Eu tinha acabado de fazer 22 anos, tinha um amigo do bairro que muitos diziam ser meio estranho. Eu pensava o mesmo desde um dia em que estávamos jogando bola, fui mijar num canto e ele ficou me encarando a pica descaradamente.
Um dia saímos pra correr, era de noite, tinha um parque, bem abandonado por sinal, com um mato no meio, onde sempre se escondiam os caras pra se drogar ou algum casalzinho entrava pra transar.. Todo mundo sabia o que rolava no meio daquele bosque pequeno, que não dava pra ver nada de fora.
Passamos por lá com meu amigo, 2 anos mais novo que eu, magro, um pouco mais baixo que eu e o detalhe mais importante, bem afeminado, todo mundo dizia que ele era viado mas ninguém nunca tinha visto ele em nada estranho.
Eu tava com muito tesão na ideia de comer ele, não sei por quê, já que eu não ligava pra sexo com outro homem.
Depois de dar várias voltas, começamos a andar, pra descansar mas sem parar, falei que ia mijar e entrei no meio das árvores, encontrei uma clareira, onde alguém tinha amassado a grama estrategicamente formando um círculo, bem escondido, comecei a mijar e ouço meu amigo vindo, dizendo que ia mijar também.
Não tava muito escuro, então brincando, com minha pica na mão, falo: "cê gosta?".. ele surpreso me diz:
- Não vou mentir, você tem uma pica linda
- Tá falando sério?
- Sim, você tem ela grossa, eu gosto
- Quer tocar nela?
- Não, mas gostaria de ver você bater uma...
Não hesitei em dar o gosto pra ele e comecei a me masturbar, nunca na vida tinha batido uma na frente de outro homem, olhava como ele me observava e minha pica ficou dura em segundos, parei de bater, deixei minha pica no ar, dura, curvada pra cima e falei:
- Cê gosta?
- Sim, claro que gosto, ela é linda
- Quer que eu meta?
- Não, eu não deixo comer, não sou viado
- E se eu te foder mesmo assim? que que cê acha?
- Não vai conseguir, tenho mais força que você
Apesar da recusa dele, eu tava muito excitado, não sei por que a ideia de "estuprar" ele me deixava tão excitado. Era óbvio que ele estava brincando, não sabia até onde queria ir com aquela brincadeira, mas eu queria ir até o fundo da bunda dele.
Com o pau ainda bem duro, continuei me masturbando, ele continuava me olhando, falei pra ele me mostrar a bunda, ele disse que não, falei que era só pra ver, que não tivesse medo, que se ele era mais forte que eu, não ia conseguir pegar ele.
Ele disse que só ia me mostrar, mas que eu não tocasse, abaixou a calça de ginástica, a cueca e me mostrou a bunda redonda, branca, quase feminina. A tesão me fazia suar, sentia as veias pulsando forte, continuei batendo uma, olhando pra bunda dele, falei pra ele ficar assim, me aproximei, falei que não ia fazer nada, que só queria ver a bunda dele de perto.
Mas não consegui me segurar, quando me aproximei, enrolei o braço no pescoço dele, encostando meu pau duro no meio da bunda dele:
— E agora?..
— Para, mano, me solta.. que que cê tem!
— E se eu te fuder?
— Me solta, falei!
Tudo começou como uma brincadeira, mas eu não soltava ele, já não queria mais brincar, não era dono dos meus atos, com os joelhos bati nas pernas dele, com muita força, fazendo ele cair de cócoras, aproveitei o impulso pra cair em cima dele, deixando ele de bruços, ele já não gostou nada da brincadeira.. tentou se virar, mas definitivamente eu era muito mais forte, por causa do meu estado de excitação.
Travando ele, com um braço na nuca dele, me levantei, como se no braço que eu tinha apoiado na nuca sustentasse todo meu peso, com a outra mão salivei a cabeça do meu pau, quente, duro, pulsando..
Encostei na fenda da bunda dele, procurando o buraco dele desesperadamente, ele disse que ia gritar, falei, se gritar eu te durmo na porrada, cala a boca, filho da puta! falei com a voz transformada.
Mexi meu pau pra cima e pra baixo, na fenda dele, procurando o buraco, comecei a empurrar, ele segurou o grito, mas meu pau não entrava, falei pra ele ficar quieto porque eu ia abaixar os dentes se continuasse se mexendo.
Concentrei todo meu peso na minha pélvis e, empurrando com muita força, comecei a entrar no cu dele, meu amigo soltou um grito abafado entre os dentes, meu pau continuava entrando sem piedade, o cu dele era virgem e eu tava rasgando ele.
Fiquei parado, apertando com força, enfiando até o fundo, me apoiei nas costas dele e comecei a comer ele como quem fode uma mulher.. suave mas profundo, ele tentou resistir, ou pelo menos quis me fazer acreditar nisso, porque num momento senti ele levantando a bunda, eu passei meus braços por debaixo dos ombros dele, me segurando firme, não sei se me explico. Eu tava possuído, comendo ele, possuindo ele, ele começou a gemer e a respirar mais ofegante, enquanto meu pau abria o cu dele, entrando e saindo devagar.
— Deixa eu ficar de quatro — ele falou com voz trêmula
Eu me afastei, ele se apoiou nos joelhos e nas mãos, me oferecendo a bunda redonda, branca.. macia, coloquei mais cuspe na cabeça do meu pau e começamos de novo, enfiei até o saco de um só empurrão, o cu apertado dele parecia uma buceta, os gemidos dele eram quase femininos, ele passou uma mão entre as pernas e tocou minhas bolas, acariciou e tocou a base do meu pau:
— Não deixa nada pra fora, quero tudo dentro — ele falou com um tom mais safado que o normal
— Toma, come tudo — eu falei enquanto bombava mais rápido.
— Segura, não goza, quero bater punheta com teu pau dentro — ele falou..
Continuei bombando naquele ritmo mesmo custando não gozar, aquele cu era muito apertado, ele colocou a mão procurando o próprio pau e começou a se masturbar, eu falei pra ele avisar quando fosse gozar pra gente gozar junto..
Não demorou muito pra ele gozar, enquanto ele mesmo se mexia pra lá e pra cá, meu pau parecia um pistão dentro do cu dele, não aguentei mais e comecei a bombear mais forte também, soltando meu gozo em jatos, nós dois nos sacudíamos com os espasmos, só que eu tava enchendo ele com meu gozo, que saía em jatos e muito violentamente.
Não sei Saquei até ele parar de pulsar, ele continuava tremendo, com o cu arrombado e cheio de porra, me disse que nunca tinha gozado daquele jeito, mas que não era viado e que aquilo não ia se repetir. Mentira... se repetiu sim, pelos próximos 3 anos, a gente ia duas ou três vezes por semana "correr" no parque. Eu voltava mais leve, ele voltava carregadinho de porra, sempre zoando com isso.
Um dia saímos pra correr, era de noite, tinha um parque, bem abandonado por sinal, com um mato no meio, onde sempre se escondiam os caras pra se drogar ou algum casalzinho entrava pra transar.. Todo mundo sabia o que rolava no meio daquele bosque pequeno, que não dava pra ver nada de fora.
Passamos por lá com meu amigo, 2 anos mais novo que eu, magro, um pouco mais baixo que eu e o detalhe mais importante, bem afeminado, todo mundo dizia que ele era viado mas ninguém nunca tinha visto ele em nada estranho.
Eu tava com muito tesão na ideia de comer ele, não sei por quê, já que eu não ligava pra sexo com outro homem.
Depois de dar várias voltas, começamos a andar, pra descansar mas sem parar, falei que ia mijar e entrei no meio das árvores, encontrei uma clareira, onde alguém tinha amassado a grama estrategicamente formando um círculo, bem escondido, comecei a mijar e ouço meu amigo vindo, dizendo que ia mijar também.
Não tava muito escuro, então brincando, com minha pica na mão, falo: "cê gosta?".. ele surpreso me diz:
- Não vou mentir, você tem uma pica linda
- Tá falando sério?
- Sim, você tem ela grossa, eu gosto
- Quer tocar nela?
- Não, mas gostaria de ver você bater uma...
Não hesitei em dar o gosto pra ele e comecei a me masturbar, nunca na vida tinha batido uma na frente de outro homem, olhava como ele me observava e minha pica ficou dura em segundos, parei de bater, deixei minha pica no ar, dura, curvada pra cima e falei:
- Cê gosta?
- Sim, claro que gosto, ela é linda
- Quer que eu meta?
- Não, eu não deixo comer, não sou viado
- E se eu te foder mesmo assim? que que cê acha?
- Não vai conseguir, tenho mais força que você
Apesar da recusa dele, eu tava muito excitado, não sei por que a ideia de "estuprar" ele me deixava tão excitado. Era óbvio que ele estava brincando, não sabia até onde queria ir com aquela brincadeira, mas eu queria ir até o fundo da bunda dele.
Com o pau ainda bem duro, continuei me masturbando, ele continuava me olhando, falei pra ele me mostrar a bunda, ele disse que não, falei que era só pra ver, que não tivesse medo, que se ele era mais forte que eu, não ia conseguir pegar ele.
Ele disse que só ia me mostrar, mas que eu não tocasse, abaixou a calça de ginástica, a cueca e me mostrou a bunda redonda, branca, quase feminina. A tesão me fazia suar, sentia as veias pulsando forte, continuei batendo uma, olhando pra bunda dele, falei pra ele ficar assim, me aproximei, falei que não ia fazer nada, que só queria ver a bunda dele de perto.
Mas não consegui me segurar, quando me aproximei, enrolei o braço no pescoço dele, encostando meu pau duro no meio da bunda dele:
— E agora?..
— Para, mano, me solta.. que que cê tem!
— E se eu te fuder?
— Me solta, falei!
Tudo começou como uma brincadeira, mas eu não soltava ele, já não queria mais brincar, não era dono dos meus atos, com os joelhos bati nas pernas dele, com muita força, fazendo ele cair de cócoras, aproveitei o impulso pra cair em cima dele, deixando ele de bruços, ele já não gostou nada da brincadeira.. tentou se virar, mas definitivamente eu era muito mais forte, por causa do meu estado de excitação.
Travando ele, com um braço na nuca dele, me levantei, como se no braço que eu tinha apoiado na nuca sustentasse todo meu peso, com a outra mão salivei a cabeça do meu pau, quente, duro, pulsando..
Encostei na fenda da bunda dele, procurando o buraco dele desesperadamente, ele disse que ia gritar, falei, se gritar eu te durmo na porrada, cala a boca, filho da puta! falei com a voz transformada.
Mexi meu pau pra cima e pra baixo, na fenda dele, procurando o buraco, comecei a empurrar, ele segurou o grito, mas meu pau não entrava, falei pra ele ficar quieto porque eu ia abaixar os dentes se continuasse se mexendo.
Concentrei todo meu peso na minha pélvis e, empurrando com muita força, comecei a entrar no cu dele, meu amigo soltou um grito abafado entre os dentes, meu pau continuava entrando sem piedade, o cu dele era virgem e eu tava rasgando ele.
Fiquei parado, apertando com força, enfiando até o fundo, me apoiei nas costas dele e comecei a comer ele como quem fode uma mulher.. suave mas profundo, ele tentou resistir, ou pelo menos quis me fazer acreditar nisso, porque num momento senti ele levantando a bunda, eu passei meus braços por debaixo dos ombros dele, me segurando firme, não sei se me explico. Eu tava possuído, comendo ele, possuindo ele, ele começou a gemer e a respirar mais ofegante, enquanto meu pau abria o cu dele, entrando e saindo devagar.
— Deixa eu ficar de quatro — ele falou com voz trêmula
Eu me afastei, ele se apoiou nos joelhos e nas mãos, me oferecendo a bunda redonda, branca.. macia, coloquei mais cuspe na cabeça do meu pau e começamos de novo, enfiei até o saco de um só empurrão, o cu apertado dele parecia uma buceta, os gemidos dele eram quase femininos, ele passou uma mão entre as pernas e tocou minhas bolas, acariciou e tocou a base do meu pau:
— Não deixa nada pra fora, quero tudo dentro — ele falou com um tom mais safado que o normal
— Toma, come tudo — eu falei enquanto bombava mais rápido.
— Segura, não goza, quero bater punheta com teu pau dentro — ele falou..
Continuei bombando naquele ritmo mesmo custando não gozar, aquele cu era muito apertado, ele colocou a mão procurando o próprio pau e começou a se masturbar, eu falei pra ele avisar quando fosse gozar pra gente gozar junto..
Não demorou muito pra ele gozar, enquanto ele mesmo se mexia pra lá e pra cá, meu pau parecia um pistão dentro do cu dele, não aguentei mais e comecei a bombear mais forte também, soltando meu gozo em jatos, nós dois nos sacudíamos com os espasmos, só que eu tava enchendo ele com meu gozo, que saía em jatos e muito violentamente.
Não sei Saquei até ele parar de pulsar, ele continuava tremendo, com o cu arrombado e cheio de porra, me disse que nunca tinha gozado daquele jeito, mas que não era viado e que aquilo não ia se repetir. Mentira... se repetiu sim, pelos próximos 3 anos, a gente ia duas ou três vezes por semana "correr" no parque. Eu voltava mais leve, ele voltava carregadinho de porra, sempre zoando com isso.
2 comentários - Relato de um estupro consentido