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Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Bom dia! Como é que tão por aqui?", disse a Alicia, cumprimentando.
"Te falei, ele ficou mudo", respondeu a Tânia. "Não vai falar nada?"
"Err... claro! Oi! O que vocês tão fazendo aqui? Não esperava vocês até... bom, daqui a muito tempo", consegui responder.
"Foi uma surpresa pra gente também...", continuou a Alicia. "A gente pegou vocês dormindo?"
"É... ontem a gente ficou acordado até tarde".
"Ah, desculpa. A gente volta mais tarde".
"Não, por favor, entra. Café?"
"Valeu".
Elas entraram em casa e a gente foi pra sala de jantar. Eu fui fazer café, torcendo pra que o número de perguntas naquele dia fosse o mínimo. Se minhas primas aparecessem peladas, ou de lingerie... bom, sempre dava pra falar que eu tinha dormido no sofá.
"Ué! Oi!"
A voz inconfundível da Rocío me deixou tenso. Ela tinha cumprimentado animada ao ver a Alicia e a Tânia, mas me perguntei quanta alegria real ela sentia. Não era segredo que ela queria comer a loira.
Era um sentimento que vinha junto com a culpa, já que eu me sentia muito ligado emocionalmente às minhas primas, mas sexo era sexo.
"Bom dia, primas. Como é que dormiram?", perguntei, já que naquele momento a Yolanda também entrou.
"Maravilhosamente bem. Esse colchão tem alguma coisa que faz a gente descansar".muito, ela afirmou, e eu tentei disfarçar. Encontrei um segundo sentido na frase dela.
"E aí, como foi a carteira?", perguntou Rocío, colocando açúcar na xícara dela.
"Pra matar eles", respondeu Tania. "A gente fez a prova teórica. Foi de boa, Ali não errou nada, e eu passei com um erro."
"E logo depois, quando a gente ia fazer a prática, falaram que tinha greve", continuou Alicia, com amargura, "e entre isso e o fechamento, a gente só pode fazer em setembro."
"E por isso a gente voltou antes do previsto."
"Poxa, que azar... mas faz bem, daqui a algumas semanas vocês tiram isso", disse Yolanda. De algum jeito, se ainda estava magoada com Alicia, disfarçava muito bem. Falava no tom doce de sempre.
Naquele momento, apareceu Enrique, exibindo uma cueca (umas bem caras que ele tinha, feitas pra marcar o pau todo), seguido por uma Irene sorridente, com o cabelo todo bagunçado. Mesmo que quisessem negar, tinham passado uma noite bem "animada".
"Qual é o plano hoje?", perguntou ela. "Praia? Festa? Praia e festa?", quis saber.
"Se todo mundo concordar, praia e festa", sugeriu Enrique, enquanto tomava café pra voltar ao mundo dos vivos.
"Legal"
Então combinamos de nos vestir, pegar as toalhas, acompanhar Alicia e Tania até o apartamento delas pra elas pegarem as delas também e ir pra praia. Irene ia contatar os outros pra se juntarem a gente lá.
Como tinha que disfarçar um pouco, eu me troquei no banheiro, enquanto minhas primas faziam o mesmo no quarto. Fiquei triste de perder a vista, mas algo me dizia que aquela noite ia ser mais animada.
Caminhamos até o apartamento das meninas. Durante o passeio, tive a chance de conversar tranquilamente com Alicia e Yolanda. Minha prima parecia ter deixado de lado a hostilidade com Alicia, o que não era ruim.
Por algum motivo, além disso, ela se ofereceu pra subir também no apartamento. "Pra caso vocês precisem de ajuda pra carregar alguma coisa", disse. Então subimos nós quatro, enquanto Rocío, Enrique e Irene esperavam no frescor da entrada.
“Já estamos”, disse Tânia, antes de entrar no quarto.
Foi só as garotas sumirem atrás das portas e Yolanda se jogou em cima de mim. Me beijou até me deixar contra a parede, cortou minha respiração, pressionou os lábios e a língua dela inundou minha boca. Senti o corpo todo dela colado no meu.
“Podem nos pegar…” sussurrei.
“Eu sei… é que me deu um tesão. Mas fica tranquilo, não quero estragar sua chance com ela.”
Antes que eu pudesse responder, ouvi a voz da Alicia me chamando pra ajudar. Yoli me deixou passar e esperou.
“Fala, Ali… ci… a”
A loira estava me esperando pelada, com um biquíni em cada mão. O azul era mais tradicional, enquanto o vermelho era mais ousado. Tinha certeza de que o pano não ia dar conta de cobrir todos os peitos dela.
“Qual você recomenda?”, perguntou, tentando soar inocente.
“O-o azul”
“Como pode opinar sem me ver usando?”, perguntou, safada.
“Bom…”
“Vou vestir o azul, com uma condição”, disse enquanto se aproximava de mim, tão perto que dava pra sentir o perfume inebriante dela. “Fica aqui esta noite.”dormir, cê sabe. Da outra vez eu fiquei com vontade”.
Aceitei sem hesitar, algo que mais tarde eu iria repensar. Mas naquele momento o sangue do meu corpo não estava na minha cabeça, e sim na cabeça do meu pau.
“Bom, então isso é uma prévia desta noite”, ela disse enquanto se virava e se abaixava pra vestir a fio dental do biquíni, me dando uma visão perfeita da bunda e da buceta dela, tudo bem depilado. Tive que segurar muito a vontade de não tirar o pau ali mesmo e começar a esfregar nela. “Espero que você tenha gostado”, ela falou, se levantando.
O que eu não consegui controlar foi levar as mãos pros peitos dela por trás. Massageei eles, aproveitando o toque macio. Ela tentou não gemer. A gente tava se esquentando muito, aí ela afastou minhas mãos bem devagar, então não era que não tava a fim de brincar, mas que a gente ia ter que esperar.Vai ser longa a espera até hoje à noite.— sussurrou para mim.
Provei o gosto dos lábios dela, e saímos de lá como se nada tivesse acontecido. Tânia também saiu do quarto dela. Yolanda ajudou a carregar o guarda-sol enquanto eu e Alicia levávamos uma caixa térmica pesada de praia.
Naquele dia, encontramos um lugar bom ao lado de umas pedras. Armamos os guarda-sóis e as toalhas. Eu estava afim de dar um bom mergulho, mas antes…
— Não consigo passar protetor nas costas… — disse Alicia, me estendendo o pote.
Tentei não prestar atenção nos olhares desconfiados que minhas primas me lançaram, e passei a meleca nas costas daquela garota que parecia disposta a me provocar a qualquer custo. Percebi que a pele dela estava toda especialmente macia.
— Faz pra mim também? — pediu Tânia.
Não lembro se a Alicia achou isso legal, mas considerando que naquele momento o Henrique estava fazendo o mesmo com a Irene, e que a Rocío estava passando protetor na Yolanda, achei feio dizer não. Tenho que admitir, ela também era uma garota muito gostosa, mas minha conexão tinha sido com a Alicia.
E mesmo assim, ela tinha alguma coisa. De qualquer forma, ela tirou o pote da minha mão e passou protetor nas minhas costas. Me perguntei se alguém ia acabar morrendo de ciúmes naquele dia, já que ao longe vi o resto do grupo da Irene se aproximando.
Eu preferi não ficar muito perto da bagunça e fui nadar. Me afastei bastante até chegar a uma pedra que se destacava no mar. Era plana, ideal pra deitar, e subi nela. Senti a bunda queimar um pouco por causa do calor da pedra. Mas quase caí.
— Fugindo da sua namorada?
A Rocío tinha me seguido até lá, e com o mesmo barulho que eu fazia nadando, não tinha percebido.
— Achava que ia ficar sozinho aqui — falei.
— Pra não se esquentar vendo a Alicia? — brincou ela. — Vocês estavam tão excitados que nem perceberam que a Yolanda viu tudo pela fresta da porta.
Meu coração foi pro chão.
— Ela sabe que não pode te parar. Nem você a ela. Vocês precisam ter experiência com mais gente. Espero que não se importe de eu tentar convencê-la…”
“De passar a noite com um deles?”
“Sim. E mais, se você dormir fora, quero que a Silvia fique comigo.”
Sentei ao lado da Rocío pra contemplar o oceano. Mas ela não parecia querer admirar a paisagem, então montou em cima de mim, de pernas abertas, e apoiou a cabeça no meu ombro.
“Por que tudo tem que ser tão difícil?”
“Por que você pergunta?”
“Por ter que nos esconder”, falei. “Não gosto nada… tudo que a gente faz pra disfarçar me faz sentir que tô traindo vocês ou algo assim.”
“E isso te honra, primo. Mas somos jovens. É normal querer experimentar”, disse Rocío. “Não se preocupa. Sei que você nos ama.”
Ela se abraçou em mim e começou a passar as pontas dos dedos pelas minhas costas.
“Tô pensando que talvez fosse bom você gozar agora… assim você teria mais resistência essa noite”, sugeriu inocente.
“Cê acha que até a noite vai fazer diferença?”, perguntei rindo.
“Talvez não, mas não te dá vontade de foder um pouquinho?”
Gostei que ela foi tão direta. Pra não perder muito tempo, ela tirou os peitos do tecido do biquíni, sem desabotoar. Chupei eles com gosto. Amava o sabor da minha prima. Rocío jogou a cabeça pra trás, de olhos fechados, suspirando.
A natureza dela não era exatamente ficar parada, então começou a apalpar meu pau, enfiando a mão dentro da minha sunga. Endureceu rápido. Rocío desceu de cima de mim e deixou cair uma boa quantidade de cuspe no meu pênis.
“Prefiro que você não meta com o sal do mar”, disse enquanto me masturbava, deixando bem limpinho. “Quero que só você seja o que eu tenho dentro.”
Essas frases me excitavam muito. Quando pareceu satisfeita com o estado dele, ela se apoiou de quatro na pedra, se oferecendo pra continuar. Eu afastei suavemente o tecido da fio dental do biquíni dela, sem tirar completamente. Só o suficiente pra poder meter meu pau dentro da bucetinha dela.
“Não precisa ser tão delicado, primo. Você já me comeu com mais força”, ela me disse. “Melhor a gente não demorar muito mais”.
Então parei com as frescuras e comecei a meter com vontade. Eu tava metendo com gosto, e os gemidos dela enchiam o ar. Ainda bem que a gente tava sozinho, como eu fazia questão de conferir a cada poucos minutos. Parei um instante, quando ela quis virar de costas e se oferecer pra mim com as pernas levantadas e bem abertas.
Assim a gente conseguiu se beijar enquanto o momento de gozar se aproximava. Meu corpo foi ficando tenso conforme eu chegava lá. Rocío gemeu longamente. Tinha acabado.
“Es-espera um pouco”, ela pediu.
Parei quase na hora. Ela se levantou e começou a chupar meu pau. Chupava do jeito que só ela sabia, junto com uma massagem nas minhas bolas. Gozei gostoso na boquinha dela, e ela não deixou escapar nem uma gota do meu leite.
“Ainda bem… sabe que não me importo de você gozar dentro, primo, mas se vou fazer com a Silvia, prefiro que ela sinta minha buceta limpinha”, ela disse.
Entendi, e tive que tirar da cabeça a imagem da minha prima fazendo tesoura com a Silvia pra não ficar excitado de novo.
Ela guardou os peitos de volta no biquíni e a gente voltou nadando pras toalhas. Me surpreendi ao ver que tinha pouca gente. Alicia, Tânia, meu primo e Pedro jogando chinchón (um jogo de cartas parecido com pôquer).
“E os outros?”, perguntei.
“Devem ter se afogado. Parecia que vocês também”, riu meu primo.
“Onde vocês estavam?”, perguntou Alicia, preocupada.
“Uma onda levou meu biquíni, ele tava me ajudando a procurar”, respondeu Rocío com habilidade. “Posso jogar?”
Ela animou pra jogar uma partida enquanto eu ia procurar os outros na água. Nadei um pouco e avistei a Yolanda ao longe. O cabelo dela e o biquíni eram inconfundíveis pra mim. Fui me aproximar, mas parei quando vi que ela tava se beijando com alguém. Com o Juan, pra ser exato.
Aquela sensação me inundou de novo. Raiva, descontrole. Nunca me considerei uma pessoa ciumenta, mas naquela situação, controlar isso era bem complicado. Fui me virar e naquele momento, trombei com alguém. Senti meu nariz contra uma testa.
“Ai!”
“Ai, que dor!”
Soube quem estava falando antes mesmo de abrir os olhos, que eu tinha fechado por causa da dor. Era a Ainhoa, que tinha chegado perto de mim. Com ela vinha a Tania.
“Que dor... por que você se virou tão de repente?”, perguntou Ainhoa.
“Porque não esperava que tivesse ninguém atrás, talvez”, falei. “Vocês estavam me procurando?”
“Sim, é que sem querer a gente se separou muito e já tá na hora de comer alguma coisa”, disse Tania. “Aquela ali é sua prima?”
“Sim...”
“Vou chamar ela”, se ofereceu Ainhoa, e foi pra lá.
“Toma cuidado, pichabrava”, soltou Tania de repente, quando ficamos sozinhos.
“Cuidado com o quê?”
“Bom, você já viu que a gente já se conhecia com a Ainhoa e o pessoal... a gente se encontrou alguns verões com eles, e combinamos...”
“Vai direto ao ponto, eles já tão voltando”, falei.
“Entre a Alicia e a Ainhoa tem rivalidade. Pra ver quem é mais gostosa pros caras e tal.”
“E com isso o que você quer me dizer?”
“Que a Ainhoa tá de olho em você, cego, e se a Alicia desconfiar de algo, ela pode ficar puta, com ela e com você.”
“Então pode ficar tranquila. A Ainhoa é legal, eu gosto dela, mas não me interesso desse jeito.”
“Melhor.”
Yolanda, Juan e Ainhoa chegaram. Eu sorri meio forçado e voltamos pras toalhas. É verdade que com todo mundo que a gente era, ocupávamos um bom pedaço da praia, mas foi divertido. Bom, pelo menos é o que eu lembro, já faz anos isso e vocês também não tão tão interessados nesses detalhes.
O que posso dizer é que, com certeza, senti uma certa tensão no ar entre a Alicia e a Ainhoa. Parecia que as duas estavam disputando minha atenção, sutilmente, mas não tinha dúvida de que, de certo modo, tentavam se sobressair uma sobre a outra. Tenho que admitir que me sentir assediado não foi uma experiência legal. Quando enchemos o saco da praia, fomos pra casa, emgrande comitêNem sei como conseguimos chegar sem problemas até a piscina, onde colocamos a música.
Em certo ponto da noite, vendo que as reservas de cerveza estavam acabando, fui na cozinha buscar mais. Aproveitei pra pegar um copo d'água também, já que nunca fui muito chegado a álcool (nem hoje sou). E quando fui abrir a geladeira, alguém estava me esperando.
"Você vai me evitar a noite toda?"
Ainhoa estava parada na frente do eletrodoméstico, com uma aparência bem espetacular. No jardim, as meninas tinham decidido enrolar uma toalha como saia, mas ela continuava exposta. Bem, de biquíni.
"Te evitar?"
"Já sabia... olha, percebi que você não é muito bom em captar sinais, mas faz dois dias que tô jogando charme e você não me dá bola."
"Ah, bom... é, não sou bom nisso, não...", falei, meio sem graça.
"E agora que você sabe?"
"E agora que eu sei... o quê?"
"Se você vai me comer ou se vou te comer."
Fiquei tão pasmo com aquela frase tão direta que não consegui responder de cara.
"Ontem você não olhou muito... gostou?", perguntou, desabotoando o biquíni e mostrando os peitos.
"Isso é meio fora de lugar..."
"Que bobagem..."
Ela chegou tão perto de mim que não consegui evitar que ela colocasse a mão na minha virilha. Apalpou e massageou com cuidado, mas o cuidado não impediu que eu ficasse duro. Ela sorriu e assobiou com admiração.
"Nossa... me interessa o que tem aqui..."
Antes de tirar pra fora, ela abaixou um pouco a calcinha, mostrando a buceta. Assim como eu, tinha pouco pelo, e tenho quase certeza de que também crescia pouco, não era por depilação.
"Por favor... isso não tá certo..."
"Claro que não tá certo", disse, e puxou minha sunga pra baixo. Com tanta força que bati com o pau na bochecha dela de tão perto que tava.IssoTá bom".
"O cara te disse que não. Você é surda?"
Quem tinha falado era a Alicia, que olhava puta da vida pra cena. Meu coração foi pro chão. Atrás dela estava a Rocío, preocupada. Olhei pra Ainhoa, que tinha ficado pálida.
"Ah... oi..."
"O que você tá fazendo com ele?"
"Nada, eu só..."
"Olha, sua puta, eu ouvi ele te falar que não. Então..."
"Qual é? Quer dar pra ele, é?"
"Exato"
Eu queria que a terra me engolisse.
"Então ele que tem que escolher".
"Meu primo já escolheu. Não quer nada com você", interferiu a Rocío.
"Então você vai me rejeitar?", ela me perguntou, indignada.
Sem coragem de responder, virei a cabeça. A Ainhoa explodiu de raiva.
"Vão tomar no cu! Seus arrombados, vocês vão se arrepender! Essa aí é uma frígida!"
Por um momento, vi a Alicia prestes a dar um tapa na Ainhoa, mas ela se segurou. A Ainhoa vestiu o biquíni de novo, pegou a toalha e saiu batendo a porta. Olhei pra Alicia, preocupado.
"Fica tranquilo... já passou..."
Ela se agachou na minha frente, que ainda tava paralisado, e puxou minha sunga pra cima. Saímos pra rua de novo, o que eu agradeci. A Rocío cuidou pra que os outros não perguntassem muito sobre o que tinha rolado, e não demorei pra sugerir pra Alicia que a gente fosse embora.
"Tem certeza que você quer?"
Assenti várias vezes. Depois daquele perrengue, eu não podia ficar sem transar com ela. Pelo menos não por minha causa. Mas ela ainda parecia disposta, então sorriu e a gente se despediu dos outros.
"Se divirtam essa noite", disse a Yolanda, e me roubou um beijo escondido quando ninguém olhava.
"Tomem cuidado", completou a Rocío, que também me beijou.
"E vocês também se divirtam", falei, e pisquei o olho pra elas, antes de a gente ir embora.
A Tania veio com a gente, mas a Alicia tava de boa na frente dela, então a gente foi no caminho se apalpando sem problema. Eu tava com o braço por trás das costas dela, com a mão na bunda dela, e ela me... ia apertando um pouco o pau enquanto verificava se não tinha ninguém na rua.
Chegamos no apartamento, e a Tânia se ofereceu pra se retirar.
“Têm a casa inteira pra vocês. Menos o meu quarto”, ela disse. “Aliás, mesmo você parecendo um cara legal… cuidado com ela, ok?”, me avisou.
“Vou ter”, garanti.
Ela nos deixou sozinhos, e a Alicia tirou toda a roupa num instante. Me empurrou pro sofá, subiu em cima de mim, e devorou meus lábios. Dava pra sentir como ela esfregava a buceta dela no meu pau, que endureceu rápido. Ela se afastou por um momento, mas não parou aquele movimento tão gostoso de quadril.
“Você tá bem mesmo?”, ela perguntou.
“Claro”
“Tava com medo que com o que aconteceu antes você não quisesse foder…”
“Como é que eu não ia querer? Tô morrendo de vontade…”
Ela me beijou de novo, e dessa vez parou o quadril. Sem separar os lábios dos meus, foi tirando minha sunga, até que ficamos completamente pelados no sofá.
“Deixei as camisinhas por perto”, ela disse com um sorriso.
Ela saiu de cima de mim. Tinha colocado elas entre as almofadas do sofá. Se ajoelhou de quatro pra procurar. E aquela visão foi a minha perdição. Dava pra ver desde a bunda dela até a buceta completamente oferecidas pra mim. Abertas. Me esperando. Me joguei nela perdendo a cabeça. Coloquei as mãos nas nádegas dela, e comecei a chupar a buceta dela.
As forças faltaram e o peito dela caiu no sofá. Mas as pernas ela manteve erguidas pra cima, e eu pude ter um verdadeiro banquete com os sucos dela. Tinha um gosto muito diferente do das minhas primas quando eu chupava a periquita delas.
“Safado… não precisava fazer isso…”
Ignorei a frase dela e continuei dando prazer com minha língua, que se movia livre pelo sexo dela. Era ótimo ter ela assim tão submissa. Acariciei mais pontos das costas e do quadril dela. Não demorou pra ela avisar que ia gozar. Como se aquilo fosse me parar. Tava me divertindo pra caralho fazendo aquilo com ela. Gemeu mais e mais até que consegui o que queria. O orgasmo dela. Dessa vez eu parei. quando ela me pediu.
“Filho da minha vida… onde você esteve todo esse tempo?”
A resposta sincera teria sido “me acabando na punheta”, mas era errado falar ali. Percebi que tinha o pacote brilhante de uma cartela de camisinhas na mão. Tirei elas, separei uma, e fui colocando.
“Espera… ainda não chupei você”
“Não precisa. Você não quer que eu meta?”, perguntei, num surto de coragem.
Claro que queria. Ela me esperou deitada de costas com as pernas abertas, e esperou que eu ficasse na frente dela. Tava tão molhada, e com o lubrificante da borrachinha, meu pau deslizou bem suave pra dentro dela.
“Ah… sim… assim que eu gosto…”
Comecei a foder ela. Não dava pra sentir o calor da buceta por causa da camisinha, mas não encontrei muita resistência no corpo dela. Não era especialmente apertada, mas mesmo assim era uma delícia meter nela. Aos poucos ela também foi mexendo o quadril, melhorando a sensação que eu tinha ao enfiar.
“Goza quando quiser…”, ela disse.
Não ia me segurar. Tava excitado demais com tanto tesão num dia só, então acelerei o ritmo conforme precisava, e gozei dentro da borracha. Quando tirei, e dei um nó pra não sujar nada, ela segurou na mão.
“Porra… você gozou mesmo”.
“Acha ruim?”
“Adoro. Porque agora você não vai resistir à minha boca”.
Ela se jogou no meu pau e engoliu de uma vez. É verdade que depois do orgasmo, não tava completamente duro, mas ainda tinha muito sangue circulando ali, e não demorou pra ficar rijo de novo. Mas Alicia me mostrou em bem pouco tempo que já tinha fodido muitas vezes antes de mim. Tava fazendo várias gargantas profundas. E ver a boca dela colada no meu corpo porque meu pau inteiro tava dentro dela era porra de excitante.
“Cuidado… não se machuca…”, falei.
“Tenho uma ideia melhor então…”
Ela ficou de quatro de novo, deixando que eu fosse quem Vou foder essa boquinha sua. Não estava tão ruim, dava pra controlar até onde enfiava, e sentia prazer quando a língua dela ia de encontro à minha glande… e ainda assim, não consegui evitar que, uma hora ou outra, ela se jogasse pra frente e fizesse aquela profundão de novo.
“Você me avisa quando for gozar?”
Claro que avisei. Terminei gozando na língua dela, várias vezes. Alicia foi engolindo meu sêmen enquanto eu gozava. Um jatinho caiu no canto dos lábios dela, mas ela limpou numa boa.
Achei que por aquela noite já bastava. Mas parecia que ela queria compensar a noite que não pudemos foder, e me contou uma fantasia que tinha.
Fomos pra cozinha realizar. Ela se apoiou na bancada, com as pernas abertas, e comecei a dilatar o cu dela. Com cuidado, com paciência, sem quebrar o encanto. Não fiz mais nada até ela mesma pedir. Senti que o ânus dela já estava preparado.
“Não coloca camisinha… não vou ficar satisfeita se você não gozar dentro…”
E assim comecei a foder o cu dela contra o móvel da cozinha. Ela gemia. Eu comecei devagar, mas era impossível resistir à tentação por muito tempo de aumentar o ritmo. E mesmo assim, ela tava adorando. Nós dois estávamos curtindo. Eu já tinha ouvido falar do “orgasmo anal”, e me perguntei se a gente ia conseguir chegar lá.
“Me dá mais… isso, assim… eu gosto, eu gosto… oh, siiiim… mais forte… mmmmmm, siiiiiiiim…”
Ouvir ela gemer como se fosse um filme pornô não ajudou a controlar a gozada. Sem perceber, bati na bunda dela. E longe de ficar brava, ela parecia ainda mais excitada. Pediu pra eu fazer de novo, e assim fui dando um tapa a cada poucas enfiadas. Gozei que nem um condenado dentro do cu dela, que tava bem vermelho de tanto tapa.
“Foi maravilhoso…”
A gente se certificou de que tudo estava limpo antes de ir dormir. A cama dela era confortável. Ela se aninhou comigo e me deu um beijo de língua.
Fechei os olhos. Por um lado, tinha curtido pra caralho. Muito. Mas por outro lado, eu me perguntava se minhas primas (que ainda eram minhas namoradas) também tinham transado naquela noite.E se vocês quiserem ler mais...
Sara, namorada transexual(continuando)
AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga travesti.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pó com a minha ex… e a minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso realizar essa tradução.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga
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Capítulo 2
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Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Bom dia! Como é que tão por aqui?", disse a Alicia, cumprimentando.
"Te falei, ele ficou mudo", respondeu a Tânia. "Não vai falar nada?"
"Err... claro! Oi! O que vocês tão fazendo aqui? Não esperava vocês até... bom, daqui a muito tempo", consegui responder.
"Foi uma surpresa pra gente também...", continuou a Alicia. "A gente pegou vocês dormindo?"
"É... ontem a gente ficou acordado até tarde".
"Ah, desculpa. A gente volta mais tarde".
"Não, por favor, entra. Café?"
"Valeu".
Elas entraram em casa e a gente foi pra sala de jantar. Eu fui fazer café, torcendo pra que o número de perguntas naquele dia fosse o mínimo. Se minhas primas aparecessem peladas, ou de lingerie... bom, sempre dava pra falar que eu tinha dormido no sofá.
"Ué! Oi!"
A voz inconfundível da Rocío me deixou tenso. Ela tinha cumprimentado animada ao ver a Alicia e a Tânia, mas me perguntei quanta alegria real ela sentia. Não era segredo que ela queria comer a loira.
Era um sentimento que vinha junto com a culpa, já que eu me sentia muito ligado emocionalmente às minhas primas, mas sexo era sexo.
"Bom dia, primas. Como é que dormiram?", perguntei, já que naquele momento a Yolanda também entrou.
"Maravilhosamente bem. Esse colchão tem alguma coisa que faz a gente descansar".muito, ela afirmou, e eu tentei disfarçar. Encontrei um segundo sentido na frase dela.
"E aí, como foi a carteira?", perguntou Rocío, colocando açúcar na xícara dela.
"Pra matar eles", respondeu Tania. "A gente fez a prova teórica. Foi de boa, Ali não errou nada, e eu passei com um erro."
"E logo depois, quando a gente ia fazer a prática, falaram que tinha greve", continuou Alicia, com amargura, "e entre isso e o fechamento, a gente só pode fazer em setembro."
"E por isso a gente voltou antes do previsto."
"Poxa, que azar... mas faz bem, daqui a algumas semanas vocês tiram isso", disse Yolanda. De algum jeito, se ainda estava magoada com Alicia, disfarçava muito bem. Falava no tom doce de sempre.
Naquele momento, apareceu Enrique, exibindo uma cueca (umas bem caras que ele tinha, feitas pra marcar o pau todo), seguido por uma Irene sorridente, com o cabelo todo bagunçado. Mesmo que quisessem negar, tinham passado uma noite bem "animada".
"Qual é o plano hoje?", perguntou ela. "Praia? Festa? Praia e festa?", quis saber.
"Se todo mundo concordar, praia e festa", sugeriu Enrique, enquanto tomava café pra voltar ao mundo dos vivos.
"Legal"
Então combinamos de nos vestir, pegar as toalhas, acompanhar Alicia e Tania até o apartamento delas pra elas pegarem as delas também e ir pra praia. Irene ia contatar os outros pra se juntarem a gente lá.
Como tinha que disfarçar um pouco, eu me troquei no banheiro, enquanto minhas primas faziam o mesmo no quarto. Fiquei triste de perder a vista, mas algo me dizia que aquela noite ia ser mais animada.
Caminhamos até o apartamento das meninas. Durante o passeio, tive a chance de conversar tranquilamente com Alicia e Yolanda. Minha prima parecia ter deixado de lado a hostilidade com Alicia, o que não era ruim.
Por algum motivo, além disso, ela se ofereceu pra subir também no apartamento. "Pra caso vocês precisem de ajuda pra carregar alguma coisa", disse. Então subimos nós quatro, enquanto Rocío, Enrique e Irene esperavam no frescor da entrada.
“Já estamos”, disse Tânia, antes de entrar no quarto.
Foi só as garotas sumirem atrás das portas e Yolanda se jogou em cima de mim. Me beijou até me deixar contra a parede, cortou minha respiração, pressionou os lábios e a língua dela inundou minha boca. Senti o corpo todo dela colado no meu.
“Podem nos pegar…” sussurrei.
“Eu sei… é que me deu um tesão. Mas fica tranquilo, não quero estragar sua chance com ela.”
Antes que eu pudesse responder, ouvi a voz da Alicia me chamando pra ajudar. Yoli me deixou passar e esperou.
“Fala, Ali… ci… a”
A loira estava me esperando pelada, com um biquíni em cada mão. O azul era mais tradicional, enquanto o vermelho era mais ousado. Tinha certeza de que o pano não ia dar conta de cobrir todos os peitos dela.
“Qual você recomenda?”, perguntou, tentando soar inocente.
“O-o azul”
“Como pode opinar sem me ver usando?”, perguntou, safada.
“Bom…”
“Vou vestir o azul, com uma condição”, disse enquanto se aproximava de mim, tão perto que dava pra sentir o perfume inebriante dela. “Fica aqui esta noite.”dormir, cê sabe. Da outra vez eu fiquei com vontade”.
Aceitei sem hesitar, algo que mais tarde eu iria repensar. Mas naquele momento o sangue do meu corpo não estava na minha cabeça, e sim na cabeça do meu pau.
“Bom, então isso é uma prévia desta noite”, ela disse enquanto se virava e se abaixava pra vestir a fio dental do biquíni, me dando uma visão perfeita da bunda e da buceta dela, tudo bem depilado. Tive que segurar muito a vontade de não tirar o pau ali mesmo e começar a esfregar nela. “Espero que você tenha gostado”, ela falou, se levantando.
O que eu não consegui controlar foi levar as mãos pros peitos dela por trás. Massageei eles, aproveitando o toque macio. Ela tentou não gemer. A gente tava se esquentando muito, aí ela afastou minhas mãos bem devagar, então não era que não tava a fim de brincar, mas que a gente ia ter que esperar.Vai ser longa a espera até hoje à noite.— sussurrou para mim.
Provei o gosto dos lábios dela, e saímos de lá como se nada tivesse acontecido. Tânia também saiu do quarto dela. Yolanda ajudou a carregar o guarda-sol enquanto eu e Alicia levávamos uma caixa térmica pesada de praia.
Naquele dia, encontramos um lugar bom ao lado de umas pedras. Armamos os guarda-sóis e as toalhas. Eu estava afim de dar um bom mergulho, mas antes…
— Não consigo passar protetor nas costas… — disse Alicia, me estendendo o pote.
Tentei não prestar atenção nos olhares desconfiados que minhas primas me lançaram, e passei a meleca nas costas daquela garota que parecia disposta a me provocar a qualquer custo. Percebi que a pele dela estava toda especialmente macia.
— Faz pra mim também? — pediu Tânia.
Não lembro se a Alicia achou isso legal, mas considerando que naquele momento o Henrique estava fazendo o mesmo com a Irene, e que a Rocío estava passando protetor na Yolanda, achei feio dizer não. Tenho que admitir, ela também era uma garota muito gostosa, mas minha conexão tinha sido com a Alicia.
E mesmo assim, ela tinha alguma coisa. De qualquer forma, ela tirou o pote da minha mão e passou protetor nas minhas costas. Me perguntei se alguém ia acabar morrendo de ciúmes naquele dia, já que ao longe vi o resto do grupo da Irene se aproximando.
Eu preferi não ficar muito perto da bagunça e fui nadar. Me afastei bastante até chegar a uma pedra que se destacava no mar. Era plana, ideal pra deitar, e subi nela. Senti a bunda queimar um pouco por causa do calor da pedra. Mas quase caí.
— Fugindo da sua namorada?
A Rocío tinha me seguido até lá, e com o mesmo barulho que eu fazia nadando, não tinha percebido.
— Achava que ia ficar sozinho aqui — falei.
— Pra não se esquentar vendo a Alicia? — brincou ela. — Vocês estavam tão excitados que nem perceberam que a Yolanda viu tudo pela fresta da porta.
Meu coração foi pro chão.
— Ela sabe que não pode te parar. Nem você a ela. Vocês precisam ter experiência com mais gente. Espero que não se importe de eu tentar convencê-la…”
“De passar a noite com um deles?”
“Sim. E mais, se você dormir fora, quero que a Silvia fique comigo.”
Sentei ao lado da Rocío pra contemplar o oceano. Mas ela não parecia querer admirar a paisagem, então montou em cima de mim, de pernas abertas, e apoiou a cabeça no meu ombro.
“Por que tudo tem que ser tão difícil?”
“Por que você pergunta?”
“Por ter que nos esconder”, falei. “Não gosto nada… tudo que a gente faz pra disfarçar me faz sentir que tô traindo vocês ou algo assim.”
“E isso te honra, primo. Mas somos jovens. É normal querer experimentar”, disse Rocío. “Não se preocupa. Sei que você nos ama.”
Ela se abraçou em mim e começou a passar as pontas dos dedos pelas minhas costas.
“Tô pensando que talvez fosse bom você gozar agora… assim você teria mais resistência essa noite”, sugeriu inocente.
“Cê acha que até a noite vai fazer diferença?”, perguntei rindo.
“Talvez não, mas não te dá vontade de foder um pouquinho?”
Gostei que ela foi tão direta. Pra não perder muito tempo, ela tirou os peitos do tecido do biquíni, sem desabotoar. Chupei eles com gosto. Amava o sabor da minha prima. Rocío jogou a cabeça pra trás, de olhos fechados, suspirando.
A natureza dela não era exatamente ficar parada, então começou a apalpar meu pau, enfiando a mão dentro da minha sunga. Endureceu rápido. Rocío desceu de cima de mim e deixou cair uma boa quantidade de cuspe no meu pênis.
“Prefiro que você não meta com o sal do mar”, disse enquanto me masturbava, deixando bem limpinho. “Quero que só você seja o que eu tenho dentro.”
Essas frases me excitavam muito. Quando pareceu satisfeita com o estado dele, ela se apoiou de quatro na pedra, se oferecendo pra continuar. Eu afastei suavemente o tecido da fio dental do biquíni dela, sem tirar completamente. Só o suficiente pra poder meter meu pau dentro da bucetinha dela.
“Não precisa ser tão delicado, primo. Você já me comeu com mais força”, ela me disse. “Melhor a gente não demorar muito mais”.
Então parei com as frescuras e comecei a meter com vontade. Eu tava metendo com gosto, e os gemidos dela enchiam o ar. Ainda bem que a gente tava sozinho, como eu fazia questão de conferir a cada poucos minutos. Parei um instante, quando ela quis virar de costas e se oferecer pra mim com as pernas levantadas e bem abertas.
Assim a gente conseguiu se beijar enquanto o momento de gozar se aproximava. Meu corpo foi ficando tenso conforme eu chegava lá. Rocío gemeu longamente. Tinha acabado.
“Es-espera um pouco”, ela pediu.
Parei quase na hora. Ela se levantou e começou a chupar meu pau. Chupava do jeito que só ela sabia, junto com uma massagem nas minhas bolas. Gozei gostoso na boquinha dela, e ela não deixou escapar nem uma gota do meu leite.
“Ainda bem… sabe que não me importo de você gozar dentro, primo, mas se vou fazer com a Silvia, prefiro que ela sinta minha buceta limpinha”, ela disse.
Entendi, e tive que tirar da cabeça a imagem da minha prima fazendo tesoura com a Silvia pra não ficar excitado de novo.
Ela guardou os peitos de volta no biquíni e a gente voltou nadando pras toalhas. Me surpreendi ao ver que tinha pouca gente. Alicia, Tânia, meu primo e Pedro jogando chinchón (um jogo de cartas parecido com pôquer).
“E os outros?”, perguntei.
“Devem ter se afogado. Parecia que vocês também”, riu meu primo.
“Onde vocês estavam?”, perguntou Alicia, preocupada.
“Uma onda levou meu biquíni, ele tava me ajudando a procurar”, respondeu Rocío com habilidade. “Posso jogar?”
Ela animou pra jogar uma partida enquanto eu ia procurar os outros na água. Nadei um pouco e avistei a Yolanda ao longe. O cabelo dela e o biquíni eram inconfundíveis pra mim. Fui me aproximar, mas parei quando vi que ela tava se beijando com alguém. Com o Juan, pra ser exato.
Aquela sensação me inundou de novo. Raiva, descontrole. Nunca me considerei uma pessoa ciumenta, mas naquela situação, controlar isso era bem complicado. Fui me virar e naquele momento, trombei com alguém. Senti meu nariz contra uma testa.
“Ai!”
“Ai, que dor!”
Soube quem estava falando antes mesmo de abrir os olhos, que eu tinha fechado por causa da dor. Era a Ainhoa, que tinha chegado perto de mim. Com ela vinha a Tania.
“Que dor... por que você se virou tão de repente?”, perguntou Ainhoa.
“Porque não esperava que tivesse ninguém atrás, talvez”, falei. “Vocês estavam me procurando?”
“Sim, é que sem querer a gente se separou muito e já tá na hora de comer alguma coisa”, disse Tania. “Aquela ali é sua prima?”
“Sim...”
“Vou chamar ela”, se ofereceu Ainhoa, e foi pra lá.
“Toma cuidado, pichabrava”, soltou Tania de repente, quando ficamos sozinhos.
“Cuidado com o quê?”
“Bom, você já viu que a gente já se conhecia com a Ainhoa e o pessoal... a gente se encontrou alguns verões com eles, e combinamos...”
“Vai direto ao ponto, eles já tão voltando”, falei.
“Entre a Alicia e a Ainhoa tem rivalidade. Pra ver quem é mais gostosa pros caras e tal.”
“E com isso o que você quer me dizer?”
“Que a Ainhoa tá de olho em você, cego, e se a Alicia desconfiar de algo, ela pode ficar puta, com ela e com você.”
“Então pode ficar tranquila. A Ainhoa é legal, eu gosto dela, mas não me interesso desse jeito.”
“Melhor.”
Yolanda, Juan e Ainhoa chegaram. Eu sorri meio forçado e voltamos pras toalhas. É verdade que com todo mundo que a gente era, ocupávamos um bom pedaço da praia, mas foi divertido. Bom, pelo menos é o que eu lembro, já faz anos isso e vocês também não tão tão interessados nesses detalhes.
O que posso dizer é que, com certeza, senti uma certa tensão no ar entre a Alicia e a Ainhoa. Parecia que as duas estavam disputando minha atenção, sutilmente, mas não tinha dúvida de que, de certo modo, tentavam se sobressair uma sobre a outra. Tenho que admitir que me sentir assediado não foi uma experiência legal. Quando enchemos o saco da praia, fomos pra casa, emgrande comitêNem sei como conseguimos chegar sem problemas até a piscina, onde colocamos a música.
Em certo ponto da noite, vendo que as reservas de cerveza estavam acabando, fui na cozinha buscar mais. Aproveitei pra pegar um copo d'água também, já que nunca fui muito chegado a álcool (nem hoje sou). E quando fui abrir a geladeira, alguém estava me esperando.
"Você vai me evitar a noite toda?"
Ainhoa estava parada na frente do eletrodoméstico, com uma aparência bem espetacular. No jardim, as meninas tinham decidido enrolar uma toalha como saia, mas ela continuava exposta. Bem, de biquíni.
"Te evitar?"
"Já sabia... olha, percebi que você não é muito bom em captar sinais, mas faz dois dias que tô jogando charme e você não me dá bola."
"Ah, bom... é, não sou bom nisso, não...", falei, meio sem graça.
"E agora que você sabe?"
"E agora que eu sei... o quê?"
"Se você vai me comer ou se vou te comer."
Fiquei tão pasmo com aquela frase tão direta que não consegui responder de cara.
"Ontem você não olhou muito... gostou?", perguntou, desabotoando o biquíni e mostrando os peitos.
"Isso é meio fora de lugar..."
"Que bobagem..."
Ela chegou tão perto de mim que não consegui evitar que ela colocasse a mão na minha virilha. Apalpou e massageou com cuidado, mas o cuidado não impediu que eu ficasse duro. Ela sorriu e assobiou com admiração.
"Nossa... me interessa o que tem aqui..."
Antes de tirar pra fora, ela abaixou um pouco a calcinha, mostrando a buceta. Assim como eu, tinha pouco pelo, e tenho quase certeza de que também crescia pouco, não era por depilação.
"Por favor... isso não tá certo..."
"Claro que não tá certo", disse, e puxou minha sunga pra baixo. Com tanta força que bati com o pau na bochecha dela de tão perto que tava.IssoTá bom".
"O cara te disse que não. Você é surda?"
Quem tinha falado era a Alicia, que olhava puta da vida pra cena. Meu coração foi pro chão. Atrás dela estava a Rocío, preocupada. Olhei pra Ainhoa, que tinha ficado pálida.
"Ah... oi..."
"O que você tá fazendo com ele?"
"Nada, eu só..."
"Olha, sua puta, eu ouvi ele te falar que não. Então..."
"Qual é? Quer dar pra ele, é?"
"Exato"
Eu queria que a terra me engolisse.
"Então ele que tem que escolher".
"Meu primo já escolheu. Não quer nada com você", interferiu a Rocío.
"Então você vai me rejeitar?", ela me perguntou, indignada.
Sem coragem de responder, virei a cabeça. A Ainhoa explodiu de raiva.
"Vão tomar no cu! Seus arrombados, vocês vão se arrepender! Essa aí é uma frígida!"
Por um momento, vi a Alicia prestes a dar um tapa na Ainhoa, mas ela se segurou. A Ainhoa vestiu o biquíni de novo, pegou a toalha e saiu batendo a porta. Olhei pra Alicia, preocupado.
"Fica tranquilo... já passou..."
Ela se agachou na minha frente, que ainda tava paralisado, e puxou minha sunga pra cima. Saímos pra rua de novo, o que eu agradeci. A Rocío cuidou pra que os outros não perguntassem muito sobre o que tinha rolado, e não demorei pra sugerir pra Alicia que a gente fosse embora.
"Tem certeza que você quer?"
Assenti várias vezes. Depois daquele perrengue, eu não podia ficar sem transar com ela. Pelo menos não por minha causa. Mas ela ainda parecia disposta, então sorriu e a gente se despediu dos outros.
"Se divirtam essa noite", disse a Yolanda, e me roubou um beijo escondido quando ninguém olhava.
"Tomem cuidado", completou a Rocío, que também me beijou.
"E vocês também se divirtam", falei, e pisquei o olho pra elas, antes de a gente ir embora.
A Tania veio com a gente, mas a Alicia tava de boa na frente dela, então a gente foi no caminho se apalpando sem problema. Eu tava com o braço por trás das costas dela, com a mão na bunda dela, e ela me... ia apertando um pouco o pau enquanto verificava se não tinha ninguém na rua.
Chegamos no apartamento, e a Tânia se ofereceu pra se retirar.
“Têm a casa inteira pra vocês. Menos o meu quarto”, ela disse. “Aliás, mesmo você parecendo um cara legal… cuidado com ela, ok?”, me avisou.
“Vou ter”, garanti.
Ela nos deixou sozinhos, e a Alicia tirou toda a roupa num instante. Me empurrou pro sofá, subiu em cima de mim, e devorou meus lábios. Dava pra sentir como ela esfregava a buceta dela no meu pau, que endureceu rápido. Ela se afastou por um momento, mas não parou aquele movimento tão gostoso de quadril.
“Você tá bem mesmo?”, ela perguntou.
“Claro”
“Tava com medo que com o que aconteceu antes você não quisesse foder…”
“Como é que eu não ia querer? Tô morrendo de vontade…”
Ela me beijou de novo, e dessa vez parou o quadril. Sem separar os lábios dos meus, foi tirando minha sunga, até que ficamos completamente pelados no sofá.
“Deixei as camisinhas por perto”, ela disse com um sorriso.
Ela saiu de cima de mim. Tinha colocado elas entre as almofadas do sofá. Se ajoelhou de quatro pra procurar. E aquela visão foi a minha perdição. Dava pra ver desde a bunda dela até a buceta completamente oferecidas pra mim. Abertas. Me esperando. Me joguei nela perdendo a cabeça. Coloquei as mãos nas nádegas dela, e comecei a chupar a buceta dela.
As forças faltaram e o peito dela caiu no sofá. Mas as pernas ela manteve erguidas pra cima, e eu pude ter um verdadeiro banquete com os sucos dela. Tinha um gosto muito diferente do das minhas primas quando eu chupava a periquita delas.
“Safado… não precisava fazer isso…”
Ignorei a frase dela e continuei dando prazer com minha língua, que se movia livre pelo sexo dela. Era ótimo ter ela assim tão submissa. Acariciei mais pontos das costas e do quadril dela. Não demorou pra ela avisar que ia gozar. Como se aquilo fosse me parar. Tava me divertindo pra caralho fazendo aquilo com ela. Gemeu mais e mais até que consegui o que queria. O orgasmo dela. Dessa vez eu parei. quando ela me pediu.
“Filho da minha vida… onde você esteve todo esse tempo?”
A resposta sincera teria sido “me acabando na punheta”, mas era errado falar ali. Percebi que tinha o pacote brilhante de uma cartela de camisinhas na mão. Tirei elas, separei uma, e fui colocando.
“Espera… ainda não chupei você”
“Não precisa. Você não quer que eu meta?”, perguntei, num surto de coragem.
Claro que queria. Ela me esperou deitada de costas com as pernas abertas, e esperou que eu ficasse na frente dela. Tava tão molhada, e com o lubrificante da borrachinha, meu pau deslizou bem suave pra dentro dela.
“Ah… sim… assim que eu gosto…”
Comecei a foder ela. Não dava pra sentir o calor da buceta por causa da camisinha, mas não encontrei muita resistência no corpo dela. Não era especialmente apertada, mas mesmo assim era uma delícia meter nela. Aos poucos ela também foi mexendo o quadril, melhorando a sensação que eu tinha ao enfiar.
“Goza quando quiser…”, ela disse.
Não ia me segurar. Tava excitado demais com tanto tesão num dia só, então acelerei o ritmo conforme precisava, e gozei dentro da borracha. Quando tirei, e dei um nó pra não sujar nada, ela segurou na mão.
“Porra… você gozou mesmo”.
“Acha ruim?”
“Adoro. Porque agora você não vai resistir à minha boca”.
Ela se jogou no meu pau e engoliu de uma vez. É verdade que depois do orgasmo, não tava completamente duro, mas ainda tinha muito sangue circulando ali, e não demorou pra ficar rijo de novo. Mas Alicia me mostrou em bem pouco tempo que já tinha fodido muitas vezes antes de mim. Tava fazendo várias gargantas profundas. E ver a boca dela colada no meu corpo porque meu pau inteiro tava dentro dela era porra de excitante.
“Cuidado… não se machuca…”, falei.
“Tenho uma ideia melhor então…”
Ela ficou de quatro de novo, deixando que eu fosse quem Vou foder essa boquinha sua. Não estava tão ruim, dava pra controlar até onde enfiava, e sentia prazer quando a língua dela ia de encontro à minha glande… e ainda assim, não consegui evitar que, uma hora ou outra, ela se jogasse pra frente e fizesse aquela profundão de novo.
“Você me avisa quando for gozar?”
Claro que avisei. Terminei gozando na língua dela, várias vezes. Alicia foi engolindo meu sêmen enquanto eu gozava. Um jatinho caiu no canto dos lábios dela, mas ela limpou numa boa.
Achei que por aquela noite já bastava. Mas parecia que ela queria compensar a noite que não pudemos foder, e me contou uma fantasia que tinha.
Fomos pra cozinha realizar. Ela se apoiou na bancada, com as pernas abertas, e comecei a dilatar o cu dela. Com cuidado, com paciência, sem quebrar o encanto. Não fiz mais nada até ela mesma pedir. Senti que o ânus dela já estava preparado.
“Não coloca camisinha… não vou ficar satisfeita se você não gozar dentro…”
E assim comecei a foder o cu dela contra o móvel da cozinha. Ela gemia. Eu comecei devagar, mas era impossível resistir à tentação por muito tempo de aumentar o ritmo. E mesmo assim, ela tava adorando. Nós dois estávamos curtindo. Eu já tinha ouvido falar do “orgasmo anal”, e me perguntei se a gente ia conseguir chegar lá.
“Me dá mais… isso, assim… eu gosto, eu gosto… oh, siiiim… mais forte… mmmmmm, siiiiiiiim…”
Ouvir ela gemer como se fosse um filme pornô não ajudou a controlar a gozada. Sem perceber, bati na bunda dela. E longe de ficar brava, ela parecia ainda mais excitada. Pediu pra eu fazer de novo, e assim fui dando um tapa a cada poucas enfiadas. Gozei que nem um condenado dentro do cu dela, que tava bem vermelho de tanto tapa.
“Foi maravilhoso…”
A gente se certificou de que tudo estava limpo antes de ir dormir. A cama dela era confortável. Ela se aninhou comigo e me deu um beijo de língua.
Fechei os olhos. Por um lado, tinha curtido pra caralho. Muito. Mas por outro lado, eu me perguntava se minhas primas (que ainda eram minhas namoradas) também tinham transado naquela noite.E se vocês quiserem ler mais...
Sara, namorada transexual(continuando)
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