Luna Marcela (Travesti)

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Boa noite, meus queridos leitores, acabei de chegar de uma noite incrível e maravilhosa com uma deusa morena e quero, ainda sentindo o prazer na pele, contar tudo o que aconteceu. Como vocês bem sabem, adoro transar com shemales, além de ter uma espécie de fetiche por garotas de pele morena e/ou negra, que me deixam muito excitado. Luna é a garota que escolhi para esta semana, uma deusa morena com um corpo espetacular e um pau maravilhoso.


Luna Marcela (Travesti)

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gayComo seus olhos podem ver, é uma deusa do caralho. Encontrei ela por acaso e, assim que vi, meu pau reagiu, ficou durasso na hora. Imediatamente entrei em contato com a putinha pra marcar nosso encontro à noite, às 7 da noite. Me preparei o dia inteiro, tomei banho, me arrumei e comprei umas camisinhas. Fiquei esperando em casa até 30 minutos antes do horário combinado, saí no meu carro e fui direto pro hotel onde ela estava hospedada. Tava muito excitado, meu pau reagia e em segundos ficava duro. Quando cheguei, estacionei na garagem do hotel, subi no elevador até o quinto andar, parei na frente da porta e bati forte. Uma voz lá de dentro pediu pra esperar uns minutos. Pacientemente, esperei até ela abrir a porta.


Olhei ela de cima a baixo, ela tava usando um vestido preto decotado sem sutiã, uns saltos pretos e umas meias até o joelho da mesma cor, os lábios dela totalmente vermelhos se mexiam me chamando pra entrar. Caminhei devagar até uma salinha com uma mesa no meio, a cama tava no centro do quarto e na frente tinha o chuveiro que era cercado só por vidro transparente. Sentei na cama e a Luna do meu lado, a gente conversou um pouco entre carícias e beijos até que eu não aguentei mais e beijei ela, acariciando os peitos dela.


Beijava o pescoço dela e apertava os mamilos por cima da roupa. Luna abriu as pernas e eu percebi que o pau dela tava acordando do sono. Ela se levantou, dançando devagar, tirou o vestido e me deixou ver aquele corpo escultural. O pau dela já todo duro tentava escapar da calcinha fio-dental preta que prendia ele. Tirei a calcinha, liberando o pau dela, mas Luna não deixou eu colocar na minha boca. Ela foi pro chuveiro e, lá dentro, abriu a torneira deixando a água cair sobre ela. Grudava o corpo no vidro me provocando, brincava com o pau e o cu dela, mandando beijos pra mim. Eu me despi completamente e sentei na cama, massageando meu pau ao ver uma cena tão excitante. Luna não conseguia tirar os olhos do meu pau, se virava e colava a bunda no vidro, mostrando toda aquela paisagem linda, até que me chamou com os dedos pra entrar.


Rapidamente fui pra lá, peguei a Luna pela cintura e comecei a beijar ela, nossos corpos colados enquanto a água corria e nossas roças se chocando era uma cena digna de filme pornô. Luna foi a primeira a aproveitar, se ajoelhou e meteu devagar meu pau na boca dela, deixando manchas vermelhas do batom, a boca dela era maravilhosa, lambia as bolas e curtia cada centímetro, enfiava os dedos no meu cu e ia metendo devagar, a língua dela brincava com a cabeça lambendo devagar de cima pra baixo, chupava minhas bolas e depois lambia com suavidade.


Luna se levantou, me beijou e depois pediu pra eu chupar ele. Rapidamente me ajoelhei, beijei o pau dela e as bolas um pouco, e molhei meus dedos. Enfiei o pau na minha boca e comecei a chupar devagar, levei meus dedos até o cu dela, enfiei lentamente até ficar tudo pra dentro, chupava o pau cada vez mais rápido, o corpo dela tremia e ela gemia baixinho, a mão direita dela estava na minha cabeça empurrando de leve pra eu não parar de chupar. Aproveitei cada centímetro e enfiava até o fundo da minha boca. Olhava direto nos olhos da Luna quando só tinha a cabeça na boca, com minha língua lambia forte a ponta fazendo ela gemer mais rápido.


Luna me fez levantar, colocou uma camisinha em mim e, no meu ouvido, pediu pra eu comer ela como uma puta. Ela se virou e abriu as pernas. Devagar, procurei o buraco até achar e, lentamente, enfiei meu pau centímetro por centímetro. Luna gemia baixinho, rebolando a bunda. Quando tava tudo dentro, comecei a meter com força. As nalgas enormes dela faziam um barulho gostoso, e os gemidos delicados eram música pros meus ouvidos. Ela tava com o corpo colado no vidro, apertando os próprios pezões e lambendo o vidro, sem conseguir esconder os gemidos. O cuzinho apertado dela me fazia sentir como um deus fodendo uma deusa. Sentia minhas bolas batendo nas dela, e dava tapas na bunda dela pra fazê-la gritar.


Parei, virei ela e beijei, coloquei a camisinha e pedi pra ela me foder. A Luna levantou uma das minhas pernas, eu abracei ela e com uma mão levei o pau dela até meu cu, devagarzinho enfiei e ela começou a meter. Eu beijava os lábios dela e o pescoço, gemendo baixinho. Tirei a camisinha, abracei e beijei a Luna enquanto o pauzão dela me fazia gozar. Meu corpo tava colado no vidro, sentia uma das mãos da Luna acariciando minha bunda, no meu ouvido ela gemia e me beijava. O prazer que eu sentia era enorme, tanto que gozei na hora, derramando a porra na barriga da Luna. Ela me beijou na boca e eu peguei um pouco de porra pra dar pra ela.


Luna me metia com tudo, nossos corpos molhados se chocavam feito loucos até que ela gozou, senti o esperma escorrendo pela camisinha. Ela tirou o pau e removeu a camisinha, deixando o gozo cair. A gente se beijou debaixo d'água por um tempão até que eu saí, vesti minha roupa e fui embora me despedindo da Luna com um beijo de língua.



















3 comentários - Luna Marcela (Travesti)

Gran experiencia. Van diez puntos.
Y una pregunta. ¿En Colombia siempre se corren? Porque en España si ven que te has corrido se acabó la fiesta y ya está. Es muy raro que quieran seguir para correrse ellas. Se corren a veces antes que tu para que eso te ponga más cachondo y tu te corras. Otras lo ofrecen como extra (más cobro)..............
Hola cómo estás quien no quisiera tener esa pija en el culo, de dónde sos
Que rico comerse a esa mami bajo el caer del agua

traveco