Primo, sua esposa gostosa me pegou

Olá, essa é minha primeira postagem, espero que gostem.

Tudo começou numa reunião de família, como de costume, eu fui com minha família pro aniversário de um sobrinho. Não ia muito a eventos de família por causa da faculdade e porque saía com minha namorada. Meu pai insistiu muito pra eu ir na reunião, já que eu tinha perdido várias antes e tava há um tempão sem ver a família. Então fui. Chegando na festa, tava tudo normal: decoração, comida, mesas pra todo lado, parentes e gente que eu não conhecia. Entrei com meus irmãos quase por último, porque meu irmão mais novo tinha sofrido um acidente e tava usando muletas na época, então a gente foi bem devagar até o local da festa.

Quando cheguei na mesa onde a gente ia ficar, procurei um lugar perto de um tio com quem eu encho muito o saco. Sentamos lá com meus irmãos e algumas primas. Aí vejo que na mesma mesa tava meu primo com a avó dele, o filho e a esposa — gente que eu não via há literalmente anos. A festa começou sem problemas, tudo normal, mas chegou uma hora que os adultos começaram a conversar entre si, falando da juventude e tal. Quando percebo, a esposa do meu primo tá do meu lado. Não notei quando ela sentou ali, acho que não reparei porque tava trocando mensagem com minha namorada. Quando me toco que ela tá do meu lado, começamos a conversar sobre o filho dela, como ele cresceu e essas coisas. Aí ela me diz:Já fazia tempo que não te via, como você mudou, gostosa.— Nome, cê acha que eu tô igual, só cresci um pouco.- Pra ser sincero, já não te reconhecia mais, como te falei, você mudou pra caralho.- Sério?-Pra ser sincera, eu vi quando você entrou com seus irmãos, e cheguei no seu pai e perguntei quem era o cara que tava com o filho dele. Seu pai me olhou todo estranho e falou: é meu filho mais velho. Eu não respondi nada, só fiquei te observando.Quando ela me disse isso, a única coisa que consegui fazer foi soltar uma gargalhada, porque achei muito engraçado o que ela contou. Ela só me empurrou com o braço, tipo pra eu parar de rir. Talvez vocês achem que isso não tem nada de surpreendente, mas pra mim foi, e vou explicar por quê. Acontece que naquela época eu tinha uns 18 anos, e ela provavelmente devia ter uns 26-27 anos de idade. E a relação com ela sempre foi de "oi, tchau, como vai" e tal, sem trocar muitas palavras. Durante a conversa, ela me bateu de novo por eu não saber o nome dela — isso já dá pra ter uma ideia de que a relação com ela era mais que cordial e respeitosa. Além disso, eu só via ela como a esposa do meu primo, que é bem mais velho que eu e com quem não falo muito. Voltando à história, continuamos conversando e tal. Ela viu que eu tava meio vidrado no celular e me disse:-Huy, mas que homem cobiçado.- Esquece, pra ser sincero, queria estar em outro lugar, aqui tá um tédio.-Agora você vai ver que a gente vai melhorar tudo.Ao me contar tudo isso, ela piscou o olho pra mim e eu fiquei com cara de surpreso, só sorri. Continuamos conversando sobre como a gente não se via há tempos. Ela me disse que meu primo não gostava de sair nem visitar a família, e que ela ficava com vergonha de ir visitar porque não era parente direta, por assim dizer. E me falou que por causa disso se sentia afastada da família. Aí eu respondi pra ela não se preocupar. Ela disse que se sentia bem por poder estar com a família e me ver, porque já fazia um tempão que não me via — me viu quando eu era criança e agora eu já era um homem feito. Na hora, eu fiquei vermelho. Seguimos batendo papo e ela pediu meu número de telefone. Pra não ficar estranho, também pediu o das minhas primas, as cunhadas dela, com a desculpa de que talvez a gente pudesse sair todo mundo, os jovens, pra comer alguma coisa ou algo assim. Eu dei o número e perguntei como ia salvar no celular dela. Aí ela se aproximou de mim e, disfarçando, sussurrou no meu ouvido: "Do jeito que você quiser, gato." Eu fiquei vermelho e me fiz de desentendido. A situação e o lugar não eram adequados pra eu tentar seguir o jogo e ver até onde dava pra ir. Num momento, levantei pra ir ao banheiro, que ficava bem longe do salão onde a festa rolava. Quando voltei, ela me disse que estava me esperando pra gente ir pra fila do buffet. Fomos: ela, acompanhada do marido e parentes, e eu fui com meus irmãos. Ela se colocou atrás de mim e, depois de um tempo, ouvi algo e virei rápido. Sem querer, passei o cotovelo roçando os peitos dela. Não foi um roçar leve, foi um pouco mais forte, mas não cheguei a bater. Achei que ela fosse ficar brava ou falar alguma coisa, mas ela só me olhou fixamente nos olhos e mordeu levemente os lábios. Virei rapidamente porque não sabia o que dizer, só consegui balbuciar um "desculpa" e olhei pra frente. Enquanto andávamos na fila, pude sentir, quando parava, algo tocando minhas costas. algo grande, macio que ao se mover levemente dava pra sentir dois objetos, minha surpresa foi que o que eu sentia nas minhas costas eram os peitões enormes dela, colados nas minhas costas, ela mexendo eles com vontade pra eu sentir, isso me deixou muito excitado, estar naquela situação, rodeado de gente, e ela fazer aquilo, ela estando do lado do marido dela atiçou todo o tesão em mim, e acho que o dela foi ainda maior.

A gente continuou conversando e zoando na mesa enquanto comia, ela cada vez mais se aproximava de mim, toda vez que eu provocava ela me empurrava, no começo era com o braço, depois com o cotovelo até chegar a me empurrar com o ombro, e quando fazia isso ficava encostada em mim por uns segundos, aí já não era mais um empurrão simples, e quando ela fazia isso eu só conseguia olhar pros peitões enormes dela balançando cada vez que ela me empurrava, infelizmente não pude fazer isso por muito tempo, porque estávamos rodeados de parentes e outras pessoas, depois de ficar assim por um tempo eu levantei da mesa e ela me perguntou pra onde eu ia, falei que ia lá fora no banheiro, ela respondeu na hora, se eu podia mostrar onde era o banheiro, que ela não conhecia, e eu falei que sim, que mostrava, fomos andando, eu tava no celular e vi que ela foi na frente um pouco, achei que era porque tava com muita vontade de entrar, mas acho que fez de propósito porque vi como ela rebolava mais do que o normal, o quadril e a bunda dela balançavam muito, ela é uma pessoa baixinha com um corpo um pouco cheinho, com uns peitões enormes, chegamos nos banheiros e eles ficavam numa parte mais baixa, tinha que descer uns degraus pra chegar, tinha duas portas, uma de homem e outra de mulher, eu entrei no de homem e vi que ela olhou pra ver se não tinha ninguém por perto e se aproximou, me pegou pelo braço e me puxou pra perto dela, falou no meu ouvido: "não quer que eu te ajude?" eu só fiquei olhando nos olhos dela, o tesão em mim já tava no talo. Amil, ela conseguiu me excitar com coisas tão simples. Ela sorriu e me empurrou como se quisesse que eu entrasse pela porta. Ela entrou na outra, e eu só pude entrar no banheiro e ver que já estava com uma ereção. Quando terminei, saí do banheiro e tentei me arrumar o melhor que pude para não deixar a ereção aparecer. Na hora de voltar, eu tinha que passar na frente da porta onde ela tinha entrado, o banheiro feminino. Olhei para dentro e ela estava na frente das pias, se arrumando e puxando a calça para cima, de propósito para mostrar a calcinha. Só consegui ver um pouco, e ela virou para mim e disse: "Me espera, já estou saindo". Eu esperei, e quando ela saiu, chegou perto de novo e falou: "Vejo que o que você viu te agradou, dá pra notar". E eu vi o olhar dela descer para a minha virilha. Minha ereção ficou bem evidente. Ela, ao ver, mordeu os lábios, sorriu e começou a andar em direção ao salão. Tentei andar bem devagar, pensando em várias coisas para a ereção baixar e não ficar visível, mas era muito difícil. Ter ela na minha frente, se mexendo para me provocar, e principalmente, se divertindo ao me ver daquele jeito.

A reunião terminou. Nos despedimos dos familiares e das outras pessoas. Chegou a hora de me despedir dela. Ela me abraçou e me apertou para que eu pudesse sentir os peitões dela e disse: "Que bom te ver, você tem que vir em mais reuniões". Eu sorri e falei que claro que sim. Ao mesmo tempo, vendo que as pessoas ao nosso redor não estavam prestando atenção, ela me puxou para perto e sussurrou no meu ouvido: "Sério, não se engana, adorei muito te ver, e sei que você também gostou de me ver, gostoso". Depois sorriu e nos despedimos com um beijo normal no rosto.

Isso foi num domingo. Na segunda-feira seguinte, recebi uma mensagem. Era ela dizendo: "Oi, bom dia, como você está?". Esse foi o começo de outra aventura com ela como protagonista, que vou contar mais pra frente.

Continua...

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