cronica de un incesto anunciado: hermano-hermana parte 3

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http://www.poringa.net/posts/relatos/3114029/Cronica-de-un-incesto-anunciado-hermano-hermana-parte-2.htmlNão sei quanto tempo passou, mas com o passar da noite sinto o corpo do meu irmão cada vez mais perto. De repente, sua mão envolve meu corpo. Eu acordo levemente e tento me afastar, mas não consigo. Ele parece estar dormindo, fazendo movimentos naturais, quando de repente sua mão começa a subir pelo meu abdômen em direção ao meu peito. Sinto sua mão roçar a parte inferior dos meus seios. Naquele momento, não sei se deveria confrontá-lo - era óbvio que ele estava acordado e me tocando. Decido ficar quieta e esperar. Seu corpo começa a se aproximar mais de mim. Ele levanta o lençol completamente e encosta seu corpo nas minhas costas. Imediatamente sinto algo pressionando contra minha bunda e a parte baixa das minhas costas... Nossa, ele estava realmente passando dos limites. Me sentia estranha, mas ao mesmo tempo queria que continuasse. Sinto o bater acelerado do seu peito e seu pau vibrar atrás de mim. Faço o primeiro movimento - não sei se era o álcool, mas começo a esfregar minha bunda nele. Depois disso, ele ganha coragem e começa a tocar meus seios por cima da camiseta. Sinto seu pênis crescer e se mover de cima para baixo pela minha bunda. A camiseta que eu usava estava levantada acima do meu umbigo, então só a calcinha me cobria. Sinto o atrito do pau dele com a cueca. Suas mãos começam a descer em direção às minhas pernas e bunda. Estava nervosa e excitada ao mesmo tempo, realmente queria que algo acontecesse. Não sabia se era o momento, mas decidi continuar. Suas mãos começam a acariciar minhas pernas de maneira lenta e calma. Mal conseguia sentir seus movimentos, mas sentia o grande artefato nas minhas costas se mexendo de maneira acelerada. De repente, ele para. Pensei que tinha acabado, mas não era assim. Houve alguns movimentos na cama, embora eu permanecesse imóvel. Não sabia o que estava acontecendo exatamente. Nesse momento, sentia meus lábios vaginais úmidos, meus mamilos eretos e minha pele sensível. Depois de alguns segundos, ele recupera a posição. Que surpresa quando sinto seu corpo se aproximar novamente - TOTALMENTE PELADO! Senti seu torso colado nas minhas costas, sua mão... novamente envolver minha cintura, sua respiração na minha cabeça, minhas bundinhas estavam à mostra, pela primeira vez senti suas mãos se aproximarem, ele as apalpou levemente, comecei a sentir seu corpo se aproximar ainda mais, seu pau duro fez contato com minhas nádegas e imediatamente senti seu calor e dureza, estava um pouco úmido na ponta, seu lubrificante começava a sair, foi incrível essa sensação, senti um calafrio percorrer meu corpo naquele instante, quando ele tomou posição seu pau totalmente rígido ficou entre minhas nádegas, começou a esfregar, o fluido que emanava facilitava tudo, eu sentia como deslizava, ele tocava minha bunda com firmeza, abria um pouco minhas nádegas para que seu pênis deslizasse ainda melhor entre elas, suas mãos começaram a subir a camisa pelo meu abdômen, senti sua palma invadir meus seios, eu naquele momento apenas permanecia imóvel mas tentava dar acesso ao meu corpo, sentia minha buceta escorrendo e ao mesmo tempo meu bumbum úmido pelo pau do meu irmão, ele começou a se soltar nos meus peitos, tocava meus mamilos e amassava toda a parte com sua mão, tentei me acomodar, minhas pernas se abriram levemente e seu pau duro ficou entre elas, a ponta do pênis roçava o tecido fino do fio dental na altura da minha vagina, as sensações se multiplicavam, meu irmão não pôde conter um leve gemido, aahhh, pensei que estávamos superando todos os limites mas eu queria continuar, apertei levemente seu pau entre minhas pernas, ele começou a deslizar seu pênis como se estivesse me comendo, fazia devagar mas eu sentia como deslizava e roçava minha buceta com suas investidas, minha camiseta estava totalmente levantada e sua mão tocava meus seios e descia pelo meu abdômen até a barriga, sua palma permaneceu um tempo ali enquanto seus movimentos cessavam, por alguns instantes tudo parou, eu estava ardendo, naquele momento eu queria virar e beijá-lo na boca, pegar seu pau na minha mão, beijar sua cabecinha e começar a descer com meus lábios lentamente, todas essas ideias vinham à minha mente, sua mão começou a deslizar entre minha calcinha, meu púbis estava delineado em triângulo com uma pequena quantidade de pelos, senti seus dedos deslizarem para minha fenda, naquele momento me estremeci, estava gozando com o contato dos dedos dele no meu clitóris pela primeira vez, meu corpo se convulsionava e eu tentava contê-lo, os movimentos do pau dele entre minhas pernas voltaram, ele começou a fazer rápido e eu o pressionei ainda mais, sentia a barriga dele batendo nas minhas nádegas, ploc ploc ploc, até que ele me apertou contra si e senti seu sêmen quente começar a fluir entre minhas pernas, soltei um pouco e ele recuou, outro jato atingiu minha bunda e senti a mão dele pegando, tentando impedir que caísse na cama, tinha toda a parte frontal impregnada, era uma sensação estranha, a porra do meu irmão escorrendo pelas minhas coxas, não quis dizer nada, minha respiração estava ofegante como a dele, com a mão peguei o resto do sêmen e espalhei nas minhas pernas tentando evitar que acumulasse, ele se virou e eu me acomodei para dormir, sentia meu coração saindo do peito, era a coisa mais excitante que já tinha feito na vida, poucos minutos depois ele se aproximou novamente e beijou minha bochecha, meus olhos estavam fechados, um sorriso se desenhou no meu rosto mas não respondi ao gesto, seu corpo nu novamente se colou em mim, sentia seu membro com resíduos de fluidos e já flácido tocando minha bunda, eu apenas me enrolei…
Era o começo de algo, era evidente… Mas o que aconteceria????

Deviam ser por volta das 8h30 quando meus olhos se abriram, meu irmão ainda estava ao meu lado totalmente dormindo, os lençóis ainda estavam impregnados de suor e fluidos corporais, o cheiro de sêmen ainda emanava e me fazia lembrar brevemente o que aconteceu na noite anterior, estava confusa e todas aquelas sensações se misturavam na minha mente, seguir em frente? O que ocorreu era significativamente um grande passo, estava prestes a entrar em algo que estava saindo do controle e que seria cada vez mais complicado de parar, decidi sair dali para clarear minhas Talvez a sauna me ajudasse...
Me levantei da cama, troquei minha calcinha e peguei uma toalha. Nesse momento, olhei para a cama e o vi ali, nu sobre os lençóis, seu corpo e seu pau à mostra. Me aproximei devagar, querendo cobri-lo um pouco com o lençol. Ao chegar na beirada da cama, senti de novo uns choquinhos elétricos na minha buceta. Fiquei olhando absorta por alguns segundos. De repente, me sentei ao lado dele na cama. Ali estava ele, indefeso diante de mim, seu pênis em repouso, a cabecinha coberta pelo prepúcio. Minha mão se aproximou dele. Ele parecia não reagir. Eu não sabia o que estava fazendo, estava me expondo demais. Me deixei levar pela excitação total e comecei a inclinar minha cabeça na direção dele. Minha mão o segurou firme pela primeira vez, meus lábios abraçaram seu pau. Chupei com calma, tinha um gosto forte de sêmen — seria da noite anterior? Com minha língua, percorri todo o tronco. Ele começava a ficar duro. Nesse momento, estava imersa na minha tarefa quando o telefone do quarto tocou. Soltei na hora, quase morri de susto. O telefone estava atrás de mim. Meu irmão virou o corpo, parecia estar dormindo. Peguei o fone rapidamente e, nervosa, ouvi a voz da minha mãe do outro lado: "Alô, Fer??". Minha voz acelerada e trêmula respondeu. Minha mãe perguntou se tinha algo errado. Imediatamente, disse que estava saindo e tinha atendido o telefone com pressa. Ela não fez mais perguntas e só disse que ela e meu pai desceriam para tomar café da manhã daqui a pouco e nos esperavam lá. Comentei que meu irmão ainda estava dormindo e que eu tinha planejado passar na sauna antes do café, mas que podia me juntar a eles depois. Ambas desligamos. Meu olhar voltou para o corpo do meu irmão. Ele estava dormindo, sem dúvida. Peguei a toalha e saí apressada. De novo, sentia aquele calor. Lembrava do pau dele entrando na minha boca, da minha língua percorrendo aquele tronco, e isso me fazia vibrar. Mas continuei meu caminho — definitivamente, precisava botar as coisas em claro, e se isso fosse continuar... teria que ser do meu jeito…

Uma leve dor de cabeça me lembrava as doses do dia anterior, mas eu me sentia bem, talvez com um pouco de culpa, mas bem. Saí do sauna envolta na toalha, muito mais refrescada e recuperada. Tomaria um banho e depois enfrentaria a situação. Como seria me encontrar com meu irmão de novo depois do que aconteceu? Ou e se ele não se lembrasse direito? Entrei no chuveiro e, enquanto a água escorria pelos meus seios, senti como se meu irmão estivesse se aproximando com o pau duro. Minha pele estava super sensível. Havia mais algumas garotas por perto, a maioria gatas. Seus corpos nus me excitavam ainda mais. Enfim, uma coisa tinha ficado clara pra mim: se meu irmão e eu acabássemos consumando isso, isso NÃO passaria dessa semana. Me preparei pra me vestir. A roupa do dia: um short curto que cobria só o necessário e uma camiseta justa. Comecei a ficar um pouco nervosa enquanto passava protetor nas minhas lindas pernas. Minhas mãos, ombros e peito vieram depois. Na verdade, me arrumei pro momento — queria que ele me visse radiante e mais deslumbrante do que nunca. O que ele estaria pensando?...

Talvez tenha passado mais de uma hora até eu sair. Fiquei me perguntando se meu irmãozinho ainda estava no quarto dormindo ou se já estava com meus pais. Comecei a descer as escadas do restaurante. Era algo que acontecia com frequência, mas senti vários olhares em mim, ou melhor, no meu corpo. Levantei o olhar entre as pessoas procurando minha família. Enquanto avançava, rebolando minha silhueta, tentei me acalmar e colocar as ideias em ordem. Lá no fundo estavam os três conversando. Me aproximei pra cumprimentar minha mãe. Ela disse que eu estava maravilhosa e muito linda. Minhas bochechas ficaram um pouco vermelhas. Depois cumprimentei meu pai, que também soltou uns elogios. Lá estava meu irmão. Era o primeiro encontro dos dois lúcidos desde a noite anterior. Ele estava usando óculos escuros, mesmo minha mãe não gostando disso na mesa. Ele me olhou e eu tentei... Me aproximei dele com naturalidade, coloquei a mão no ombro dele e imediatamente senti sua mão deslizar pela minha cintura. Foi como se algo entre nós mudasse, não parecia mais meu irmão. Senti aquelas borboletas no estômago de quando alguém te atrai, beijei sua bochecha e fiquei corada de novo. Minha mãe perguntou se eu estava bem, e eu só disse que devia ser o calor da praia. Estava me sentindo um pouco sem graça.

Durante o café da manhã, obviamente, surgiu o assunto de como tínhamos passado a noite anterior. Meu irmão disse que foi excelente, que ficamos dançando a noite toda e que ele sem dúvida tinha se divertido muito. Eu olhava pra ele atentamente, concordando com o que ele dizia. Meus pais pareciam felizes com isso também. Meu pai comentou que era bom eu sair com meu irmão pra ele me "cuidar" — e olha que ele cuidou, hehe. Eles se levantaram da mesa e ficamos nós dois, um de frente pro outro. Ele começou: "Nossa, o que foi ontem, né? Foi excelente e meio estranho, acho". Foram as palavras dele. Levantei o olhar, arrumei meu cabelo e disse que tinha sido bom, mas queria deixar claro que não era algo de rotina, tentando soar objetiva. Ele soltou uma risadinha e disse, com um tom cínico: "Ah, tá, igual de manhã, né? Ou você acha que eu não senti nada?". Não dava pra evitar a vergonha. Pedi pra ele falar mais baixo, porque meus pais estavam voltando pra mesa. Não sabia o que fazer — quer dizer, óbvio que eu também tinha curtido pra caramba toda a situação, e até lembrava claramente de como enfiei o pau dele na boca, o gosto, a textura... era uma delícia, e todas as sensações que aquilo me causava. Mas mesmo assim, eu queria ter o controle de tudo, e com esse tipo de comentário as coisas estavam saindo do meu controle...

O café da manhã terminou sem mais exageros. Os dois casais se retiraram. Minha mãe tinha dito que queria que a gente fosse fazer compras no calçadão, sabe, coisas de menina, que eu subisse pra me arrumar e a esperasse no lobby em dez minutos. Já meu pai... e meu irmão combinamos de jogar uma partida de tênis depois de tomar café da manhã em frente à praia. Eu me dirigi para o elevador, só precisava pegar minha bolsa e estaria pronta, de repente senti alguém se aproximando rapidamente por trás, era meu irmão que entrou no elevador comigo, aparentemente ele ia ao quarto buscar alguma coisa, a sensação no estômago voltou, ele se aproximou e disse “então Fer, a gente sai daqui a pouco??”, me pegou pela cintura, aproximou o rosto demais do meu, pensei que ele ia me beber ali mesmo, mas as portas do elevador se abriram, a gente se endireitou e saímos porque tinha gente pra entrar, chegamos no quarto, eu fui até a gaveta pegar umas coisas, meu irmão me seguiu, eu estava pensando qual seria o próximo movimento, de repente ele me puxa pra cama e caímos, eu bem em cima dele enquanto ele me abraçava, eu me sentia excitada, só de estarmos sozinhos ali já fazia meu fio dental ficar molhado, nossos rostos foram se aproximando, meus lábios estavam prontos pra recebê-lo e aí foi, nos fundimos num beijo longo, super apaixonado e tesudo, eu mordia os lábios dele, sentia a língua dele invadindo minha boca, ele beijava muito bem tenho que dizer, as mãos dele acariciavam minhas costas, eu conseguia sentir claramente como o pau dele ia crescendo na entreperna, sentia meus mamilos duros, cada vez que as mãos dele roçavam minha pele eu ficava arrepiada, foi aí que as mãos dele começaram a descer e apertaram minha bunda, se soltando totalmente, eu sentia os fluxos e a buceta se expandindo, peguei o rosto dele com as mãos enquanto o beijava, ele alternava os movimentos entre minhas pernas e bunda, uma mão subiu lentamente minha camiseta, eu virei o rosto pro lado com os olhos fechados, ele começou a beijar meu pescoço, eu sentia todos os cantos do meu corpo sendo amassados por ele, peitos, bunda, pernas, barriga e até sentia como ele tentava tocar minha buceta com pequenos toques do dedo indicador… o calor e o amasso iam aumentando, agora eu também acariciava o corpo dele tentando tirar a camiseta, ele parou de repente me levanto da cama num movimento só, ele sentou na beirada e eu fiquei de pé na frente dele, entre as pernas dele. nos olhamos e ele tirou a camiseta, eu estava quase recuando quando ele começou a puxar minha blusa, me recompus, fiquei só de short e um top, ele se aproximou e começou a beijar meu torso e abdômen, eu subi minhas pernas nele, estava super excitada e não sabia onde ia parar, fiquei sentada sobre ele envolvendo-o com minhas pernas, o abracei e meus dedos se enroscaram no cabelo dele, esfregava com movimentos circulares no pau dele enquanto ele continuava me beijando, de novo nos olhamos e nossas bocas se encontraram de novo, eu acariciava as costas dele, ele pegava minha bunda e acompanhava o movimento com as mãos, subia as mãos e acariciava minhas costas, de repente senti ele começar a mexer no top para tirar de mim, em dois segundos ele desceu e meus peitos ficaram expostos pra ele, paramos, eu ainda sentada sobre ele sentia o pau duro dele pressionando minha buceta, peguei a cabeça dele e comecei a guiá-lo para meus seios, a boca dele engoliu meu mamilo devagar, eu estava começando a perder o juízo de tanto tesão… justo quando estávamos no meio da foda, ele tentou meter as mãos dentro do short mas estava muito apertado… o telefone tocou, por um instante ignoramos, ele continuou chupando meus peitos, eu permaneci de olhos fechados ouvindo o som ao longe, lembrei que minha mãe estava esperando… na hora paramos, eu disse “espera, deve ser minha mãe… e eu preciso… aahh”, me levantei e atrás estava o espelho, ao virar pude me ver suando com a roupa toda desalinhada e cabelo bagunçado, não me reconheci, meus seios ao ar ainda molhados pelos lábios e língua do meu irmão que se olhava profundamente sentado e recostado na cama, dava pra ver a ereção enorme que ele tinha debaixo do bermuda… perdi a noção do tempo, quando cheguei no telefone talvez já fosse o sétimo toque, a voz acelerada atendeu e eu disse sssiii, mamãe, já vou... é que mmm eh ah", do outro lado do telefone minha mãe: "o que você está fazendo, linda? o táxi já está aqui!!". Só consegui dizer que estava descendo, quando virei o olhar meu irmão estava de pé na beirada da cama, com o bermudão e a cueca nos joelhos. Que surpresa a minha, o pau dele totalmente duro e exposto na minha frente. Senti a buceta ficar melada e meus olhos ficaram hipnotizados. Ele estava se masturbando, subindo e descendo lentamente com ritmo. Eu ainda tentava me arrumar, não tenho a medida exata mas devia ter uns 15cm ou mais, com uma grossura boa. Estava vermelho e brilhante, com umas gotinhas de lubrificante na ponta. A razão dentro de mim dizia para eu ir embora, mas não consegui. Me aproximei dele, ele me pegou pela cintura e me beijou com força de novo. Minha mão agarrou firme o pau dele, comecei a descer e subir numa velocidade média... olhei nos olhos dele... "você vai ter que esperar, irmãozinho, a mamãe está chamando". Ele ficou parado ali e eu rapidamente virei e fui em direção ao banheiro. Foi espontâneo, eu queria ele todo quente, querendo explodir. Não pude ver a imagem, mas imagino que ele ficou ali parado e mudo, me vendo ir embora. Senti um pouco de culpa por ele, coitado, mas tinha que ser assim. Na verdade, eu não era uma tarada e muito menos uma garota fácil. Tudo isso aconteceu rápido e natural, eu não era nenhuma expert, tinha poucos meses que tinha começado minha vida sexual e na verdade só tinha ficado com um cara na minha vida, meu namorado, com quem estava prestes a completar 3 anos. Claro, já tínhamos transado como loucos várias vezes, mas só até aí. Enquanto me arrumava na frente do espelho, pensava: que diabos eu estava fazendo? Era meu irmão e sem dúvida tínhamos ultrapassado qualquer relação de fraternidade entre nós. Nunca mais seria igual, a partir de hoje não olharia mais para ele com os mesmos olhos. Nem conseguia tirar da mente a sensação do pau duro dele na minha mão. Me dava vergonha, mas tinha que admitir que queria ele dentro de mim, cada centímetro daquele falo fulminando minha buceta. repetidamente, tirei minha roupa, senti o fio dental completamente enfiado na minha racha, estava encharcada, ainda me dei tempo para tocar um pouco meu clitóris e enfiar o dedo, deslizava sem problemas… ao longe se ouve um gemido abafado, certamente era meu irmão “se aliviando”. Me visto rapidamente e arrumo meu cabelo, enfim o que dá, lembro que minha mãe espera e não é muito paciente…

Saí do banheiro, isso ia se consumar talvez não naquele momento, lá estava ele estirado na cama se masturbando, me olhou e não parou, acelerou o ritmo, “toma isso e guarda um pouco” disse enquanto jogava o fio dental impregnado com todos meus fluidos super molhado, fresquinho, caiu perto do peito dele, naquele momento ele pegou e olhou, levou ao rosto, eu o observava da porta da sala com pose sexy… era tudo, me preparei para sair do quarto enquanto o vi cheirando e chupando aquela peça…

Quando cheguei no lobby minha mãe estava sobre o táxi fazendo sinal para subir, desci correndo pelas escadas, sentia como ainda me tremiam as pernas de excitação e os fluxos invadindo o fio dental que acabara de colocar, minha mãe me perguntou pela demora e porque eu parecia um pouco desarrumada, tentei desviar do assunto, disse que tinha tido que ir ao banheiro e tal, que o calor fazia meu penteado desmanchar, ela tentou deixar pra lá para depois me questionar sobre a noite anterior e como tinha dormido compartilhando a cama, senti as cores subirem no meu rosto, olhei para a janela e disse que tinha sido tudo bem, bebemos umas doses mas nada demais e de volta da balada direto para descansar, minha mãe sorriu, comentou que não tinha tanto drama em dividir a cama com meu irmãozinho que me queria tanto, por dentro pensei “me quer… mas foder” será, a verdade é que naquele momento eu estava disposta a tudo, só teríamos que esperar o momento perfeito talvez seria de noite… esperava ansiosa mas enfim era hora de comprar algumas coisas e tirar esses pensamentos deliciosos da mente…

Depois de algumas horas voltamos para o hotel, encontramos papai e meu irmão na piscina nadando um pouco, ela disse que em meia hora poderíamos sair para comer, meu irmão me olhou de forma estranha, eu via como ele olhava minhas pernas enquanto sorria para mim, eu olhava seu torso nu e molhado, lembrava de suas mãos tocando meu corpo e dos beijos molhados que havíamos compartilhado horas antes. Seguimos nosso caminho, eu iria para o quarto me refrescar e trocar de roupa enquanto eles se aprontavam para a refeição, entrei no quarto que estava arrumado, deitei um segundo na cama, na verdade o calor estava sufocante e depois da caminhada eu precisava de alguns minutos, comecei a tirar a roupa, tinha planejado tomar um banho para depois ir comer por aí com a família toda segundo o plano da minha mãe… peguei minha roupa que acabara de tirar para colocar na gaveta de roupas usadas, me olhava no espelho e sentia a sensação de estar novamente sozinha com meu querido irmãozinho, ao abrir a gaveta me chegou um cheiro um pouco forte, lá estava a calcinha fio dental que meu irmão tinha usado para terminar sua sessão de masturbação depois da trepada que demos, peguei-a nas mãos e para minha surpresa estava totalmente impregnada de porra, ainda tinha um pouco e ele escorreu pela minha mão, a peça estava totalmente molhada e exalava aquele cheiro característico misturado com meus fluidos… nunca na minha vida tinha provado porra, digo de maneira direta, nunca tinham gozado na minha boca ou coisas assim, ao ver aquela pequena gota escorrer pela palma da minha mão não pude evitar levá-la à minha boca, queria conhecer seu sabor, a sensação, como escorria pela minha garganta e principalmente sabendo que eu tinha provocado aquilo e era do meu irmão… ao contato com a língua senti prazer, o sabor era forte mas me excitava, meu corpo nu em frente ao espelho e o móvel me faziam reviver o encontro com meu irmão, lembrava do pau dele na minha boca, delicioso de pau duro, chupar seu tronco, tocar suas bolas... deitei na cama e abri minhas pernas, com o fio dental encharcado esfregava minha buceta de um lado ao outro, imaginava deitada ali de quatro e meu irmão me enfiando com força por trás, imaginava chupar seu pau até tirar a última gota... tudo culminou num orgasmo sensacional, meu corpo convulsionando e tentando abafar os gemidos, foi intenso e revigorante, fiquei deitada na cama esfregando minha buceta lentamente, isso seria incrível sem dúvida... por último levo meu dedo indicador à boca e chupo meus fluidos...mmmm delicioso... penso enquanto me levanto para o chuveiro...

Depois de toda a sessão parecia que meus pais tinham feito planos para a noite, pelo visto os planos que eu tinha seriam frustrados, sair com meu irmão sozinhos para algum lugar fora do hotel e preparar todo o cenário para o que seria nossa primeira noite juntos, estava convencida e muito excitada com a situação. Durante toda a refeição não paramos de cruzar olhares cúmplices, tanto ele quanto eu queríamos a mesma coisa, ele estava sentado bem ao meu lado, meus pais na nossa frente, disfarçava para tocar minhas pernas, novamente usava um vestido curto, que terminava bem nas minhas coxas e obviamente sentada permitia acesso até minha bucetinha por ficar por cima, eu igual fazia o mesmo tocando seu pau por cima da calça, nosso jogo estava no ponto, queríamos fechar com chave de ouro mas devido à presente circunstância parecia que não seria possível naquele mesmo dia, então só restaria mais uma noite para chegarmos à conclusão da nossa paixão. Meus pais tinham contratado um serviço para sair à noite, pelo visto era um passeio pela praia em um cruzeiro ou algo assim, terminava por volta da meia-noite e depois teria jantar, não houve objeção e assim nos arrumamos. Voltamos para o quarto do hotel, tínhamos aproximadamente uma hora antes de sair e eu pensava em "aproveitar", claro que queria que nossa primeira vez não se fosse tão simples e as corridas, meus pais são pessoas muito precavidas com o tempo e sempre gostam de estar na hora marcada seja qual for o caso. Quando chegamos no quarto meu irmão novamente me pegou no colo e começou a me beijar, ele dizia entre lábios que não aguentava mais um minuto no dia sem provar meus lábios, eu o recebia enquanto me agarrava a ele em um abraço, em poucos segundos começava a dinâmica ardente, a brincadeira de nossas mãos passando por nossos corpos, ele tocava cada canto, tocava meus seios de maneira frenética e segundos depois se dirigia às minhas pernas e bunda, ele amassava enquanto eu o beijava com os olhos fechados, assim chegamos até a cama começamos a nos revirar no colchão, sua camiseta foi a primeira peça a voar para o chão, comecei a beijar seu pescoço e torso enquanto ele tentava abaixar meu vestido, ajudei a retirar as alças e aí ficou meu peito coberto pelo maiô, imediatamente ele desfez o pequeno nó que o adornava e aí estavam meus peitos ao ar, ele começou a me beijar o pescoço enquanto suas mãos tentavam ter acesso à minha virilha embora eu colocasse um pouco de resistência. Assim ficamos nos agarrando por um tempo, mas ainda tínhamos que nos arrumar e corríamos o risco de sermos interrompidos a qualquer momento, decidi parar mas não tinha porque ser assim, claro, me desgrudei dele novamente, ele ficou ali deitado e justo na frente dos olhos dele meu vestido caiu no chão, dei meia volta e com passos sensuais caminhei até o banheiro, justo na porta me desfiz da calcinha e a peguei na mão, disse “acho que preciso de uma ajudinha, vem??”… As gotas de água começaram a cair sobre minhas costas, aos poucos minutos sinto uma silhueta se aproximar, meu irmão completamente nu entra em cena, começa a acariciar meu corpo pelas costas, parecia que esta era a primeira vez em que compartilhávamos nossos corpos nus, sem nada que pudesse se interpor, viro para ele e o olho de corpo inteiro, sinto seus braços rígidos rodeando minha cintura e como seu pênis pressionava contra meu umbigo, ele estava totalmente empinado, nunca tinha percebido o quão lindo ele era e me refiro em todos os sentidos, a diferença de altura era evidente nessa posição mas mesmo assim nos beijávamos de maneira apaixonada e super super gostosa, a água escorria entre nossas mãos e corpos, sentia suas palmas agarrarem minha bunda firmemente e abri-la, a água que corria naquele sulco me fazia sentir sensações prazerosas, aproximei minha mão do pau dele bem duro e comecei a massagear de cima para baixo, via como subia e descia o capuz que envolvia aquela cabecinha, avermelhada e brilhante, sua mão começou a deslizar lentamente entre meus seios em direção à minha virilha, apesar da água ela estava lubrificada cem por cento, seu dedo começou a roçar desde o clitóris até o cu, era estranha a sensação, nunca tinham tocado meu ânus daquela maneira e muito menos penetrado, claro, simplesmente era algo que não tinha passado pela minha cabeça mas ao sentir aquele dedo brincando igualmente lubrificado senti um certo prazer, ele começou a beijar meus seios enquanto intensificava o atrito, minha mão tinha pegado um bom ritmo em volta do pau dele, sentia como vibrava e como seu falo crescia entre meus dedos, pesava que a qualquer momento ele ia gozar, ele começou a se ajoelhar diante de mim, sabia exatamente o que ele pretendia, começou beijando meu abdômen e baixo ventre, para o momento em que sua língua roçava meu monte de Vênus eu sentia meu corpo vibrar, minha xota raspada me fazia sentir sua língua se aproximando cada vez mais do meu clitóris, minha mão pegou seu cabelo e levou sua cabeça diretamente para aquela zona, as primeiras lambidas foram suaves e sem experiência, não sabia se ele já tinha chupado uma buceta mas sentia como ele molhava toda a área, a posição e a água não facilitavam, fechei as torneiras e indiquei que ele começasse novamente, suas mãos se prenderam à minha bunda e minha xota grudou na sua boca como se fosse devorá-lo, eu intensificava a aproximação com ambas as mãos postas em sua nuca, ele disse que chupasse mais forte e intenso, ele grudou sua boca totalmente no clitóris e sua língua, agora com maior destreza começou a estimular o pequeno botão repetidamente, dava voltas, e de vez em quando se alongava até a vagina para pegar meus fluidos que para aquele momento emanavam como uma fonte, eu indicava quando mudar de ritmo enquanto tentava acompanhar com movimentos de quadril, senti que estava chegando, ia gozar na boca do meu irmãozinho, disse “aahh mais minha vida, dá mais rápido, engole tudo”, enquanto juntava com toda minha força sua cabeça ao meu corpo, chegou o primeiro orgasmo, meu corpo começou a tensionar e desvanecer, senti que minhas pernas iam desabar, perdi o olhar, me sentia na glória, “aaahhh ahhh que gostoso” exclamava enquanto recuperava a sanidade e meu corpo não parava de vibrar, foi o mais longo e intenso da vida até aquele momento, tentava baixar o olhar para meu irmão mas ele permanecia atento à sua tarefa, enquanto meu corpo convulsionava cada vez mais devagar os movimentos de sua língua no meu clitóris e vagina foram cessando, meus braços, mãos e corpo perderam força e sua boca se separou, ficou aí de joelhos com o olhar para mim, comecei a puxá-lo pelo pescoço para que ficasse de pé. Começamos a nos beijar, seus lábios se sentiam muito mais macios e ainda conservava em sua boca meus fluidos, essa mistura de sabores me excitava, era delicioso, sentia seu pau no meu abdômen mais duro que nunca, vibrante e venoso, escorrendo… estava muito excitada e agora era minha vez, não tivemos que dizer uma palavra, apesar de querer que me comesse de uma vez por todas decidi que não era o lugar nem o momento mas não o deixaria assim. Saímos do chuveiro, o banheiro contava com um trocador médio acoplado justo ao lado, este tinha um banco pequeno, eu caminhava à frente do meu irmão com seu pau na minha mão, nem sequer passamos uma toalha em nossos corpos molhados, eu sentia as minhas pernas ainda tremiam pelo orgasmo que eu tinha acabado de ter e estava super gostosa, nunca tinha vibrado daquela forma. Sentei no banco com as pernas abertas, com a mão fui aproximando o corpo dele até mim, ele parecia ansioso e nervoso, seu pênis ficou bem na frente do meu rosto, peguei com a mão, comecei o vai e vem, uma pequena gota brilhava na ponta, naquele momento meus lábios se aproximaram e com a língua recolhi aquele fluido viscoso, meu irmão me olhava atento, nossos olhares se encontravam enquanto eu introduzia a pica dele na minha boca cada vez com mais ritmo, acompanhava os movimentos com minha mão, ele me pegou pelo cabelo e começou a se mover no ritmo do boquete que eu estava dando, dava pra ouvir o som típico intenso de alguém tentando engolir algo que não cabe na boca, fazia o possível pra meter aquele falo delicioso nos meus lábios mas não era possível, tirava da minha boca e lambia o comprimento do tronco até chegar nas bolas, lentamente passava minha língua sobre elas e as colocava na boca com suavidade, meu irmão ficava tenso, voltei a chupar a pica ainda mais intenso enquanto masturbava com minha mão, a pica dele saía e entrava na minha boca de maneira violenta enquanto eu olhava no espelho ao lado a imagem, minha boca e a pica dura do meu irmão entrando, seu rosto desenhava um prazer infinito, apertava os olhos e mordia os lábios, era sublime a imagem refletida, me excitava ainda mais, seu corpo se movia como se quisesse perfurar minha cavidade bucal, minha mão agarrava sua bunda pra fazer o movimento mais intenso, senti suas pernas estremecerem e suas nádegas se contraírem, sabia que ele ia gozar, ele nunca tinha gozado na minha boca e apesar disso eu estava disposta a receber, mas ele deu um passo pra trás, um líquido quente e viscoso começou a jorrar em jatos generosos, o primeiro impacto no meu ombro, ele pegou firmemente o pênis com a mão e direcionou pro meu peito, meu rosto estava a uns trinta centímetros, um pouco atingiu meu pescoço e queixo, ele dizia enquanto ele gozava “aahh te adoro Fer, que delícia de boquete!!”… enquanto seu membro preso na minha mão convulsionava e lançava as últimas gotas nos meus seios e no carpete… apesar de ter gozado, seu pau ainda estava rígido, na ponta os vestígios da sua tremenda porrada. Novamente ele aproximou o corpo de mim, introduzi o membro na minha boca, devagar, lambi a cabeça até deixá-la brilhante e limpa enquanto o pau começava a ceder sua dureza dentro de mim. Tínhamos acabado, o espelho me devolve a imagem: sêmen diluído escorrendo pelo pescoço e peito por efeito da gravidade, ambos nus, eu sentada na frente dele com o pau na mão, minhas pernas abertas, nossos corpos secos depois de minutos antes sairmos encharcados de um banho. Ainda se notava o respingo de água no pequeno guarda-roupa. A paixão e o desejo tinham se conjugado e agora éramos apenas amantes desejosos de nossos corpos, quando de repente da boca do meu irmão saem umas palavras fatais para mim naquele momento “Não sabe o quanto te quero, Fer…”. O que diabos aquilo significava e a que vinha? Fiquei de pé na frente dele, ele me abraça enquanto olho meu rosto refletido no espelho. Parece que meu irmão me “quer”, penso enquanto digo para nos apressarmos, já passou quase uma hora e o telefone do quarto está prestes a tocar… Obviamente não assimilei o comentário dele, naquele momento só queria me apressar e sair dali… O chuveiro começa a molhar meu corpo enquanto removo os restos de evidência da relação com meu irmão. Queria repetir aquilo, mas ter certeza. No próximo movimento não haveria volta atrás. Sem dúvida queria que ele me comesse e eu o comesse também, fundo, mas não queria chegar a ter uma “relação” além do desejo que ele me causava. Ele me olhava de maneira diferente e eu não queria desiludi-lo. Afinal, era só um novato iniciando nas redes escabrosas do amor, supus naquele momento. Já vai passar… Perdemos alguns minutos e a porta do quarto anunciava alguém do lado de fora. Disse para ele sair rápido. Foram movimentos desajeitados misturados com nervosismo, mas ele conseguiu sair como pôde. Uma voz se ouviu à distância: era o papai. "Crianças, já estão prontas? Estamos atrasados!!" Ouço a porta abrir e uma conversa indecifrável para meus ouvidos. A porta se fecha e meu irmão entra em alta velocidade. Ele diz que temos dez minutos para descer enquanto se veste. Saio nua do banho com a toalha enrolada no cabelo. Meu irmão me olha e diz: "Você é a garota mais linda que já vi na vida". Sorrio e começo a me vestir...

Depois de 20 minutos e várias ligações da mamãe, saímos do quarto. Não tive tempo suficiente para me arrumar, mas estava espetacular, segundo eu mesma. De cabeça a pés: sandálias plataforma vermelhas, vestido branco curto com pedras vermelhas no decote e metade das costas à mostra, colar e brincos vermelhos, maquiagem discreta e lábios vermelho queimado. Por baixo, só uma calcinha fio-dental vermelha, hehe. Tudo combinava e decidi não usar sutiã. Meus seios firmes e pequenos, empinados sempre com o olhar pro céu, não havia problema.

No caminho, minha mãe começou a questionar o motivo da demora. Vocês sabem, coisas de mãe. Para falar a verdade, não tinha uma desculpa imediata, mas meu irmão rapidamente adiantou que a culpa tinha sido minha, já que eu não conseguia decidir o que usar, e ele só esperou para não me deixar sozinha. Minha mãe ficou satisfeita enquanto eu olhava para meu irmão com um certo ar de cumplicidade. Meu pai comentou que eu podia pedir opiniões ao meu irmão, já que, por ser homem, ele saberia como eu ficaria. Argumentei que os garotos são simples e não sabem de nada disso. Sentia falta da minha irmã naqueles momentos, ela sempre sabia o que vestir para qualquer ocasião...

O cruzeiro começou. Não era uma embarcação particularmente grande. Meus pais decidiram ir para a área de jogos, uma espécie de cassino. Eu, acompanhada pelo meu irmão, decidi ver o que estava acontecendo. Me sentia relaxada e tranquila. Sozinhos, podíamos encontrar cantinhos para soltar nossa paixão de novo, cada segundo aumentava e ambos queríamos chegar ao clímax, éramos como qualquer outro casal, as pessoas passavam ao nosso redor, no início foi um pouco desconfortável, mas no final das contas ninguém nos conhecia, então nos beijamos apaixonadamente sem parar, era sublime e intoxicante ao mesmo tempo, seus lábios macios, eu lembrava que ele era meu irmão mais novo e em vez de me dar vergonha, me impulsionava a continuar, o proibido é o mais desejado e ainda mais quando você o tem disponível e à mão, a fome e a vontade de comer tudo em sintonia...

Nos apalpamos por aqui e por ali, exploramos cada canto do navio, já deviam ter passado várias horas desde que embarcamos, eu tinha tocado no pau dele e ele tinha me dedado mais uma vez. É anunciado que o navio estará atracando em poucos minutos, ainda não tínhamos encontrado nossos pais, eu me perguntava onde diabos eles tinham se metido, meu irmão e eu estávamos andando de mãos dadas quando nossos pais apareceram na nossa frente, naturalmente tentei soltar a mão, minha mãe pareceu ter percebido, mas não disse nada, isso me deixou um pouco nervosa, afinal, ele era meu irmão, não havia motivo para andarmos de mãos dadas, enfim. Quando o navio atracou, haveria uma espécie de jantar em um salão pequeno que ficava perto, algumas vans nos transportaram até lá, devia ser por volta da meia-noite, o clima estava quente, as estrelas estavam incríveis sobre o oceano, eu olhava pela janela enquanto minha mente se enchia de questionamentos morais, eu estava sentada ao lado da minha mãe, meu pai e meu irmão conversavam sobre o passeio e outras coisas, minha mãe me perguntou o que tínhamos feito durante todo o passeio, me limitei a dizer que exploramos o navio e tomamos algumas bebidas, por descuido não percebi uma leve marca de chupão que eu tinha abaixo do pescoço, obviamente resultado dos encontros com meu irmão, minha mãe viu e me perguntou o que tinha acontecido, naquele momento eu fiquei vermelha, mas ela foi discreta, me Eu fulmino com um olhar e ela só disse que a gente conversaria depois. Na real, eu não achava que ela pensasse que tinha algo entre meu irmão e eu, mas decidi ficar longe dele pelo tempo que restava, pelo menos até voltarmos pro quarto de novo…

Nossos olhares se encontraram algumas vezes durante o jantar, e dava pra ver a cumplicidade e a luxúria nos nossos olhos. Acho que a gente tava prestes a fechar um ciclo que vinha se formando há tempos. O calor da noite e as piñas coladas se misturavam no meu corpo, fazendo minha temperatura e meu temperamento subirem. Minha excitação só aumentava e, às vezes, eu sentia que não aguentava mais um segundo. Queria aquele pau dentro da minha buceta me perfurando com força, sentar nele e rebolando até ele ficar sem uma gota de porra. Meu irmão me deixava super excitada, tudo misturado numa única sensação: desejo. E marcado na minha memória, o amor fraternal e como ele explodia nos nossos corpos jovens. Cada poro fazia fluir uma sede incontrolável de prazer que terminava entre as minhas pernas…

Eram duas da manhã e a gente tava pronto pra voltar pro hotel. Pegamos um transporte de novo, e eu fui junto com meu pai, me aconchegando no ombro dele. Tinha sido uma noite longa e gostosa, pra ser sincera, eu não esperava menos dessa noite, mas ainda faltava a cereja do meu bolo. Sem dúvida, eu tava pronta pra terminar com meu irmão tudo que meu corpo pedia. Não passaria um segundo sem aquela delícia de pau dentro do meu corpo, percorrer o tronco com a língua e saborear todo o líquido que saísse dele…

Assim que chegamos no hotel, meus pais se separaram. Eles comentaram que tavam cansados e um pouco bêbados. Deu pra ver meu pai apertando a bunda da minha mãe quando eles foram pro elevador. Com certeza, eles também iam ter uma noite excelente. Meu irmão foi até a recepção, fez algum sinal pra pessoa do balcão e depois voltou pra mim. Ele pegou meu rosto com carinho na mão dele, e suas palavras… Tá pronta? Vamos lá", eu peguei no ombro dele e caminhamos em direção ao elevador. Íamos com calma, naquela hora o hotel estava meio deserta. Subimos, meu irmão envolveu meus braços por trás enquanto beijava meu pescoço com ternura, suas mãos acariciavam meu abdômen. Eu fechava os olhos e imediatamente sentia um calor subindo pelo meu corpo...

Saímos do elevador e começamos a caminhada até o quarto de forma acelerada. O cartão entrou na ranhura e a porta se abriu. Diante de nós, a penumbra do quarto. Mal havíamos entrado completamente no cômodo quando nossos lábios se uniram. Ambos os meus braços se enlaçaram no pescoço do meu irmão. Ele me puxou contra seu corpo com uma mão enquanto com a outra tentava fechar a porta e acender a luz do quarto. Finalmente estávamos dentro. Continuamos nos beijando apaixonadamente enquanto andávamos, até que de repente caímos sobre um dos sofás da sala. Ele ficou por cima de mim, suas mãos subiam minha saia pelas minhas coxas. O contato dos seus dedos me fazia vibrar. Eu o beijava de maneira apaixonada, nossas línguas brincavam aceleradamente enquanto minhas mãos deslizavam por baixo de sua camiseta, acariciando suas costas. O frenesi de carícias era brutal. Ele puxou a parte de cima do meu vestido, meus seios ficaram à mostra, meus mamilos estavam eretos à flor da pele. Imediatamente sua boca começou a sugar. Eu estava plenamente excitada, sua virilha pressionada contra mim começava a deixar notória sua ereção. Ele chupava meus seios sem controle, eu sentia algumas mordidinhas leves enquanto ele alternava um a um meus peitos em sua boca. Esporadicamente nossas línguas se encontravam novamente. Ele se levantou e tirou a camiseta. Eu deitada no sofá com os seios de fora e o vestido desalinhado, minha calcinha aparecendo - era um convite para ser removida. Novamente ele contra mim, eu beijava seu pescoço e peito, percorria com minhas mãos seu corpo até encontrar seu pau. Toquei por cima da calça, para esse... Naquele momento, eu já estava toda dura e marcando de um jeito absurdo, presa ali. Meu irmão estava tocando minha bunda, sentia os dedos dele se metendo entre o meu fio dental. Aquele pedacinho de tecido foi pro lado pra dar acesso aos dedos dele. Minha buceta estava molhada e escorrendo, mais quente do que nunca. Uns gemidos escapavam da minha boca, entre suspiros abafados.

Ele começou a descer pelos meus muslos e, num instante, já estava ajoelhado na frente do sofá, beijando minhas pernas, acariciando meu abdômen e meu monte de Vênus. O vestido já estava acima do meu umbigo. Eu me sentia tão desejosa... Senti a respiração dele se aproximando da minha buceta. Uma das mãos dele puxou o fio dental pro lado enquanto a outra deslizava um dedo pela buceta, que se abria com o contato. Meu corpo arqueou pra trás e, sem pudor, soltei um gemido de prazer longo e forte: "Aaahhh ahhh mmm gostosooo..."

A língua dele começou a deslizar pelas minhas virilhas. O destino estava perto. Meu corpo tremia e, enquanto minha mão encontrava a cabeça dele para enrolar meus dedos no cabelo, eu gentilmente guiei ele pra minha xotinha molhada. Senti uma lambida longa e profunda, do meu clitóris até o final da minha vagina. A língua dele tentou perfurar minhas paredes, me fazendo gemer ainda mais alto e repetidamente.

Eu acompanhava as lambidas com movimentos do quadril enquanto, com a mão, empurrava o rosto dele pra mim. Minha vagina era penetrada pela língua dele e, ao mesmo tempo, ela deslizava por toda a área. Por uns instantes, ele se concentrava no clitóris pra depois voltar pra baixo. Senti várias lambidas chegando até meu ânus, ainda virgem, e isso me excitava do mesmo jeito. Eu gemia e gemia sem cautela. Ninguém tinha me invadido daquele jeito, e era delicioso.

Senti que logo chegaria ao clímax. Comecei a acelerar o movimento enquanto meu irmão tentava acompanhar meu ritmo com a língua. Claramente, chegou o momento. Todas as sensações arremeteram contra mim, meu corpo ficou pasmo e meus músculos se contraíram. Senti como se um choque subisse desde meus pés... elétrico e energizante enquanto meus olhos se perdiam no infinito, um gemido forte liberou todo o prazer, "aaah aahh sii sssiii sim, que delícia... sim sim aaaaaaahhhhhh" e então terminei em um orgasmo imensurável. Quando a sanidade começou a retornar ao meu corpo, meu irmão estava deitado no chão limpando um pouco o rosto encharcado pelos meus fluidos. Coloquei-me diante dele e meu vestido deslizou pelo meu corpo, o fio dental estava fora do lugar, minha pele estava mais sensível do que nunca e meus poros mostravam isso. Comecei a deslizar lentamente meu fio dental molhado até o chão, meu irmão me observava, aparentemente aproveitando aquele momento. Sentado no chão, ele começou a tirar a calça, e quando voltei à posição ereta, ele estava apenas de cueca. Postei-me imponente diante dele, completamente nua, acariciei meu corpo suavemente, meus peitos e minha bunda, modelei para ele, girei e brinquei com meu cabelo. Sentia minha bocetinha ardendo, meu dedo médio deslizou entre meus lábios (vaginais), toquei meu clitóris e senti o resquício do orgasmo que levou sensações até minhas costas. Levei o dedo à boca enquanto, com um passo, me aproximava mais dele. Ele se levantou e começou a me beijar, suas mãos chegaram até minha bunda e começaram a levantá-la e abri-la. Eu enfiei minha mão na cueca dele, agarrei seu pau firmemente e comecei a massageá-lo. Seu pau estava mais duro e pulsante do que nunca, quase dava para sentir que ia explodir na minha mão. Tentei tirar o resto de suas roupas enquanto sentia seus dedos se aproximando da minha vagina pela parte de trás do meu corpo. Começamos a dar passos em direção à cama, mas não parávamos com as mãos. Quando chegamos ao quarto, deitei-o sobre a cama e deslizei a cueca pelas pernas dele. Imediatamente, seu pau saltou como um bastão, totalmente ereto, brilhante e úmido, exalando um cheiro delicioso. Seu tronco longo e duro, suas bolas penduradas, e eu imaginava tudo o que elas tinham para mim, todo o porra quente que iriam emanar naquela noite. Aproximei-me dele e comecei a beijar seu corpo, seu peito meu abdômen, continuei pelas suas pernas enquanto acariciava tudo no ritmo, senti seu pau tocar meus seios e pescoço, peguei firme pela base e minha boca começou a cobrir a cabeça da qual fluíam pequenas gotas de lubrificante grosso e translúcido, minha mão fazia movimentos curtos acompanhando cada chupada, admito que queria enfiar tudo na minha boca e devorar por completo mas devido ao tamanho era impossível, seu falo estava mais ardente que nas vezes anteriores ou pelo menos foi o que senti, uma mão dele se posou na minha nuca e enquanto sua pélvis se movia ele acompanhava de forma violenta com a mão, minha boca para que engolisse tudo, senti seu pau tocar minha garganta e até dei umas engasgadas mas era delicioso enfiar na minha boca, alguns minutos depois, reduzi o sexo oral intenso que estava proporcionando, senti minha boca dormente por meter aquele membro tremendo, meus lábios molhados e boca molhada pela mistura de porra com lubrificante, queria continuar chupando, mas meu irmão tinha outra ideia em mente, me indicou que sentasse sobre ele, mas não era exatamente o início da enfiada, ele queria que eu colocasse minha bucetinha na boca dele, subi na cama de pé, olhei para ele deitado ali, seu pau como um estandarte, meu corpo começou a descer, no início nossos movimentos desajeitados tornaram o ajuste complicado, nunca tinha feito 69 e parecia que ele também não, como pudemos começamos com a sessão de mamadas, num instante já estávamos confortáveis e acoplados e o prazer nos invadia de novo, eu masturbava e chupava seu pau com velocidade sagaz, minha vagina ficava repousada no rosto dele enquanto sua língua abria caminho por toda a área, várias lambidas arteras na entrada e no ânus me fizeram vibrar, suas mãos pegaram minha bunda e ela (suponho) se abriu totalmente diante do rosto dele, senti a pausa momentânea, um pouco de dúvida talvez, eu imersa no meu trabalho e na excitação pedi que ele fizesse isso entre o pau entrando na minha boca e as palavras "chupa minha bunda, irmãozinho, anda… ah, sei que…” antes de terminar a frase, o rosto do meu irmão afundou entre minhas nádegas. De maneira frenética, ele começou a chupar todo o ânus, concentrando-se na área. Eu parei a mamada – era uma sensação nunca experimentada, mas deliciosa. Sentia um prazer extremo misturado com luxúria. Sua língua girava em círculos e até entrava levemente pelo meu cuzinho. Eu soltava meu corpo sobre sua boca, enquanto minha mão continuava masturbando-o. Vi a cabeça do seu pau ficando vermelha, e minha boca rapidamente começou a mamar intensa e velozmente. Passado um segundo, vi ele chegando – desta vez eu o tinha preso. O primeiro espasmo veio acompanhado de um jato quente e vertiginoso de porra que aterrissou nos meus lábios e dentro da minha boca, abundante. Ele apertava mais minha bunda contra seu rosto, e eu sentia meu buraquinho se dilatando na língua dele. Continuei com o movimento em seu falo, e mais alguns jatos brotaram, impregnando meus seios, abdômen, um pouco até no meu cabelo e nos lençóis. Era uma culminação deliciosa. Eu sentia outro orgasmo vindo, pela excitação de ver aquela cena. Comecei a realizar movimentos de quadril, e meu irmão não desistia de chupar toda a área. Em poucos segundos, estava chegando novamente. “Aahhhh ahhh, chupa mais, que gostoso… mete… mete sua língua, ahh ahhhh ahhh ahhh!” Desvaneci de novo, meu corpo perdeu a força e caí sobre ele. Ele parou, e assim ficamos por alguns minutos – nenhum som era ouvido, só o cheiro intenso de fluidos corporais nos acompanhando. Meus ânimos cresciam em vez de diminuir a cada orgasmo, e pelo visto o melhor ainda estava por vir…

Tentamos nos recuperar. Minha buceta estava inundada por fluidos de diferentes origens. Me levantei para sair de cima dele, e a primeira imagem de seu rosto foi sutil – ele permanecia de olhos fechados, e seu corpo denotava um certo prazer levado por novos caminhos. Minhas pernas ainda tremiam enquanto tentava ficar de pé diante dele. Quando seu corpo começou a adotar uma nova posição, ele… O espelho à nossa frente nos presenteava uma nova imagem, a imagem da luxúria e da paixão desencadenadas, a porra escorria pelo meu rosto e pescoço seguindo o caminho até meus peitos igualmente encharcados. Peguei uma pequena toalha que estava na mesinha de cabeceira ao lado, ele me observava atento, aguardando o próximo passo. Seu pau começava a perder a rigidez, mas ele ainda parecia cheio de desejo. Enquanto eu fazia um rabo de cavalo no meu cabelo, ele se aproximou por trás, me abraçou pela cintura e começou a me acariciar com ternura. Suas mãos deslizavam pelos meus peitos e abdômen enquanto seus lábios beijavam meu pescoço, sussurrando algumas palavras: "Eu te amo, Fer, quero enfiar meu pau até o fundo dos seus buracos". Só a ideia me deixava ainda mais excitada. Fui em busca de seus lábios mais uma vez, nossas línguas brincavam fora de nossas bocas enquanto nos apalpávamos. Claramente senti seu pau recuperando a força poucos minutos depois de ter gozado, era magnífico, ele tinha mais porra armazenada e naquele dia eu ia deixá-lo seco... Tinha certeza de que tanto meu corpo quanto o dele estavam mais sensíveis. Peguei seu pau e comecei a estimulá-lo levemente, ele deslizou entre minha bunda e meus lábios sem problemas, começou a me penetrar como faca quente na manteiga. O vai-e-vem me fazia vibrar, meu corpo caiu sobre a cama e minhas pernas se abriram, oferecendo acesso total ao meu interior. Quando meus olhos encontraram seu pênis, ele estava pronto para a batalha. Ele me olhou buscando minha aprovação, que era inegável. Novamente se ajoelhou diante de mim, com ambas as mãos levantou e abriu minhas pernas em uma abertura ainda maior e seu rosto se enterrou no meio. Sua língua imediatamente penetrou minha buceta, eu me contorcia, esperando o momento da investida. Alguns breves minutos depois, ele se pôs de pé, ainda com minhas pernas abertas e suspensas no ar. Com uma mão, pegou seu pau duro, latejante e úmido para guiá-lo até minha entrada. Não sabia se ele já tinha transado antes, mas seus movimentos eram naturais e pausados. Ele parou bem na entrada e Com a ajuda da mão dele, seu pênis começou a deslizar da minha vagina até meu ânus, eu sentia a cabeça acariciando meu clitóris, não aguentei mais, estava me derretendo, quase implorei para ele meter de uma vez “me fode logo! Irmãozinho, mete até o fundooo aaahhh siii siii”, senti começar a escorregar para dentro, cada centímetro da deliciosa rola dele arremetia contra mim, seu corpo se recostou sobre o meu e um impulso final de ambos permitiu que a rola ficasse enfiada até o fundo com as bolas batendo na minha bunda, um suspiro escapou da minha boca e ao mesmo tempo meu irmão soltou um gemido de prazer, nossos olhos se encontraram nessa posição de missionário, ele parou alguns segundos antes de começar o vai e vem, “que gostosa você está, Fer”, as bombadas começaram a ficar contínuas e velozes, minhas pernas o abraçaram e eu também comecei a me mover freneticamente sobre a rola dele, a sensação era sublime, ele ia e vinha com força, cada investida fazia meus sentidos vibrarem, fazíamos muito barulho mas nada importava, só o prazer dos nossos corpos copulando, ele se incorporou um pouco ficando de joelhos e eu com as pernas estendidas na frente dele, nos acomodamos e novamente a rola dele caminhou para meu interior, ele colocou as mãos sobre meus quadris e eu arqueiei o corpo um pouco para que entrasse até o fundo do meu ser, ele começou a se mover de maneira deliciosa… Ele: gosta?... sua bucetinha apertada é o melhor, eu te adoro…aaahh ahhh Eu: ssi siii vai… vamos me fode mais forte!!! Aaahh Ele: sim, minha vida!!!...   Seus movimentos aceleraram junto com os meus, ambos conseguimos entrar no mesmo ritmo, sentia o calor vindo novamente do meu ventre para minhas pernas, transávamos como desesperados, o ritmo começou a variar, assim fudemos por vários minutos, pude ver no rosto dele que estava quase gozando, queria que ele resistisse um pouco e parei, disse para ele esperar um pouco, ele retirou o falo do meu interior, estava molhado e avermelhado, prestes a explodir, “vou te dar como você sonhou” disse no ouvido dele, me incorporei e coloquei De quatro, abri minhas pernas, meu irmão pegou seu pau na mão e deslizava tentando me penetrar. Minha mão se enfiou debaixo do meu corpo e peguei seu falo. Ele empurrou e começou a me comer, agarrou minha bunda e começou a bombear, sua pélvis batia contra a minha. "Que cuzinho gostoso você tem!!!", sons de todo tipo escapavam, eu começava a me perder enquanto minhas nádegas batiam no corpo dele. De repente senti seu dedo no meu ânus, não sabia exatamente o que ele pretendia e, pra ser sincera, era a primeira vez que faziam algo assim comigo. "Queria enfiar no seu cu", ele disse sem mais. Seu dedo tentava penetrar meu ânus, senti a pressão e como se expandia, foi dolorido. Disse pra ele tirar. "Espera, ainda não, tá doendo", paramos. Queria dar tudo a ele, mas talvez não estivesse pronta. Seu pau saiu de mim de novo, indiquei que ele se deitasse, beijei-o novamente e disse pra esperar, que tudo chegaria no seu tempo. Era hora de cavalgá-lo, e assim, sentei sobre ele, comecei a descer devagar até que seu pau começou a me foder. Quando finalmente desci, senti uma delícia, comecei a me mover em círculos, ele apertava meus seios, meus movimentos ficaram mais violentos. Depois de alguns minutos senti que chegava ao clímax de novo, acelerei o passo enquanto ele acompanhava me enfiando cada vez mais. Suas mãos apertaram com força minha bunda e foi quando cheguei, meu corpo se convulsionou e meus ojos ficaram brancos, minhas costas arquearam e senti que, da mesma forma, meu irmão banhava meu interior. Seu pau se contraía dentro de mim, gritos abafados entre paixão e descontrole tomaram conta da gente. Estávamos terminando, juntos, culminando toda aquela sessão de sexo quente. Mais algumas estocadas fortes pra esvaziar completamente a porra dentro de mim, desabei sobre ele, ainda sentia o pulsar do pau dele. Passados alguns minutos, ele começou a sair por vontade própria, cheio de fluidos, encharcada de ambos, minha buceta expulsava junto o sêmen que escorria das paredes do meu interior. Estava extasiada, comecei a Desci, peguei delicadamente seu pau com minha mão e olhei para ele, meu dedo deslizou pela buceta recolhendo um pouco de sêmen que escorria de mim, levei à boca e saboreei, estava muito mais intenso do que o que havia provado da minha calcinha, inclinei-me para chupar seu pau, chupei com calma até não deixar uma gota de porra, ainda sentia sêmen escorrendo, tinha sido uma grande gozada, dirigi-me aos seus lábios e ele me recebeu… nos beijamos selando o pacto que agora nos unia, ele tinha gozado dentro de mim, meu irmãozinho agora passava a ser amante, mas eu sabia que era o começo de algo… ainda tínhamos mais sessões pela frente, minha bunda ainda virgem pedia tributo e o melhor é que eu tinha certeza que ele seria o primeiro a invadi-la… mas quando seria? Aquela noite tinha terminado de maneira sensacional e minha paixão e luxúria aumentavam, era um amante que tinha à mão e da mesma forma eu seria para ele uma musa que saciaria sua sede…

“Você é fabulosa”, comentou, beijei seus lábios e fiquei sobre seu peito aconchegada, veio à minha mente uma ideia ainda mais pervertida que até então tinha ficado de lado, “você transaria com a Fátima?? Também?”, nossa irmã mais velha, ele ficou calado uns instantes, “alguma vez também pensei nisso, mas sempre foi você”, fiquei pensando em como seria fechar esse círculo, os três numa cama, nossa, minha mente voava e estava começando a esquentar mais uma vez, “por que não me conta??, me diz como você imagina ela”… queria saber o que ele pensava, como a queria… ali começou outra história que será escrita outra hora… ainda tem mais papel e isso é só o começo, a partir de agora e para sempre seríamos um do outro…

Parecia que a noite tinha terminado, “eu gostaria de meter em você outra vez, e depois a Fátima, pensando em talvez… ela com você”, um calor subiu no meu interior, minha irmã entrava em cena…

Espero comentários e tal… se quiser continuação ou outra história, sugestões são aceitas… saudações e foda-se que o mundo vai acabar, não importa. com quem, até com suas irmãs!!!!....

21 comentários - cronica de un incesto anunciado: hermano-hermana parte 3

Simplemente genial. Sin palabras. De lo.mejor que he leído.
Muy buenos pero estarían mejor si pudieras poner alguna foto tuya con esas tanguitas ricas q dices tener
Muy bueno la historia te envuelve y no queres parar hasta saber todo, por cierto es muy exitante ver que la hermana es la de la iniciativa
Leí los tres uno tras otro la verdad espero mas... Me dejaron a full
Muy.buen relato, hacia rato no leia uno asi. Van puntos (+10)
Excelente relato, me encanto, me gustaria mucho una continuacion con la hermana mayor, +10
Para allá vamos, espero tenerlo pronto...
Ohhhhh que pedazo de relatos, desde las 6 de la mañana que me estoy paseando acá en Chile. Saludos
Un poco largo.. pero muy buen relato.
Gracias por el comments y terminarlo...
Muuuuy bueno!!! Con unos cuantos detalles ortográficos que cagan un poco semejante narrativa, espero con ansias la continuación
Uffff excelente relato porfavor la continuación van + 10
Hola flaqui saca la continuación ya esta mortal el relato tiene de todo... van puntos
Sublime! Magico! Excelente! Perfecto ! Eso y mas podria decir , hacia mucho no leia un relato asi de genial !!!
Excelente relato me ha entrado ultimamente una fascinacion por el incesto luego de encontrar fotos de mi hermana (las cuales estoy publicando) deseo coger con mi hermana vivir una experiencia igual a la tuya....van 10 puntos sise puediera te daria 1000 puntos
me bañe en leche!!! cuantas pajas por dios!!! van 10!!!
Impresionante hermano! Me quedó la verga llena de baba
Y de qué quería hablar la madre?
Habrá continuación?