Capítulos anteriores:
Autoexperimentando
FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADA
Recebi ajuda da minha amiga especial
Trio com casal amigo
Massagem com final mais que feliz
Às ordens da minha amiga travesti.
Fiquei de quatro com minha ex... e minha namorada
Vestido pra minha namorada (transexual)
Viciado em pica de travesti
Quarteto bissexual (ou algo parecido)
Fim de semana com os amigos (I)
(Os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Pois não se preocupa. Acho que entre nós três vamos conseguir fazer ele entender o que é generosidade no sexo", comentou Sara, com um sorriso malicioso.
Voltamos pra sala de jantar pra brincar com Fernando, mas não sem antes terminar o que estávamos fazendo na cozinha. Continuei comendo a Ana pelo cuzinho delicioso dela, enquanto Sara metia em mim. Quando gozamos e minha mão ajudou a Ana a ter um orgasmo, fomos tipo um esquadrão atrás do nosso amigo.
"Você tem um par de cordas?", perguntou Sara.
Ana concordou e foi buscar elas. Me perguntei o que minha mina queria fazer, mas em vez de me responder, ela ficou me beijando enquanto esperávamos a volta da nossa amiga. Meu pau ficou duro e roçou no da Sara. Como a Ana não se apressava, íamos continuar sem ela. E eu adoraria, porque custava acreditar que nessa putaria toda, eu quase não tinha feito nada com a Sara.
"Depois vou te fazer de tudo, meu amor, fica tranquilo", ela sussurrou no meu ouvido.
Ana chegou com as cordas. Não eram cordas normais, mas sim feitas exclusivamente pra putaria. Olhei pra ela, questionando o segredinho que ela guardava. Então elas gostavam de brincadeirinhas. Tomei nota mental e ajudei a Sara a amarrar o Fernando. Garantimos que, por mais que ele tentasse, não conseguisse fechar as pernas, mas com toda intenção de soltar ele quando aquilo não agradasse. Mas primeiro tínhamos que apresentar a ideia que minha namorada teve.
"Oi, Fernando", disse Sara, enquanto passava a mão no torso dele. Ana sentou do lado dele, só observando, enquanto, por instrução da Sara, eu fiquei na frente do Fernando. Ele acordou assustado.
"O que vocês tão fazendo? O que vocês tão fazendo?", perguntou alarmado.
"Calma. Isso é um jogo. Só um jogo", disse Sara. "Você fez bem em aproveitar o sexo hoje, mas... nunca pensou em ser passivo?"
"Sim, e não gostei... por favor, me soltem...", ele tava ficando realmente nervoso.
"Amor, por favor", sussurrou Ana. "Por mim. Preciso... que você pense um pouco mais no prazer dos outros."
"Você quer dizer que... eu te negligenciei?"
Ana desviou o olhar. Fernando parecia horrorizado com as próprias atitudes. Ele não tinha percebido, e agora parecia se sentir culpado. Mas as duas a olharam com calma. Se ele ia aceitar mudar, não havia problema nenhum. E era aí que eu entrava. Sara queria queeudilatei a bunda dela devagar, até encontrar o ponto de prazer, onde eu poderia começar a penetrar. Fernando parecia preocupado, mas estava disposto a tentar por Ana.
Então, enquanto elas se distraíam excitando ele, brincando com o pau e as bolas dele, eu comecei a prepará-lo. Poralguma razão(Vamos, porque eles sempre ficavam com aquela bobeira ali), debaixo do sofá guardavam um pote de lubrificante, aquele que usavam pra gozadas espontâneas. Então a Ana me passou, e eu deixei cair um pouco no rabo empinado do Fernando.
Ele tremeu quando eu coloquei meu dedo no cuzinho dele, só o roçar já deixava ele nervoso. Comecei a fazer círculos com o dedo. Eu achava graça de ver ele daquele jeito, e lembrei dos meus próprios começos, quando o sexo anal também não me agradava. E me perguntei se eu seria capaz de passar pra ele aquela mesma sensação libertadora.
Encontrei uma certa resistência do cu dele diante do meu dedo. Ele tava desconfortável, e reclamava um pouco, mas tava aguentando. Devo dizer que não tava muito a fim de ter que dedicar tanto tempo pra ele em vez de ficar com a Sara ou a Ana, mas sabia que era por uma causa especial. E quem sabe o cu dele não fosse gostoso.
"Deixa eu ver..." disse a Sara espiando. "É, acho que já tá pronto... Preparado?"
O Fernando concordou. Puxou a Ana pra perto dele pra se distrair enquanto beijava ela, e assim evitar olhar quando eu fosse violar ele. Minha pica, com vontade de gozar já fazia um bom tempo, tava ansiosa. Apoiei a cabeça no cuzinho dele, e ele começou a respirar ofegante.Pois não sei como vai ficar quando começar a gostar dela., brinquei comigo mesmo.
Enfiei a ponta. Ela não disse nada. Continuei enfiando um pouco mais. Já estava com metade do meu pau dentro dela quando ela pediu um momento. Pra ela ir se acostumando, comecei a meter. Primeiro enfiava só até a metade, até que perdi um pouco o controle e, a cada estocada, penetrava um pouco mais, até que meu pau inteiro estava dentro dela.
“Continua… por favor… isso é tão gostoso…”, ela pediu.
Embora não precisasse. Eu já não me controlava e estava metendo com vontade. Não saía da minha cabeça que era a primeira vez que eu comia um homem (bem, tirando a primeira vez que tentamos e ela não gostou), mas percebia que aquilo não erao mesmodo que com uma mulher. Eu estava mais excitado pela própria situação do que por transar com ele. Sem dúvida alguma, preferia as mulheres (cis ou transexual).
Bom, e não só a situação me estimulava, mas também o fato de poder ver Sara fodendo Ana, enquanto ela chupava Fernando. Olhei nos olhos da minha amiga, e ela sorriu pra mim. Vi como ela brincava com a língua na cabeça do pau do namorado, antes de dar um boquete profundo. Pensei que ia ser o primeiro a gozar, mas me enganei. Senti o corpo de Fernando se contrair, e vi o esperma escorrendo pelos lábios da namorada dele.
Acelerei minhas investidas e despejei uma boa carga de porra dentro do cu dela. Suspirei, e vi aquilo escorrendo do ânus dela enquanto Sara e Ana gozavam juntas. Sara fez questão de gozar dentro de uma Ana ofegante, que tinha se perdido de prazer com aquilo. Sorrimos. Aquela nova rodada de sexo mal tinha começado.
Fernando engatinhou até Ana, e diante dos nossos olhos, começou a chupar a buceta dela. Ele estava deitado no sofá com a bunda levantada, perfeitamente oferecida. Sara olhou pra ele, e não resistiu ao ver aquele cuzinho rosado aberto. Se posicionou atrás dele e meteu. Fernando soltou um grito abafado, porque tinha a boca cheia de buceta. Eu me aproximei de Ana, e ela abriu os lábios, esperando. Aproximei meu pau, mas ela não se mexeu. Continuou esperando até que eu introduzi toda a minha ereção na boca dela.
Senti a língua dela brincando, mas ela continuava parada, então com muito cuidado, segurei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela. Mesmo transando, ela tinha algo de angelical no rosto. Mal conseguia gemer, porque meu pau ocupava a boca dela. Ela se contorcia de prazer com a chupada de buceta que Fernando estava dando nela, enquanto ele era comido e enrabado por Sara. Gozei, e me afastei pra deixar Ana respirar, que acabou pouco depois de mim. Sara conseguiu gozar também dentro de Fernando, e ele explodiu num orgasmo que deixou o sofá encharcado com a porra dele. Sêmen. Mas algo me fazia pensar que não era a primeira vez que aquilo acontecia.
"Acho que o Fernando se comportou muito bem", disse Sara. Ana concordou. Parecia satisfeita com o comportamento do namorado. "Talvez a gente possa se entregar um pouco agora".
Ela disse isso enquanto se aproximava de mim, então não era exatamente uma proposta, mas uma ordem. Mas quem iria recusar? Eu adorava poder passar um tempo com ela enquanto, na nossa frente, Ana e Fernando se pegavam. Então comecei a acariciar o buraquinho dela e notei que estava levemente dilatado. Ajudei com meus dedos a abrir um pouco mais, mas ela parecia impaciente para me sentir dentro dela. Então enfiei minha ereção, e ela gemeu eroticamente.
Fodi a bunda dela com gosto, enquanto ela se beijava de língua com a Ana. Eu podia vê-la também, de quatro, com o Fernando atrás dela metendo tudo. Aquela imagem me deixava com muito tesão. Lembrei então que fazia um bom tempo que minha bunda não era tratada como merecia. Começava a sentir a necessidade de uma boa fodida que me desse muito prazer. Mas agora era hora de Sara ter o cu satisfeito por um tempo. Gozei com gosto dentro, nem sei quanto sêmen cheguei a derramar. Fernando gozou pouco depois.
"Ainda não estou satisfeita...", disse Sara.
"Que tal a gente trocar de par?", propôs Ana. "Tive uma ideia que pode ajudar todo mundo a gozar".
Ouvimos a ideia dela com interesse, e aceitamos de bom grado.Se continuarmos assim, vou gozar com todo o meu esperma até morrer., pensei. Mas com o quanto eu estava me divertindo, o que importava?
Sara e Ana começaram um 69 no qual eu também não me importaria de participar. Mas eu tinha outra coisa para fazer, assim como Fernando. Enquanto Ana tinha a boca cheia da rola da Sara, eu comecei a foder a bunda deliciosa dela. Na minha frente, Fernando estava dando uma anal na Sara enquanto ela chupava a buceta da Ana. Sara estava tão excitada que, em alguns momentos, aproveitava para pegar na minha rola e chupar um pouco mais, antes de continuar lambendo aquela vagina, e eu seguia bombando no cu da minha amiga.
Devemos ter perdido a noção do tempo, pois estava anoitecendo quando gozamos os quatro. As garotas estavam encharcadas de suor e de porra, mas pareciam estar extremamente satisfeitas.
"Por que vocês não chupam um pouco a Sara?", propôs Ana. "Preciso pegar uma coisa."
Sara assentiu, satisfeita. Obviamente elas sabiam de algo que a gente não sabia. Mas eu não me importava de agradar minha namorada. Ele e eu nos ajoelhamos na frente dela e começamos a chupar com vontade. Me surpreendi competindo com Fernando para ver quem dava mais prazer pra Sara. Quando tive chance, dei um boquete fundo nela, e, sem querer ficar atrás, Fernando fez outro. Ele quase engasgou, coitado.Novato, pensei.
“Gente… eu já tô pronta”, disse a voz da Sara nas nossas costas.
Nós viramos pra ver ela, e eu fiquei pasmo. Ela tinha vestido umcintaralhoum daqueles que não terminava em dildo, mas sim em vibrador. Ela se aproximou de nós com um andar sensual e levantou uma perna pra gente ver direitinho.
"É de ponta dupla", ela contou, "e compartilha a vibração entre o dominante e o dominado... assim os dois se divertem", disse.
Era óbvio que agora os fodidos íamos ser nós, os caras. E o Fernando ficou meio sem graça de começar com aquele brinquedo. Não hesitei em me oferecer no lugar dele. O viciado em sexo anal que morava dentro de mim acordou de novo, e pedia pela presença daquele brinquedo me fodendo até eu gozar. A Sara, claro, não teve objeção nenhuma, então puxou o Fernando pra perto dela e começou a dilatar o cu dele.
Senti os dedos inexperientes da Ana tentando me abrir por trás. Como ela teve um pouco de dificuldade, resolvi facilitar o trabalho dela deixando um fio de saliva escorrer até meu cu. Gemi ao sentir o dedo dela me penetrando. Percebi que aos poucos ela ia abrindo minha bunda, mas eu não aguentava mais esperar.
"Por favor, Ana... mete logo em mim...", implorei.
Com um certo medo, como se temesse me machucar, a Ana deslizou o vibrador no meu cu. Uma onda de prazer me percorreu ao me sentir finalmente penetrado. E de repente, quase gozei quando ela ligou a vibração. Era bem suave, mas excitante o suficiente. Ela gemeu baixinho. Obviamente, a buceta dela tava recebendo o mesmo prazer que meu cu.
"Continuamos?"
"Tô morrendo de vontade."
Assim ela começou a me foder, bem devagar no começo, igual a Sara fazia com o Fernando. Mas eu sentia a visão ficando turva. Tava sendo submetido a prazer demais. Adorei. A Ana se animou e cada vez rebolava mais gostoso. Tinha certeza de que com o movimento, o vibrador também deslizava, mesmo que um pouquinho, pra dentro e pra fora daquele cu delicioso dela. Tentei resistir, mas foi inútil. Gemi longamente no momento em que meu orgasmo explodiu. Gozei que nem um abençoado sem precisar do menor contato de nada contra meu pau, só segunda vez na minha vida, por vários segundos em que ela continuou profanando meu cu.
“Pedacinho de gozado…”, comentou. “Gostou tanto assim?”
Respondi que sim, ao não perceber nenhum deboche no tom de voz dela. Porra, se eu tinha gostado. E queria outro ataque. Mas o segundo round foi dedicado a mim pela Sara, com uma foda mais lenta e carinhosa, depois dela ter gozado dentro do Fernando, e ele agora recebia todo o brinquedo vibratório dentro de si. Vi que a Ana sim fazia uma punheta nele ao mesmo tempo. Eu, sem dúvida, não precisei.
“Acho que por hoje já deu, né, galera?”, perguntou a Sara, assim que o gozo dela escorria entre minhas pernas.
“Não. Por favor…”, disse a Ana. “Ainda tem mais uma coisa que quero experimentar…”.
“Não tá satisfeita ainda, meu amor?”, perguntou o Fernando.
Não, não estava.
Pouco depois, meu pau voltava a estar na buceta da Ana, fodendo ela enquanto a Sara penetrava o cu dela. Era a própria Ana que se movia pra cima e pra baixo, ao mesmo tempo que curtia na boca o pau do Fernando. Não conseguia resistir à ideia de ter três picas cercando ela. Tinha nos confessado que tinha essa fantasia há muito tempo. E não resistimos a uma proposta dessas. Disparei um novo jato de sêmen dentro da bucetinha dela, enquanto a Sara descarregava no rabo dela, e o Fernando dava de beber a semente dele.
“Espero que agora sim você esteja…”, comentou o Fernando, achando que a namorada dele estaria satisfeita. Mas algo mudou na mente dela, e ela começou a se masturbar apontando pra ele. A Ana abriu as pernas, e começou a brincar com a buceta e o cu dela, usando o sêmen que a gente tinha descarregado nela. Era tão erótico que a Sara e eu não demoramos pra nos juntar ao Fernando.
Satisfeita, a Ana se levantou e fez a gente se juntar mais. Chupou a gente um por um, dois por dois, e teve um momento em que conseguiu ter todos os nossos paus na boca. Tava fora de si de tanto prazer. Eu sentia meu pau se esfregando no do Fernando e no da Sara, mas o tesão era tão maior que pra cortar meu barato.
No fim, gozamos os três na cara e no corpo da Ana. Sujei a bochecha dela, os peitos, a barriga… e não fui o único. Os outros dois também fizeram o mesmo.
“Agora sim que tô satisfeita”.
Fomos tomar um banho. Tava tão moído que, mesmo tendo entrado os quatro na mesma banheira, não tivemos saco pra foder de novo. Mas isso não impediu a gente de se limpar uns aos outros, como prova da intimidade depois daquela tarde de sexo sem fim.
No domingo, a gente tinha que ir embora depois do almoço, então nem preciso dizer que de manhã a gente armou outra orgia, dessa vez ao ar livre, incluindo mais um “bukkake”zinho, agora entre eu, a Sara e o Fernando, que a gente se masturbava apontando pros outros, tentando ver quem gozava mais.
A gente se despediu à tarde e prometeu se encontrar de novo. A Sara tava radiante de felicidade, e eu não podia estar mais contente com o que rolou.
Por isso, quando dois dias depois a Ana apareceu na nossa casa chorando, a gente ficou chocado quando ela disse:
“Terminei com o Fernando”.
Autoexperimentando
FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADA
Recebi ajuda da minha amiga especial
Trio com casal amigo
Massagem com final mais que feliz
Às ordens da minha amiga travesti.
Fiquei de quatro com minha ex... e minha namorada
Vestido pra minha namorada (transexual)
Viciado em pica de travesti
Quarteto bissexual (ou algo parecido)
Fim de semana com os amigos (I)
(Os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Pois não se preocupa. Acho que entre nós três vamos conseguir fazer ele entender o que é generosidade no sexo", comentou Sara, com um sorriso malicioso.
Voltamos pra sala de jantar pra brincar com Fernando, mas não sem antes terminar o que estávamos fazendo na cozinha. Continuei comendo a Ana pelo cuzinho delicioso dela, enquanto Sara metia em mim. Quando gozamos e minha mão ajudou a Ana a ter um orgasmo, fomos tipo um esquadrão atrás do nosso amigo.
"Você tem um par de cordas?", perguntou Sara.
Ana concordou e foi buscar elas. Me perguntei o que minha mina queria fazer, mas em vez de me responder, ela ficou me beijando enquanto esperávamos a volta da nossa amiga. Meu pau ficou duro e roçou no da Sara. Como a Ana não se apressava, íamos continuar sem ela. E eu adoraria, porque custava acreditar que nessa putaria toda, eu quase não tinha feito nada com a Sara.
"Depois vou te fazer de tudo, meu amor, fica tranquilo", ela sussurrou no meu ouvido.
Ana chegou com as cordas. Não eram cordas normais, mas sim feitas exclusivamente pra putaria. Olhei pra ela, questionando o segredinho que ela guardava. Então elas gostavam de brincadeirinhas. Tomei nota mental e ajudei a Sara a amarrar o Fernando. Garantimos que, por mais que ele tentasse, não conseguisse fechar as pernas, mas com toda intenção de soltar ele quando aquilo não agradasse. Mas primeiro tínhamos que apresentar a ideia que minha namorada teve.
"Oi, Fernando", disse Sara, enquanto passava a mão no torso dele. Ana sentou do lado dele, só observando, enquanto, por instrução da Sara, eu fiquei na frente do Fernando. Ele acordou assustado.
"O que vocês tão fazendo? O que vocês tão fazendo?", perguntou alarmado.
"Calma. Isso é um jogo. Só um jogo", disse Sara. "Você fez bem em aproveitar o sexo hoje, mas... nunca pensou em ser passivo?"
"Sim, e não gostei... por favor, me soltem...", ele tava ficando realmente nervoso.
"Amor, por favor", sussurrou Ana. "Por mim. Preciso... que você pense um pouco mais no prazer dos outros."
"Você quer dizer que... eu te negligenciei?"
Ana desviou o olhar. Fernando parecia horrorizado com as próprias atitudes. Ele não tinha percebido, e agora parecia se sentir culpado. Mas as duas a olharam com calma. Se ele ia aceitar mudar, não havia problema nenhum. E era aí que eu entrava. Sara queria queeudilatei a bunda dela devagar, até encontrar o ponto de prazer, onde eu poderia começar a penetrar. Fernando parecia preocupado, mas estava disposto a tentar por Ana.
Então, enquanto elas se distraíam excitando ele, brincando com o pau e as bolas dele, eu comecei a prepará-lo. Poralguma razão(Vamos, porque eles sempre ficavam com aquela bobeira ali), debaixo do sofá guardavam um pote de lubrificante, aquele que usavam pra gozadas espontâneas. Então a Ana me passou, e eu deixei cair um pouco no rabo empinado do Fernando.
Ele tremeu quando eu coloquei meu dedo no cuzinho dele, só o roçar já deixava ele nervoso. Comecei a fazer círculos com o dedo. Eu achava graça de ver ele daquele jeito, e lembrei dos meus próprios começos, quando o sexo anal também não me agradava. E me perguntei se eu seria capaz de passar pra ele aquela mesma sensação libertadora.
Encontrei uma certa resistência do cu dele diante do meu dedo. Ele tava desconfortável, e reclamava um pouco, mas tava aguentando. Devo dizer que não tava muito a fim de ter que dedicar tanto tempo pra ele em vez de ficar com a Sara ou a Ana, mas sabia que era por uma causa especial. E quem sabe o cu dele não fosse gostoso.
"Deixa eu ver..." disse a Sara espiando. "É, acho que já tá pronto... Preparado?"
O Fernando concordou. Puxou a Ana pra perto dele pra se distrair enquanto beijava ela, e assim evitar olhar quando eu fosse violar ele. Minha pica, com vontade de gozar já fazia um bom tempo, tava ansiosa. Apoiei a cabeça no cuzinho dele, e ele começou a respirar ofegante.Pois não sei como vai ficar quando começar a gostar dela., brinquei comigo mesmo.
Enfiei a ponta. Ela não disse nada. Continuei enfiando um pouco mais. Já estava com metade do meu pau dentro dela quando ela pediu um momento. Pra ela ir se acostumando, comecei a meter. Primeiro enfiava só até a metade, até que perdi um pouco o controle e, a cada estocada, penetrava um pouco mais, até que meu pau inteiro estava dentro dela.
“Continua… por favor… isso é tão gostoso…”, ela pediu.
Embora não precisasse. Eu já não me controlava e estava metendo com vontade. Não saía da minha cabeça que era a primeira vez que eu comia um homem (bem, tirando a primeira vez que tentamos e ela não gostou), mas percebia que aquilo não erao mesmodo que com uma mulher. Eu estava mais excitado pela própria situação do que por transar com ele. Sem dúvida alguma, preferia as mulheres (cis ou transexual).
Bom, e não só a situação me estimulava, mas também o fato de poder ver Sara fodendo Ana, enquanto ela chupava Fernando. Olhei nos olhos da minha amiga, e ela sorriu pra mim. Vi como ela brincava com a língua na cabeça do pau do namorado, antes de dar um boquete profundo. Pensei que ia ser o primeiro a gozar, mas me enganei. Senti o corpo de Fernando se contrair, e vi o esperma escorrendo pelos lábios da namorada dele.
Acelerei minhas investidas e despejei uma boa carga de porra dentro do cu dela. Suspirei, e vi aquilo escorrendo do ânus dela enquanto Sara e Ana gozavam juntas. Sara fez questão de gozar dentro de uma Ana ofegante, que tinha se perdido de prazer com aquilo. Sorrimos. Aquela nova rodada de sexo mal tinha começado.
Fernando engatinhou até Ana, e diante dos nossos olhos, começou a chupar a buceta dela. Ele estava deitado no sofá com a bunda levantada, perfeitamente oferecida. Sara olhou pra ele, e não resistiu ao ver aquele cuzinho rosado aberto. Se posicionou atrás dele e meteu. Fernando soltou um grito abafado, porque tinha a boca cheia de buceta. Eu me aproximei de Ana, e ela abriu os lábios, esperando. Aproximei meu pau, mas ela não se mexeu. Continuou esperando até que eu introduzi toda a minha ereção na boca dela.
Senti a língua dela brincando, mas ela continuava parada, então com muito cuidado, segurei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela. Mesmo transando, ela tinha algo de angelical no rosto. Mal conseguia gemer, porque meu pau ocupava a boca dela. Ela se contorcia de prazer com a chupada de buceta que Fernando estava dando nela, enquanto ele era comido e enrabado por Sara. Gozei, e me afastei pra deixar Ana respirar, que acabou pouco depois de mim. Sara conseguiu gozar também dentro de Fernando, e ele explodiu num orgasmo que deixou o sofá encharcado com a porra dele. Sêmen. Mas algo me fazia pensar que não era a primeira vez que aquilo acontecia.
"Acho que o Fernando se comportou muito bem", disse Sara. Ana concordou. Parecia satisfeita com o comportamento do namorado. "Talvez a gente possa se entregar um pouco agora".
Ela disse isso enquanto se aproximava de mim, então não era exatamente uma proposta, mas uma ordem. Mas quem iria recusar? Eu adorava poder passar um tempo com ela enquanto, na nossa frente, Ana e Fernando se pegavam. Então comecei a acariciar o buraquinho dela e notei que estava levemente dilatado. Ajudei com meus dedos a abrir um pouco mais, mas ela parecia impaciente para me sentir dentro dela. Então enfiei minha ereção, e ela gemeu eroticamente.
Fodi a bunda dela com gosto, enquanto ela se beijava de língua com a Ana. Eu podia vê-la também, de quatro, com o Fernando atrás dela metendo tudo. Aquela imagem me deixava com muito tesão. Lembrei então que fazia um bom tempo que minha bunda não era tratada como merecia. Começava a sentir a necessidade de uma boa fodida que me desse muito prazer. Mas agora era hora de Sara ter o cu satisfeito por um tempo. Gozei com gosto dentro, nem sei quanto sêmen cheguei a derramar. Fernando gozou pouco depois.
"Ainda não estou satisfeita...", disse Sara.
"Que tal a gente trocar de par?", propôs Ana. "Tive uma ideia que pode ajudar todo mundo a gozar".
Ouvimos a ideia dela com interesse, e aceitamos de bom grado.Se continuarmos assim, vou gozar com todo o meu esperma até morrer., pensei. Mas com o quanto eu estava me divertindo, o que importava?
Sara e Ana começaram um 69 no qual eu também não me importaria de participar. Mas eu tinha outra coisa para fazer, assim como Fernando. Enquanto Ana tinha a boca cheia da rola da Sara, eu comecei a foder a bunda deliciosa dela. Na minha frente, Fernando estava dando uma anal na Sara enquanto ela chupava a buceta da Ana. Sara estava tão excitada que, em alguns momentos, aproveitava para pegar na minha rola e chupar um pouco mais, antes de continuar lambendo aquela vagina, e eu seguia bombando no cu da minha amiga.
Devemos ter perdido a noção do tempo, pois estava anoitecendo quando gozamos os quatro. As garotas estavam encharcadas de suor e de porra, mas pareciam estar extremamente satisfeitas.
"Por que vocês não chupam um pouco a Sara?", propôs Ana. "Preciso pegar uma coisa."
Sara assentiu, satisfeita. Obviamente elas sabiam de algo que a gente não sabia. Mas eu não me importava de agradar minha namorada. Ele e eu nos ajoelhamos na frente dela e começamos a chupar com vontade. Me surpreendi competindo com Fernando para ver quem dava mais prazer pra Sara. Quando tive chance, dei um boquete fundo nela, e, sem querer ficar atrás, Fernando fez outro. Ele quase engasgou, coitado.Novato, pensei.
“Gente… eu já tô pronta”, disse a voz da Sara nas nossas costas.
Nós viramos pra ver ela, e eu fiquei pasmo. Ela tinha vestido umcintaralhoum daqueles que não terminava em dildo, mas sim em vibrador. Ela se aproximou de nós com um andar sensual e levantou uma perna pra gente ver direitinho.
"É de ponta dupla", ela contou, "e compartilha a vibração entre o dominante e o dominado... assim os dois se divertem", disse.
Era óbvio que agora os fodidos íamos ser nós, os caras. E o Fernando ficou meio sem graça de começar com aquele brinquedo. Não hesitei em me oferecer no lugar dele. O viciado em sexo anal que morava dentro de mim acordou de novo, e pedia pela presença daquele brinquedo me fodendo até eu gozar. A Sara, claro, não teve objeção nenhuma, então puxou o Fernando pra perto dela e começou a dilatar o cu dele.
Senti os dedos inexperientes da Ana tentando me abrir por trás. Como ela teve um pouco de dificuldade, resolvi facilitar o trabalho dela deixando um fio de saliva escorrer até meu cu. Gemi ao sentir o dedo dela me penetrando. Percebi que aos poucos ela ia abrindo minha bunda, mas eu não aguentava mais esperar.
"Por favor, Ana... mete logo em mim...", implorei.
Com um certo medo, como se temesse me machucar, a Ana deslizou o vibrador no meu cu. Uma onda de prazer me percorreu ao me sentir finalmente penetrado. E de repente, quase gozei quando ela ligou a vibração. Era bem suave, mas excitante o suficiente. Ela gemeu baixinho. Obviamente, a buceta dela tava recebendo o mesmo prazer que meu cu.
"Continuamos?"
"Tô morrendo de vontade."
Assim ela começou a me foder, bem devagar no começo, igual a Sara fazia com o Fernando. Mas eu sentia a visão ficando turva. Tava sendo submetido a prazer demais. Adorei. A Ana se animou e cada vez rebolava mais gostoso. Tinha certeza de que com o movimento, o vibrador também deslizava, mesmo que um pouquinho, pra dentro e pra fora daquele cu delicioso dela. Tentei resistir, mas foi inútil. Gemi longamente no momento em que meu orgasmo explodiu. Gozei que nem um abençoado sem precisar do menor contato de nada contra meu pau, só segunda vez na minha vida, por vários segundos em que ela continuou profanando meu cu.
“Pedacinho de gozado…”, comentou. “Gostou tanto assim?”
Respondi que sim, ao não perceber nenhum deboche no tom de voz dela. Porra, se eu tinha gostado. E queria outro ataque. Mas o segundo round foi dedicado a mim pela Sara, com uma foda mais lenta e carinhosa, depois dela ter gozado dentro do Fernando, e ele agora recebia todo o brinquedo vibratório dentro de si. Vi que a Ana sim fazia uma punheta nele ao mesmo tempo. Eu, sem dúvida, não precisei.
“Acho que por hoje já deu, né, galera?”, perguntou a Sara, assim que o gozo dela escorria entre minhas pernas.
“Não. Por favor…”, disse a Ana. “Ainda tem mais uma coisa que quero experimentar…”.
“Não tá satisfeita ainda, meu amor?”, perguntou o Fernando.
Não, não estava.
Pouco depois, meu pau voltava a estar na buceta da Ana, fodendo ela enquanto a Sara penetrava o cu dela. Era a própria Ana que se movia pra cima e pra baixo, ao mesmo tempo que curtia na boca o pau do Fernando. Não conseguia resistir à ideia de ter três picas cercando ela. Tinha nos confessado que tinha essa fantasia há muito tempo. E não resistimos a uma proposta dessas. Disparei um novo jato de sêmen dentro da bucetinha dela, enquanto a Sara descarregava no rabo dela, e o Fernando dava de beber a semente dele.
“Espero que agora sim você esteja…”, comentou o Fernando, achando que a namorada dele estaria satisfeita. Mas algo mudou na mente dela, e ela começou a se masturbar apontando pra ele. A Ana abriu as pernas, e começou a brincar com a buceta e o cu dela, usando o sêmen que a gente tinha descarregado nela. Era tão erótico que a Sara e eu não demoramos pra nos juntar ao Fernando.
Satisfeita, a Ana se levantou e fez a gente se juntar mais. Chupou a gente um por um, dois por dois, e teve um momento em que conseguiu ter todos os nossos paus na boca. Tava fora de si de tanto prazer. Eu sentia meu pau se esfregando no do Fernando e no da Sara, mas o tesão era tão maior que pra cortar meu barato.
No fim, gozamos os três na cara e no corpo da Ana. Sujei a bochecha dela, os peitos, a barriga… e não fui o único. Os outros dois também fizeram o mesmo.
“Agora sim que tô satisfeita”.
Fomos tomar um banho. Tava tão moído que, mesmo tendo entrado os quatro na mesma banheira, não tivemos saco pra foder de novo. Mas isso não impediu a gente de se limpar uns aos outros, como prova da intimidade depois daquela tarde de sexo sem fim.
No domingo, a gente tinha que ir embora depois do almoço, então nem preciso dizer que de manhã a gente armou outra orgia, dessa vez ao ar livre, incluindo mais um “bukkake”zinho, agora entre eu, a Sara e o Fernando, que a gente se masturbava apontando pros outros, tentando ver quem gozava mais.
A gente se despediu à tarde e prometeu se encontrar de novo. A Sara tava radiante de felicidade, e eu não podia estar mais contente com o que rolou.
Por isso, quando dois dias depois a Ana apareceu na nossa casa chorando, a gente ficou chocado quando ela disse:
“Terminei com o Fernando”.
0 comentários - Fim de semana com amigos (II)