Acordo com minha prima (caso real)

Já faz um tempão que eu queria contar uma parada que rolou comigo há dois anos com uma prima, e pra ser sincero, por medo não fiz isso até agora, que vou te contar como acabei transando com minha prima mais velha.

Há uns dois anos, mais ou menos, eu tava começando a trabalhar numa empresa como assistente de administrador. O salário não era ruim, dava pra viver sozinho num apartamento, mas por acordo de família, eu morava na casa de um parente já idoso. Por outro lado, tenho uma prima (vou chamar ela de Lucero aqui) que é 4 anos mais velha que eu, que tava começando a viver independente e a gente se dava super bem (depois conto porque não mais).

Um dia, no meu dia de folga, encontrei minha prima no centro. A gente se cumprimentou, conversou enquanto caminhava, por um momento parávamos de falar, mas do nada continuávamos batendo papo sobre qualquer assunto. E antes de nos despedirmos, ela me perguntou se eu podia ajudar ela numa parada. Eu falei que sim, mas perguntei que ajuda era. Ela me pediu, quase implorando, pra emprestar dinheiro pra pagar umas dívidas que tinha. Não vou falar o valor, mas foi uma grana meio alta. No começo fiquei na dúvida, mas como somos família e sei que ela é de confiança, no dia seguinte depositei na conta bancária dela.

Passaram uns 4 meses e eu não tinha visto nem um puto do que tinha dado pra ela. Isso já tava me enchendo o saco, porque eu ligava pra saber quando ia devolver, mas ela sempre dava a desculpa de que logo me pagaria, mas esse "logo" nunca chegava.

Fui um dia, na minha folga, no apartamento dela de surpresa. Bati na porta e não tive resposta, pensei que não tivesse em casa ou que não queria abrir. E quando ia bater pela última vez, ela abriu a porta. Lembro bem que ela tava muito gostosa quando vi. Tava com um vestido curto meio justo vermelho e preto, umas sapatilhas pretas curtas e o cabelo molhado, então deduzi que tinha tomado banho. Enfim, entrei, a gente conversou sobre o dinheiro, dizia que não tinham pagado bem pra ela, que tava sem grana e tudo mais. Quando vi que não ia dar em nada, já puto, pensei em ir embora, mas não sem antes xingar ela e dar uma ameaçada. Só que quando fui abrir a porta, ela me chamou quase gritando. Me virei e o que vejo é o vestido da Lucero caindo até os tornozelos, deixando ver o corpo todo dela pelado, só com os sapatos pretos.

Pra ser sincero, fiquei perplexo com o corpo dela. Dava pra ver que ela tinha um corpaço mesmo vestida, mas ao vê-la nua, fiquei literalmente de boca aberta e a mente em branco. Mesmo assim, me aproximei dela ainda falando merda enquanto levantava o vestido dela, tentando cobri-la, mas ela se jogou em mim com um beijo na boca, passando a mão no volume meio mole da minha calça.

A verdade é que eu queria afastá-la de mim, até porque pra mim não era certo e... bom, acabei entrando no jogo dela, passando a mão na buceta dela que já tava molhada, sem parar de nos beijar. Eu já tava com tesão e meu pau já tava duro, então carreguei ela até o quarto dela e deitei na cama. Não deu tempo de me despir também, só abaixei o zíper pra tirar ele pra fora, abri as pernas dela e meti de uma vez. Na minha mente, era só foder ela e foi por uns 40 minutos em duas posições (papai e mamãe e de quatro).

Depois de gozar, sentei na cama e ela também, vestindo o vestido dela. Como forma de zoação, falei que "toda vez que eu desse dinheiro pra ela, ela pagaria com sexo". Parece que ela levou a sério, porque a resposta dela foi meio safada. Ela se vestiu e a gente voltou a falar sobre o dinheiro e o trabalho dela (ela me disse que foi demitida faz um tempo e não achou um emprego bom). Então combinamos que todo mês eu daria uma certa quantia e toda vez que eu quisesse, a gente transaria.

Por mais de meio ano, minha prima e eu transávamos 3 ou 4 vezes por semana, principalmente nos meus dias de folga, que deixando de lado as coisas que eu tinha que fazer, eu ia pra lá. ia pra casa dela e, ao entrar, eu pegava ela nos beijos pra gente se despir e transar até anoitecer. Chegamos ao ponto de fazer em lugares públicos: banheiros, parques, becos e até na casa do meu parente onde eu morava.

Uma vez, enquanto ajudava ela com umas coisas, passamos perto de uma escola primária. Agarrei ela pra beijar num terreno baldio atrás da escola, onde só passavam carros rápido. Tinha uma árvore meio grande onde dava pra gente transar sem preocupação de ser visto... bom, escondia um pouco, mas como os carros passavam rápido, não tinha necessidade de se preocupar com alguém parando pra olhar. Ela se apoiou na árvore enquanto eu desabotoava a calça dela pra puxar até os joelhos, afastar a calcinha (que era de renda rosa) e meter; foi uma rapidinha de 10 minutos e gozar dentro da pussy dela, óbvio com a permissão dela.

Foram as poucas vezes que tive a sorte de gozar dentro dela. A primeira foi também em público, num beco do centro da cidade, e pra não sujar nem deixar rastro, deixei tudo lá dentro e ela não se irritou nada, mas me avisou que da próxima eu perguntasse. E a última foi quando transamos no cinema; eu tinha esse fetiche, então convidei ela pra um filme meio bom e sentamos no fundo do lado esquerdo, enquanto o resto do pessoal tava na frente ou na mesma fileira, mas de frente. Tinha umas 7 pessoas no cinema. Lá pela metade do filme (que já tava meio chato), peguei a mão da minha prima e coloquei no volume da minha calça pra ela automaticamente passar a mão e tocar. Levantei o braço da poltrona pra ela puxar meu pau pra fora e chupar enquanto eu apalpava a bunda dela subindo a saia. Quando já tava duro, ela levantou do assento, tirou a calcinha fio dental e sentou no meu pau, e pelo que senti, era... Um momento mais gostoso pra ela, já que a buceta dela parecia que ia queimar meu pau e eu não aguentava muito os gemidos dela, tanto que tive que ajudar a tampar a boca dela, mas no final escapou um gritinho que quase ninguém notou, porque ela também gozou. Quem viu, olhou por um segundo e voltou a ver o filme. Mas a parada não acaba aí: a gente saiu antes do filme terminar, mas rápido, até deixando as calcinhas que ela tirou, e uns 20 minutos depois tinha uma casa em construção. Entramos e fodemos sem piedade. Acho que nem importou mais o fato dos gemidos dela serem ouvidos e dos caras que ficaram cuidando da obra terem se deleitado um pouco.

E como toda boa história às vezes acaba: a gente já não transava mais, eu tava com mais trabalho que antes e ela tinha arrumado um emprego bem bom de recepcionista (ainda tá até hoje). Numa última conversa, ela decidiu voltar a ser como antes e a gente transou pela última vez.

Hoje em dia a gente não se fala e quase não troca olhares, talvez porque em algum momento ela se sentiu uma puta, mas ela reconhece que se divertiu pra caralho nos momentos que a gente esteve na cama.

São umas fotos dela (não tenho foto nua dela) e, se vocês estivessem na mesma posição que eu, também pagariam por sexo.Acordo com minha prima (caso real)

sexo

Dinheiro

incestoP.S.: Aliás, ela não sabe que postei a história dela e a minha aqui nesse meio.

6 comentários - Acordo com minha prima (caso real)

hetzoo
bien ahi!!
de alguna forma hay que saldar las deudas
Eso es suerte y no medias tintas, que lastima que ya no lo repiten
Pues depende de cuanto costara, que eso siempre hay que tenerlo en cuenta jajjjajja
Buen relato, van diez puntos