Os dias, os meses, os anos foram passando, e eu continuava batendo punheta com as calcinhas e a raba da minha mãe, mas sabia que isso ia acabar logo. Já que minha mãe, 3 meses antes de eu fazer 16 anos, tinha contratado uns pedreiros pra fazerem meu quarto de presente de aniversário. Obviamente, eu tava puto, não só porque os pedreiros ficavam em casa quase todo santo dia, mas também porque minha mãe andava sempre com roupas mais largas pra não chamar a atenção deles. Mesmo assim, eles comiam ela com os olhos quando ela chegava do trabalho. Isso me deixava com muito tesão, saber que outros caras desejavam ela. Já tinham se passado quase 3 anos desde que comecei a bater punheta com a raba da minha mãe. Nessa altura, já tinha inventado umas par de maneiras de me masturbar com a bunda dela. Já tinha apalpado os peitos dela, feito ela tocar na minha pica, tinha tocado na buceta dela, que era depilada. Já não tava nem aí se ela me descobrisse, várias vezes ela quase pegou, mas não pegou. Aqueles meses que os pedreiros ficaram lá foram as melhores punhetas desses 3 anos. Eu amanhecia batendo uma com o cu da minha mãe. 2 dias antes do meu aniversário, os pedreiros terminaram meu quarto, já era certo que eu ia largar o quarto que dividi com minha mãe por vários anos e que me deu tanta alegria. 1 dia antes do meu aniversário, fomos comprar a cama. Como vocês podem imaginar, pensei que era o fim de tudo. Mas não me deram mais uma noite, porque a cama só podia ser entregue no dia seguinte. Aquela noite ia ser a última chance de ir mais longe. Minha mãe foi tomar banho como fazia toda noite, saiu do banheiro como sempre pelada, dessa vez vestindo uma tanga azul bem pequenininha. Assim que vi, minha pica ficou dura, então peguei a toalha na hora e fui tomar banho. Como já era costume, procurei a tanga entre as roupas da minha mãe e me fiz uma punheta da porra pensando naquela raba enorme, terminei gozando dentro da tanga dela. Era tanto tesão que eu queria ficar relaxado praquela última noite. A noite se arrastou. Noite, já que minha velha esperou até meia-noite pra me cumprimentar. Lá pelas 12:30 comecei a roçar nela primeiro com minhas pernas e depois com as mãos pra ver se tava dormindo. Quando confirmei que tava profundamente dormindo, comecei a tirar toda a roupa, fiquei só de cueca, peguei e baixei até o joelho, obviamente pra subir rápido se ela acordasse. Peguei a mão da minha velha e fiz ela me bater uma, não muito, porque com o movimento corria risco de acordar ela. Depois comecei a tocar a buceta dela suavemente, isso fez ela acordar e me virar de costas pra ela, já que eu tava respirando na cara dela. Então tive que esperar ela dormir de novo. Depois de um tempo, ela se ajeitou e acabou colocando a bunda dela contra minhas costas. Esperei mais um pouco e me virei pra ficar apoiando a rabeta dela. Só de pensar que podia ser a última vez que ia estar assim, comecei a baixar a cueca de novo e dar umas tapinhas na bunda dela com a pica. Depois peguei, puxei a calcinha fio dental e, pela primeira vez, dei umas lambidas naquela buceta depilada, minha primeira chupada de buceta. Nessa altura, eu tava com um tesão do caralho, peguei minha pica, coloquei entre as bandas da bunda dela e gozei pra caralho. Era tanta excitação que em 20 minutos já tava com a pica dura de novo. Essa ia ser minha última tentativa pra ver se conseguia comer ela como presente de aniversário, já que era a única coisa que faltava. Comecei de novo com os preparativos, peguei, puxei a calcinha fio dental, apontei a pica pra buceta dela já bem quente, ia meter, e por essas desgraças da vida, o despertador tocou. Tomei um cagaco do caralho, soltei a calcinha dela, subi a cueca e me fiz de dormido. Já vão dizer que sou um otário que não consegui foder ela. Mas quem mais além de mim ia querer comer ela e enfiar no cu dela? Mas dessa vez não rolou. Espero que tenham gostado do relato, porque é real.
4 comentários - Dormindo com a minha gostosa (parte 5)