Capítulos anteriores:
Autoexperimentando
Fantasia: troca de papéis com a minha namorada
Recebi ajuda da minha amiga especial.
Trio com casal amigo
Massagem com final mais que feliz
Às ordens da minha amiga trans.
Pó com a minha ex... e a minha mina
Vestido pra minha namorada (transexual)
Viciado em pica de travesti
Quarteto bissexual (ou algo parecido)
(Os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)O calorão da cidade grande já tava começando a preocupar. Tanto que eu e a Sara tínhamos pensado em alugar uma casa na praia pra passar o fim de semana ou algo do tipo. Além disso, a gente merecia umas férias. Seriam também as nossas primeiras férias juntos. Aquilo me deixava muito feliz. Tava completamente apaixonado por ela. Acordar com ela do meu lado animava minhas manhãs, e não tava falando só por causa do sexo.
E a gente tava exatamente no Google, dando uma olhada em algum lugar pra passar o fim de semana, quando meu celular tocou. Pela tela, era a Ana. Atendi.
"Bom dia."
"Oi! Como é que cê tá, safadinho?", ela perguntou.
"Tô muuuuuuito bem. E você, como vai?"
"Tudo certo. Tô sofrendo com esse calor."
"Nem me fala. Na verdade, tava até vendo pra ir pra praia com a Sara esse fds..."
"Ah, espera! Já reservou?"
Respondi que não.
"Então, é que eu e o Fernando temos um chalé com piscina. E tava ligando pra saber se vocês topariam vir esse fds com a gente. É mais sossegado do que uma praia cheia de gente."
A verdade é que aquilo era tentador. Resolvi colocar no viva-voz pra Sara participar também. Combinamos então que nesse fim de semana a gente iria buscar a Ana e o Fernando no meu carro (pra compensar o gasto de ir pra casa deles), na sexta à noite, e teríamos dois dias pra curtir um clima mais fresquinho que o da cidade.
Eu juraria que, mesmo a Sara tendo gostado do plano, tinha alguma coisa que não tava convencendo ela totalmente.
Na sexta à noite, a gente se divertiu pra caramba. Chegamos na área dos chalés, onde ainda tinha muitos pra vender, o que garantia uma tranquilidade maior. Era uma casa relativamente pequena, mas grande o suficiente pras duas duplas: uma sala com cozinha e um banheiro (com banheira) no térreo, e no andar de cima dois quartos de casal e um lavabo pequeno pra não precisar descer em caso de xixi. nocturna.
Passamos a noite inteira bebendo e conversando animadamente. Era uma boa companhia, e a Sara parecia estar se divertindo. Mas mesmo assim, já tinha convivido tempo suficiente com ela pra saber que algo não estava bem.
No dia seguinte, a piscina estava pronta. Subimos pra trocar de roupa e aproveitar a água. E finalmente descobri qual era o problema da Sara.
“O que foi?”, perguntei, já de sunga. Ela olhava com aflição pra um biquíni e uma maiô, como se não conseguisse escolher entre eles.
“Tô com medo de vestir”.
“... Cê tá com medo de vestir uma roupa de banho?”
“Não. Tô com medo de… me olharem estranho. Não vou conseguir disfarçar… cê sabe…”.
Coloquei as mãos nos ombros dela. Não era a primeira vez que ela me falava do medo de ser rejeitada por causa da condição dela. Mas eu disse que não precisava temer isso. Conhecíamos a Ana e o Fernando há muito tempo e eles nunca tinham falado nada sobre o assunto. E se nos convidaram pra ir, sabiam muito bem daquilo, então não precisava se preocupar.
Um pouco mais animada, ela se atreveu a vestir o biquíni. De fato, a calcinha mal conseguia esconder o pau dela, mas não importava. Ela estava linda, maravilhosa. Desejei poder dar uma desculpa depois pra “tirar um cochilo”, como eufemismo pra transar.
Descemos, e de fato, não houve nada de negativo contra a Sara. Pelo contrário, elogiaram a aparência dela, reafirmando como ela estava gostosa assim. Ela sorriu timidamente, e brindamos àquele fim de semana de relaxamento.
O Fernando me desafiou pra dar umas braçadas na piscina dele. Quatro, duas de ida e duas de volta. Corremos, mergulhamos e nos apressamos pra nadar. Ele quase me venceu, mas a possibilidade de perder me estimulava e eu recuperava a vantagem. No final, empatamos e ficamos exaustos pelo esforço. Afastei a franja, que com a água atrapalhava minha visão. Ele se colocou ao meu lado, enquanto nos recuperávamos.
“Poxa… pensei que não ia perder”, ele disse, bufando. “Boa corrida”.
“Lo — Pois é — respondi, me apoiando com os braços na borda da piscina. — Devia fazer mais exercício, mas…
Parei. Jurava que o Fernando estava tirando minha sunga. Era difícil saber com a densidade da água. Mas quando senti as mãos dele massageando minha bunda, não tive dúvida. Ele tinha me deixado pelado e tava acariciando meu períneo. Não acreditei. Mas levei na maior calma.
— Cê tá me apalpando a bunda? — perguntei, me fazendo de sonso.
— Sim — respondeu ele, com a maior cara de pau. — Sabe? Desde o dia do ménage, fico pensando em como curti…
— Ah, é? E qual parte você curtiu mais? Me foder… ou me chupar? — soltei, cheio de malícia. Não ia ser só ele a brincar com aquilo.
— As duas coisas — ele disse, e senti o dedo dele se aproximando perigosamente do meu cu. — Achou que a gente convidou vocês só pra nadar na piscina?
Olhei na hora pra Sara, que tava com a Ana abraçada nela, massageando os peitos dela, e uma das mãos se aproximando devagar da boceta dela. Nossos olhares se cruzaram, como se pedíssemos permissão pra aquilo. Acenamos devagar, e naquele instante, senti a pica do Fernando se abrindo caminho dentro de mim, enquanto via a Ana libertando a Sara do biquíni. Ela começou a chupar ela enquanto Fernando me comia.
— Deixa eu ajudar — sussurrei, e levantei as pernas. Era fácil dentro da água. Assim, podia sentir a ereção dele deslizando mais fundo no meu cu. Gemi de prazer. Meu próprio pau já tava pedindo pra ser estimulado.
— Você vai poder foder a Ana à vontade… — sussurrou Fernando no meu ouvido. — Ela tá tomando pílula… quer gozar com você.
Mas antes disso, ele tinha que terminar o que tava fazendo. Devia estar com muita vontade de me comer, porque acelerou bem o ritmo. Não me importava. Ele tava acertando meu ponto G direitinho. Suspirei de prazer. Como aquilo era gostoso. Senti que O corpo do meu amigo ficou tenso, e eu soube o que estava rolando. Ele estava gozando.
Saí da água antes que o esperma dele começasse a vazar do meu cu. Nós nos aproximamos das minas, bem na hora em que a Sara estava gozando na boquinha da Ana. Que cena mais foda de ver com o pau duro sem poder intervir. Era injusto.
Mas eu não ia ficar insatisfeito. O Fernando ainda me devia um orgasmo. E ele pagou direitinho. Bom, talvez "direitinho" não seja a expressão mais adequada pro fato de ele se ajoelhar na minha frente e começar a chupar minha rola como se a vida dele dependesse disso. A boca dele era quente e a língua brincava com a minha glande. Que delícia. Me perguntei se, assim como eu, a Ana tinha dado umas aulas de como fazer sexo oral pra ele.
Assim como eu, as minas também estavam curtindo. A Ana estava gemendo de prazer, enquanto a Sara fazia sexo oral nela. Ela sabia o jeito de fazer a mina gozar, pelo visto. E isso me agradava, que a gente pudesse curtir entre os quatro. Ia ser um fim de semana foda, sem dúvida. Tentei resistir um pouco, mas sentir os dedos do Fernando deslizando no meu cu detonou minha gozada. Meu esperma jorrou na boca dele, e ele recebeu com um sorriso, enquanto os gemidos da Ana chegavam num volume tão alto que a gente adivinhou que ela estava gozando.
"Bom, não foi ruim como primeiro round", disse o Fernando. "Mas a gente podia se misturar um pouco mais, né?"
A proposta dele estava clara. Ele tava afim de passar um tempo com a Sara. E achei ótimo. Isso me permitiria curtir uns minutos com a Ana, e ver se ela realmente tava tão afim de mim.
Ela me mostrou quando fechou as pernas em volta das minhas costas e me puxou pra perto. Senti o corpo dela bem colado no meu. Parecia um coala. Meu pau começou a crescer quando comecei a esfregar ele na buceta dela. Porra, que vontade de meter. Alcancei o mamilo dela com a mão e apertei de leve. Ela gemeu. Que erótico.
"Não aguento mais vontade… me fode", ela pediu.
Obedeci sem hesitar. Senti o calor dos lábios da buceta dela em volta do meu pau quando enfiei. Não lembrava como era bom. Era maravilhoso. E o movimento sensual da Ana era ainda mais gostoso. Ela se mexia em sincronia perfeita comigo. Com certeza parecia estar com vontade daquilo. Além disso, passava os lábios pelos meus ombros como podia. E eu, que teria feito qualquer coisa pra ter essa oportunidade na adolescência. Nada como se arriscar a experimentar.
Dali dava pra ver o Fernando, que tinha a Sara com as pernas pro ar. Ele tinha se animado a masturbar ela, mas não parava de tentar meter nela. Ela parecia não se importar, claro, adorava brincar em todas as posições, e ele tava se divertindo pra caralho. Dava pra ver na cara dele o quanto gostava de brincar de dominador.
Mas naquele momento eu tava ocupado com a Ana, com quem virei pra ela montar em cima de mim e começar a cavalgar com gosto. Ela parecia completamente solta. Subia e descia rápido. Eu tava quase gozando, mas um gemido dela me avisou que ela já tinha terminado. Pediu pra eu continuar. Que não parasse. E ainda bem, porque eu não aguentava muito mais. Senti que me esvaziava dentro dela. Mas parecia que ela não queria parar, não completamente ainda.
"Por favor… aguenta mais um pouco… vamos aproveitar isso", ela pediu.
E continuamos assim por um tempo, mais relaxados, curtindo a sensação de estarmos juntos, enquanto via a Sara gozar, ao mesmo tempo que o Fernando gozava dentro dela. Um espetáculo digno de se ver.
Queríamos nos animar a experimentar mais coisas. Algo em que todos estivéssemos mais envolvidos com todos. Assim, me vi de quatro pro Fernando, que meteu no meu cu de novo. Que obsessão ele tinha. Na nossa frente, a Ana curtia pela primeira vez a rola da Sara dentro da boceta dela. Ela dava várias enfiadas com gosto, e depois parava pra eu poder revezar uns momentos lambendo a buceta da Ana, e dando uma chupadinha no pau da Sara.
"Esse fim de semana nunca pode acabar", gemeu Ana, perdida no próprio prazer no momento em que, dentro da boceta dela, minha língua e o pau da Sara se encontraram. Nessa hora, Fernando também tava me masturbando, com a intenção de que eu cobrisse a namorada dele com meu gozo quando gozasse. Tava de boa pra mim se ela aceitasse, e não parecia que ia negar nada. Meu orgasmo coincidiu com o da Sara, e a gente deu pra mina uma dose dupla de esperma: na boceta dela e na barriga, e Fernando não demorou pra gozar dentro de mim.
A gente resolveu dar uma pausa pra comer e descansar um pouco. Tava todo mundo bem cansado, porque a gente tinha passado a manhã inteira transando. Então a gente se alimentou com um bom churrasco e entrou em casa antes que o calor derretesse a gente.
Cheguei na cozinha pra pegar um copo d'água, e lá estava ela. Ana, peladinha, me esperando com a raba oferecida. Ela fez sinal com o dedo pra eu ir nela. Parecia injusto deixar os outros de fora, mas era uma imagem pornográfica demais pro meu pau não exigir satisfazer as vontades da minha amiga.
Então corri até ela e, com muita delicadeza, meti por trás. Ela suspirou, e aos poucos fui me movendo, até a gente pegar um ritmo bom e gostoso. Mas nessa hora a gente foi interrompido por uma voz que eu conhecia.
"Opa, opa. Brincando sozinhos? Que maldade, hein."
Sara se aproximou da gente.
"Não para não, meu amor, que não tô brava. Faz ela gozar", disse com um sorriso. "O Fernando foi dormir. Tão se divertindo?"
"Demais. Que bom que vocês aceitaram... o convite..." disse Ana, tentando segurar os gemidos.
"Mas pelo visto, o Fernando tá meio... solto com essa obsessão por bundas."
"É... verdade, ele tá numa fase que quer experimentar... gosta de dominar... e às vezes esquece que... a gente também tem “necessidades também…”
Aí sim eu tive que parar. Não podia acreditar no que estava ouvindo.
“Faz um mês que não tenho um orgasmo. Graças a ele, pelo menos, já que continuo me tocando. Mas mesmo assim… O de hoje me fez muito bem pra relaxar.”
“Pois não se preocupa. Acho que entre nós três vamos conseguir fazer ele entender o que é generosidade no sexo”, comentou a Sara, com um sorriso malicioso.Continua...
Autoexperimentando
Fantasia: troca de papéis com a minha namorada
Recebi ajuda da minha amiga especial.
Trio com casal amigo
Massagem com final mais que feliz
Às ordens da minha amiga trans.
Pó com a minha ex... e a minha mina
Vestido pra minha namorada (transexual)
Viciado em pica de travesti
Quarteto bissexual (ou algo parecido)
(Os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)O calorão da cidade grande já tava começando a preocupar. Tanto que eu e a Sara tínhamos pensado em alugar uma casa na praia pra passar o fim de semana ou algo do tipo. Além disso, a gente merecia umas férias. Seriam também as nossas primeiras férias juntos. Aquilo me deixava muito feliz. Tava completamente apaixonado por ela. Acordar com ela do meu lado animava minhas manhãs, e não tava falando só por causa do sexo.
E a gente tava exatamente no Google, dando uma olhada em algum lugar pra passar o fim de semana, quando meu celular tocou. Pela tela, era a Ana. Atendi.
"Bom dia."
"Oi! Como é que cê tá, safadinho?", ela perguntou.
"Tô muuuuuuito bem. E você, como vai?"
"Tudo certo. Tô sofrendo com esse calor."
"Nem me fala. Na verdade, tava até vendo pra ir pra praia com a Sara esse fds..."
"Ah, espera! Já reservou?"
Respondi que não.
"Então, é que eu e o Fernando temos um chalé com piscina. E tava ligando pra saber se vocês topariam vir esse fds com a gente. É mais sossegado do que uma praia cheia de gente."
A verdade é que aquilo era tentador. Resolvi colocar no viva-voz pra Sara participar também. Combinamos então que nesse fim de semana a gente iria buscar a Ana e o Fernando no meu carro (pra compensar o gasto de ir pra casa deles), na sexta à noite, e teríamos dois dias pra curtir um clima mais fresquinho que o da cidade.
Eu juraria que, mesmo a Sara tendo gostado do plano, tinha alguma coisa que não tava convencendo ela totalmente.
Na sexta à noite, a gente se divertiu pra caramba. Chegamos na área dos chalés, onde ainda tinha muitos pra vender, o que garantia uma tranquilidade maior. Era uma casa relativamente pequena, mas grande o suficiente pras duas duplas: uma sala com cozinha e um banheiro (com banheira) no térreo, e no andar de cima dois quartos de casal e um lavabo pequeno pra não precisar descer em caso de xixi. nocturna.
Passamos a noite inteira bebendo e conversando animadamente. Era uma boa companhia, e a Sara parecia estar se divertindo. Mas mesmo assim, já tinha convivido tempo suficiente com ela pra saber que algo não estava bem.
No dia seguinte, a piscina estava pronta. Subimos pra trocar de roupa e aproveitar a água. E finalmente descobri qual era o problema da Sara.
“O que foi?”, perguntei, já de sunga. Ela olhava com aflição pra um biquíni e uma maiô, como se não conseguisse escolher entre eles.
“Tô com medo de vestir”.
“... Cê tá com medo de vestir uma roupa de banho?”
“Não. Tô com medo de… me olharem estranho. Não vou conseguir disfarçar… cê sabe…”.
Coloquei as mãos nos ombros dela. Não era a primeira vez que ela me falava do medo de ser rejeitada por causa da condição dela. Mas eu disse que não precisava temer isso. Conhecíamos a Ana e o Fernando há muito tempo e eles nunca tinham falado nada sobre o assunto. E se nos convidaram pra ir, sabiam muito bem daquilo, então não precisava se preocupar.
Um pouco mais animada, ela se atreveu a vestir o biquíni. De fato, a calcinha mal conseguia esconder o pau dela, mas não importava. Ela estava linda, maravilhosa. Desejei poder dar uma desculpa depois pra “tirar um cochilo”, como eufemismo pra transar.
Descemos, e de fato, não houve nada de negativo contra a Sara. Pelo contrário, elogiaram a aparência dela, reafirmando como ela estava gostosa assim. Ela sorriu timidamente, e brindamos àquele fim de semana de relaxamento.
O Fernando me desafiou pra dar umas braçadas na piscina dele. Quatro, duas de ida e duas de volta. Corremos, mergulhamos e nos apressamos pra nadar. Ele quase me venceu, mas a possibilidade de perder me estimulava e eu recuperava a vantagem. No final, empatamos e ficamos exaustos pelo esforço. Afastei a franja, que com a água atrapalhava minha visão. Ele se colocou ao meu lado, enquanto nos recuperávamos.
“Poxa… pensei que não ia perder”, ele disse, bufando. “Boa corrida”.
“Lo — Pois é — respondi, me apoiando com os braços na borda da piscina. — Devia fazer mais exercício, mas…
Parei. Jurava que o Fernando estava tirando minha sunga. Era difícil saber com a densidade da água. Mas quando senti as mãos dele massageando minha bunda, não tive dúvida. Ele tinha me deixado pelado e tava acariciando meu períneo. Não acreditei. Mas levei na maior calma.
— Cê tá me apalpando a bunda? — perguntei, me fazendo de sonso.
— Sim — respondeu ele, com a maior cara de pau. — Sabe? Desde o dia do ménage, fico pensando em como curti…
— Ah, é? E qual parte você curtiu mais? Me foder… ou me chupar? — soltei, cheio de malícia. Não ia ser só ele a brincar com aquilo.
— As duas coisas — ele disse, e senti o dedo dele se aproximando perigosamente do meu cu. — Achou que a gente convidou vocês só pra nadar na piscina?
Olhei na hora pra Sara, que tava com a Ana abraçada nela, massageando os peitos dela, e uma das mãos se aproximando devagar da boceta dela. Nossos olhares se cruzaram, como se pedíssemos permissão pra aquilo. Acenamos devagar, e naquele instante, senti a pica do Fernando se abrindo caminho dentro de mim, enquanto via a Ana libertando a Sara do biquíni. Ela começou a chupar ela enquanto Fernando me comia.
— Deixa eu ajudar — sussurrei, e levantei as pernas. Era fácil dentro da água. Assim, podia sentir a ereção dele deslizando mais fundo no meu cu. Gemi de prazer. Meu próprio pau já tava pedindo pra ser estimulado.
— Você vai poder foder a Ana à vontade… — sussurrou Fernando no meu ouvido. — Ela tá tomando pílula… quer gozar com você.
Mas antes disso, ele tinha que terminar o que tava fazendo. Devia estar com muita vontade de me comer, porque acelerou bem o ritmo. Não me importava. Ele tava acertando meu ponto G direitinho. Suspirei de prazer. Como aquilo era gostoso. Senti que O corpo do meu amigo ficou tenso, e eu soube o que estava rolando. Ele estava gozando.
Saí da água antes que o esperma dele começasse a vazar do meu cu. Nós nos aproximamos das minas, bem na hora em que a Sara estava gozando na boquinha da Ana. Que cena mais foda de ver com o pau duro sem poder intervir. Era injusto.
Mas eu não ia ficar insatisfeito. O Fernando ainda me devia um orgasmo. E ele pagou direitinho. Bom, talvez "direitinho" não seja a expressão mais adequada pro fato de ele se ajoelhar na minha frente e começar a chupar minha rola como se a vida dele dependesse disso. A boca dele era quente e a língua brincava com a minha glande. Que delícia. Me perguntei se, assim como eu, a Ana tinha dado umas aulas de como fazer sexo oral pra ele.
Assim como eu, as minas também estavam curtindo. A Ana estava gemendo de prazer, enquanto a Sara fazia sexo oral nela. Ela sabia o jeito de fazer a mina gozar, pelo visto. E isso me agradava, que a gente pudesse curtir entre os quatro. Ia ser um fim de semana foda, sem dúvida. Tentei resistir um pouco, mas sentir os dedos do Fernando deslizando no meu cu detonou minha gozada. Meu esperma jorrou na boca dele, e ele recebeu com um sorriso, enquanto os gemidos da Ana chegavam num volume tão alto que a gente adivinhou que ela estava gozando.
"Bom, não foi ruim como primeiro round", disse o Fernando. "Mas a gente podia se misturar um pouco mais, né?"
A proposta dele estava clara. Ele tava afim de passar um tempo com a Sara. E achei ótimo. Isso me permitiria curtir uns minutos com a Ana, e ver se ela realmente tava tão afim de mim.
Ela me mostrou quando fechou as pernas em volta das minhas costas e me puxou pra perto. Senti o corpo dela bem colado no meu. Parecia um coala. Meu pau começou a crescer quando comecei a esfregar ele na buceta dela. Porra, que vontade de meter. Alcancei o mamilo dela com a mão e apertei de leve. Ela gemeu. Que erótico.
"Não aguento mais vontade… me fode", ela pediu.
Obedeci sem hesitar. Senti o calor dos lábios da buceta dela em volta do meu pau quando enfiei. Não lembrava como era bom. Era maravilhoso. E o movimento sensual da Ana era ainda mais gostoso. Ela se mexia em sincronia perfeita comigo. Com certeza parecia estar com vontade daquilo. Além disso, passava os lábios pelos meus ombros como podia. E eu, que teria feito qualquer coisa pra ter essa oportunidade na adolescência. Nada como se arriscar a experimentar.
Dali dava pra ver o Fernando, que tinha a Sara com as pernas pro ar. Ele tinha se animado a masturbar ela, mas não parava de tentar meter nela. Ela parecia não se importar, claro, adorava brincar em todas as posições, e ele tava se divertindo pra caralho. Dava pra ver na cara dele o quanto gostava de brincar de dominador.
Mas naquele momento eu tava ocupado com a Ana, com quem virei pra ela montar em cima de mim e começar a cavalgar com gosto. Ela parecia completamente solta. Subia e descia rápido. Eu tava quase gozando, mas um gemido dela me avisou que ela já tinha terminado. Pediu pra eu continuar. Que não parasse. E ainda bem, porque eu não aguentava muito mais. Senti que me esvaziava dentro dela. Mas parecia que ela não queria parar, não completamente ainda.
"Por favor… aguenta mais um pouco… vamos aproveitar isso", ela pediu.
E continuamos assim por um tempo, mais relaxados, curtindo a sensação de estarmos juntos, enquanto via a Sara gozar, ao mesmo tempo que o Fernando gozava dentro dela. Um espetáculo digno de se ver.
Queríamos nos animar a experimentar mais coisas. Algo em que todos estivéssemos mais envolvidos com todos. Assim, me vi de quatro pro Fernando, que meteu no meu cu de novo. Que obsessão ele tinha. Na nossa frente, a Ana curtia pela primeira vez a rola da Sara dentro da boceta dela. Ela dava várias enfiadas com gosto, e depois parava pra eu poder revezar uns momentos lambendo a buceta da Ana, e dando uma chupadinha no pau da Sara.
"Esse fim de semana nunca pode acabar", gemeu Ana, perdida no próprio prazer no momento em que, dentro da boceta dela, minha língua e o pau da Sara se encontraram. Nessa hora, Fernando também tava me masturbando, com a intenção de que eu cobrisse a namorada dele com meu gozo quando gozasse. Tava de boa pra mim se ela aceitasse, e não parecia que ia negar nada. Meu orgasmo coincidiu com o da Sara, e a gente deu pra mina uma dose dupla de esperma: na boceta dela e na barriga, e Fernando não demorou pra gozar dentro de mim.
A gente resolveu dar uma pausa pra comer e descansar um pouco. Tava todo mundo bem cansado, porque a gente tinha passado a manhã inteira transando. Então a gente se alimentou com um bom churrasco e entrou em casa antes que o calor derretesse a gente.
Cheguei na cozinha pra pegar um copo d'água, e lá estava ela. Ana, peladinha, me esperando com a raba oferecida. Ela fez sinal com o dedo pra eu ir nela. Parecia injusto deixar os outros de fora, mas era uma imagem pornográfica demais pro meu pau não exigir satisfazer as vontades da minha amiga.
Então corri até ela e, com muita delicadeza, meti por trás. Ela suspirou, e aos poucos fui me movendo, até a gente pegar um ritmo bom e gostoso. Mas nessa hora a gente foi interrompido por uma voz que eu conhecia.
"Opa, opa. Brincando sozinhos? Que maldade, hein."
Sara se aproximou da gente.
"Não para não, meu amor, que não tô brava. Faz ela gozar", disse com um sorriso. "O Fernando foi dormir. Tão se divertindo?"
"Demais. Que bom que vocês aceitaram... o convite..." disse Ana, tentando segurar os gemidos.
"Mas pelo visto, o Fernando tá meio... solto com essa obsessão por bundas."
"É... verdade, ele tá numa fase que quer experimentar... gosta de dominar... e às vezes esquece que... a gente também tem “necessidades também…”
Aí sim eu tive que parar. Não podia acreditar no que estava ouvindo.
“Faz um mês que não tenho um orgasmo. Graças a ele, pelo menos, já que continuo me tocando. Mas mesmo assim… O de hoje me fez muito bem pra relaxar.”
“Pois não se preocupa. Acho que entre nós três vamos conseguir fazer ele entender o que é generosidade no sexo”, comentou a Sara, com um sorriso malicioso.Continua...
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