Ainda me lembro claramente do que aconteceu naquele dia. Meu pai tinha ido pra uma reunião de trabalho fora da cidade e ia demorar umas boas horas pra voltar, provavelmente só chegaria de madrugada. Minha mãe, minha irmã e eu íamos ficar sozinhos em casa o dia inteiro, e essa ideia era bem chata, então decidi levar as duas ao teatro. Minha mãe e minha irmã se arrumaram, pareciam irmãs. Minha irmã tem 18 anos, é dois anos mais nova que eu. Minha mãe tem 42, mas se conserva muito bem pra idade dela. O teatro acabou cedo, fomos jantar e depois voltamos pra casa. Quando chegamos, estranhei as luzes acesas. Minha mãe e minha irmã garantiram que não tinham deixado ligadas, então não dei importância. Elas entraram primeiro, e eu fiquei guardando o carro na garagem. Quando entrei em casa, levei um puta soco na cara que me jogou pra trás. Não deu tempo de reagir, e dois caras pularam em cima de mim, amarrando meus pés e mãos com umas cordas daquelas que usam pra prender caixas em mudança. "Parece que temos visita antes do esperado." Minha mãe e minha irmã estavam morrendo de medo, sentadas no sofá. Não demoramos pra sacar que esses caras estavam lá limpando a casa quando a gente entrou e fodeu o plano deles, porque com certeza não esperavam encontrar ninguém a noite toda. Eu sabia que não dava pra fazer nada. Faltavam várias horas pro meu pai chegar, e mesmo que aqueles caras só tivessem uma barra de metal, eram três, e eu não ia conseguir enfrentar eles nem se me soltasse das amarras. Os três caras eram bem grandões e, principalmente, fortões. Um deles era preto, e os outros dois brancos, muito brancos. Era estranho ver eles do lado do preto, que era bem escuro. "Bom, como vocês devem imaginar, a gente tava aqui dando uma olhada, mas vocês nos interromperam, então vão ter que nos compensar." Eu já imaginava que essas palavras não significavam nada de bom. O cara Ele se virou pra minha mãe e pra minha irmã e mandou elas se beijarem e se tocarem. Pra ser sincero, achei bem estranho — em vez de estuprar elas, parecia que ele só queria que elas se pegassem entre si. Minha mãe implorou, disse que faria o que eles quisessem, mas que não fizessem nada com a minha irmã. Os caras recusaram, e o negão, que parecia ser o mais forte e o que mandava no grupo, insistiu de novo com a minha mãe: ela e a minha irmã tinham que se tocar, senão eles iam se irritar e usar a barra de ferro nas nossas cabeças. Sem dúvida, aquele sujeito parecia falar sério, e eu não duvidava que ele nos mataria na porrada se quisesse. Com vergonha, mas sabendo que a vida delas tava em jogo, minha mãe e minha irmã se beijaram na boca. Depois, minha mãe puxou a calça e a calcinha da minha irmã pra baixo, foi beijando o corpo todo dela até chegar na bunda, que ela beijou com amor de mãe. Aquele cara mandou elas tirarem toda a roupa. Foi a primeira vez que vi minha mãe e minha irmã peladas. Minha mãe tava bem pra idade dela, tinha uns peitos firmes e uma bunda boa, mas minha irmã era espetacular — eu não imaginava que, aos 18 anos, ela tivesse uns peitos tão perfeitos e ainda por cima nenhum pelo na buceta. As duas se cobriam como podiam, mas aquele negão deu uns tapas na cara de cada uma. "É que vocês não entendem, quero que se comportem como duas putas, senão vou encher vocês três de porrada." Minha mãe se jogou no sofá e abriu as pernas. Minha irmã abaixou a cabeça até a buceta da minha mãe e começou a lamber. Minha mãe soltava uns gemidos, o que pra mim foi nojento pra caralho — era pra esses filhos da puta estarem forçando elas a foder na minha frente e na deles, mas minha mãe parecia não estar se importando tanto assim com a língua da filha enfiada na buceta dela. Depois foi a vez da minha irmã abrir as pernas, deixando a bocetinha dela livre pra minha mãe saborear. Igual minha irmã tinha feito, minha mãe chupou enquanto os caras não tiravam os olhos das duas. corpos da minha mãe e da minha irmã. "Assim que eu gosto, gatinhas, vocês estão mandando muito bem, mas já tá ficando tarde." Essas palavras me deram esperança, eu achava que depois do show lésbico que eles tinham acabado de ver, os três caras iam vazar dali sem fazer nada com a gente, mas como pude perceber, os filhos da puta tinham outros planos. "Caralho, que bucetuda gostosa que são sua mãe e sua irmã, moleque, elas nos deixaram tão tesudos que cê vai ter que desculpar a gente, mas vamos foder elas aqui mesmo." Quando ouviram isso, minha mãe e minha irmã se juntaram num pedido desesperado pra aquele cara, minha mãe disse que era uma mulher casada, que por favor levassem o que quisessem mas não fizessem nada com a gente, que o marido dela não demoraria pra chegar. "Não se preocupa, dona, meus amigos e eu não vamos demorar muito, embora não sei se quando a gente terminar, seu marido vai conseguir entrar pela porta do chifre que vai estar usando." Os outros dois caras riram com o comentário nojento que o chefe deles acabou de fazer. Os três caras se pelaram e jogaram a roupa deles em cima de mim. "Guarda nossa roupa, garoto, enquanto a gente fode sua mãe e sua irmã." O filho da puta do preto tinha uma pica que fazia jus à lenda sobre a raça dele, devia ter mais de 22 centímetros e as dos parceiros dele pareciam minúsculas perto da dele. O chefe foi pra cima da minha mãe e mandou ela se comportar e ser uma menina boazinha, ela tava sentada no sofá pelada e aquele preto levantou as pernas dela enquanto o parceiro dele obrigava minha irmã a ficar de joelhos na frente do pau dele, minha irmã se recusava a chegar perto da pica daquele cara até que ele deu um tapa no queixo dela. Minha irmã não teve outra escolha senão pegar a pica do cara e começar a lamber os ovos dele como ele tinha mandado, depois passou a chupar ele e enquanto minha irmã mamava ele, o cara se distraía puxando os bicos dos peitos da minha irmã. Quando cansou da mamada, colocou ela no tapete, perto do sofá onde estavam minha mãe e o preto, e botou ela de quatro, meteu de uma vez na buceta dela. e minha pobre irmã quase caiu de cara quando sentiu a pica daquele cara entrando nela. Eu comecei a gritar e xingar eles até que o negão veio falar comigo. "Moleque, se comporta e fica quieto vendo a gente foder sua mãe e sua irmã, ou vou decidir te comer também, tá avisado". Isso me calou na hora, pensar em ver aqueles caras estuprando minha mãe e minha irmã revirava meu estômago, mas pensar em fazerem isso comigo gelava meu sangue. Pouco depois o negão se deitou sobre minha mãe e colocou as pernas dela por cima dos ombros dele, assim ele conseguiu enfiar a pica na buceta da minha mãe sem nenhum impedimento, pra minha surpresa minha mãe não disse nada além de "Ummmm" ao sentir a pica daquele negão entrando centímetro por centímetro dentro dela. A cena me dava nojo, mas eu não podia fazer nada, algumas lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas eu não conseguia impedir o estupro. O cara que tava fodendo minha irmã segurou ela pelo pescoço como se fosse um cavalo, assim ele conseguia meter com mais força na buceta dela enquanto o outro parceiro dele olhava o negão fodendo minha mãe. Depois ele levantou minha irmã do sofá e sentou, mandou ela sentar em cima dele, minha irmã se inclinou de costas e sentou na pica dele. O negão também mudou minha mãe de posição e colocou ela de quatro olhando pra mim. "Vem cá moleque, vai ver que divertido quando eu meter no cu da sua mamãe" A cara da mamãe ficou vermelha quando sentiu a ponta daquela pica enorme no cu dela, o cara foi empurrando devagar e minha mãe não fez nenhuma careta de dor até o negão conseguir enfiar a pica inteira no cu dela. "Vai foxy, fala pro seu filho como você gosta de levar no cu ou vou ficar bravo com vocês" Mamãe olhou pra mim e sem piscar começou a falar umas putarias que nunca vou esquecer. "Claro que sim, adoro quando você enfia esse cano enorme no meu cu, fode meu cu neguinho, arrebenta meu cu, mostra pro meu filho como eu Enfia, me dá duro que eu adoro". Por um momento duvidei se o que minha mãe dizia era por estar obrigada pelo negão ou se ela realmente estava gostando daquele cara martelar a bunda dela com mais de 20 centímetros de pica. "Chefe, eu também quero comer essa gostosa". O único cara que ainda olhava se deitou no chão e, sem dizer uma palavra, minha mãe foi até ele. Fiquei chocado quando, sem ninguém mandar, ela sentou sozinha na pica daquele cara, que enfiou tudo na buceta da minha mãe, enquanto o negão se levantou e decidiu foder a boca dela enquanto o comparsa dele comia a buceta da mamãe. A pica do negão não cabia na garganta da minha mãe, ela tentava chupar a pica o melhor que sabia e se esforçava pra enfiar até o fundo, mas engasgava. Só entrava meia pica, e me dava um nojo terrível ver o canhão daquele cara saindo e entrando na boca da minha mãe, enchendo a boca dela completamente, inchando a boca dela até aquela pica sair de dentro toda babada. O que estava comendo minha irmã não quis ficar atrás do chefe e decidiu provar também a bunda dela. Minha irmã continuava pulando de pernas abertas na pica daquele cara e, num dos movimentos, ele tirou a pica da buceta dela e mirou no cu. Foi ela, a coitada, que com o impulso enfiou a pica daquele cara inteira no cu apertado dela. Ela deu um grito ao sentir aquela linguiça entrando no ânus, mas a safada não demorou nem duas estocadas pra se comportar igual minha mãe, e nem pediram pra ela. "Porra, como você fode bem, nunca me comeram no cu, mas adoro como você faz, meu cu é todo seu, machão, fode meu cu até suas bolas estourarem". Comecei a chorar, mais de raiva do que de impotência. Aqueles caras estavam fodendo minha mãe e minha irmã, mas ninguém diria pelas coisas que elas falavam que estavam sendo estupradas, parecia mais que estavam se divertindo pra caralho com aquelas picas nos buracos delas. Deixaram minha mãe ficar de joelhos e tanto o negão quanto o comparsa dele se aproximaram com as picas na mão, não disseram nada, minha mãe se jogou nelas e começou a chupar como se a vida dela dependesse disso, babava elas com paixão, alternava as picas na boca, chupando como uma louca. "Que bananas gostosas, essas são as duas melhores picas que já comi na vida, e olha que já comi umas quantas". Que porra tava acontecendo com minha mãe, por que ela tava falando essas coisas, que puta vagabunda ela era. "Muito bem, querida, fico feliz que você goste de chupar meu pau, depois te passo meu telefone e sempre que você ou seu filho quiserem pica, é só chamar e vocês podem comer tanta pica quanto quiserem". Os outros dois filhos da puta riram da piada do chefe deles. Depois colocaram minha mãe de quatro e enquanto o chefe metia nela de novo, foi o companheiro dele que recebeu o boquete da minha mãe. Depois trocaram de papéis, os que estavam comendo minha mãe foram pra minha irmã e o que tava macetando minha irmã sentou do lado da minha mãe e agarrou a cabeça dela até levar no pau dele. Minha irmã foi empalada tanto pelo pau do negão quanto pelo do comparsa dele, embora o negão tenha tido que se contentar com a buceta da minha irmã já que não conseguiu meter no cu dela por ser muito apertado, os dois comeram ela ao mesmo tempo por uns 5 minutos enquanto ela gritava. "Sinto vocês dois entrando ao mesmo tempo, adoro, vocês vão me rasgar mas eu adoro, seus filhos da puta". Não aguentaram muito mais e jogaram minha irmã no sofá, bateram punheta até os dois gozarem em cima dela, deixando o corpo todo dela lambuzado, principalmente a cara onde vários jatos de porra foram parar. O negão não deixou ela se limpar e tirou de uma mochila um celular daqueles que tiram foto, tirou umas duas fotos dela e depois mandaram ela se limpar, mas antes trazer umas cervejas pra eles, que ainda não tinham terminado com a mãe. Enquanto bebiam as cervejas, Rainha do meu coração. "Como suas garotas transam, machão, a mamãe é uma fera" "Olha como ela goza com a enrabada do meu amigo" De fato, no mesmo sofá, o amigo dele continuava fodendo minha mãe, agora pelo cu, ela mesma se sentava na pica daquele cara enquanto se apoiava segurando nos joelhos dele. Quando os outros dois terminaram a cerveja, estavam com o pique renovado, minha irmã começou a bater punheta pra eles sem eles pedirem, definitivamente ela também era uma gostosa. Aí o negão pediu pra mamãe sentar em cima dele, de frente pra ele, queria ver os peitos dela balançando na cara dele enquanto chupava, o outro cara ficou de pé no sofá com a pica na altura da cara da mamãe e o outro por trás. Assim minha mãe teve os 3 buracos ocupados por completo, não cabiam mais picas no corpo dela, a buceta estava ocupada pelo negão que enfiava a pica cada vez que mamãe subia e descia, o outro recebia um boquete enquanto o outro se divertia enrabando minha mãe ao mesmo tempo que o negão fodia a buceta dela. "Ummmmmm, quantas picas só pra mim, adoro, me foder duro e sem parar" Duro, pode crer que fodaram ela, mas tiveram que parar quando viram que iam gozar, a puta da minha mãe me surpreendeu de novo. "Gozem dentro, quero sentir o leite de vocês nas minhas entranhas" O chefe recusou na hora, não era bobo e garantiu que não queria deixar rastro nenhum. "Mas não se preocupa, pode chegar nas suas entranhas pela boca" Ela se ajoelhou no chão e eles a cercaram com as picas, mamãe bateu uma pra eles até que, quase ao mesmo tempo, os 3 gozaram na boca e na cara da minha mãe, a safada engoliu o que conseguiu, mas ainda ficou bastante na cara dela. O negão também fotografou a cara cheia de porra da minha mãe e minha irmã e minha mãe se chupando, lambendo os restos de leite uma da outra. Os 3 caras se vestiram e agradeceram, disseram que as fotos estariam bem guardadas contanto que elas estivessem Caladinhas. Quando os três foram embora, minha mãe e minha irmã me soltaram chorando, diziam que sentiam muito por tudo, que tinham que fazer aquilo pra não nos machucarem, mas eu sei que é mentira. Ninguém contou nada pro meu pai sobre o que aconteceu, mas faz menos de uma semana que peguei minha irmã e minha mãe no quarto delas. Não dava pra ver o que estavam fazendo, mas dava pra ouvir. "Lembra da pica do preto? Que canhão, era uma delícia sentir ela entrando e saindo do meu cu." "Pois é, mãe, mas as outras duas também não ficavam atrás, né?" Duas putas que eu tinha na família, e até aquele dia nunca tinha imaginado.
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