Episódio 1. Minha primeira vez com uma travesti

Já fazia um bom tempo que eu queria saber como era sentir um pau no cu. Já tinha enfiado limões como se fossem anal beads, pepinos, bananas inteiras ou descascadas, batatas, camisinhas com arroz (não me perguntem por que arroz, mas era gostoso, embora machucasse se não saísse bem feito; de qualquer jeito, também era uma delícia se foder o cu). Curiosamente, apesar da violência da camisinha seca, a primeira penetração não doeu tanto assim. Faz muito tempo dessa primeira vez, mas vou contar pra vocês que umas semanas atrás uma travesti me disse que machuquei a coisinha dela por causa do meu cu apertado. Mas enfim. Eu tava passando pela Avenida Tlalpan, meio bêbado. Aos poucos fui pegando gosto pelo costume de passear a pé, saboreando as bundas das gostosas de pau incluso. Me excitavam especialmente as altas, meio gordas, gordelícias.
Era o dia, estava marcado. Aconteceu naturalmente, como uma fruta caindo do pé. Ela tinha as tetas operadas, of course, um vestido prateado, acho que salto alto, mas parecia alta. Fomos pra caminhonete, já tava excitado. Ela passou a mão na minha rola com doçura, não precisou de muito, já tava encantado só com a proximidade dela. Já na caminhonete, uma CR-V Honda (pra minha surpresa) prateada também. Queria me dominar. Me fez chupar a rola dela. Eu queria mais dos peitos dela. Tavam gostosos, meio plásticos; mas pareciam lisos e eram. Me decepcionei um pouco com a grosseria do momento, mas por 200 conto não ia exigir muito. Além do mais, achei que era a coisa mais erótica que já tinha me acontecido, depois das duas vezes que comi minha prima Juanita, mas isso é outra história.
Tava duríssima, já tinha visto muita rola mas sentido quase nenhuma. A grossura daquele pedaço de carne me encantou. Não era exatamente um pau muito comprido, mas também não era curto. E com a experiência que eu já tinha, sabia que era mais gostoso quando eram mais grossos do que compridos. Era isso que eu imaginava. Como todas, ela queria que eu chupasse sem camisinha. Não quis. Ela odiou ter que colocar camisinha, mas não insistiu pra eu lamber sem. Colocou com uma técnica bem ruim e minha boca enchia d'água de vontade de provar. Senti que passou uma eternidade desde o segundo que vi ele pela primeira vez até sentir o gosto na minha boca. Na boca parecia ainda mais grosso e eu não acreditava na sorte que eu tava tendo. Me deixou muito tarado. Mais rápido do que eu percebi, já tava em cima dele, querendo chupar os peitos dele e ao mesmo tempo me ajeitando pra enfiar a ereção que ia engolir. Não entrava, a camisinha tava seca e francamente eu tava fechada. "Já te meteram antes, né?", ele perguntou. Falei a verdade. Tivemos que tentar outra posição pra entrar. Ele me colocou de quatro, sempre com aquela atitude dominante, e senti de novo entre minhas nádegas o plástico envolvendo algo duro. De um jeito ou de outro, entrou. Doeu, como tem que ser na primeira vez. Mas foi tanta excitação que me molhei pelo cu, gozava igual uma puta. Isso eu penso agora, porque foi assim, me lubrifiquei; embora naquela hora, ele/ela me disse: "É isso que você queria, né, puta?" E eu não me sentia como tal. Só gostava de sentir aquela rola. Expliquei, como quem diz qualquer coisa: "Só gosto de sentir ela, mas não me excita você me chamar de puta", era um novato ainda. Enquanto me comia, era impossível tirar da cabeça a imagem do pau dele, realmente tinha gostado. A ideia de que aquela mesma rola tava dentro de mim me fazia o homem mais feliz. "Você tem uma bunda gostosa, vou te comer todo dia", foi o que ele disse. Nunca tinham me dito algo tão lindo, hahaha. Me senti orgulhoso da minha bunda e grato por Percebi que eu tenho uma bunda boa mesmo. A peituda, depois de algumas metidas, gozou dentro de mim, claro com a camisinha, mas o gemido dela me mostrou o prazer. "Já gozei" e tirou a camisinha cheia de líquido branco e grosso. Quis tocar a pica dela de novo, queria beijar a boca dela como a gente tinha começado: eu não gosto mais de beijar depois de gozar. Entendi que às vezes a gente se sente assim quando goza e resolvi deixar ela em paz. Saímos da caminhonete dela, andamos até a esquina e me despedi dela. Quando cheguei em casa, logo olhei meu cu, queria sentir ele ainda aberto, lembrar da pica que esteve ali. Doía só um pouquinho, uma dor gostosa, o suficiente pra saber que não tinha sido um sonho, mas que um transexual, de fato, tinha me desvirginado.

Sigan la serie con 12 capítulos.
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Episódio 1. Minha primeira vez com uma travesti

Bunda

4 comentários - Episódio 1. Minha primeira vez com uma travesti

Buen relato, debe ser una buena experiencia 👍👍 van puntos
No has probado una, Michay?
Y gracias!
No, no he probado...
Nos cuentas cuando lo hagas.
Mmmmm buen relato bb espero los demas abrazos y besitos en ti culito rico
Y por lo que dices eres del df o del est. De mex.
Grcias, Pitujaro. Ya puedes leer el segundo relato. Viví en el DF, de vez en cuando regreso. Saludos.
@AmanteTranny ok lo checo
Me.encanto capas algún día pruebe una
Busca la circunstancia y deja que pase naturalmente 😉 Gracias por los puntos también.