Depois de arrumar os móveis e as caixas, começaram a desempacotar tudo. A mãe já estava pelada, limpando a entrada e o estacionamento. Já era noite, deixaram três caixas pra desempacotar depois, estavam exaustos. Tomaram um banho, os irmãos dançaram juntos no chuveiro. Mario se masturbava do lado da Andrea. Saindo do banho, Mario ainda estava excitado, não parava de pensar na Camila. A irmã dele estava secando o cabelo e viu ele se masturbando na cama. — Agora você vai querer compensar o tempo sem bater uma numa noite só? — perguntou Andrea, debochando. — Não, mas a Camila não para de me seguir, queria comer ela de novo. Andrea tirou o roupão e deitou do lado do irmão, pegou o pau dele e começou a masturbar enquanto ele chupava um peito dela. — Você queria fazer comigo? — perguntou ela com carinho. — Queria, mas sinto que se a gente fizer, vou me sentir culpado depois — respondeu ele, afetuoso. Saíram três jorros longos que acalmaram mais o Mario. — Se sente melhor? — perguntou ela. — Sim... — respondeu ele, exausto.
Na manhã seguinte, Andrea acordou às 9 da manhã, Mario ainda tava dormindo. Ela deu um beijo de bom dia, vestiu o roupão e desceu pra sala de jantar, onde tinha uma mala com dinheiro e um bilhete. "Meus amores, volto tarde da noite, aqui tá o dinheiro pra contratar a empregada, deixei o café da manhã pronto. Se forem sair, fechem bem a porta. Amo vocês! Yacqui." Mario desceu pouco depois que Andrea preparou o café dela, tava mais relaxado e meio cansado. — Como você amanheceu? — Bem, e você? — Também. Mamãe deixou o dinheiro pra empregada, e um extra caso a gente queira ir pra algum lugar. — Depois do café, se vestiram, pegaram o dinheiro e foram pra uma agência de putas perto do centro da cidade, uma agência no escuro de um beco. Mario entrou com a mala e a irmã. Uma mulher tava encostada na porta. Mostraram o catálogo da agência e Mario gostou de duas modelos. Ofereceram um pagamento bom por elas, e era exatamente o que tinha na mala. O contrato já tava pronto. Com grana suficiente na mão e muito tempo livre, Andrea e Mario foram pro centro da cidade. Comeram, beberam, dançaram, andaram por tudo quanto é canto. Já era noite quando voltaram, e Mario tava meio cansado, assim como Andrea, os pés deles doíam. Quando chegaram em casa, viram o carro da mãe na entrada principal. A porta traseira esquerda do carro tava aberta, e tinha um homem parado olhando pra cima. Pararam um pouco antes pra ver quem era, apagaram os faróis, abriram a porta da garagem. Andrea se preparou pra dar ré e entrar. Quando iam entrando, o homem entrou no carro, com a calça arriada. Foi a última coisa que viram. Fecharam a porta e saíram do carro, curiosos pra saber quem era aquele homem no carro da mãe. Entraram em casa, tiraram a roupa na sala. Tinha roupões pendurados na parede da sala, e outro na cozinha. outras na garagem e no andar de cima, de repente ouviram alguém entrando em casa, vestiram os roupões e desceram até a garagem. O carro da mãe deles estava entrando, viram o mesmo homem saindo, mas com a mãe deles pelada. Ficaram nas escadas sem serem vistos. A mãe foi até a adega, pegou uma garrafa e duas taças. O homem tirou o resto da roupa, serviu a taça dela e beberam. Aí o homem começou a chupar os peitos dela, encostou a mãe no sofá e começou a meter no cu dela. Ela gemia de prazer, ele metia tão forte que as pernas batendo na bunda dela ecoavam pela casa toda. Quanto mais rápido ele metia, mais altos eram os estalos e os gemidos. Subiram pro quarto e se trancaram.
— Viu isso? — disse Andrea.
— Vi. Não sei quem é, mas a mãe gosta dele. Não culpo ele, eu faria o mesmo.
Andrea estava meio preocupada, mas Mario não ligou muito e foi ver TV. Andrea pegou o celular e se deitou ao lado de Mario. Enquanto ele via TV, Andrea mostrava fotos de mulheres peladas no celular e perguntava se ele achava elas gostosas. Algumas eram. Não tinha nada de bom na TV, ele disse.
— Vou bater uma.
Ele abriu a internet na TV e entrou num site pornô, colocou um vídeo, tirou o roupão. A irmã dele largou o celular de lado e também tirou o roupão. Deram play no vídeo e Mario começou a se masturbar. Comentavam cada cena e cada coisa que aparecia. Andrea acariciava as pernas dele pra ele gozar mais rápido. Em 15 minutos, ele soltou uma porra tão longa que respingou na cama e no chão. A irmã limpou com um papel. Se prepararam pra dormir, e ainda dava pra ouvir os gemidos.
Na manhã seguinte, Mario acordou e não viu Andrea do lado. Desceu pra sala e ela estava se arrumando pra sair pra malhar. Decidiu acompanhá-la. Saíram às 9 da manhã e voltaram às 10:30. Quando chegaram, Mario começou a tirar a roupa e a irmã foi na cozinha pegar água. No refrigerador tinha um bilhete. "Meus amores, desculpa não ter deixado o café da manhã pra vocês, me atrasei, deixei mais dinheiro caso queiram sair, vou voltar bem tarde hoje. Amo vocês! Yacqui." — O que é isso? — perguntou Mario. — Elas se atrasaram hoje, e deixaram mais dinheiro pra gente. Onde você quer ir? — Ele subiu pro quarto e Mario leu o bilhete. Andrea estava tirando a roupa no banheiro, Mario chegou e abraçou a irmã por trás, esfregando o pau na bunda dela, ela estranhou um pouco. — O que cê tá fazendo? — ela disse, suave. — ...só quero fazer... você disse que se eu quisesse fazer com você, era isso que eu quero... — Ela se virou pra olhar pra ele e o beijou, devagar foi se abaixando até o pau dele, até que os lábios dela chegaram e ela começou a lamber, aos poucos chupando, até enfiar tudo na boca. A boca dela era quente, o cheiro de suor nos peitos da irmã dele o excitava ainda mais. Andrea chupava o pau dele cada vez mais fundo até tirar, se virou pro espelho e Mario meteu no cu dela, devagar mas com força, eles transavam, Andrea sentia dor, gemia baixinho, ele acelerava, apertava os quadris dela, apertava os peitos dela, se beijavam na frente do espelho, a cara de dor de Andrea excitava ainda mais Mario, ele tirou o pau e levou ela pro quarto, na beira da cama, colocou ela de quatro e começou a meter no cu dela, ela deu um grito de dor que fez ele gozar, molhando o chão com os fluidos dela. — Cê gostou? — disse Mario. — ...ssssiiiiiiiii aaaaaaaahhhhhhh aaaaaaaaayyyyyyyyyy — ele batia mais e mais as pernas dele na bunda dela, apertava os peitos e o quadril dela, a cara de Andrea era mais de sofrimento do que de dor, ele tirou o pau e gozou nas costas e na bunda dela, muito leite, Mario se apoiou na parte de baixo da cama, olhando o pau dele ainda duro e a bunda da irmã cheia de porra, Andrea não conseguia se mexer de tanta dor, mas aos poucos foi se levantando, limpando a porra da bunda. — Da próxima a gente usa camisinha, ok? — Por que todas querem usar camisinha? — Bom, se você quer que a gente faça isso direto, tem que ser. Com camisinha, senão eu só te faço um boquete e uma punheta.
—Tá bom.— Entraram no banheiro e abriram o chuveiro, tomaram banho, se beijando e se acariciando, saíram, se secaram, se vestiram, o Mario preparou o café da manhã pra irmã dele e ela agradeceu com um beijão...
Na manhã seguinte, Andrea acordou às 9 da manhã, Mario ainda tava dormindo. Ela deu um beijo de bom dia, vestiu o roupão e desceu pra sala de jantar, onde tinha uma mala com dinheiro e um bilhete. "Meus amores, volto tarde da noite, aqui tá o dinheiro pra contratar a empregada, deixei o café da manhã pronto. Se forem sair, fechem bem a porta. Amo vocês! Yacqui." Mario desceu pouco depois que Andrea preparou o café dela, tava mais relaxado e meio cansado. — Como você amanheceu? — Bem, e você? — Também. Mamãe deixou o dinheiro pra empregada, e um extra caso a gente queira ir pra algum lugar. — Depois do café, se vestiram, pegaram o dinheiro e foram pra uma agência de putas perto do centro da cidade, uma agência no escuro de um beco. Mario entrou com a mala e a irmã. Uma mulher tava encostada na porta. Mostraram o catálogo da agência e Mario gostou de duas modelos. Ofereceram um pagamento bom por elas, e era exatamente o que tinha na mala. O contrato já tava pronto. Com grana suficiente na mão e muito tempo livre, Andrea e Mario foram pro centro da cidade. Comeram, beberam, dançaram, andaram por tudo quanto é canto. Já era noite quando voltaram, e Mario tava meio cansado, assim como Andrea, os pés deles doíam. Quando chegaram em casa, viram o carro da mãe na entrada principal. A porta traseira esquerda do carro tava aberta, e tinha um homem parado olhando pra cima. Pararam um pouco antes pra ver quem era, apagaram os faróis, abriram a porta da garagem. Andrea se preparou pra dar ré e entrar. Quando iam entrando, o homem entrou no carro, com a calça arriada. Foi a última coisa que viram. Fecharam a porta e saíram do carro, curiosos pra saber quem era aquele homem no carro da mãe. Entraram em casa, tiraram a roupa na sala. Tinha roupões pendurados na parede da sala, e outro na cozinha. outras na garagem e no andar de cima, de repente ouviram alguém entrando em casa, vestiram os roupões e desceram até a garagem. O carro da mãe deles estava entrando, viram o mesmo homem saindo, mas com a mãe deles pelada. Ficaram nas escadas sem serem vistos. A mãe foi até a adega, pegou uma garrafa e duas taças. O homem tirou o resto da roupa, serviu a taça dela e beberam. Aí o homem começou a chupar os peitos dela, encostou a mãe no sofá e começou a meter no cu dela. Ela gemia de prazer, ele metia tão forte que as pernas batendo na bunda dela ecoavam pela casa toda. Quanto mais rápido ele metia, mais altos eram os estalos e os gemidos. Subiram pro quarto e se trancaram.— Viu isso? — disse Andrea.
— Vi. Não sei quem é, mas a mãe gosta dele. Não culpo ele, eu faria o mesmo.
Andrea estava meio preocupada, mas Mario não ligou muito e foi ver TV. Andrea pegou o celular e se deitou ao lado de Mario. Enquanto ele via TV, Andrea mostrava fotos de mulheres peladas no celular e perguntava se ele achava elas gostosas. Algumas eram. Não tinha nada de bom na TV, ele disse.
— Vou bater uma.
Ele abriu a internet na TV e entrou num site pornô, colocou um vídeo, tirou o roupão. A irmã dele largou o celular de lado e também tirou o roupão. Deram play no vídeo e Mario começou a se masturbar. Comentavam cada cena e cada coisa que aparecia. Andrea acariciava as pernas dele pra ele gozar mais rápido. Em 15 minutos, ele soltou uma porra tão longa que respingou na cama e no chão. A irmã limpou com um papel. Se prepararam pra dormir, e ainda dava pra ouvir os gemidos.
Na manhã seguinte, Mario acordou e não viu Andrea do lado. Desceu pra sala e ela estava se arrumando pra sair pra malhar. Decidiu acompanhá-la. Saíram às 9 da manhã e voltaram às 10:30. Quando chegaram, Mario começou a tirar a roupa e a irmã foi na cozinha pegar água. No refrigerador tinha um bilhete. "Meus amores, desculpa não ter deixado o café da manhã pra vocês, me atrasei, deixei mais dinheiro caso queiram sair, vou voltar bem tarde hoje. Amo vocês! Yacqui." — O que é isso? — perguntou Mario. — Elas se atrasaram hoje, e deixaram mais dinheiro pra gente. Onde você quer ir? — Ele subiu pro quarto e Mario leu o bilhete. Andrea estava tirando a roupa no banheiro, Mario chegou e abraçou a irmã por trás, esfregando o pau na bunda dela, ela estranhou um pouco. — O que cê tá fazendo? — ela disse, suave. — ...só quero fazer... você disse que se eu quisesse fazer com você, era isso que eu quero... — Ela se virou pra olhar pra ele e o beijou, devagar foi se abaixando até o pau dele, até que os lábios dela chegaram e ela começou a lamber, aos poucos chupando, até enfiar tudo na boca. A boca dela era quente, o cheiro de suor nos peitos da irmã dele o excitava ainda mais. Andrea chupava o pau dele cada vez mais fundo até tirar, se virou pro espelho e Mario meteu no cu dela, devagar mas com força, eles transavam, Andrea sentia dor, gemia baixinho, ele acelerava, apertava os quadris dela, apertava os peitos dela, se beijavam na frente do espelho, a cara de dor de Andrea excitava ainda mais Mario, ele tirou o pau e levou ela pro quarto, na beira da cama, colocou ela de quatro e começou a meter no cu dela, ela deu um grito de dor que fez ele gozar, molhando o chão com os fluidos dela. — Cê gostou? — disse Mario. — ...ssssiiiiiiiii aaaaaaaahhhhhhh aaaaaaaaayyyyyyyyyy — ele batia mais e mais as pernas dele na bunda dela, apertava os peitos e o quadril dela, a cara de Andrea era mais de sofrimento do que de dor, ele tirou o pau e gozou nas costas e na bunda dela, muito leite, Mario se apoiou na parte de baixo da cama, olhando o pau dele ainda duro e a bunda da irmã cheia de porra, Andrea não conseguia se mexer de tanta dor, mas aos poucos foi se levantando, limpando a porra da bunda. — Da próxima a gente usa camisinha, ok? — Por que todas querem usar camisinha? — Bom, se você quer que a gente faça isso direto, tem que ser. Com camisinha, senão eu só te faço um boquete e uma punheta.
—Tá bom.— Entraram no banheiro e abriram o chuveiro, tomaram banho, se beijando e se acariciando, saíram, se secaram, se vestiram, o Mario preparou o café da manhã pra irmã dele e ela agradeceu com um beijão...
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