Tinha um casal de amigos que se casou há uns anos, e fui eu quem apresentou eles, mas por motivos que não vêm ao caso, pararam de falar comigo e, quando a gente se encontrava em rolês de amigos, nem se dignavam a me cumprimentar. Ele se chama Carlos e ela, Ana.
Ela tinha tido um namorado antes que largou ela e por quem ela ainda estava bem a fim, tão a fim que corriam boatos de que ela de vez em quando se encontrava com ele pra tomar um café ou algo assim, mas eram só boatos, ou pelo menos a gente achava.
Mas olha só, na segunda-feira santa, por causa do trabalho, acabei me atrasando pra chegar no lugar combinado com os amigos. Enquanto procurava vaga pra estacionar, tive que entrar nuns becos estreitos e escuros. Finalmente achei um lugar que não atrapalhasse, embora fosse escuro demais. Quando ia sair do carro, entraram duas pessoas no beco. Como não dava pra ver direito, fiquei dentro do carro. Quando elas chegaram perto, pararam e começaram a se pegar feito loucos. Na hora, não sabia o que fazer: sair e cortar o barato deles ou esperar. Mas aí, o cara empurrou ela pra baixo pra ela chupar ele, e nesse momento, o rosto dela ficou a poucos metros do meu. Vi que era a Ana, minha "amiga" Ana. Então, sem pensar duas vezes, saí do carro com o celular na mão e tirei uma foto dela. Quando o flash do celular acendeu, ela virou o rosto na minha direção.
Rapidamente ela se levantou, com a cara toda descomposta, e o ex dela guardou a piroca, só conseguindo falar pra eu esquecer aquilo. Eu só guardei o celular no bolso e fui procurar meus amigos.
Tipo meia hora depois de eu chegar no lugar onde a gente tinha combinado com os amigos, ela chega, ainda vinha com a cara toda desfigurada, tanto que todo mundo perguntou se tava acontecendo alguma coisa com ela.
Ela é gostosa, morena, 1,65m, uns peitos não muito grandes, mas bem firmes, e o melhor é a bunda e as pernas dela, além de ser muito safada. Naquele dia, ela tava de jeans apertado, uma blusa também justa e um sapato rasteiro, coisa que eu não curto nada.
Várias vezes ela tentou se aproximar de mim pra conversar, mas eu só me virava e fingia indiferença, e assim fui levando até a última hora, quando eu já ia embora. Disfarçadamente, cheguei perto dela e falei: amanhã quero você de saia e com um salto bem gostoso, foxy. E ainda dei um beliscão na bunda dela, virei as costas e saí andando, sem nem olhar pra trás, mesmo sabendo que ela tava me encarando.
Durante a noite e parte da manhã, ele me ligou várias vezes e me mandou várias mensagens, mas eu não respondi nada, nem ligação nem mensagem.
À tarde a gente tinha marcado pras seis, mas ela não apareceu naquela hora, então pensei que não ia vir, mas lá pelos trinta minutos depois ela surgiu onde todo mundo tava, e claro, de saia e salto alto. A verdade é que a foxy sabe se vestir bem. Ela também veio de meia-calça ou meia, coisa que não soube na hora. Quando chegou e cumprimentou todo mundo, ela se aproximou de onde eu tava sentado, porque eu, cuidadosamente e esperando que ela aparecesse, tinha deixado um lugar vazio do meu lado, encostado na parede. Então, com o barulho que tava rolando, dava pra falar com ela de boa, sem ninguém ouvir o que a gente tava conversando. A primeira coisa que falei foi: "Oi, puta, como é que seu marido vai lidar com saber dos chifres que você tá enfiando nele?" Ela só conseguiu pedir pra eu não contar nem pra ele nem pra ninguém, que faria o que eu pedisse dentro de um limite. Aí respondi que claro que faria, porque a partir de agora ela teria que aceitar meus desejos como ordens e que eu ia transformar ela numa puta ainda maior do que já era. Ela respondeu que não, que me daria dinheiro ou qualquer coisa, mas que jamais transaria comigo. Aí eu ri pra caralho, porque falei que não era só transar, mas também me obedecer até no jeito de se vestir, e que já tava na hora: ela tinha duas opções. Se aceitasse, tinha que ir no banheiro, tirar a calcinha e me entregar na surdina, ou ficar sentada ali, e aí eu ia embora, mas ia atrás do marido dela no próximo intervalo. Ele tava de costalero, e eu ia contar o que vi, além de mostrar a foto, pra ele ver que eu não tava mentindo.
Sem mais, ela se levantou e foi pro banheiro, como sempre toda digna, embora eu já soubesse que comigo aquilo tinha acabado. A verdade é que ela demorou pra caralho, tanto que pensei que tinha vazado pela outra porta, mas não, vi ela aparecer pelo corredor, com alguma coisa na mão e toda vermelha. Aí, quando passou na minha frente pra sentar, virou de frente pra mim, tampando a visão do resto, e me entregou a calcinha rapidinho, ficando vermelha que nem um tomate. Eu, sem vergonha nenhuma, peguei e levei no nariz, e ela ficou mais vermelha ainda. A verdade é que cheirava muito bem, e como vi depois, era de renda e muito bonita. Perguntei por que tinha demorado tanto — gosto que as vadias se apressem pra me obedecer. Aí ela disse que tava de meia-calça e teve que tomar cuidado pra não se sujar, porque o banheiro já não tava lá essas coisas de limpo.
Perguntei pra ela se ia depilada ou não, e ela disse que não, que só fazia no verão. Aí falei: "Por hoje terminei contigo, foxy, e amanhã você vai trabalhar assim, sem calcinha. E sobre a meia-calça, você sabe o que fazer, né? Pelo menos eu acho. E, claro, totalmente depilada.
Eu sabia que ela só trabalhava até meio-dia, porque tinha tirado as tardes daquela semana de folga.
O resto da tarde e noite deixei ela em paz, embora ela não fizesse nada além de olhar e baixar a cabeça quando nossos olhares se cruzavam, coisa que eu, como o Dono que sou, gostava e já estava começando a curtir aquela putinha.
Quando acordei no dia seguinte, a primeira coisa que fiz foi ligar pra ela, e me surpreendi porque ela atendeu no primeiro toque. Minhas instruções foram curtas e diretas, porque é assim que gosto de tratar minhas cachorras. "Às uma e meia, manda sua colega embora, diz que você fecha, que tá esperando um amigo que chega mais tarde pra ver o visual", e desliguei sem falar mais nada.
Eu já tinha esses dias de folga, como todo ano, então um pouco antes das duas cheguei no trabalho dela e perguntei se já tava sozinha. Ela disse que sim, aí pedi pra ela fechar a loja pra gente ficar mais à vontade. Eu sabia que dava pra fazer isso, porque mais de uma vez ela tinha comentado que já atendeu fulano ou sicrano depois do fechamento.
Uma vez sozinhos, a gente entrou num escritório pequeno que tem lá e eu tranquei a porta. Ela só ficava me olhando, esperando pra ver o que eu ia falar ou pedir.
Me coloquei na frente dela e a primeira coisa que fiz foi meter as mãos por baixo da saia dela e conferir que ela tava de meia-calça, então falei que se ela achava que assim ia me parar, puxei ela bruscamente pelo cabelo e mandei ela colocar as mãos na mesa, com a bunda pra fora, levantei a saia dela e com as minhas mãos rasguei a meia-calça, e enfiei um dedo sem avisar na buceta dela, mas pra minha surpresa tava molhada, a filha da puta tava excitada, tirei o dedo da buceta dela e perguntei o que tava rolando, que ela era mais puta do que eu imaginava e que gostava de ser tratada assim? Ela disse que não, mas que só de pensar em mim a manhã inteira e saber que eu tava sem calcinha já deixava ela desse jeito mesmo sem querer, que por favor eu fizesse logo o que ia fazer e deixasse ela em paz, aí eu respondi que isso era só o começo, que ela ia virar mais uma das minhas putas, e que eu ia usar ela do meu jeito, e te garanto que no final vai ser você que vai vir me procurar, gostosa.
Coloquei ela de novo com as mãos na mesa e a bunda pra fora, e meti de uma vez, comecei a foder ela, rápido e bruto, puxando o cabelo dela. No começo ela só dizia que não, que parasse, que não gostava, mas a respiração e os gemidos dela diziam o contrário. Eu falava: "sua putinha, você tá gostando, né? Viu como você é uma cachorra gostosa? Muito gostosa, e vou te transformar nisso." Aí ela começou a gemer e falar que ia gozar, que não aguentava mais. Na hora eu parei e tirei de dentro da buceta dela, e ela se virou com a cara desmontada de prazer, pedindo pra eu não parar, pra continuar, pra não deixar ela daquele jeito. Eu respondi que ela só ia gozar quando eu mandasse, que a partir de agora só eu autorizava ela a gozar. Ela, meio sem consciência, disse que faria isso, mas que não aguentava mais, que precisava gozar, que tinha passado o dia inteiro assim sem saber bem por quê, mas que agora queria gozar. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela ficar de joelhos, e comecei a foder a boca dela, coisa que eu adoro, e ela começou a se tocar na buceta, rasgando ainda mais a meia-calça, e fazendo uma cara de puta que me excitou ainda mais. Ela me perguntou se podia gozar, e eu, vendo que também ia gozar, falei que sim, que podia. E eu comecei a gozar na boca dela sem avisar, mandando ela engolir tudo, que as vadias não podem derramar nem uma gota de porra do seu Dono. E ela ainda estava engolindo quando explodiu num orgasmo que devia ter sido sentido na rua.
Me separei dela e fiquei olhando como ela estava, de joelhos, a meia-calça toda rasgada, a saia na cintura e o cabelo bagunçado. Quando ela se acalmou, me olhou e pediu pra eu dar o celular pra apagar a foto. Eu falei que não, que já tinha deixado claro antes que ela me pertence e lembrei que agora, pra gozar, só eu podia dar permissão. Ela me olhou com cara de assustada, dizendo que aquilo tinha falado sem pensar e num estado... Ela parou assim, e eu completei a frase: num estado... num estado de prazer, não é, putinha? Ou vai me dizer que essa gozada foi fingida, putinha?
Ali eu abaixei a cabeça e soube que tinha vencido a vontade dela, embora uma parte dela resistisse, a outra reconhecia que tinha curtido.
Coloquei ela de pé e fui abrindo a camisa dela até descobrir um sutiã de renda preta lindo, do jeito que eu gosto. Puxei ele e coloquei por cima dos peitos dela, que não são grandes, mas são bem gostosos e bem formados. Sem falar nada, levei um mamilo à boca e com a outra mão comecei a beliscar o outro. No começo ela se esquivava, mas conforme eu ia lambendo, ela foi cedendo, e percebi que aquele era o ponto fraco dela. Então meti a mão na buceta dela e já estava começando a escorrer os sucos. Tirei a mão e ofereci pra ela limpar, mas ela soltou um "não, isso me dá nojo". Sem nem olhar pra ela, me levantei, peguei ela pelo cabelo e forcei a abrir a boca e chupar os dedos, avisando que era a última vez que eu pedia algo que ela recusasse. Ela só balançou a cabeça concordando. Então continuei chupando os peitos dela e mordendo, alternando, e com uma mão massageando o clitóris dela. Ela começou a suspirar e gemer, dizendo que não aguentava mais, que me deixasse gozar. Eu só falei: "Calma, putinha, você vai gozar gostoso". Peguei ela, deitei na mesa e meti de uma vez, porque eu também tava muito excitado. Comecei a foder ela, e ela só dizia umas três ou quatro palavras: "Não goza dentro" e "me deixa gozar". E eu, fiel aos meus princípios, falei que só eu decidia isso, mas dei permissão pra ela gozar. E eu, sem mais, tirei de dentro daquela buceta dela e gozei na barriga, cara, peitos e cabelo. E o que a putinha fez me surpreendeu: ela pegou com as mãos meu esperma e foi colocando na boca dela.
Eu dei por encerrada a sessão, ajudei ela a se levantar, e ela ia arrumar a roupa, quando eu falei que antes de tudo e sempre, meu pau tinha que ficar brilhando, e a verdade é que ela entendeu muito bem, porque se ajoelhou e limpou ele inteiro até eu ficar duro de novo, já que a safada sabe chupar muito bem, mas já era tarde pra ela, porque o corno do marido dela tava esperando pra almoçar. Ela foi pro banheiro e eu fui atrás, e quando ela pegou lenços umedecidos pra se limpar, eu falei que era só no rosto e no cabelo, que nem pensasse em limpar o corpo e muito menos a buceta, que ela tinha que ficar assim a tarde inteira, até ir pra casa se trocar antes do encontro com o grupo todo. Ela me olhou com cara de susto, mas obedeceu, só pediu pra deixar ela tirar a meia-calça, coisa que também não autorizei, porque com a saia não dava pra ver que tava rasgada, no máximo uma corrida. Quando ela já tava arrumada, bom, isso era modo de dizer, porque tava cheirando muito a puta, eu cheguei perto e beijei ela na boca, no começo ela não abria, mas depois de umas mordidinhas nos lábios ela abriu, e como abriu, depois não se desgrudava, e acho que se eu falasse em foder ela de novo, ela teria topado na hora. Já na rua, enquanto a gente ia pro carro dela, vendo o comportamento dela, arrisquei e falei que se ela não quisesse isso, não se repetiria mais, e eu apagaria a foto, mas que ela pensasse bem "porque você curtiu pra caralho e gosta de ser tratada como uma puta", então a decisão é sua. Ela disse que não era nenhuma puta e que se fosse verdade o que eu tava falando, eu podia apagar a foto, que isso nunca mais se repetiria e ela nunca mais falaria comigo. Eu, sem me alterar nem um pouco, peguei o celular, achei a foto e na frente dela apaguei, e soltei: "tô tão certo que você vai voltar pra mim que, como viu, não tive problema em apagar. Então você tem até essa tarde pra pensar se quer virar minha putinha submisa. Eu vou respeitar seus compromissos, tanto de trabalho quanto os outros. como casados, mas no resto do tempo você vai ser minha. Ela disse que nem em sonhos eu ia tocar nela de novo, mas já tava um tempão junto do carro dela e não se soltava pra ir embora.
Pra terminar, eu falei: se hoje à tarde você aparecer de saia, mas mais curta, meia-calça, salto alto e uma blusa justa, vou entender que aceitou minha proposta. Mas se não vier assim, ou nem aparecer, não vou mais te incomodar.
Ela entrou no carro e só disse: me esquece e esquece tudo isso, não quero saber de você na minha vida.
Eu me mandei e fui pro meu carro, bem de boa e satisfeito, esperar as sete e meia que a gente tinha combinado...
CONTINUARÁ…
Ela tinha tido um namorado antes que largou ela e por quem ela ainda estava bem a fim, tão a fim que corriam boatos de que ela de vez em quando se encontrava com ele pra tomar um café ou algo assim, mas eram só boatos, ou pelo menos a gente achava.
Mas olha só, na segunda-feira santa, por causa do trabalho, acabei me atrasando pra chegar no lugar combinado com os amigos. Enquanto procurava vaga pra estacionar, tive que entrar nuns becos estreitos e escuros. Finalmente achei um lugar que não atrapalhasse, embora fosse escuro demais. Quando ia sair do carro, entraram duas pessoas no beco. Como não dava pra ver direito, fiquei dentro do carro. Quando elas chegaram perto, pararam e começaram a se pegar feito loucos. Na hora, não sabia o que fazer: sair e cortar o barato deles ou esperar. Mas aí, o cara empurrou ela pra baixo pra ela chupar ele, e nesse momento, o rosto dela ficou a poucos metros do meu. Vi que era a Ana, minha "amiga" Ana. Então, sem pensar duas vezes, saí do carro com o celular na mão e tirei uma foto dela. Quando o flash do celular acendeu, ela virou o rosto na minha direção.
Rapidamente ela se levantou, com a cara toda descomposta, e o ex dela guardou a piroca, só conseguindo falar pra eu esquecer aquilo. Eu só guardei o celular no bolso e fui procurar meus amigos.
Tipo meia hora depois de eu chegar no lugar onde a gente tinha combinado com os amigos, ela chega, ainda vinha com a cara toda desfigurada, tanto que todo mundo perguntou se tava acontecendo alguma coisa com ela.
Ela é gostosa, morena, 1,65m, uns peitos não muito grandes, mas bem firmes, e o melhor é a bunda e as pernas dela, além de ser muito safada. Naquele dia, ela tava de jeans apertado, uma blusa também justa e um sapato rasteiro, coisa que eu não curto nada.
Várias vezes ela tentou se aproximar de mim pra conversar, mas eu só me virava e fingia indiferença, e assim fui levando até a última hora, quando eu já ia embora. Disfarçadamente, cheguei perto dela e falei: amanhã quero você de saia e com um salto bem gostoso, foxy. E ainda dei um beliscão na bunda dela, virei as costas e saí andando, sem nem olhar pra trás, mesmo sabendo que ela tava me encarando.
Durante a noite e parte da manhã, ele me ligou várias vezes e me mandou várias mensagens, mas eu não respondi nada, nem ligação nem mensagem.
À tarde a gente tinha marcado pras seis, mas ela não apareceu naquela hora, então pensei que não ia vir, mas lá pelos trinta minutos depois ela surgiu onde todo mundo tava, e claro, de saia e salto alto. A verdade é que a foxy sabe se vestir bem. Ela também veio de meia-calça ou meia, coisa que não soube na hora. Quando chegou e cumprimentou todo mundo, ela se aproximou de onde eu tava sentado, porque eu, cuidadosamente e esperando que ela aparecesse, tinha deixado um lugar vazio do meu lado, encostado na parede. Então, com o barulho que tava rolando, dava pra falar com ela de boa, sem ninguém ouvir o que a gente tava conversando. A primeira coisa que falei foi: "Oi, puta, como é que seu marido vai lidar com saber dos chifres que você tá enfiando nele?" Ela só conseguiu pedir pra eu não contar nem pra ele nem pra ninguém, que faria o que eu pedisse dentro de um limite. Aí respondi que claro que faria, porque a partir de agora ela teria que aceitar meus desejos como ordens e que eu ia transformar ela numa puta ainda maior do que já era. Ela respondeu que não, que me daria dinheiro ou qualquer coisa, mas que jamais transaria comigo. Aí eu ri pra caralho, porque falei que não era só transar, mas também me obedecer até no jeito de se vestir, e que já tava na hora: ela tinha duas opções. Se aceitasse, tinha que ir no banheiro, tirar a calcinha e me entregar na surdina, ou ficar sentada ali, e aí eu ia embora, mas ia atrás do marido dela no próximo intervalo. Ele tava de costalero, e eu ia contar o que vi, além de mostrar a foto, pra ele ver que eu não tava mentindo.
Sem mais, ela se levantou e foi pro banheiro, como sempre toda digna, embora eu já soubesse que comigo aquilo tinha acabado. A verdade é que ela demorou pra caralho, tanto que pensei que tinha vazado pela outra porta, mas não, vi ela aparecer pelo corredor, com alguma coisa na mão e toda vermelha. Aí, quando passou na minha frente pra sentar, virou de frente pra mim, tampando a visão do resto, e me entregou a calcinha rapidinho, ficando vermelha que nem um tomate. Eu, sem vergonha nenhuma, peguei e levei no nariz, e ela ficou mais vermelha ainda. A verdade é que cheirava muito bem, e como vi depois, era de renda e muito bonita. Perguntei por que tinha demorado tanto — gosto que as vadias se apressem pra me obedecer. Aí ela disse que tava de meia-calça e teve que tomar cuidado pra não se sujar, porque o banheiro já não tava lá essas coisas de limpo.
Perguntei pra ela se ia depilada ou não, e ela disse que não, que só fazia no verão. Aí falei: "Por hoje terminei contigo, foxy, e amanhã você vai trabalhar assim, sem calcinha. E sobre a meia-calça, você sabe o que fazer, né? Pelo menos eu acho. E, claro, totalmente depilada.
Eu sabia que ela só trabalhava até meio-dia, porque tinha tirado as tardes daquela semana de folga.
O resto da tarde e noite deixei ela em paz, embora ela não fizesse nada além de olhar e baixar a cabeça quando nossos olhares se cruzavam, coisa que eu, como o Dono que sou, gostava e já estava começando a curtir aquela putinha.
Quando acordei no dia seguinte, a primeira coisa que fiz foi ligar pra ela, e me surpreendi porque ela atendeu no primeiro toque. Minhas instruções foram curtas e diretas, porque é assim que gosto de tratar minhas cachorras. "Às uma e meia, manda sua colega embora, diz que você fecha, que tá esperando um amigo que chega mais tarde pra ver o visual", e desliguei sem falar mais nada.
Eu já tinha esses dias de folga, como todo ano, então um pouco antes das duas cheguei no trabalho dela e perguntei se já tava sozinha. Ela disse que sim, aí pedi pra ela fechar a loja pra gente ficar mais à vontade. Eu sabia que dava pra fazer isso, porque mais de uma vez ela tinha comentado que já atendeu fulano ou sicrano depois do fechamento.
Uma vez sozinhos, a gente entrou num escritório pequeno que tem lá e eu tranquei a porta. Ela só ficava me olhando, esperando pra ver o que eu ia falar ou pedir.
Me coloquei na frente dela e a primeira coisa que fiz foi meter as mãos por baixo da saia dela e conferir que ela tava de meia-calça, então falei que se ela achava que assim ia me parar, puxei ela bruscamente pelo cabelo e mandei ela colocar as mãos na mesa, com a bunda pra fora, levantei a saia dela e com as minhas mãos rasguei a meia-calça, e enfiei um dedo sem avisar na buceta dela, mas pra minha surpresa tava molhada, a filha da puta tava excitada, tirei o dedo da buceta dela e perguntei o que tava rolando, que ela era mais puta do que eu imaginava e que gostava de ser tratada assim? Ela disse que não, mas que só de pensar em mim a manhã inteira e saber que eu tava sem calcinha já deixava ela desse jeito mesmo sem querer, que por favor eu fizesse logo o que ia fazer e deixasse ela em paz, aí eu respondi que isso era só o começo, que ela ia virar mais uma das minhas putas, e que eu ia usar ela do meu jeito, e te garanto que no final vai ser você que vai vir me procurar, gostosa.
Coloquei ela de novo com as mãos na mesa e a bunda pra fora, e meti de uma vez, comecei a foder ela, rápido e bruto, puxando o cabelo dela. No começo ela só dizia que não, que parasse, que não gostava, mas a respiração e os gemidos dela diziam o contrário. Eu falava: "sua putinha, você tá gostando, né? Viu como você é uma cachorra gostosa? Muito gostosa, e vou te transformar nisso." Aí ela começou a gemer e falar que ia gozar, que não aguentava mais. Na hora eu parei e tirei de dentro da buceta dela, e ela se virou com a cara desmontada de prazer, pedindo pra eu não parar, pra continuar, pra não deixar ela daquele jeito. Eu respondi que ela só ia gozar quando eu mandasse, que a partir de agora só eu autorizava ela a gozar. Ela, meio sem consciência, disse que faria isso, mas que não aguentava mais, que precisava gozar, que tinha passado o dia inteiro assim sem saber bem por quê, mas que agora queria gozar. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela ficar de joelhos, e comecei a foder a boca dela, coisa que eu adoro, e ela começou a se tocar na buceta, rasgando ainda mais a meia-calça, e fazendo uma cara de puta que me excitou ainda mais. Ela me perguntou se podia gozar, e eu, vendo que também ia gozar, falei que sim, que podia. E eu comecei a gozar na boca dela sem avisar, mandando ela engolir tudo, que as vadias não podem derramar nem uma gota de porra do seu Dono. E ela ainda estava engolindo quando explodiu num orgasmo que devia ter sido sentido na rua.
Me separei dela e fiquei olhando como ela estava, de joelhos, a meia-calça toda rasgada, a saia na cintura e o cabelo bagunçado. Quando ela se acalmou, me olhou e pediu pra eu dar o celular pra apagar a foto. Eu falei que não, que já tinha deixado claro antes que ela me pertence e lembrei que agora, pra gozar, só eu podia dar permissão. Ela me olhou com cara de assustada, dizendo que aquilo tinha falado sem pensar e num estado... Ela parou assim, e eu completei a frase: num estado... num estado de prazer, não é, putinha? Ou vai me dizer que essa gozada foi fingida, putinha?
Ali eu abaixei a cabeça e soube que tinha vencido a vontade dela, embora uma parte dela resistisse, a outra reconhecia que tinha curtido.
Coloquei ela de pé e fui abrindo a camisa dela até descobrir um sutiã de renda preta lindo, do jeito que eu gosto. Puxei ele e coloquei por cima dos peitos dela, que não são grandes, mas são bem gostosos e bem formados. Sem falar nada, levei um mamilo à boca e com a outra mão comecei a beliscar o outro. No começo ela se esquivava, mas conforme eu ia lambendo, ela foi cedendo, e percebi que aquele era o ponto fraco dela. Então meti a mão na buceta dela e já estava começando a escorrer os sucos. Tirei a mão e ofereci pra ela limpar, mas ela soltou um "não, isso me dá nojo". Sem nem olhar pra ela, me levantei, peguei ela pelo cabelo e forcei a abrir a boca e chupar os dedos, avisando que era a última vez que eu pedia algo que ela recusasse. Ela só balançou a cabeça concordando. Então continuei chupando os peitos dela e mordendo, alternando, e com uma mão massageando o clitóris dela. Ela começou a suspirar e gemer, dizendo que não aguentava mais, que me deixasse gozar. Eu só falei: "Calma, putinha, você vai gozar gostoso". Peguei ela, deitei na mesa e meti de uma vez, porque eu também tava muito excitado. Comecei a foder ela, e ela só dizia umas três ou quatro palavras: "Não goza dentro" e "me deixa gozar". E eu, fiel aos meus princípios, falei que só eu decidia isso, mas dei permissão pra ela gozar. E eu, sem mais, tirei de dentro daquela buceta dela e gozei na barriga, cara, peitos e cabelo. E o que a putinha fez me surpreendeu: ela pegou com as mãos meu esperma e foi colocando na boca dela.
Eu dei por encerrada a sessão, ajudei ela a se levantar, e ela ia arrumar a roupa, quando eu falei que antes de tudo e sempre, meu pau tinha que ficar brilhando, e a verdade é que ela entendeu muito bem, porque se ajoelhou e limpou ele inteiro até eu ficar duro de novo, já que a safada sabe chupar muito bem, mas já era tarde pra ela, porque o corno do marido dela tava esperando pra almoçar. Ela foi pro banheiro e eu fui atrás, e quando ela pegou lenços umedecidos pra se limpar, eu falei que era só no rosto e no cabelo, que nem pensasse em limpar o corpo e muito menos a buceta, que ela tinha que ficar assim a tarde inteira, até ir pra casa se trocar antes do encontro com o grupo todo. Ela me olhou com cara de susto, mas obedeceu, só pediu pra deixar ela tirar a meia-calça, coisa que também não autorizei, porque com a saia não dava pra ver que tava rasgada, no máximo uma corrida. Quando ela já tava arrumada, bom, isso era modo de dizer, porque tava cheirando muito a puta, eu cheguei perto e beijei ela na boca, no começo ela não abria, mas depois de umas mordidinhas nos lábios ela abriu, e como abriu, depois não se desgrudava, e acho que se eu falasse em foder ela de novo, ela teria topado na hora. Já na rua, enquanto a gente ia pro carro dela, vendo o comportamento dela, arrisquei e falei que se ela não quisesse isso, não se repetiria mais, e eu apagaria a foto, mas que ela pensasse bem "porque você curtiu pra caralho e gosta de ser tratada como uma puta", então a decisão é sua. Ela disse que não era nenhuma puta e que se fosse verdade o que eu tava falando, eu podia apagar a foto, que isso nunca mais se repetiria e ela nunca mais falaria comigo. Eu, sem me alterar nem um pouco, peguei o celular, achei a foto e na frente dela apaguei, e soltei: "tô tão certo que você vai voltar pra mim que, como viu, não tive problema em apagar. Então você tem até essa tarde pra pensar se quer virar minha putinha submisa. Eu vou respeitar seus compromissos, tanto de trabalho quanto os outros. como casados, mas no resto do tempo você vai ser minha. Ela disse que nem em sonhos eu ia tocar nela de novo, mas já tava um tempão junto do carro dela e não se soltava pra ir embora.
Pra terminar, eu falei: se hoje à tarde você aparecer de saia, mas mais curta, meia-calça, salto alto e uma blusa justa, vou entender que aceitou minha proposta. Mas se não vier assim, ou nem aparecer, não vou mais te incomodar.
Ela entrou no carro e só disse: me esquece e esquece tudo isso, não quero saber de você na minha vida.
Eu me mandei e fui pro meu carro, bem de boa e satisfeito, esperar as sete e meia que a gente tinha combinado...
CONTINUARÁ…
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