A irmã do meu amigo é uma puta

Me chamo Ivan e o que vou contar pode parecer meio estranho. Então, meu amigo Nacho é como família pra mim. Meu melhor amigo, sem dúvida. Nunca tenho nada pra criticar nele, mas tem uma coisa que nos coloca em lados opostos. Uma baixinha de cabelo liso tingido de loiro chamada Antonella, a irmãzinha dele. Falo irmãzinha porque é a irmã dele, mas a verdade é que ela não tem nada de menina. Uma gostosa do caralho, essa mina. A primeira coisa que você vê são os peitões enormes que, pra piorar, ela vive apertando e mostrando num decote, pronta pra deixar qualquer um de pau duro. Se você não ficou hipnotizado vendo essas melancias e desce pela cintura, encontra umas cadeiras de violão que são de matar, mas o melhor nesse quesito não é quando ela vem, é quando ela vai. A raba que essa mulher tem é sem nome. Muito grande, bem redonda, daquelas de agarrar e enfiar a cara no meio. E, assim como os peitos, ela não tem medo de exibir. Usa umas leggings que te deixam de boca aberta.
Por essas paradas de código, a gente tenta ficar na dela, mas também sou de carne e osso, né. E, por mais que eu goste do Nachito como de poucos, não vou cair nesse papo furado de que irmã de amigo tem bigode, porque nesse caso nem eu acredito. A real é que eu e meu amigo nos conhecemos no clube onde a gente joga bola, e não era muito de ir na casa dele, até que um dia ele me chamou pra tomar uns mates. Tava tudo certo até que, do nada, apareceu a besta com um conjunto esportivo branco. O impacto de ver uma mulherão dessas pela primeira vez, nunca mais esqueço. Também não esqueço a frase "minha irmãzinha", como se eu não soubesse que aquela gata já comia sozinha há muito tempo. A franja estilo girl clássica de head master e aquele loiro exagerado davam um visual bem de guerreira pra mina. Mas eu passei o olho em cada detalhe daquele rabo espetacular, claro, quando meu amigo tava falando com ela e me dava as costas. Não sou tão suicida assim.
Uma noite a gente se juntou pra ver se saía. Na real, a gente não tinha muita grana nem as propostas eram lá essas coisas, então a gente ficou por lá mesmo. Compramos umas bebidas e ficamos de bobeira. O bom da casa do Nacho é que a mãe dele trabalha até de madrugada num cassino, então é tipo uma casa de solteiro. A parte meio foda é que na casa não tinha só meu amigo, mas também a Anto, aquela gostosa que tava no andar de cima ouvindo música e trocando ideia com as amigas. Daí a pouco aparece a baixinha. Quase tive um troço quando vi ela. Tava de dar uma foda no seco. Ela tava com uma camiseta bem justa, com a barriga de fora e por baixo só a fio dental! E olha a fio dental que ela tava usando! Era um triângulo vermelho com umas tirinhas que se perdiam no meio de tanta buceta.
Não me dei ao trabalho de disfarçar quando olhei toda a lombada da irmã do Nacho. Ainda por cima, ela passou e ficou na ponta dos pés pra pegar um pote que tava no armário. Quando se virou, me olhou e falou.
Anto: Ah, desculpa, cara! Pensei que não tinha ninguém em casa. Que vergonha.
Mas ela não se cobriu e ficou rindo. Eu, que pra ser sincero não tava numa fase boa, mandei um passe pro meu parceiro.
Eu: E se a gente falar pra Anto convidar umas amigas? Cê deve conhecer alguma gatinha, né?
Nacho: Nem fodendo. Não dá pra passar a noite com a minha irmã e as amigas. Vamos tomar alguma coisa e ver se dá pra organizar algo, senão a gente sai amanhã.
Me cortou a ilusão. Na real, não tava nem aí se a Anto ia apresentar umas amigas, mas era uma desculpa pra passar a noite com ela, já que o irmão não me dá muita folga. Fomos pro quarto do Nacho e ficamos de bobeira no computador. Batemos papo com umas gatinhas e entramos num site pornô pra dar uma olhada nuns peitos. A noite e a cerveja foram passando entre mensagens com respostas negativas e parecia que ia morrer ali, até que lembrei que na mochila tinha uns baseados. Com a monotonia da noite, vieram a calhar. Acendemos um e começamos a viajar e falar merda. A música do quarto da Anto tava no talo, como se ela estivesse ali, e com a clássica voz de chapado soltei sem filtro a primeira coisa que veio na cabeça:
Eu: Mano, que gostosa que é tua irmã. Quero casar com ela kkkk
Nacho: Nem me fala. Quero morrer. Como é que ela aparece assim com essa buceta de fora!
Ele falou como se fosse uma reclamação, mas quando mencionou a bunda, não soou tão cuidadoso como de costume. Parece que a fumaça tava fazendo efeito e meu amigo tava se soltando demais, ou tava fazendo efeito em mim e eu tava viajando legal. Uma das duas. Mas não seria estranho ele dar uma olhada naquele par de nalgas enormes e gostosas.
Eu: cê tem namorado ou algo assim, Anto?
N: Não vai arrumar namorado. Todo mundo sabe que ela é mó piranha, por isso ninguém quer namorar sério com ela.
Eu: Ah, olha ela aí. Não sabia que essa baixinha era tão guerreira.
N: Essa mina curte mais uma rola do que chocolate.
Com essas declarações, puta merda, fiquei foi com tesão. Eu já desconfiava que ela devia ser meio promíscua, mas não conhecia direito. Sou de outro bairro, por isso. O negócio é que ela já tinha uma fama feita e o irmão contava como se tivesse falando da lista do supermercado. Tranquilão.
Eu: Fuma também?
N: Acho que sim, por quê?
Eu: Posso te convidar? Já que não tem outras minas por sua culpa.
N: Por minha culpa? Você não conseguiu as gostosas.
Eu: Mas tu não quis chamar as amigas da Anto.
N: bom, já foi, vai perguntar pra ela se quer.
Não podia acreditar! Tava felizão. Dei um pulo e tentei não ficar com cara de bunda na hora de falar com a loirona. Cheguei na porta do quarto e bati. Nisso, ouvi a música baixar.
Anto: Ivan. O que você tá fazendo aqui?
Eu: Não. Nada. Você deve ter percebido pelo cheiro o que a gente tava fazendo, né?
Anto: Sim sim, vocês são mó maconheiros kkk
Eu: É por isso mesmo. Ainda sobrou um e a gente não quis ser egoísta. Vai encarar?
Ela deu um sorriso bem de putinha e balançou a cabeça que sim. Se virou e desligou o som. Quando fez isso, a fio dental entrou de vez na rachadura da bunda dela. Não dava pra acreditar naquele fio vermelho enfiado naquele pedaço de rabo. Quase me joguei de boca pra chupar aquilo. Com o som desligado, voltamos pro quarto do Nachito.
Meu amigo tava largado no tapete de barriga pra cima, viajando na maionese, enquanto tocava uma música suave no notebook.
Anto sentou no meio dos dois e eu tirei o segundo baseado da mochila. A peituda esfregava as mãos e eu, por dentro, fazia o mesmo olhando pra ela.
Acendi ele e ele começou a dar a volta. Entre risadas e frases ridículas, Anto parecia estar no ponto certo pra levar uma boa surra de pau. Nisso, enquanto Nacho fumava o último do baseado, ela se levanta e coloca aquela bundinha minúscula do lado da minha cara, quase dava pra roçar naquela pele.
Anto: essa música é um porre, vou procurar algo eu mesma
Disse sem dar chance de discussão e foi pro computador trocar a música.
Anto: ah, legal! olha o que eu achei aqui!
Disse e gozou, deixando a gente ver a tela. Uma das janelas do pornô tinha ficado aberta, e era um dos sites mais putaria. Vídeos bem pesados em primeiro plano.
O Nacho cobriu o rosto, mas dava pra ver nas laterais como ele tinha ficado vermelho, e eu comecei a rir sem conseguir me controlar. Mas a cutie, longe de se horrorizar ou zoar, ficou olhando pra página.
Os dois vimos ela tão concentrada que chegamos perto pra ver o que ela tava olhando.
Anto: esse vídeo parece divertido, né?
Eu: Aquele do trio com os dois caras e a gostosa?
Anto: É sim. Pra ser sincero, a ideia me excita pra caralho, e você, Nacho?
N: A verdade é que sim. Agora mais.
Quando ela disse isso, a Antonela já tinha começado a passar a mão nas nossas picas por cima da roupa. Minha buceta tava dura pra caralho e eu tava com medo de alguém desistir, então me apressei e tirei a minha de fora. A Anto girou a cadeira do computador e começou a chupar que nem uma puta. Peguei na cabeça dela e comecei a enfiar até a garganta. O irmão tinha razão. Ela era uma puta mesmo. O Nacho tinha tirado a dele e a irmã batia uma pra ele enquanto se afogava com a minha pica.
Eu: Que pedaço de gostosa! Como tu chupa, meu amor
Anto: Você tem uma rola divina, e você também.
Aí ela se virou e começou a chupar o Nacho, que não acreditava no que tava rolando. Nunca tinha visto incesto ao vivo, então também fiquei meio chocado vendo ela mamando ele e como meu amigo tava curtindo a puta da irmã dele.
Ficava trocando de pau na boca dela a cada hora. A gente arrancou a camiseta dela e ela levantou os braços. A gente apalpou bem aqueles peitões enormes. Uma mão não dava conta de pegar um peito inteiro. Os bicos estavam durinhos. A puta tava tão tarada quanto a gente.
Eu: que puta é sua irmã
N: é assim que tu chupa, maninha
A: Vamos pra cama?
Os dois; Isso aí!
Terminamos de tirar a roupa e enquanto eu tirava os sapatos, o Nacho puxou a fio dental dela. Ela já tinha se deitado e ficava se tocando nos peitos. Nós pulamos na cama de uma vez. Eu me ajoelhei do lado do travesseiro e ela continuou me chupando. O Nacho queria mais. Ele abriu as pernas dela e começou a chupar a pussy dela. A baixinha soltava uns gemidos bem pornô. Eu fiquei com tesão e metia rápido naqueles lábios grossos de head master que ela tem.
Nacho foi enfiando um dedo naquela buceta jugosa. Ele via com admiração como a irmã se contorcia com o dedo maior penetrando ela.
Eu: Vira assim, fica de quatro.
Anto: mmm, assim que você gosta?
Ela me perguntou, se colocando na pose com as costas bem arqueadas e a raba bem empinada, toda entregue pro Nacho.
Eu: Sim, gata, mas eu prefiro assim.
E meti de novo meu pau naquela boca. Com meu pau atravessando a boca dela, o irmão aproveitou e começou a meter. A cara de prazer do meu amigo ao meter, apertando aquelas bundas grandes e redondas, foi impagável. Provavelmente a tesão de anos começava a ser descarregada naquele momento. Ele começou a sacudir ela com força, e eu segurei a nuca dela com as duas mãos, imitando os movimentos dele. Estávamos comendo ela como se fosse uma puta qualquer, e me excitava muito ela se entregar tão submissa assim. As tetas enormes balançavam com a sacudida nas duas direções. Os gemidos da Anto já eram gritos.
Eu queria ter aquela buceta só pra mim e apertar aquele rabão, então fiz uma sugestão.
Eu: Não quer gozar com a puta te olhando nos olhos, melhor?
Nacho: Sim. Come ela bem gostoso e enche ela de porra. Quer, irmãzinha?
Anto; Quero que você me coma e encha minha boca de porra quentinha
Ela respondeu ofegante e suada. Tava um bagaço. O cabelo molhado e o rosto vermelho e brilhante. Era uma puta bem macetada. Fiquei por trás e aquela buceta já tava toda molhada. Entrou sem pedir licença, meu pau. Senti o gemido dela e como ela se arqueava ao me receber. Agarrei naquele rabo empinado e amassava forte. Sentia como meu amigo entalado a sufocava. O engasgo da mina deixava a gente doido. Comecei a meter com tudo e a puta gritava como podia com o pau do irmão enchendo a boca dela.
Não deu pra esticar muito. A gente tava muito na pica os dois, então com uns segundos de diferença enchemos a buceta e a boca dela de porra bem grossa e caímos junto com ela na cama. Um de cada lado.
Nacho: Que putinha que tu é, gata
Anto: e você, que pervertido. comer a sua irmã.
Ela disse isso enquanto limpava os restos de porra ao redor da boca e passava a outra mão entre as pernas com cara de gatinha satisfeita.
Eu: com uma irmã tão puta que nem você, eu pensaria bem.
Eu falei pra ela e ela riu enquanto chupava os dedos com o gozo que tinha escapado da boca dela e da entreperna. Ela beijou a gente com gosto do nosso próprio esperma e garantiu que a gente ficasse bem tarado. Juntou as duas peças de roupa dela e foi tomar banho rebolando aquela bunda grandona pra nós.
Eu: Não sei você, mas pra mim essa reunião foi melhor do que nunca.
Nacho: Sim, e tu queria se engraçar pras amigas, otário.
Nós rimos, vestimos a roupa e deixamos como um excesso causado pelo estado dos três.
A verdade é que eu tinha que compartilhar. Foi uma das melhores experiências que tive com aqueles irmãozinhos incestuosos.

8 comentários - A irmã do meu amigo é uma puta

Muy bueno yo una vez estuve en el lugar de tu amigo
en serio? contame si queres por privado
Hablame