E aí chegou a noite e o jantar do aniversário da Tita, todo mundo na casa dela, em família, se divertindo num clima descontraído de piadas e música. De repente, a mãe comentou como a comida estava gostosa — era um serviço de buffet daqueles que se usava na época. A Tita respondeu: "É da padaria e confeitaria da avenida. Você lembra da Carmen, sua colega de escola?" "Como não vou lembrar, se a gente vivia junto? Mas faz tempo que não vejo ela." "Pois é", completou a Tita, "desde que ficou viúva, ela vive naquele negócio. E hoje mesmo ela me disse que precisava de um rapaz pra ajudar com as entregas e arrumar um pouco o salão, porque era uma vergonha não conseguir entregar nada em domicílio, igual hoje, que a gente teve que ir buscar com seu filho. E olha, me veio uma ideia: que tal eu perguntar se ela topa testar o Tony? Quem sabe nas férias, enquanto não tem aula, ele não ganha uma graninha?"
Eu olhei pra ela como quem diz: "Tita, você me entregou pra essa mulher imponente." Mas a minha velha me trouxe de volta à realidade: "Você quer?" "Sim", respondi na hora. "Então vou consultar meu marido. Pergunta agora", disse a Tita. "E se ele disser que sim, amanhã mesmo eu levo ele e apresento pra Carmen, falo que é seu filho e pronto." "Beleza, vou perguntar", ela foi falar com meu pai. Enquanto isso, a aniversariante aproveitou pra sussurrar quase no meu ouvido: "Agora depende de você comer essa mulher."
"Então", disse minha mãe quando voltou, "seu pai falou que se você quiser, pode ir. Pelo menos pra saber o que é trabalhar no verão." E ali acabou o jantar pra mim. Daquele momento em diante, só conseguia pensar no sexo que ia ter com a minha patroa. Quando chegamos em casa, me deitei e continuei pensando na mesma coisa. Tão vidrado nisso que nem percebi que a avó já estava pelada, prestes a entrar na minha cama. Ela entrou e, automaticamente, pegou no meu pau, baixou minha cueca e, quase sem dar tempo dela enfiar tudo na boca, eu gozei jorrando aquela porra grossa. Eu tinha acumulado pensando em comer a Carmen. Depois de engolir até a última gota do meu gozo, a vó disse: "Se você vai ficar tão tarado assim depois de pegar a padeira, não tem problema você trabalhar com ela, pelo menos até comer ela pela primeira vez. Se é que você vai comer ela. Você vai voltar com os ovos bem cheios e duros, e toda noite vou esvaziar e amolecer eles pra você". A gente riu, eu abracei ela e conversamos. "Por que a mãe nunca disse que era amiga da Carmen?" "Não sei, elas eram parceironas, iam juntas pra todo lado, o que seu avô não gostava muito, porque ele dizia que a Carmen era muito rápida. Até que um dia ela começou a namorar um cara mais velho, o filho do padeiro velho, e logo se casou, teve família e parou de frequentar as amigas do bairro. Quando o filho foi crescendo, começou a trabalhar no negócio e, quando o marido morreu há alguns anos, ela assumiu tudo. Bom, agora vou indo, pra você dormir, porque tem que acordar cedo." "Tá bom", eu disse, "você tem razão, vai deitar no seu quarto. Mas não se faça de sonsa e, antes de ir, vira e fica de quatro, porque desde que te vi à noite com essa saia tubinho, tô com vontade de arrebentar teu cu." Antes mesmo de terminar a frase, a cabeça do meu pau, lubrificada pelo que ela tinha me contado, já estava forçando o esfíncter dela pra entrar no fundo do cu dela, o que consegui com um empurrão forte. "Neném", ela disse num grito abafado, "você tem que aprender uma coisa: depois de um jantar importante, uma senhora deve ir ao banheiro antes de ter sexo anal, porque senão, quando um pau entra fundo de uma vez, pode cagar, como eu agora. Então mexe devagar, goza e tira devagar, porque você vai tirar a porra da pica cheia de merda, e eu quero sujar o mínimo possível." Fiz como ela mandou e tirei ela toda cagada. Ela me deu um beijo e disse: "Vai se lavar, enquanto eu troco os lençóis. Mas essa você vai me pagar. É a segunda vez que você me faz cagar. Além disso, e olha que você tem uma rola normal, nem quero imaginar como você me deixaria com uma rola de preto.
Eu olhei pra ela como quem diz: "Tita, você me entregou pra essa mulher imponente." Mas a minha velha me trouxe de volta à realidade: "Você quer?" "Sim", respondi na hora. "Então vou consultar meu marido. Pergunta agora", disse a Tita. "E se ele disser que sim, amanhã mesmo eu levo ele e apresento pra Carmen, falo que é seu filho e pronto." "Beleza, vou perguntar", ela foi falar com meu pai. Enquanto isso, a aniversariante aproveitou pra sussurrar quase no meu ouvido: "Agora depende de você comer essa mulher."
"Então", disse minha mãe quando voltou, "seu pai falou que se você quiser, pode ir. Pelo menos pra saber o que é trabalhar no verão." E ali acabou o jantar pra mim. Daquele momento em diante, só conseguia pensar no sexo que ia ter com a minha patroa. Quando chegamos em casa, me deitei e continuei pensando na mesma coisa. Tão vidrado nisso que nem percebi que a avó já estava pelada, prestes a entrar na minha cama. Ela entrou e, automaticamente, pegou no meu pau, baixou minha cueca e, quase sem dar tempo dela enfiar tudo na boca, eu gozei jorrando aquela porra grossa. Eu tinha acumulado pensando em comer a Carmen. Depois de engolir até a última gota do meu gozo, a vó disse: "Se você vai ficar tão tarado assim depois de pegar a padeira, não tem problema você trabalhar com ela, pelo menos até comer ela pela primeira vez. Se é que você vai comer ela. Você vai voltar com os ovos bem cheios e duros, e toda noite vou esvaziar e amolecer eles pra você". A gente riu, eu abracei ela e conversamos. "Por que a mãe nunca disse que era amiga da Carmen?" "Não sei, elas eram parceironas, iam juntas pra todo lado, o que seu avô não gostava muito, porque ele dizia que a Carmen era muito rápida. Até que um dia ela começou a namorar um cara mais velho, o filho do padeiro velho, e logo se casou, teve família e parou de frequentar as amigas do bairro. Quando o filho foi crescendo, começou a trabalhar no negócio e, quando o marido morreu há alguns anos, ela assumiu tudo. Bom, agora vou indo, pra você dormir, porque tem que acordar cedo." "Tá bom", eu disse, "você tem razão, vai deitar no seu quarto. Mas não se faça de sonsa e, antes de ir, vira e fica de quatro, porque desde que te vi à noite com essa saia tubinho, tô com vontade de arrebentar teu cu." Antes mesmo de terminar a frase, a cabeça do meu pau, lubrificada pelo que ela tinha me contado, já estava forçando o esfíncter dela pra entrar no fundo do cu dela, o que consegui com um empurrão forte. "Neném", ela disse num grito abafado, "você tem que aprender uma coisa: depois de um jantar importante, uma senhora deve ir ao banheiro antes de ter sexo anal, porque senão, quando um pau entra fundo de uma vez, pode cagar, como eu agora. Então mexe devagar, goza e tira devagar, porque você vai tirar a porra da pica cheia de merda, e eu quero sujar o mínimo possível." Fiz como ela mandou e tirei ela toda cagada. Ela me deu um beijo e disse: "Vai se lavar, enquanto eu troco os lençóis. Mas essa você vai me pagar. É a segunda vez que você me faz cagar. Além disso, e olha que você tem uma rola normal, nem quero imaginar como você me deixaria com uma rola de preto.
3 comentários - A amiga gostosa da minha avó