Olá, queridos leitores. Apesar de terem sido poucas as avaliações, me pediram para continuar minha história, então vou seguir. Depois daquela sessão tão deliciosa de sexo, tivemos que encarar a realidade e reconhecer que o jogo nos agradava, que não tinha nada de errado e virou costume brincar de papéis diferentes de vez em quando. O assunto do Rafael era abordado em ocasiões alternadas para não ficar chato, além de que eu pensava que talvez, em alguma situação de extremo tesão, ela me contaria tudo, o que não aconteceu, infelizmente.
Tenho que admitir que virou uma obsessão para mim saber o que realmente aconteceu com o tal Rafael. Não queria saber se rolou ou não, eu sabia que sim. O que me consumia por dentro era o tesão de saber como foi aquele encontro sexual com o segundo homem da vida dela, o que ela pensava, o que sentia e como gozava. Diante da recusa total e persistente em confessar, tive que apelar para uma técnica nada ortodoxa XD. Numa ocasião em que teve festa com uns amigos, a convidei e ela aceitou. Assim que chegamos, comecei a dar bebida pra ela, aos poucos, até que ela já estava quase bêbada e, claro, com muito tesão. Não foi difícil, ela quase não bebe e, quando bebe, fica tonta rápido. Então, o álcool, os beijos e as carícias que trocávamos em certos momentos e as indiretas da fodida que eu daria nela depois da festa a deixaram como lava ardente.
Era a hora e a gente se mandou da festa. Não precisei perguntar se ela queria ir pro hotel. No corredor, ela já se jogou em cima de mim e, desesperada, começou a me beijar, sinais claros do tesão extremo dela misturado com a bebedeira. Eu correspondia aos beijos e carícias. Chegando no quarto, nos despimos um ao outro. Já na cama, sem preâmbulo nem nada, eu a penetrei.
Ela: Aaaahhhhhh, sim, papai gostoso, assim me fode, precisava tanto de você dentro de mim, mmmmm.
Era minha chance e eu aproveitei.
Eu: Você gosta? Foi assim que o Rafael te meteu?
Ela: Siiim, foi assim que ele me comeu, assim que ele meteu.
Eu: Você gostou quando ele te comeu, aquele... uma vez no apê dele?
L: Siiim, foi maravilhoso, ele tem uma buceta muito gostosa.
H: Você gozou como a putinha que é?
L: Muito, ele meteu gostosão, me dá mais aahhhh me come tasty pussy, te amo meu reeeeeiiii mmmmmm.
Eu tinha o plano, deu tudo certo, confesso e estava gravado, caso ele quisesse negar. Guardei o celular e me dediquei a dar uma fodida deliciosa, com a tesão que a confissão dele me deu. Na segunda seguinte, fui buscá-la, passei por ela na saída do trabalho e umas ruas adiante, num lugar deserto, estacionei, conversamos e mostrei a gravação. Pra não contar toda a conversa, primeiro ela ficou brava por eu ter gravado, depois chorou pedindo perdão, até que finalmente consegui convencê-la de que não tinha motivo pra chorar nem pedir desculpas, pelo contrário, agradeci por ela, sem saber, ter realizado uma das minhas maiores fantasias sexuais. A única coisa que pedi foi que me contasse com detalhes o que aconteceu, sem omitir nada.
L: Você é louco, como pode te excitar saber que transei com outro homem, ainda mais logo depois de casarmos – com um pouco de tristeza no rosto – acho que o melhor foi separarmos, só o sexo nos une, gostoso pra caralho, não nego, mas como casamento a gente teria fracassado.
L: Tá bom, se você quer saber o que aconteceu, vou te contar, não adianta mais negar. Também não vou negar que curti como você nem imagina, não foi só uma vez, na verdade foram quatro vezes que transei com Rafael e em cada uma gozei como uma putinha – essa palavra ecoou forte na minha cabeça, porque uma coisa é eu falar na hora do sexo, outra é assim, numa conversa sem putaria – mas sem dúvida, aquela primeira vez no apartamento dele foi a melhor.
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Aqui começa o relato dela, mas pra facilitar a leitura, vou escrever omitindo minhas intervenções, que foram muitas, principalmente fazendo perguntas sobre detalhes do que aconteceu, por exemplo, se comparei o tamanho do pau do Rafael com o meu, o que ela me dizia ou coisas que me intrigavam pra saber os detalhes, então vou contar a história em primeira pessoa pra que todos os detalhes que perguntei apareçam como confissão genuína dela. Além disso, seria como se a Laura, em primeira mão, confessasse ao leitor um acontecimento tão excitante, esperando que ele ouça e se excite como eu me excitei. Espero que curtam tanto quanto eu.
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Como te contei, fui no apartamento dele, tudo foi verdade, a gente se beijou, fiquei excitada, e me levantei pra ir embora porque senti remorso, apesar do calor interno que me tomava, mas a verdade é que não fui embora como te falei. Ele se levantou do sofá atrás de mim e, bem antes de eu sair do apartamento, me pegou pela mão e pediu perdão.
R: Laura, por favor, me perdoa, não quis te ofender, sei que você é casada e, por isso, proibida, mas você é irresistível.
L: Desculpa, Rafa, mas isso não pode rolar, amo meu marido e ele não merece que eu faça uma coisa dessas, ele é o melhor marido do mundo.
R: Lá vem você de novo com isso, como pode ter tanta certeza? Primeiro, como já te disse, você nunca esteve com outro homem, não pode afirmar algo que nunca testou. E segundo, você sabe onde seu marido está agora?
L: Claro que sei, foi pra Puebla, na filial do trabalho dele, mas volta em dois dias.
R: E sabe com quem ele está? Tá no hotel e com quem? Quem te garante que ele não tá com outra mulher enquanto você fica defendendo ele? Você aqui se reprimindo, porque é óbvio que me deseja tanto quanto eu te desejo, não é?
As palavras dele só fizeram eu desabar em lágrimas, mas não tinha certeza se meu choro era porque ele tinha razão sobre eu não saber onde nem com quem você estava, além de lembrar da briga enorme que a gente tinha tido naquela manhã; ou se eu realmente chorava. porque ele me descobriu, sabia que eu o desejava, que queria estar com ele, e isso me fazia sentir fraca e vulnerável.
R: Não chora, pequena, vem, senta um pouco pra se acalmar, você não pode ir embora assim.
Ele me levou até o sofá, me sentou e sentou ao meu lado, me deu um gole da taça que eu tinha deixado na mesinha da salinha, aquele gole foi uma glória. Ele me abraçou e eu me recostei no peito dele, com a mão direita me abraçava e com a esquerda acariciava meu cabelo e minhas bochechas, enquanto isso, eu via de novo aquele volume que aparecia na virilha dele, e a libido que eu tinha há pouco despertou de novo, aquela combinação das carícias dele, o corpo dele junto ao meu, o perfume, o vinho, mas principalmente aquele volume que se desenhava me deixaram declaradamente com tesão, sentia minha buceta super molhada, era uma excitação que eu nunca tinha sentido, estava sozinha com um homem 24 anos mais velho que eu, e o desejava apesar de nunca ter me atraído por homens mais velhos. Suponho que cada movimento dele era calculado e ele sabia bem como me levar, os anos dele não eram em vão.
R: Eu faria qualquer coisa pra não te ver chorar, pra devolver ao teu rosto aquele sorriso que encanta todo mundo no teu escritório, quero ver a Laura alegre de sempre.
L: E o que você faria pra isso?
R: O que for preciso, não só pra ver a garota risonha e alegre de sempre, mas pra conhecer a Laura que você esconde e que quer sair.
Cheia de luxúria, olhei nos olhos dele, quase como desafiando ele a me pegar, o último grama de pudor que eu tinha me impedia de tomar a iniciativa, mas deixava claro que estava disposta a tudo, a tudo.
L: Então vou te apresentar ela, essa é a Laura que você não conhece, você decide se quer conhecê-la.
R: Claro, vou conhecê-la a fundo.
E ele me beijou apaixonadamente, nada a ver com o beijo carinhoso que ele deu no começo, esse era um beijo carregado de desejo, e claro, desejo mútuo, porque eu correspondia entrelaçando nossas línguas, aumentando a carga sexual que a gente tinha. As mãos dele começaram a me tocar, primeiro ele pegou na minha bunda e me apertou contra ele, pude sentir o pau duro dele, aquele volume grande que já dava pra ver agora parecia imponente, e isso que ainda tava na cueca. Quando senti, eu gemi alto sem parar de beijar ele.
L: mmmhhhhhhmmmmmm.
Depois ele passou uma das mãos na frente pra tocar minha buceta por cima da calça jeans azul que tava super justa em mim, enquanto a outra mão massageava um peito meu por cima da blusa branca de botão que eu tava. O tesão era tanto que não consegui me segurar mais e comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça, enquanto o Rafa, habilidoso, desabotoou minha blusa com uma mão e, enfiando por baixo do sutiã, começou a pegar nos meus peitos e beliscar meus bicos, que já estavam duros igual pedra, e você sabe bem que essa é minha fraqueza.
L: mmmmmhhhhhhh siiiim.
R: Você gosta?
Ele falou enquanto tirava minha blusa e o sutiã e colava o corpo nos meus peitos, com a língua dele brincando no meu bico, me lambendo gostoso, depois enfiava na boca e chupava ou dava mordidinhas que me faziam sentir dor e muito prazer, ele sabia bem o que tava fazendo, enquanto com a outra mão apertava meu outro peito e beliscava meu bico, fez isso alternando com uma maestria sem igual.
Depois de vários minutos se esbaldando nos meus peitos, ele me beijou de novo de um jeito apaixonado, enquanto desabotoava minha calça e devagar ia baixando, com um pouco de esforço por causa do justo que tava nas minhas pernas e principalmente na minha bunda. Tirou a calça junto com os sapatos, me deixando só na calcinha fio dental preta que eu tava usando e que você sabe que eu amo. Ele me fez virar de costas.
R: uaaaaau, você é uma deusa
L: Tá falando sério?
R: Claro, pequena – eu adorava quando ele me chamava assim, me fazia sentir ainda mais o tesão de estar com um homem mais velho –
Como agradecimento, abracei ele pelo pescoço e beijei, um beijo apaixonado de língua igual aqueles que me excitam, enquanto desabotoava a camisa dele, que com a ajuda dele foi tirada junto com a regata. me deixando ver um corpo ainda conservado, nos beijamos de novo enquanto ele me pegava pelas nádegas e me carregou até o único quarto do apartamento pequeno. Lá dentro, me deitou delicadamente na cama e continuamos nos beijando, enquanto ele percorria cada centímetro do meu corpo com as mãos habilidosas, principalmente meus peitos e minha buceta, que só estava coberta pelo tecido pequeno da tanga, que não precisou mais do que ser puxada de lado pra ele enfiar um dedo que começou a girar, depois dois, aumentando meu tesão, até que eu pedi pra ele me fazer dele, se continuasse me masturbando eu ia gozar e teria sido gostoso, mas eu queria gozar com ele dentro de mim.
L: Não aguento mais, te quero, te preciso, me faz sua agorrrra.
R: Calma, pequena, não temos pressa, seu marido não está.
L: Não, mas tenho que chegar em casa, meus vizinhos são muito fofoqueiros e não dormir em casa vai me dar problema, além disso você me deixou pegando fogo.
Entendendo que ela tinha razão e sendo um cavalheiro, não querendo causar problemas, ele se levantou ao lado da cama e começou a desabotoar a calça, eu quis imitá-lo tirando a tanga, que era a única peça que ainda tinha.
R: Não, deixa, me excita tanto te ver com essa tanga, você tem uma bunda linda e com essa peça fica ainda mais excitante, melhor me despir você.
Ele só baixou a calça, ficando de cueca, pensei que na idade dele usaria umas cuecas de vovô kkkk, mas foi uma surpresa gostosa ver ele com aquela peça que acho sexy, principalmente pelo volume que aparecia, esticando ao máximo a roupa íntima.
Eu estava nervosa, era o segundo pau que teria tão perto, você foi o primeiro e o seu era o único que eu conhecia, os filmes e revistas que você me ensinou a ver não contavam pra mim, esse era o segundo pinto de verdade que teria tão perto……….. e tão dentro.
R: O que você está esperando, pequena? Não me diga que está se arrependendo, porque sua respiração e seu olhar dizem o contrário.
As palavras dele me tiraram dos meus pensamentos, Sentei na beira da cama enquanto ele continuava de pé, puxei ele pra perto de mim, segurei a cueca dele dos dois lados enquanto meu coração batia a mil por hora, o pau dele ereto impedia de descer a peça com facilidade, finalmente consegui e ele saltou como se fosse impulsionado por uma mola ou como se tivesse vida própria, ali estava ele na minha frente, outro pau ao vivo e a cores, vou ser sincera, achei lindo, era quase do mesmo tamanho que o seu em comprimento, mas na grossura dava pra notar a diferença.
R: O que você pretende fazer agora, vai ficar olhando a noite toda?
Eu não conseguia articular palavra, eu, uma garota jovem de apenas 19 anos, recém-casada e apaixonada pelo meu marido, que tinha sido o único e pra quem eu tinha sido fiel, agora estava no apartamento de um homem maduro que soube me excitar e que agora tinha o pau lindo dele na minha frente, o que eu ia fazer? Nós dois sabíamos o que eu ia fazer, só estava vencendo a última barreira de pudor e fidelidade. Depois de um suspiro forte, fechei os olhos e me entreguei ao prazer desse homem e do pau dele.
Você sabe como eu faço sexo oral, com você aprendi essas habilidades que você tanto elogia, você foi meu mestre, mas agora eu tinha que mostrar o que aprendi e ia caprichar. Comecei a dar beijinhos na ponta enquanto minha mão deslizava de cima pra baixo, reconhecendo ele e sentindo a grossura e as veias que saltavam dos lados, depois passei a língua por todo o tronco dele uma vez e outra, chegando até as bolas, que também foram presa da minha boca, chupei elas, uma primeiro e depois a outra, Rafa soltou um gemido que mostrou que eu tava fazendo direito e ele confirmou.
L: aaaaahhhhhh, é um prazer conhecer essa Laura, ela tem umas habilidades magníficas, continua, você tá mandando muito bem.
Foi um elogio que me fez sentir muito bem, uma garota da minha idade estava à altura de um homem tão experiente, então sem mais demora coloquei o pau dele na minha boca, foi difícil por causa da grossura, mas consegui ir até a metade, você sabe que eu não gosto de comer tudo até o fundo por causa das ânsias, então até onde deu, me virei pra mexer minha língua o máximo que podia pra ele sentir o massagem e que você adora, eu tirava e cuspia na ponta e colocava de novo, me sentia uma puta dos filmes pornô que fazem assim e amava a sensação. Como não entrava tudo, com uma mão segurava a base do pau e com a outra massageava os testículos dele. Quando senti que ele começava a ficar tenso, parei o boquete porque não gosto de receber na boca.
R: Por que você parou? Tava quase gozando na sua boquinha, como você faz bem, menina.
L: Desculpa, mas não gosto do gosto do esperma.
R: Ok, depois você vai gostar, vai ver.
Ele me fez deitar na cama, abriu minhas pernas e sem mais foi direto na minha buceta, só afastou o tecido da minha calcinha e começou a me lamber, mexia a língua deliciosamente, me fazia gemer, subiu as mãos e apertava meus peitos e mamilos.
L: aaaaahhhhhh que buceta gostosa, que gostoso você me chupa, mmmmmmm
Se com os dedos eu me negava o clímax, dessa vez foi diferente, me deixei levar pela língua habilidosa dele e tive um orgasmo delicioso acompanhado dos meus gritos e da tensão do meu corpo que prendeu a cabeça dele entre minhas pernas e gritando o nome dele.
L: ooooooohhhhhhhh Rafaaaaaa.
R: Quase estourou meu crânio, que jeito de gozar, você tá pronta, linda?
L: Sim, tô pronta, por hoje sou sua de corpo e alma, me toma.
R: Tem um pequeno problema, pequena, não tenho camisinha, se importa?
Normalmente qualquer mulher teria recusado, eu acho, mas tava tão tesuda e queria tanto transar com ele que não me importei que ele não usasse camisinha sabendo que eu não me cuidava, pelo contrário, a ideia me excitou muito mais.
L: Não importa, te falei que sou sua e com sua mulher você não deve usar preservativo.
R: Você me encanta, não se importa que eu possa te engravidar só pra te fazer minha, você é tão…... - ele fez uma pausa -
L: puta, sim Rafa, você me deixou assim, quero ser sua puta.
Falei sem pensar, vítima da excitação, me arrependi mas não tinha volta, ele ia pensar o pior de mim.
R: Então vou te tratar como o que você é – ele falou com uma cara de tesão que me assustou – você vai ser minha putinha e vai me satisfazer.
Acho que meus olhos foram bem expressivos.
R: Fica tranquila, pequena, não tem medo, tudo que rolar fica entre nós e essas quatro paredes, fora daqui isso nunca aconteceu, então se solta, me mostra a Laura putinha que eu vou saber como tratar e dar o que ela merece.
As palavras dele foram um alívio pra mim, tanto que eu mesma abri as pernas mostrando sem vergonha minha intimidade e convidando ele pro que a gente tanto queria. Ele não fez questão de esperar, se colocou entre minhas pernas, apoiou as mãos de cada lado da minha cabeça e me beijou, um beijo carinhoso que me deu ainda mais confiança, enquanto eu sentia o pau dele querendo entrar na minha buceta que ansiosa esperava, tanto que eu mesma peguei e coloquei na entrada pra ele me penetrar, ele meteu de uma vez só arrancando um gemido meu, mistura de dor pelo grosso com prazer, principalmente prazer.
L: aaaaahhhhhhhhh
R: Que molhadinha e apertadinha você está – aos poucos ele aumentou a velocidade da penetração me fazendo gemer – você gosta?
L: Siiiiiiii, adoro, que pau gostoso você tem, amor, me parte.
R: Você é uma putinha, minha putinha, e vou te deixar bem aberta.
L: mmmmmmmm sim papai, sou sua putinha, me come assim gostoso aaahhhhhh
Ele me pegou pelos tornozelos abrindo ao máximo minhas pernas enquanto não parava de meter, eu só conseguia gemer aproveitando a fodida gostosa que o Rafael tava me dando, a dor inicial sumiu com as primeiras bombadas, a molhadura da minha buceta lubrificava o suficiente pra ele entrar e sair com facilidade me dando um puta prazer.
Uns segundos depois ele juntou meus tornozelos e com minhas panturrilhas nos ombros dele se inclinou pra deixar a penetração mais funda, sabe que essa posição me adora porque entra até o fundo, não tem jeito, e eu comecei a mexer minha bacia querendo ser eu quem penetrara.
R: Como você se mexe bem, assim, putinha, se remexe, procura meu pau com sua buceta.
L: Você tem ela tão gostosa que eu tenho que procurar, mmmmmmmm, sim, assim, deliciosa, mmmmm.
A posição é gostosa, mas me cansa rápido se eu me mexer.
L: Já, já cansei.
R: Como você quer agora?
L: De quatro, essa eu adoro.
Me coloquei na posição, arqueando as costas pra empinar mais a bunda, mexendo devagar como se estivesse convidando ele a me possuir. Ele se colocou atrás de mim, com uma mão me segurou pelo quadril e me puxou pra perto dele, e com a outra pegou o pau dele e começou a passar pela minha buceta, deslizando até o canal do meu cu, isso me esquentou ainda mais, morrendo de vontade de sentir ele dentro de mim de novo. Cada vez que a cabeça passava pela entrada da minha buceta, eu me jogava pra trás pra enfiar, mas ele não deixava. Ele adorava me fazer sofrer, se fazia de difícil e conseguia, a cada segundo eu desejava mais, precisava ter aquele pau delicioso dentro de mim, sentir como ele me preenche e me faz mulher.
R: Você quer, putinha?
L: Não faz assim, você sabe que eu quero, preciso de você.
R: Me pede como a puta que você é.
L: Me come, Rafa, come a sua puta, porque é isso que eu sou pra você, sou sua mulher no cio e você meu macho.
R: Assim sim, você mereceu, empina mais a bunda, rabuda, vou arrebentar sua buceta.
As palavras dele só me acendiam mais e mais, nunca tinha estado tão tesuda. Enfiei a cara no colchão pra empinar ainda mais a bunda, tinha que agradar meu macho.
R: Assim, putinha, que obediente, agora você vai ver o que é bom.
Ele colocou na entrada e me segurou com as duas mãos no quadril e, de um só empurrão, enfiou tudo, me puxando pra perto dele, e começou a meter sem piedade, senti uma dorzinha pela brusquidão.
L: Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh, devagar, papai, tá doendo.
R: Você queria ser tratada como uma puta, então é assim que se trata, queria pau e agora aguenta e aproveita, porque você tá gostando.
Ele tinha razão, pedi pra ele me comer como uma puta e tava adorando pra caralho. Então tinha que estar à altura. L: mmmmmm aaahhhhhhh si, buceta, me come como uma puta, assim meu rei, que gostoso ter ele dentro, mmmmmmm
R: Mexe essa raba que você tem, mamita, essa que deixa todo mundo louco, imagina quantos caras iam querer te ter assim, meter o pau e te deixar cheia de porra.
L: Sim, papai, que gostoso, daria pra todos, igual dou pra você, não paraaaaa aaaaaaaahhhhhhhhhhh
Tive um orgasmo do caralho, as palavras dele foram o estopim pro clímax, me imaginar todos os meus colegas olhando minha bunda, saber que todos eles querem me comer me fez gozar assim. Foi tanto prazer que quando terminei me deixei cair na cama, tentando me recuperar.
R: Que jeito de gozar, você é lava fervendo, pequena, perdão, você é uma puta muito gostosa.
Ambos rimos, eu meio que ainda me recuperando, mas ele não queria perder tempo.
R: Descansa, você merece, mas não vamos deixar nosso amigo baixar.
Ele aproximou ele da minha boca, a intenção era clara e eu não podia negar esse prazer depois do orgasmo que ele me deu. Enfiei na boca e comecei a chupar, não com tanto capricho quanto antes, mas também não queria que a firmeza dele diminuísse.
R: Essa é minha putinha, você tá acabada depois da gozada, mas mesmo assim chupa maravilhosamente, continua, linda, você faz muito bem.
Ele dizia isso enquanto tocava minha buceta, enfiando um dedo, depois dois, como fiquei muito sensível, senti que machucava e avisei, a resposta dele me agradou.
R: Se meus dedos te machucam, minha língua não vai – ele se deitou de barriga pra cima – vem aqui, puta, vamos nos comer.
L: Mmmmmm o que você mandar, meu rei.
Eu tava disposta a satisfazer aquele homem em tudo que ele pedisse, completamente entregue a ele, me posicionei por cima, com minha buceta bem na boca dele e o pau dele na minha boca. Imediatamente começamos a nos devorar, provocando ondas de prazer um no outro, as mãos dele nos meus glúteos abrindo eles pra língua dele ter mais campo de ação, a língua dele ia e vinha, entrava e saía, dava voltas e eu me contorcia de prazer, não gemia porque minha boca tava muito ocupada dando prazer pro meu macho, de novo eu percorria todo o tronco, de um lado, do outro, com minha língua fazia círculos na ponta, metia e tirava da boca, masturbava ele com uma mão e com a outra acariciava os testículos dele com as unhas, colocava todo meu empenho. Ficamos assim por vários minutos, quase me fazia gozar de novo com a língua dele, mas ele também tava perto de gozar e isso não tava na minha mente.
L: Woooow, que língua safada você tem, coração, quase me fez gozar, mas não quero fazer assim.
Falando isso, me virei por cima dele, peguei o pau dele com a mão pra guiar até minha gruta do amor, o tesão me queimava e queria aproveitar a saliva dele pra deslizar como faca na manteiga, mas lembrei que ele me fez sofrer e ia me vingar, comecei a brincar com o pau dele na entrada da minha buceta, enfiava a cabecinha e tirava, esfregava de novo, o coitado do Rafa levantava o quadril pra meter em mim, mas eu negava esse prazer, a cara dele era um poema, ter subjugado aquele homem maduro e experiente com o desejo transbordando nos olhos me dava um tesão do caralho e me fazia sentir uma grande mulher, capaz de satisfazer qualquer macho.
R: Chega, puta, não brinca assim que você vai se queimar, mete logo o que você tanto deseja,
A voz forte dele me tirou dos pensamentos, e eu obedeci, um pouco por submissa, mas principalmente porque na real tava morrendo de vontade. Coloquei na entrada e fui descendo devagar, com medo da grossura, mas quando ele sentiu que eu podia escapar, me puxou com força, enterrando todo o membro na minha cavidade apertada, senti ele ainda mais duro, era uma barra de ferro em brasa.
L: aaaaaaahhhhhhhhhh, selvagem.
R: Sente, puta, isso você merece por brincar com seu macho, aqui quem manda sou eu, ouviu, puta? – Plafff, me deu um tapa na bunda –
L: Mmmm sim – murmurei baixinho –
R: Rebola, vagabunda, você vai tirar meu leite com essa buceta.
Só de pensar nisso fiquei excitada e decidi que esse sêmen ia escorrer pelas minhas pernas, saindo da minha buceta. como der lugar. Comecei a mexer minha cintura pra alcançar meu objetivo.
L: Sim, meu amor, vou espremer essa pica – falei mexendo a cintura, pra frente, pra trás, em círculos – pega nos meus peitos, papi, isso me enlouquece.
Ele pegou nas minhas tetas, apertando, amassando, me puxou pra ele pra meter elas na boca, chupando os bicos de um jeito que me fazia ver estrelas.
L: Assim, papi, que gostoso, adoro como você chupa eles.
Plafff, mais uma palmada, nessa posição empinei ainda mais a bunda e fiquei mais vulnerável pras palmadas, que por sinal me excitam pra caralho.
R: Não para de rebolar, puta, quero que você esprema minha pica.
Me endireitei, colocando uma mão no peito dele e a outra atrás de mim, apoiando na perna dele, comecei a me mexer quando ele segurou minha cintura, ajudando a aumentar o ritmo e encaixando perfeito, dando muito prazer pros dois.
L: Meus peitos, papi, não esquece deles, aperta eles, me ajuda a gozar.
Sem dizer uma palavra, ele soltou minha cintura, mas eu não diminui a velocidade, tava quase gozando e não ia parar por nada nesse mundo. Meus peitos foram presas das mãos grandes dele, que não tinham pena de beliscar meus bicos, eu gemia alto por causa do clímax que tava chegando, e ele não ficava atrás, a gente não falava, só focava em aproveitar o momento. Ele beliscava meus bicos e isso, como você bem sabe, é um gatilho pros meus orgasmos.
L: Siiiiim, tô perto, assim, mais, me dá maaaaiiiisss, buceta.
R: Eu também tô perto, não para de rebolar, puta.
Continuei me mexendo o máximo que podia, tava perto e ele também, era o momento perfeito.
L: Goza, meu amor, me dá, enche minha buceta do seu leite.
R: Siiiiim, assim, putinha, que gostoso, você aperta, sinto como espreme, não para aaaaahhhhhgggggggg.
Soltei um grunhido mais que um gemido, enquanto sentia ele me encher de leite, jorros e jorros saindo e indo parar no fundo do meu útero, pela tensão do orgasmo ele apertou ainda mais meus bicos sensíveis, o que me fez explodir de Um orgasmo delicioso, tão intenso quanto o anterior.
L: aaaaaahhhhhhhh mmmmmmmmmmaaaaahhhhhhhh.
R: Assim mesmo, gatinha, goza comigo.
Como sempre acontece comigo, fiquei sem forças e desabei no peito dele. Ele acariciava meu cabelo e minhas costas, enquanto eu recuperava o fôlego. Enquanto isso, o pau dele foi diminuindo e ele o tirou, e o sêmen começou a escorrer da minha buceta dolorida. Foi tanto e tão forte que senti que tinha irritado, mas pouco me importava, eu estava satisfeita. A puta que existe em mim tinha recebido o que tanto pedia.
R: Você é maravilhosa, Laurita, uma mulher ardente que não tem frescura pra dar e receber prazer.
L: Obrigada, você também não fica atrás, sabe como fazer uma mulher gozar, mas já é tarde e eu preciso ir.
Não falei com muita convicção, mas era verdade, eu precisava ir embora pra evitar problemas com você.
R: Foi uma experiência maravilhosa, mas ainda faltou muito pra fazer.
L: Mais? Se eu adorei pra caralho.
R: Mas não tudo que posso te dar nem tudo que você pode oferecer.
L: Como assim?
R: Sua bunda, por exemplo, é divina e me vem um monte de ideias, mas vamos deixar pra próxima.
A próxima? Não sabia o que dizer. Depois que passa o momento de êxtase, começa a chegar o arrependimento. Quem já passou por isso sabe bem. Foi gostoso pra caralho, mas eu não me achava capaz de te enganar de novo. Durante toda essa conversa, fui me vestindo. Quando fiquei pronta, passei no banheiro e me despedi. Mais ou menos isso, a gente se despediu e eu não aceitei que ele me levasse em casa nem confirmei um novo encontro. Nessa altura, minha cabeça tava a mil.
Cheguei em casa ainda sentindo um pouco do esperma escorrendo. Por sorte, não fecundou nenhum óvulo. Tomei banho e fui deitar, completamente relaxada e satisfeita, apesar do arrependimento que já sentia.
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Essa foi a história que Laura me contou. Completamente excitado, só pude pedir pra ela me chupar ali mesmo, tava tão na pica que não demorei pra gozar, como ela não gosta de levar na boca, recebeu na cara e no cabelo, até sujar o estofado do meu carro.
Espero que tenham gostado dessa segunda parte, se sim, aguardo os comentários de vocês pra terceira e última parte da história. Valeu pelo tempo de vocês.
Imagens ilustrativas bem próximas da realidade, a Laura é uma gostosa mesmo.
Tenho que admitir que virou uma obsessão para mim saber o que realmente aconteceu com o tal Rafael. Não queria saber se rolou ou não, eu sabia que sim. O que me consumia por dentro era o tesão de saber como foi aquele encontro sexual com o segundo homem da vida dela, o que ela pensava, o que sentia e como gozava. Diante da recusa total e persistente em confessar, tive que apelar para uma técnica nada ortodoxa XD. Numa ocasião em que teve festa com uns amigos, a convidei e ela aceitou. Assim que chegamos, comecei a dar bebida pra ela, aos poucos, até que ela já estava quase bêbada e, claro, com muito tesão. Não foi difícil, ela quase não bebe e, quando bebe, fica tonta rápido. Então, o álcool, os beijos e as carícias que trocávamos em certos momentos e as indiretas da fodida que eu daria nela depois da festa a deixaram como lava ardente.
Era a hora e a gente se mandou da festa. Não precisei perguntar se ela queria ir pro hotel. No corredor, ela já se jogou em cima de mim e, desesperada, começou a me beijar, sinais claros do tesão extremo dela misturado com a bebedeira. Eu correspondia aos beijos e carícias. Chegando no quarto, nos despimos um ao outro. Já na cama, sem preâmbulo nem nada, eu a penetrei.
Ela: Aaaahhhhhh, sim, papai gostoso, assim me fode, precisava tanto de você dentro de mim, mmmmm.
Era minha chance e eu aproveitei.
Eu: Você gosta? Foi assim que o Rafael te meteu?
Ela: Siiim, foi assim que ele me comeu, assim que ele meteu.
Eu: Você gostou quando ele te comeu, aquele... uma vez no apê dele?
L: Siiim, foi maravilhoso, ele tem uma buceta muito gostosa.
H: Você gozou como a putinha que é?
L: Muito, ele meteu gostosão, me dá mais aahhhh me come tasty pussy, te amo meu reeeeeiiii mmmmmm.
Eu tinha o plano, deu tudo certo, confesso e estava gravado, caso ele quisesse negar. Guardei o celular e me dediquei a dar uma fodida deliciosa, com a tesão que a confissão dele me deu. Na segunda seguinte, fui buscá-la, passei por ela na saída do trabalho e umas ruas adiante, num lugar deserto, estacionei, conversamos e mostrei a gravação. Pra não contar toda a conversa, primeiro ela ficou brava por eu ter gravado, depois chorou pedindo perdão, até que finalmente consegui convencê-la de que não tinha motivo pra chorar nem pedir desculpas, pelo contrário, agradeci por ela, sem saber, ter realizado uma das minhas maiores fantasias sexuais. A única coisa que pedi foi que me contasse com detalhes o que aconteceu, sem omitir nada.
L: Você é louco, como pode te excitar saber que transei com outro homem, ainda mais logo depois de casarmos – com um pouco de tristeza no rosto – acho que o melhor foi separarmos, só o sexo nos une, gostoso pra caralho, não nego, mas como casamento a gente teria fracassado.
L: Tá bom, se você quer saber o que aconteceu, vou te contar, não adianta mais negar. Também não vou negar que curti como você nem imagina, não foi só uma vez, na verdade foram quatro vezes que transei com Rafael e em cada uma gozei como uma putinha – essa palavra ecoou forte na minha cabeça, porque uma coisa é eu falar na hora do sexo, outra é assim, numa conversa sem putaria – mas sem dúvida, aquela primeira vez no apartamento dele foi a melhor.
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Aqui começa o relato dela, mas pra facilitar a leitura, vou escrever omitindo minhas intervenções, que foram muitas, principalmente fazendo perguntas sobre detalhes do que aconteceu, por exemplo, se comparei o tamanho do pau do Rafael com o meu, o que ela me dizia ou coisas que me intrigavam pra saber os detalhes, então vou contar a história em primeira pessoa pra que todos os detalhes que perguntei apareçam como confissão genuína dela. Além disso, seria como se a Laura, em primeira mão, confessasse ao leitor um acontecimento tão excitante, esperando que ele ouça e se excite como eu me excitei. Espero que curtam tanto quanto eu.
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Como te contei, fui no apartamento dele, tudo foi verdade, a gente se beijou, fiquei excitada, e me levantei pra ir embora porque senti remorso, apesar do calor interno que me tomava, mas a verdade é que não fui embora como te falei. Ele se levantou do sofá atrás de mim e, bem antes de eu sair do apartamento, me pegou pela mão e pediu perdão.
R: Laura, por favor, me perdoa, não quis te ofender, sei que você é casada e, por isso, proibida, mas você é irresistível.
L: Desculpa, Rafa, mas isso não pode rolar, amo meu marido e ele não merece que eu faça uma coisa dessas, ele é o melhor marido do mundo.
R: Lá vem você de novo com isso, como pode ter tanta certeza? Primeiro, como já te disse, você nunca esteve com outro homem, não pode afirmar algo que nunca testou. E segundo, você sabe onde seu marido está agora?
L: Claro que sei, foi pra Puebla, na filial do trabalho dele, mas volta em dois dias.
R: E sabe com quem ele está? Tá no hotel e com quem? Quem te garante que ele não tá com outra mulher enquanto você fica defendendo ele? Você aqui se reprimindo, porque é óbvio que me deseja tanto quanto eu te desejo, não é?
As palavras dele só fizeram eu desabar em lágrimas, mas não tinha certeza se meu choro era porque ele tinha razão sobre eu não saber onde nem com quem você estava, além de lembrar da briga enorme que a gente tinha tido naquela manhã; ou se eu realmente chorava. porque ele me descobriu, sabia que eu o desejava, que queria estar com ele, e isso me fazia sentir fraca e vulnerável.
R: Não chora, pequena, vem, senta um pouco pra se acalmar, você não pode ir embora assim.
Ele me levou até o sofá, me sentou e sentou ao meu lado, me deu um gole da taça que eu tinha deixado na mesinha da salinha, aquele gole foi uma glória. Ele me abraçou e eu me recostei no peito dele, com a mão direita me abraçava e com a esquerda acariciava meu cabelo e minhas bochechas, enquanto isso, eu via de novo aquele volume que aparecia na virilha dele, e a libido que eu tinha há pouco despertou de novo, aquela combinação das carícias dele, o corpo dele junto ao meu, o perfume, o vinho, mas principalmente aquele volume que se desenhava me deixaram declaradamente com tesão, sentia minha buceta super molhada, era uma excitação que eu nunca tinha sentido, estava sozinha com um homem 24 anos mais velho que eu, e o desejava apesar de nunca ter me atraído por homens mais velhos. Suponho que cada movimento dele era calculado e ele sabia bem como me levar, os anos dele não eram em vão.
R: Eu faria qualquer coisa pra não te ver chorar, pra devolver ao teu rosto aquele sorriso que encanta todo mundo no teu escritório, quero ver a Laura alegre de sempre.
L: E o que você faria pra isso?
R: O que for preciso, não só pra ver a garota risonha e alegre de sempre, mas pra conhecer a Laura que você esconde e que quer sair.
Cheia de luxúria, olhei nos olhos dele, quase como desafiando ele a me pegar, o último grama de pudor que eu tinha me impedia de tomar a iniciativa, mas deixava claro que estava disposta a tudo, a tudo.
L: Então vou te apresentar ela, essa é a Laura que você não conhece, você decide se quer conhecê-la.
R: Claro, vou conhecê-la a fundo.
E ele me beijou apaixonadamente, nada a ver com o beijo carinhoso que ele deu no começo, esse era um beijo carregado de desejo, e claro, desejo mútuo, porque eu correspondia entrelaçando nossas línguas, aumentando a carga sexual que a gente tinha. As mãos dele começaram a me tocar, primeiro ele pegou na minha bunda e me apertou contra ele, pude sentir o pau duro dele, aquele volume grande que já dava pra ver agora parecia imponente, e isso que ainda tava na cueca. Quando senti, eu gemi alto sem parar de beijar ele.
L: mmmhhhhhhmmmmmm.
Depois ele passou uma das mãos na frente pra tocar minha buceta por cima da calça jeans azul que tava super justa em mim, enquanto a outra mão massageava um peito meu por cima da blusa branca de botão que eu tava. O tesão era tanto que não consegui me segurar mais e comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça, enquanto o Rafa, habilidoso, desabotoou minha blusa com uma mão e, enfiando por baixo do sutiã, começou a pegar nos meus peitos e beliscar meus bicos, que já estavam duros igual pedra, e você sabe bem que essa é minha fraqueza.
L: mmmmmhhhhhhh siiiim.
R: Você gosta?
Ele falou enquanto tirava minha blusa e o sutiã e colava o corpo nos meus peitos, com a língua dele brincando no meu bico, me lambendo gostoso, depois enfiava na boca e chupava ou dava mordidinhas que me faziam sentir dor e muito prazer, ele sabia bem o que tava fazendo, enquanto com a outra mão apertava meu outro peito e beliscava meu bico, fez isso alternando com uma maestria sem igual.
Depois de vários minutos se esbaldando nos meus peitos, ele me beijou de novo de um jeito apaixonado, enquanto desabotoava minha calça e devagar ia baixando, com um pouco de esforço por causa do justo que tava nas minhas pernas e principalmente na minha bunda. Tirou a calça junto com os sapatos, me deixando só na calcinha fio dental preta que eu tava usando e que você sabe que eu amo. Ele me fez virar de costas.
R: uaaaaau, você é uma deusa
L: Tá falando sério?
R: Claro, pequena – eu adorava quando ele me chamava assim, me fazia sentir ainda mais o tesão de estar com um homem mais velho –
Como agradecimento, abracei ele pelo pescoço e beijei, um beijo apaixonado de língua igual aqueles que me excitam, enquanto desabotoava a camisa dele, que com a ajuda dele foi tirada junto com a regata. me deixando ver um corpo ainda conservado, nos beijamos de novo enquanto ele me pegava pelas nádegas e me carregou até o único quarto do apartamento pequeno. Lá dentro, me deitou delicadamente na cama e continuamos nos beijando, enquanto ele percorria cada centímetro do meu corpo com as mãos habilidosas, principalmente meus peitos e minha buceta, que só estava coberta pelo tecido pequeno da tanga, que não precisou mais do que ser puxada de lado pra ele enfiar um dedo que começou a girar, depois dois, aumentando meu tesão, até que eu pedi pra ele me fazer dele, se continuasse me masturbando eu ia gozar e teria sido gostoso, mas eu queria gozar com ele dentro de mim.
L: Não aguento mais, te quero, te preciso, me faz sua agorrrra.
R: Calma, pequena, não temos pressa, seu marido não está.
L: Não, mas tenho que chegar em casa, meus vizinhos são muito fofoqueiros e não dormir em casa vai me dar problema, além disso você me deixou pegando fogo.
Entendendo que ela tinha razão e sendo um cavalheiro, não querendo causar problemas, ele se levantou ao lado da cama e começou a desabotoar a calça, eu quis imitá-lo tirando a tanga, que era a única peça que ainda tinha.
R: Não, deixa, me excita tanto te ver com essa tanga, você tem uma bunda linda e com essa peça fica ainda mais excitante, melhor me despir você.
Ele só baixou a calça, ficando de cueca, pensei que na idade dele usaria umas cuecas de vovô kkkk, mas foi uma surpresa gostosa ver ele com aquela peça que acho sexy, principalmente pelo volume que aparecia, esticando ao máximo a roupa íntima.
Eu estava nervosa, era o segundo pau que teria tão perto, você foi o primeiro e o seu era o único que eu conhecia, os filmes e revistas que você me ensinou a ver não contavam pra mim, esse era o segundo pinto de verdade que teria tão perto……….. e tão dentro.
R: O que você está esperando, pequena? Não me diga que está se arrependendo, porque sua respiração e seu olhar dizem o contrário.
As palavras dele me tiraram dos meus pensamentos, Sentei na beira da cama enquanto ele continuava de pé, puxei ele pra perto de mim, segurei a cueca dele dos dois lados enquanto meu coração batia a mil por hora, o pau dele ereto impedia de descer a peça com facilidade, finalmente consegui e ele saltou como se fosse impulsionado por uma mola ou como se tivesse vida própria, ali estava ele na minha frente, outro pau ao vivo e a cores, vou ser sincera, achei lindo, era quase do mesmo tamanho que o seu em comprimento, mas na grossura dava pra notar a diferença.
R: O que você pretende fazer agora, vai ficar olhando a noite toda?
Eu não conseguia articular palavra, eu, uma garota jovem de apenas 19 anos, recém-casada e apaixonada pelo meu marido, que tinha sido o único e pra quem eu tinha sido fiel, agora estava no apartamento de um homem maduro que soube me excitar e que agora tinha o pau lindo dele na minha frente, o que eu ia fazer? Nós dois sabíamos o que eu ia fazer, só estava vencendo a última barreira de pudor e fidelidade. Depois de um suspiro forte, fechei os olhos e me entreguei ao prazer desse homem e do pau dele.
Você sabe como eu faço sexo oral, com você aprendi essas habilidades que você tanto elogia, você foi meu mestre, mas agora eu tinha que mostrar o que aprendi e ia caprichar. Comecei a dar beijinhos na ponta enquanto minha mão deslizava de cima pra baixo, reconhecendo ele e sentindo a grossura e as veias que saltavam dos lados, depois passei a língua por todo o tronco dele uma vez e outra, chegando até as bolas, que também foram presa da minha boca, chupei elas, uma primeiro e depois a outra, Rafa soltou um gemido que mostrou que eu tava fazendo direito e ele confirmou.
L: aaaaahhhhhh, é um prazer conhecer essa Laura, ela tem umas habilidades magníficas, continua, você tá mandando muito bem.
Foi um elogio que me fez sentir muito bem, uma garota da minha idade estava à altura de um homem tão experiente, então sem mais demora coloquei o pau dele na minha boca, foi difícil por causa da grossura, mas consegui ir até a metade, você sabe que eu não gosto de comer tudo até o fundo por causa das ânsias, então até onde deu, me virei pra mexer minha língua o máximo que podia pra ele sentir o massagem e que você adora, eu tirava e cuspia na ponta e colocava de novo, me sentia uma puta dos filmes pornô que fazem assim e amava a sensação. Como não entrava tudo, com uma mão segurava a base do pau e com a outra massageava os testículos dele. Quando senti que ele começava a ficar tenso, parei o boquete porque não gosto de receber na boca.
R: Por que você parou? Tava quase gozando na sua boquinha, como você faz bem, menina.
L: Desculpa, mas não gosto do gosto do esperma.
R: Ok, depois você vai gostar, vai ver.
Ele me fez deitar na cama, abriu minhas pernas e sem mais foi direto na minha buceta, só afastou o tecido da minha calcinha e começou a me lamber, mexia a língua deliciosamente, me fazia gemer, subiu as mãos e apertava meus peitos e mamilos.
L: aaaaahhhhhh que buceta gostosa, que gostoso você me chupa, mmmmmmm
Se com os dedos eu me negava o clímax, dessa vez foi diferente, me deixei levar pela língua habilidosa dele e tive um orgasmo delicioso acompanhado dos meus gritos e da tensão do meu corpo que prendeu a cabeça dele entre minhas pernas e gritando o nome dele.
L: ooooooohhhhhhhh Rafaaaaaa.
R: Quase estourou meu crânio, que jeito de gozar, você tá pronta, linda?
L: Sim, tô pronta, por hoje sou sua de corpo e alma, me toma.
R: Tem um pequeno problema, pequena, não tenho camisinha, se importa?
Normalmente qualquer mulher teria recusado, eu acho, mas tava tão tesuda e queria tanto transar com ele que não me importei que ele não usasse camisinha sabendo que eu não me cuidava, pelo contrário, a ideia me excitou muito mais.
L: Não importa, te falei que sou sua e com sua mulher você não deve usar preservativo.
R: Você me encanta, não se importa que eu possa te engravidar só pra te fazer minha, você é tão…... - ele fez uma pausa -
L: puta, sim Rafa, você me deixou assim, quero ser sua puta.
Falei sem pensar, vítima da excitação, me arrependi mas não tinha volta, ele ia pensar o pior de mim.
R: Então vou te tratar como o que você é – ele falou com uma cara de tesão que me assustou – você vai ser minha putinha e vai me satisfazer.
Acho que meus olhos foram bem expressivos.
R: Fica tranquila, pequena, não tem medo, tudo que rolar fica entre nós e essas quatro paredes, fora daqui isso nunca aconteceu, então se solta, me mostra a Laura putinha que eu vou saber como tratar e dar o que ela merece.
As palavras dele foram um alívio pra mim, tanto que eu mesma abri as pernas mostrando sem vergonha minha intimidade e convidando ele pro que a gente tanto queria. Ele não fez questão de esperar, se colocou entre minhas pernas, apoiou as mãos de cada lado da minha cabeça e me beijou, um beijo carinhoso que me deu ainda mais confiança, enquanto eu sentia o pau dele querendo entrar na minha buceta que ansiosa esperava, tanto que eu mesma peguei e coloquei na entrada pra ele me penetrar, ele meteu de uma vez só arrancando um gemido meu, mistura de dor pelo grosso com prazer, principalmente prazer.
L: aaaaahhhhhhhhh
R: Que molhadinha e apertadinha você está – aos poucos ele aumentou a velocidade da penetração me fazendo gemer – você gosta?
L: Siiiiiiii, adoro, que pau gostoso você tem, amor, me parte.
R: Você é uma putinha, minha putinha, e vou te deixar bem aberta.
L: mmmmmmmm sim papai, sou sua putinha, me come assim gostoso aaahhhhhh
Ele me pegou pelos tornozelos abrindo ao máximo minhas pernas enquanto não parava de meter, eu só conseguia gemer aproveitando a fodida gostosa que o Rafael tava me dando, a dor inicial sumiu com as primeiras bombadas, a molhadura da minha buceta lubrificava o suficiente pra ele entrar e sair com facilidade me dando um puta prazer.
Uns segundos depois ele juntou meus tornozelos e com minhas panturrilhas nos ombros dele se inclinou pra deixar a penetração mais funda, sabe que essa posição me adora porque entra até o fundo, não tem jeito, e eu comecei a mexer minha bacia querendo ser eu quem penetrara.
R: Como você se mexe bem, assim, putinha, se remexe, procura meu pau com sua buceta.
L: Você tem ela tão gostosa que eu tenho que procurar, mmmmmmmm, sim, assim, deliciosa, mmmmm.
A posição é gostosa, mas me cansa rápido se eu me mexer.
L: Já, já cansei.
R: Como você quer agora?
L: De quatro, essa eu adoro.
Me coloquei na posição, arqueando as costas pra empinar mais a bunda, mexendo devagar como se estivesse convidando ele a me possuir. Ele se colocou atrás de mim, com uma mão me segurou pelo quadril e me puxou pra perto dele, e com a outra pegou o pau dele e começou a passar pela minha buceta, deslizando até o canal do meu cu, isso me esquentou ainda mais, morrendo de vontade de sentir ele dentro de mim de novo. Cada vez que a cabeça passava pela entrada da minha buceta, eu me jogava pra trás pra enfiar, mas ele não deixava. Ele adorava me fazer sofrer, se fazia de difícil e conseguia, a cada segundo eu desejava mais, precisava ter aquele pau delicioso dentro de mim, sentir como ele me preenche e me faz mulher.
R: Você quer, putinha?
L: Não faz assim, você sabe que eu quero, preciso de você.
R: Me pede como a puta que você é.
L: Me come, Rafa, come a sua puta, porque é isso que eu sou pra você, sou sua mulher no cio e você meu macho.
R: Assim sim, você mereceu, empina mais a bunda, rabuda, vou arrebentar sua buceta.
As palavras dele só me acendiam mais e mais, nunca tinha estado tão tesuda. Enfiei a cara no colchão pra empinar ainda mais a bunda, tinha que agradar meu macho.
R: Assim, putinha, que obediente, agora você vai ver o que é bom.
Ele colocou na entrada e me segurou com as duas mãos no quadril e, de um só empurrão, enfiou tudo, me puxando pra perto dele, e começou a meter sem piedade, senti uma dorzinha pela brusquidão.
L: Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh, devagar, papai, tá doendo.
R: Você queria ser tratada como uma puta, então é assim que se trata, queria pau e agora aguenta e aproveita, porque você tá gostando.
Ele tinha razão, pedi pra ele me comer como uma puta e tava adorando pra caralho. Então tinha que estar à altura. L: mmmmmm aaahhhhhhh si, buceta, me come como uma puta, assim meu rei, que gostoso ter ele dentro, mmmmmmm
R: Mexe essa raba que você tem, mamita, essa que deixa todo mundo louco, imagina quantos caras iam querer te ter assim, meter o pau e te deixar cheia de porra.
L: Sim, papai, que gostoso, daria pra todos, igual dou pra você, não paraaaaa aaaaaaaahhhhhhhhhhh
Tive um orgasmo do caralho, as palavras dele foram o estopim pro clímax, me imaginar todos os meus colegas olhando minha bunda, saber que todos eles querem me comer me fez gozar assim. Foi tanto prazer que quando terminei me deixei cair na cama, tentando me recuperar.
R: Que jeito de gozar, você é lava fervendo, pequena, perdão, você é uma puta muito gostosa.
Ambos rimos, eu meio que ainda me recuperando, mas ele não queria perder tempo.
R: Descansa, você merece, mas não vamos deixar nosso amigo baixar.
Ele aproximou ele da minha boca, a intenção era clara e eu não podia negar esse prazer depois do orgasmo que ele me deu. Enfiei na boca e comecei a chupar, não com tanto capricho quanto antes, mas também não queria que a firmeza dele diminuísse.
R: Essa é minha putinha, você tá acabada depois da gozada, mas mesmo assim chupa maravilhosamente, continua, linda, você faz muito bem.
Ele dizia isso enquanto tocava minha buceta, enfiando um dedo, depois dois, como fiquei muito sensível, senti que machucava e avisei, a resposta dele me agradou.
R: Se meus dedos te machucam, minha língua não vai – ele se deitou de barriga pra cima – vem aqui, puta, vamos nos comer.
L: Mmmmmm o que você mandar, meu rei.
Eu tava disposta a satisfazer aquele homem em tudo que ele pedisse, completamente entregue a ele, me posicionei por cima, com minha buceta bem na boca dele e o pau dele na minha boca. Imediatamente começamos a nos devorar, provocando ondas de prazer um no outro, as mãos dele nos meus glúteos abrindo eles pra língua dele ter mais campo de ação, a língua dele ia e vinha, entrava e saía, dava voltas e eu me contorcia de prazer, não gemia porque minha boca tava muito ocupada dando prazer pro meu macho, de novo eu percorria todo o tronco, de um lado, do outro, com minha língua fazia círculos na ponta, metia e tirava da boca, masturbava ele com uma mão e com a outra acariciava os testículos dele com as unhas, colocava todo meu empenho. Ficamos assim por vários minutos, quase me fazia gozar de novo com a língua dele, mas ele também tava perto de gozar e isso não tava na minha mente.
L: Woooow, que língua safada você tem, coração, quase me fez gozar, mas não quero fazer assim.
Falando isso, me virei por cima dele, peguei o pau dele com a mão pra guiar até minha gruta do amor, o tesão me queimava e queria aproveitar a saliva dele pra deslizar como faca na manteiga, mas lembrei que ele me fez sofrer e ia me vingar, comecei a brincar com o pau dele na entrada da minha buceta, enfiava a cabecinha e tirava, esfregava de novo, o coitado do Rafa levantava o quadril pra meter em mim, mas eu negava esse prazer, a cara dele era um poema, ter subjugado aquele homem maduro e experiente com o desejo transbordando nos olhos me dava um tesão do caralho e me fazia sentir uma grande mulher, capaz de satisfazer qualquer macho.
R: Chega, puta, não brinca assim que você vai se queimar, mete logo o que você tanto deseja,
A voz forte dele me tirou dos pensamentos, e eu obedeci, um pouco por submissa, mas principalmente porque na real tava morrendo de vontade. Coloquei na entrada e fui descendo devagar, com medo da grossura, mas quando ele sentiu que eu podia escapar, me puxou com força, enterrando todo o membro na minha cavidade apertada, senti ele ainda mais duro, era uma barra de ferro em brasa.
L: aaaaaaahhhhhhhhhh, selvagem.
R: Sente, puta, isso você merece por brincar com seu macho, aqui quem manda sou eu, ouviu, puta? – Plafff, me deu um tapa na bunda –
L: Mmmm sim – murmurei baixinho –
R: Rebola, vagabunda, você vai tirar meu leite com essa buceta.
Só de pensar nisso fiquei excitada e decidi que esse sêmen ia escorrer pelas minhas pernas, saindo da minha buceta. como der lugar. Comecei a mexer minha cintura pra alcançar meu objetivo.
L: Sim, meu amor, vou espremer essa pica – falei mexendo a cintura, pra frente, pra trás, em círculos – pega nos meus peitos, papi, isso me enlouquece.
Ele pegou nas minhas tetas, apertando, amassando, me puxou pra ele pra meter elas na boca, chupando os bicos de um jeito que me fazia ver estrelas.
L: Assim, papi, que gostoso, adoro como você chupa eles.
Plafff, mais uma palmada, nessa posição empinei ainda mais a bunda e fiquei mais vulnerável pras palmadas, que por sinal me excitam pra caralho.
R: Não para de rebolar, puta, quero que você esprema minha pica.
Me endireitei, colocando uma mão no peito dele e a outra atrás de mim, apoiando na perna dele, comecei a me mexer quando ele segurou minha cintura, ajudando a aumentar o ritmo e encaixando perfeito, dando muito prazer pros dois.
L: Meus peitos, papi, não esquece deles, aperta eles, me ajuda a gozar.
Sem dizer uma palavra, ele soltou minha cintura, mas eu não diminui a velocidade, tava quase gozando e não ia parar por nada nesse mundo. Meus peitos foram presas das mãos grandes dele, que não tinham pena de beliscar meus bicos, eu gemia alto por causa do clímax que tava chegando, e ele não ficava atrás, a gente não falava, só focava em aproveitar o momento. Ele beliscava meus bicos e isso, como você bem sabe, é um gatilho pros meus orgasmos.
L: Siiiiim, tô perto, assim, mais, me dá maaaaiiiisss, buceta.
R: Eu também tô perto, não para de rebolar, puta.
Continuei me mexendo o máximo que podia, tava perto e ele também, era o momento perfeito.
L: Goza, meu amor, me dá, enche minha buceta do seu leite.
R: Siiiiim, assim, putinha, que gostoso, você aperta, sinto como espreme, não para aaaaahhhhhgggggggg.
Soltei um grunhido mais que um gemido, enquanto sentia ele me encher de leite, jorros e jorros saindo e indo parar no fundo do meu útero, pela tensão do orgasmo ele apertou ainda mais meus bicos sensíveis, o que me fez explodir de Um orgasmo delicioso, tão intenso quanto o anterior.
L: aaaaaahhhhhhhh mmmmmmmmmmaaaaahhhhhhhh.
R: Assim mesmo, gatinha, goza comigo.
Como sempre acontece comigo, fiquei sem forças e desabei no peito dele. Ele acariciava meu cabelo e minhas costas, enquanto eu recuperava o fôlego. Enquanto isso, o pau dele foi diminuindo e ele o tirou, e o sêmen começou a escorrer da minha buceta dolorida. Foi tanto e tão forte que senti que tinha irritado, mas pouco me importava, eu estava satisfeita. A puta que existe em mim tinha recebido o que tanto pedia.
R: Você é maravilhosa, Laurita, uma mulher ardente que não tem frescura pra dar e receber prazer.
L: Obrigada, você também não fica atrás, sabe como fazer uma mulher gozar, mas já é tarde e eu preciso ir.
Não falei com muita convicção, mas era verdade, eu precisava ir embora pra evitar problemas com você.
R: Foi uma experiência maravilhosa, mas ainda faltou muito pra fazer.
L: Mais? Se eu adorei pra caralho.
R: Mas não tudo que posso te dar nem tudo que você pode oferecer.
L: Como assim?
R: Sua bunda, por exemplo, é divina e me vem um monte de ideias, mas vamos deixar pra próxima.
A próxima? Não sabia o que dizer. Depois que passa o momento de êxtase, começa a chegar o arrependimento. Quem já passou por isso sabe bem. Foi gostoso pra caralho, mas eu não me achava capaz de te enganar de novo. Durante toda essa conversa, fui me vestindo. Quando fiquei pronta, passei no banheiro e me despedi. Mais ou menos isso, a gente se despediu e eu não aceitei que ele me levasse em casa nem confirmei um novo encontro. Nessa altura, minha cabeça tava a mil.
Cheguei em casa ainda sentindo um pouco do esperma escorrendo. Por sorte, não fecundou nenhum óvulo. Tomei banho e fui deitar, completamente relaxada e satisfeita, apesar do arrependimento que já sentia.
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Essa foi a história que Laura me contou. Completamente excitado, só pude pedir pra ela me chupar ali mesmo, tava tão na pica que não demorei pra gozar, como ela não gosta de levar na boca, recebeu na cara e no cabelo, até sujar o estofado do meu carro.
Espero que tenham gostado dessa segunda parte, se sim, aguardo os comentários de vocês pra terceira e última parte da história. Valeu pelo tempo de vocês.
Imagens ilustrativas bem próximas da realidade, a Laura é uma gostosa mesmo.

4 comentários - Minha ex, segunda parte