Era um dia de agosto passado, tava bem quente e, naquela área, mesmo tendo gente, geralmente não tem muita aglomeração. Mas aí decidimos ficar numa duninha que tem na parte de trás da praia, em vez de ficar perto da beira do mar, pra ficar mais isolados. Na manhã anterior, a Sara tinha ficado menstruada e tava usando um absorvente interno; nessas horas, quando a gente deita na areia, se não tem ninguém perto, ela fica pelada, e quando vamos pra água, ela coloca um fio dental preto minúsculo, que amarra nas laterais, pra não aparecer o cordão. Esses detalhes podem ter parecido sem graça ou até meio pesados, mas acho que eram necessários pra situar o contexto do que rolou naquele dia.

Montamos o guarda-sol, esticamos as toalhas e passamos protetor um no outro, prontos pra passar o dia. Como tava muito calor, tivemos que entrar na água, e pra isso a Sara vestiu a tanga que ela tinha comentado antes. Brincamos de raquete na beira da praia, o que eu adoro, porque deixa os outros caras admirando como as tetas da minha mina balançam. Pena que naquele dia ela não pôde mostrar a bucetinha linda dela, que normalmente fica exposta toda vez que ela se abaixa pra pegar uma bola. Garanto que a gente arranja uma plateia quando começa a jogar.

Quando terminamos, voltamos pro nosso cantinho pra descansar e a Sara me disse, enquanto se deitava:- Ainda bem que não tem ninguém por perto e posso tirar a fio dental, me irrita pra caralho ficar com marca. A gente tava bem moreno, porque tinha passado uma semana na praia numa outra área da Andaluzia.
- A gente se acostuma a não usar sunga e depois é um saco. Além disso, você tá uma gostosa com a buceta de fora e enquanto eu falava isso, passava a mão na tirinha de pelo que ela quase sempre deixava.
- A verdade é que é uma maravilha ficar pelado, você sente a brisa passando pelo corpo, isso eu curto pra caralho- Isso, e os caras te olhando, eu falei rindo
A manhã passou sem nada de relevante, mais uns mergulhos, comemos, uma soneca na sombrinha, as coisas normais que se faz na praia. Mas quando acordei e me sentei, reparei na gente nova que tinha chegado perto da gente, na esperança, pra ser sincero, de ver alguma gostosa que valesse a pena. Só que o que me chamou a atenção foi bem longe disso. Umas uns 15-20 metros de nós, tinha um cara magro, bem alto, muito moreno, careca e com meia barba, idade difícil de saber, mas devia ter uns 60 anos. Mas o que chamava muito a atenção nele era o pau dele, melhor dizendo, o picaço. Parecia que o membro dele tava sempre em estado de alerta, o que no popular se chama de morcilhona, era grosso e comprido, com a cabeça vermelha escura à mostra, que contrastava com o tronco preto. Descansava na coxa direita dele e naquele estado devia medir pelo menos 20 cm. Era a primeira vez que eu via ele, mas com essa descrição, se vocês já encontraram ele em Guadalmar, com certeza sabem de quem se trata.
Claro, assim que a Sara acordou, contei pra ela sobre o achado, é algo que a gente faz sempre. Se ela vê primeiro uma gostosa na praia ou um par de peitos bons, ela me avisa, e se eu vejo algum cara que vale a pena, falo pra ela. É um joguinho que nos deixa muito excitados e que a gente adora estimular.- Vira pra cá, amor, acho que tu vai ver uma coisa que vai gostar… olha ali, apontei
- Porra, esse véio... que leggins... acho que é uma das maiores rolas que já vi na vida
- E isso que não tá de pau duro, mas tô de olho nele há um tempo e ele sempre fica assim, um lingüicinha.
- É uma pena que eu não tenha 25 anos a menos, seria a gostosa, disse Sara.Depois de alguns minutos, vimos nosso colega de praia se levantar e ir em direção a uma mina que estava deitada a uns três metros dele, e que ele não tirava os olhos há um bom tempo. A garota em questão devia ter uns 25 anos, não era muito alta, um pouco gordinha mas bem proporcionada, e tinha um belo par de peitos, que estavam à mostra, e uma semi-tanga na parte de baixo. Do nosso lugar, não dava pra ouvir o que eles conversavam, mas dava pra perceber que o senhor mais velho estava tentando pegar ela. Parecia estranho de fora, mas a impressão que nós dois tivemos é que ele, aproveitando o tamanho do pau dele, tentava iniciar uma aproximação. A mina não deu muita bola e ele desistiu.
Nós fomos para a água nos refrescar e passamos perto do nosso vizinho pra Sara poder aproveitar melhor a visão da pica dele. Quando voltamos pras toalhas, ela me disse:- A verdade é que o cara tem uma pica linda, parece mentira que pertença a uma pessoa tão velha
- Qual é, o meu não é suficiente pra você? Falei fingindo ciúmes.
- Você sabe muito bem que eu adoro, e eu ficava acariciando enquanto falava, mas a parada daquele cara é foda pra caralho.A gente deu uma esquentada, mas não passou disso, e eu percebi que o cara tinha ficado olhando pra gente, principalmente pra Sara. Passou uma parte da tarde entre leituras e mergulhos, e aí fomos jogar raquete de novo. Quando a gente já tava jogando fazia um tempo, nosso vizinho entrou na água e, ao sair, ficou perto da gente vendo a gente jogar. Como a gente já tinha reparado antes com a mina, o cara não se segurava, e uma vez que a bola foi parar perto dele, ele devolveu e falou pra gente:- Se algum de vocês dois estiver um pouco cansado, não se preocupem, porque eu tô afim de brincar.
- — Vale — disse Sara —, tô suando e quero tomar um banho. Brinca com o Nacho.
- Valeu, a propósito, me chamo Tomás e dei dois beijos nela enquanto pegava a raquete.
- Encantada, sou a Sara e ela entrou na água.
A gente ficou batendo bola uns 10 minutos e eu falei pra minha mina me substituir, que queria dar um mergulho. Era um tesão ver de fora como a Sara estava meio pelada jogando raquete com o Tomás, que mesmo mais velho, tinha um pau que balançava igual um sino enorme.
Quando a gente terminou, fomos os três nadar e ficamos batendo papo um pouco. Nunca tinha passado pela minha cabeça que eu ia ficar excitado vendo minha parceira com um coroa, e certeza que ela também não, mas era uma situação meio diferente, então comentei quando saímos da água:- Quer tomar uma cerveja? Tem umas bem geladas aqui na geladeira.
- Estupendo, com esse calorão dá uma vontade danada. Tô indo pra lá, foda-se a toalha, e já tô com vocês num minuto.
- O que você tá querendo, seu safadinho?" — disse Sara, rindo, se ela fosse pelo menos 30 anos mais nova.
- Eu não tô querendo nada… mas não diga que você não sente tesão.
- A verdade é que ele não… mas a rola dele… uff

Do jeito que a gente tava sentado, o lugar pra se posicionar ficava do lado direito da Sara, de um jeito que ela acabou no meio dos dois. A tarde já tinha avançado pra caramba e o número de gente que ainda tava na praia tinha diminuído pra valer. A gente começou a beber as cervejas e a comentar como vinha pra praia, o quanto a gente adorava fazer nudismo e essas paradas. Na segunda cerveja, o Tomás se soltou um pouco mais e falou pra Sara.- Você não parece uma caretona, mas só tira a parte de baixo da toalha, e não quando toma banho, sendo que é tão gostoso ficar nadando sem roupa, ainda mais aqui que vocês estão mais isolados, como se não quisessem ser vistas
- A verdade é que é uma sensação maravilhosa estar pelada na água, mas tô menstruada e não quero que apareça o fio do absorvente.
— Ah! —disse ele e ficou uns instantes em silêncio, como se estivesse pesando o que ia dizer em seguida. Mas agora você pode tirar… já não tem quase ninguém e pra mim não importa.
- Claro que você se importa, ha ha ha, o que você tá morrendo de vontade é de ver minha bucetinha, que cara de pau
- Desculpa, não queria te ofender, mas o Nacho e eu estamos pelados, então a gente ia ficar na mesma.
- Claro, apoiei ela. Que diferença faz, assim você vai ficar mais à vontade sem a sunga molhada, e enquanto falava isso, desamarrei o laço do meu lado da fio dental.
- Bom, já que vocês estão tão interessados, vou tirar. disse ela desatando o outro lado e deixando à mostra sua tirinha bem aparada de pelos pubianos.
Tomás não perdeu nenhum detalhe de toda a operação, ficava se tocando repetidamente na cabecinha e dava pra ver como o pau dele tinha ficado completamente duro, o que fez aumentar um pouco o tamanho, mas não muito, embora devesse ter pelo menos uns 23-24 cm.

- Parece que você gostou, comentei.
- Porra, é que sua namorada é uma gostosa, e eu achava uma pena não poder ver ela pelada, assim, sem marca de biquíni nem nada… ela tem uma buceta linda
Mas você já estava me olhando antes.
- Já, mas de longe não é a mesma coisa. Além disso, vocês também estavam me olhando… eu percebi e continuei batendo uma sem parar.
— É normal a gente te olhar, com certeza você já tá acostumado com o povo te encarando numa praia de nudismo — respondeu minha mina.
- Mas não tem mina tão gostosa quanto você.
- E aí, aquela gordinha com quem você tava falando?
- Aquela era uma boceta apertada e não dá pra comparar contigo. Nessa altura, Tomás já tinha pegado na pica com a mão e tava meio batendo uma na nossa frente.

- Parece que você tá ficando bem tarado, disse Sara pra ele.
- Bom, não sou o único não, teu boy também tá bem excitado, olha como ele tá de pau duro.Eu tinha decidido intervir o mínimo possível, mesmo que isso me fizesse parecer um filho da puta folgado. O que me excitava era ver como a situação ia esquentando aos poucos, e observar como a Sara ia se soltando. Nosso amigo tava dando jogo, sabia que tinha uma boa oportunidade e não queria desperdiçar.— Já tinha visto um pau tão grande quanto o meu? — ele disse pra Sara enquanto segurava ele com uma mão.
— Embora não seja muito bonito falar, tenho que admitir que já pensei nisso antes, e acho que só uma vez numa praia de nudismo vi uma buceta um pouco mais gorda que a sua, mas não tão comprida… e nos filmes pornô, ha, ha, ha, mas essas não contam.
Porra, no que a sua namorada repara, ela me disse
- Como assim, o Nacho não repara nos peitos e nas bucetinhas das outras minas?
- Kkkk… cê não ia querer pegar na minha? Aposto que ia adorar ter ela nas suas mãos, vai ser a maior que você já acariciou.
Vendo que ela não fazia nem dizia nada, pegou a mão dela e colocou em cima da pica dele. Sara pesou aquele pedaço enorme de carne e depois me olhou pra encontrar, como ela me disse depois, uma cara de tesão puro. Deu uma olhada ao redor pra ver se ninguém tava reparando na gente e começou a acariciar aquele mastruço que brotava da virilha do nosso amigo. Passou da base até a cabecinha, parando na ponta roxa de tanta tensão, que aparecia pelo prepúcio puxado pra trás, e ali, parou pra se deliciar naquela pele lisa e macia. Depois desceu pras bolas, pesou elas, apalpou, sentiu como pareciam: umas ameixas enormes, duras e cheias. Reparei na cara do Tomás, tava estampado o prazer e a excitação que ele sentia. Dava pra ver o poder que ele tava passando naquele momento, saber que uma mina nova, com um corpo de matar e que tava agindo feito uma putinha, se derretendo ao ver uma rola igual à dele, deixava ele a mil.

- Já tinha segurado uma coisa tão grande assim nas mãos?
- Sabe que não, seu filho da puta… mas você adora ouvir isso, adora que eu diga que você tem um pauzão enorme, né? Mas se quer que eu te masturbe, vai ter que pedir.
- Claro que sim, sua putinha, bate uma punheta pra mim, que eu sei que você tá morrendo de vontade de fazer isso.
Como uma boa punheteira experiente, ela agarrou o pau com a mão, bem na zona mais erógena, entre o tronco e a cabecinha. Era um tesão ver a cabeça do pênis deslizando entre os dedos da Sara, cobrindo só um terço da rola inteira, enquanto as bolas balançavam no ritmo que minha mina impunha. Se a gente tivesse num lugar mais discreto, ela podia ter batido uma com as duas mãos, já que ambas cabiam direitinho e ainda sobrava carne, mas a gente tava num lugar público, e além disso, nosso amigo não tava com cara de estar se sentindo mal, não.
Nessa altura, eu também já tava batendo uma, Tomás me olhou com cara de satisfação, como se estivesse se gabando. Com aquele olhar, ele queria me dizer: você tem uma tia gostosa pra caralho, mas ela tá com meu pau na mão, mesmo eu sendo um coroa, e você tá se punhetando que nem um macaco, seu corno filho da puta. Mas é capaz que ele não entendesse o prazer que eu tava sentindo em ser o voyeur dessa experiência com a minha mina, ver ela se rebaixando a bater uma pra um velho igual ele, só por causa de uma piroca gigantesca.- Porra, dá pra ver que essa mina já bateu muita punheta, me deixou no ponto, ele dizia com um toque de desprezo e admiração ao mesmo tempo.
- Claro, e adoro bater punheta pros caras. Será que você não gosta de apalpar as minas? - Claro que sim, e ao dizer isso começou a amassar os peitos da minha mina enquanto olhava pra nós dois… dava pra ver que ela tava quase gozando. Sara, com a mão de expert que é, acelerou um pouco mais o ritmo e falou
- Sai fora, filho da puta
- Não para, foxy, não para… continua… tira toda essa porra de mim… ordenha até não sobrar nem uma gota
Começaram a jorrar jatos de porra que contrastavam com a pele morena do Tomás. Ele cuspia uma quantidade enorme de sêmen, que a Sara tratava de extrair, sem parar de mexer naquele pauzão que funcionava como uma mangueira, regando por igual a areia, as pernas dele e a mão e as pernas dela. Dava pra ver que tava há um tempão sem gozar e que tinha um monte de líquido acumulado. Ela massageou um pouco as bolas dele e depois apertou a cabecinha pra garantir que tivesse esvaziado direitinho, que não sobrasse nada lá dentro — sabia fazer isso com capricho.

Imagina que nessa altura eu já não aguentava mais. Na verdade, tive que parar um pouco porque queria ver primeiro como a Sara fazia ele gozar, mas a partir daquele instante não aguentei nada e espalhei meu leite na areia da praia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
- Porra, que maravilha, disse Tomás, fazia tempo que não curtia tanto assim.
- Já dava pra perceber, tu tava com os ovos cheios, olha como sujou tudo, disse minha mina rindo.
— Umas duas semanas, tava explodindo. Descansou uns minutos e falou: bom, galera, foi um prazer, vou tomar um banho pra me limpar que tenho que ir. Nacho, tua tia é uma puta gostosa e não fuck you a mão que tu tá meio melado.
- Até a próxima, falei pra ela.
— Sara, você é uma deusa do tesão de verdade. Quando quiser, a gente pode repetir. Deu dois beijos nela e um beliscão leve na tira do púbis, e disse como despedida: é uma pena que você esteja com o absorvente, teria adorado enfiar pelo menos um dedo pra ver o quanto você tava molhada.
Quando ele foi embora, fomos tomar o último banho. Os dois estávamos surpresos com o que tinha acontecido, nunca imaginamos que uma situação com um cara tão velho pudesse nos excitar tanto, mas foi o que rolou e a gente adorou. Sara confessou que duas coisas a tinham deixado com mais tesão: uma óbvia, o pauzão, e a outra foi minha postura passiva de deixar ela fazer tudo, essa de eu agir como um mero voyeur deixou ela muito molhada.
FIM...
E VOCÊS DEIXARIAM SUAS NAMORADAS BATER UMA PUNHETA PRA UM VELHO??

Montamos o guarda-sol, esticamos as toalhas e passamos protetor um no outro, prontos pra passar o dia. Como tava muito calor, tivemos que entrar na água, e pra isso a Sara vestiu a tanga que ela tinha comentado antes. Brincamos de raquete na beira da praia, o que eu adoro, porque deixa os outros caras admirando como as tetas da minha mina balançam. Pena que naquele dia ela não pôde mostrar a bucetinha linda dela, que normalmente fica exposta toda vez que ela se abaixa pra pegar uma bola. Garanto que a gente arranja uma plateia quando começa a jogar.

Quando terminamos, voltamos pro nosso cantinho pra descansar e a Sara me disse, enquanto se deitava:- Ainda bem que não tem ninguém por perto e posso tirar a fio dental, me irrita pra caralho ficar com marca. A gente tava bem moreno, porque tinha passado uma semana na praia numa outra área da Andaluzia.- A gente se acostuma a não usar sunga e depois é um saco. Além disso, você tá uma gostosa com a buceta de fora e enquanto eu falava isso, passava a mão na tirinha de pelo que ela quase sempre deixava.
- A verdade é que é uma maravilha ficar pelado, você sente a brisa passando pelo corpo, isso eu curto pra caralho- Isso, e os caras te olhando, eu falei rindo

A manhã passou sem nada de relevante, mais uns mergulhos, comemos, uma soneca na sombrinha, as coisas normais que se faz na praia. Mas quando acordei e me sentei, reparei na gente nova que tinha chegado perto da gente, na esperança, pra ser sincero, de ver alguma gostosa que valesse a pena. Só que o que me chamou a atenção foi bem longe disso. Umas uns 15-20 metros de nós, tinha um cara magro, bem alto, muito moreno, careca e com meia barba, idade difícil de saber, mas devia ter uns 60 anos. Mas o que chamava muito a atenção nele era o pau dele, melhor dizendo, o picaço. Parecia que o membro dele tava sempre em estado de alerta, o que no popular se chama de morcilhona, era grosso e comprido, com a cabeça vermelha escura à mostra, que contrastava com o tronco preto. Descansava na coxa direita dele e naquele estado devia medir pelo menos 20 cm. Era a primeira vez que eu via ele, mas com essa descrição, se vocês já encontraram ele em Guadalmar, com certeza sabem de quem se trata.
Claro, assim que a Sara acordou, contei pra ela sobre o achado, é algo que a gente faz sempre. Se ela vê primeiro uma gostosa na praia ou um par de peitos bons, ela me avisa, e se eu vejo algum cara que vale a pena, falo pra ela. É um joguinho que nos deixa muito excitados e que a gente adora estimular.- Vira pra cá, amor, acho que tu vai ver uma coisa que vai gostar… olha ali, apontei- Porra, esse véio... que leggins... acho que é uma das maiores rolas que já vi na vida
- E isso que não tá de pau duro, mas tô de olho nele há um tempo e ele sempre fica assim, um lingüicinha.
- É uma pena que eu não tenha 25 anos a menos, seria a gostosa, disse Sara.Depois de alguns minutos, vimos nosso colega de praia se levantar e ir em direção a uma mina que estava deitada a uns três metros dele, e que ele não tirava os olhos há um bom tempo. A garota em questão devia ter uns 25 anos, não era muito alta, um pouco gordinha mas bem proporcionada, e tinha um belo par de peitos, que estavam à mostra, e uma semi-tanga na parte de baixo. Do nosso lugar, não dava pra ouvir o que eles conversavam, mas dava pra perceber que o senhor mais velho estava tentando pegar ela. Parecia estranho de fora, mas a impressão que nós dois tivemos é que ele, aproveitando o tamanho do pau dele, tentava iniciar uma aproximação. A mina não deu muita bola e ele desistiu.
Nós fomos para a água nos refrescar e passamos perto do nosso vizinho pra Sara poder aproveitar melhor a visão da pica dele. Quando voltamos pras toalhas, ela me disse:- A verdade é que o cara tem uma pica linda, parece mentira que pertença a uma pessoa tão velha- Qual é, o meu não é suficiente pra você? Falei fingindo ciúmes.
- Você sabe muito bem que eu adoro, e eu ficava acariciando enquanto falava, mas a parada daquele cara é foda pra caralho.A gente deu uma esquentada, mas não passou disso, e eu percebi que o cara tinha ficado olhando pra gente, principalmente pra Sara. Passou uma parte da tarde entre leituras e mergulhos, e aí fomos jogar raquete de novo. Quando a gente já tava jogando fazia um tempo, nosso vizinho entrou na água e, ao sair, ficou perto da gente vendo a gente jogar. Como a gente já tinha reparado antes com a mina, o cara não se segurava, e uma vez que a bola foi parar perto dele, ele devolveu e falou pra gente:- Se algum de vocês dois estiver um pouco cansado, não se preocupem, porque eu tô afim de brincar.
- — Vale — disse Sara —, tô suando e quero tomar um banho. Brinca com o Nacho.
- Valeu, a propósito, me chamo Tomás e dei dois beijos nela enquanto pegava a raquete.
- Encantada, sou a Sara e ela entrou na água.
A gente ficou batendo bola uns 10 minutos e eu falei pra minha mina me substituir, que queria dar um mergulho. Era um tesão ver de fora como a Sara estava meio pelada jogando raquete com o Tomás, que mesmo mais velho, tinha um pau que balançava igual um sino enorme.
Quando a gente terminou, fomos os três nadar e ficamos batendo papo um pouco. Nunca tinha passado pela minha cabeça que eu ia ficar excitado vendo minha parceira com um coroa, e certeza que ela também não, mas era uma situação meio diferente, então comentei quando saímos da água:- Quer tomar uma cerveja? Tem umas bem geladas aqui na geladeira.
- Estupendo, com esse calorão dá uma vontade danada. Tô indo pra lá, foda-se a toalha, e já tô com vocês num minuto.
- O que você tá querendo, seu safadinho?" — disse Sara, rindo, se ela fosse pelo menos 30 anos mais nova.
- Eu não tô querendo nada… mas não diga que você não sente tesão.
- A verdade é que ele não… mas a rola dele… uff

Do jeito que a gente tava sentado, o lugar pra se posicionar ficava do lado direito da Sara, de um jeito que ela acabou no meio dos dois. A tarde já tinha avançado pra caramba e o número de gente que ainda tava na praia tinha diminuído pra valer. A gente começou a beber as cervejas e a comentar como vinha pra praia, o quanto a gente adorava fazer nudismo e essas paradas. Na segunda cerveja, o Tomás se soltou um pouco mais e falou pra Sara.- Você não parece uma caretona, mas só tira a parte de baixo da toalha, e não quando toma banho, sendo que é tão gostoso ficar nadando sem roupa, ainda mais aqui que vocês estão mais isolados, como se não quisessem ser vistas
- A verdade é que é uma sensação maravilhosa estar pelada na água, mas tô menstruada e não quero que apareça o fio do absorvente.
— Ah! —disse ele e ficou uns instantes em silêncio, como se estivesse pesando o que ia dizer em seguida. Mas agora você pode tirar… já não tem quase ninguém e pra mim não importa.
- Claro que você se importa, ha ha ha, o que você tá morrendo de vontade é de ver minha bucetinha, que cara de pau
- Desculpa, não queria te ofender, mas o Nacho e eu estamos pelados, então a gente ia ficar na mesma.
- Claro, apoiei ela. Que diferença faz, assim você vai ficar mais à vontade sem a sunga molhada, e enquanto falava isso, desamarrei o laço do meu lado da fio dental.
- Bom, já que vocês estão tão interessados, vou tirar. disse ela desatando o outro lado e deixando à mostra sua tirinha bem aparada de pelos pubianos.
Tomás não perdeu nenhum detalhe de toda a operação, ficava se tocando repetidamente na cabecinha e dava pra ver como o pau dele tinha ficado completamente duro, o que fez aumentar um pouco o tamanho, mas não muito, embora devesse ter pelo menos uns 23-24 cm.


- Parece que você gostou, comentei.
- Porra, é que sua namorada é uma gostosa, e eu achava uma pena não poder ver ela pelada, assim, sem marca de biquíni nem nada… ela tem uma buceta linda
Mas você já estava me olhando antes.
- Já, mas de longe não é a mesma coisa. Além disso, vocês também estavam me olhando… eu percebi e continuei batendo uma sem parar.
— É normal a gente te olhar, com certeza você já tá acostumado com o povo te encarando numa praia de nudismo — respondeu minha mina.
- Mas não tem mina tão gostosa quanto você.
- E aí, aquela gordinha com quem você tava falando?
- Aquela era uma boceta apertada e não dá pra comparar contigo. Nessa altura, Tomás já tinha pegado na pica com a mão e tava meio batendo uma na nossa frente.

- Parece que você tá ficando bem tarado, disse Sara pra ele.
- Bom, não sou o único não, teu boy também tá bem excitado, olha como ele tá de pau duro.Eu tinha decidido intervir o mínimo possível, mesmo que isso me fizesse parecer um filho da puta folgado. O que me excitava era ver como a situação ia esquentando aos poucos, e observar como a Sara ia se soltando. Nosso amigo tava dando jogo, sabia que tinha uma boa oportunidade e não queria desperdiçar.— Já tinha visto um pau tão grande quanto o meu? — ele disse pra Sara enquanto segurava ele com uma mão.
— Embora não seja muito bonito falar, tenho que admitir que já pensei nisso antes, e acho que só uma vez numa praia de nudismo vi uma buceta um pouco mais gorda que a sua, mas não tão comprida… e nos filmes pornô, ha, ha, ha, mas essas não contam.
Porra, no que a sua namorada repara, ela me disse
- Como assim, o Nacho não repara nos peitos e nas bucetinhas das outras minas?
- Kkkk… cê não ia querer pegar na minha? Aposto que ia adorar ter ela nas suas mãos, vai ser a maior que você já acariciou.
Vendo que ela não fazia nem dizia nada, pegou a mão dela e colocou em cima da pica dele. Sara pesou aquele pedaço enorme de carne e depois me olhou pra encontrar, como ela me disse depois, uma cara de tesão puro. Deu uma olhada ao redor pra ver se ninguém tava reparando na gente e começou a acariciar aquele mastruço que brotava da virilha do nosso amigo. Passou da base até a cabecinha, parando na ponta roxa de tanta tensão, que aparecia pelo prepúcio puxado pra trás, e ali, parou pra se deliciar naquela pele lisa e macia. Depois desceu pras bolas, pesou elas, apalpou, sentiu como pareciam: umas ameixas enormes, duras e cheias. Reparei na cara do Tomás, tava estampado o prazer e a excitação que ele sentia. Dava pra ver o poder que ele tava passando naquele momento, saber que uma mina nova, com um corpo de matar e que tava agindo feito uma putinha, se derretendo ao ver uma rola igual à dele, deixava ele a mil.

- Já tinha segurado uma coisa tão grande assim nas mãos?
- Sabe que não, seu filho da puta… mas você adora ouvir isso, adora que eu diga que você tem um pauzão enorme, né? Mas se quer que eu te masturbe, vai ter que pedir.
- Claro que sim, sua putinha, bate uma punheta pra mim, que eu sei que você tá morrendo de vontade de fazer isso.
Como uma boa punheteira experiente, ela agarrou o pau com a mão, bem na zona mais erógena, entre o tronco e a cabecinha. Era um tesão ver a cabeça do pênis deslizando entre os dedos da Sara, cobrindo só um terço da rola inteira, enquanto as bolas balançavam no ritmo que minha mina impunha. Se a gente tivesse num lugar mais discreto, ela podia ter batido uma com as duas mãos, já que ambas cabiam direitinho e ainda sobrava carne, mas a gente tava num lugar público, e além disso, nosso amigo não tava com cara de estar se sentindo mal, não.
Nessa altura, eu também já tava batendo uma, Tomás me olhou com cara de satisfação, como se estivesse se gabando. Com aquele olhar, ele queria me dizer: você tem uma tia gostosa pra caralho, mas ela tá com meu pau na mão, mesmo eu sendo um coroa, e você tá se punhetando que nem um macaco, seu corno filho da puta. Mas é capaz que ele não entendesse o prazer que eu tava sentindo em ser o voyeur dessa experiência com a minha mina, ver ela se rebaixando a bater uma pra um velho igual ele, só por causa de uma piroca gigantesca.- Porra, dá pra ver que essa mina já bateu muita punheta, me deixou no ponto, ele dizia com um toque de desprezo e admiração ao mesmo tempo.- Claro, e adoro bater punheta pros caras. Será que você não gosta de apalpar as minas? - Claro que sim, e ao dizer isso começou a amassar os peitos da minha mina enquanto olhava pra nós dois… dava pra ver que ela tava quase gozando. Sara, com a mão de expert que é, acelerou um pouco mais o ritmo e falou
- Sai fora, filho da puta
- Não para, foxy, não para… continua… tira toda essa porra de mim… ordenha até não sobrar nem uma gota
Começaram a jorrar jatos de porra que contrastavam com a pele morena do Tomás. Ele cuspia uma quantidade enorme de sêmen, que a Sara tratava de extrair, sem parar de mexer naquele pauzão que funcionava como uma mangueira, regando por igual a areia, as pernas dele e a mão e as pernas dela. Dava pra ver que tava há um tempão sem gozar e que tinha um monte de líquido acumulado. Ela massageou um pouco as bolas dele e depois apertou a cabecinha pra garantir que tivesse esvaziado direitinho, que não sobrasse nada lá dentro — sabia fazer isso com capricho.

Imagina que nessa altura eu já não aguentava mais. Na verdade, tive que parar um pouco porque queria ver primeiro como a Sara fazia ele gozar, mas a partir daquele instante não aguentei nada e espalhei meu leite na areia da praia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
- Porra, que maravilha, disse Tomás, fazia tempo que não curtia tanto assim.
- Já dava pra perceber, tu tava com os ovos cheios, olha como sujou tudo, disse minha mina rindo.
— Umas duas semanas, tava explodindo. Descansou uns minutos e falou: bom, galera, foi um prazer, vou tomar um banho pra me limpar que tenho que ir. Nacho, tua tia é uma puta gostosa e não fuck you a mão que tu tá meio melado.
- Até a próxima, falei pra ela.
— Sara, você é uma deusa do tesão de verdade. Quando quiser, a gente pode repetir. Deu dois beijos nela e um beliscão leve na tira do púbis, e disse como despedida: é uma pena que você esteja com o absorvente, teria adorado enfiar pelo menos um dedo pra ver o quanto você tava molhada.
Quando ele foi embora, fomos tomar o último banho. Os dois estávamos surpresos com o que tinha acontecido, nunca imaginamos que uma situação com um cara tão velho pudesse nos excitar tanto, mas foi o que rolou e a gente adorou. Sara confessou que duas coisas a tinham deixado com mais tesão: uma óbvia, o pauzão, e a outra foi minha postura passiva de deixar ela fazer tudo, essa de eu agir como um mero voyeur deixou ela muito molhada.
FIM... E VOCÊS DEIXARIAM SUAS NAMORADAS BATER UMA PUNHETA PRA UM VELHO??
3 comentários - Situação inesperada em praia de nudismo (gifs)
por dios que belleza!! 😋