*Riiiiing*
O interfone da casa tocou, nós dois ficamos parados na hora, minha mãe me olhou com aquela cara de terror e eu, com a excitação que tava sentindo, não processava nada. Meu pau ainda tava enterrado até a metade do buraco dela quando olhei pro relógio na cozinha marcando 13:20. "Quê? O tempo passou tão rápido assim?" Então perguntei:
- Mãe, o que a gente faz?
Eu não conseguia pensar direito, fiquei perplexo com o susto que me deu. Ser descoberto me aterrorizava, mas ao mesmo tempo me dava mais tesão por estar fazendo isso com minha mãe. Instantaneamente, meu corpo agiu por conta própria, como se o diabo tivesse tomado conta de mim, e meu pau foi entrando completamente no buraco apertado dela.
- Ahhh... che...ga, filho... levanta.... mmmm.... - Minha mãe falava entre gemidos
- Por que você quer que eu pare? Hein? Se você tá gostando, ou não, sua puta?
Meu lado selvagem apareceu, nunca tinha agido daquele jeito e não sei como tive coragem de falar aquilo, mas me excitou demais.
- Como... você me chamou, garoto? Sou sua mãe!! Não me chame assim!! - Eu recuei o corpo, fazendo minha cabeça sair da caverna dela, e enterrei de novo até o fundo da bunda dela - Ahhhh.... Eu não sou uma.....puta....
- Ah, não é? E quem é que tá botando chifre no marido e se veste como uma toda manhã? - A cada palavra que eu falava, eu penetrava ela
Ela não respondeu, ficou pensando no que eu disse. Pensei e, na real, mamãe não tem culpa. Meu pai não dava a atenção que ela precisava e, pelo que ela me contou, eles não transavam há um tempão. Ela tava começando a se sentir sozinha e desprezada pelos homens. Já eu, fiz ela ver o contrário, dei toda a atenção e mostrei que ela ainda tem um corpo gostoso e...
*Riiiiing*
De novo o interfone tocou. Aquele som me trouxe de volta à realidade. Eu tinha que ir atender, mas não queria que aquilo acabasse. Tava mesmo curtindo a minha mãe. Tirei ela de lá e, sem me levantar, apontei meu pau pra buceta dela. Rapidão, minha mãe percebeu e tapou a xota com a mão.
- Não, te falei chega, não vê que tem alguém batendo na porta? - Ela falou meio puta
- Não tô nem aí
Afastei a mão dela e a buceta dela ficou à mostra de novo, apontei de novo e, com uma enfiada só, meu pau entrou inteiro.
- Ahhhhhhh
- Ohhh... isso... mãe... é tão bom... Você gosta, né? Dava pra fazer isso o dia inteiro...
- Para... filho, podem... ahhhh... nos ouvir...
- Então não faz barulho
Levei minha mão esquerda até a boca dela e tampei, com a outra mão agarrei o cabelo dela e puxei pra trás, fazendo as costas dela arquear.
- Mmmmmm - Acho que ela tentou falar alguma coisa ou gemeu, não entendi
Ela arregalou os olhos com a minha atitude e tentava dizer algo, mas minha mão tava tampando. A bunda dela quicava pra frente e pra trás com minhas estocadas, meu pau duro saía quase todo pra depois entrar de novo na buceta dela, tava ficando louco, ter minha mãe daquele jeito me excitava pra caralho, nunca pensei que ia ter uma mulher tão gostosa nessa situação.
Já tava difícil manter aquela posição, minhas pernas fracas tavam cansadas. Tirei ele da buceta dela e me levantei, pude ver bem minha mãe submissa, de bruços com as pernas juntas e a bunda empinada, as curvas do corpo dela eram de admirar, ainda mais com a pele bronzeada e meio suada por causa do calor, que deixava ela ainda mais apetitosa. Foquei nos pés pequenos dela e fui subindo o olhar, cada vez que subia, as pernas torneadas dela cresciam e ficavam mais grossas, quando chegava na bunda dela, você ficava sem palavras, do tamanho e redondeza que ela tinha, dava água na boca.
Mas eu já não aguentava mais, precisava descansar minhas pernas, já tava doendo ficar de pé. Visualizei Rápido, larguei o sofá e fui me sentar. Minha mãe continuava deitada, com a boca aberta, tentando recuperar o fôlego. Quase dois minutos se passaram, e ela ergueu o olhar para mim. Nós dois sabíamos que aquilo ainda não tinha acabado. Ela se levantou e ficou parada na minha frente, completamente nua, o corpo todo brilhando com a luz do sol. Eu sempre gostei pra caralho de mulher com barriga chapada, e minha mãe era uma delas. Ela prendeu o cabelo de novo, dando a entender que tava se preparando pro que vinha.
- Tá pronto pra mamãe? - Ela falou com um sorriso.
Ela também tinha se transformado completamente. Eu não entendia nada. Até pouco tempo atrás, ela tava pedindo pra parar, e agora era ela quem pedia. Balancei a cabeça dizendo que sim. Ela começou a andar devagar na minha direção, mexendo as pernas grossas e o quadril, parecendo que tava desfilando e me provocando. Quando chegou em mim, colocou as duas pernas de cada lado das minhas e foi se sentando. Senti o calor do corpo dela. Os peitos dela ficaram na altura do meu rosto. Minha mãe levou a mão pra trás do corpo até alcançar meu pau e encontrou ele. Começou a me masturbar. Eu não hesitei nem um segundo e agarrei um dos peitos dela, levando até minha boca. Chupei e suguei à vontade.
- Siim!!!......... Mmmmmm... Chupa eles igual quando você era bebê!
Ela guiou meu pau até a entrada da buceta dela e, de pouquinho em pouquinho, foi se sentando nele. As paredes dela começaram a se abrir. Quando encaixou até o fundo, começou a subir e descer. Os peitos dela balançavam, o que tornava impossível chupá-los, mas eu segurei eles com as mãos pra continuar minha façanha.
- Aiii, a gente não devia tá fazendo isso... mas eu adoro... - Ela dizia entre gemidos, com o rosto apoiado no encosto do sofá.
Minha mãe parecia possuída. Pulava em cima do meu pau de um jeito descontrolado. Depois de se deliciar com meu pau, ela parou. Deixou todo o meu pinto dentro dela e se deitou sobre meu corpo, começando a Só mexendo a bunda dela, pra cima e pra baixo e fazendo círculo, tava me matando, o prazer que eu tava sentindo era indescritível, abracei ela passando meus braços nas costas dela enquanto enfiava a cara no meio dos peitos dela, o clímax tava vindo, eu tentava resistir o máximo que podia, tava difícil segurar a gozada. Num momento olhei pro lado e vi um espelho que a gente tinha na sala que tava refletindo a gente e parte da TV, contemplei o corpo gostoso da minha mãe colado no meu e como aquela rabuda dela se mexia de um jeito incrível, pra cima e pra baixo enquanto engolia meu pau inteiro. Mamãe soltava gemidos a cada sentada que dava, os quadris dela eram maravilhosos, se mexia como uma profissional.
- Mamãe... como você é gostosa!!
- Mmmm... Tá gostando, meu anjo?... Tá gostando como a mamãe te dá prazer? - Ela falou, e a cada palavra que dizia enfiava meu pau.
- Ahhh sim... tô adorando
- Então isso você vai gostar ainda mais
Ela tirou meu pau da buceta dela só levantando a bunda e com a mão guiou ele pro cuzinho, com o quanto ela tava molhada foi entrando sem dificuldade, minha mãe custava a se acostumar a dar por ali, mas eu via que dessa vez ela não tava sentindo dor, tava começando a curtir.
- Ahhh que grande... - Ela disse enquanto descia devagar
E ali tava ela, minha própria mãe em cima de mim enfiando meu pau duro no cuzinho delicado dela, olhei pra ela e tava de olhos fechados, se concentrando na tarefa, foi sentando até sentir a bunda dela encostar nas minhas pernas, o que significava que tinha enfiado tudo, ficou parada uns segundos pra se acostumar com o novo invasor, respirando com dificuldade. Levei as duas mãos na bunda dela e apertei, é tão grande e macia que dava vontade de arrebentar, e foi o que fiz, comecei a mexer minha pelve pra cima e pra baixo, enquanto penetrava ela meus movimentos iam ficando mais Rápido, cheguei num ponto que tava metendo bem forte nela.
- Ahhhh.... aahhhh.... aahhh.... - Ela gemia tão alto que eu tava com medo dos vizinhos ouvirem.
- Que delícia, mãe...
- Aiii.... siiiim..... nunca pensei.... que era tão gostoso...... transar aqui.....
Eu já tava quase gozando, a bunda dela se contraía a cada momento, apertando minha piroca de um jeito delicioso. Minha mãe começou a se masturbar no clitóris.
- Mais rápido, bebê.... mais rápido.... vou gozar!!! - Minha mãe gritou.
Naquela hora, minha mãe gozou, molhou toda minha pélvis e minhas bolas. Cada estocada que eu dava, dava pra ouvir o som da buceta molhada dela batendo no meu corpo. Sentir tudo isso me enchia de prazer.
- Eu também!!!
No momento em que ela ouviu isso, minha mãe pulou do meu pau e se ajoelhou na minha frente.
- Quero tudo na minha cara, filho. Dá a porra toda pra mamãe...
Essa mulher é inacreditável, quase me matava ali mesmo com as coisas que falava. Sem me mexer, comecei a bater uma na frente da cara dela. Ela colocou a língua pra fora esperando minha descarga. A beleza do rosto dela com os lábios pintados de vermelho e os olhos delineados de preto a deixavam ainda mais gostosa. Apontei meu pau pra cara dela e passei ele por todo o rosto dela até que não aguentei mais e minha porra começou a sair, jatos e mais jatos disparados na testa e nas sobrancelhas dela, outros no lado esquerdo da bochecha e um pouco minha mãe conseguiu pegar com a boca.
Segurei a cabeça dela com as duas mãos e puxei ela pro meu pau, fazendo ela me chupar. Essa mulher é maravilhosa, a boca quente dela abraçava meu pau com tanta ternura que eu lambuzava ele de saliva. Ela deixou ele bem limpo até que foi perdendo a ereção dentro da boca dela. Ela foi tirando bem devagar até sair tudo. Soltei ela e caí exausto no sofá, cansado e satisfeito de ter comido ela. Ela juntou toda a porra que tinha deixado na cara dela e levou direto pra boca. boca.
- Uau, mãe, valeeeu — falei com um sorrisão — Você é a melhor mãe do mundo.
- Já cala a boca... te falei pra parar, mas você não me obedeceu, seu moleque.
- Desculpa... é que me deixei levar pelo seu corpo gostoso.
- Anda, seu babão... já vai ter o que merece.
Ela pegou meu pau com a mão e apertou bem forte.
- Auuch!
- Quando eu falo pra parar, você para, ok?
- Siim... mas agora me solta.
- Assim que eu gosto.
Ela soltou e se levantou do chão. Eu observava ela bem detalhadamente, mas não importa quanto tempo eu tente encontrar um defeito no corpo dela, nunca vou achar.
- Não era que tavam tocando a campainha ainda agora? — Ela perguntou.
Max! É verdade, o que será que aconteceu com ele? Eu, feito um idiota, esqueci completamente. Agora lembro que enquanto tava com a minha mãe, em alguns momentos dava pra ouvir a campainha. Mas será que ele não ouviu os gemidos da mãe?
- É verdade — respondi, levantando de repente do sofá — Hum, deixa eu ir ver. Fica aqui.
Fui pegar minha roupa na cozinha o mais rápido que pude e vesti meu short que tinha ficado no chão. Do lado da minha peça, tava a calcinha fio-dental da minha mãe e o avental dela. Peguei tudo e levei pra ela. Quando fui abrir a porta, do outro lado não tinha ninguém. Que estranho.
- Não tem ninguém lá fora.
- Graças a Deus, seria uma vergonha se alguém visse essa bagunça toda na sala. Você arruma tudo de castigo, eu vou tomar um banho.
Não tenho escolha a não ser limpar. Pode me dar todos os castigos que quiser, eu tô mais que feliz. Quando terminei minhas obrigações, fui pro meu quarto mandar uma mensagem pro Max.
- Ei, otário, cê tá onde?
Depois de 5 minutos, meu celular toca.
- Atrasei um pouco, tive que ir comprar uma coisa pra minha irmã que tá resfriada.
- Ah, que merda. Espero que ela se recupere logo.
- Sim, tô cuidando dela esses dias, então ela vai melhorar logo. Não Relaxa... em 20 minutos passo.
A irmã dele, Guili, lembro dela direitinho, com um ano a menos que a gente, 16 anos, tem um corpo divino. O que mais se destaca nela é o corpo curvilíneo, quase não tem peitos, mas tem uma bunda empinada, grande e redonda. Toda vez que eu ia na casa do Max, várias vezes a irmã dele andava de shorts apertados ou com um pijama rosa que destacava demais o atributo dela. Eu, muitas vezes, imaginei como seria vê-la com uma tanguinha minúscula. Não é exagero, mas todos os caras da escola ficam fantasiando em pegar aquela raba, e meu amigo não acha graça nenhuma, até brigou com um dos chatos por causa disso.
Meu tão sumido amigo chegou e a gente se atualizou de tudo que tinha acontecido, tudo isso enquanto jogava videogame. De vez em quando, minha mãe interrompia no meu quarto pra perguntar se a gente precisava de algo, sempre preocupada com a gente. Assim passou o dia todo, até o dia seguinte, quando o Max teve que ir pra casa porque precisavam dele lá. Eu tava mais que feliz de ficar sozinho com minha mãe de novo e poder fazer aquilo de novo.
— Me liga um dia desses pra gente se encontrar de novo — ele disse enquanto a gente se despedia.
— Sim, claro, aí você volta e eu te ganho no FIFA, hahaha.
— Pfff, você teve sorte dessa vez, na próxima eu te ganho.
— Tchau, Max, toma cuidado na volta pra sua casa — falou minha mãe, que tava do meu lado.
— Até mais, Elizabeth, a comida e tudo tava uma delícia.
Ele se aproximou pra dar um beijo de despedida e eu vi como o Max chegou perto da minha mãe a ponto de encostar o braço nos peitos dela. Ela fez como se nada tivesse acontecido, dando um sorriso bem provocante pro nosso convidado que tava indo embora. Aliás, minha mãe tava usando uma camiseta roxa com gola em V que deixava ver boa parte dos peitos grandes dela. Um canalinho no meio, na parte de baixo ela tava com um short bem justinho que parecia uns números menores que o normal, fazendo marcar ainda mais aquela rabetão enorme. Eu tava torcendo pra meu amigo ir logo embora pra poder aproveitar de novo a minha mãe gostosa. Assim que fechei a porta de casa, me joguei sem pensar nela e levei minhas mãos pra aquela bunda divina, quase tocando quando ela rapidamente afastou minha mão.
- Não, a gente precisa conversar, foi errado o que a gente fez.
Eu não tava ouvindo nada, meu olhar e meus pensamentos só focavam no corpão da minha mãe, que eu tentava de novo pegar e tocar.
- Chega!! A gente não pode fazer isso.
- Por que não?
- Somos mãe e filho, é pecado o que a gente fez ontem, você não faz ideia do arrependida que eu fiquei, passei a noite inteira chorando – enquanto falava, lágrimas começaram a escorrer dos olhos dela – Sentir que tô traindo meu marido me faz uma esposa pior, mas por outro lado eu entendo que você é um adolescente e seus hormônios estão à flor da pele o tempo todo, e que você se excita na hora que vê uma mulher, mas não é certo que essa mulher seja sua mãe, o que os outros vão pensar, e você vai encontrar uma garota que ache bonita e atraente...
- Sabe o quanto vai ser decepcionante pra mim tocar em outra mulher depois de ter tocado na sua? Não vai ser a mesma coisa, mãe, você tem um corpão comparada com as outras garotas, e eu não quero tocar em outra. Eu realmente curti demais o que a gente tava fazendo, e você também, né?
- Hummm... sim... mas não é esse o ponto, filho. O que a gente fez não é bem visto.
- Mas ninguém precisa saber, se a gente dois curte isso... somos homem e mulher com necessidades. Já te vi várias vezes batendo uma e não acho justo você ficar sozinha enquanto papai tá lá se divertindo com a secretária dele. Pelo menos deixa eu te fazer feliz, do mesmo jeito que você me faz feliz. pior enganar ela com alguma pessoa desconhecida do que comigo... é melhor em família, não é?
Ela ficou calada pensando, sabia que eu tinha razão, ficar se esgueirando à noite com algum cara de sei lá onde pra transar seria bem perigoso e também não daria uma boa imagem de mulher, mas se ela mantiver tudo em segredo dentro de casa, fica melhor e mais prático, e estar fodendo com alguém que você já conhece e ama, na minha opinião, é muito melhor, ainda mais se for em família, que torna tudo proibido, mas ao mesmo tempo mais excitante e único.
Depois de um momento em silêncio, ela finalmente falou.
- É verdade, fica melhor, eu realmente amo seu pai e por isso vai ser muito difícil seguir em frente com isso, mas você também tem que me ajudar a lidar com isso, então pensei em uma coisa...
- O que você pensou?
A ansiedade estava me matando, não quero perder tudo que conquistei, minha sintonia com minha mãe ficou muito mais próxima, a gente contava tudo uma pra outra, qualquer coisa, graças ao que conseguimos fazer.
- Podemos continuar com isso, mas... não podemos transar.
- Quêêê?!?! - Meu susto e desespero apareceram - Por que não??
- Você tem que me entender, querido, não é fácil pra mim, podemos nos satisfazer mutuamente, tudo o que você imaginar, mas sexo não.
- Não entendo... Se a gente já estava fazendo antes e você gostava, por que agora não pode?!
- É o que estou te oferecendo, filho, pega ou larga.
Não pode ser, é muito difícil entender as mulheres, eu me pergunto como ela não me deixa comer ela se meu pai está fodendo a empregada dele todo santo dia, mas acho que é complicado pra ela assimilar o que aconteceu ontem ou ela não quer enganar o marido com sexo, sei lá, mas acho que isso é melhor do que ficar sem nada.
- Tá bom, algo é algo.
Minha mãe fez uma cara que deixava claro que era o único jeito. Poder aproveitar aquele corpo. não é algo que a gente tem todo dia à disposição.
- Então, negócio fechado! Meu plano é esse... quando um de nós dois precisar se aliviar, pode procurar o outro e a gente se satisfaz mutuamente, mas sem sexo, ok?
- Mas tudo o mais é permitido? - Tô com algo em mente
- Sim, gata
- Genial!!
Enquanto tudo isso tava ficando escuro pra mim, finalmente consegui ver uma luzinha de salvação. Ela me deu um beijo na testa e foi pro quarto dela, mas antes disse:
Vou me trocar e fazer um pouco de ginástica no quincho
Me vieram umas ideias bem loucas e excitantes que vou colocar em prática depois, mas primeiro precisava arrumar um sex-shop. Fui pro meu quarto e liguei o laptop, rapidinho achei uma loja que ficava a seis quadras da minha casa. Peguei a roupa mais perto que tinha e saí correndo pra lá. Quando cheguei, o vendedor que tava perto da porta me olhou com uma cara estranha, com certeza se perguntando o que um moleque da minha idade tá fazendo num lugar desses. Comecei a olhar um monte de coisas que eu não fazia ideia pra que serviam, fui pra seção de "acessórios" e reconheci alguns objetos por causa de vídeos que algumas atrizes usavam. Peguei o que mais me chamou a atenção e comprei.
Quando cheguei em casa, fui direto pro meu quarto e guardei tudo com muito cuidado pro momento certo. Comecei a ficar excitado só de me imaginar usando as coisas que comprei na minha mãe. Tirei a camiseta que tava vestindo e fui de shortinho pro miniginásio de casa.
Lá estava a minha mãe escultural, na esteira, com a legging preta que marcava perfeitamente as pernas torneadas e a bunda dela. A cada passo que dava, aquele rabão enorme balançava de um lado pro outro. Eu ficava louco olhando pra aquilo, e pensar que ontem eu tive lá dentro e como era bom, meu deus! Na parte de cima, ela usava um top azul claro que cobria quase só peitos, e os bicos marcavam tudo!!
Eu tava mais duro do que nunca, queria arrancar logo, então avisei minha mãe.
- Mããe
- O que foi, filho? - Ela disse sem parar de caminhar na máquina
- Tô... - Eu sentia vergonha e pudor de falar - com vontade de....
Minha mãe entendeu na hora o que eu queria dizer.
- Ahã? Não dá pra esperar eu terminar de caminhar?
- Nãooo mãe, preciso agora
Ela virou a cabeça na minha direção e olhou pra minha virilha, quando viu que eu tava bem duro, mordeu o lábio inferior.
- Bate uma enquanto eu termino de caminhar, faltam 4 minutos ainda.
Não tinha outra opção, tirei o short e sentei numa cadeira que tava do meu lado, comecei a me masturbar olhando minha mãe fazendo exercícios. Como ela tava de costas pra mim, dava pra ver aquele rabão gostoso à vontade. Aquela bunda me tentava tanto que não resisti, levantei da cadeira e fui andando até ela. Quando cheguei na frente do meu alvo, coloquei a mão direita naquela bunda, minha mãe se assustou com a ação.
- O que cê tá fazendo? - Perguntou me olhando
Não respondi, continuei apalpando aquela bunda divina enquanto ela se mexia. Com a mão esquerda continuei a punheta e com a direita esfregava à vontade. Ela levantou os olhos pro céu e virou a cabeça pra frente como se nada tivesse acontecido, dando a entender que esse filho não tinha jeito. De perto, a bunda dela parecia ainda maior, aquele vai e vem me hipnotizava.
Fiquei do lado dela e meu olhar focou nos peitões enormes que subiam e desciam presos na regatinha top. Parei de apalpar a bunda dela e fui pras tetas, ela deixou. Olhei pra tela da máquina e ainda faltavam dois minutos. Apertava e beliscava os bicos por cima da roupa, isso fez minha mãe soltar uns gemidos leves.
- Mmmmmm
- Mamãe, Posso levantar sua blusinha?
Esperei a resposta dela, mas não obtive nada, o que considerei como um sim. Parei de me masturbar e levei minha mão até a parte de baixo do peito esquerdo dela, o que dificultou acompanhar o ritmo do movimento. Com meus dedos, peguei a borda da roupa dela e comecei a levantar. Tive que esticar pra frente por causa do tamanho dos peitos dela. Consegui levantar até o começo da aréola, mas travou porque o lado direito do peito não tinha subido. Nisso, ouvi uma risadinha da minha mãe por causa da cara de frustração que fiz ao ver minha tarefa interrompida. Mamãe levou a mão até a roupa dela e foi levantando devagar até igualar a altura do outro, deixando eu terminar minha prazerosa vontade. Pude ver os peitos unidos dela nus da metade pra baixo, acariciei a parte nua, que me parecia macia demais. Precisava vê-los completos de novo, e minha mãe notou minha impaciência, então levantou os dois braços e manteve eles lá em cima. Estiquei minha mão até o meio dos peitos dela e fui levantando o resto da roupa apertada. Aos poucos, os mamilos foram aparecendo até ficarem totalmente visíveis, e então levantei o que faltava, deixando ao ar livre os peitos redondos e grandes dela. Abri a boca com aquela visão, os peitos dela balançavam juntos com a caminhada que a dona fazia, era incrível, não estavam nada caídos e ainda por cima eram naturais. Instantaneamente, retomei minha punheta a favor dela, e bem na hora minha mãe parou de correr, tinha cumprido o tempo. Ela desceu da máquina e, em seguida, começou a baixar também a legging até a metade das coxas. Pude ver que ela não estava de calcinha, não podia acreditar, ela estava treinando só com a legging. Minha mãe fez um sinal com o dedo pra eu me aproximar dela. Quando fiquei na frente dela, meu pau bateu contra a pélvis dela e meu peito contra os peitos dela. Ela pegou meu pau e colocou na virilha dela, tocando de leve na buceta dela. Ela estava de pernas juntas, então o único buraco que tinha era a entreperna dela.
- Vai, bebê, desliza pra dentro e pra fora – Disse minha mãe
Obedeci, nós dois de pé, um na frente do outro, comecei a meter meu pau no meio, que era apertado demais e quente, enquanto eu ia avançando, os lábios da buceta dela roçavam a parte de cima do meu tronco e a parte de baixo nas coxas dela, "porra!, é a mesma sensação de estar comendo ela", o clitóris dela roçava meu pau, era incrível, quando cheguei no fundo, minha pélvis bateu na dela, era muito prazer na ida, nem quero imaginar a volta, comecei a recuar, tirando meu membro aos poucos, e ele saía encharcado pelos fluidos que minha mãe soltava da buceta, o que facilitava o serviço, comecei um vai e vem contínuo, nós dois gemendo.
- Ahhh sim .... mmmmm – Minha mãe pronunciava
- Ohh mãe, é tão ... boooom
Eu, como tinha os peitos dela na altura da minha boca, mordia e lambia eles, ela, sentindo tanto prazer no clitóris, lambeu um dedo e levou até a bunda dela, enfiou no meio das nádegas e começou a fazer círculos no cu dela, eu, com meu pau, mal tocava o dedo dela, até que não senti mais, olhei se a mão dela tinha voltado, mas não, ainda estava lá, o que significava que ela tinha enfiado o dedo pra dentro! Consegui ver ela fazendo movimento com a mão pra frente e pra trás.
- Ahhh ... ahhhhhhhhh!!
O prazer que nós dois sentíamos era imenso, com minhas mãos me agarrei na cintura dela e meu pau começou a entrar e sair mais rápido.
- Você não faz isso com o papai, faz? - Queria provocar ela
- Mmmm não
- Admita, você adora, né?
Minha mãe estava com a cabeça pra cima, boca aberta, gemendo.
- Ahhh sim, filho ... eu adoro
Que gostosa era minha mãe, coisas que não podia fazer e gostava com o marido, ela praticava com o filho. Ela tirou o dedo do buraco dela e levou até a boca pra lamber, mas dessa vez começou a chupar dois dedos e enfiou de novo por trás.
- Me dá seus dedos, mãe, quero provar seu cu
Depois de um minuto, ela parou de se penetrar e me ofereceu os dois dedos, estavam limpos, comecei a lamber com gosto, aquele sabor era delicioso, me deixava louco por aquele cu, não aguentei mais, queria provar logo, puxei a legging dela até tirar, e ela ficou só com o tênis e o top, falei:
- Se segura, mamãe
Levei minhas mãos atrás das coxas dela e fiz força pra cima, levantando ela, mamãe me abraçou com os braços no pescoço e as pernas em volta da minha cintura. Olhei ao redor procurando um lugar pra deitar minha linda mãe, até que achei uma cama estreita de musculação e carreguei ela até lá, me inclinei com ela pra deitar, e ela me soltou. Abri as pernas dela e na minha frente apareceram a buceta e o cuzinho dela, levantei um pouco a bunda dela com as mãos pra ficar na altura da minha boca, não hesitei um segundo e me joguei pra lamber o cu dela, como ela estava com as pernas pra cima, levou elas pra trás dos ombros e da cabeça, não sabia que minha mãe era tão flexível. Minha língua lambia todo o buraquinho dela, ela levou uma mão na buceta e começou a dar tapinhas no clitóris, o que dava um prazer danado.
- Continua, filho... continua... não para, por favor!!!
Como o cu dela estava meio aberto, minha língua entrava fácil naquela cavidade, entrava e saía, dilatando mais, era uma delícia, podia passar o dia inteiro lambendo, meus olhos subiram um pouco e encontraram os lábios grossos da mamãe, que te convidavam a chupar também. Tirei a língua e levei pra buceta dela, minha mãe tirou a mão e colocou na minha cabeça, lambia com gosto os lábios e o clitóris dela, enquanto fazia isso, levei minha mão na boca da mamãe, que chupou gostoso, e quando estava cheia de saliva, levei pro cu dela e comecei a meter dois dedos.
- Ahhh, deus! Que gostoso!!! - Gemeu minha mãe
Podia sentir como a buceta dela começou a se contrair na minha boca, eu não parava de chupar até que minha mãe gemeu tão forte que gozou, me encharcou a cara toda com os fluidos dela. Ela continuava com as pernas atrás da cabeça, me deixando à disposição os dois buracos dela, eu queria gozar, era demais pra mim, então me levantei e coloquei meu pau sobre a buceta da mamãe, que imediatamente ficou molhada com os líquidos dela. Tô com uma vontade de enfiar e foder ela, mas o trato que mamãe fez antes sobre não transar tinha que cumprir, porque se eu enfiar agora e ela ficar brava, perco tudo isso. Me segurei como pude e me contentei com o que tinha, comecei a esfregar meu pau ao longo da boceta dela, fazendo uma punheta. Via ela meio inquieta, não sei o que tá passando pela cabeça dela agora, mas ela queria me dizer algo.
- Mmmm, para, filho... para... você vai me enlouquecer
Não liguei pra ela, continuei com meu movimento, direcionei meu pau pra entrada do cu dela, deixando a cabeça na entradinha, e comecei a bater punheta com a mão, em alguns momentos a cabeça do meu pau fazia pressão e entrava só um pouquinho, fazendo o buraco dela se abrir.
- Ahhhhh... não aguento mais... enfia... preciso dela dentro!!! - Ela disse
- Mas e o trato?
Fiz de durão, queria ver ela implorar.
- Dane-se o trato!! Preciso que você me foda agora!!
Isso já era o suficiente pra mim, desci da caminha e fui até onde tinha deixado meu short.
- Aonde você vai?!?! - Exclamou minha mãe
- Um segundo, mãe
Procurei nos bolsos do meu short e tirei um pote de lubrificante que tinha comprado no sex-shop, voltei correndo pra minha mãe, que já estava se tocando no clitóris. Abri a tampa do pote e joguei boa parte do conteúdo na buceta e no cu dela, um pouco nas pernas e no meu pau. Comecei a espalhar com as mãos por toda a área. que tinha jogado nela, minha mãe ficou toda brilhando.
- Uau, onde você conseguiu isso? - Ela perguntou
- Comprei numa sex shop... e não foi só isso que comprei - falei, piscando o olho
- Kkkkk, que menino mais pervertido que me saiu
Eu ri junto com ela, coloquei o pau dela na bunda dela e fui enfiando devagar, as paredes dela já não apertavam como da primeira vez, mas recebiam com gosto. Quando encostei tudo, nós dois gememos.
- Ahhhhhhhh
Fui enfiando e tirando, a penetração tava bem mais fácil com a ajuda do lubrificante, entrava e saía sem problema. Adorava ver meu pau aparecendo inteiro pra, num segundo depois, sumir dentro do buraquinho dela. Ela se tocava a buceta com os olhos fechados e a boca aberta. Depois de uns minutos fodendo ela, perguntei:
- Posso enfiar na sua buceta agora?
Ela abriu os olhos e respondeu:
- Não, posso engravidar... esse lugar é só do seu pai
Não respondi nada, adorava comer ela pelo cu, aliás, acho muito mais excitante e gostoso do que pela frente. Continuei com meu mete e tira mais rápido que o normal, ela, pra aguentar minhas estocadas, se segurava na barra de pesos que tava em cima dela.
- Siim... nunca pensei que... ahhh... que fosse tão... gos-to-so... ahhh... comer por trás - minha mãe dizia
Eu já não aguentei mais e enterrei meu pau no fundo do cu dela, enchendo ela de porra. Não dava pra contar quantos jatos soltei, mas sei que foi pra caralho. Já exausto, fui tirando meu tronco de dentro do buraquinho delicado dela. Quando saiu, escapou um pouco de sêmen de dentro. Dei uma longa lambida na buceta dela e me levantei.
- Ai! Tá ardendo um pouco - ela tocou de leve a bunda dela - Me arrebentou, mano
Eu ria, ela tinha curtido tanto quanto eu. Ajudei ela a se levantar e, enquanto ela ia se trocar, perguntei. - Podemos fazer de novo?
- Sim, filho... minha bunda é sua agora... pode usar quando quiser e onde quiser, se quiser.
Todas as ideias que me vinham com as coisas que comprei na loja eram infinitas, e depois vou aplicá-las com minha mãe gostosa.
O interfone da casa tocou, nós dois ficamos parados na hora, minha mãe me olhou com aquela cara de terror e eu, com a excitação que tava sentindo, não processava nada. Meu pau ainda tava enterrado até a metade do buraco dela quando olhei pro relógio na cozinha marcando 13:20. "Quê? O tempo passou tão rápido assim?" Então perguntei:
- Mãe, o que a gente faz?
Eu não conseguia pensar direito, fiquei perplexo com o susto que me deu. Ser descoberto me aterrorizava, mas ao mesmo tempo me dava mais tesão por estar fazendo isso com minha mãe. Instantaneamente, meu corpo agiu por conta própria, como se o diabo tivesse tomado conta de mim, e meu pau foi entrando completamente no buraco apertado dela.
- Ahhh... che...ga, filho... levanta.... mmmm.... - Minha mãe falava entre gemidos
- Por que você quer que eu pare? Hein? Se você tá gostando, ou não, sua puta?
Meu lado selvagem apareceu, nunca tinha agido daquele jeito e não sei como tive coragem de falar aquilo, mas me excitou demais.
- Como... você me chamou, garoto? Sou sua mãe!! Não me chame assim!! - Eu recuei o corpo, fazendo minha cabeça sair da caverna dela, e enterrei de novo até o fundo da bunda dela - Ahhhh.... Eu não sou uma.....puta....
- Ah, não é? E quem é que tá botando chifre no marido e se veste como uma toda manhã? - A cada palavra que eu falava, eu penetrava ela
Ela não respondeu, ficou pensando no que eu disse. Pensei e, na real, mamãe não tem culpa. Meu pai não dava a atenção que ela precisava e, pelo que ela me contou, eles não transavam há um tempão. Ela tava começando a se sentir sozinha e desprezada pelos homens. Já eu, fiz ela ver o contrário, dei toda a atenção e mostrei que ela ainda tem um corpo gostoso e...
*Riiiiing*
De novo o interfone tocou. Aquele som me trouxe de volta à realidade. Eu tinha que ir atender, mas não queria que aquilo acabasse. Tava mesmo curtindo a minha mãe. Tirei ela de lá e, sem me levantar, apontei meu pau pra buceta dela. Rapidão, minha mãe percebeu e tapou a xota com a mão.
- Não, te falei chega, não vê que tem alguém batendo na porta? - Ela falou meio puta
- Não tô nem aí
Afastei a mão dela e a buceta dela ficou à mostra de novo, apontei de novo e, com uma enfiada só, meu pau entrou inteiro.
- Ahhhhhhh
- Ohhh... isso... mãe... é tão bom... Você gosta, né? Dava pra fazer isso o dia inteiro...
- Para... filho, podem... ahhhh... nos ouvir...
- Então não faz barulho
Levei minha mão esquerda até a boca dela e tampei, com a outra mão agarrei o cabelo dela e puxei pra trás, fazendo as costas dela arquear.
- Mmmmmm - Acho que ela tentou falar alguma coisa ou gemeu, não entendi
Ela arregalou os olhos com a minha atitude e tentava dizer algo, mas minha mão tava tampando. A bunda dela quicava pra frente e pra trás com minhas estocadas, meu pau duro saía quase todo pra depois entrar de novo na buceta dela, tava ficando louco, ter minha mãe daquele jeito me excitava pra caralho, nunca pensei que ia ter uma mulher tão gostosa nessa situação.
Já tava difícil manter aquela posição, minhas pernas fracas tavam cansadas. Tirei ele da buceta dela e me levantei, pude ver bem minha mãe submissa, de bruços com as pernas juntas e a bunda empinada, as curvas do corpo dela eram de admirar, ainda mais com a pele bronzeada e meio suada por causa do calor, que deixava ela ainda mais apetitosa. Foquei nos pés pequenos dela e fui subindo o olhar, cada vez que subia, as pernas torneadas dela cresciam e ficavam mais grossas, quando chegava na bunda dela, você ficava sem palavras, do tamanho e redondeza que ela tinha, dava água na boca.
Mas eu já não aguentava mais, precisava descansar minhas pernas, já tava doendo ficar de pé. Visualizei Rápido, larguei o sofá e fui me sentar. Minha mãe continuava deitada, com a boca aberta, tentando recuperar o fôlego. Quase dois minutos se passaram, e ela ergueu o olhar para mim. Nós dois sabíamos que aquilo ainda não tinha acabado. Ela se levantou e ficou parada na minha frente, completamente nua, o corpo todo brilhando com a luz do sol. Eu sempre gostei pra caralho de mulher com barriga chapada, e minha mãe era uma delas. Ela prendeu o cabelo de novo, dando a entender que tava se preparando pro que vinha.
- Tá pronto pra mamãe? - Ela falou com um sorriso.
Ela também tinha se transformado completamente. Eu não entendia nada. Até pouco tempo atrás, ela tava pedindo pra parar, e agora era ela quem pedia. Balancei a cabeça dizendo que sim. Ela começou a andar devagar na minha direção, mexendo as pernas grossas e o quadril, parecendo que tava desfilando e me provocando. Quando chegou em mim, colocou as duas pernas de cada lado das minhas e foi se sentando. Senti o calor do corpo dela. Os peitos dela ficaram na altura do meu rosto. Minha mãe levou a mão pra trás do corpo até alcançar meu pau e encontrou ele. Começou a me masturbar. Eu não hesitei nem um segundo e agarrei um dos peitos dela, levando até minha boca. Chupei e suguei à vontade.
- Siim!!!......... Mmmmmm... Chupa eles igual quando você era bebê!
Ela guiou meu pau até a entrada da buceta dela e, de pouquinho em pouquinho, foi se sentando nele. As paredes dela começaram a se abrir. Quando encaixou até o fundo, começou a subir e descer. Os peitos dela balançavam, o que tornava impossível chupá-los, mas eu segurei eles com as mãos pra continuar minha façanha.
- Aiii, a gente não devia tá fazendo isso... mas eu adoro... - Ela dizia entre gemidos, com o rosto apoiado no encosto do sofá.
Minha mãe parecia possuída. Pulava em cima do meu pau de um jeito descontrolado. Depois de se deliciar com meu pau, ela parou. Deixou todo o meu pinto dentro dela e se deitou sobre meu corpo, começando a Só mexendo a bunda dela, pra cima e pra baixo e fazendo círculo, tava me matando, o prazer que eu tava sentindo era indescritível, abracei ela passando meus braços nas costas dela enquanto enfiava a cara no meio dos peitos dela, o clímax tava vindo, eu tentava resistir o máximo que podia, tava difícil segurar a gozada. Num momento olhei pro lado e vi um espelho que a gente tinha na sala que tava refletindo a gente e parte da TV, contemplei o corpo gostoso da minha mãe colado no meu e como aquela rabuda dela se mexia de um jeito incrível, pra cima e pra baixo enquanto engolia meu pau inteiro. Mamãe soltava gemidos a cada sentada que dava, os quadris dela eram maravilhosos, se mexia como uma profissional.
- Mamãe... como você é gostosa!!
- Mmmm... Tá gostando, meu anjo?... Tá gostando como a mamãe te dá prazer? - Ela falou, e a cada palavra que dizia enfiava meu pau.
- Ahhh sim... tô adorando
- Então isso você vai gostar ainda mais
Ela tirou meu pau da buceta dela só levantando a bunda e com a mão guiou ele pro cuzinho, com o quanto ela tava molhada foi entrando sem dificuldade, minha mãe custava a se acostumar a dar por ali, mas eu via que dessa vez ela não tava sentindo dor, tava começando a curtir.
- Ahhh que grande... - Ela disse enquanto descia devagar
E ali tava ela, minha própria mãe em cima de mim enfiando meu pau duro no cuzinho delicado dela, olhei pra ela e tava de olhos fechados, se concentrando na tarefa, foi sentando até sentir a bunda dela encostar nas minhas pernas, o que significava que tinha enfiado tudo, ficou parada uns segundos pra se acostumar com o novo invasor, respirando com dificuldade. Levei as duas mãos na bunda dela e apertei, é tão grande e macia que dava vontade de arrebentar, e foi o que fiz, comecei a mexer minha pelve pra cima e pra baixo, enquanto penetrava ela meus movimentos iam ficando mais Rápido, cheguei num ponto que tava metendo bem forte nela.
- Ahhhh.... aahhhh.... aahhh.... - Ela gemia tão alto que eu tava com medo dos vizinhos ouvirem.
- Que delícia, mãe...
- Aiii.... siiiim..... nunca pensei.... que era tão gostoso...... transar aqui.....
Eu já tava quase gozando, a bunda dela se contraía a cada momento, apertando minha piroca de um jeito delicioso. Minha mãe começou a se masturbar no clitóris.
- Mais rápido, bebê.... mais rápido.... vou gozar!!! - Minha mãe gritou.
Naquela hora, minha mãe gozou, molhou toda minha pélvis e minhas bolas. Cada estocada que eu dava, dava pra ouvir o som da buceta molhada dela batendo no meu corpo. Sentir tudo isso me enchia de prazer.
- Eu também!!!
No momento em que ela ouviu isso, minha mãe pulou do meu pau e se ajoelhou na minha frente.
- Quero tudo na minha cara, filho. Dá a porra toda pra mamãe...
Essa mulher é inacreditável, quase me matava ali mesmo com as coisas que falava. Sem me mexer, comecei a bater uma na frente da cara dela. Ela colocou a língua pra fora esperando minha descarga. A beleza do rosto dela com os lábios pintados de vermelho e os olhos delineados de preto a deixavam ainda mais gostosa. Apontei meu pau pra cara dela e passei ele por todo o rosto dela até que não aguentei mais e minha porra começou a sair, jatos e mais jatos disparados na testa e nas sobrancelhas dela, outros no lado esquerdo da bochecha e um pouco minha mãe conseguiu pegar com a boca.
Segurei a cabeça dela com as duas mãos e puxei ela pro meu pau, fazendo ela me chupar. Essa mulher é maravilhosa, a boca quente dela abraçava meu pau com tanta ternura que eu lambuzava ele de saliva. Ela deixou ele bem limpo até que foi perdendo a ereção dentro da boca dela. Ela foi tirando bem devagar até sair tudo. Soltei ela e caí exausto no sofá, cansado e satisfeito de ter comido ela. Ela juntou toda a porra que tinha deixado na cara dela e levou direto pra boca. boca.
- Uau, mãe, valeeeu — falei com um sorrisão — Você é a melhor mãe do mundo.
- Já cala a boca... te falei pra parar, mas você não me obedeceu, seu moleque.
- Desculpa... é que me deixei levar pelo seu corpo gostoso.
- Anda, seu babão... já vai ter o que merece.
Ela pegou meu pau com a mão e apertou bem forte.
- Auuch!
- Quando eu falo pra parar, você para, ok?
- Siim... mas agora me solta.
- Assim que eu gosto.
Ela soltou e se levantou do chão. Eu observava ela bem detalhadamente, mas não importa quanto tempo eu tente encontrar um defeito no corpo dela, nunca vou achar.
- Não era que tavam tocando a campainha ainda agora? — Ela perguntou.
Max! É verdade, o que será que aconteceu com ele? Eu, feito um idiota, esqueci completamente. Agora lembro que enquanto tava com a minha mãe, em alguns momentos dava pra ouvir a campainha. Mas será que ele não ouviu os gemidos da mãe?
- É verdade — respondi, levantando de repente do sofá — Hum, deixa eu ir ver. Fica aqui.
Fui pegar minha roupa na cozinha o mais rápido que pude e vesti meu short que tinha ficado no chão. Do lado da minha peça, tava a calcinha fio-dental da minha mãe e o avental dela. Peguei tudo e levei pra ela. Quando fui abrir a porta, do outro lado não tinha ninguém. Que estranho.
- Não tem ninguém lá fora.
- Graças a Deus, seria uma vergonha se alguém visse essa bagunça toda na sala. Você arruma tudo de castigo, eu vou tomar um banho.
Não tenho escolha a não ser limpar. Pode me dar todos os castigos que quiser, eu tô mais que feliz. Quando terminei minhas obrigações, fui pro meu quarto mandar uma mensagem pro Max.
- Ei, otário, cê tá onde?
Depois de 5 minutos, meu celular toca.
- Atrasei um pouco, tive que ir comprar uma coisa pra minha irmã que tá resfriada.
- Ah, que merda. Espero que ela se recupere logo.
- Sim, tô cuidando dela esses dias, então ela vai melhorar logo. Não Relaxa... em 20 minutos passo.
A irmã dele, Guili, lembro dela direitinho, com um ano a menos que a gente, 16 anos, tem um corpo divino. O que mais se destaca nela é o corpo curvilíneo, quase não tem peitos, mas tem uma bunda empinada, grande e redonda. Toda vez que eu ia na casa do Max, várias vezes a irmã dele andava de shorts apertados ou com um pijama rosa que destacava demais o atributo dela. Eu, muitas vezes, imaginei como seria vê-la com uma tanguinha minúscula. Não é exagero, mas todos os caras da escola ficam fantasiando em pegar aquela raba, e meu amigo não acha graça nenhuma, até brigou com um dos chatos por causa disso.
Meu tão sumido amigo chegou e a gente se atualizou de tudo que tinha acontecido, tudo isso enquanto jogava videogame. De vez em quando, minha mãe interrompia no meu quarto pra perguntar se a gente precisava de algo, sempre preocupada com a gente. Assim passou o dia todo, até o dia seguinte, quando o Max teve que ir pra casa porque precisavam dele lá. Eu tava mais que feliz de ficar sozinho com minha mãe de novo e poder fazer aquilo de novo.
— Me liga um dia desses pra gente se encontrar de novo — ele disse enquanto a gente se despedia.
— Sim, claro, aí você volta e eu te ganho no FIFA, hahaha.
— Pfff, você teve sorte dessa vez, na próxima eu te ganho.
— Tchau, Max, toma cuidado na volta pra sua casa — falou minha mãe, que tava do meu lado.
— Até mais, Elizabeth, a comida e tudo tava uma delícia.
Ele se aproximou pra dar um beijo de despedida e eu vi como o Max chegou perto da minha mãe a ponto de encostar o braço nos peitos dela. Ela fez como se nada tivesse acontecido, dando um sorriso bem provocante pro nosso convidado que tava indo embora. Aliás, minha mãe tava usando uma camiseta roxa com gola em V que deixava ver boa parte dos peitos grandes dela. Um canalinho no meio, na parte de baixo ela tava com um short bem justinho que parecia uns números menores que o normal, fazendo marcar ainda mais aquela rabetão enorme. Eu tava torcendo pra meu amigo ir logo embora pra poder aproveitar de novo a minha mãe gostosa. Assim que fechei a porta de casa, me joguei sem pensar nela e levei minhas mãos pra aquela bunda divina, quase tocando quando ela rapidamente afastou minha mão.
- Não, a gente precisa conversar, foi errado o que a gente fez.
Eu não tava ouvindo nada, meu olhar e meus pensamentos só focavam no corpão da minha mãe, que eu tentava de novo pegar e tocar.
- Chega!! A gente não pode fazer isso.
- Por que não?
- Somos mãe e filho, é pecado o que a gente fez ontem, você não faz ideia do arrependida que eu fiquei, passei a noite inteira chorando – enquanto falava, lágrimas começaram a escorrer dos olhos dela – Sentir que tô traindo meu marido me faz uma esposa pior, mas por outro lado eu entendo que você é um adolescente e seus hormônios estão à flor da pele o tempo todo, e que você se excita na hora que vê uma mulher, mas não é certo que essa mulher seja sua mãe, o que os outros vão pensar, e você vai encontrar uma garota que ache bonita e atraente...
- Sabe o quanto vai ser decepcionante pra mim tocar em outra mulher depois de ter tocado na sua? Não vai ser a mesma coisa, mãe, você tem um corpão comparada com as outras garotas, e eu não quero tocar em outra. Eu realmente curti demais o que a gente tava fazendo, e você também, né?
- Hummm... sim... mas não é esse o ponto, filho. O que a gente fez não é bem visto.
- Mas ninguém precisa saber, se a gente dois curte isso... somos homem e mulher com necessidades. Já te vi várias vezes batendo uma e não acho justo você ficar sozinha enquanto papai tá lá se divertindo com a secretária dele. Pelo menos deixa eu te fazer feliz, do mesmo jeito que você me faz feliz. pior enganar ela com alguma pessoa desconhecida do que comigo... é melhor em família, não é?
Ela ficou calada pensando, sabia que eu tinha razão, ficar se esgueirando à noite com algum cara de sei lá onde pra transar seria bem perigoso e também não daria uma boa imagem de mulher, mas se ela mantiver tudo em segredo dentro de casa, fica melhor e mais prático, e estar fodendo com alguém que você já conhece e ama, na minha opinião, é muito melhor, ainda mais se for em família, que torna tudo proibido, mas ao mesmo tempo mais excitante e único.
Depois de um momento em silêncio, ela finalmente falou.
- É verdade, fica melhor, eu realmente amo seu pai e por isso vai ser muito difícil seguir em frente com isso, mas você também tem que me ajudar a lidar com isso, então pensei em uma coisa...
- O que você pensou?
A ansiedade estava me matando, não quero perder tudo que conquistei, minha sintonia com minha mãe ficou muito mais próxima, a gente contava tudo uma pra outra, qualquer coisa, graças ao que conseguimos fazer.
- Podemos continuar com isso, mas... não podemos transar.
- Quêêê?!?! - Meu susto e desespero apareceram - Por que não??
- Você tem que me entender, querido, não é fácil pra mim, podemos nos satisfazer mutuamente, tudo o que você imaginar, mas sexo não.
- Não entendo... Se a gente já estava fazendo antes e você gostava, por que agora não pode?!
- É o que estou te oferecendo, filho, pega ou larga.
Não pode ser, é muito difícil entender as mulheres, eu me pergunto como ela não me deixa comer ela se meu pai está fodendo a empregada dele todo santo dia, mas acho que é complicado pra ela assimilar o que aconteceu ontem ou ela não quer enganar o marido com sexo, sei lá, mas acho que isso é melhor do que ficar sem nada.
- Tá bom, algo é algo.
Minha mãe fez uma cara que deixava claro que era o único jeito. Poder aproveitar aquele corpo. não é algo que a gente tem todo dia à disposição.
- Então, negócio fechado! Meu plano é esse... quando um de nós dois precisar se aliviar, pode procurar o outro e a gente se satisfaz mutuamente, mas sem sexo, ok?
- Mas tudo o mais é permitido? - Tô com algo em mente
- Sim, gata
- Genial!!
Enquanto tudo isso tava ficando escuro pra mim, finalmente consegui ver uma luzinha de salvação. Ela me deu um beijo na testa e foi pro quarto dela, mas antes disse:
Vou me trocar e fazer um pouco de ginástica no quincho
Me vieram umas ideias bem loucas e excitantes que vou colocar em prática depois, mas primeiro precisava arrumar um sex-shop. Fui pro meu quarto e liguei o laptop, rapidinho achei uma loja que ficava a seis quadras da minha casa. Peguei a roupa mais perto que tinha e saí correndo pra lá. Quando cheguei, o vendedor que tava perto da porta me olhou com uma cara estranha, com certeza se perguntando o que um moleque da minha idade tá fazendo num lugar desses. Comecei a olhar um monte de coisas que eu não fazia ideia pra que serviam, fui pra seção de "acessórios" e reconheci alguns objetos por causa de vídeos que algumas atrizes usavam. Peguei o que mais me chamou a atenção e comprei.
Quando cheguei em casa, fui direto pro meu quarto e guardei tudo com muito cuidado pro momento certo. Comecei a ficar excitado só de me imaginar usando as coisas que comprei na minha mãe. Tirei a camiseta que tava vestindo e fui de shortinho pro miniginásio de casa.
Lá estava a minha mãe escultural, na esteira, com a legging preta que marcava perfeitamente as pernas torneadas e a bunda dela. A cada passo que dava, aquele rabão enorme balançava de um lado pro outro. Eu ficava louco olhando pra aquilo, e pensar que ontem eu tive lá dentro e como era bom, meu deus! Na parte de cima, ela usava um top azul claro que cobria quase só peitos, e os bicos marcavam tudo!!
Eu tava mais duro do que nunca, queria arrancar logo, então avisei minha mãe.
- Mããe
- O que foi, filho? - Ela disse sem parar de caminhar na máquina
- Tô... - Eu sentia vergonha e pudor de falar - com vontade de....
Minha mãe entendeu na hora o que eu queria dizer.
- Ahã? Não dá pra esperar eu terminar de caminhar?
- Nãooo mãe, preciso agora
Ela virou a cabeça na minha direção e olhou pra minha virilha, quando viu que eu tava bem duro, mordeu o lábio inferior.
- Bate uma enquanto eu termino de caminhar, faltam 4 minutos ainda.
Não tinha outra opção, tirei o short e sentei numa cadeira que tava do meu lado, comecei a me masturbar olhando minha mãe fazendo exercícios. Como ela tava de costas pra mim, dava pra ver aquele rabão gostoso à vontade. Aquela bunda me tentava tanto que não resisti, levantei da cadeira e fui andando até ela. Quando cheguei na frente do meu alvo, coloquei a mão direita naquela bunda, minha mãe se assustou com a ação.
- O que cê tá fazendo? - Perguntou me olhando
Não respondi, continuei apalpando aquela bunda divina enquanto ela se mexia. Com a mão esquerda continuei a punheta e com a direita esfregava à vontade. Ela levantou os olhos pro céu e virou a cabeça pra frente como se nada tivesse acontecido, dando a entender que esse filho não tinha jeito. De perto, a bunda dela parecia ainda maior, aquele vai e vem me hipnotizava.
Fiquei do lado dela e meu olhar focou nos peitões enormes que subiam e desciam presos na regatinha top. Parei de apalpar a bunda dela e fui pras tetas, ela deixou. Olhei pra tela da máquina e ainda faltavam dois minutos. Apertava e beliscava os bicos por cima da roupa, isso fez minha mãe soltar uns gemidos leves.
- Mmmmmm
- Mamãe, Posso levantar sua blusinha?
Esperei a resposta dela, mas não obtive nada, o que considerei como um sim. Parei de me masturbar e levei minha mão até a parte de baixo do peito esquerdo dela, o que dificultou acompanhar o ritmo do movimento. Com meus dedos, peguei a borda da roupa dela e comecei a levantar. Tive que esticar pra frente por causa do tamanho dos peitos dela. Consegui levantar até o começo da aréola, mas travou porque o lado direito do peito não tinha subido. Nisso, ouvi uma risadinha da minha mãe por causa da cara de frustração que fiz ao ver minha tarefa interrompida. Mamãe levou a mão até a roupa dela e foi levantando devagar até igualar a altura do outro, deixando eu terminar minha prazerosa vontade. Pude ver os peitos unidos dela nus da metade pra baixo, acariciei a parte nua, que me parecia macia demais. Precisava vê-los completos de novo, e minha mãe notou minha impaciência, então levantou os dois braços e manteve eles lá em cima. Estiquei minha mão até o meio dos peitos dela e fui levantando o resto da roupa apertada. Aos poucos, os mamilos foram aparecendo até ficarem totalmente visíveis, e então levantei o que faltava, deixando ao ar livre os peitos redondos e grandes dela. Abri a boca com aquela visão, os peitos dela balançavam juntos com a caminhada que a dona fazia, era incrível, não estavam nada caídos e ainda por cima eram naturais. Instantaneamente, retomei minha punheta a favor dela, e bem na hora minha mãe parou de correr, tinha cumprido o tempo. Ela desceu da máquina e, em seguida, começou a baixar também a legging até a metade das coxas. Pude ver que ela não estava de calcinha, não podia acreditar, ela estava treinando só com a legging. Minha mãe fez um sinal com o dedo pra eu me aproximar dela. Quando fiquei na frente dela, meu pau bateu contra a pélvis dela e meu peito contra os peitos dela. Ela pegou meu pau e colocou na virilha dela, tocando de leve na buceta dela. Ela estava de pernas juntas, então o único buraco que tinha era a entreperna dela.
- Vai, bebê, desliza pra dentro e pra fora – Disse minha mãe
Obedeci, nós dois de pé, um na frente do outro, comecei a meter meu pau no meio, que era apertado demais e quente, enquanto eu ia avançando, os lábios da buceta dela roçavam a parte de cima do meu tronco e a parte de baixo nas coxas dela, "porra!, é a mesma sensação de estar comendo ela", o clitóris dela roçava meu pau, era incrível, quando cheguei no fundo, minha pélvis bateu na dela, era muito prazer na ida, nem quero imaginar a volta, comecei a recuar, tirando meu membro aos poucos, e ele saía encharcado pelos fluidos que minha mãe soltava da buceta, o que facilitava o serviço, comecei um vai e vem contínuo, nós dois gemendo.
- Ahhh sim .... mmmmm – Minha mãe pronunciava
- Ohh mãe, é tão ... boooom
Eu, como tinha os peitos dela na altura da minha boca, mordia e lambia eles, ela, sentindo tanto prazer no clitóris, lambeu um dedo e levou até a bunda dela, enfiou no meio das nádegas e começou a fazer círculos no cu dela, eu, com meu pau, mal tocava o dedo dela, até que não senti mais, olhei se a mão dela tinha voltado, mas não, ainda estava lá, o que significava que ela tinha enfiado o dedo pra dentro! Consegui ver ela fazendo movimento com a mão pra frente e pra trás.
- Ahhh ... ahhhhhhhhh!!
O prazer que nós dois sentíamos era imenso, com minhas mãos me agarrei na cintura dela e meu pau começou a entrar e sair mais rápido.
- Você não faz isso com o papai, faz? - Queria provocar ela
- Mmmm não
- Admita, você adora, né?
Minha mãe estava com a cabeça pra cima, boca aberta, gemendo.
- Ahhh sim, filho ... eu adoro
Que gostosa era minha mãe, coisas que não podia fazer e gostava com o marido, ela praticava com o filho. Ela tirou o dedo do buraco dela e levou até a boca pra lamber, mas dessa vez começou a chupar dois dedos e enfiou de novo por trás.
- Me dá seus dedos, mãe, quero provar seu cu
Depois de um minuto, ela parou de se penetrar e me ofereceu os dois dedos, estavam limpos, comecei a lamber com gosto, aquele sabor era delicioso, me deixava louco por aquele cu, não aguentei mais, queria provar logo, puxei a legging dela até tirar, e ela ficou só com o tênis e o top, falei:
- Se segura, mamãe
Levei minhas mãos atrás das coxas dela e fiz força pra cima, levantando ela, mamãe me abraçou com os braços no pescoço e as pernas em volta da minha cintura. Olhei ao redor procurando um lugar pra deitar minha linda mãe, até que achei uma cama estreita de musculação e carreguei ela até lá, me inclinei com ela pra deitar, e ela me soltou. Abri as pernas dela e na minha frente apareceram a buceta e o cuzinho dela, levantei um pouco a bunda dela com as mãos pra ficar na altura da minha boca, não hesitei um segundo e me joguei pra lamber o cu dela, como ela estava com as pernas pra cima, levou elas pra trás dos ombros e da cabeça, não sabia que minha mãe era tão flexível. Minha língua lambia todo o buraquinho dela, ela levou uma mão na buceta e começou a dar tapinhas no clitóris, o que dava um prazer danado.
- Continua, filho... continua... não para, por favor!!!
Como o cu dela estava meio aberto, minha língua entrava fácil naquela cavidade, entrava e saía, dilatando mais, era uma delícia, podia passar o dia inteiro lambendo, meus olhos subiram um pouco e encontraram os lábios grossos da mamãe, que te convidavam a chupar também. Tirei a língua e levei pra buceta dela, minha mãe tirou a mão e colocou na minha cabeça, lambia com gosto os lábios e o clitóris dela, enquanto fazia isso, levei minha mão na boca da mamãe, que chupou gostoso, e quando estava cheia de saliva, levei pro cu dela e comecei a meter dois dedos.
- Ahhh, deus! Que gostoso!!! - Gemeu minha mãe
Podia sentir como a buceta dela começou a se contrair na minha boca, eu não parava de chupar até que minha mãe gemeu tão forte que gozou, me encharcou a cara toda com os fluidos dela. Ela continuava com as pernas atrás da cabeça, me deixando à disposição os dois buracos dela, eu queria gozar, era demais pra mim, então me levantei e coloquei meu pau sobre a buceta da mamãe, que imediatamente ficou molhada com os líquidos dela. Tô com uma vontade de enfiar e foder ela, mas o trato que mamãe fez antes sobre não transar tinha que cumprir, porque se eu enfiar agora e ela ficar brava, perco tudo isso. Me segurei como pude e me contentei com o que tinha, comecei a esfregar meu pau ao longo da boceta dela, fazendo uma punheta. Via ela meio inquieta, não sei o que tá passando pela cabeça dela agora, mas ela queria me dizer algo.
- Mmmm, para, filho... para... você vai me enlouquecer
Não liguei pra ela, continuei com meu movimento, direcionei meu pau pra entrada do cu dela, deixando a cabeça na entradinha, e comecei a bater punheta com a mão, em alguns momentos a cabeça do meu pau fazia pressão e entrava só um pouquinho, fazendo o buraco dela se abrir.
- Ahhhhh... não aguento mais... enfia... preciso dela dentro!!! - Ela disse
- Mas e o trato?
Fiz de durão, queria ver ela implorar.
- Dane-se o trato!! Preciso que você me foda agora!!
Isso já era o suficiente pra mim, desci da caminha e fui até onde tinha deixado meu short.
- Aonde você vai?!?! - Exclamou minha mãe
- Um segundo, mãe
Procurei nos bolsos do meu short e tirei um pote de lubrificante que tinha comprado no sex-shop, voltei correndo pra minha mãe, que já estava se tocando no clitóris. Abri a tampa do pote e joguei boa parte do conteúdo na buceta e no cu dela, um pouco nas pernas e no meu pau. Comecei a espalhar com as mãos por toda a área. que tinha jogado nela, minha mãe ficou toda brilhando.
- Uau, onde você conseguiu isso? - Ela perguntou
- Comprei numa sex shop... e não foi só isso que comprei - falei, piscando o olho
- Kkkkk, que menino mais pervertido que me saiu
Eu ri junto com ela, coloquei o pau dela na bunda dela e fui enfiando devagar, as paredes dela já não apertavam como da primeira vez, mas recebiam com gosto. Quando encostei tudo, nós dois gememos.
- Ahhhhhhhh
Fui enfiando e tirando, a penetração tava bem mais fácil com a ajuda do lubrificante, entrava e saía sem problema. Adorava ver meu pau aparecendo inteiro pra, num segundo depois, sumir dentro do buraquinho dela. Ela se tocava a buceta com os olhos fechados e a boca aberta. Depois de uns minutos fodendo ela, perguntei:
- Posso enfiar na sua buceta agora?
Ela abriu os olhos e respondeu:
- Não, posso engravidar... esse lugar é só do seu pai
Não respondi nada, adorava comer ela pelo cu, aliás, acho muito mais excitante e gostoso do que pela frente. Continuei com meu mete e tira mais rápido que o normal, ela, pra aguentar minhas estocadas, se segurava na barra de pesos que tava em cima dela.
- Siim... nunca pensei que... ahhh... que fosse tão... gos-to-so... ahhh... comer por trás - minha mãe dizia
Eu já não aguentei mais e enterrei meu pau no fundo do cu dela, enchendo ela de porra. Não dava pra contar quantos jatos soltei, mas sei que foi pra caralho. Já exausto, fui tirando meu tronco de dentro do buraquinho delicado dela. Quando saiu, escapou um pouco de sêmen de dentro. Dei uma longa lambida na buceta dela e me levantei.
- Ai! Tá ardendo um pouco - ela tocou de leve a bunda dela - Me arrebentou, mano
Eu ria, ela tinha curtido tanto quanto eu. Ajudei ela a se levantar e, enquanto ela ia se trocar, perguntei. - Podemos fazer de novo?
- Sim, filho... minha bunda é sua agora... pode usar quando quiser e onde quiser, se quiser.
Todas as ideias que me vinham com as coisas que comprei na loja eram infinitas, e depois vou aplicá-las com minha mãe gostosa.
19 comentários - El Voluptuoso Cuerpo de Mama VI