Maduras

Essa história aconteceu comigo há apenas 1 ano. Tudo começou quando meus pais decidiram vender a casa e sair da cidade. Eu, sinceramente, não quis ir por dois motivos: primeiro, por causa da escola, já que era o último ano que eu cursaria, e segundo, porque não gosto muito de ir para o interior. Então, antes de irem embora, meus pais começaram a procurar um apartamento ou alguma casa onde eu pudesse ficar. Como não tiveram sorte em encontrar nada, contaram aos nossos vizinhos que eu não tinha onde ficar. Devo dizer que meus vizinhos e meus pais são amigos há muitos anos e têm uma relação quase familiar; todos nós convivíamos muito bem, os filhos deles e meus irmãos, etc. Eles são um casal já de idade, e todos os filhos deles são adultos, mas uma das filhas, um ano depois de se casar, o marido sofreu um acidente e ela ficou viúva. Já estava há 3 anos viúva e morava com os pais. Ela se chama Lety e, sinceramente, em toda a convivência que tínhamos, eu sempre aproveitava para olhar para ela e me aproximar mais, já que ela tem um corpo de rainha mesmo. Ela tem 35 anos, é magra, pratica aeróbica, então já podem imaginar como o corpo dela é bem cuidado. Os peitos são pequenos, mas a bunda dela é uma verdadeira obra de arte, as pernas são lisas e grossas, ela é uma gostosa mesmo. Os senhores disseram: "Por que não nos contaram desde o começo? Com prazer aceitamos você em nossa casa, sem pagar aluguel nem nada". A verdade é que eles gostam de mim e dos meus irmãos como se fôssemos filhos deles. Feito isso, no mês seguinte, meus pais venderam a casa e foram para Monterrey, e eu me mudei para a casa dos meus vizinhos.

Desde o primeiro dia no meu novo lar, não perdi tempo e me dediquei a espiar a Lety: quando ela saía do banho ou quando já estava dormindo. Às vezes, eu entrava no quarto dela e levantava o lençol para ver a bunda deliciosa dela, e me limitava a acariciá-la, já que ela poderia acordar. No geral, assim passaram quase dois meses. Eu estava muito à vontade naquela casa e, cada vez mais, com meu olhar, eu me... eu insinuava mais pra Lety, e começava a notar que ela cedia com um sorriso ou me dava um beijo na bochecha toda vez que eu tentava ver os peitos ou a bunda dela. Na real, eu tinha certeza que não demoraria pra gente transar. Uma sexta-feira à noite, quando eu voltava da escola, ao entrar em casa, vi os pais da Lety chorando e sentados na sala. Perguntei o que tinha acontecido: "Nos avisaram que um primo nosso acabou de falecer, então vamos passar o fim de semana todo fora e só voltamos na segunda", eles disseram. Pediram pra eu avisar a Lety, já que ela ainda não tinha voltado do trabalho - ela é secretária numa empresa muito boa da cidade. Me deram mais instruções, deixaram dinheiro e partiram na caminhonete.

Pra ser sincero, eu fiquei feliz (com todo respeito ao falecido), mas era minha chance de comer a Lety, e lógico que eu não ia desperdiçar. Ela voltou bem tarde, e desde que entrou deu pra sentir um cheiro forte de álcool - era óbvio que tinha bebido. Me cumprimentou como sempre com um beijo na bochecha e logo perguntou pelos pais. Expliquei tudo que tinha acontecido. Na hora ela ficou triste pelo parente, mas depois disse que não tinha visto muito ele e não tinha boas lembranças.

Ela subiu pro quarto enquanto eu via TV na sala. Depois de um tempo, desceu com o roupão que costuma usar - é transparente até a altura dos joelhos e sempre dá pra ver a calcinha dela. Quando a vi, meu pau ficou duro pra caralho, e tive que disfarçar a ereção colocando uma almofada no meu volume. Eu só estava de short e uma regata, já que é verão e faz muito calor por aqui.

Jantamos e vimos mais um pouco de TV. Ela ainda parecia meio tonta pelo vinho, e aí comecei a botar em prática o plano que tinha bolado. Fui até o bar e preparei dois tequilas, voltei pra sala e dei um pra ela. "E agora, o que foi? Por que serviu tequila?" "Na verdade, quero brindar com você, porque já faz 2 meses que tô na sua casa e tô muito à vontade com seus pais e com você". e a gente se deu super bem, por isso quero brindar". Sem dizer mais, ela tomou de um gole só e pediu outro. Ficamos bebendo um bom tempo, e eu já estava meio tonto e ela já estava completamente bêbada, já que já tinha tomado mais copos antes. Sentei no sofá ao lado dela e comecei a me aproveitar da situação. Ela estava completamente largada, com as pernas esticadas e a cabeça jogada pra trás, quase dormindo. Coloquei minha mão no joelho dela e comecei a acariciar, subindo devagar. Lety abriu os olhos e sorriu pra mim. Senti que aquele sorriso era como uma permissão pra torná-la minha, então imediatamente juntei meus lábios aos dela e fui subindo minha mão cada vez mais. Estávamos nos pegando gostoso, quando de repente ouvi um barulho na escada, como se fossem passos. Lety se assustou um pouco e eu tive que subir pra ver o que era. Deixei ela no sofá e subi as escadas. Ao chegar no andar de cima, vi uma sombra no corredor entrando no primeiro quarto. Corri até lá e qual não foi minha surpresa ao ver nossa vizinha do lado completamente nua e com cara de medo. Ela também é uma mulher muito gostosa, tem uns 45 anos mais ou menos, é meio cheinha, mas tem uns peitos e uma bunda realmente grandes, ainda maiores que os da Lety. Com uma mão tapava a buceta e com a outra os peitos, estava encostada no guarda-roupa. Me aproximei e perguntei o que ela estava fazendo ali. Ela contou que os pais da Lety disseram que sairiam e ela imediatamente imaginou que a gente ia fazer algo especial e quis ver. Coloquei um roupão que estava no guarda-roupa da Lety nela e ela me mostrou por onde entrou: pulou do telhado, que não é muito alto, e entrou pela porta de serviço, que tinham deixado aberta. Sem mais delongas, peguei ela pela cintura e ela se recusava a me olhar nos olhos. Levantei o rosto dela e dei um beijo bem gostoso, ao qual ela cedeu na hora. Fiquei atrás dela, encostando meu pau, que já estava bem duro, na bunda gostosa dela. Descemos as escadas e chegamos na sala. Quando a Lety me viu, ela se assustou, mas expliquei tudo e disse que a Norma — esse é o nome dela — tinha decidido se juntar à noite de prazer. No começo, a Lety ficou nervosa, então voltei pra cima dela, beijei-a e toquei bem forte, até que o corpo dela relaxou de novo. Enquanto isso, a Norma não perdeu tempo e já estava pelada, se masturbando no outro sofá.

Deitei no sofá, baixei meu short e minha pica pulou pra fora na hora. Ordenei às duas que viessem chupar, e elas nem pensaram duas vezes — logo já tinha as duas putas me dando a melhor mamada da minha vida. Foi tão bom que gozei na cara delas, e elas começaram a se beijar e se tocar. Ficaram fazendo um 69 por um bom tempo, enquanto minha pica voltava a ficar dura diante de uma cena tão perversa.

Quando minha rola ficou dura de novo, peguei a Norma, que estava por cima, agarrei pela cintura e joguei no sofá. Coloquei ela de quatro e comecei a comer ela bem gostoso. Enfiei de uma vez e ela gritou que nem louca, mas depois os gritos viraram gemidos e suspiros. Depois de um tempo, troquei de posição com a Lety, e agora estava comendo ela, enquanto meu dedo começava a explorar o cu dela, e a Norma me ajudava a abrir a bunda dela, chupando com força.

Assim, de quatro e bem aberta, apontei meu pau pro cu dela e enfiei. Estava bem apertado, mas era muito gostoso. Depois de um tempo, quis gozar de novo, mas não queria fazer isso sem dar no cu da Norma também. Então tirei minha pica, posicionei minha outra putinha e, mesmo sem lubrificação, enfiei meu pau nela. No começo, ela não gostou e resistiu, me empurrando, mas já tinha meu pau dentro e não ia voltar atrás. Comecei a bombear devagar e ela foi gostando, pedindo cada vez mais forte. Finalmente, gozei dentro dela e, ao tirar meu pau, a Lety recebeu na boca, limpando o sêmen que tinha e indo direto pro cu da Norma. para limpar e não desperdiçar o precioso porra. Depois disso, subimos na cama e caímos rendidos. No sábado e domingo, passamos o dia inteiro na casa dela transando nós três, fizemos de tudo nesses dois dias. Devo mencionar que Norma é divorciada e mora sozinha, então não teve problema, e como nenhum dos três trabalha nem estuda no fim de semana, nos esbaldamos. Desde então, depois que os pais da Lety dormem, eu entro no quarto dela para comer ela, e não tem um dia que a gente não foda. E antes de ir pra escola, pulo o muro do terraço pra ir até a Norma e também dar a ela sua respectiva ração de pau. Nos fins de semana, a gente marca de se encontrar num hotel para passar o tempo nós três juntos. Como disse no começo, isso já faz um ano que começou, e até hoje continuamos na mesma. E, sinceramente, acho que vai durar muito, porque nós três juntos estamos muito felizes. Com o que tenho trabalhado desde que saí da escola, tenho uma boa quantia de dinheiro, e isso eu ainda não contei pra elas, mas penso em alugar um apartamento e levar as duas comigo, porque, sinceramente, eu acabei me apaixonando por essas duas milfs tão gostosas.

1 comentários - Maduras