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Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
(Os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Dizer que acordar no dia seguinte entre minhas primas foi como um sonho é pouco. Fiel ao meu costume, abri os olhos cedo e lá estavam elas. Duas gostosas deitadas no meu peito. Parecia tão irreal… mas o que tinha rolado na noite anterior não tinha sido fantasia.
Eu tinha minhas duas primas pra mim. Bom, quase. Como a Rocío tinha proposto, a gente precisava disfarçar perante o mundo, de forma que tanto elas quanto eu teríamos direito de ver (pelados) outras pessoas. Por um lado, eu gostava da ideia. Por outro, me sentia mal por elas, e claro, minha parte egoísta não queria dividi-las com outro cara. Mas isso claramente não seria justo.
Com muito cuidado, afastei elas, vesti algo que tampasse minha buceta, e fui preparar o café da manhã. Me surpreendi ao ver que o Enrique já estava acordado, e que estava vendo as notícias. Mas o mais incrível foi vê-lo com o celular na mão. Ele, que odiava tecnologia e só usava quando necessário.
“Bom dia”, saudei.
“Bom dia”.
“Aconteceu alguma coisa?”, perguntei. “É estranho te ver usando o celular”.
Ele me mostrou o telefone. Tentei segurar o riso. Ele tinha trocado mensagens com a Irene, uma das minas da praia. E de romântico não tinha nada. Com indiretas, estavam deixando claro que queriam transar.
“Porra, a mina não se segura. Já vão decidir quais posições querem testar?”, brinquei.
“Não sei. Me sugere alguma das que você fez ontem com a Yolanda ou a Rocío?”, ele soltou, e sorriu mostrando os dentes.TouchéFicamos um tempinho conversando. Pra ser sincero, se ele tava na cola da Irene, eu ficava mais de boa.roubar dela— pra Rocío. Até porque não era uma troca ruim. Irene era uma mina gostosa, cabelo castanho ondulado, olhos verdes, uma pele bonita bronzeada pelo sol, e embora os peitos dela fossem um pouco menores que os da Rocío ou da Yolanda, compensava com uma bunda generosa, como eu pude reparar no biquíni dela sem enchimento. E ele se livrava de ter que cometer incesto, uma ideia que pra mim cada vez importava menos.
“Bom dia”, cumprimentou Rocío ao entrar, só com a parte de baixo do biquíni, mas com os peitos de fora. “Quem te deu permissão pra levantar?”, ela falou.
“Deixa ele descansar um pouco, né?”, brincou Enrique.
“Não”, disse Yolanda, entrando atrás de Rocío, imitando uma criança. “Ele é novo, devia aguentar o ritmo sem problema”.
“Não sem ter treinado antes”, falou Enrique com sarcasmo.
“Ia preparar uma comida gostosa pra vocês, mas com essas coisas que vocês falam, vão tomar no cu”, ri.
“Isso você já faz e muito bem”, soltou Rocío. Quase cuspi o café por causa dela.
“Vocês tão a fim de ir pra praia hoje?”, perguntou meu primo. “Porque teria que preparar a festa”.
“Fala o que precisa comprar que eu vou. Não tô a fim de ficar enquanto vocês zoam comigo”, falei.
Mesmo assim, Rocío acabou indo comigo. Talvez fosse impressão minha, mas juraria que vi ela sorrir de leve. Mas não falou nada, pelo menos até a gente estar carregando um carrinho de compras cheio de latas de cerveja. Uma quantidade tão grande que eu temi que não deixassem a gente sair com ela. Mais ainda, tivemos que mostrar os documentos pra poder pagar.
“Que cara que a caixa fez”, comentou Rocío.
“Não é à toa. Só a gente já deixou ela sem metade do estoque”.
“Não sei onde o Enrique pretende enfiar toda essa bebida…”
“Onde vai ser? Na barriga dele”, falei, e começamos a rir enquanto subíamos com o carrinho ladeira acima.
“Aliás, o que aconteceu ontem à noite… me deixou muito feliz. Você não faz ideia do quanto.”
“Pra mim ainda é estranho. Quer dizer,” os três..."
Vale dizer que isso aconteceu há pouco mais de uma década, e naquela época, o assunto do poliamor não era tão difundido como agora.
"É um pouco estranho, mas não me importo de dividir você com a Yolanda. Nós três merecemos ser felizes."
"E tem certeza de que isso inclui eu poder... ficar com a Alicia...?"
Rocío assentiu.
"Claro que sim. No fim das contas... você sempre vai voltar pra gente. Ela é um capricho. Mas o nosso é mais que isso."
E embora eu não quisesse dar razão a ela, não conseguia evitar pensar que ela estava certa.
A noite não demorou muito pra chegar, ou o tempo passou rápido demais pra mim. Naquele dia, Enrique não quis tirar soneca, e achávamos feio deixar ele sozinho na sala, então minhas primas e eu reprimimos a vontade que tínhamos de ir pra cama, embora Yolanda tivesse me passado a preocupação dela de que "se o Enrique pegar a Irene, a gente não pode fazer nada", ao que Rocío respondeu que "isso ainda vai se ver".
Lá chegaram Juan, Marcos, Pedro, Silvia, Irene e Ainhoa. Trouxeram mais coisas pra festa. Petiscos variados à base de batata frita, castanhas e outros produtos nada saudáveis, mas que por um dia não iam nos matar. Também trouxeram uma minicadeira de som, com vários discos que estouraram meus tímpanos, mas aquilo era pra ficar com mais gente.
Saímos pro jardim e eles olharam com inveja pra piscina. Eu já estava bem acostumada (e tinha usado ela), então me distraí avaliando um pouco. Pra falar a verdade, a Ainhoa parecia valer a pena. O cabelo preto caía liso, os lábios pintados de vermelho, e o corpinho dela não era proporcional ao tamanho dos peitões, que pareciam que iam pular pra fora da camiseta... ou melhor, do biquíni, porque de repente, todo mundo colocou roupa de banho.
Reparei também na Silvia enquanto ela mostrava o biquíni nada discreto, com o cabelo ruivo balançando na brisa leve. Ela tinha um peito normal, realçado pelo biquíni, e uma pele mais branquinha (o que fazia destacar ainda mais e a cor do cabelo dela), e uma bunda de glúteos generosos. Desviei o olhar, antes que minhas primas ficassem com ciúmes… mas quem ficou com ciúmes fui eu ao ver a Rocío papeando com o Pedro e a Yolanda com o Juan.
Mas antes que eu percebesse, alguém me puxou e nós dois caímos na piscina. Quando consegui subir à superfície, vi que tinha sido a Ainhoa, que parecia estar a fim de brincar. E…
“Te assustei?”, ela riu.
Me aproximei do ouvido dela.Sabe que uma das suas tetas escapou?— sussurrei para ela.
Ela riu e guardou de volta no biquíni como se nada tivesse acontecido. Não demorou muito para os outros entrarem na água também, claro, com a respectiva latinha de cerveja na mão. Eu, que odiava álcool, fiquei com uma Coca-Booty. E minha prima Yolanda, um copo d'água, provavelmente pra não cair de novo no incesto com o irmão dela.
— Vocês não se entediam aqui sozinhos? — perguntou Pedro.
— Nah, a gente se diverte. Sempre inventamos alguma coisa pra não ficar de bobeira — soltou Rocío.
— É, mas vocês precisam sair um pouco mais — falou Irene. — Tipo, imagina que você quer pegar um cara. Aqui não dá.
— Como é que é? — disse Yolanda, divertida. — Cê acha que eu tenho algum problema em dar um beijo no meu primo?
Eu tentei passar despercebido, mas foi impossível.
— Claro que não pode — disse Silvia, e tenho certeza de que foi pra provocar.
E sem vergonha nenhuma, Yolanda nadou até mim (a gente tava nos cantos opostos da piscina) e, quando emergiu a cabeça, me deu um beijo carinhoso. Não durou muito, só o suficiente pra mostrar que não ia morrer por me beijar.
— Porra, e ela não bebeu. Com um par de ovos — disse Pedro.
Agradeci que a noite escondesse o vermelho que fiquei por culpa dela.
— Vamo lá. Já que vocês tão tão animados… por que não jogamos a garrafa? — propôs Irene.
Então saímos da água, nos secamos (já que tava um pouco frio por causa da brisa) e, quando ficamos prontos, começamos a jogar. Não foi uma noite ruim, com certeza. Meu primo Enrique teve seu momento com todas as minas, menos com a Yolanda, e conseguiu o que queria: repetir com a Irene. Não prestei muita atenção nos turnos dos outros, mas posso dizer que consegui provar os lábios de todas as garotas. E percebi que Ainhoa tava se insinuando pra mim, já que a língua dela invadiu minha boca e fez "ventosa" na hora de se separar.
O momento mais memorável, ainda assim, foi quando Rocío tirou com Silvia. Eu pensei que uma das duas ia acabar recusando, mas muito pelo contrário... Pelo contrário, fiquei admirando o beijo dela, chocado. Eles até separaram os lábios de leve, e lá estavam as línguas, brincando uma com a outra.
Depois que foram embora, a gente começou a dançar um pouco e a bater papo. A noite tava boa pra caralho, e tinha toda pinta de que a gente ia acabar repetindo a dose em algum momento, o que não incomodava o Enrique, claro. Mas ele já parecia ter cumprido o objetivo dele: a Irene ia ficar pra dormir.
"A gente vai nessa", anunciou o Marcos. "Ainhoa... acorda, Ainhoa..."
A mina tinha bebido um pouco além da conta e tava com mais sono que todo mundo. O Marcos e o Juan levantaram ela, passaram os braços por cima dos ombros dela. A gente ouviu ela resmungar "... deicha... que eu to de boas...", e resolvemos ignorar.
"Festa foda, galera, a gente se vê amanhã na praia", falou o Pedro.
"Cuida da Irene", o Juan disse pro meu primo, e ele respondeu que claro.
Assim que eles foram, tanto a Irene quanto o Enrique mostraram que queriam ir pra cama, então a gente liberou eles.
"Mas, onde elas vão dormir?", perguntou a Irene.
"Relaxa, entre os três eles se viram".
Eles entraram no quarto. A Irene era um pouco menos escandalosa na hora do sexo, então a gente teve que colocar o ouvido na parede pra ter certeza de que eles tavam transando.
"Sabiam que a gente podia aproveitar pra fazer o mesmo em vez de ficar de fofoca?", perguntou a Yolanda.
"Claro que a gente sabe, mas é mais excitante", respondeu a Rocío, toda interessada nos gemidos e suspiros da Irene.
"Mas sério, por pouco você não me comeu ali na piscina", eu falei. "Não esperava por essa".
"Bom. Se na frente deles eu consegui fazer de boa, posso repetir, né?", ela disse, mostrando a língua, a safada. "Pra falar a verdade, o que mais me surpreendeu foi a Rocío. Sabe, quando ela beijou a Silvia".
"Demorou pra você tocar nesse assunto", disse a Rocío. "Então quero deixar claro: sim, eu gosto de mulheres. Como vocês já Falei, já participei de vários menage, e… no final percebi que não é ruim fazer com uma garota”.
“Tá dizendo quenão tá ruim nãoVocê prefere fazer com garotos?", perguntei.
"Prefiro fazer com você", respondeu.
"E por isso pediu permissão pra me beijar...", disse Yolanda.
"Bom, sim... você pode desistir, se quiser. Mas... tenho certeza de que o primo não vai se importar de nos ver nos beijando pra ele."
Diante dos meus olhos atônitos, Rocío se aproximou de Yolanda. Seus corpos se tocaram, os peitos pressionando um contra o outro. Seus lábios se encontraram lentamente. Yolanda se deixava levar, mas dava pra ver que Rocío realmente gostava daquilo. Acariciou o cabelo de Yolanda, e foi descendo pelo corpo dela até conseguir desabotoar o biquíni. Não afastou o corpo do dela, então o sutiã não caiu até que Yolanda se inclinou um pouco pra trás.
Olhou pra Rocío, que acenou com a cabeça, e naquele momento, Yoli também tirou o biquíni dela. Os dois caíram no chão, e eu pude ver seus peitos livres juntos, de um jeito que os mamilos se roçavam.
"Pode se tocar, primo... sei que você quer", disse Rocío.
Sem precisar insistir, tirei a sunga e comecei a me masturbar enquanto as olhava. Rocío sabia lidar bem com Yolanda, e aos poucos também tirou a calcinha de banho dela. Yolanda estava vermelha, mas não queria perder. Sem separar os lábios dos de Rocío, também puxou a calcinha do biquíni dela pra baixo, e as bucetinhas ficaram coladas.
"Você é uma gostosa, Yoli... que bom dividir o primo com você."
Yolanda ficou nervosa, e Rocío se colocou atrás dela. Pra minha surpresa, começou a masturbá-la.
"Fica tranquila... só tô te preparando pro primo... ele não devia gozar sem a gente."
Corri pra colocar uma camisinha, e aproveitei que Rocío tinha puxado Yolanda até a cama, deixando-a deitada de pernas abertas, pra mergulhar entre elas. Meu pau deslizava suavemente na bucetinha da minha prima, enquanto Rocío garantia que ela ficasse bem presa entre seus braços, uma imagem realmente erótica.
"Aproveita, Yoli. Não tenho intenção... de tocar onde você não quer. Pra isso que ele serve”, ela me olhou com um sorriso.
Eu também sorri e acelerei um pouco mais minhas investidas. Não demorei muito pra gozar de tão excitado que eu tava. Tirei a camisinha, dei um nó e deixei no chão.
“Tô um pouco cansada”, disse a Yolanda. “Vocês se importam se eu só olhar?”
“Claro que não. Na verdade, eu também quero dormir, mas… você faz um favor pra mim antes?”, perguntou a Rocío.
Enfiei a cabeça entre as pernas dela. Minha língua percorreu os pontos da buceta dela que ela mais conhecia, os que podiam arrancar o orgasmo com mais facilidade. Chupei o clitóris dela repetidas vezes, e ela lutou pra segurar os gemidos, já que no quarto ao lado tinha uma intrusa que não podia saber que a gente tava transando.
“Continua assim… por favor… bem aí… mais um pouco… mais um mmmm”, ela se conteve como pude enquanto minha língua dava o clímax pra ela. Aos poucos, o corpo dela relaxou, e eu parei.
“Se todo mundo tá satisfeito, a gente podia dormir”, sugeri.
“Claro que sim”, respondeu a Rocío.
Ela me deu um beijo, e depois deixou que eu beijasse a Yolanda. Ela avançou pra beijar a Rocío, mas a Rocío impediu.
“Já chega por hoje, eu sei. Você não precisa fazer isso”, disse com um sorriso.
“Obrigada”, sussurrou a Yolanda. Ela se ajeitou pra dormir, com uma mão no meu pau. A Rocío imitou, colocando uma mão nas minhas bolas, e começaram a me massagear.
“Vocês acham que vou conseguir dormir assim?”, falei.
“Esse é o seu problema”, disse a Yolanda, com um sorriso.
Consegui gozar uns momentos antes de cair no sono, assim como deve ter acontecido com minhas primas. A gente tava muito cansado.
E no dia seguinte, acordei com um barulho estranho. Estranho porque a gente mal ouvia. Demorei um pouco pra perceber que era a campainha. Coloquei o shorts de banho e fui abrir, me perguntando quem seria.
E eu não podia acreditar. A Alicia e a Tania estavam na porta.Desculpa, sei que foi curto. Vou compensar no próximo.E se vocês quiserem ler mais...
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Capítulo 1
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Capítulo 9
(Os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Dizer que acordar no dia seguinte entre minhas primas foi como um sonho é pouco. Fiel ao meu costume, abri os olhos cedo e lá estavam elas. Duas gostosas deitadas no meu peito. Parecia tão irreal… mas o que tinha rolado na noite anterior não tinha sido fantasia.
Eu tinha minhas duas primas pra mim. Bom, quase. Como a Rocío tinha proposto, a gente precisava disfarçar perante o mundo, de forma que tanto elas quanto eu teríamos direito de ver (pelados) outras pessoas. Por um lado, eu gostava da ideia. Por outro, me sentia mal por elas, e claro, minha parte egoísta não queria dividi-las com outro cara. Mas isso claramente não seria justo.
Com muito cuidado, afastei elas, vesti algo que tampasse minha buceta, e fui preparar o café da manhã. Me surpreendi ao ver que o Enrique já estava acordado, e que estava vendo as notícias. Mas o mais incrível foi vê-lo com o celular na mão. Ele, que odiava tecnologia e só usava quando necessário.
“Bom dia”, saudei.
“Bom dia”.
“Aconteceu alguma coisa?”, perguntei. “É estranho te ver usando o celular”.
Ele me mostrou o telefone. Tentei segurar o riso. Ele tinha trocado mensagens com a Irene, uma das minas da praia. E de romântico não tinha nada. Com indiretas, estavam deixando claro que queriam transar.
“Porra, a mina não se segura. Já vão decidir quais posições querem testar?”, brinquei.
“Não sei. Me sugere alguma das que você fez ontem com a Yolanda ou a Rocío?”, ele soltou, e sorriu mostrando os dentes.TouchéFicamos um tempinho conversando. Pra ser sincero, se ele tava na cola da Irene, eu ficava mais de boa.roubar dela— pra Rocío. Até porque não era uma troca ruim. Irene era uma mina gostosa, cabelo castanho ondulado, olhos verdes, uma pele bonita bronzeada pelo sol, e embora os peitos dela fossem um pouco menores que os da Rocío ou da Yolanda, compensava com uma bunda generosa, como eu pude reparar no biquíni dela sem enchimento. E ele se livrava de ter que cometer incesto, uma ideia que pra mim cada vez importava menos.
“Bom dia”, cumprimentou Rocío ao entrar, só com a parte de baixo do biquíni, mas com os peitos de fora. “Quem te deu permissão pra levantar?”, ela falou.
“Deixa ele descansar um pouco, né?”, brincou Enrique.
“Não”, disse Yolanda, entrando atrás de Rocío, imitando uma criança. “Ele é novo, devia aguentar o ritmo sem problema”.
“Não sem ter treinado antes”, falou Enrique com sarcasmo.
“Ia preparar uma comida gostosa pra vocês, mas com essas coisas que vocês falam, vão tomar no cu”, ri.
“Isso você já faz e muito bem”, soltou Rocío. Quase cuspi o café por causa dela.
“Vocês tão a fim de ir pra praia hoje?”, perguntou meu primo. “Porque teria que preparar a festa”.
“Fala o que precisa comprar que eu vou. Não tô a fim de ficar enquanto vocês zoam comigo”, falei.
Mesmo assim, Rocío acabou indo comigo. Talvez fosse impressão minha, mas juraria que vi ela sorrir de leve. Mas não falou nada, pelo menos até a gente estar carregando um carrinho de compras cheio de latas de cerveja. Uma quantidade tão grande que eu temi que não deixassem a gente sair com ela. Mais ainda, tivemos que mostrar os documentos pra poder pagar.
“Que cara que a caixa fez”, comentou Rocío.
“Não é à toa. Só a gente já deixou ela sem metade do estoque”.
“Não sei onde o Enrique pretende enfiar toda essa bebida…”
“Onde vai ser? Na barriga dele”, falei, e começamos a rir enquanto subíamos com o carrinho ladeira acima.
“Aliás, o que aconteceu ontem à noite… me deixou muito feliz. Você não faz ideia do quanto.”
“Pra mim ainda é estranho. Quer dizer,” os três..."
Vale dizer que isso aconteceu há pouco mais de uma década, e naquela época, o assunto do poliamor não era tão difundido como agora.
"É um pouco estranho, mas não me importo de dividir você com a Yolanda. Nós três merecemos ser felizes."
"E tem certeza de que isso inclui eu poder... ficar com a Alicia...?"
Rocío assentiu.
"Claro que sim. No fim das contas... você sempre vai voltar pra gente. Ela é um capricho. Mas o nosso é mais que isso."
E embora eu não quisesse dar razão a ela, não conseguia evitar pensar que ela estava certa.
A noite não demorou muito pra chegar, ou o tempo passou rápido demais pra mim. Naquele dia, Enrique não quis tirar soneca, e achávamos feio deixar ele sozinho na sala, então minhas primas e eu reprimimos a vontade que tínhamos de ir pra cama, embora Yolanda tivesse me passado a preocupação dela de que "se o Enrique pegar a Irene, a gente não pode fazer nada", ao que Rocío respondeu que "isso ainda vai se ver".
Lá chegaram Juan, Marcos, Pedro, Silvia, Irene e Ainhoa. Trouxeram mais coisas pra festa. Petiscos variados à base de batata frita, castanhas e outros produtos nada saudáveis, mas que por um dia não iam nos matar. Também trouxeram uma minicadeira de som, com vários discos que estouraram meus tímpanos, mas aquilo era pra ficar com mais gente.
Saímos pro jardim e eles olharam com inveja pra piscina. Eu já estava bem acostumada (e tinha usado ela), então me distraí avaliando um pouco. Pra falar a verdade, a Ainhoa parecia valer a pena. O cabelo preto caía liso, os lábios pintados de vermelho, e o corpinho dela não era proporcional ao tamanho dos peitões, que pareciam que iam pular pra fora da camiseta... ou melhor, do biquíni, porque de repente, todo mundo colocou roupa de banho.
Reparei também na Silvia enquanto ela mostrava o biquíni nada discreto, com o cabelo ruivo balançando na brisa leve. Ela tinha um peito normal, realçado pelo biquíni, e uma pele mais branquinha (o que fazia destacar ainda mais e a cor do cabelo dela), e uma bunda de glúteos generosos. Desviei o olhar, antes que minhas primas ficassem com ciúmes… mas quem ficou com ciúmes fui eu ao ver a Rocío papeando com o Pedro e a Yolanda com o Juan.
Mas antes que eu percebesse, alguém me puxou e nós dois caímos na piscina. Quando consegui subir à superfície, vi que tinha sido a Ainhoa, que parecia estar a fim de brincar. E…
“Te assustei?”, ela riu.
Me aproximei do ouvido dela.Sabe que uma das suas tetas escapou?— sussurrei para ela.
Ela riu e guardou de volta no biquíni como se nada tivesse acontecido. Não demorou muito para os outros entrarem na água também, claro, com a respectiva latinha de cerveja na mão. Eu, que odiava álcool, fiquei com uma Coca-Booty. E minha prima Yolanda, um copo d'água, provavelmente pra não cair de novo no incesto com o irmão dela.
— Vocês não se entediam aqui sozinhos? — perguntou Pedro.
— Nah, a gente se diverte. Sempre inventamos alguma coisa pra não ficar de bobeira — soltou Rocío.
— É, mas vocês precisam sair um pouco mais — falou Irene. — Tipo, imagina que você quer pegar um cara. Aqui não dá.
— Como é que é? — disse Yolanda, divertida. — Cê acha que eu tenho algum problema em dar um beijo no meu primo?
Eu tentei passar despercebido, mas foi impossível.
— Claro que não pode — disse Silvia, e tenho certeza de que foi pra provocar.
E sem vergonha nenhuma, Yolanda nadou até mim (a gente tava nos cantos opostos da piscina) e, quando emergiu a cabeça, me deu um beijo carinhoso. Não durou muito, só o suficiente pra mostrar que não ia morrer por me beijar.
— Porra, e ela não bebeu. Com um par de ovos — disse Pedro.
Agradeci que a noite escondesse o vermelho que fiquei por culpa dela.
— Vamo lá. Já que vocês tão tão animados… por que não jogamos a garrafa? — propôs Irene.
Então saímos da água, nos secamos (já que tava um pouco frio por causa da brisa) e, quando ficamos prontos, começamos a jogar. Não foi uma noite ruim, com certeza. Meu primo Enrique teve seu momento com todas as minas, menos com a Yolanda, e conseguiu o que queria: repetir com a Irene. Não prestei muita atenção nos turnos dos outros, mas posso dizer que consegui provar os lábios de todas as garotas. E percebi que Ainhoa tava se insinuando pra mim, já que a língua dela invadiu minha boca e fez "ventosa" na hora de se separar.
O momento mais memorável, ainda assim, foi quando Rocío tirou com Silvia. Eu pensei que uma das duas ia acabar recusando, mas muito pelo contrário... Pelo contrário, fiquei admirando o beijo dela, chocado. Eles até separaram os lábios de leve, e lá estavam as línguas, brincando uma com a outra.
Depois que foram embora, a gente começou a dançar um pouco e a bater papo. A noite tava boa pra caralho, e tinha toda pinta de que a gente ia acabar repetindo a dose em algum momento, o que não incomodava o Enrique, claro. Mas ele já parecia ter cumprido o objetivo dele: a Irene ia ficar pra dormir.
"A gente vai nessa", anunciou o Marcos. "Ainhoa... acorda, Ainhoa..."
A mina tinha bebido um pouco além da conta e tava com mais sono que todo mundo. O Marcos e o Juan levantaram ela, passaram os braços por cima dos ombros dela. A gente ouviu ela resmungar "... deicha... que eu to de boas...", e resolvemos ignorar.
"Festa foda, galera, a gente se vê amanhã na praia", falou o Pedro.
"Cuida da Irene", o Juan disse pro meu primo, e ele respondeu que claro.
Assim que eles foram, tanto a Irene quanto o Enrique mostraram que queriam ir pra cama, então a gente liberou eles.
"Mas, onde elas vão dormir?", perguntou a Irene.
"Relaxa, entre os três eles se viram".
Eles entraram no quarto. A Irene era um pouco menos escandalosa na hora do sexo, então a gente teve que colocar o ouvido na parede pra ter certeza de que eles tavam transando.
"Sabiam que a gente podia aproveitar pra fazer o mesmo em vez de ficar de fofoca?", perguntou a Yolanda.
"Claro que a gente sabe, mas é mais excitante", respondeu a Rocío, toda interessada nos gemidos e suspiros da Irene.
"Mas sério, por pouco você não me comeu ali na piscina", eu falei. "Não esperava por essa".
"Bom. Se na frente deles eu consegui fazer de boa, posso repetir, né?", ela disse, mostrando a língua, a safada. "Pra falar a verdade, o que mais me surpreendeu foi a Rocío. Sabe, quando ela beijou a Silvia".
"Demorou pra você tocar nesse assunto", disse a Rocío. "Então quero deixar claro: sim, eu gosto de mulheres. Como vocês já Falei, já participei de vários menage, e… no final percebi que não é ruim fazer com uma garota”.
“Tá dizendo quenão tá ruim nãoVocê prefere fazer com garotos?", perguntei.
"Prefiro fazer com você", respondeu.
"E por isso pediu permissão pra me beijar...", disse Yolanda.
"Bom, sim... você pode desistir, se quiser. Mas... tenho certeza de que o primo não vai se importar de nos ver nos beijando pra ele."
Diante dos meus olhos atônitos, Rocío se aproximou de Yolanda. Seus corpos se tocaram, os peitos pressionando um contra o outro. Seus lábios se encontraram lentamente. Yolanda se deixava levar, mas dava pra ver que Rocío realmente gostava daquilo. Acariciou o cabelo de Yolanda, e foi descendo pelo corpo dela até conseguir desabotoar o biquíni. Não afastou o corpo do dela, então o sutiã não caiu até que Yolanda se inclinou um pouco pra trás.
Olhou pra Rocío, que acenou com a cabeça, e naquele momento, Yoli também tirou o biquíni dela. Os dois caíram no chão, e eu pude ver seus peitos livres juntos, de um jeito que os mamilos se roçavam.
"Pode se tocar, primo... sei que você quer", disse Rocío.
Sem precisar insistir, tirei a sunga e comecei a me masturbar enquanto as olhava. Rocío sabia lidar bem com Yolanda, e aos poucos também tirou a calcinha de banho dela. Yolanda estava vermelha, mas não queria perder. Sem separar os lábios dos de Rocío, também puxou a calcinha do biquíni dela pra baixo, e as bucetinhas ficaram coladas.
"Você é uma gostosa, Yoli... que bom dividir o primo com você."
Yolanda ficou nervosa, e Rocío se colocou atrás dela. Pra minha surpresa, começou a masturbá-la.
"Fica tranquila... só tô te preparando pro primo... ele não devia gozar sem a gente."
Corri pra colocar uma camisinha, e aproveitei que Rocío tinha puxado Yolanda até a cama, deixando-a deitada de pernas abertas, pra mergulhar entre elas. Meu pau deslizava suavemente na bucetinha da minha prima, enquanto Rocío garantia que ela ficasse bem presa entre seus braços, uma imagem realmente erótica.
"Aproveita, Yoli. Não tenho intenção... de tocar onde você não quer. Pra isso que ele serve”, ela me olhou com um sorriso.
Eu também sorri e acelerei um pouco mais minhas investidas. Não demorei muito pra gozar de tão excitado que eu tava. Tirei a camisinha, dei um nó e deixei no chão.
“Tô um pouco cansada”, disse a Yolanda. “Vocês se importam se eu só olhar?”
“Claro que não. Na verdade, eu também quero dormir, mas… você faz um favor pra mim antes?”, perguntou a Rocío.
Enfiei a cabeça entre as pernas dela. Minha língua percorreu os pontos da buceta dela que ela mais conhecia, os que podiam arrancar o orgasmo com mais facilidade. Chupei o clitóris dela repetidas vezes, e ela lutou pra segurar os gemidos, já que no quarto ao lado tinha uma intrusa que não podia saber que a gente tava transando.
“Continua assim… por favor… bem aí… mais um pouco… mais um mmmm”, ela se conteve como pude enquanto minha língua dava o clímax pra ela. Aos poucos, o corpo dela relaxou, e eu parei.
“Se todo mundo tá satisfeito, a gente podia dormir”, sugeri.
“Claro que sim”, respondeu a Rocío.
Ela me deu um beijo, e depois deixou que eu beijasse a Yolanda. Ela avançou pra beijar a Rocío, mas a Rocío impediu.
“Já chega por hoje, eu sei. Você não precisa fazer isso”, disse com um sorriso.
“Obrigada”, sussurrou a Yolanda. Ela se ajeitou pra dormir, com uma mão no meu pau. A Rocío imitou, colocando uma mão nas minhas bolas, e começaram a me massagear.
“Vocês acham que vou conseguir dormir assim?”, falei.
“Esse é o seu problema”, disse a Yolanda, com um sorriso.
Consegui gozar uns momentos antes de cair no sono, assim como deve ter acontecido com minhas primas. A gente tava muito cansado.
E no dia seguinte, acordei com um barulho estranho. Estranho porque a gente mal ouvia. Demorei um pouco pra perceber que era a campainha. Coloquei o shorts de banho e fui abrir, me perguntando quem seria.
E eu não podia acreditar. A Alicia e a Tania estavam na porta.Desculpa, sei que foi curto. Vou compensar no próximo.E se vocês quiserem ler mais...
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