Foi assim que as coisas rolaram, eu tinha 28 e ela 18, cada um já tinha seu parceiro e a gente era amigo no Facebook há 2 anos. Nunca nos vimos pessoalmente e não tinha rolado nada além de umas conversas completamente inocentes. Um dia, batendo papo como de costume, lá pelas 20:00, ela me disse que tinha acabado de sair da UTU (é um centro de treinamento), que tava indo pra casa. Como eu tava fazendo uns corres de carro perto dali, falei se ela queria uma carona até em casa e ela topou. Passei por ela a duas quadras da UTU e fomos pra casa dela. Começamos a falar um monte de besteira e rir de como foi a coincidência da gente se encontrar naquele dia, e a duas quadras de chegar, perguntei se ela tava com pressa de chegar, já que era a primeira vez que eu tinha a chance de conversar pessoalmente e o papo tava divertido. Aí ela disse que não, porque tinha duas horas pra ficar sozinha. Então segui em frente e saímos da cidade pra uma estrada perto da casa dela. Desliguei o carro e, sério, a conversa ficou bem gostosa. Olhei o celular e vi que já tinham passado quase duas horas. Falei: "Já temos que ir?" Ela disse que sim e, sem pensar, me deixei levar e beijei ela com tudo. Ela só me olhou com cara de surpresa. Liguei o carro, voltamos, deixei ela em casa e fui embora com a sensação de ter feito merda.
Os dias passaram e a gente voltou a se falar. Falei que queria encontrar ela de novo, que tinha passado do limite e que esperava que ela não tivesse ficado puta. Ela disse que tava chateada com o que rolou, mas depois de uma longa conversa, topou me ver de novo. Passei pra buscá-la na casa da mãe dela e fomos pra outra estrada perto dali. Sem trocar uma palavra até eu desligar o carro, e ela disse: "Tô esperando seu pedido de desculpas!" E sem pensar, por instinto, beijei ela de novo, apertando o corpo dela contra o meu enquanto ela tentava se afastar. Mas aos poucos foi se soltando, e quando soltei o corpo dela, ela passou a mão na minha nuca e devolveu o beijo. Beijo, passamos para o banco de trás e tirei a jaqueta e os sapatos. Ela me olhou com cara de surpresa, falei que era pra ficar mais confortável, se incomodasse eu calçava de novo... E com tom de deboche ela disse — Relaxa, não é como se você fosse ficar pelado, haha.
Foi instantâneo como tirei a roupa, peguei ela pela cintura de novo e num movimento só deixei ela sentada em cima de mim. A noite de lua cheia era perfeita, ela era perfeita com o rosto corado, aquele olhar arrogante com os olhos cheios de desejo e o cabelo castanho ondulado de um comprimento incrível. Deixei meus instintos tomarem conta, a temperatura começou a subir, os vidros embaçaram e falei que tava vendo que ela tava com calor, pra ficar à vontade. Ela concordou com a cabeça enquanto eu beijava o pescoço dela e deslizava a mão pelas costas devagar, acariciando o corpo dela até chegar na cintura. Peguei a blusa dela e enquanto deixava o corpo dela totalmente exposto, todo arrepiado, me perdi de novo no pescoço dela, enquanto com uma mão pegava o cabelo dela e com a outra soltava devagar o sutiã, que escorregou pelos braços delicados dela. Num movimento sutil, deitei as costas dela no banco, descendo do pescoço devagar, parando nos peitos dela. Ao continuar meu caminho, cheguei no umbigo, coloquei as mãos na cintura dela e tirei a calcinha. Percebi o nervosismo dela quando continuei descendo, mudei meu caminho pras pernas dela, dando pequenas mordidas enquanto apertava forte os peitos dela e, ao subir de novo, quando tava prestes a encontrá-la, ela tentou me parar puxando meu cabelo. Foi aí que ela não se segurou mais e soltou um gemido lindo. Peguei ela pelos pulsos e sentei ela de novo em cima de mim, onde ela sentiu o que causou no meu corpo e soltou outro gemido. Olhei pro rosto dela e dos olhos dela brotava fogo. Peguei ela pelo cabelo, dei uma mordidinha e falei — Ainda quer que eu peça desculpas? Ela olhou nos meus olhos e num movimento só respondeu à minha pergunta, me deixando entrar nela. Ver o corpo gostoso dela dançando em cima de mim enquanto eu beijava os peitos dela... O cabelo dela caía sobre as minhas pernas.
A partir daí, foi só paixão e safadeza. Depois do prazer de ver o corpo dela sobre o meu, nossos corpos já não eram mais nossos, se moviam sozinhos e com só um olhar eu soube o que ela queria. Dei o espaço e ela, como quem olha pela janela traseira do carro, eu me posicionei atrás e peguei o cabelo dela, minha outra mão se moveu sozinha e dei um tapa na bunda dela, aumentando ainda mais nosso desejo, perdendo a noção do tempo, de tudo… Até que voltamos à realidade por uma batida no vidro e uma luz que se espalhava no vidro embaçado. Era um policial perguntando se estava tudo bem…
Abri o vidro só um pouco e respondi que sim, que já ia embora do lugar. Pulei pro banco da frente como pude, liguei o carro, sem roupa, retomei a marcha enquanto com a camiseta limpava um pouco do para-brisa entre risadas e com essa história de como foi o nosso começo de amantes, fomos embora do lugar.
Os dias passaram e a gente voltou a se falar. Falei que queria encontrar ela de novo, que tinha passado do limite e que esperava que ela não tivesse ficado puta. Ela disse que tava chateada com o que rolou, mas depois de uma longa conversa, topou me ver de novo. Passei pra buscá-la na casa da mãe dela e fomos pra outra estrada perto dali. Sem trocar uma palavra até eu desligar o carro, e ela disse: "Tô esperando seu pedido de desculpas!" E sem pensar, por instinto, beijei ela de novo, apertando o corpo dela contra o meu enquanto ela tentava se afastar. Mas aos poucos foi se soltando, e quando soltei o corpo dela, ela passou a mão na minha nuca e devolveu o beijo. Beijo, passamos para o banco de trás e tirei a jaqueta e os sapatos. Ela me olhou com cara de surpresa, falei que era pra ficar mais confortável, se incomodasse eu calçava de novo... E com tom de deboche ela disse — Relaxa, não é como se você fosse ficar pelado, haha.
Foi instantâneo como tirei a roupa, peguei ela pela cintura de novo e num movimento só deixei ela sentada em cima de mim. A noite de lua cheia era perfeita, ela era perfeita com o rosto corado, aquele olhar arrogante com os olhos cheios de desejo e o cabelo castanho ondulado de um comprimento incrível. Deixei meus instintos tomarem conta, a temperatura começou a subir, os vidros embaçaram e falei que tava vendo que ela tava com calor, pra ficar à vontade. Ela concordou com a cabeça enquanto eu beijava o pescoço dela e deslizava a mão pelas costas devagar, acariciando o corpo dela até chegar na cintura. Peguei a blusa dela e enquanto deixava o corpo dela totalmente exposto, todo arrepiado, me perdi de novo no pescoço dela, enquanto com uma mão pegava o cabelo dela e com a outra soltava devagar o sutiã, que escorregou pelos braços delicados dela. Num movimento sutil, deitei as costas dela no banco, descendo do pescoço devagar, parando nos peitos dela. Ao continuar meu caminho, cheguei no umbigo, coloquei as mãos na cintura dela e tirei a calcinha. Percebi o nervosismo dela quando continuei descendo, mudei meu caminho pras pernas dela, dando pequenas mordidas enquanto apertava forte os peitos dela e, ao subir de novo, quando tava prestes a encontrá-la, ela tentou me parar puxando meu cabelo. Foi aí que ela não se segurou mais e soltou um gemido lindo. Peguei ela pelos pulsos e sentei ela de novo em cima de mim, onde ela sentiu o que causou no meu corpo e soltou outro gemido. Olhei pro rosto dela e dos olhos dela brotava fogo. Peguei ela pelo cabelo, dei uma mordidinha e falei — Ainda quer que eu peça desculpas? Ela olhou nos meus olhos e num movimento só respondeu à minha pergunta, me deixando entrar nela. Ver o corpo gostoso dela dançando em cima de mim enquanto eu beijava os peitos dela... O cabelo dela caía sobre as minhas pernas.
A partir daí, foi só paixão e safadeza. Depois do prazer de ver o corpo dela sobre o meu, nossos corpos já não eram mais nossos, se moviam sozinhos e com só um olhar eu soube o que ela queria. Dei o espaço e ela, como quem olha pela janela traseira do carro, eu me posicionei atrás e peguei o cabelo dela, minha outra mão se moveu sozinha e dei um tapa na bunda dela, aumentando ainda mais nosso desejo, perdendo a noção do tempo, de tudo… Até que voltamos à realidade por uma batida no vidro e uma luz que se espalhava no vidro embaçado. Era um policial perguntando se estava tudo bem…
Abri o vidro só um pouco e respondi que sim, que já ia embora do lugar. Pulei pro banco da frente como pude, liguei o carro, sem roupa, retomei a marcha enquanto com a camiseta limpava um pouco do para-brisa entre risadas e com essa história de como foi o nosso começo de amantes, fomos embora do lugar.
1 comentários - Primer aporte una aventura