Trabalhávamos nos planos do estado, éramos várias turmas que varriam as ruas pra ganhar 150 pesos por mês. Nossa turma se juntava com mais duas, e éramos os que mais se davam bem, 12 caras varrendo pra caralho, todo dia a mesma coisa, as mesmas ruas. Pedia nota na padaria, água quente onde quer que a gente estivesse, até que um belo dia batemos na casa exata, vila La Florida, a dois quarteirões da estrada general Belgrano. A luz apagou, meu parceiro bate, uma gostosa aparece, pedimos água, e ela sai de shortinho de guerrilheira mini, e uma camiseta branca sem sutiã, era uma loucura. "Oi, obrigada, obrigada, entrem quando quiserem", ela diz e entra toda vermelha. Éramos 4 que ficávamos olhando pra ela. "Tchau, meu amor", gritam, e se ouve bem baixinho: "Pau no cu dos tarados". Os dias passavam e a gente sempre pedia, ela sempre saía provocante. "Meu amor", grita, e ela se irrita: "Não tem outra casa pra encher o saco?" "Sim", um diz, "mas a gente gosta de você". A gata diz: "Sabem de uma coisa? Por que vocês não entram dois e me ajudam a tirar a sujeira do fundo? Tenho vários sacos e são muito pesados." "Claro, claro, como não", e entramos 3. Estávamos no fundo e ela diz: "Meu marido me trai, e eu vou trair também." E tira a camiseta: "Comam-me, já me decidi." Ficamos os três de boca aberta, não sabíamos como começar. Ainda por cima estávamos de botas, éramos uma imundície, e pra gata não importava nada. Tiramos o pau pra fora, ela começou a chupar o do José como uma verdadeira deusa, alternando com o David. Eu fui atrás dela e comecei a tocar, ela estava toda molhada por baixo da calça. "Meu amor, você tá toda molhadinha, me fode hoje, sou sua puta, de todos." Estávamos dando uma trepada foda, nos revezávamos, ela chupava um enquanto o outro metia na buceta dela, dale que dale, e se ouve de fora alguém chamando: "Vai, José, vai ver." Quando ele volta, vem com o Ramón, o que ficou cuidando das coisas. Ramón era um cara grande, uns 50 e tantos, nojento, grosso e de pavio curto. Quando nos viu, disse: "Sabia que... Você era uma puta tremenda, vi isso no branco dos seus olhos. Ele agarrou ela pelos cabelos, levantou ela de um puxão e colocou ela no colo. "Vamos pra sua cama, puta", foi dizendo onde era, com ela no colo. O velho cortou nossa trepada e fomos todos pro quarto. Quando o velho tirou a pica, ela era gigante, comprida e grossa. Ela viu e parece que acendeu com aquele pauzão, começou a chupar como podia, e ele de um giro tirou ela. "Comigo não vem com frescura, vou te foder o cu, puta." Quietinha, ela ficou de quatro e ele começou a chupar a bunda dela pra lubrificar. Ela gemia, tava explodindo de prazer, e ele começou a enfiar a pica dentro, cada vez um pouco mais, mas nunca terminava de meter tudo. Ela fazia força pra trás, e ele empurrava. Ficaram assim por um tempo, até que ela disse: "Não aguento, tá doendo, dói muito." Então o velho me chamou, colocou ela pra chupar minha pica e pros outros dois que olhavam disse: "Vem cá, punheteiros, essa beleza quer pica. Comecem a foder ela como uma puta." O velho foi pra cozinha, depois pro banheiro, e voltou com um pote de Nivea. "Agora você vai ver." Passou Nivea na pica toda, e começou a revirar as gavetas, achou uns comprimidos. Deitou na cama com o pau apontando pro teto, e disse: "Vai, puta, que não tenho o dia todo." Ela viu e se agachou de costas pra ele, mas dessa vez a pica entrou de uma vez no cu dela. "Aaaaai!", gritou, um orgasmo tremendo que o velho causou com as bombadas. Eu fiquei em pé na cama na frente dela, e ela me chupava enquanto subia e descia nas sentadas limpas. Era uma guerreira. Nós três fomos trocando, mas o velho continuava do mesmo jeito, com o pau pro teto, e ela pulando. Já eram umas 2 da tarde quando o José foi embora, e o David também. Eu não podia acreditar: o velho colocava ela de quatro na cama e dava e dava. Eu já não queria saber de mais nada, queria ir embora, mas não conseguia acreditar no que via. Começamos lá pelas 10 da manhã e o velho ainda tava com o pau duro. Num momento, ela... disse pra esperar que ele ia ao banheiro, e o velho pegou o blister da gaveta e começou a revirar as gavetas. O que você tá procurando? ela pergunta. O velho responde: "Algo pra enfiar no teu cu, sua puta". Ela, com a cara mais de puta do mundo, se abaixa e tira de uma gaveta um consolo curto e grosso, com ponta. "Já sabia, sua puta, que você tinha um desses. Me faz gozar que tenho que ir." Ele senta na cama e ela começa a chupar ele, de joelhos. "Vai, vai, engole tudo", ele manda. Ela tenta, mas não consegue. "Engole tudo, porra!" Ela tenta de novo, mas não dá. Ele agarra ela forte pelo cabelo, olha na cara dela com o demônio nos olhos: "Então não consegue, sua puta de merda?" Joga ela na cama, enfia o consolo no cu dela, coloca ela de joelhos e olha nos olhos dela, segurando pelo cabelo: "Você vai engolir tudo, entendeu?" Cospe na cara e na boca dela, e começa a estuprar a boca dela. Eu olhava, era inacreditável a velocidade com que ele tava comendo ela. Começa a enfiar até o fundo, ela engasgava, ele tira, ela respira, e de novo: até o fundo. Tira, respira, e começa a enfiar tudo de novo. Parece que ele esquenta e tá gozando, dentro da garganta dela. Faz força, tira o pau e começa a jorrar porra na cara dela. "Toma tudo, sua puta, vai, toma tudo, se você gosta, sua puta." A cara dela estava toda lambuzada de porra. Ele diz: "Já vamos nos ver de novo. Você se comportou muito bem, sua puta.
1 comentários - A guerreira gostosa