Já eram 5 da manhã, a festa ainda rolava, mas demos um jeito de sair sem nos despedir. Os drinks a mais tinham feito estrago na Mili e em mim tinham deixado a pica dura. A Mili já dançava super gostosa e mais de um daqueles médicos bêbados queria falar no ouvido dela, mesma quantidade de vezes que tive que me impor pra eles saberem que aquela raba é minha. Era lógico a gente cair fora, mesmo que ela, com o drink relaxando, tava mais safada com um cirurgião bonitão com cara de funkeiro que de longe dava sinal de luz. Claro que não fiz maior barraco porque o dono do aniversário é um amigão meu. Então melhor levei a rainha da festa, que já nem conseguia ficar em pé nos saltos altos.
No caminho pro hotel, a Mili vinha quase dormindo e falando sem parar, respondia minhas perguntas misturando realidade com fantasia, eu achava muita graça, especialmente porque tinha abaixado o zíper e tava batendo uma punheta o caminho inteiro enquanto ela, de pernas abertas, se masturbava. O taxista ria surpreso olhando pelo retrovisor, deixei ele olhar, afinal masturbação não mata.
A Mili tem um corpo maravilhoso, foi uma modelo cobiçada quando tinha 18, os anos de esporte formaram umas pernas e uma bunda bem torneadas que com o tempo e a idade amadureceram em qualidade, e isso foi o motivo pra desde que entrou naquele hospital os mais espertos ficarem de olho. Mas em particular, eu me preocupava com aquele cirurgião e a reação dela, então decidi brincar um pouco com esse flerte à distância que os dois faziam, e sabe como é: "Bêbados e crianças não mentem".
Enquanto beijava os peitos dela, ouvia ela murmurar um nome:
"É aquele que você tanto olhava?" — perguntei com cuidado. E como pensei, o transe alcoólico fazia as respostas escaparem.
"Sim" — disse ela.
Desci então e abri as pernas dela, buscando a buceta deliciosa, e enquanto minha língua brincava com o clitóris dela e ela gemia relaxada, agarrando meus cabelos como quem queria dirigindo o ritmo do vai e vem do prazer dela, continuei perguntando:
— Alguém já te comeu?
— Não — respondeu ela de olhos fechados.
— Mas você deseja? — perguntei.
— Sim, às vezes penso em como seria se me comesse. — A resposta me deixou ainda mais excitado.
Pedi que ela me contasse como seria se fosse assim, e de repente ela começou a narrar sua fantasia com fluidez:
— Lá no fundo do serviço tem um depósito, que de noite fica sem luz, a gente costuma guardar ali o material que não vai usar. Vou pedir pra ele me ajudar a levar umas caixas pra lá. Já dentro, tudo amontoado, então ele vai se grudar em mim pra abrir caminho até a prateleira. Com certeza vou sentir o pau duro dele, como sempre acontece quando ele finge que tá me cumprimentando no serviço. Quando eu subir pra colocar as caixas na prateleira, ele vai segurar a escada pra mim e aí vai perceber que eu tô usando aquele fio dental que você me deu. Enquanto eu tento arrumar a caixa, ele vai começar a passar as mãos nas minhas pernas.
— Não faz isso — vou falar.
Dizem que isso excita ainda mais vocês, mas conhecendo ele, não vai parar e vai amassar minha bunda com força. Vou fingir que desço rápido, ofendida, e vou ficar na frente dele. Ele vai me pegar pela cintura e me beijar com paixão. Eu vou abrir o jaleco dele e ele o meu uniforme. Ele vai pegar meus peitos com as mãos e depois vai beijá-los sem controle. Eu vou abrir o zíper da calça dele e pegar o pau dele, aquele que tantas vezes roçou em mim de propósito. Com certeza ele vai me olhar fixamente com aqueles olhos pretos cheios de tesão e, sem dizer uma palavra, vai pedir. Aí eu vou me ajoelhar e vou meter ele todinho na boca, todo aquele pau quente e grandão, e vou chupar ele do jeito que você me ensinou, do jeito que você diz que ninguém nunca faria. Tudo, até o fundo. Vou babar ele de cima a baixo olhando bem nos olhos dele, e com certeza ele vai enlouquecer. Antes que ele goze na minha boca, eu vou ter o meu. Vou sentar nas caixas, tirar a calcinha e pedir pra ele meter. Como ele já tá louco, vai empurrar com força enquanto chupa meus peitos. Vou sentir aquela enormidade. dentro de mim e vou abraçá-lo com minhas pernas enquanto ele me beija loucamente, depois vou virar de costas pra ele, de quatro, porque é assim que vocês gostam, olhar por trás, né?, e vou fazer um espetáculo que ele nunca vai esquecer, vou abrir minhas nádegas convidando ele a me pegar enquanto olho fixo nos olhos dele e passo meus dedos do meu buraquinho até a racha da minha pussy. ele vai me empurrar com tudo que tem enquanto dá tapas na minha bunda, vou fingir dor mas na real eu gosto, ele vai puxar meu cabelo e eu vou gemer igual uma puta no cio pedindo pra ele me dar mais, que tá muito tasty, que continue duro, bem duro. aí ele vai querer a sobremesa dele, mas vou dizer que não: —Não, por ali não pussy, por ali não. Mas não porque eu não queira, e sim pra ele implorar, se desesperar, me forçar. então ele vai colocar a cabecinha na porta do meu bum e falando no meu ouvido vai pedir permissão e prometer que vai fazer devagarzinho, aí vai enfiando, eu vou olhar pra ele esperando, ansiosa com cara de súplica, mas quero que doa e ele não vai se segurar e com fúria vai empurrar forte e vai ter partido meu cu enquanto enfio meus dedos na boca dele e com a saliva quente dele me estimulo o clitóris e começo a gemer mais alto e sussurro: —Agora o que vou dizer pro meu marido quando ele encontrar meu cu arrombado? vou falar e ele com certeza vai enlouquecer, eu com certeza vou gozar e vou desafiar ele a continuar com fúria, que não pare e faça forte, mais forte ainda e quando sentir intenso, em êxtase vou tirar e pegando na cock dele vou fazer ele gozar e sentir como ele explode e vai gritar e vai jogar todo o suco dele em cima de mim, essa deliciosa cum que tanto tempo quis em mim, quentinha. ele nunca vai me esquecer, nunca mais vai conseguir fazer isso.
O sonho dele era tão perturbador que eu estava extremamente excitado, penetrando ela com selvageria enquanto ela me narrava com os olhos bem fechados os detalhes, acho que ela alucinava que era ele quem estava pegando ela. Senti claramente que, embora me olhasse, não era a mim que via me comendo. Olhava sem conseguir fixar o olhar e, de repente, voltava à história, como se sentisse cada vez que entra e sai, isso me deixava cada vez mais tesudo. De repente, já estava em êxtase total e ela começou a gozar numa sucessão interminável de orgasmos poderosos, o corpo dela se arqueava e, como nunca antes, uivos e gritos que nunca tinha ouvido dela, eu me sentia explodir. Levantei de repente e coloquei minha pica na boca dela e gozei com tanta força enquanto, como entre sonhos, ela tomava todo o meu gozo e, derramando entre a comissura dos lábios, passava a língua ainda com os olhos fechados. Caímos exaustos. Ao acordar, não sabia o que tinha feito. Nunca contei a ela o que ela me disse. Foi uma noite espetacular. A verdade é que superou minhas expectativas e, na verdade, agora deixo ela ir para as reuniões do trabalho com mais frequência, quem sabe com que fantasia ela vai me surpreender agora.
No caminho pro hotel, a Mili vinha quase dormindo e falando sem parar, respondia minhas perguntas misturando realidade com fantasia, eu achava muita graça, especialmente porque tinha abaixado o zíper e tava batendo uma punheta o caminho inteiro enquanto ela, de pernas abertas, se masturbava. O taxista ria surpreso olhando pelo retrovisor, deixei ele olhar, afinal masturbação não mata.
A Mili tem um corpo maravilhoso, foi uma modelo cobiçada quando tinha 18, os anos de esporte formaram umas pernas e uma bunda bem torneadas que com o tempo e a idade amadureceram em qualidade, e isso foi o motivo pra desde que entrou naquele hospital os mais espertos ficarem de olho. Mas em particular, eu me preocupava com aquele cirurgião e a reação dela, então decidi brincar um pouco com esse flerte à distância que os dois faziam, e sabe como é: "Bêbados e crianças não mentem".
Enquanto beijava os peitos dela, ouvia ela murmurar um nome:
"É aquele que você tanto olhava?" — perguntei com cuidado. E como pensei, o transe alcoólico fazia as respostas escaparem.
"Sim" — disse ela.
Desci então e abri as pernas dela, buscando a buceta deliciosa, e enquanto minha língua brincava com o clitóris dela e ela gemia relaxada, agarrando meus cabelos como quem queria dirigindo o ritmo do vai e vem do prazer dela, continuei perguntando:
— Alguém já te comeu?
— Não — respondeu ela de olhos fechados.
— Mas você deseja? — perguntei.
— Sim, às vezes penso em como seria se me comesse. — A resposta me deixou ainda mais excitado.
Pedi que ela me contasse como seria se fosse assim, e de repente ela começou a narrar sua fantasia com fluidez:
— Lá no fundo do serviço tem um depósito, que de noite fica sem luz, a gente costuma guardar ali o material que não vai usar. Vou pedir pra ele me ajudar a levar umas caixas pra lá. Já dentro, tudo amontoado, então ele vai se grudar em mim pra abrir caminho até a prateleira. Com certeza vou sentir o pau duro dele, como sempre acontece quando ele finge que tá me cumprimentando no serviço. Quando eu subir pra colocar as caixas na prateleira, ele vai segurar a escada pra mim e aí vai perceber que eu tô usando aquele fio dental que você me deu. Enquanto eu tento arrumar a caixa, ele vai começar a passar as mãos nas minhas pernas.
— Não faz isso — vou falar.
Dizem que isso excita ainda mais vocês, mas conhecendo ele, não vai parar e vai amassar minha bunda com força. Vou fingir que desço rápido, ofendida, e vou ficar na frente dele. Ele vai me pegar pela cintura e me beijar com paixão. Eu vou abrir o jaleco dele e ele o meu uniforme. Ele vai pegar meus peitos com as mãos e depois vai beijá-los sem controle. Eu vou abrir o zíper da calça dele e pegar o pau dele, aquele que tantas vezes roçou em mim de propósito. Com certeza ele vai me olhar fixamente com aqueles olhos pretos cheios de tesão e, sem dizer uma palavra, vai pedir. Aí eu vou me ajoelhar e vou meter ele todinho na boca, todo aquele pau quente e grandão, e vou chupar ele do jeito que você me ensinou, do jeito que você diz que ninguém nunca faria. Tudo, até o fundo. Vou babar ele de cima a baixo olhando bem nos olhos dele, e com certeza ele vai enlouquecer. Antes que ele goze na minha boca, eu vou ter o meu. Vou sentar nas caixas, tirar a calcinha e pedir pra ele meter. Como ele já tá louco, vai empurrar com força enquanto chupa meus peitos. Vou sentir aquela enormidade. dentro de mim e vou abraçá-lo com minhas pernas enquanto ele me beija loucamente, depois vou virar de costas pra ele, de quatro, porque é assim que vocês gostam, olhar por trás, né?, e vou fazer um espetáculo que ele nunca vai esquecer, vou abrir minhas nádegas convidando ele a me pegar enquanto olho fixo nos olhos dele e passo meus dedos do meu buraquinho até a racha da minha pussy. ele vai me empurrar com tudo que tem enquanto dá tapas na minha bunda, vou fingir dor mas na real eu gosto, ele vai puxar meu cabelo e eu vou gemer igual uma puta no cio pedindo pra ele me dar mais, que tá muito tasty, que continue duro, bem duro. aí ele vai querer a sobremesa dele, mas vou dizer que não: —Não, por ali não pussy, por ali não. Mas não porque eu não queira, e sim pra ele implorar, se desesperar, me forçar. então ele vai colocar a cabecinha na porta do meu bum e falando no meu ouvido vai pedir permissão e prometer que vai fazer devagarzinho, aí vai enfiando, eu vou olhar pra ele esperando, ansiosa com cara de súplica, mas quero que doa e ele não vai se segurar e com fúria vai empurrar forte e vai ter partido meu cu enquanto enfio meus dedos na boca dele e com a saliva quente dele me estimulo o clitóris e começo a gemer mais alto e sussurro: —Agora o que vou dizer pro meu marido quando ele encontrar meu cu arrombado? vou falar e ele com certeza vai enlouquecer, eu com certeza vou gozar e vou desafiar ele a continuar com fúria, que não pare e faça forte, mais forte ainda e quando sentir intenso, em êxtase vou tirar e pegando na cock dele vou fazer ele gozar e sentir como ele explode e vai gritar e vai jogar todo o suco dele em cima de mim, essa deliciosa cum que tanto tempo quis em mim, quentinha. ele nunca vai me esquecer, nunca mais vai conseguir fazer isso.
O sonho dele era tão perturbador que eu estava extremamente excitado, penetrando ela com selvageria enquanto ela me narrava com os olhos bem fechados os detalhes, acho que ela alucinava que era ele quem estava pegando ela. Senti claramente que, embora me olhasse, não era a mim que via me comendo. Olhava sem conseguir fixar o olhar e, de repente, voltava à história, como se sentisse cada vez que entra e sai, isso me deixava cada vez mais tesudo. De repente, já estava em êxtase total e ela começou a gozar numa sucessão interminável de orgasmos poderosos, o corpo dela se arqueava e, como nunca antes, uivos e gritos que nunca tinha ouvido dela, eu me sentia explodir. Levantei de repente e coloquei minha pica na boca dela e gozei com tanta força enquanto, como entre sonhos, ela tomava todo o meu gozo e, derramando entre a comissura dos lábios, passava a língua ainda com os olhos fechados. Caímos exaustos. Ao acordar, não sabia o que tinha feito. Nunca contei a ela o que ela me disse. Foi uma noite espetacular. A verdade é que superou minhas expectativas e, na verdade, agora deixo ela ir para as reuniões do trabalho com mais frequência, quem sabe com que fantasia ela vai me surpreender agora.
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