O vizinho novo me arrombou a bunda pequena:
Oi, sou a Flor, tenho 18 anos e vou contar uma coisa que aconteceu comigo faz pouco menos de um mês.
Antes de tudo, acho melhor contar um pouco como eu sou. Embora tenha 18 (fiz aniversário faz pouco), tenho cara de menina. Na verdade, nunca me dão a idade que tenho, o que às vezes é uma merda porque não me deixam entrar em quase lugar nenhum. Sou baixinha, tenho 1,56, peso 47 quilos, pele branca e cabelo e olhos pretos. Sou bem magrinha, mas tenho uma bunda bonita, bem empinada, e acho que é o que tenho de melhor. De peitos, sei lá 😛, mais ou menos, mas tenho um pouco e, como sou pequena e tenho as costas fininhas, eles aparecem bastante. Minhas medidas são 92, 55, 84. Tenho cabelo até a metade das costas, liso, com umas ondinhas.
Sou de Entre Ríos e moro num bairro perto do centro, quase colado, em frente à orla do rio Paraná. É um bairro, sei lá... não de ricos, mas de gente que se dá bem, então geralmente é bem tranquilo. Mas faz pouco tempo, a casa ao lado da minha (na verdade, é a casa do meu pai, e eu moro alguns dias da semana com ele e outros na casa da minha mãe) ficou vazia. Lá moravam uns vizinhos que conhecíamos há muito tempo, mas parece que estavam endividados e a casa foi a leilão. Acontece que ninguém comprou, mas em poucos dias que ficou desocupada, alguém se mudou pra lá. Na verdade, é um cara que ninguém no bairro conhecia, nem de nome. É um cara gigante, e tem uma aparência que dá muito medo, bem estilo vilão, mas não dos barulhentos, mais do tipo pesado. Deve ter quase 2 metros, tem muitas tatuagens que parecem feitas com tinta de caneta, e além disso é cheio de cicatrizes. Meio careca no topo da cabeça, com o cabelo que sobrou comprido e sempre oleoso, meio sujo. É um pouco gordo, mas o que mais impressiona é o tamanho... eu sou pequenininha, mas ele parece um gigante.
A questão é que todo mundo no bairro nem falava com ele e tinha medo. Muito medo, nem sequer tinham coragem de perguntar quem ele era. Meu pai, quando viu ele, também se assustou pra caramba e me disse pra nunca falar com ele. Eu também tinha muito medo, e além disso... um pouquinho de curiosidade de como ele tinha ido parar ali..
O cara, por outro lado, parecia se sentir super à vontade onde estava. Sempre ficava sentado na calçada tomando vinho e quase nunca parecia falar com ninguém.
Eu ainda tô terminando o colégio, porque perdi um ano viajando. Então, sempre que saio de casa, passo na frente da casa do lado — óbvio — e esse "vizinho" novo estava sempre sentado na porta da "casa" dele tomando vinho de caixa. A verdade é que sempre que eu passava, me dava uma sensação estranha... o cara não falava nada comigo, ou pelo menos nada que eu conseguisse ouvir, mas eu sentia que ele tava me violentando na mente dele toda vez que eu passava perto. E, sinceramente, até que eu tinha medo dele, mas também era como uma parte especial do dia viver aquilo, era uma mistura de medo com algo mais que nem sei explicar..
Eu estudo num colégio particular que faz a gente usar uniforme. Bem clássico: uma saia cinza plissada, meias vermelhas até acima do joelho, sapatos (embora eu sempre vá de tênis 😛) e, por cima, uma camiseta branca e um gravatinha vermelha.
E toda vez que eu passava na frente da casa do vizinho novo, tentava não olhar pra ele, mas em algum momento não aguentava e olhava, e ele sempre me encarava fixo sem falar nada. Sempre parecia que tava olhando direto pro meu rosto, mas mais do que nos olhos, parecia que ele olhava pra minha boquinha :$.. Eu virava o olhar rápido e seguia, sempre com a sensação de ter o olhar dele grudado na minha bunda até eu virar na esquina. E todas as manhãs assim :$..
Acho que um pouquinho eu comecei a gostar.. era como um jogo, e comecei a passar perfume pra ir pro colégio, e até a usar a saia mais curta e sem leggings por baixo... não sei por que, mas adorava passar por lá, e às vezes até sorria pra ele...
Umas duas semanas depois De que me via todo dia, comecei a notar que enquanto me olhava, ele colocava uma mão no bolso, e ainda murmurava alguma coisa, sempre algo diferente que eu não conseguia ouvir direito... mas que me dava muita curiosidade...
Uma manhã, passei bem pertinho dele, desliguei a música mas deixei os fones no lugar pra ele não perceber e consegui ouvir... e ele deve ter notado porque fiquei bem vermelhinha... ele disse, literalmente, com a voz rouca de tanto fumar e estar sempre meio bêbado: "Mmmmm, girl, que gostosa, dá vontade de arrebentar essa buceta enquanto teu pai olha pra gente hoje"...
Fiquei super sem reação e passei o tempo todo na escola pensando nisso: tava super assustada, confusa, e também... um pouco excitada, acho, e com raiva porque um preto de merda que tinha acabado de chegar no bairro pra ocupar uma casa falar uma coisa dessas pra mim...
Na volta, passei por lá de novo, e o cara continuava lá como sempre... me olhou do mesmo jeito e murmurou alguma coisa que dessa vez não consegui entender... mas foi o suficiente pra me deixar mais puta ainda... então decidi que ia zoar ele, brincar um pouco...
Assim que entrei em casa, falei pro meu pai que não tava com fome, que me sentia meio mal e queria ir dormir... entrei no meu quarto e tirei a saia, as meias, os tênis e a camisa, tudo. Fiquei só com uma tanga bem pequenininha que tenho, rosinha com um lacinho branco bem em cima da bunda, bem fininha: por trás, quase só dá pra ver o triangulinho pequeno em cima da bunda com o lacinho porque minha bunda é bem empinada, como já falei, e o fio é bem fininho... e fiquei só com isso e a gravatinha pendurada no pescoço, e o cabelo preso em duas marias-chiquinhas, como sempre. Coloquei o notebook na cama, e abri bem a janela que dá pra janela da casa ao lado, nem deixei as cortinas um pouco fechadas:... e assim me deitei de bruços, de costas pra janela, pra conversar no skype com minhas amigas, enquanto pelo espelho no guarda-roupa... Espiei a janela pra ver se o vizinho aparecia... Parece que ele adivinhava o que eu tava fazendo... porque acho que assim que me deitei, vi de relance a silhueta dele na janela da casa ao lado... Ele fechou um pouquinho a cortina, de certeza pra eu não saber que tava me espiando, e ficou lá... um tempão.
Devem ter passado uns 15 minutos quando apareceu na tela um pedido de Skype, um endereço desconhecido e a foto de perfil preta... eu aceitei.
Assim que aceitei, escrevi: "-Oi, quem é você?"
Vi na tela que tavam digitando, mas bem devagar, depois de um tempinho me responderam: "-Oi, putinha, sou eu, não me reconhece?"
Assim que terminei de ler, a tela ficou preta, como se a câmera da outra pessoa não tivesse nada de luz, e ouvi uma mistura de gemido abafado com um grunhido... parecia barulho de bicho... e quando ele ajustou um pouquinho a luz de um abajur, consegui ver que ele tava segurando a pica... mas não parecia uma pica... parecia quase do tamanho de um braço... era uma pica muito grossa que ele apertava forte com a mão desde a base, e dali caía pelo menos uns 20 centímetros... era gigante, mas ainda não tava dura.
Eu fiquei muda, com a boquinha semiaberta olhando aquilo—era muito gigante... ao mesmo tempo, ouvi uma voz grossa rindo...
"- Gostou do que viu, putinha?.. certeza que nunca viu nada assim entre seus amiguinhos... deve estar com essa boquinha de puta aberta... tudo isso vai entrar nessa bundinha minúscula que você tá me mostrando..."
Eu fiquei uns 2 minutos sem falar nada, e depois comecei a escrever, me fazendo de sonsa...
"-Quem é você, idiota? Para de falar merda, nem me conhece, certeza que me adicionou no aleatório..."
Ele respondeu: "- Para de se fazer de sonsa, putinha, tô olhando de perto essa bundinha minúscula que vou abrir bem forte enquanto seu pai nos ouve, como te prometi."
Nessa altura, eu já tava um pouco excitada... não sabia por quê, mas sentia a boca enchendo de saliva, quase tremendo, respondi:
"- Que mentiroso... se me ver, me conta o que tá vendo" e logo depois disso, mesmo sem saber bem por que, levei uma das mãozinhas pra trás e puxei de ladinho o fiozinho da minha calcinha fio dental, só um pouquinho, bem na parte que tava cobrindo meu anelzinho.. Esperei um tempão enquanto via ele escrevendo e daí a pouco li essa resposta:
"- Mmmmm, que fotos lindas que tô tirando, neném... Tô vendo uma putinha deitadinha de bruços entre os bichinhos de pelúcia, rabetinha empinada, que com uma mãozinha puxa a calcinha fio dental pra me mostrar um anelzinho lindo, super fechadinho e rosado, macio e delicado, novinho, entre duas nádegas lindas, que daqui a pouquinho vai estar todo aberto, cheio da maior pica que vai comer na vida.. enquanto te manipulo como uma boneca de pano, te segurando pelas tranças do cabelo, e juntos fazemos um filme pro seu pai que ele nunca vai esquecer. Vou encher sua rabetinha de tanta porra quente que você vai acabar cuspindo pela boca, putinha"
(Se vocês gostaram, daqui a pouquinho conto a segunda parte...)
Oi, sou a Flor, tenho 18 anos e vou contar uma coisa que aconteceu comigo faz pouco menos de um mês.
Antes de tudo, acho melhor contar um pouco como eu sou. Embora tenha 18 (fiz aniversário faz pouco), tenho cara de menina. Na verdade, nunca me dão a idade que tenho, o que às vezes é uma merda porque não me deixam entrar em quase lugar nenhum. Sou baixinha, tenho 1,56, peso 47 quilos, pele branca e cabelo e olhos pretos. Sou bem magrinha, mas tenho uma bunda bonita, bem empinada, e acho que é o que tenho de melhor. De peitos, sei lá 😛, mais ou menos, mas tenho um pouco e, como sou pequena e tenho as costas fininhas, eles aparecem bastante. Minhas medidas são 92, 55, 84. Tenho cabelo até a metade das costas, liso, com umas ondinhas.
Sou de Entre Ríos e moro num bairro perto do centro, quase colado, em frente à orla do rio Paraná. É um bairro, sei lá... não de ricos, mas de gente que se dá bem, então geralmente é bem tranquilo. Mas faz pouco tempo, a casa ao lado da minha (na verdade, é a casa do meu pai, e eu moro alguns dias da semana com ele e outros na casa da minha mãe) ficou vazia. Lá moravam uns vizinhos que conhecíamos há muito tempo, mas parece que estavam endividados e a casa foi a leilão. Acontece que ninguém comprou, mas em poucos dias que ficou desocupada, alguém se mudou pra lá. Na verdade, é um cara que ninguém no bairro conhecia, nem de nome. É um cara gigante, e tem uma aparência que dá muito medo, bem estilo vilão, mas não dos barulhentos, mais do tipo pesado. Deve ter quase 2 metros, tem muitas tatuagens que parecem feitas com tinta de caneta, e além disso é cheio de cicatrizes. Meio careca no topo da cabeça, com o cabelo que sobrou comprido e sempre oleoso, meio sujo. É um pouco gordo, mas o que mais impressiona é o tamanho... eu sou pequenininha, mas ele parece um gigante.
A questão é que todo mundo no bairro nem falava com ele e tinha medo. Muito medo, nem sequer tinham coragem de perguntar quem ele era. Meu pai, quando viu ele, também se assustou pra caramba e me disse pra nunca falar com ele. Eu também tinha muito medo, e além disso... um pouquinho de curiosidade de como ele tinha ido parar ali..
O cara, por outro lado, parecia se sentir super à vontade onde estava. Sempre ficava sentado na calçada tomando vinho e quase nunca parecia falar com ninguém.
Eu ainda tô terminando o colégio, porque perdi um ano viajando. Então, sempre que saio de casa, passo na frente da casa do lado — óbvio — e esse "vizinho" novo estava sempre sentado na porta da "casa" dele tomando vinho de caixa. A verdade é que sempre que eu passava, me dava uma sensação estranha... o cara não falava nada comigo, ou pelo menos nada que eu conseguisse ouvir, mas eu sentia que ele tava me violentando na mente dele toda vez que eu passava perto. E, sinceramente, até que eu tinha medo dele, mas também era como uma parte especial do dia viver aquilo, era uma mistura de medo com algo mais que nem sei explicar..
Eu estudo num colégio particular que faz a gente usar uniforme. Bem clássico: uma saia cinza plissada, meias vermelhas até acima do joelho, sapatos (embora eu sempre vá de tênis 😛) e, por cima, uma camiseta branca e um gravatinha vermelha.
E toda vez que eu passava na frente da casa do vizinho novo, tentava não olhar pra ele, mas em algum momento não aguentava e olhava, e ele sempre me encarava fixo sem falar nada. Sempre parecia que tava olhando direto pro meu rosto, mas mais do que nos olhos, parecia que ele olhava pra minha boquinha :$.. Eu virava o olhar rápido e seguia, sempre com a sensação de ter o olhar dele grudado na minha bunda até eu virar na esquina. E todas as manhãs assim :$..
Acho que um pouquinho eu comecei a gostar.. era como um jogo, e comecei a passar perfume pra ir pro colégio, e até a usar a saia mais curta e sem leggings por baixo... não sei por que, mas adorava passar por lá, e às vezes até sorria pra ele...
Umas duas semanas depois De que me via todo dia, comecei a notar que enquanto me olhava, ele colocava uma mão no bolso, e ainda murmurava alguma coisa, sempre algo diferente que eu não conseguia ouvir direito... mas que me dava muita curiosidade...
Uma manhã, passei bem pertinho dele, desliguei a música mas deixei os fones no lugar pra ele não perceber e consegui ouvir... e ele deve ter notado porque fiquei bem vermelhinha... ele disse, literalmente, com a voz rouca de tanto fumar e estar sempre meio bêbado: "Mmmmm, girl, que gostosa, dá vontade de arrebentar essa buceta enquanto teu pai olha pra gente hoje"...
Fiquei super sem reação e passei o tempo todo na escola pensando nisso: tava super assustada, confusa, e também... um pouco excitada, acho, e com raiva porque um preto de merda que tinha acabado de chegar no bairro pra ocupar uma casa falar uma coisa dessas pra mim...
Na volta, passei por lá de novo, e o cara continuava lá como sempre... me olhou do mesmo jeito e murmurou alguma coisa que dessa vez não consegui entender... mas foi o suficiente pra me deixar mais puta ainda... então decidi que ia zoar ele, brincar um pouco...
Assim que entrei em casa, falei pro meu pai que não tava com fome, que me sentia meio mal e queria ir dormir... entrei no meu quarto e tirei a saia, as meias, os tênis e a camisa, tudo. Fiquei só com uma tanga bem pequenininha que tenho, rosinha com um lacinho branco bem em cima da bunda, bem fininha: por trás, quase só dá pra ver o triangulinho pequeno em cima da bunda com o lacinho porque minha bunda é bem empinada, como já falei, e o fio é bem fininho... e fiquei só com isso e a gravatinha pendurada no pescoço, e o cabelo preso em duas marias-chiquinhas, como sempre. Coloquei o notebook na cama, e abri bem a janela que dá pra janela da casa ao lado, nem deixei as cortinas um pouco fechadas:... e assim me deitei de bruços, de costas pra janela, pra conversar no skype com minhas amigas, enquanto pelo espelho no guarda-roupa... Espiei a janela pra ver se o vizinho aparecia... Parece que ele adivinhava o que eu tava fazendo... porque acho que assim que me deitei, vi de relance a silhueta dele na janela da casa ao lado... Ele fechou um pouquinho a cortina, de certeza pra eu não saber que tava me espiando, e ficou lá... um tempão.
Devem ter passado uns 15 minutos quando apareceu na tela um pedido de Skype, um endereço desconhecido e a foto de perfil preta... eu aceitei.
Assim que aceitei, escrevi: "-Oi, quem é você?"
Vi na tela que tavam digitando, mas bem devagar, depois de um tempinho me responderam: "-Oi, putinha, sou eu, não me reconhece?"
Assim que terminei de ler, a tela ficou preta, como se a câmera da outra pessoa não tivesse nada de luz, e ouvi uma mistura de gemido abafado com um grunhido... parecia barulho de bicho... e quando ele ajustou um pouquinho a luz de um abajur, consegui ver que ele tava segurando a pica... mas não parecia uma pica... parecia quase do tamanho de um braço... era uma pica muito grossa que ele apertava forte com a mão desde a base, e dali caía pelo menos uns 20 centímetros... era gigante, mas ainda não tava dura.
Eu fiquei muda, com a boquinha semiaberta olhando aquilo—era muito gigante... ao mesmo tempo, ouvi uma voz grossa rindo...
"- Gostou do que viu, putinha?.. certeza que nunca viu nada assim entre seus amiguinhos... deve estar com essa boquinha de puta aberta... tudo isso vai entrar nessa bundinha minúscula que você tá me mostrando..."
Eu fiquei uns 2 minutos sem falar nada, e depois comecei a escrever, me fazendo de sonsa...
"-Quem é você, idiota? Para de falar merda, nem me conhece, certeza que me adicionou no aleatório..."
Ele respondeu: "- Para de se fazer de sonsa, putinha, tô olhando de perto essa bundinha minúscula que vou abrir bem forte enquanto seu pai nos ouve, como te prometi."
Nessa altura, eu já tava um pouco excitada... não sabia por quê, mas sentia a boca enchendo de saliva, quase tremendo, respondi:
"- Que mentiroso... se me ver, me conta o que tá vendo" e logo depois disso, mesmo sem saber bem por que, levei uma das mãozinhas pra trás e puxei de ladinho o fiozinho da minha calcinha fio dental, só um pouquinho, bem na parte que tava cobrindo meu anelzinho.. Esperei um tempão enquanto via ele escrevendo e daí a pouco li essa resposta:
"- Mmmmm, que fotos lindas que tô tirando, neném... Tô vendo uma putinha deitadinha de bruços entre os bichinhos de pelúcia, rabetinha empinada, que com uma mãozinha puxa a calcinha fio dental pra me mostrar um anelzinho lindo, super fechadinho e rosado, macio e delicado, novinho, entre duas nádegas lindas, que daqui a pouquinho vai estar todo aberto, cheio da maior pica que vai comer na vida.. enquanto te manipulo como uma boneca de pano, te segurando pelas tranças do cabelo, e juntos fazemos um filme pro seu pai que ele nunca vai esquecer. Vou encher sua rabetinha de tanta porra quente que você vai acabar cuspindo pela boca, putinha"
(Se vocês gostaram, daqui a pouquinho conto a segunda parte...)
15 comentários - O vizinho novo arrombou minha bucetinha