Depois do abandono do lar cometido pela nossa filha e, em virtude da minha sinceridade, fruto dos fatos e circunstâncias visíveis e conhecidos a que a submeti, o seio do lar, outrora harmonioso e em paz, virou um verdadeiro inferno. Todo tipo de questionamento apareceu em cena, alguns claramente eram de longa data, mas explodiram, eclodiram naquele momento.

Mas todas as reclamações, os choros, as discussões, pelo menos as da minha mulher, sempre terminavam do mesmo jeito: ela se rendia, assumindo uma posição submissa e de respeito. Agora, uma parada completamente diferente era a atitude que o resto dos homens que moravam na nossa casa tomaram, ou seja, nosso filho, o avô dele, que é meu pai, e meu sogro, o pai da minha mulher. Por parte de todos eles, foi uma puta beligerância e belicosidade, eles agiam de um jeito agressivo e na surdina.

Nosso filho Leo escondeu maliciosamente e com cuidado seus planos e pensamentos de nós dois, de mim e da mãe dele, de forma intencional.
E com voltas e rodeios, tortuosamente, maquinou que nem um sorrateiro, seus propósitos sombrios, com a clara vontade de fazer algo errado. Talvez possa ser entendido ou interpretado de vários jeitos, ou dar ocasião a julgamentos diversos que podem levar à confusão.

Mas pra mim foi um erro querer pegar minha esposa, a mãe dela, confundindo uma com a outra, brincando ou agindo errado, foi sacanagem. Fazer alguém se confundir ou errar, achando que é um pelo outro, é errado pra caralho.

Na moleza dos sentidos causada pelo sono e pela vontade de dormir, ele, meu primogênito, se aproveitou do torpor da mãe dela, naquele período de descanso, e profanou aquele templo, que é de minha propriedade. A longa falta de atividade genital dela foi campo fértil pra semente dele.

Mesmo tendo conseguido despirocá-la, acordar e descobrir, ela não quis expor e perguntou pra ele.Bebê, o que você tá fazendo?Sem demonstrar seu desgosto e mau humor! Ela se esforçou pra não perder a calma e começar a gritar.

Indignada, não podia acreditar no que tava acontecendo.
Nela se misturavam a inquietação e o desgosto.
Ela era testemunha da insipidez e da falta de calor, de paixão naquele ato.
A única coisa que sentia era um incômodo, que causava coceira, era uma espécie de indisposição de saúde. Não tava nem no ponto nem no estado de maturidade necessária pra aquilo.

Meu garotinho!
Naquela época, naquele momento e dado o contexto, só lhe ocorreu gritar isso.

Aquilo era escabroso, desigual, cheio de tropeços e acidentes, embaraçoso, difícil de resolver. Manter contato visual entre eles foi impossível, e como o filho continuava com a bagunça, não teve outra opção senão se virar e aguentar a sujeira do evento.

Mas, o fato de estar de costas a abstraiu do aqui e agora. Ela dispensou a realidade exterior pra se concentrar no pensamento, considerou isoladamente as qualidades essenciais do filho como objeto, ou nela mesma como objeto em sua pura essência ou noção "soube abstrair o verdadeiro significado do quadro".

Tão abstrato foi, que as ideias dele contrastaram com a realidade, essa contraposição ou diferença notável que existe entre pessoas ou coisas. Ele se sentiu um ser inanimado, duvidou se aquilo era real ou irreal, se estava pensando ou fazendo, e isso equivalia a nada. Como se nada tivesse acontecido. Ele pediu ao filho dele.Leo, goza dentro de mamãe!

Foi só dizer aquilo e o filho dela começou a convulsionar, com espasmos que o contraíam involuntariamente. Ele expeliu todos os fluidos que cabiam nos seus testículos. Devorou a mãe dele, e ainda assim o orgasmo parecia se prolongar indefinidamente.

Ele puxou o pau pra fora, bateu uma e continuou esguichando porra. Por isso, abaixou e tirou as calças, e aí não só sentiu a profundidade da buceta da mãe, mas se jogou nela, metendo e fazendo contato completo com cada pedaço do corpo e da humanidade dela.

Ai, meu Deus! Ela exclamou ao atingir o clímax e gozar junto com seu filho inexperiente. Depois disso, mesmo querendo continuar, Leo se despediu da mãe e foi embora, porque achou ter ouvido e/ou visto movimentos estranhos no corredor que ligava os cômodos da casa. Não fosse o pai deles descobrir e essa história que mal tinha começado e ele queria repetir acabar dando errado.

Ainda sem ter se recuperado da briga com o filho e toda molhada com a porra dele, foi colocada de quatro, no estilo cachorrinho, e possuída pela investida do sogro. Meu pai já estava de olho nela, queria comer ela desde que a apresentei há mais de vinte anos. Foram umas boas metidas até gozar dentro da buceta rosada dela.

Ficou deitada de costas na cama, usada sem dó nas últimas horas. O rosto dela se transformou quando viu o próprio pai entrar, sim, meu sogro, pelado, pegou ela pela cintura e também a virou, se manifestando.Desculpa, mas não consigo olhar na sua cara!

E ele comeu ela também, igual quando iniciou ela na juventude. Ela sentiu, reconheceu, a memória emocional lembrou, e deu certo, como antes, o primeiro homem dela a possuía de novo, ela tava nas nuvens. O corpo dela admitiu que gostava, até sentia falta, celebrou a chegada dele. Ela olhou ele de perfil com um olhar sugestivo e sussurrou.Ai, papai!

No dia seguinte, ela amanheceu diferente, feliz, relaxada, via as coisas de outro jeito. Vestiu um biquíni e se expôs ao sol, coisa que sempre fazia na juventude e deixou de fazer depois que casou. Sentiu a parte de baixo da calcinha descer, aquele biquíni minúsculo, se virou e estava um dos sobrinhos dela, primo-irmão do filho dela, sentado bem pertinho, acariciando a própria buceta e disse:Fala tia! Já viu uma pica de vinte centímetros?
Nunca vi uma antes! Nunca na minha vida! Ela respondeu sorrindo, com certeza o pinto do filho dela comentou algo sobre o que rolou ontem à noite, pensou.
Depois de ter suado debaixo do sol e começado a pegar cor, ela tinha se bronzeado bem com o protetor, entrou no chuveiro do lado de fora de casa, aquele que usavam para a piscina. De repente, um rapaz entrou e a encontrou pelada, claro, tomando banho. Ela olhou pra ele e disseNão te conheço, o que cê tá fazendo aqui!
Vim tomar um banho pra entrar na piscina, foi o Leo que me mandou!

Ela se secou e disse pra ele. Toma um banho e entra, te espero no quarto!
Claro, o amigo do filho dela fez isso.

Mas todas as reclamações, os choros, as discussões, pelo menos as da minha mulher, sempre terminavam do mesmo jeito: ela se rendia, assumindo uma posição submissa e de respeito. Agora, uma parada completamente diferente era a atitude que o resto dos homens que moravam na nossa casa tomaram, ou seja, nosso filho, o avô dele, que é meu pai, e meu sogro, o pai da minha mulher. Por parte de todos eles, foi uma puta beligerância e belicosidade, eles agiam de um jeito agressivo e na surdina.

Nosso filho Leo escondeu maliciosamente e com cuidado seus planos e pensamentos de nós dois, de mim e da mãe dele, de forma intencional.
E com voltas e rodeios, tortuosamente, maquinou que nem um sorrateiro, seus propósitos sombrios, com a clara vontade de fazer algo errado. Talvez possa ser entendido ou interpretado de vários jeitos, ou dar ocasião a julgamentos diversos que podem levar à confusão.

Mas pra mim foi um erro querer pegar minha esposa, a mãe dela, confundindo uma com a outra, brincando ou agindo errado, foi sacanagem. Fazer alguém se confundir ou errar, achando que é um pelo outro, é errado pra caralho.

Na moleza dos sentidos causada pelo sono e pela vontade de dormir, ele, meu primogênito, se aproveitou do torpor da mãe dela, naquele período de descanso, e profanou aquele templo, que é de minha propriedade. A longa falta de atividade genital dela foi campo fértil pra semente dele.

Mesmo tendo conseguido despirocá-la, acordar e descobrir, ela não quis expor e perguntou pra ele.Bebê, o que você tá fazendo?Sem demonstrar seu desgosto e mau humor! Ela se esforçou pra não perder a calma e começar a gritar.

Indignada, não podia acreditar no que tava acontecendo.
Nela se misturavam a inquietação e o desgosto.
Ela era testemunha da insipidez e da falta de calor, de paixão naquele ato.
A única coisa que sentia era um incômodo, que causava coceira, era uma espécie de indisposição de saúde. Não tava nem no ponto nem no estado de maturidade necessária pra aquilo.

Meu garotinho!
Naquela época, naquele momento e dado o contexto, só lhe ocorreu gritar isso.

Aquilo era escabroso, desigual, cheio de tropeços e acidentes, embaraçoso, difícil de resolver. Manter contato visual entre eles foi impossível, e como o filho continuava com a bagunça, não teve outra opção senão se virar e aguentar a sujeira do evento.

Mas, o fato de estar de costas a abstraiu do aqui e agora. Ela dispensou a realidade exterior pra se concentrar no pensamento, considerou isoladamente as qualidades essenciais do filho como objeto, ou nela mesma como objeto em sua pura essência ou noção "soube abstrair o verdadeiro significado do quadro".

Tão abstrato foi, que as ideias dele contrastaram com a realidade, essa contraposição ou diferença notável que existe entre pessoas ou coisas. Ele se sentiu um ser inanimado, duvidou se aquilo era real ou irreal, se estava pensando ou fazendo, e isso equivalia a nada. Como se nada tivesse acontecido. Ele pediu ao filho dele.Leo, goza dentro de mamãe!

Foi só dizer aquilo e o filho dela começou a convulsionar, com espasmos que o contraíam involuntariamente. Ele expeliu todos os fluidos que cabiam nos seus testículos. Devorou a mãe dele, e ainda assim o orgasmo parecia se prolongar indefinidamente.

Ele puxou o pau pra fora, bateu uma e continuou esguichando porra. Por isso, abaixou e tirou as calças, e aí não só sentiu a profundidade da buceta da mãe, mas se jogou nela, metendo e fazendo contato completo com cada pedaço do corpo e da humanidade dela.

Ai, meu Deus! Ela exclamou ao atingir o clímax e gozar junto com seu filho inexperiente. Depois disso, mesmo querendo continuar, Leo se despediu da mãe e foi embora, porque achou ter ouvido e/ou visto movimentos estranhos no corredor que ligava os cômodos da casa. Não fosse o pai deles descobrir e essa história que mal tinha começado e ele queria repetir acabar dando errado.

Ainda sem ter se recuperado da briga com o filho e toda molhada com a porra dele, foi colocada de quatro, no estilo cachorrinho, e possuída pela investida do sogro. Meu pai já estava de olho nela, queria comer ela desde que a apresentei há mais de vinte anos. Foram umas boas metidas até gozar dentro da buceta rosada dela.

Ficou deitada de costas na cama, usada sem dó nas últimas horas. O rosto dela se transformou quando viu o próprio pai entrar, sim, meu sogro, pelado, pegou ela pela cintura e também a virou, se manifestando.Desculpa, mas não consigo olhar na sua cara!

E ele comeu ela também, igual quando iniciou ela na juventude. Ela sentiu, reconheceu, a memória emocional lembrou, e deu certo, como antes, o primeiro homem dela a possuía de novo, ela tava nas nuvens. O corpo dela admitiu que gostava, até sentia falta, celebrou a chegada dele. Ela olhou ele de perfil com um olhar sugestivo e sussurrou.Ai, papai!

No dia seguinte, ela amanheceu diferente, feliz, relaxada, via as coisas de outro jeito. Vestiu um biquíni e se expôs ao sol, coisa que sempre fazia na juventude e deixou de fazer depois que casou. Sentiu a parte de baixo da calcinha descer, aquele biquíni minúsculo, se virou e estava um dos sobrinhos dela, primo-irmão do filho dela, sentado bem pertinho, acariciando a própria buceta e disse:Fala tia! Já viu uma pica de vinte centímetros?
Nunca vi uma antes! Nunca na minha vida! Ela respondeu sorrindo, com certeza o pinto do filho dela comentou algo sobre o que rolou ontem à noite, pensou.
Depois de ter suado debaixo do sol e começado a pegar cor, ela tinha se bronzeado bem com o protetor, entrou no chuveiro do lado de fora de casa, aquele que usavam para a piscina. De repente, um rapaz entrou e a encontrou pelada, claro, tomando banho. Ela olhou pra ele e disseNão te conheço, o que cê tá fazendo aqui! Vim tomar um banho pra entrar na piscina, foi o Leo que me mandou!

Ela se secou e disse pra ele. Toma um banho e entra, te espero no quarto!
Claro, o amigo do filho dela fez isso.
42 comentários - Minha filha abandonou a família II (com fotos)
@Anincho lo mismo vos..!! Muchas gracias por los puntos, les dejo el link para que entiendan como viene la historia http://www.poringa.net/posts/relatos/3028582/Mi-hija-abandono-a-la-familia-con-imagenes.html