Uma madrastra é mais condescendente e, claro, mais envolvida na criação do filho do marido, que fica ausente sete meses por ano. Ela tem exatamente trinta e três anos, enquanto o enteado tem vinte, sendo muito atraente e até superando o próprio pai em beleza. Entediados, tanto a madrastra quanto o enteado tomam a iniciativa de se divertir pra caralho — e isso não faz mal nenhum ao bem-estar nem ao amor que sentem um pelo outro no plano familiar. Ela se veste com botas até o joelho, saias floridas longas de jeans e um suéter de manga comprida fechado até o pescoço, mantendo um pouco de recato, de acordo com a idade e por ser uma mulher dedicada à família e, obviamente, ao seu feliz casamento.
Entram no carro pra sair alegremente e chegam a um shopping lotado de gente pra caramba. O enteado faz a cortesia de abrir a porta do carro pra ela, e de mãos dadas caminham juntos olhando vitrines. Então ele puxa ela pra dentro de uma loja de lingerie feminina, indo direto pra seção de fio dental. Quando ela vê, fica vermelha e com cara de vergonha, mas o enteado comenta: "Não fica envergonhada, aproveita pra usar pra mim quando a gente estiver a sós no meu quarto. Fica muito bom em você e delineia perfeitamente seus relevos e contornos anatômicos." Ele a reanima, e ela decide experimentar. Escolhe cinco pares pra provar e ver como os fios dentais ajustam nela, levando todos os cinco. Depois, vão pra outra loja de roupas, bem abraçados, olhando saias floridas longas que ele gosta, já que ela é alta. Ele escolhe uma saia justa de couro com poliéster, ela veste e exibe pro enteado, que sorri e diz que ficou no tamanho certo — levam essa também.
Saindo, ele a convida pra entrar num local de filmes pornô, onde alugam uma sala pra assistir. Ele escolhe dois filmes, entram juntos, com a madrasta ao lado, sentados, e assistem. Ao ficarem um pouco excitados com as cenas, ela levanta a saia florida, tira a calcinha, sobe o suéter, tira o sutiã, ele abre a calça, tira o pau ereto, gigantesco, duro e gozador — eles não conseguem segurar a vontade iminente, nem se respeitam como família. Começam a interagir na realidade, transando enquanto se distraem e se excitam com cada cena do mesmo filme pornô; se apalpando o corpo todo, depois ele levanta as pernas dela, abrindo em formato de V, beijando toda a virilha dela, lambendo por vários trechos a buceta e a barriga, que a deixam totalmente fascinada, deitada nos bancos da sala particular de filmes eróticos, se divertindo, instigados por tanta paixão e luxúria que não conseguem se conter. Ele beija e chupa os peitões gostosos que ela tem, com toda a pose de madrasta pela idade. Ela implora pra ele comer ela com toda urgência, que quer gozar junto com ele. Seguindo as ordens, ele a levanta, dobra ela com a cara no chão, apoiada na televisão, abre as pernas dela e mete o pau no cuzinho delicioso da madrasta, com uma força que a deixa dolorida e arrebentada ao meio, mas ela finge que aguenta, porque tá adorando de verdade o ato, que é acolhedor vindo do enteado, que mantém a mão nos peitos dela, deixando-a completamente dominada, dando umas gozadas de porra no cu dela. Trocam de posição: ele senta, e ela monta em cima pra se masturbar com o pau na buceta, que ele segura firme com as duas mãos, acariciando magistralmente as coxas, os glúteos e os peitos da própria madrasta, que está super extraordinariamente alucinada e, claro, potencializada ao triplo, os dois completamente suados, caudalosos, fluentes e tempestuosos. Ela se abaixa, praticamente abrindo as pernas do enteado, agarra com as mãos, esfrega o pau dele várias vezes pra chupar ele com a boca e engolir tudo. Garganta toda cheia do sêmen que tá vazando dele por causa da gozada que ele teve há poucos instantes com a madrastra, enfiando na boca dela ao chupar e lamber estreladamente enquanto segurava e acariciava os cabelos lindos dela. O enteado tá todo alucinado, emocionado, feliz, satisfeito, realizado, orgulhoso da sua hombridade, virilidade de homem, mesmo sendo a primeira vez dele com uma mulher, no caso, a própria madrastra na vida familiar e pessoal dele, curtindo ela toda pelada e alvoroçada por causa da porra da pica quente que é o pau adolescente dele agora, por causa da madrastra ardente que parece uma putona, a própria madrastra. No final, ele experimenta um clímax amoroso que nunca sentiu com nenhuma outra garota que não passou de amizade e coleguismo de estudo. Abraçados e ela sentada em cima dele com as pernas cruzadas e levantadas, sendo possuídas pela mão do enteado, eles ficam cansados e semi-nus, enquanto ele fala: "Vão ser sete meses muito compartilhados com meu enteado preferido, não acha, papai?" chamando ele de carinhoso e simpático, o próprio enteado. Quando os dois filmes alugados terminam, eles se vestem, arrumam toda a roupa, penteiam o cabelo e retocam a maquiagem, saindo normalmente abraçados e meio chorosos por causa do filme, disfarçando a safadeza que estavam fazendo dentro da sala de filmes pornôs. Vão comer porque tão com uma fome voraz de tanta atividade sexual que tiveram, livre de Deus e por vontade própria dos dois, por causa dos filmes pornôs que alugaram no mesmo local de filmes eróticos, sexuais e pornográficos. Tanto a madrastra quanto o enteado decidem passear livremente, já que o pai e marido tá ausente por mais de sete meses.
Entram no carro pra sair alegremente e chegam a um shopping lotado de gente pra caramba. O enteado faz a cortesia de abrir a porta do carro pra ela, e de mãos dadas caminham juntos olhando vitrines. Então ele puxa ela pra dentro de uma loja de lingerie feminina, indo direto pra seção de fio dental. Quando ela vê, fica vermelha e com cara de vergonha, mas o enteado comenta: "Não fica envergonhada, aproveita pra usar pra mim quando a gente estiver a sós no meu quarto. Fica muito bom em você e delineia perfeitamente seus relevos e contornos anatômicos." Ele a reanima, e ela decide experimentar. Escolhe cinco pares pra provar e ver como os fios dentais ajustam nela, levando todos os cinco. Depois, vão pra outra loja de roupas, bem abraçados, olhando saias floridas longas que ele gosta, já que ela é alta. Ele escolhe uma saia justa de couro com poliéster, ela veste e exibe pro enteado, que sorri e diz que ficou no tamanho certo — levam essa também.
Saindo, ele a convida pra entrar num local de filmes pornô, onde alugam uma sala pra assistir. Ele escolhe dois filmes, entram juntos, com a madrasta ao lado, sentados, e assistem. Ao ficarem um pouco excitados com as cenas, ela levanta a saia florida, tira a calcinha, sobe o suéter, tira o sutiã, ele abre a calça, tira o pau ereto, gigantesco, duro e gozador — eles não conseguem segurar a vontade iminente, nem se respeitam como família. Começam a interagir na realidade, transando enquanto se distraem e se excitam com cada cena do mesmo filme pornô; se apalpando o corpo todo, depois ele levanta as pernas dela, abrindo em formato de V, beijando toda a virilha dela, lambendo por vários trechos a buceta e a barriga, que a deixam totalmente fascinada, deitada nos bancos da sala particular de filmes eróticos, se divertindo, instigados por tanta paixão e luxúria que não conseguem se conter. Ele beija e chupa os peitões gostosos que ela tem, com toda a pose de madrasta pela idade. Ela implora pra ele comer ela com toda urgência, que quer gozar junto com ele. Seguindo as ordens, ele a levanta, dobra ela com a cara no chão, apoiada na televisão, abre as pernas dela e mete o pau no cuzinho delicioso da madrasta, com uma força que a deixa dolorida e arrebentada ao meio, mas ela finge que aguenta, porque tá adorando de verdade o ato, que é acolhedor vindo do enteado, que mantém a mão nos peitos dela, deixando-a completamente dominada, dando umas gozadas de porra no cu dela. Trocam de posição: ele senta, e ela monta em cima pra se masturbar com o pau na buceta, que ele segura firme com as duas mãos, acariciando magistralmente as coxas, os glúteos e os peitos da própria madrasta, que está super extraordinariamente alucinada e, claro, potencializada ao triplo, os dois completamente suados, caudalosos, fluentes e tempestuosos. Ela se abaixa, praticamente abrindo as pernas do enteado, agarra com as mãos, esfrega o pau dele várias vezes pra chupar ele com a boca e engolir tudo. Garganta toda cheia do sêmen que tá vazando dele por causa da gozada que ele teve há poucos instantes com a madrastra, enfiando na boca dela ao chupar e lamber estreladamente enquanto segurava e acariciava os cabelos lindos dela. O enteado tá todo alucinado, emocionado, feliz, satisfeito, realizado, orgulhoso da sua hombridade, virilidade de homem, mesmo sendo a primeira vez dele com uma mulher, no caso, a própria madrastra na vida familiar e pessoal dele, curtindo ela toda pelada e alvoroçada por causa da porra da pica quente que é o pau adolescente dele agora, por causa da madrastra ardente que parece uma putona, a própria madrastra. No final, ele experimenta um clímax amoroso que nunca sentiu com nenhuma outra garota que não passou de amizade e coleguismo de estudo. Abraçados e ela sentada em cima dele com as pernas cruzadas e levantadas, sendo possuídas pela mão do enteado, eles ficam cansados e semi-nus, enquanto ele fala: "Vão ser sete meses muito compartilhados com meu enteado preferido, não acha, papai?" chamando ele de carinhoso e simpático, o próprio enteado. Quando os dois filmes alugados terminam, eles se vestem, arrumam toda a roupa, penteiam o cabelo e retocam a maquiagem, saindo normalmente abraçados e meio chorosos por causa do filme, disfarçando a safadeza que estavam fazendo dentro da sala de filmes pornôs. Vão comer porque tão com uma fome voraz de tanta atividade sexual que tiveram, livre de Deus e por vontade própria dos dois, por causa dos filmes pornôs que alugaram no mesmo local de filmes eróticos, sexuais e pornográficos. Tanto a madrastra quanto o enteado decidem passear livremente, já que o pai e marido tá ausente por mais de sete meses.
1 comentários - Minha madrasta e eu