A mulher me contou que saiu com um homem que a encantou. Ela destacou detalhes do charme dele, nenhuma demonstração grandiosa do seu potencial erótico, mas sim um combo:
* ao se refletir num espelho, olhando pra frente, ele, ela conseguiu ver que ele tinha um perfil lindo.
* ele a abordou com originalidade, sagacidade e ousadia pra se propor.
* ela acabou cedendo à pressão e à tentação dele.
O homem, meu marido Martín.
A mulher, minha amiga Liliana, que, quando pedi pra ela confirmar ou negar o que eu tinha imaginado por conjecturas baseadas em aparências e indícios, abriu o jogo.
— Me perdoa, ele me envolveu com a simpatia e os truques dele. “Ele me venceu” — respondeu.
Ela sabia das minhas andanças, aventuras e casos extraconjugais, com cunhados, colegas de trabalho, amigos do Martín, cirurgião do Martín, parceiros casuais vários… não cabia a ela mostrar indignação ou ferir minha dignidade.
Se eu estava surpresa. Não esperava isso do meu marido, “tão comportadinho e econômico comigo!”
— Não era ele muito formal, sem graça e sem criatividade? E que, entre os lençóis, é super previsível e rotineiro?” — me provocou rindo, Liliana.
— Então, lá vai! Facundo, meu marido, alugou um apartamento em Mar del Plata, perto do mar. A gente curtia uns dias lindos de sol, areia e mar — e foda diária — até que numa segunda-feira ele teve que me deixar sozinha, por uma viagem rápida de volta à empresa por um imprevisto inadiável.
Com Facundo, o sol também foi embora, esfriou e choveu. Sem praia, o dia foi chato. Na terça, cedo, enquanto eu estava, entediada, tomando um café com leite, de repente, a campainha tocou. Fiquei perplexa, não esperava visitas.
Atendi o interfone:
“Oi, Liliana, sou o Martín. Te acordei?”
“Não, espera aí que eu desço” — respondi.
— Vesti o roupão e desci pra abrir a porta do prédio. Martín, arrumado, elegante, pergunta:
“O Facu tá?”
“Infelizmente, Voltei pra Buenos Aires e, espero, volta na quinta de manhã."
"Uhhhyy que pena! E com esse tempo, você sozinha. Parece inverno!"
"Verdade, sinto quase frio e estou entediada."
— Convidei ele pra subir e tomar um café. A gente falou de amenidades até que ele (refletido no espelho como eu mencionei) me propôs:
"Preciso comprar um presente pra Romina. Você topa me acompanhar? Um conselho feminino cairia muito bem."
— O perfil dele, lindo, me ajudou a "pegar carona" —
"Por que não? Tô entediada aqui, vai me distrair. Me dá um tempo, vou me vestir e a gente sai. Te sirvo outro café."
— Não. E o que fazia em Mar del Plata, também não.
<Óbvio: ficou sabendo que você tava sozinha e armou a viagem pra ver se conseguia te pegar, o cuzão!>
— É. Acho que foi isso. Vou continuar te contando. A gente andou, sem plano nenhum, fuçando lojas o resto da manhã. Com minha aprovação — depois de passar no provador, já que você e eu temos o mesmo manequim e corpo — ele comprou um vestidinho curto, vermelho, muito lindo. Na sobremesa do almoço que a gente comeu num restaurante lindo, Martín me disse que resolveu adicionar uma lingerie — que na minha opinião fosse bem sexy — e uma bolsa.
Voltamos pra uma loja de lingerie e, depois, pra uma de acessórios e botinhas de couro.
— Sugeri um conjunto lindo de sutiã, fio dental, cinta-liga e meia, tudo rigorosamente preto. Por último, aconselhei uma bolsa, divina. Pensei na sortuda que você era, com esses presentes de novela.
No fim da tarde, voltamos pro prédio dos apartamentos. Eu tinha passado um dia realmente agradável e, o sol, que tinha reaparecido, nos presenteava com um pôr do sol lindo sobre o mar e prometia um amanhecer esplendoroso.
— O resplendor não esperou a manhã seguinte.
— Na porta do apartamento, Martín me encarou e:
"Escuta. Hoje foi um dia ótimo e eu não queria que acabasse aqui: a gente sai pra jantar hoje à noite?"
— Demorei uns segundos pra responder, pensei que, talvez, o Facundo fosse chamar... bom, nesse caso ele... não me deixou continuar pensando nisso.-
“Vai, Liliana! Quer saber? Não é verdade aquela história do presente pra minha mulher, o que compramos hoje é pra você”
-Fiquei sem reação, quase sem palavras-
“Comoo? É um exagero, não posso aceitar.”
“Por favor, Liliana! Essas horas juntos valem, pra mim, muito mais que qualquer outra coisa”
-Não soube o que responder, não esperava por isso, ele tinha sido simpático e correto, além disso sabia que sou sua amiga, não achei que ele “ia dar em cima de mim. Engano!!-
“Me escuta... Só te peço um agrado... veste o conjuntinho assim eu fico de boa enquanto jantamos, imaginando que você tá usando ele por baixo do vestido.”
-Sim. E, vou ser sincera, a perspectiva já tava me agradando-
“Volto às 8:00.”
-Disse o Martín. Virou as costas e foi embora sem esperar minha resposta. Já deu como certo que eu tinha aceitado o convite. E não tava errado.-
Tomei um banho morno – adoro – e comecei a me preparar. Vestí as quatro peças de lingerie, uau! Ficaram perfeitas em mim, coisa de cinema! Arrumei o rosto e o cabelo, coloquei o vestidinho, maravilhoso, tava escolhendo os sapatos de salto quando o telefone tocou-
-Era o Facundo, perguntou como eu tava, respondi que bem, ele disse o mesmo. Não mencionei a vinda do Martín nem o dia juntos. No fundo, me senti culpada. Ele trabalhando, eu passeando e me divertindo e indo atrás de mais. Embora ele também tenha/teve suas “escapadas”, me deu uma sensação estranha. Falei que sentia falta dele e que esperava que voltasse logo.-
-Sim! Decidi pelos saltos, transferi minhas coisas pra bolsa nova... Tava pronta.-
-Martín, quando abri a porta, me olhou de cima a baixo e ficou sem fôlego-
“Você tá lindíssima!!!”
-Eu corei e agradeci o elogio, lisonjeada-
-Fomos a um restaurante no porto, confortável e aconchegante.- Quando entrei, muitos clientes me seguiram com o olhar, meu vestido vermelho não passou despercebido.
O jantar foi agradável, o vinho branco que acompanhou o prato principal de peixe subiu um pouco à cabeça e a gente ria à toa, com as mãos se acariciando.
Martim me acompanhou até o apartamento e, supostamente, ia voltar pra Buenos Aires. Brincamos que se a polícia parasse ele, iam tomar a carteira de motorista por embriaguez.
— Sobe, vou te fazer um café pra pelo menos não dormir no caminho — falei.
Subimos, abri a porta e Martim me seguiu, fechou a porta e, na mesma hora, me pegou pelo braço, me puxou pra perto e fingiu que ia me beijar.
Tentei evitar, mas ele me apertou contra o corpo dele, contra o pau duro dele. Me deu uma sensação repentina, violenta de calor com epicentro na minha buceta e senti umidade lá.
Deixei ele me comer (e eu comi ele) a boca num beijo apaixonado.
Ele me levantou no colo e me largou no chão do quarto, deu um passo pra trás, levantou e tirou o vestidinho, passando pela minha cabeça.
Fiquei na frente dele de sutiã, tanga, liga e meia, arrumando o cabelo.
— Você é linda demais. Não faz ideia de quanto te desejo e há quanto tempo — murmurou e me arrastou pra cima da cama. Eu sentia o pau dele pressionando minha buceta e procurei com a mão. Senti ele pulsar por baixo da calça e fiquei ainda mais excitada.
A mão dele deslizou entre minhas coxas, afastou a tanga de lado e sentiu o quanto eu tava molhada. Me deu um pouco de vergonha, mas não me opus quando ele tirou as meias e arrastou a liga e a calcinha até tirar tudo pelos meus pés, sem tirar os saltos. Começou a lamber minha buceta depilada. A língua dele deslizava, me fazendo vibrar. Quando ele enfiou os dedos lá dentro, fiquei louca de tesão e gozei na hora, como não acontecia há muito tempo.
Nessa hora, passou um instante rápido de Inquietação, de pesar interno, de remorso pela má ação, em prejuízo do Facu e seu.
<¡Vaiii! Acredito em você, mas não é verdade!>
-É sério! Foi rapidinho. Ele tinha tirado a camisa e a calça e ficou de joelhos na cama. Vejo o volume dele dentro da cueca. Abaixo a cueca e me posicionei pra passar a língua na pica, dura pra caralho, e nos ovos, depois meti na boca e chupei um bom tempo. Nós dois estávamos loucos pra caralho.
-Obriguei ele a deitar, com a buceta coçando, subi em cima – ainda vestida com sutiã e salto – e “enfiei o pau” e comecei a cavalgar. Sentia a pica dele me preenchendo, gozava igual uma louca, subindo e descendo e gritando.
-Ele tirou meu sutiã, pausei o sobe e desce por um momento pra me inclinar até deixar a cara dele enterrada entre meus peitos.
-Martín virou a cabeça até alcançar, com a boca, primeiro um, depois o outro dos meus mamilos pra chupar. Voltei a enfiar a pica e cavalgar. Com as mãos, ele apertava minha bunda e, de repente, enfiou um dedo no meu cu. É mais do que a gente aguentava: ele gritou:
“¡…vou gozar, ….. vou gozar …. Vou gozaaaar …. Vou te engravidaaaaar…” – Eu continuei pulando até sentir o jorro de porra quente dentro e gozei pela segunda vez.
<¡Caralho! Você tem certeza que era meu Martín?>
-Claro, sua burraaa…hahahaha –
-Desabei em cima dele. Nos beijamos, depois ficamos deitados lado a lado, com minha buceta derramando porra e fluidos vaginais no lençol (no dia seguinte tive que levar na lavanderia, tava um desgraça).
-Não demorei pra ficar excitada de novo, queria outra dose, embora a pica dele tivesse mole, frouxa, sem consistência, apagada. Peguei nela e acariciei. Demorou mais do que eu queria, mas senti crescer entre meus dedos. Ele também ainda tava a fim de mim.
<¡Filho da puta! Comigo é uma vez e olhe lá!>
-Tirei os saltos, ele se levantou o suficiente pra me dar mais uma surra de língua e dedos na buceta. Ao Cara, ele me pediu pra virar de costas, passou a mão na minha bunda, deu umas mordidinhas também e começou a brincar com o buraquinho. Me deixou toda excitada. Ele perguntou:
— "Já te comeram pelo cu?"
— Falei que sim. A resposta deve ter completado o tesão dele. Ele subiu em cima de mim e senti a pressão do pau começando a entrar. Uma pequena ardência inicial deu lugar ao prazer. Ele entrava e saía como um adolescente, empurrando, apalpando meus peitos e grunhindo, por cima dos meus gemidos de prazer. Ele, sabendo do meu tesão, acelerou o ritmo da foda e murmurou no meu ouvido:
— "Você é mais puta do que eu imaginava, goza, puta."
— As obscenidades dele me surpreenderam, mas não me ofenderam. Eu tava quente demais e aproveitando. Gozamos os dois aos berros.
Ele se deitou do meu lado, virei, nos beijamos e "nos elogiamos" por um bom tempo. Depois ele foi se lavar e voltou pra cama. Não acreditei: de novo o pau dele duro apontando pro teto.
—
— Não sei, mas tava duro de novo. Ele se levantou, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta molhada e suja, até me fazer gritar. Enfiou dedos no meu cu, não consegui me controlar, tremi de prazer e pedi pra ele me comer. Ele me penetrou e, com cara de safado, disse:
— "Essa é a minha puta!"
— e começou um entra e sai, com um vigor surpreendente pra essa altura da noite e das fodas. Não parou até me dar o enésimo orgasmo e me presentear com outro jato generoso de porra quente, como nenhum outro homem tinha me dado até aquele dia.
— Aí sim, ele pareceu murchar, saciado de prazer, desabou do meu lado, sorriu pra mim e:
— "Você não sabe há quanto tempo eu queria te comer e te dar no cu."
— Mas, sou muito amiga da sua esposa e a esposa de um amigo seu! Retruquei, perplexa.
— "Não prejudicamos nenhum dos dois nem afetamos órgão algum deles. Só os nossos ficaram sacudidos, mas valeu muito a pena, não valeu?"
— Concordei com a cabeça. Do contrário, teria sido mentira-
<¡Bom, que maridinho enrustido e amiga leal que eu tenho!!>
O que veio depois na conversa, entre a Liliana e eu, não tem importância pra essa história. Só acrescento que continuo amiga dela, esposa do Martín e com minhas aventuras carnais.
Aposto que os dois também tão fazendo as deles.
Nos eventos sociais que a gente frequenta, só precisamos tomar cuidado pra não aproximar demais as cabeças “pra não bater os chifres um no outro”.
* ao se refletir num espelho, olhando pra frente, ele, ela conseguiu ver que ele tinha um perfil lindo.
* ele a abordou com originalidade, sagacidade e ousadia pra se propor.
* ela acabou cedendo à pressão e à tentação dele.
O homem, meu marido Martín.
A mulher, minha amiga Liliana, que, quando pedi pra ela confirmar ou negar o que eu tinha imaginado por conjecturas baseadas em aparências e indícios, abriu o jogo.
— Me perdoa, ele me envolveu com a simpatia e os truques dele. “Ele me venceu” — respondeu.
Ela sabia das minhas andanças, aventuras e casos extraconjugais, com cunhados, colegas de trabalho, amigos do Martín, cirurgião do Martín, parceiros casuais vários… não cabia a ela mostrar indignação ou ferir minha dignidade.
Se eu estava surpresa. Não esperava isso do meu marido, “tão comportadinho e econômico comigo!”
— Não era ele muito formal, sem graça e sem criatividade? E que, entre os lençóis, é super previsível e rotineiro?” — me provocou rindo, Liliana.
— Então, lá vai! Facundo, meu marido, alugou um apartamento em Mar del Plata, perto do mar. A gente curtia uns dias lindos de sol, areia e mar — e foda diária — até que numa segunda-feira ele teve que me deixar sozinha, por uma viagem rápida de volta à empresa por um imprevisto inadiável.
Com Facundo, o sol também foi embora, esfriou e choveu. Sem praia, o dia foi chato. Na terça, cedo, enquanto eu estava, entediada, tomando um café com leite, de repente, a campainha tocou. Fiquei perplexa, não esperava visitas.
Atendi o interfone:
“Oi, Liliana, sou o Martín. Te acordei?”
“Não, espera aí que eu desço” — respondi.
— Vesti o roupão e desci pra abrir a porta do prédio. Martín, arrumado, elegante, pergunta:
“O Facu tá?”
“Infelizmente, Voltei pra Buenos Aires e, espero, volta na quinta de manhã."
"Uhhhyy que pena! E com esse tempo, você sozinha. Parece inverno!"
"Verdade, sinto quase frio e estou entediada."
— Convidei ele pra subir e tomar um café. A gente falou de amenidades até que ele (refletido no espelho como eu mencionei) me propôs:
"Preciso comprar um presente pra Romina. Você topa me acompanhar? Um conselho feminino cairia muito bem."
— O perfil dele, lindo, me ajudou a "pegar carona" —
"Por que não? Tô entediada aqui, vai me distrair. Me dá um tempo, vou me vestir e a gente sai. Te sirvo outro café."
— Não. E o que fazia em Mar del Plata, também não.
<Óbvio: ficou sabendo que você tava sozinha e armou a viagem pra ver se conseguia te pegar, o cuzão!>
— É. Acho que foi isso. Vou continuar te contando. A gente andou, sem plano nenhum, fuçando lojas o resto da manhã. Com minha aprovação — depois de passar no provador, já que você e eu temos o mesmo manequim e corpo — ele comprou um vestidinho curto, vermelho, muito lindo. Na sobremesa do almoço que a gente comeu num restaurante lindo, Martín me disse que resolveu adicionar uma lingerie — que na minha opinião fosse bem sexy — e uma bolsa.
Voltamos pra uma loja de lingerie e, depois, pra uma de acessórios e botinhas de couro.
— Sugeri um conjunto lindo de sutiã, fio dental, cinta-liga e meia, tudo rigorosamente preto. Por último, aconselhei uma bolsa, divina. Pensei na sortuda que você era, com esses presentes de novela.
No fim da tarde, voltamos pro prédio dos apartamentos. Eu tinha passado um dia realmente agradável e, o sol, que tinha reaparecido, nos presenteava com um pôr do sol lindo sobre o mar e prometia um amanhecer esplendoroso.
— O resplendor não esperou a manhã seguinte.
— Na porta do apartamento, Martín me encarou e:
"Escuta. Hoje foi um dia ótimo e eu não queria que acabasse aqui: a gente sai pra jantar hoje à noite?"
— Demorei uns segundos pra responder, pensei que, talvez, o Facundo fosse chamar... bom, nesse caso ele... não me deixou continuar pensando nisso.-
“Vai, Liliana! Quer saber? Não é verdade aquela história do presente pra minha mulher, o que compramos hoje é pra você”
-Fiquei sem reação, quase sem palavras-
“Comoo? É um exagero, não posso aceitar.”
“Por favor, Liliana! Essas horas juntos valem, pra mim, muito mais que qualquer outra coisa”
-Não soube o que responder, não esperava por isso, ele tinha sido simpático e correto, além disso sabia que sou sua amiga, não achei que ele “ia dar em cima de mim. Engano!!-
“Me escuta... Só te peço um agrado... veste o conjuntinho assim eu fico de boa enquanto jantamos, imaginando que você tá usando ele por baixo do vestido.”
-Sim. E, vou ser sincera, a perspectiva já tava me agradando-
“Volto às 8:00.”
-Disse o Martín. Virou as costas e foi embora sem esperar minha resposta. Já deu como certo que eu tinha aceitado o convite. E não tava errado.-
Tomei um banho morno – adoro – e comecei a me preparar. Vestí as quatro peças de lingerie, uau! Ficaram perfeitas em mim, coisa de cinema! Arrumei o rosto e o cabelo, coloquei o vestidinho, maravilhoso, tava escolhendo os sapatos de salto quando o telefone tocou-
-Era o Facundo, perguntou como eu tava, respondi que bem, ele disse o mesmo. Não mencionei a vinda do Martín nem o dia juntos. No fundo, me senti culpada. Ele trabalhando, eu passeando e me divertindo e indo atrás de mais. Embora ele também tenha/teve suas “escapadas”, me deu uma sensação estranha. Falei que sentia falta dele e que esperava que voltasse logo.-
-Sim! Decidi pelos saltos, transferi minhas coisas pra bolsa nova... Tava pronta.-
-Martín, quando abri a porta, me olhou de cima a baixo e ficou sem fôlego-
“Você tá lindíssima!!!”
-Eu corei e agradeci o elogio, lisonjeada-
-Fomos a um restaurante no porto, confortável e aconchegante.- Quando entrei, muitos clientes me seguiram com o olhar, meu vestido vermelho não passou despercebido.
O jantar foi agradável, o vinho branco que acompanhou o prato principal de peixe subiu um pouco à cabeça e a gente ria à toa, com as mãos se acariciando.
Martim me acompanhou até o apartamento e, supostamente, ia voltar pra Buenos Aires. Brincamos que se a polícia parasse ele, iam tomar a carteira de motorista por embriaguez.
— Sobe, vou te fazer um café pra pelo menos não dormir no caminho — falei.
Subimos, abri a porta e Martim me seguiu, fechou a porta e, na mesma hora, me pegou pelo braço, me puxou pra perto e fingiu que ia me beijar.
Tentei evitar, mas ele me apertou contra o corpo dele, contra o pau duro dele. Me deu uma sensação repentina, violenta de calor com epicentro na minha buceta e senti umidade lá.
Deixei ele me comer (e eu comi ele) a boca num beijo apaixonado.
Ele me levantou no colo e me largou no chão do quarto, deu um passo pra trás, levantou e tirou o vestidinho, passando pela minha cabeça.
Fiquei na frente dele de sutiã, tanga, liga e meia, arrumando o cabelo.
— Você é linda demais. Não faz ideia de quanto te desejo e há quanto tempo — murmurou e me arrastou pra cima da cama. Eu sentia o pau dele pressionando minha buceta e procurei com a mão. Senti ele pulsar por baixo da calça e fiquei ainda mais excitada.
A mão dele deslizou entre minhas coxas, afastou a tanga de lado e sentiu o quanto eu tava molhada. Me deu um pouco de vergonha, mas não me opus quando ele tirou as meias e arrastou a liga e a calcinha até tirar tudo pelos meus pés, sem tirar os saltos. Começou a lamber minha buceta depilada. A língua dele deslizava, me fazendo vibrar. Quando ele enfiou os dedos lá dentro, fiquei louca de tesão e gozei na hora, como não acontecia há muito tempo.
Nessa hora, passou um instante rápido de Inquietação, de pesar interno, de remorso pela má ação, em prejuízo do Facu e seu.
<¡Vaiii! Acredito em você, mas não é verdade!>
-É sério! Foi rapidinho. Ele tinha tirado a camisa e a calça e ficou de joelhos na cama. Vejo o volume dele dentro da cueca. Abaixo a cueca e me posicionei pra passar a língua na pica, dura pra caralho, e nos ovos, depois meti na boca e chupei um bom tempo. Nós dois estávamos loucos pra caralho.
-Obriguei ele a deitar, com a buceta coçando, subi em cima – ainda vestida com sutiã e salto – e “enfiei o pau” e comecei a cavalgar. Sentia a pica dele me preenchendo, gozava igual uma louca, subindo e descendo e gritando.
-Ele tirou meu sutiã, pausei o sobe e desce por um momento pra me inclinar até deixar a cara dele enterrada entre meus peitos.
-Martín virou a cabeça até alcançar, com a boca, primeiro um, depois o outro dos meus mamilos pra chupar. Voltei a enfiar a pica e cavalgar. Com as mãos, ele apertava minha bunda e, de repente, enfiou um dedo no meu cu. É mais do que a gente aguentava: ele gritou:
“¡…vou gozar, ….. vou gozar …. Vou gozaaaar …. Vou te engravidaaaaar…” – Eu continuei pulando até sentir o jorro de porra quente dentro e gozei pela segunda vez.
<¡Caralho! Você tem certeza que era meu Martín?>
-Claro, sua burraaa…hahahaha –
-Desabei em cima dele. Nos beijamos, depois ficamos deitados lado a lado, com minha buceta derramando porra e fluidos vaginais no lençol (no dia seguinte tive que levar na lavanderia, tava um desgraça).
-Não demorei pra ficar excitada de novo, queria outra dose, embora a pica dele tivesse mole, frouxa, sem consistência, apagada. Peguei nela e acariciei. Demorou mais do que eu queria, mas senti crescer entre meus dedos. Ele também ainda tava a fim de mim.
<¡Filho da puta! Comigo é uma vez e olhe lá!>
-Tirei os saltos, ele se levantou o suficiente pra me dar mais uma surra de língua e dedos na buceta. Ao Cara, ele me pediu pra virar de costas, passou a mão na minha bunda, deu umas mordidinhas também e começou a brincar com o buraquinho. Me deixou toda excitada. Ele perguntou:
— "Já te comeram pelo cu?"
— Falei que sim. A resposta deve ter completado o tesão dele. Ele subiu em cima de mim e senti a pressão do pau começando a entrar. Uma pequena ardência inicial deu lugar ao prazer. Ele entrava e saía como um adolescente, empurrando, apalpando meus peitos e grunhindo, por cima dos meus gemidos de prazer. Ele, sabendo do meu tesão, acelerou o ritmo da foda e murmurou no meu ouvido:
— "Você é mais puta do que eu imaginava, goza, puta."
— As obscenidades dele me surpreenderam, mas não me ofenderam. Eu tava quente demais e aproveitando. Gozamos os dois aos berros.
Ele se deitou do meu lado, virei, nos beijamos e "nos elogiamos" por um bom tempo. Depois ele foi se lavar e voltou pra cama. Não acreditei: de novo o pau dele duro apontando pro teto.
—
— Não sei, mas tava duro de novo. Ele se levantou, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta molhada e suja, até me fazer gritar. Enfiou dedos no meu cu, não consegui me controlar, tremi de prazer e pedi pra ele me comer. Ele me penetrou e, com cara de safado, disse:
— "Essa é a minha puta!"
— e começou um entra e sai, com um vigor surpreendente pra essa altura da noite e das fodas. Não parou até me dar o enésimo orgasmo e me presentear com outro jato generoso de porra quente, como nenhum outro homem tinha me dado até aquele dia.
— Aí sim, ele pareceu murchar, saciado de prazer, desabou do meu lado, sorriu pra mim e:
— "Você não sabe há quanto tempo eu queria te comer e te dar no cu."
— Mas, sou muito amiga da sua esposa e a esposa de um amigo seu! Retruquei, perplexa.
— "Não prejudicamos nenhum dos dois nem afetamos órgão algum deles. Só os nossos ficaram sacudidos, mas valeu muito a pena, não valeu?"
— Concordei com a cabeça. Do contrário, teria sido mentira-
<¡Bom, que maridinho enrustido e amiga leal que eu tenho!!>
O que veio depois na conversa, entre a Liliana e eu, não tem importância pra essa história. Só acrescento que continuo amiga dela, esposa do Martín e com minhas aventuras carnais.
Aposto que os dois também tão fazendo as deles.
Nos eventos sociais que a gente frequenta, só precisamos tomar cuidado pra não aproximar demais as cabeças “pra não bater os chifres um no outro”.
4 comentários - Minha amiga e meu marido
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