Sou a Loli
Eu tava num domingo de manhã em casa descansando quando bateram na porta umas minas religiosas, bom, não soube de cara porque a roupa delas não entregava essas intenções. Eram umas minas normais, tímidas, que queriam me vender algo, percebi na hora, talvez vender as ideias delas. Eu tava vestida como sempre em casa, com meu roupão que cobria minha lingerie, meia preta, cinta-liga, calcinha, sutiã pequeno, bom, quem lê meus contos sabe que eu adoro lingerie e me sinto muito bem quando percebo que sou desejada, seja por mulher ou por homem, e mesmo em casa nunca se sabe quem vai aparecer ou bater na porta, e não é a primeira vez que por causa da minha roupa provocante em casa eu me divirto um pouco.
O caso é que as menininhas, jovens, virgens, lindas com certeza, mas muito recatadas no jeito de se vestir e se arrumar, não deixavam transparecer nenhuma intenção safada ou quente, tudo eram palavras agradáveis, sobre a vida tão ruim que a gente leva nas cidades, sobre como o dinheiro é ruim, a ganância, a inveja, e que Deus na palavra dele, a Bíblia, diz que os cristãos não deviam ser assim e que tá muito perto um castigo da parte dele que vai limpar a terra de tudo que é ruim. Tudo aquilo me soou como uma seita dessas evangélicas, Testemunhas de Jeová ou talvez Mórmons. Mas por favor, entrem um pouco na minha casa, acho que não devemos falar disso na porta. — Bom, não queremos te atrapalhar, só vamos deixar umas revistas pra você ler e se quiser a gente volta outro dia... — Não, não, não sei se vou estar em casa outro dia e com vontade de ouvir vocês, melhor vocês me contarem como é essa história toda enquanto a gente toma algo. Querem um cafezinho? — Muito obrigada, a gente não tá acostumada a ser tratada tão bem.
Uma era alta e loira, disfarçadamente olhei as curvas dela, embora as roupas fossem largas e não deixassem ver muita coisa, dava pra ver que ela tinha uns peitos bons, bem grandes, e também um quadril largo porque a saia modestíssima que chegava bem abaixo do joelho não escondia isso. Abaixo do joelho, aumentava bastante de tamanho na região dos quadris, deixando imaginar uma bunda bem grande.
Olhos azuis e muito vivos, pele muito branca, parecia americana, talvez missionária daquele país, com umas sardas no nariz muito excitantes pra mim.
Meio tímida, embora levasse a voz de comando, mas frequentemente olhava pra baixo quando eu intervinha ou mostrava discordância do que ela dizia.
A outra era o oposto, morena, mais baixa, peitos menores e um pouco mais provocante dentro da modéstia, claramente espanhola e mais nova, mas mais descarada e moderna, saia mais moderna e quadris grandes também, mais gordinha, mais curvilínea, exceto nos peitos.
Olhos pretos e olhar mais desafiador, gênio mais direto e falante.
— Vamos, meninas, não me digam que vocês acreditam que Deus vai fazer algo contra os avarentos ou ladrões, ele nunca fez.
— Claro que vai fazer, e bem em breve.
— E o que vocês acham do sexo? É bom se amar, né?
Elas se entreolharam, meio coradas, principalmente a loira.
A morena tentava esconder um sorrisinho, o que me deixou ver que era mais safada que a companheira ou, na vida dela, não praticava tanto o que pregava, especialmente nesse capítulo puritano.
— Sexo é algo que só deve ser praticado dentro do casamento, e só entre homem e mulher.
— Eu não sei por que você tá tentando me responder sobre lésbicas ou gays, eu não toquei nesse assunto. Mas claro, meu jaleco abria um pouco e minha perna se mexia nervosa enquanto eu falava e sorria, talvez um pouco provocadora. Com certeza, fazer isso com aquelas santinhas estava me excitando, e só de pensar que podia seduzir umas beatas já estava molhando minha calcinha.
— Vamos, Deus entenderia, essas coisas são naturais. Ele nos fez sexuais e com grandes desejos, a gente não tem culpa. Se ele nos fez assim, é pra gente usar e se divertir, não acham? E por que só sexos diferentes? Vocês já experimentaram com uma mulher? Por favor, como é que você tem coragem de dizer isso? Claro que não, não queremos ser destruídas por Deus por um pecado tão grave.
Parecia que aquilo ia ser difícil demais, porque eu não via nenhum sinal de abertura naquelas meninas. É inacreditável que no século 21 ainda existam jovens tão atrasadas.
Eu continuava a conversa como se nada, mas ia abrindo minha bata semitransparente, deixando aparecer um pouco da minha anatomia. Minhas meias pretas e cinta-liga apareciam perfeitamente, e notei que a mais moreninha, Pepa, não tirava os olhos de mim. Percebi um brilho no olhar dela e a boca entreaberta, que a fez engolir saliva timidamente. Acho que ela já sabia que não iam sair dali tão cedo.
Jenny continuava citando versículos da Bíblia que condenavam relações homossexuais e tudo que não fosse casto e dentro do casamento.
Ela não prestava tanta atenção no que eu estava fazendo porque estava focada nos argumentos.
Minha mão ia abrindo minha bata aos poucos e se enfiando por baixo da minha calcinha fio dental, que já estava visível. Eu ia me acariciando devagar e soltava um gemido bem baixinho, enquanto meu rosto se contorcia de puro prazer — que eu queria mostrar para elas.
Pepa estava nervosa e não parava de me olhar, de observar meu corpo. Ela estava ficando com calor, e a situação a deixava muito excitada, mesmo que tentasse evitar ou disfarçar.
Jenny finalmente percebeu que eu não estava prestando atenção nos versículos dela nem na Bíblia, e que eu estava me divertindo, me masturbando na frente das duas religiosas caretíssimas.
Ela olhou para Pepa e notou que ela estava muito nervosa, mordendo o lábio inferior e, sem conseguir evitar, ficando excitada ao me ver me dedilhando sem me importar que elas estivessem ali.
Mas decidi apertar ainda mais o cerco. Fingi que estava tendo um orgasmo, soltei um grito e desmaiei, com a bata aberta e meu sutiã prendendo meus peitões grandes também à mostra.
Elas se entreolharam e se aproximaram de mim, sem saber o que fazer. Murmuravam perguntando se eu estava bem, se queria um... Um pouco de água...
Fingi que gozava em mim, devagar, pedia com toda moleza que me levassem pra cama, que eu tava muito estranha e que continuassem me contando mais coisas, por favor.
Na hora, Pepa me levantou com os braços dela e nossos peitos se apertaram por um momento, eu agarrei ela pela cintura, fui medindo a anatomia dela, peitos bons, mamilos eretos, talvez ela tivesse excitada, cheirava muito bem, era vaidosa, cintura fina e quadril largo, minhas mãos desceram disfarçadamente pra bunda dela, apalpando a calcinha, era uma calcinha mais largona e pouco sexy, disfarcei que escorregava e assim pude acariciar as pernas dela por trás, estavam durinhas e bem torneadas.
Jenny me segurava do outro lado, também encostou os peitos dela, com certeza maiores que os da Pepa, a virilha dela roçou uns momentos na minha cintura, notei um monte de Vênus saliente, macio, talvez por uma moita grande de pelinhos na região da buceta.
Do jeito que deram, me deitaram de barriga pra cima na cama, meu quarto tava meio bagunçado e na cômoda eu tinha vários tipos de meia, sutiã, calcinha e fio dental, tudo bem provocante.
Notei que Pepa olhava pra eles, talvez pensando se eu era uma puta ou com certeza muito promíscua e fetichista.
Mas com certeza ela gostava do que via, até acariciou algum modelinho sentindo um tesão especial pelo toque suave de algumas peças.
Vi de relance, fingi que voltava à consciência,
— Desculpa mesmo, é que não tô bem.
— Se você gosta dessa roupa, pode experimentar alguma coisa.
— Não, desculpa, perdi a mão, é que aquele modelinho me atraiu.
— Moça, a gente tem muito o que fazer e se a senhora tá melhor e não quer que a gente deixe algum livro da Bíblia...
— Por favor, fiquem mais um pouco, preciso estar com alguém, considerem como uma das obras de caridade de vocês, a ajuda a uma alma perdida e pecadora.
(Fingi o argumento de que eu era uma puta arrependida, pensando que por aí podia conseguir que ficassem.)
— Insisto, experimenta. A roupa que quiser, aí tem um espelho e pode fechar a porta.
— Não te incomoda?
— Me dá um pouco de vergonha.
Assenti dando minha aprovação e continuei com a cara de fraqueza, com uma mão debaixo da minha calcinha fio dental, acariciando meus lábios da buceta, e a outra por baixo do sutiã, acariciando um peito na região da aréola e me aproximando do mamilo.
O roupão já não me cobria mais, eu estava de lingerie.
Jenny não sabia o que fazer: uma senhora se masturbando na frente dela, pedindo clemência pelos seus pecados, e a sua companheira abaixando a saia para experimentar umas meias de renda e uma calcinha fio dental.
Aproximei Jenny de mim e disse que precisava da clemência e do perdão dela, que eu era uma pecadora e precisava que ela me desse um beijo para receber sua bênção.
De má vontade, notei que ela se aproximava. Acariciei seu braço, puxando o rosto dela para perto do meu. — Por favor, me dá um beijo, preciso sentir carinho de alguém. Sou uma perdida, uma alma abandonada que todo mundo usa e pisoteia. Me beija.
Jenny ia me dar um beijo na bochecha, mas virei o rosto dela e a beijei na boca suavemente. Como notei que a peguei desprevenida, decidi atacar o mais rápido possível: com uma mão, acariciava a bunda dela enquanto a apertava contra mim, e com a outra, muito rapidamente, desabotoei o sutiã dela por trás.
Mesmo tentando, ela não conseguiu se afastar de mim e caiu na cama junto comigo.
Me movi rápido e montei em cima dela, segurando seus braços e continuando a beijá-la na boca para calar seus protestos.
Cinco segundos depois, ela cedeu e começou a se sentir excitada com minhas carícias e beijos apaixonados. Sua natureza se soltou, uma paixão intensa tomou conta dela. Era a primeira experiência dela depois de muitos anos se negando o mínimo contato físico com homens e mulheres, achando que aquilo era um pecado mortal.
Ela estava selvagem debaixo de mim, com as mãos apoiadas na minha bunda, acariciando-a, sentindo uma excitação avassaladora enquanto eu tirava aquela horrível... Vestido recatado se abrindo, desabotoando aquela quantidade enorme de botões, com nossas bocas se mordendo, gemendo ondas transbordantes de prazer.
Pepa, vestida com seu modelito sexy, meia-calça, sutiã minúsculo e fio dental transparente, olhava para a gente alucinada, ela que achava que Jenny era a mulher mais forte e segura, a mais fria, mais pura e distante do pecado, estava na cama beijando com desespero uma prostituta.
Pepa estava surpresa, mas ao mesmo tempo muito excitada, e vi de relance que ela babava e se acariciava os peitinhos enquanto via nossa cena de sexo.
Ela se aproximou da cama e, sem nos interromper, foi tirando os sapatos de Jenny e acariciando os pés dela, as pernas e abaixando a saia, por fim agarrou a calcinha e puxou de uma vez, ficando à vista a buceta peluda e quase ruiva de Jenny e umas pernas muito brancas e sardentas, mas muito macias e desejáveis.
Ela foi acariciando enquanto eu continuava com minhas carícias no ombro dela, nos lóbulos da orelha e no começo dos peitões dela, as auréolas rosadas clarinhas e os biquinhos rosados e pontudos, muito excitada ela estava e dava para notar naquelas partes da anatomia que crescem por conta própria incontrolavelmente e pelo molhada que estava a conchinha dela ao afastar aqueles pelos.
Ela gemia, muito intensamente, quase gritava, que queria mais, que aquilo era o auge e que não importava se era pecado ou se Deus a castigava, que se danasse a castidade.
Pepa estava sentada nos joelhos de Jenny com total acesso à minha bunda, costas, etc, me acariciava os quadris, a cintura, eu sentia uns arrepios enormes com aquelas carícias novatas e inexperientes, mas desejosas de me dar prazer, de acertar, de que eu a ensinasse a gozar pela primeira vez na sua vida casta, vida da qual ela ia sair para nunca mais voltar e para aproveitar o melhor da vida, para beber em goles e saborear às colheradas.
Tivemos uma quantidade enorme de orgasmos, quando uma gozava a gente se dedicava a dar prazer para a outra até as três. Se estivéssemos completamente satisfeitas, trocamos de posição várias vezes: por cima, por baixo, de cowboy, numa cadeira, na mesa da cozinha, tomando banho juntas...
Passamos a manhã toda e parte da tarde, comemos o que eu consegui encontrar na geladeira, o tempo todo peladas, nos acariciando e nos beijando.
Minhas amigas religiosas decidiram que iam falar com os chefes da congregação cristã e, se não dessem uma solução, procurariam um jeito mais libertino de viver, mas também mais prazeroso.
Se alguém teve uma experiência lésbica parecida, me conte no meu e-mail.
Dedico isso à Traviesa do céu.
O caso é que as menininhas, jovens, virgens, lindas com certeza, mas muito recatadas no jeito de se vestir e se arrumar, não deixavam transparecer nenhuma intenção safada ou quente, tudo eram palavras agradáveis, sobre a vida tão ruim que a gente leva nas cidades, sobre como o dinheiro é ruim, a ganância, a inveja, e que Deus na palavra dele, a Bíblia, diz que os cristãos não deviam ser assim e que tá muito perto um castigo da parte dele que vai limpar a terra de tudo que é ruim. Tudo aquilo me soou como uma seita dessas evangélicas, Testemunhas de Jeová ou talvez Mórmons. Mas por favor, entrem um pouco na minha casa, acho que não devemos falar disso na porta. — Bom, não queremos te atrapalhar, só vamos deixar umas revistas pra você ler e se quiser a gente volta outro dia... — Não, não, não sei se vou estar em casa outro dia e com vontade de ouvir vocês, melhor vocês me contarem como é essa história toda enquanto a gente toma algo. Querem um cafezinho? — Muito obrigada, a gente não tá acostumada a ser tratada tão bem.
Uma era alta e loira, disfarçadamente olhei as curvas dela, embora as roupas fossem largas e não deixassem ver muita coisa, dava pra ver que ela tinha uns peitos bons, bem grandes, e também um quadril largo porque a saia modestíssima que chegava bem abaixo do joelho não escondia isso. Abaixo do joelho, aumentava bastante de tamanho na região dos quadris, deixando imaginar uma bunda bem grande.
Olhos azuis e muito vivos, pele muito branca, parecia americana, talvez missionária daquele país, com umas sardas no nariz muito excitantes pra mim.
Meio tímida, embora levasse a voz de comando, mas frequentemente olhava pra baixo quando eu intervinha ou mostrava discordância do que ela dizia.
A outra era o oposto, morena, mais baixa, peitos menores e um pouco mais provocante dentro da modéstia, claramente espanhola e mais nova, mas mais descarada e moderna, saia mais moderna e quadris grandes também, mais gordinha, mais curvilínea, exceto nos peitos.
Olhos pretos e olhar mais desafiador, gênio mais direto e falante.
— Vamos, meninas, não me digam que vocês acreditam que Deus vai fazer algo contra os avarentos ou ladrões, ele nunca fez.
— Claro que vai fazer, e bem em breve.
— E o que vocês acham do sexo? É bom se amar, né?
Elas se entreolharam, meio coradas, principalmente a loira.
A morena tentava esconder um sorrisinho, o que me deixou ver que era mais safada que a companheira ou, na vida dela, não praticava tanto o que pregava, especialmente nesse capítulo puritano.
— Sexo é algo que só deve ser praticado dentro do casamento, e só entre homem e mulher.
— Eu não sei por que você tá tentando me responder sobre lésbicas ou gays, eu não toquei nesse assunto. Mas claro, meu jaleco abria um pouco e minha perna se mexia nervosa enquanto eu falava e sorria, talvez um pouco provocadora. Com certeza, fazer isso com aquelas santinhas estava me excitando, e só de pensar que podia seduzir umas beatas já estava molhando minha calcinha.
— Vamos, Deus entenderia, essas coisas são naturais. Ele nos fez sexuais e com grandes desejos, a gente não tem culpa. Se ele nos fez assim, é pra gente usar e se divertir, não acham? E por que só sexos diferentes? Vocês já experimentaram com uma mulher? Por favor, como é que você tem coragem de dizer isso? Claro que não, não queremos ser destruídas por Deus por um pecado tão grave.
Parecia que aquilo ia ser difícil demais, porque eu não via nenhum sinal de abertura naquelas meninas. É inacreditável que no século 21 ainda existam jovens tão atrasadas.
Eu continuava a conversa como se nada, mas ia abrindo minha bata semitransparente, deixando aparecer um pouco da minha anatomia. Minhas meias pretas e cinta-liga apareciam perfeitamente, e notei que a mais moreninha, Pepa, não tirava os olhos de mim. Percebi um brilho no olhar dela e a boca entreaberta, que a fez engolir saliva timidamente. Acho que ela já sabia que não iam sair dali tão cedo.
Jenny continuava citando versículos da Bíblia que condenavam relações homossexuais e tudo que não fosse casto e dentro do casamento.
Ela não prestava tanta atenção no que eu estava fazendo porque estava focada nos argumentos.
Minha mão ia abrindo minha bata aos poucos e se enfiando por baixo da minha calcinha fio dental, que já estava visível. Eu ia me acariciando devagar e soltava um gemido bem baixinho, enquanto meu rosto se contorcia de puro prazer — que eu queria mostrar para elas.
Pepa estava nervosa e não parava de me olhar, de observar meu corpo. Ela estava ficando com calor, e a situação a deixava muito excitada, mesmo que tentasse evitar ou disfarçar.
Jenny finalmente percebeu que eu não estava prestando atenção nos versículos dela nem na Bíblia, e que eu estava me divertindo, me masturbando na frente das duas religiosas caretíssimas.
Ela olhou para Pepa e notou que ela estava muito nervosa, mordendo o lábio inferior e, sem conseguir evitar, ficando excitada ao me ver me dedilhando sem me importar que elas estivessem ali.
Mas decidi apertar ainda mais o cerco. Fingi que estava tendo um orgasmo, soltei um grito e desmaiei, com a bata aberta e meu sutiã prendendo meus peitões grandes também à mostra.
Elas se entreolharam e se aproximaram de mim, sem saber o que fazer. Murmuravam perguntando se eu estava bem, se queria um... Um pouco de água...
Fingi que gozava em mim, devagar, pedia com toda moleza que me levassem pra cama, que eu tava muito estranha e que continuassem me contando mais coisas, por favor.
Na hora, Pepa me levantou com os braços dela e nossos peitos se apertaram por um momento, eu agarrei ela pela cintura, fui medindo a anatomia dela, peitos bons, mamilos eretos, talvez ela tivesse excitada, cheirava muito bem, era vaidosa, cintura fina e quadril largo, minhas mãos desceram disfarçadamente pra bunda dela, apalpando a calcinha, era uma calcinha mais largona e pouco sexy, disfarcei que escorregava e assim pude acariciar as pernas dela por trás, estavam durinhas e bem torneadas.
Jenny me segurava do outro lado, também encostou os peitos dela, com certeza maiores que os da Pepa, a virilha dela roçou uns momentos na minha cintura, notei um monte de Vênus saliente, macio, talvez por uma moita grande de pelinhos na região da buceta.
Do jeito que deram, me deitaram de barriga pra cima na cama, meu quarto tava meio bagunçado e na cômoda eu tinha vários tipos de meia, sutiã, calcinha e fio dental, tudo bem provocante.
Notei que Pepa olhava pra eles, talvez pensando se eu era uma puta ou com certeza muito promíscua e fetichista.
Mas com certeza ela gostava do que via, até acariciou algum modelinho sentindo um tesão especial pelo toque suave de algumas peças.
Vi de relance, fingi que voltava à consciência,
— Desculpa mesmo, é que não tô bem.
— Se você gosta dessa roupa, pode experimentar alguma coisa.
— Não, desculpa, perdi a mão, é que aquele modelinho me atraiu.
— Moça, a gente tem muito o que fazer e se a senhora tá melhor e não quer que a gente deixe algum livro da Bíblia...
— Por favor, fiquem mais um pouco, preciso estar com alguém, considerem como uma das obras de caridade de vocês, a ajuda a uma alma perdida e pecadora.
(Fingi o argumento de que eu era uma puta arrependida, pensando que por aí podia conseguir que ficassem.)
— Insisto, experimenta. A roupa que quiser, aí tem um espelho e pode fechar a porta.
— Não te incomoda?
— Me dá um pouco de vergonha.
Assenti dando minha aprovação e continuei com a cara de fraqueza, com uma mão debaixo da minha calcinha fio dental, acariciando meus lábios da buceta, e a outra por baixo do sutiã, acariciando um peito na região da aréola e me aproximando do mamilo.
O roupão já não me cobria mais, eu estava de lingerie.
Jenny não sabia o que fazer: uma senhora se masturbando na frente dela, pedindo clemência pelos seus pecados, e a sua companheira abaixando a saia para experimentar umas meias de renda e uma calcinha fio dental.
Aproximei Jenny de mim e disse que precisava da clemência e do perdão dela, que eu era uma pecadora e precisava que ela me desse um beijo para receber sua bênção.
De má vontade, notei que ela se aproximava. Acariciei seu braço, puxando o rosto dela para perto do meu. — Por favor, me dá um beijo, preciso sentir carinho de alguém. Sou uma perdida, uma alma abandonada que todo mundo usa e pisoteia. Me beija.
Jenny ia me dar um beijo na bochecha, mas virei o rosto dela e a beijei na boca suavemente. Como notei que a peguei desprevenida, decidi atacar o mais rápido possível: com uma mão, acariciava a bunda dela enquanto a apertava contra mim, e com a outra, muito rapidamente, desabotoei o sutiã dela por trás.
Mesmo tentando, ela não conseguiu se afastar de mim e caiu na cama junto comigo.
Me movi rápido e montei em cima dela, segurando seus braços e continuando a beijá-la na boca para calar seus protestos.
Cinco segundos depois, ela cedeu e começou a se sentir excitada com minhas carícias e beijos apaixonados. Sua natureza se soltou, uma paixão intensa tomou conta dela. Era a primeira experiência dela depois de muitos anos se negando o mínimo contato físico com homens e mulheres, achando que aquilo era um pecado mortal.
Ela estava selvagem debaixo de mim, com as mãos apoiadas na minha bunda, acariciando-a, sentindo uma excitação avassaladora enquanto eu tirava aquela horrível... Vestido recatado se abrindo, desabotoando aquela quantidade enorme de botões, com nossas bocas se mordendo, gemendo ondas transbordantes de prazer.
Pepa, vestida com seu modelito sexy, meia-calça, sutiã minúsculo e fio dental transparente, olhava para a gente alucinada, ela que achava que Jenny era a mulher mais forte e segura, a mais fria, mais pura e distante do pecado, estava na cama beijando com desespero uma prostituta.
Pepa estava surpresa, mas ao mesmo tempo muito excitada, e vi de relance que ela babava e se acariciava os peitinhos enquanto via nossa cena de sexo.
Ela se aproximou da cama e, sem nos interromper, foi tirando os sapatos de Jenny e acariciando os pés dela, as pernas e abaixando a saia, por fim agarrou a calcinha e puxou de uma vez, ficando à vista a buceta peluda e quase ruiva de Jenny e umas pernas muito brancas e sardentas, mas muito macias e desejáveis.
Ela foi acariciando enquanto eu continuava com minhas carícias no ombro dela, nos lóbulos da orelha e no começo dos peitões dela, as auréolas rosadas clarinhas e os biquinhos rosados e pontudos, muito excitada ela estava e dava para notar naquelas partes da anatomia que crescem por conta própria incontrolavelmente e pelo molhada que estava a conchinha dela ao afastar aqueles pelos.
Ela gemia, muito intensamente, quase gritava, que queria mais, que aquilo era o auge e que não importava se era pecado ou se Deus a castigava, que se danasse a castidade.
Pepa estava sentada nos joelhos de Jenny com total acesso à minha bunda, costas, etc, me acariciava os quadris, a cintura, eu sentia uns arrepios enormes com aquelas carícias novatas e inexperientes, mas desejosas de me dar prazer, de acertar, de que eu a ensinasse a gozar pela primeira vez na sua vida casta, vida da qual ela ia sair para nunca mais voltar e para aproveitar o melhor da vida, para beber em goles e saborear às colheradas.
Tivemos uma quantidade enorme de orgasmos, quando uma gozava a gente se dedicava a dar prazer para a outra até as três. Se estivéssemos completamente satisfeitas, trocamos de posição várias vezes: por cima, por baixo, de cowboy, numa cadeira, na mesa da cozinha, tomando banho juntas...
Passamos a manhã toda e parte da tarde, comemos o que eu consegui encontrar na geladeira, o tempo todo peladas, nos acariciando e nos beijando.
Minhas amigas religiosas decidiram que iam falar com os chefes da congregação cristã e, se não dessem uma solução, procurariam um jeito mais libertino de viver, mas também mais prazeroso.
Se alguém teve uma experiência lésbica parecida, me conte no meu e-mail.
Dedico isso à Traviesa do céu.
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