas e fez eu segurar ele com elas, começando a se mexer como se estivesse bombeando pra roçar o pau no meio das minhas coxas, me provocando sem dó. Agora as mãos dele começaram a acariciar minhas pernas devagar, minhas coxas, na frente, atrás, na parte interna, onde ele via que eu me arrepiava ele ficava acariciando, descobrindo meus pontos fracos enquanto eu segurava a cabeça dele, jogando a minha pra trás e gemendo.
Ele me seduzia, queria ter certeza de me enlouquecer acariciando cada ponto fraco. De olhos fechados, eu disse:
— POR FAVOR, MEU AMOR, VOCÊ VAI FAZER EU ME APAIXONAR POR VOCÊ! — falei entre gemidos
— É ISSO QUE EU QUERO, VADIA, QUE VOCÊ SEJA MINHA, MINHA ESCRAVA!
— JÁ SOU, MEU AMOR, SOU ESCRAVA DO SEU PAU, DA SUA BOCA, DO SEU CORPO!
— VOCÊ É MINHA, RABUDA? É MINHA VADIA PRA EU METER QUANDO EU QUISER?
— SIM, MEU AMOR, SIM, SOU SUA, MEU RABO É SEU, MINHA BUCETA, MINHAS NADEGAS, MEUS PEITOS, MEU CORPO, MINHA ALMA PERTENCEM A VOCÊ, RICARDO! — Ao falar essas palavras, meu tesão foi tanto que tive meu primeiro orgasmo.
— AAAAAHHHHHHHHHH! RICARDOOOOO!
Então as mãos dele começaram a acariciar minhas nádegas, amassando devagar. De repente, ele colocava o dedo do meio onde a nádega termina, onde faz uma linha entre a nádega e a coxa, aquele contato me fez tremer forte, então ele repetia aquele toque combinando com os lugares nas minhas coxas que me excitavam enquanto continuava lambendo e mordendo minha barriga.
Sem parar de me seduzir, ele arrancou a calcinha fio dental violentamente, me fazendo abrir as pernas sem parar. de acariciar minhas zonas erógenas que eu tinha descoberto e enquanto eu tirava o sutiã, gritei —TE AMO, TE AMO RICARDO!— falei entre gemidos, agora a língua dele foi descendo até chegar na minha bucetinha encharcada e começou a chupá-la enquanto abria minhas nádegas com as mãos pra enfiar os dedos no meio e brincar com meu cu.
—AAAAHHHHHH, AAAHHHHHH, AH, AH, AH, AH!
Eu me segurava firme nas nádegas dele, minhas pernas queriam dobrar de tanta excitação que a língua dele na minha bucetinha me causava, mas ele me segurava tão forte que não me deixou cair, os braços dele me prendiam com força enquanto a língua continuava explorando minha bucetinha, me enlouquecendo.
Aí ele abriu minhas nádegas o máximo que pôde, a língua dele entrava de um jeito excitante na minha bucetinha quando eu senti outra língua no meu cu…
Era o homem do carro que me deu o cartão! Também, completamente nu, estava ajoelhado atrás de mim segurando minhas nádegas, lambendo meu cu. Depois eu descobriria que eles são amigos e o Ricardo combinou com ele pra me possuir entre os dois, mas naquele momento eu tava tão tesuda que não ligava pra nada, só queria ser penetrada, violentada, dominada por esses dois machos potentes.
Os dois eram atléticos, era parceiro de academia do Ricardo, então me sentir entre dois machos fortes me fez explodir em outro orgasmo violento, violentíssimo, enquanto os dois continuavam lambendo meus buraquinhos, me fazendo gritar.
Aí me jogaram na cama e os dois se atiraram pra chupar meus peitos, cada um segurando uma mão minha enquanto a outra mão percorria meu corpo, acariciando minha cintura, minha barriga, meus quadris e minha bucetinha, às vezes os dois enfiavam os dedos ao mesmo tempo, me enlouquecendo, ou levantavam minhas pernas e agarravam minhas nádegas.
Quando levantei a vista, a câmera nos filmava, aumentando ainda mais meu tesão. Aí o Ricardo buscou minha boca, enfiando a língua, enquanto o amigo dele lambia os dois mamilos, eu com as mãos acariciava os dois corpos, alcançando o pau do Ricardo e massageando ele, agora o Ricardo mordia minha Pescoço e o amigo dele foram atrás da minha boca, enfiando a língua também, mas agora ele tava lambendo minha pinta, me fazendo gemer. Ricardo mordendo meu pescoço e peitos, e o amigo dele lambendo minha pinta e mordendo meus lábios, enquanto as mãos não paravam de me apalpar toda.
Eu segurava os dois paus, masturbando eles. Tava completamente louca, as línguas, as mãos, os paus, tudo me deixava doida.
— EI, ESSA puta É UMA gostosa, VOCÊ ME DISSE QUE ELA ERA UMA DELÍCIA, MAS NÃO QUE FOSSE TÃO BOA!
— SIM, E ELA AMA pica COMO VOCÊ NÃO FAZ IDEIA, JÁ VAI VER QUANDO A GENTE METER OS DOIS!
— SEUS FILHOS DA PUTA, AAAHHHH, AH, AH!
— QUE RABÃO ELA TEM, ESSAS TETAS TÃO GOSTOSAS, HEHEHEHEHE!
— AAAAAHHHHH, AH, AH, AH, AAAHHHH, AH, AH!
Aí o Ricardo me fez ficar de quatro, com a cara na beirada da cama. Ele ficou atrás de mim e começou a esfregar aquele pauzão no meu cu e na minha buceta, enquanto o amigo dele ficou de pé na minha frente, aproximando aquele pau tão grande quanto o do Ricardo dos meus lábios, esfregando na minha boca, e eu tentava alcançar com a língua.
— PRIMEIRO EU VOU METER, QUANDO EU ENFIAR NA buceta VOCÊ ENFIA NA BOCA DELA PRA GENTE COMER ELA POR TODOS OS LADOS!
— ENTÃO METE LOGO, FILHO DA PUTA, QUE EU JÁ QUERO COMER ELA!
Aí o Ricardo colocou o pau dele na minha buceta e começou a meter, me fazendo gritar de tesão. Aquela barra de carne imensa e quente foi abrindo caminho pelas minhas paredes da buceta até chegar no fundo, e só de meter já me fez ter outro orgasmo violento.
Quando o amigo dele viu como eu tremia, aproveitou que eu abri a boca pra enfiar o pau dele. Senti o calor daquele pau enchendo minha boca, e os dois começaram a bombar minha buceta e minha boca de um jeito selvagem. O amigo dele segurava minha cabeça pra me comer pela boca, enquanto o Ricardo fazia minha bunda bater na pélvis dele com umas estocadas violentas que me arrancavam mais orgasmos, escorrendo pelas minhas pernas até a cama.
Os dois me estocavam no ritmo, quando o Ricardo metia, me empurrando pra Na frente, o amigo dele também fazia a mesma coisa, enfiando o pau na minha garganta. Ficaram assim até gozarem, enchendo minha bucetinha e minha boca de porra. Aí trocaram de lugar, agora a barra de carne quente do amigo dele entrava no meu coelhinho, só de sentir entrando já me fez gozar de novo entre gemidos, e o Ricardo aproveitou pra meter o dele na minha boca e repetir as estocadas até gozar outra vez.
Agora, depois de me deixar quase desmaiada de tantas estocadas e orgasmos, o Ricardo deitou e falou pro amigo dele me guiar pra sentar nele de frente, o amigo segurando minha cintura me levou até ele e me fez sentar devagar pra enfiar tudo enquanto eu gritava de tanto tesão que era ser dominada por dois safados.
Quando já tava totalmente dentro, me fizeram inclinar um pouco, o que o Ricardo aproveitou pra morder meus peitos, e o amigo dele se colocou atrás. Nessa altura já estávamos banhados de suor, o cheiro do quarto era de sexo.
Enquanto o Ricardo mordia meus mamilos, o amigo dele aproveitou pra ir enfiando o pau grosso no meu cu, cada centímetro que entrava me arrancava gritos de dor e lágrimas. Quando enfiou até a metade, parou pra eu me acostumar, e o Ricardo não parava de lamber ou morder meus mamilos pra dor passar. Quando eu comecei a gemer de novo, ele terminou de enfiar, e aí os dois começaram a bombar meu cu e meu coelhinho.
Eles me estocavam com fúria, os corpos suados colados na minha nudez enquanto as mãos me apalpavam à vontade, me davam tapas na bunda ou apertavam meus peitos. O amigo dele de repente puxava meu cabelo pra virar meu rosto e meter a língua na minha boca.
Não sei quantos orgasmos me arrancaram, mas aí o Ricardo falou: — É MINHA VEZ DE ARREBENTAR SEU CU! — E trocaram de posição, agora o Ricardo me sodomizava enquanto o amigo dele estourava meu coelhinho. Quando o Ricardo enfiou no meu cu, me fez gozar de novo porque era mais grosso e comprido, e aí voltaram a atacar meus buracos. Buraquinhos.
Eles me empurravam com tudo e eu só conseguia gritar:
- AAAAGGGHHHH! AHHH, AH, AH, AH, MAISSSSS, AAAAAAAHHHH! MAISSSSS!
E eles continuavam metendo no meu cu e na minha buceta. Até que o amigo dele gritou:
- NÃO AGUENTO MAIS, VOU GOZAR!
- ENTÃO GOZA, EU TAMBÉM VOU ENCHER O CU DELA DE PORRA!
E entre gritos os dois gozaram dentro de mim, quando senti os paus deles despejando o leite no meu cu, comecei a gozar também, gritando.
Eles ficaram um tempo dentro de mim, eu ainda sentia os paus tremendo. Enquanto continuavam enfiando a língua na minha boca e apertando minhas bundas e peitos. Aí me deixaram deitada, exausta, e o Ricardo pegou a câmera, passou pelo meu corpo e chegou perto do meu rosto vermelho de tanto levar porrada. Eu estava de olhos fechados, só gemendo e ofegando.
O amigo dele subiu na cama e bateu uma punheta pra gozar na minha cara, espirrando na minha boca, bochechas e pescoço. Depois o Ricardo pegou a câmera e fez o mesmo, mas ele me fez abrir a boca pra cuspir o leite dele lá dentro.
Aí se vestiram e foram embora. Eu fiquei deitada e dormi de cansaço. Quando acordaram, tinham trazido comida. Achei que tinha acabado tudo, mas não, a gente ia comer pra continuar a foda mais tarde. Mas eu tinha que ficar pelada e comer sentada em cima deles pra eles continuarem me tocando do jeito que quisessem.
O Ricardo trouxe a câmera pra continuar filmando, e aí percebi que iam fazer mais coisas comigo.
Aproveitavam que eu tava pelada em cima deles pra passar algum molho ou creme nos meus peitos e lamber, o que me deixava com um tesão danado, a ponto dos meus bicos doerem de tão duros. Pegavam um camarão, colocavam na boca deles e levavam até a minha, enfiando com a língua. Depois de comer, levantaram, puxaram os paus já duros de novo e mandaram eu passar creme e chupar até eles gozarem na minha boca, o que eu fiz, toda submissa.
Quando terminei, tirando Tudo da mesa que eles trouxeram, me deitaram, passaram creme no meu corpo inteiro e me lamberam toda, me provocando mais orgasmos. Principalmente porque deixavam a creme cair na minha buceta, abrindo ela pra depois lamber até limpar, isso os dois fizeram enquanto enfiavam um pepino no meu cu, me fazendo ter vários orgasmos.
Quando terminaram, me disseram que depois a gente repetiria a foda e que o vídeo era pro pai deles, pra ele ver como a puta é fodida, disse Ricardo. Depois que foram embora, entrei no banho porque tava toda grudenta de creme e porra deles. Já tarde cheguei em casa.
Quando entrei, meu celular tocou de novo, pensando que era Ricardo, atendi:
— Sim, meu amor?
— QUE PORRA DE MEU AMOR, PUTA VAGABUNDA, SOU EU! — Era o seu Ricardo, muito puto — POR QUE VOCÊ TÁ FODENDO COM MEU FILHO E AINDA NÃO VEIO ME VISITAR, SUA PUTA MERDA?
— Pai, não fica bravo, deixa eu explicar!
— EXPLICAR NADA, EXIJO TE FODER, VAGABUNDA!
— MAS PAI, ME DEIXA TE...!
— NADA, SUA VADIA DESGRAÇADA, ME DÁ SEU ENDEREÇO PRA EU IR TE FODER, SE RICARDO TE FODE NA MINHA CAMA, EU VOU TE FODER NA SUA!
— MAS PAI...!
— ME DÁ LOGO, VAGABUNDA!
E pra ele se acalmar, submissamente dei meu endereço, assim, seu Ricardo ia me comer na minha própria cama, me transformando na puta dele, enquanto o filho dele faria o mesmo comigo na casa dele.
Continua.
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