Uma experiência inesperada - Parte 3
Depois daquele encontro sexual tão intenso, meu corpo ficou escravizado pelo Ricardo. Quando ele foi embora, eu fiquei de quatro naquele colchão sujo, e me deitei sentindo aquela barra grossa de carne preenchendo minhas entranhas, mesmo já tendo sido tirada há um tempo.
Meu cu pulsava e minha buceta ainda queria mais. Fiquei de barriga pra cima, ainda quente, vendo o Ricardo passar com coisas rumo à caminhonete. Com a respiração ainda ofegante, eu olhava ele passar, desejando que ele parasse e voltasse pra me foder de novo.
Como ele não voltava, comecei a me tocar, me acariciar, esfregando minha buceta e peitos, ofegando, fechando os olhos e gemendo. Aí meti meus dedos no meu cu e na minha xota pra continuar me dando prazer, já que não via o Ricardo voltar.
Eu me masturbava furiosamente, porque o tesão que o Ricardo me causou era intenso. Meus gemidos ficavam cada vez mais fortes, e talvez isso fez o Ricardo voltar. Quando ele apareceu na porta, viu o espetáculo que eu tava dando e disse:
- HAHAHAHAHA! AINDA TÁ QUENTE, puta?
Eu não respondi, só continuei gemendo na esperança de ele me foder de novo. E sim, percebi que o volume dele começou a crescer. Então ele, só abaixando a calça, segurou minhas pernas, colocou nos ombros dele e apontou aquele pau descomunal pra minha buceta. Começou a enfiar até meter tudo, e uma vez lá dentro, começou a me bombar, arrancando mais gemidos.
- AAAAHHH, AH, AH, AH, buceta, ME FODE POR FAVOR, PRECISO DE VOCÊ!
- SIM, puta, VOU TE ENCHER DE PORRA DE NOVO!
Enquanto ele me bombava, eu tentava alcançar ele com as mãos pra tocar. As estocadas dele me faziam tremer, enlouquecer, mas agora ele segurava minhas pernas contra o peito dele.
- HEHEHEHE, QUE QUENTE VOCÊ É, NÃO SE CANSA DE ROLA, PRECISA SER FODIDA POR VÁRIOS PRA APAGAR ESSE TESÃO, VADIA!
- AAAAHHH, AH, AH, AH, SIIIIM, ME FODE POR FAVOR, ME FODE, AAAAAHHHHHH!
Ele bombava minha buceta até que, entre gritos, eu comecei a... Me gozar e ele, acelerando também, de repente tirou o pau dele pra gozar na minha cara e nos meus peitos.
Depois ele se levantou e falou:
— Te falo daqui a pouco, putinha, vou te comer mais, mas te chamo pra gente combinar.
E foi embora pra nunca mais voltar. Ainda excitada, me levantei e me vesti, cada movimento que eu fazia me dava arrepios, o pau dele tinha me deixado sensível, cada movimento era quase um orgasmo. Então, com muito custo, me vesti e fui pra casa, no caminho tinha que passar pelo parque, naquela hora já não tinha ninguém na rua, só um ou outro homem que, ao me ver, me enchia de cantadas e, por eu estar tão sensível e excitada, as cantadas deles me davam arrepios.
Eu tentava não deixar evidente o que sentia, mas cada olhar ou palavra aumentava meu tesão, nisso um homem que vinha na minha direção, grande e gordo, cara de vício, desde que me viu seu olhar lascivo me percorria de cima a baixo, minha buceta pulsava loucamente e meu cu também, quando aquele homem ficou quase na minha frente, me disse com seu hálito alcoólico:
— QUE GOSTOSA VOCÊ ESTÁ, putinha, COM VONTADE DE LAMBER SUA buceta!
Parei porque uma descarga me percorreu da nuca até as costas, era um orgasmo, ao ver como eu me tremia, aquele desconhecido me segurou pela cintura e enfiou a língua na minha boca, não resisti porque o tesão que eu tava era incontrolável. Então, mordendo meu pescoço, me levou pra uns arbustos que tinham ali, onde quase não tinha luz.
E enquanto me segurava, as mãos dele se apoderaram da minha bunda, me fazendo gemer enquanto a boca dele mordia meus peitos por cima da blusa. Então, ao chegar nos arbustos, me deitou na grama e abriu meu short, puxando pra baixo, me deixando à disposição dele, depois me tirou a blusa e agora a boca dele lambia meus bicos loucamente enquanto as mãos ásperas acariciavam minha pele, o hálito de bêbado dele e a luxúria dele me deixavam louca.
Enquanto ele curtia comigo, Ricardo veio à minha mente e pensei — “Tudo é culpa sua, você me deixou gostosa" – e o velho continuava lambendo meus peitos enquanto os dedos dele fuçavam minha buceta, me fazendo torcer. Agora, ele foi descendo devagar, lambendo minha barriga até chegar no meu coelhinho, começando a devorá-lo selvagemente. A língua dele percorria toda a minha xota, lambia e lambia, arrancando um orgasmo violentíssimo de mim.
Depois, ele tirou o pau e, colocando minhas pernas nos ombros dele, enfiou de uma vez – AAAAAAAAAAAHHHHHH! – e começou a bombar loucamente. Eu estava totalmente entregue àquele desconhecido que, sem mais nem menos, estava me comendo na praça. Não passava ninguém, porque se tivesse passado alguém, poderia ter se aproveitado do meu corpo sem que eu oferecesse qualquer resistência. Eu estava gostosa, precisando ser possuída.
Ele bombou até arrancar outro orgasmo de mim e então começou a bufar. Ia gozar, e eu não me importava que fosse dentro, queria sentir o esperma dele inundando minha buceta. Mas quando viu que ia terminar, me fez ajoelhar e meter na minha boca, e eu chupei até ele explodir na minha boca. Engoli quase tudo, o que não consegui respingou nos meus peitos.
Ele se levantou, se vestiu e foi embora. Nem soube quem era ele, só me comeu e foi. Me vesti de novo, mais sensível do que antes. Aquela foda me deixou pior, mais gostosa, mas graças a Deus não passou mais ninguém.
Quando cheguei, o Paco estava do lado de fora da casa dele e me viu chegar, soltando um assobio. Mas não disse nada, estávamos na rua e tinha gente. Mas pelo olhar dele, percebi que ia me pegar por trás. Naquele momento, eu estava tão gostosa que desejei que ele me comesse. Então mandei um beijo disfarçado e entrei em casa.
Mal entrei, ele entrou na casa dele. Pela janela dos fundos, vi ele pular o muro e ouvi a chave girar. Meu coelhinho batia loucamente. Sem esperar, me despi, ficando só com minha calcinha fio dental. Quando o Paco entrou e me viu assim, imediatamente se jogou nos meus peitos, mordendo e chupando, enquanto me abraçava e segurava minhas bundas, amassando violentamente.
– VOCÊ CHEIRA A SEXO, VADIA! ME DIZ! ELE TE COMEU? COMER ALGUÉM? –Ele disse, segurando meu cabelo com força.
–SIM, piranha, ME COMERAM, MAS PRECISO DE VOCÊ, PRECISO QUE VOCÊ APAGUE ESSA TESÃO QUE ME QUEIMA!
Ele tomou minha boca de novo enquanto eu tirava a camisa dele e desafivelava a calça, que, ao cair, me deixou ver que ele não tava de cueca, então o pau dele ficou livre. Sem perder tempo, me ajoelhei, beijei e comecei a lamber gostoso, passando a língua da cabeça até a base enquanto massageava os ovos dele com a mão, e o Paco segurava minha cabeça, ofegante.
Eu tava em chamas e precisava de um homem. O Paco já tinha me feito dele, então, quando o vi, instintivamente meu desejo insatisfeito encontrou nele alguém pra extravasar. Lambi e chupei o pau dele desesperadamente. Ele começou a gemer, ia gozar, então acelerei as mamadas e ele explodiu violentamente, enchendo minha boca e parte dos meus peitos com o leite dele.
Mas não parei. Continuei lambendo o pau dele, massageando os ovos, procurei embaixo deles o ponto que o mantinha excitado, e a ereção dele ficou ainda mais forte. Então ele me levantou pelas mãos e me levou pro quarto, tirou minha calcinha fio dental e me deitou na beira da cama. Segurando minhas pernas pelos tornozelos, me abriu toda e colocou o pauzão dele na minha buceta enquanto meus gemidos ficavam mais intensos:
–JÁ, JÁ, piranha, METE, EU TE QUERO!
Ele não falava nada, isso me deixava mais louca por ele, só bufava, parecia um animal sexual, um garanhão. Então ele guiou o pau pro meu coelhinho e começou a meter devagar até a metade. Eu me afogava de tesão. Quando chegou na metade, ele parou e enfiou de uma vez até o fundo –AAAAAAHHHHHHH!– e começou a me foder selvagemente. Se alguém pudesse ter nos visto, teria gozado de tão excitante que era me ver aberta toda, ele metendo no meu coelhinho e meus peitos quicando, arrancando gritos de prazer de mim.
A pélvis dele se movia de forma animal, violenta, tão violenta que não demorou pra me fazer... vindo de forma abundante, com que as estocadas começaram a produzir com meus sucos aquele som excitante do chaca chaca em cada penetração... Sentia os testículos dele batendo na minha bunda, era uma loucura.
- EU TE AMO, TE AMO PACO!
Eu gritava uma e outra vez no meio do delírio, então ele tirava quase tudo pra depois enfiar violentamente, cada vez que fazia isso ao enfiar, arrancava gritos e orgasmos de mim, depois enfiou e investiu furiosamente até começar a bufar, ia gozar.
- NÃO, pussy, NÃO, QUERO SEU SEMEN NO MEU ANUS!
- VOCÊ QUER NO SEU CU, MAMACITA?
- SIM, SIM, SIM, NO MEU bum!
Então ele parou, tentando se controlar, quando conseguiu, tirou devagar pra que eu sentisse como roçava minhas paredes vaginais e eu não resisti à tentação de apertar...
- NÃO, CABRONA! VOCÊ VAI ME FAZER GOZAR!
E quando tirou, colocou no meu anus e começou a empurrar, não teve luta, já estava dilatado da trepada que o Ricardo tinha me dado.
- OLHA SÓ, JÁ TINHAM METIDO ALI, VADIA! NÉ, foxy?
- SIM, MAS VOCÊ É MEU DONO, PAPI, NÃO IMPORTA QUEM ME COMA, VOCÊ É MEU AMO!
Quando ouviu isso, começou a investir no meu anus e, soltando minhas pernas, segurava meus peitos, agora atacava selvagemente meu cu, mas de repente parou e disse - VIRA! – e tirou pra que eu ficasse de quatro em cima da cama na beirada. Meu cu ficou totalmente à disposição dele e, colocando o pau de novo no meu anus, enfiou de novo de forma brutal - AAAAAAAGGGGGHHHHHH! - E as estocadas voltaram a ser brutais, porque me segurando assim, puxava meus cabelos, dava tapas na minha bunda e segurava firme meus quadris pra me foder até começar a bufar de novo.
Ia gozar, acelerou e, enquanto explodia no meu cu, eu também tive um orgasmo brutal que me deixou exausta, caindo meu rosto na cama. Ele tirou e se limpou com minha blusa, depois se deitou do meu lado me abraçando e beijando.
- Quem te comeu, slut? Me diz.
- Não, não me pergunta...
- Quero saber quem foi o Sortudo…
—Você não o conhece.
Ela não perguntou mais, continuou me beijando e com isso ele confirmou que ainda era meu dono, porque eu me agarrava a ele com desespero pra sentir a nudez dele colada na minha, sentir os lábios dele no meu corpo e me sentir dele. Ficamos assim até tarde, já que meu marido só chegaria de madrugada.
No dia seguinte, assim que meu marido foi trabalhar, mal ele saiu, entrei no banho. Enquanto me lavava, meu celular tocou. Era o Ricardo. Não quis atender, mas a insistência e as lembranças começaram a me excitar.
Continua…
Depois daquele encontro sexual tão intenso, meu corpo ficou escravizado pelo Ricardo. Quando ele foi embora, eu fiquei de quatro naquele colchão sujo, e me deitei sentindo aquela barra grossa de carne preenchendo minhas entranhas, mesmo já tendo sido tirada há um tempo.
Meu cu pulsava e minha buceta ainda queria mais. Fiquei de barriga pra cima, ainda quente, vendo o Ricardo passar com coisas rumo à caminhonete. Com a respiração ainda ofegante, eu olhava ele passar, desejando que ele parasse e voltasse pra me foder de novo.
Como ele não voltava, comecei a me tocar, me acariciar, esfregando minha buceta e peitos, ofegando, fechando os olhos e gemendo. Aí meti meus dedos no meu cu e na minha xota pra continuar me dando prazer, já que não via o Ricardo voltar.
Eu me masturbava furiosamente, porque o tesão que o Ricardo me causou era intenso. Meus gemidos ficavam cada vez mais fortes, e talvez isso fez o Ricardo voltar. Quando ele apareceu na porta, viu o espetáculo que eu tava dando e disse:
- HAHAHAHAHA! AINDA TÁ QUENTE, puta?
Eu não respondi, só continuei gemendo na esperança de ele me foder de novo. E sim, percebi que o volume dele começou a crescer. Então ele, só abaixando a calça, segurou minhas pernas, colocou nos ombros dele e apontou aquele pau descomunal pra minha buceta. Começou a enfiar até meter tudo, e uma vez lá dentro, começou a me bombar, arrancando mais gemidos.
- AAAAHHH, AH, AH, AH, buceta, ME FODE POR FAVOR, PRECISO DE VOCÊ!
- SIM, puta, VOU TE ENCHER DE PORRA DE NOVO!
Enquanto ele me bombava, eu tentava alcançar ele com as mãos pra tocar. As estocadas dele me faziam tremer, enlouquecer, mas agora ele segurava minhas pernas contra o peito dele.
- HEHEHEHE, QUE QUENTE VOCÊ É, NÃO SE CANSA DE ROLA, PRECISA SER FODIDA POR VÁRIOS PRA APAGAR ESSE TESÃO, VADIA!
- AAAAHHH, AH, AH, AH, SIIIIM, ME FODE POR FAVOR, ME FODE, AAAAAHHHHHH!
Ele bombava minha buceta até que, entre gritos, eu comecei a... Me gozar e ele, acelerando também, de repente tirou o pau dele pra gozar na minha cara e nos meus peitos.
Depois ele se levantou e falou:
— Te falo daqui a pouco, putinha, vou te comer mais, mas te chamo pra gente combinar.
E foi embora pra nunca mais voltar. Ainda excitada, me levantei e me vesti, cada movimento que eu fazia me dava arrepios, o pau dele tinha me deixado sensível, cada movimento era quase um orgasmo. Então, com muito custo, me vesti e fui pra casa, no caminho tinha que passar pelo parque, naquela hora já não tinha ninguém na rua, só um ou outro homem que, ao me ver, me enchia de cantadas e, por eu estar tão sensível e excitada, as cantadas deles me davam arrepios.
Eu tentava não deixar evidente o que sentia, mas cada olhar ou palavra aumentava meu tesão, nisso um homem que vinha na minha direção, grande e gordo, cara de vício, desde que me viu seu olhar lascivo me percorria de cima a baixo, minha buceta pulsava loucamente e meu cu também, quando aquele homem ficou quase na minha frente, me disse com seu hálito alcoólico:
— QUE GOSTOSA VOCÊ ESTÁ, putinha, COM VONTADE DE LAMBER SUA buceta!
Parei porque uma descarga me percorreu da nuca até as costas, era um orgasmo, ao ver como eu me tremia, aquele desconhecido me segurou pela cintura e enfiou a língua na minha boca, não resisti porque o tesão que eu tava era incontrolável. Então, mordendo meu pescoço, me levou pra uns arbustos que tinham ali, onde quase não tinha luz.
E enquanto me segurava, as mãos dele se apoderaram da minha bunda, me fazendo gemer enquanto a boca dele mordia meus peitos por cima da blusa. Então, ao chegar nos arbustos, me deitou na grama e abriu meu short, puxando pra baixo, me deixando à disposição dele, depois me tirou a blusa e agora a boca dele lambia meus bicos loucamente enquanto as mãos ásperas acariciavam minha pele, o hálito de bêbado dele e a luxúria dele me deixavam louca.
Enquanto ele curtia comigo, Ricardo veio à minha mente e pensei — “Tudo é culpa sua, você me deixou gostosa" – e o velho continuava lambendo meus peitos enquanto os dedos dele fuçavam minha buceta, me fazendo torcer. Agora, ele foi descendo devagar, lambendo minha barriga até chegar no meu coelhinho, começando a devorá-lo selvagemente. A língua dele percorria toda a minha xota, lambia e lambia, arrancando um orgasmo violentíssimo de mim.
Depois, ele tirou o pau e, colocando minhas pernas nos ombros dele, enfiou de uma vez – AAAAAAAAAAAHHHHHH! – e começou a bombar loucamente. Eu estava totalmente entregue àquele desconhecido que, sem mais nem menos, estava me comendo na praça. Não passava ninguém, porque se tivesse passado alguém, poderia ter se aproveitado do meu corpo sem que eu oferecesse qualquer resistência. Eu estava gostosa, precisando ser possuída.
Ele bombou até arrancar outro orgasmo de mim e então começou a bufar. Ia gozar, e eu não me importava que fosse dentro, queria sentir o esperma dele inundando minha buceta. Mas quando viu que ia terminar, me fez ajoelhar e meter na minha boca, e eu chupei até ele explodir na minha boca. Engoli quase tudo, o que não consegui respingou nos meus peitos.
Ele se levantou, se vestiu e foi embora. Nem soube quem era ele, só me comeu e foi. Me vesti de novo, mais sensível do que antes. Aquela foda me deixou pior, mais gostosa, mas graças a Deus não passou mais ninguém.
Quando cheguei, o Paco estava do lado de fora da casa dele e me viu chegar, soltando um assobio. Mas não disse nada, estávamos na rua e tinha gente. Mas pelo olhar dele, percebi que ia me pegar por trás. Naquele momento, eu estava tão gostosa que desejei que ele me comesse. Então mandei um beijo disfarçado e entrei em casa.
Mal entrei, ele entrou na casa dele. Pela janela dos fundos, vi ele pular o muro e ouvi a chave girar. Meu coelhinho batia loucamente. Sem esperar, me despi, ficando só com minha calcinha fio dental. Quando o Paco entrou e me viu assim, imediatamente se jogou nos meus peitos, mordendo e chupando, enquanto me abraçava e segurava minhas bundas, amassando violentamente.
– VOCÊ CHEIRA A SEXO, VADIA! ME DIZ! ELE TE COMEU? COMER ALGUÉM? –Ele disse, segurando meu cabelo com força.
–SIM, piranha, ME COMERAM, MAS PRECISO DE VOCÊ, PRECISO QUE VOCÊ APAGUE ESSA TESÃO QUE ME QUEIMA!
Ele tomou minha boca de novo enquanto eu tirava a camisa dele e desafivelava a calça, que, ao cair, me deixou ver que ele não tava de cueca, então o pau dele ficou livre. Sem perder tempo, me ajoelhei, beijei e comecei a lamber gostoso, passando a língua da cabeça até a base enquanto massageava os ovos dele com a mão, e o Paco segurava minha cabeça, ofegante.
Eu tava em chamas e precisava de um homem. O Paco já tinha me feito dele, então, quando o vi, instintivamente meu desejo insatisfeito encontrou nele alguém pra extravasar. Lambi e chupei o pau dele desesperadamente. Ele começou a gemer, ia gozar, então acelerei as mamadas e ele explodiu violentamente, enchendo minha boca e parte dos meus peitos com o leite dele.
Mas não parei. Continuei lambendo o pau dele, massageando os ovos, procurei embaixo deles o ponto que o mantinha excitado, e a ereção dele ficou ainda mais forte. Então ele me levantou pelas mãos e me levou pro quarto, tirou minha calcinha fio dental e me deitou na beira da cama. Segurando minhas pernas pelos tornozelos, me abriu toda e colocou o pauzão dele na minha buceta enquanto meus gemidos ficavam mais intensos:
–JÁ, JÁ, piranha, METE, EU TE QUERO!
Ele não falava nada, isso me deixava mais louca por ele, só bufava, parecia um animal sexual, um garanhão. Então ele guiou o pau pro meu coelhinho e começou a meter devagar até a metade. Eu me afogava de tesão. Quando chegou na metade, ele parou e enfiou de uma vez até o fundo –AAAAAAHHHHHHH!– e começou a me foder selvagemente. Se alguém pudesse ter nos visto, teria gozado de tão excitante que era me ver aberta toda, ele metendo no meu coelhinho e meus peitos quicando, arrancando gritos de prazer de mim.
A pélvis dele se movia de forma animal, violenta, tão violenta que não demorou pra me fazer... vindo de forma abundante, com que as estocadas começaram a produzir com meus sucos aquele som excitante do chaca chaca em cada penetração... Sentia os testículos dele batendo na minha bunda, era uma loucura.
- EU TE AMO, TE AMO PACO!
Eu gritava uma e outra vez no meio do delírio, então ele tirava quase tudo pra depois enfiar violentamente, cada vez que fazia isso ao enfiar, arrancava gritos e orgasmos de mim, depois enfiou e investiu furiosamente até começar a bufar, ia gozar.
- NÃO, pussy, NÃO, QUERO SEU SEMEN NO MEU ANUS!
- VOCÊ QUER NO SEU CU, MAMACITA?
- SIM, SIM, SIM, NO MEU bum!
Então ele parou, tentando se controlar, quando conseguiu, tirou devagar pra que eu sentisse como roçava minhas paredes vaginais e eu não resisti à tentação de apertar...
- NÃO, CABRONA! VOCÊ VAI ME FAZER GOZAR!
E quando tirou, colocou no meu anus e começou a empurrar, não teve luta, já estava dilatado da trepada que o Ricardo tinha me dado.
- OLHA SÓ, JÁ TINHAM METIDO ALI, VADIA! NÉ, foxy?
- SIM, MAS VOCÊ É MEU DONO, PAPI, NÃO IMPORTA QUEM ME COMA, VOCÊ É MEU AMO!
Quando ouviu isso, começou a investir no meu anus e, soltando minhas pernas, segurava meus peitos, agora atacava selvagemente meu cu, mas de repente parou e disse - VIRA! – e tirou pra que eu ficasse de quatro em cima da cama na beirada. Meu cu ficou totalmente à disposição dele e, colocando o pau de novo no meu anus, enfiou de novo de forma brutal - AAAAAAAGGGGGHHHHHH! - E as estocadas voltaram a ser brutais, porque me segurando assim, puxava meus cabelos, dava tapas na minha bunda e segurava firme meus quadris pra me foder até começar a bufar de novo.
Ia gozar, acelerou e, enquanto explodia no meu cu, eu também tive um orgasmo brutal que me deixou exausta, caindo meu rosto na cama. Ele tirou e se limpou com minha blusa, depois se deitou do meu lado me abraçando e beijando.
- Quem te comeu, slut? Me diz.
- Não, não me pergunta...
- Quero saber quem foi o Sortudo…
—Você não o conhece.
Ela não perguntou mais, continuou me beijando e com isso ele confirmou que ainda era meu dono, porque eu me agarrava a ele com desespero pra sentir a nudez dele colada na minha, sentir os lábios dele no meu corpo e me sentir dele. Ficamos assim até tarde, já que meu marido só chegaria de madrugada.
No dia seguinte, assim que meu marido foi trabalhar, mal ele saiu, entrei no banho. Enquanto me lavava, meu celular tocou. Era o Ricardo. Não quis atender, mas a insistência e as lembranças começaram a me excitar.
Continua…
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