Claro, aqui está a tradução:
· Teu irmão, meu amigo, convidou eu e duas amigas pra casa dele, os pais não iam estar, e ele queria, talvez inconscientemente, te causar ciúme pra fazer aflorar teu lado dominante numa situação que ia esquentar o clima. Eu não sabia disso. Nossas amigas também não.
Chegamos no fim da tarde de sexta, o porta-malas do carro cheio de bebida, entre risadas e olhares as minas desceram do carro mostrando os corpos durinhos, as duas de perna de fora, Laura de minishort, e Silvia com saia bem curtinha.
Te vi aparecer na janela, mesmo não dando pra ver tua cara, eu sabia, conhecendo como tu morria de ciúme do teu irmão, que aquela noite ia ser foda de levar. Mas não tava nem aí. Silvia se pendurou no meu braço deixando eu ver o decote da blusa dela... os peitos eram pequenos... dois montinhos que mal faziam volume na roupa... mas os bicos eretos subiam vários centímetros pra deixar o topo bem visível.
Ei, falei pro teu irmão... achei que Carolina... achei que tua irmã não ia estar em casa... falei meio puto com a chance de teu ciúme me deixar sem sexo... (o tempo tratou de mostrar como meus medos eram errados)
Entramos na tua casa com as bebidas que logo colocamos no freezer... Laura sentou num banco alto e cruzou as pernas, sabia muito bem como provocar a gente...
Com um sorriso safado, Silvia chegou por trás dela e se apoiou de propósito nos ombros dela... as duas, tão perto assim, olhavam pra gente chamando a gente a soltar nossos instintos selvagens de macho. Meu pau tava duro que nem pedra, sentindo o que vinha... o do teu irmão... imaginei ele pulsando (eu conhecia ele, no vestiário a gente já tinha se visto, comparado, até quando moleques, a gente teve um episódio de "bronha cruzada"... descoberta sexual...
Na hora que eu tava de pé, babando, descontrolado, só pensando em abrir aquelas pernas que me chamavam... a porta abriu... e você entrou.
Eu parei na hora... minha cara tava vermelha, pegando fogo... de tesão.
Você cumprimentou as minas friamente. garotas...olhando pra elas com desprezo, quase com superioridade... você as dominou com o sutiã que aparecia entre os botões da camisa entreaberta... seus peitos eram montanhas... eram enormes, firmes, túrgidos... dava pra ver seu pescoço, sua pele macia... sua boca com um sorriso triunfante quase imperceptível, você não ia mostrar que as vencia, porque elas não eram concorrência... a farmácia... você me disse... eu, besta, não conseguia tirar os olhos daqueles peitos que eu ansiava sentir nas minhas mãos... a dureza do meu pau, empurrando pra sair, pra abrir caminho, tinha conseguido abaixar o zíper da calça jeans... até um volume laranja aparecia ali... hummm... você disse... essa roupa íntima nunca vi em você... tá de estreia pra essas meninas? seu irmão, que não conseguia reagir diante do espetáculo do seu decote, e sua saia escocesa que deixava ver suas pernas... finalmente gaguejou... ou tentou... mas você riu antes... soltou uma risada leve... mas olhava fixamente pra Silvia... e com curiosidade pra Laura... acho que seu irmão nunca teve tanta vontade de te comer como naquele momento... (eu sim... várias vezes)... você se aproximou das garotas... e com naturalidade ofereceu bebidas... elas aceitaram... e dois minutos depois você estava sentada entre as duas... rindo todas... bom... vão pro jardim e acendam o fogo, você disse, foi um comentário de passagem, mas... soou como uma ordem pra nós... você era quem mandava ali... e essa autoridade implícita me excitava ainda mais... eu sabia da sua relação com seu irmão... e você sabia da minha relação com minha irmã... mas... você levava com naturalidade, o que te dava vantagem sobre mim, você podia brincar sobre isso e eu ficava envergonhado... você me tinha na mão o tempo todo... e esse jogo me excitava... mas nunca tinha rolado nada... porque você... agora eu sei, estava jogando seu jogo... e esperava o momento perfeito... essa manipulação que você fazia com a gente... era excitante... saímos pra fora... e você ficou com as garotas, que estavam hipnotizadas pelo seu jeito e desenvoltura... você as seduzia... e fazia Brincadeiras... meu irmão é virgem... tem o pau pequeno... hoje não vai estrear com vocês, porque eu não vou deixar... é meu irmãozinho...
tudo era risada... enquanto você acariciava os ombros delas ou apoiava distraidamente a mão nas coxas delas... olhava fixo pra elas... e servia mais e mais álcool
vamos lá fora que os caras devem estar desesperados pra ver vocês... você disse... laura levantou, e silvia... tentou... mas caiu sentada...
todas riram... laura, traz do banheiro uma toalha e água... você disse...
dois segundos bastaram pra você colocá-la de pé e dar um beijo apaixonado... silvia não entendia, mas respondeu ao beijo... com timidez deixou a língua sair, que se roçou na sua... e... se deixou levar... ainda mais quando sentiu sua mão firme na bunda dela... por baixo da saia... suspirou na sua boca... e quando seu dedo roçou a buceta dela... jogou a cabeça pra trás num gemido suave... você tirou a mão... seu dedo estava molhado... só de ter tocado o tecido da calcinha... e apoiou ele nos lábios dela...
silvia... lambeu devagar... e laura entrou naquele momento... se surpreendeu... elas tinham 19... e... e você era mais velha e experiente... embora as garotas fossem de mente liberal, e tivessem fantasias, nunca tinham falado sobre isso... ou realizado... ainda se reprimiam um pouco... (apesar de na cama serem umas putinhas do caralho)
você piscou um olho pra laura e, deixando silvia excitada e confusa, saiu pro quintal...
você tinha tudo controlado... mas... por baixo desse controle... toda essa brincadeira tinha feito seus lábios ficarem abertos de par em par... e completamente melados... você estava muito excitada pensando em cada passo que daria...
chamou seu irmão...
eles entraram em casa... você os viu subir as escadas... e da janela... viu eles pararem dois degraus antes do fim... não sei o que você disse... mas ele sentou... você subiu até o topo... num movimento só passou a perna direita por cima da cabeça dele e apoiou no ombro... viu sua mão que com firmeza segurava a cabeça dele e a afundava entre suas pernas... mas A saia cobria... mas... saber que meu amigo tinha na boca aquele gosto que eu tanto desejava... me desesperou. Minha mão se esfregava na entreperna, apertava a calça. Eu via você arquear as costas e abrir a boca, via seu corpo tremer, via seu rosto se transformar. Tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar com violência. Na minha cabeça, só tinha eu lambendo aquela buceta, tomando seus sucos, fazendo você tremer.
Entre espasmos, você virou a cabeça e me viu através da janela. Viu meu pau venoso, duro, ereto. E você mostrou a língua, me piscou um olho e mordeu o lábio.
Avancei em direção à casa e vi as garotas saindo. A Silvia me viu, arregalou os olhos, surpresa. A Laura perguntou: "O quê?"
Elas seguiram a direção do meu olhar.
E ali, no pedestal, no final da escada, viram a rainha, a dona dos nossos desejos, nos encarando, apertando a cabeça do irmão dela na entreperna, respirando ofegante, escorrendo.
"Esse garoto é meu", você disse. "E só vão ter ele se eu quiser."
Eu queria que você tivesse falado de mim. Queria te comer com violência, com vontade, com força, ser seu macho.
Enquanto eu continuava me masturbando que nem um moleque, a Silvia se aproximou e pegou minha pica nas mãos. "Deixa comigo", disse, desafiadora, olhando nos seus olhos. "Essa gozada então é minha."
Ela se ajoelhou e enfiou a ponta do meu pau na boca. Só a ponta. Mas olhava pra você. Não queria meu pau... queria você. Como todo mundo. A gente te desejava, você.
E ela me chupou. Enfiou até o fundo. Encheu de baba, molhou toda com saliva. Enfiava e tirava da boca, passava a língua. Me punhetava.
Acariciava minhas bolas. E eu estava prestes a explodir.
Seu irmão nos olhava. Você nos olhava. E você tirou a calça dele. Meu Deus, eu sabia. O pau do seu irmão era grosso. Muito grosso. E comprido o suficiente pra não ter inveja do Rocco, o ator pornô.
Seu irmão era muito bem dotado. E se... Entendia por que você queria ele só pra você...essa pica devia te dar o maior dos prazeres...e você...como uma boa putinha experiente, sabia como fazer pra ele ficar satisfeito e nunca se entediar...você tinha ele dominado...
A Laura, que só olhava sem jeito, subiu as escadas e parou do lado...dava pra ver o espanto dela...
Você pegou a cabeça dela...fez ela sentar...e obrigou ela a meter esse pau enorme na boca...
Não entrava...era enorme...e enquanto tirava a blusa dela, sussurrava no ouvido pra ela aproveitar, porque aquela pica não ia entrar em nenhum outro buraco do corpo dela
Não aguentei...o boquete da Silvia era espetacular...a boca dela uma cavidade molhada que fazia minha pica tremer...
Eu tava prestes a gozar...
...você tava atenta, olhando...foi descendo as escadas...parou atrás da Silvia...passou a mão na bunda dela levantando a saia
Ela arqueou, se entregando
Sem vergonha nenhuma, você meteu a mão na buceta dela...e começou um movimento pra cima e pra baixo...
Silvia gemeu...e começou a chupar com mais vontade
Fica de quatro, você falou baixinho...
Silvia não hesitou...tava toda entregue
Abre as pernas, você ordenou
E ela fez...
Você se abaixou e aproximou a boca...sentiu o cheiro adocicado que molhava aquela calcinha fio dental...roçou com a ponta do nariz...e o corpo inteiro da Silvia tremeu...
Vadia inexperiente...você falou com desprezo...e largou ela
Com brutalidade, você tirou a cabeça dela da minha pica...que tava roxa, dura e a ponto de explodir
E eu vi você me olhando enquanto descia...ia rolar...não podia acreditar
Isso que você espera há anos, não é? você falou
E enfiou de uma vez até a garganta
Seus lábios roçando a pica...seu hálito soprando ela...seus olhos me olhando...tudo...tudo...não aguentei...com um espasmo comecei a gemer...e vi sua boca sugando...
Jatos e jatos de porra...
E você pegava, me olhava, saboreava, se deliciava...
Em dois boquetes você tinha tirado mais gozo de mim do que ninguém
Você é meu...quando eu quiser...você falou
E foi embora...
Minha pica tava Satisfeita... e descansando um pouco... Silvia estava excitadíssima... molhada... morrendo de vontade.
Laura, a mesma coisa, só que ela tinha conseguido saborear o gozo do teu pau...
Teu plano tinha começado bem.x
as duas putinhas estavam no fogo e com vontade... nós três satisfeitos por enquanto...
· Teu irmão, meu amigo, convidou eu e duas amigas pra casa dele, os pais não iam estar, e ele queria, talvez inconscientemente, te causar ciúme pra fazer aflorar teu lado dominante numa situação que ia esquentar o clima. Eu não sabia disso. Nossas amigas também não.
Chegamos no fim da tarde de sexta, o porta-malas do carro cheio de bebida, entre risadas e olhares as minas desceram do carro mostrando os corpos durinhos, as duas de perna de fora, Laura de minishort, e Silvia com saia bem curtinha.
Te vi aparecer na janela, mesmo não dando pra ver tua cara, eu sabia, conhecendo como tu morria de ciúme do teu irmão, que aquela noite ia ser foda de levar. Mas não tava nem aí. Silvia se pendurou no meu braço deixando eu ver o decote da blusa dela... os peitos eram pequenos... dois montinhos que mal faziam volume na roupa... mas os bicos eretos subiam vários centímetros pra deixar o topo bem visível.
Ei, falei pro teu irmão... achei que Carolina... achei que tua irmã não ia estar em casa... falei meio puto com a chance de teu ciúme me deixar sem sexo... (o tempo tratou de mostrar como meus medos eram errados)
Entramos na tua casa com as bebidas que logo colocamos no freezer... Laura sentou num banco alto e cruzou as pernas, sabia muito bem como provocar a gente...
Com um sorriso safado, Silvia chegou por trás dela e se apoiou de propósito nos ombros dela... as duas, tão perto assim, olhavam pra gente chamando a gente a soltar nossos instintos selvagens de macho. Meu pau tava duro que nem pedra, sentindo o que vinha... o do teu irmão... imaginei ele pulsando (eu conhecia ele, no vestiário a gente já tinha se visto, comparado, até quando moleques, a gente teve um episódio de "bronha cruzada"... descoberta sexual...
Na hora que eu tava de pé, babando, descontrolado, só pensando em abrir aquelas pernas que me chamavam... a porta abriu... e você entrou.
Eu parei na hora... minha cara tava vermelha, pegando fogo... de tesão.
Você cumprimentou as minas friamente. garotas...olhando pra elas com desprezo, quase com superioridade... você as dominou com o sutiã que aparecia entre os botões da camisa entreaberta... seus peitos eram montanhas... eram enormes, firmes, túrgidos... dava pra ver seu pescoço, sua pele macia... sua boca com um sorriso triunfante quase imperceptível, você não ia mostrar que as vencia, porque elas não eram concorrência... a farmácia... você me disse... eu, besta, não conseguia tirar os olhos daqueles peitos que eu ansiava sentir nas minhas mãos... a dureza do meu pau, empurrando pra sair, pra abrir caminho, tinha conseguido abaixar o zíper da calça jeans... até um volume laranja aparecia ali... hummm... você disse... essa roupa íntima nunca vi em você... tá de estreia pra essas meninas? seu irmão, que não conseguia reagir diante do espetáculo do seu decote, e sua saia escocesa que deixava ver suas pernas... finalmente gaguejou... ou tentou... mas você riu antes... soltou uma risada leve... mas olhava fixamente pra Silvia... e com curiosidade pra Laura... acho que seu irmão nunca teve tanta vontade de te comer como naquele momento... (eu sim... várias vezes)... você se aproximou das garotas... e com naturalidade ofereceu bebidas... elas aceitaram... e dois minutos depois você estava sentada entre as duas... rindo todas... bom... vão pro jardim e acendam o fogo, você disse, foi um comentário de passagem, mas... soou como uma ordem pra nós... você era quem mandava ali... e essa autoridade implícita me excitava ainda mais... eu sabia da sua relação com seu irmão... e você sabia da minha relação com minha irmã... mas... você levava com naturalidade, o que te dava vantagem sobre mim, você podia brincar sobre isso e eu ficava envergonhado... você me tinha na mão o tempo todo... e esse jogo me excitava... mas nunca tinha rolado nada... porque você... agora eu sei, estava jogando seu jogo... e esperava o momento perfeito... essa manipulação que você fazia com a gente... era excitante... saímos pra fora... e você ficou com as garotas, que estavam hipnotizadas pelo seu jeito e desenvoltura... você as seduzia... e fazia Brincadeiras... meu irmão é virgem... tem o pau pequeno... hoje não vai estrear com vocês, porque eu não vou deixar... é meu irmãozinho...
tudo era risada... enquanto você acariciava os ombros delas ou apoiava distraidamente a mão nas coxas delas... olhava fixo pra elas... e servia mais e mais álcool
vamos lá fora que os caras devem estar desesperados pra ver vocês... você disse... laura levantou, e silvia... tentou... mas caiu sentada...
todas riram... laura, traz do banheiro uma toalha e água... você disse...
dois segundos bastaram pra você colocá-la de pé e dar um beijo apaixonado... silvia não entendia, mas respondeu ao beijo... com timidez deixou a língua sair, que se roçou na sua... e... se deixou levar... ainda mais quando sentiu sua mão firme na bunda dela... por baixo da saia... suspirou na sua boca... e quando seu dedo roçou a buceta dela... jogou a cabeça pra trás num gemido suave... você tirou a mão... seu dedo estava molhado... só de ter tocado o tecido da calcinha... e apoiou ele nos lábios dela...
silvia... lambeu devagar... e laura entrou naquele momento... se surpreendeu... elas tinham 19... e... e você era mais velha e experiente... embora as garotas fossem de mente liberal, e tivessem fantasias, nunca tinham falado sobre isso... ou realizado... ainda se reprimiam um pouco... (apesar de na cama serem umas putinhas do caralho)
você piscou um olho pra laura e, deixando silvia excitada e confusa, saiu pro quintal...
você tinha tudo controlado... mas... por baixo desse controle... toda essa brincadeira tinha feito seus lábios ficarem abertos de par em par... e completamente melados... você estava muito excitada pensando em cada passo que daria...
chamou seu irmão...
eles entraram em casa... você os viu subir as escadas... e da janela... viu eles pararem dois degraus antes do fim... não sei o que você disse... mas ele sentou... você subiu até o topo... num movimento só passou a perna direita por cima da cabeça dele e apoiou no ombro... viu sua mão que com firmeza segurava a cabeça dele e a afundava entre suas pernas... mas A saia cobria... mas... saber que meu amigo tinha na boca aquele gosto que eu tanto desejava... me desesperou. Minha mão se esfregava na entreperna, apertava a calça. Eu via você arquear as costas e abrir a boca, via seu corpo tremer, via seu rosto se transformar. Tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar com violência. Na minha cabeça, só tinha eu lambendo aquela buceta, tomando seus sucos, fazendo você tremer.
Entre espasmos, você virou a cabeça e me viu através da janela. Viu meu pau venoso, duro, ereto. E você mostrou a língua, me piscou um olho e mordeu o lábio.
Avancei em direção à casa e vi as garotas saindo. A Silvia me viu, arregalou os olhos, surpresa. A Laura perguntou: "O quê?"
Elas seguiram a direção do meu olhar.
E ali, no pedestal, no final da escada, viram a rainha, a dona dos nossos desejos, nos encarando, apertando a cabeça do irmão dela na entreperna, respirando ofegante, escorrendo.
"Esse garoto é meu", você disse. "E só vão ter ele se eu quiser."
Eu queria que você tivesse falado de mim. Queria te comer com violência, com vontade, com força, ser seu macho.
Enquanto eu continuava me masturbando que nem um moleque, a Silvia se aproximou e pegou minha pica nas mãos. "Deixa comigo", disse, desafiadora, olhando nos seus olhos. "Essa gozada então é minha."
Ela se ajoelhou e enfiou a ponta do meu pau na boca. Só a ponta. Mas olhava pra você. Não queria meu pau... queria você. Como todo mundo. A gente te desejava, você.
E ela me chupou. Enfiou até o fundo. Encheu de baba, molhou toda com saliva. Enfiava e tirava da boca, passava a língua. Me punhetava.
Acariciava minhas bolas. E eu estava prestes a explodir.
Seu irmão nos olhava. Você nos olhava. E você tirou a calça dele. Meu Deus, eu sabia. O pau do seu irmão era grosso. Muito grosso. E comprido o suficiente pra não ter inveja do Rocco, o ator pornô.
Seu irmão era muito bem dotado. E se... Entendia por que você queria ele só pra você...essa pica devia te dar o maior dos prazeres...e você...como uma boa putinha experiente, sabia como fazer pra ele ficar satisfeito e nunca se entediar...você tinha ele dominado...
A Laura, que só olhava sem jeito, subiu as escadas e parou do lado...dava pra ver o espanto dela...
Você pegou a cabeça dela...fez ela sentar...e obrigou ela a meter esse pau enorme na boca...
Não entrava...era enorme...e enquanto tirava a blusa dela, sussurrava no ouvido pra ela aproveitar, porque aquela pica não ia entrar em nenhum outro buraco do corpo dela
Não aguentei...o boquete da Silvia era espetacular...a boca dela uma cavidade molhada que fazia minha pica tremer...
Eu tava prestes a gozar...
...você tava atenta, olhando...foi descendo as escadas...parou atrás da Silvia...passou a mão na bunda dela levantando a saia
Ela arqueou, se entregando
Sem vergonha nenhuma, você meteu a mão na buceta dela...e começou um movimento pra cima e pra baixo...
Silvia gemeu...e começou a chupar com mais vontade
Fica de quatro, você falou baixinho...
Silvia não hesitou...tava toda entregue
Abre as pernas, você ordenou
E ela fez...
Você se abaixou e aproximou a boca...sentiu o cheiro adocicado que molhava aquela calcinha fio dental...roçou com a ponta do nariz...e o corpo inteiro da Silvia tremeu...
Vadia inexperiente...você falou com desprezo...e largou ela
Com brutalidade, você tirou a cabeça dela da minha pica...que tava roxa, dura e a ponto de explodir
E eu vi você me olhando enquanto descia...ia rolar...não podia acreditar
Isso que você espera há anos, não é? você falou
E enfiou de uma vez até a garganta
Seus lábios roçando a pica...seu hálito soprando ela...seus olhos me olhando...tudo...tudo...não aguentei...com um espasmo comecei a gemer...e vi sua boca sugando...
Jatos e jatos de porra...
E você pegava, me olhava, saboreava, se deliciava...
Em dois boquetes você tinha tirado mais gozo de mim do que ninguém
Você é meu...quando eu quiser...você falou
E foi embora...
Minha pica tava Satisfeita... e descansando um pouco... Silvia estava excitadíssima... molhada... morrendo de vontade.
Laura, a mesma coisa, só que ela tinha conseguido saborear o gozo do teu pau...
Teu plano tinha começado bem.x
as duas putinhas estavam no fogo e com vontade... nós três satisfeitos por enquanto...
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