Olá, depois vou continuar com a série "Roleta", mas agora queria contar sobre quando foi a minha vez de ser corno.
Eu morava com uma garota, vamos chamar de Mayra. Com ela, a regra era que se estivéssemos com outra pessoa, tudo bem, podíamos contar ou não.
Um dia, depois de um sexo muito gostoso, deitados na cama fumando um baseado, começamos a falar sobre essa possibilidade, de como a gente gostava que tudo ficasse numa boa. Em um momento, já mais soltos, Mayra me pergunta se eu tinha ficado com alguém.
— Não — respondi.
Depois que ela perguntou isso, não tinha volta, dava pra ver nos olhos dela como brilhavam de vontade de que eu perguntasse de volta.
— E você?
— Sim, eu sim.
Fez-se um silêncio, vieram um monte de sentimentos misturados, ciúme, inveja, tesão.
— Você se divertiu? — foi o que consegui dizer.
— Sim.
— Onde foi?
— Aqui.
— Com quem?
— Com um ex do colégio — sempre fiquei curioso.
Outro silêncio. O que fazer? Continuar perguntando? Os sentimentos misturados continuavam, mas o tesão venceu.
— Como foi?
— Sério que quer que eu conte?
— Sim.
— Encontrei ele um dia num bar, eu estava com as meninas do colégio, ele nos reconheceu, ficou um tempo conversando com a gente. Em um momento, vou ao banheiro e quando saio, ele estava lá, me esperando. "Você está tão gostosa quanto eu lembrava", ele disse. A verdade é que ele também estava muito lindo, coração, então devolvi o elogio e falei por que a gente não ia sozinho um pouco relembrar os velhos tempos.
A gente saiu pra dar uma volta, com a desculpa de ir fumar. Conversamos um pouco e quando viramos a esquina, ele me encostou na parede. Me deu um beijo super gostoso, dava pra ver que a situação tava deixando ele com tesão, eu também, então acompanhei. Depois de um tempo, comecei a sentir como o pau dele crescia dentro da calça, como roçava na minha buceta, eu já estava começando a ficar molhada. E você sabe como eu fico quando fico molhada.
"Vamos pra casa", falei, "aproveita que meu namorado não está". A gente estava nos barzinhos aqui da Guardia. Velha, então chegamos no ponto. Assim que chegamos, começamos a nos pegar, não nos aguentávamos. Do jeito que nos tocávamos, íamos nos despindo.
Nesse momento, o tesão já tomava conta do meu corpo todo. A pica tinha ficado dura, eu tentava disfarçar pra ela não perceber ainda, mas numa hora já não dava mais pra esconder.
— Tá gostando do que eu tô contando, amor? — Ela me disse enquanto acariciava minha pica.
— Continua — foi minha resposta.
— Beleza, mas não vai gozar, hein — falou com um sorriso safado, e continuou me tocando.
— Tava te falando, já em casa e meio sem roupa, joguei ele no sofá. Queria ver bem aquela pica que tinha sentido na rua. Me ajoelhei pra terminar de tirar a calça dele. Quer saber a verdade? Me surpreendeu.
— Era grande?
— Pra caralho.
(Saca que a minha também não é pequena, 20x5, mas parece que esse cara tinha maior.)
— Prendi o cabelo (ela tem cabelo comprido, bem preto), toquei um pouco e comecei a chupar. Sem enfiar. Passava a língua por toda ela, com os lábios. Depois que enchi de saliva, meti na boca, não entrava toda nem fodendo. Mesmo assim continuei, chupei até ficar bem dura e sentei por cima. Tava super lubrificada de tanto que me molhei chupando. Fui descendo devagar na pica dela, sentindo cada pedaço, cada lugar que passava apertava, você não faz ideia do tesão que eu tava, amor.
Eu não aguentava mais, pedi pra ela me chupar enquanto contava. Então, enquanto me contava como a ex dela chupava bem os peitos dela, como ela mordia enquanto metia a pica bem fundo, ela enfiou a minha na boca como nunca antes. Falava com a pica na boca e contava como colocou a ex de quatro e comeu do jeito que ela sempre quis.
Eu gozei como poucas vezes, não acreditava no tesão que tava sentindo.
Continuamos a conversa, mas isso é outra história.
Eu morava com uma garota, vamos chamar de Mayra. Com ela, a regra era que se estivéssemos com outra pessoa, tudo bem, podíamos contar ou não.
Um dia, depois de um sexo muito gostoso, deitados na cama fumando um baseado, começamos a falar sobre essa possibilidade, de como a gente gostava que tudo ficasse numa boa. Em um momento, já mais soltos, Mayra me pergunta se eu tinha ficado com alguém.
— Não — respondi.
Depois que ela perguntou isso, não tinha volta, dava pra ver nos olhos dela como brilhavam de vontade de que eu perguntasse de volta.
— E você?
— Sim, eu sim.
Fez-se um silêncio, vieram um monte de sentimentos misturados, ciúme, inveja, tesão.
— Você se divertiu? — foi o que consegui dizer.
— Sim.
— Onde foi?
— Aqui.
— Com quem?
— Com um ex do colégio — sempre fiquei curioso.
Outro silêncio. O que fazer? Continuar perguntando? Os sentimentos misturados continuavam, mas o tesão venceu.
— Como foi?
— Sério que quer que eu conte?
— Sim.
— Encontrei ele um dia num bar, eu estava com as meninas do colégio, ele nos reconheceu, ficou um tempo conversando com a gente. Em um momento, vou ao banheiro e quando saio, ele estava lá, me esperando. "Você está tão gostosa quanto eu lembrava", ele disse. A verdade é que ele também estava muito lindo, coração, então devolvi o elogio e falei por que a gente não ia sozinho um pouco relembrar os velhos tempos.
A gente saiu pra dar uma volta, com a desculpa de ir fumar. Conversamos um pouco e quando viramos a esquina, ele me encostou na parede. Me deu um beijo super gostoso, dava pra ver que a situação tava deixando ele com tesão, eu também, então acompanhei. Depois de um tempo, comecei a sentir como o pau dele crescia dentro da calça, como roçava na minha buceta, eu já estava começando a ficar molhada. E você sabe como eu fico quando fico molhada.
"Vamos pra casa", falei, "aproveita que meu namorado não está". A gente estava nos barzinhos aqui da Guardia. Velha, então chegamos no ponto. Assim que chegamos, começamos a nos pegar, não nos aguentávamos. Do jeito que nos tocávamos, íamos nos despindo.
Nesse momento, o tesão já tomava conta do meu corpo todo. A pica tinha ficado dura, eu tentava disfarçar pra ela não perceber ainda, mas numa hora já não dava mais pra esconder.
— Tá gostando do que eu tô contando, amor? — Ela me disse enquanto acariciava minha pica.
— Continua — foi minha resposta.
— Beleza, mas não vai gozar, hein — falou com um sorriso safado, e continuou me tocando.
— Tava te falando, já em casa e meio sem roupa, joguei ele no sofá. Queria ver bem aquela pica que tinha sentido na rua. Me ajoelhei pra terminar de tirar a calça dele. Quer saber a verdade? Me surpreendeu.
— Era grande?
— Pra caralho.
(Saca que a minha também não é pequena, 20x5, mas parece que esse cara tinha maior.)
— Prendi o cabelo (ela tem cabelo comprido, bem preto), toquei um pouco e comecei a chupar. Sem enfiar. Passava a língua por toda ela, com os lábios. Depois que enchi de saliva, meti na boca, não entrava toda nem fodendo. Mesmo assim continuei, chupei até ficar bem dura e sentei por cima. Tava super lubrificada de tanto que me molhei chupando. Fui descendo devagar na pica dela, sentindo cada pedaço, cada lugar que passava apertava, você não faz ideia do tesão que eu tava, amor.
Eu não aguentava mais, pedi pra ela me chupar enquanto contava. Então, enquanto me contava como a ex dela chupava bem os peitos dela, como ela mordia enquanto metia a pica bem fundo, ela enfiou a minha na boca como nunca antes. Falava com a pica na boca e contava como colocou a ex de quatro e comeu do jeito que ela sempre quis.
Eu gozei como poucas vezes, não acreditava no tesão que tava sentindo.
Continuamos a conversa, mas isso é outra história.
1 comentários - Quando o corno fui eu