Meu primo Juan Carlos estudava design gráfico e tava fazendo uns estágios de fotografia. Ele me pediu ajuda pra carregar uns equipamentos e acompanhar ele nos trabalhos em diferentes partes da cidade. Em troca, ele me ensinava as vantagens das câmeras e às vezes me deixava tirar uma foto ou outra. Era bem divertido, além disso, Juan Carlos e eu temos uma boa amizade, por isso passávamos horas conversando e nos divertindo enquanto as câmeras trabalhavam.
Acontece que numa ocasião em que Juan Carlos tinha que ir pra universidade, liguei pra ele na noite anterior e pedi pra me emprestar uma câmera. No começo, ele tava bem relutante em aceitar, eram equipamentos muito caros e eu já tinha mostrado ao longo dos anos que não era muito cuidadoso. Eu precisava da câmera porque tinha conseguido que minha namorada topasse tirar umas fotos eróticas. Tive que contar pra ele, e aí, com um tom cúmplice, ele disse: "Pô, era só ter falado antes, o que é meu é seu."
Combinamos que ele deixaria as chaves da casa dele na portaria do condomínio pra eu entrar e pegar o que quisesse. Nós dois supúnhamos que não ia ter ninguém lá. Juan Carlos mora com os pais e a irmã Lina (com quem já transei e que foi protagonista de uns contos já publicados neste mesmo site). A mãe dele (minha tia) se chama Consuelo. Quando vejo fotos dela de antigamente, acho ela muito gostosa. Hoje em dia, ela não é uma mulher feia, só não tem os atributos que, segundo nossa sociedade errada, são necessários pra ser "bonita".
Minha tia Consuelo tem uns 43 anos, é magra, tem cabelo preto, curto até os ombros, e usa óculos. O que mais gosto nela é que todo o comportamento dela é de uma mulher de classe alta, daquelas reservadas e santinhas, que têm maridos bons com empregos bons e filhos exemplares. Mas logo eu ia perceber que tava bem enganado.
Na manhã seguinte, acordei cedo. tava era excitadíssimo porque sabia que ia ser uma tarde inteira de maratona entre as pernas da minha namorada depois de uma sessão de fotos eróticas imprevisível. Tomei um banho e comi um café, liguei pra minha namorada pra garantir que ela não ia desistir e fui pra casa do meu primo. Na portaria, o porteiro que já me conhecia jogou as chaves pra mim e me deixou entrar. Com liberdade, abri a porta da casa, mas fechei com cuidado e, sem fazer barulho, atravessei a sala pra chegar nas escadas. Não sei por que fiz assim, já que não devia ter ninguém lá, mas aquele lugar me inspirava respeito e cuidado. Já tinha subido uns quatro degraus quando chegaram aos meus ouvidos uns sons finos que reconheci na hora como gemidos, resultado de algum ato sexual. Pensei que a puta da minha prima tava fodendo com alguém, mas era quarta-feira e ela com certeza tava na escola, então descartei. Continuei andando e cheguei no segundo andar, com cuidado atravessei o corredor que leva aos quartos. A porta do quarto da Lina tava fechada e os sons vinham do quarto da minha tia. Agora dava pra ouvir mais claro e forte, dava pra distinguir palavras e os gemidos indicavam uma ocasião frenética. O quarto do Juan Carlos ficava do lado do da minha tia Consuelo e de lá dava pra ver claramente tudo que rolava naquele quarto. Primeiro, espiei pela moldura da porta e quase caí pra trás quando encontrei minha tia com três caras na cama. Um tava metendo na buceta dela e os outros dois estavam de pé na frente dela, apontando o pau pra cara da "dama". Ela segurava um pau com uma mão enquanto engolia o segundo até a base. Ela gemia desesperada, aplaudindo as estocadas do cara entre as pernas dela, que eu conhecia e era amigo do marido dela. O cabelo dela se bagunçava e, de repente, um dos que tava recebendo boquete gozou na cara dela e nos peitos dela. Minha tia Consuelo engoliu tudo que conseguiu. Eu aproveitei aquele momento de euforia pra cruzar pro quarto do meu primo e pegar uma posição melhor. Por sorte, não me viram. Não acreditava no que tava vendo, tava excitadíssimo e não aguentei: tirei ela pra fora e me masturbei vendo eles trepando. Gozei em poucos minutos, mas eles não tinham a menor intenção de parar. Quando me acalmei um pouco, lembrei que tava ali atrás de uma câmera fotográfica, pensei que podia tirar umas fotos que iam me ser muito úteis, já que agora me sentia imensamente atraído pela minha tia Consuelo. Graças ao que o Juan Carlos tinha me ensinado, consegui fotografar com maestria os quatro em ação, minha tia se esfregando de prazer e os três homens se revezando no corpo dela, boca, cu e buceta. Parecia que essas festinhas eram frequentes, porque até um deles pegou um vibrador pra usar nela. No final, umas duas horas depois, tudo era um mar de fluidos onde eles se arrastavam, os lençóis encharcados precisavam ser trocados, mas antes todos resolveram tomar um banho juntos, ocasião que aproveitei pra escapar com a câmera e os rolos. Guardei no meu quarto quase trancado e fui encontrar minha namorada, tiramos as fotos, transamos, ela gostou e topou fazer de novo, mas isso é outra história. Passaram umas duas semanas em que as imagens nítidas daquela orgia ficavam frescas na minha mente, o problema é que, por razões óbvias, não podia revelar as fotos com o Juan Carlos junto comigo, então, com a desculpa de que as fotos que tinha tirado com minha namorada eram muito confidenciais, consegui que ele me ensinasse a fazer e, com a ajuda dele, me emprestaram o quarto escuro por umas horas só pra mim. Foi magnífico ver cada imagem aparecendo no papel, pendurava cada uma nos ganchinhos e na corda, no final tinha umas vinte fotos muito comprometedoras da minha tia e outras tantas da minha namorada e eu, que reclamou que eram poucas e queria ver mais, mas eu tive mais focado em revelar as da veterana e ainda assim faltaram muitas de ambas. Com um tesouro desses nas minhas mãos, curti várias noites de punhetas suculentas com as imagens deliciosas, o corpo magro da minha tia em posições diferentes, totalmente entregue pra aqueles caras, transbordando de prazer com os olhos fechados e a boca aberta até não poder mais, igual as pernas dela. Queria planejar tudo direitinho pra não cometer nenhum erro, mas a convicção firme era que minha tia Consuelo seria minha a qualquer preço, uma chantagem era o mais fácil e seguro, então botei meu plano em ação. Naquele dia fui almoçar na casa do meu primo, depois a gente ia sair pra fazer a última sessão de fotos pra finalizar o trabalho, minha tia sentou com a gente na mesa. Quando a gente tava saindo, Juan Carlos foi ligar o carro e eu me atrasei de propósito pra ficar a sós com minha tia, que tava se maquiando no toucador. — Tia, a gente já vai — falei. — Tá bom, vão com Deus, precisa de alguma coisa? — Preciso que você veja isso... — Tirei as fotos e joguei elas em cima do toucador, os olhos dela se arregalaram de susto e ela empalideceu, fazendo toda a maquiagem ficar inútil. Pelos óculos, escorreram duas lagriminhas que ela enxugou com as mãos e se virou pra mim. — ¡¡¡DE ONDE VOCÊ TIROU ISSO?!!! — Naquele dia que você tava com seus três amigos — Mas... como é que você tirou fotos?, ¡¡¡pra quê?!!! — Por tesão, tia, só isso. Mas agora que vi como você é de verdade, você tem que fazer comigo o que faz com seus amigos — ¡¡¡O quê?!!!, você é louco — Se não fizer, essas fotos vão parar nas mãos dos seus filhos, do seu marido, acho que ele não vai gostar muito de ver o amigo dele te comendo — Não, você não pode fazer isso comigo — ela pegou as fotos e rasgou todas. — Por favor, tia, tenho muitas outras, muito mais gostosas que essas — ¡¡¡Vou falar com seu pai!!! — Como quiser, te espero às 6:00 da tarde no shopping perto da minha casa, perto das salas de cinema, se não aparecer, você já sabe o que vai rolar Te passo... A tarde inteira a impaciência reinou nos meus minutos, dessa vez o trabalho foi mais pesado e a gente demorou muito mais tempo, e eu não tirava da cabeça a minha tia Consuelo, sonhava com as pernas finas dela enlaçando minha cintura enquanto meu pau se enfiava fundo nela. Tava tão excitado que ficou bem na cara, e meu primo me perguntou se eu tava lembrando da sessão de fotos com minha namorada, eu só falei que sim. 5:30 da tarde, tempo certo pra chegar no shopping, me despedi do Juan Carlos e peguei um ônibus. Quando cheguei, lá estava minha tia, sentada de pernas cruzadas e costas retas, feito mocinha, com um lenço enrolado no pescoço, vestida toda de azul escuro com calça e jaqueta, e claro, os óculos dela que faziam ela parecer tão falsamente discreta. Cheguei na mesa e sentei na frente dela. -Oi- sorri. -Que oi o caralho, o que você quer?- -Já te falei hoje à tarde na sua casa, quero transar com você- -Isso não pode!, eu sou sua tia, você quer dinheiro?, quanto?, qualquer coisa pra você me entregar essas fotos completas- -Não, não quero dinheiro, quero te comer, uma vez e outra até eu cansar, quero que você seja minha escrava sexual- -Você é doente, não vou fazer nada disso- -Tia, hoje você e eu vamos foder ou amanhã as fotos tão na mão da sua família, você decide- Um silêncio longo aconteceu e na cara de raiva dela eu vi resignação, ela era uma mulher bem de vida, vivia de luxo com o que o marido ganhava, além de ser alguém respeitada no círculo social dela, que outra saída tinha. -Tá bom, mas só hoje e acabou- falou. -Esquece, já falei "escrava sexual", combinado?- -......o que eu tenho que fazer?...- -Vamos pegar seu carro- Caminhamos até o estacionamento subterrâneo, deixei ela ir um pouco na frente e enfiei minha mão entre as nádegas e a buceta dela, inspecionando por cima tudo que agora era meu, primeiro ela se irritou um pouco e se mexeu bruscamente olhando pra todo lado. Olhando pros lados pra ver se alguém tava olhando, eu insisti nas minhas apalpadelas e ela teve que entender qual era o papel dela no meu jogo. Quando a gente passava por um lugar mais vazio, peguei ela pela cintura e encostei ela de costas numa coluna, me agarrei no corpo dela e juntei meus lábios com os dela. Minhas mãos safadas procuraram qualquer abertura na roupa dela pra tocar nas partes, mas a roupa justa me obrigou a desatar nós e botões. Enfiei uma mão na calça dela e com meus dedos mexi a calcinha fio dental e senti pela primeira vez os lábios macios da buceta dela roçando na minha pele. Também procurei por baixo da blusa e por cima do sutiã acariciei os peitos dela. Minha tia tentava me afastar, sem muita força, mas com um grito eu parei com a tentativa dela de se soltar e lembrei ela qual era o trato. — Mas vamos pra um lugar mais privado, podem nos ver — ela disse. — E daí? Eu não tô nem aí — respondi. — Mas eu tô, me faz esse favor só dessa vez, tá? — Tá bom, mas me dá as chaves que eu dirijo — falei. — Por quê? Sentei no volante e liguei o carro, saímos do lugar e liguei o rádio colocando uma música. Depois olhei pra ela e apontei com a cara pro meu pau, desabotoei a calça e o bicho saiu meia bomba e pra cima. Mais uma vez a resignação apareceu no rosto dela e, por trás do brilho dos óculos, os olhos dela se fixaram no meu pedaço pra se inclinar sobre ele e engolir de uma vez. Ela me chupou gostoso pra caralho, sabia usar a língua pra me dar prazer, brincava com os dedos e os lábios no meu instrumento, em círculos e de cima pra baixo, lambendo a pontinha e as bolas. Eu achei que ela ia ser bem apática, mas pelo contrário, parecia que ela se esforçava pra me satisfazer. Quase bati o carro umas duas vezes por não prestar atenção na frente no meio do êxtase que era tudo aquilo. Comecei a tremer e ela se afastou segurando meu pau entre as mãos e me fazendo uma punheta. — Engole tudo — falei. — Como? — Que você engula. Aí ela suspirou e se inclinou de novo pra receber as porradas de porra que eu gozei, senti que não ia acabar nunca, aí ela se levantou e eu vi umas gotas no rosto dela, uma escorrendo pelo canto dos lábios, outras na bochecha e mais uma numa das lentes dos óculos. Ela se limpou com um lenço que tirou da bolsa e se recostou na cadeira, em silêncio. Eu tava louco pra caralho, era a primeira vez que rolava algo assim comigo, minha prima Lina era bem puta e me satisfazia em várias coisas, minha namorada tentava ficar mais quente pra mim, mas o jeito dela no sexo era mais lento e travado. Eu tava no controle total da situação, minha tia Consuelo faria qualquer coisa com medo de perder a vida que tinha, tantas ideias excitantes passavam pela minha cabeça que eu nem sabia pra onde tava indo. — Ei, mas você não precisa ficar calada, pode falar — eu disse. — E quer que eu te diga o quê? Que você é um filho da puta, desgraçado e sem noção, não acredito que isso tá acontecendo comigo, pelo menos pode me dizer pra onde a gente vai? — Bom, pra falar a verdade, eu também não sei, tô pensando que a gente pode ir pra um motel pra foder um pouco — — ¡¡¡Pra um motel?!!! Eu não vou pra essas porcarias de lugar — — ¡¡¡Verdade!!!, tô esquecendo que você prefere meter homem e fazer na sua própria casa, na cama do seu marido e perto dos quartos dos seus filhos — Essa foi a gota d'água na conversa até a gente chegar num motel que eu conhecia, porque quando não dava pra transar com minha namorada na casa dela, a gente frequentava aquele lugar, não era uma "porcaria" nem nada, era um lugar bom, com quartos bons, e eu deixei isso claro pra minha tia, embora a opinião dela não valesse muito. Do bolso dela, pagamos três horas de serviço, entramos e estacionamos o carro, pegamos um quarto no terceiro andar e tivemos que passar por vários cômodos de onde saíam gemidos profundos de prazer, além de uns casais que olhavam pra gente estranhando pela diferença de idade entre nós e tal. No nosso quarto tinha uma cama em formato de coração, o que achei engraçado, já que em nenhum outro quarto onde estive vi algo parecido. Na hora me deitei de costas nela, tirei a calça, olhei pra minha tia parada atrás da porta examinando o lugar com os olhos e comecei a me masturbar. Ela tirou o lenço e, sem perder mais tempo, se ajoelhou entre minhas pernas e me chupou de novo. Devagar, enquanto a saliva dela ia cobrindo meu pau, fui tirando a roupa dela: primeiro caiu o casaco, depois a blusa. Decidi deixar pra revelar os peitos dela quando os tivesse na minha frente, e não de costas como naquele momento. Antes que eu gozasse de novo, pedi pra ela ficar de pé. Ela tirou os óculos, mas pedi pra colocá-los de volta — eram uma parte especial do visual dela e um grande estímulo pra mim. Tirei a calça dela, e ela ficou de sutiã e calcinha, com aquele olhar penetrante e o cabelo meio bagunçado nos ombros, a pele branca, mais branca do que eu imaginava, e no corpo dela os anos de experiência. — Tira a roupa — falei. Ela torceu os braços pra trás, tirou o sutiã, que caiu sem volta, e apareceram dois peitos pontudos, um pouco maiores do que pareciam nas fotos. Então, de uma só vez, puxou a calcinha pra baixo e mostrou a buceta depilada pros amantes dela. Fiquei muito excitado, queria dar mais um prelúdio pra ocasião antes de penetrar ela. — Tia, deita na cama, perto da cabeceira. E se masturba. — Nossa, como você é safado, quem diria, tão certinho que você parecia ser. — Não fala muito, que a puta aqui não sou eu. Ela se deitou na cama e começou a se acariciar. Que visão magnífica: as mãos dela acariciavam os seios e massageavam a monte de vênus, percorriam a pele pela cintura e se aprofundavam nos lábios dela. Mais uma vez, parecia totalmente entregue, até uns gemidinhos escapavam no que deveria ser uma tarefa desagradável. ela. Enquanto isso, eu me masturbava ajoelhado na cama a poucos centímetros do corpo dela, pedi que ela tocasse o próprio ânus e que afastasse as nádegas o suficiente pra me deixar ver com clareza. Ela se virou de lado e enfiou um dedo tão fundo que soltou um grito. Eu não aguentei mais e explodi, jorrando meu líquido entre a bunda e os quadris dela. Peguei uma das mãos dela e ajudei a espalhar todo o meu esperma pela pele dela. Ainda tínhamos duas horas e meia pra curtir, então coloquei um filme pornô e pedi que ela assistisse enquanto eu tentava puxar conversa. O papo não foi lá essas coisas, mas o filme, depois de um tempo, fez minha vontade despertar de novo. Minha tia percebeu que meu pau voltava ao tamanho normal e se deitou de barriga pra cima, pronta pro que viesse. — Beleza, tia, agora vem a parte boa — falei. Abri as pernas dela e levantei, apontei minha vara e a cabeça se encaixou nos lábios da buceta dela. Com um único empurrão, entrei de uma vez, e mesmo ela tentando evitar, o corpo respondeu e gemeu. Comecei a bombar, aumentando a velocidade, fazendo minhas bolas baterem contra a virilha dela. Eu me afastava e entrava de novo com uma porrada brutal, que a cada vez ela resistia menos. O ritmo chegou a um ponto frenético, e os gemidos dos dois saíram como se fossem propelidos, gritos e gemidos potentes estourando contra as paredes enquanto a carne macia dela abraçava a talhadinha sem parar da minha fera. Enfiei a cabeça entre os peitos pontudos dela e mordi aqueles mamilos castanhos, duros como pedra. Trocamos de posição e sentei ela em cima de mim. Os movimentos rígidos dela, tentando mostrar um desprezo que não existia, sumiram por causa da força irresistível das sensações dela. Então ela começou a pular no meu colo, afundando meu pau e amassando minhas bolas a cada sentada. Ela se esfregava exatamente como fazia com os três amantes dela naquele dia, com os olhos fechados escondidos atrás dos óculos e a boca soltando ares de tentação insaciável. A A pele branca dela ficou vermelha, igualzinho como ficam as bochechas da filha dela quando eu como ela, o suor deixava o contato dos corpos meio encharcado e ficava ainda melhor. Com as mãos, agarrei os peitos dela e fui manejando pra todos os lados que nem um bêbado descontrolado, apertando e acariciando, talvez até machucando um pouco, mas ela nunca reclamava. Então, eu tinha minha tia Consuelo, uma senhora de 43 anos da alta sociedade que era infiel ao marido com o melhor amigo dele e mais dois anônimos na própria casa dela, pulando em cima de mim possuída pelo prazer. O que mais eu podia querer? De repente, ela gritou e as unhas dela se cravaram na minha barriga, levantou a cara pro teto esticando o pescoço e parou todo movimento, teve um orgasmo e os fluidos dela escorreram em mim. Depois, se jogou extasiada no meu peito, respirando ofegante. — Fica de quatro, tia, que eu quero meter por trás — falei. Ela obedeceu e ficou de quatro, empinando a bunda, eu me posicionei atrás dela e primeiro massageei as nádegas vermelhas dela, passei a língua por cima e depois lambi o cu dela. Caprichei pra cuspir tudo e fazer ela dilatar, tentei enfiar um dedo e o buraquinho dela tinha o tamanho perfeito pra receber meu pau sem muita cerimônia. Pedi pra ela abaixar mais a bunda pra entrar na medida certa, as nádegas dela abriram caminho e minha cabeça encostou no buraco dela, a ponta da minha rola deslizava ávida pelo vale anal da minha tia, já completamente molhado. Dei um empurrão pra ver a resistência do túnel traseiro da mulher, e vendo que não era muita, ataquei de uma vez pra enfiar tudo de uma tacada. Ela deu um pulo quando sentiu aquilo entrando tão rápido. — Vai devagar, gostoso!!! — disse ela. Recuei e acertei outra estocada igual à primeira, seguida de mais um xingamento da puta da minha tia, que se resignou de novo ao ver que meus empurrões não paravam. Depois de um tempo, consegui pegar o mesmo ritmo que tinha na buceta dela. palavra: buceta. Há alguns momentos, a bunda apertada dela tava uma delícia, prendendo meu pau. Eu dava tapas na raba dela e, mais uma vez, ela se rendeu às sensações. Começou a rebolgar no sentido contrário ao meu movimento e a gente encaixou perfeito. Ela continuava se soltando e botando tudo no ato. Meti fundo no cu dela, mais forte do que qualquer outra coisa, até gozar dentro da bunda dela. Senti minha alma saindo e gemi enquanto meu corpo expelia até a última gota. Aí ela deitou do meu lado... — Já dá pra ir embora? Era isso que você queria, né? — disse. — Tia, pagamos três horas e ainda não completamos nosso tempo. Temos muito tempo pela frente pra continuar trepando. Cê tá entediada? — A gente ficou lá transando até o tempo acabar. "De má vontade", minha tia mostrou tudo que uma mulher experiente pode fazer. Ela me virou do avesso como quis, como se eu fosse a vítima da chantagem, mas sempre negou qualquer tesão no que rolava, mesmo eu percebendo o contrário. Na volta pra casa, ela dirigiu e eu fiquei beijando ela inteira o caminho todo. Quase tirei a roupa dela no carro pra pegar nos peitos e usei a palavra: buceta. Várias pessoas até viram a gente dos carros delas quando parávamos em algum semáforo. Eram só 10:30 da noite e ainda tinha muito trânsito. Primeiro ela me deixou em casa. — Então, quando você vai me dar as fotos? — perguntou. — Quando eu quiser. — E o que rolou hoje, então? — O que rolou hoje é só o começo de muitas outras coisas que vão rolar. Já te falei que você é minha escrava sexual. Vai fazer tudo que eu quiser. — E quando acabar, quando você vai me dar as fotos? — Não sei. Quando eu me cansar de você. Até lá, tem que estar preparada pra tudo, a qualquer hora do dia. — Você é um filho da puta. — E você é minha puta. Te vejo, tia. Dorme bem. — Desci do carro e entrei em casa muito mais feliz do que de costume, pra planejar um monte de coisas que ia obrigar minha tia Consuelo a fazer.
Acontece que numa ocasião em que Juan Carlos tinha que ir pra universidade, liguei pra ele na noite anterior e pedi pra me emprestar uma câmera. No começo, ele tava bem relutante em aceitar, eram equipamentos muito caros e eu já tinha mostrado ao longo dos anos que não era muito cuidadoso. Eu precisava da câmera porque tinha conseguido que minha namorada topasse tirar umas fotos eróticas. Tive que contar pra ele, e aí, com um tom cúmplice, ele disse: "Pô, era só ter falado antes, o que é meu é seu."
Combinamos que ele deixaria as chaves da casa dele na portaria do condomínio pra eu entrar e pegar o que quisesse. Nós dois supúnhamos que não ia ter ninguém lá. Juan Carlos mora com os pais e a irmã Lina (com quem já transei e que foi protagonista de uns contos já publicados neste mesmo site). A mãe dele (minha tia) se chama Consuelo. Quando vejo fotos dela de antigamente, acho ela muito gostosa. Hoje em dia, ela não é uma mulher feia, só não tem os atributos que, segundo nossa sociedade errada, são necessários pra ser "bonita".
Minha tia Consuelo tem uns 43 anos, é magra, tem cabelo preto, curto até os ombros, e usa óculos. O que mais gosto nela é que todo o comportamento dela é de uma mulher de classe alta, daquelas reservadas e santinhas, que têm maridos bons com empregos bons e filhos exemplares. Mas logo eu ia perceber que tava bem enganado.
Na manhã seguinte, acordei cedo. tava era excitadíssimo porque sabia que ia ser uma tarde inteira de maratona entre as pernas da minha namorada depois de uma sessão de fotos eróticas imprevisível. Tomei um banho e comi um café, liguei pra minha namorada pra garantir que ela não ia desistir e fui pra casa do meu primo. Na portaria, o porteiro que já me conhecia jogou as chaves pra mim e me deixou entrar. Com liberdade, abri a porta da casa, mas fechei com cuidado e, sem fazer barulho, atravessei a sala pra chegar nas escadas. Não sei por que fiz assim, já que não devia ter ninguém lá, mas aquele lugar me inspirava respeito e cuidado. Já tinha subido uns quatro degraus quando chegaram aos meus ouvidos uns sons finos que reconheci na hora como gemidos, resultado de algum ato sexual. Pensei que a puta da minha prima tava fodendo com alguém, mas era quarta-feira e ela com certeza tava na escola, então descartei. Continuei andando e cheguei no segundo andar, com cuidado atravessei o corredor que leva aos quartos. A porta do quarto da Lina tava fechada e os sons vinham do quarto da minha tia. Agora dava pra ouvir mais claro e forte, dava pra distinguir palavras e os gemidos indicavam uma ocasião frenética. O quarto do Juan Carlos ficava do lado do da minha tia Consuelo e de lá dava pra ver claramente tudo que rolava naquele quarto. Primeiro, espiei pela moldura da porta e quase caí pra trás quando encontrei minha tia com três caras na cama. Um tava metendo na buceta dela e os outros dois estavam de pé na frente dela, apontando o pau pra cara da "dama". Ela segurava um pau com uma mão enquanto engolia o segundo até a base. Ela gemia desesperada, aplaudindo as estocadas do cara entre as pernas dela, que eu conhecia e era amigo do marido dela. O cabelo dela se bagunçava e, de repente, um dos que tava recebendo boquete gozou na cara dela e nos peitos dela. Minha tia Consuelo engoliu tudo que conseguiu. Eu aproveitei aquele momento de euforia pra cruzar pro quarto do meu primo e pegar uma posição melhor. Por sorte, não me viram. Não acreditava no que tava vendo, tava excitadíssimo e não aguentei: tirei ela pra fora e me masturbei vendo eles trepando. Gozei em poucos minutos, mas eles não tinham a menor intenção de parar. Quando me acalmei um pouco, lembrei que tava ali atrás de uma câmera fotográfica, pensei que podia tirar umas fotos que iam me ser muito úteis, já que agora me sentia imensamente atraído pela minha tia Consuelo. Graças ao que o Juan Carlos tinha me ensinado, consegui fotografar com maestria os quatro em ação, minha tia se esfregando de prazer e os três homens se revezando no corpo dela, boca, cu e buceta. Parecia que essas festinhas eram frequentes, porque até um deles pegou um vibrador pra usar nela. No final, umas duas horas depois, tudo era um mar de fluidos onde eles se arrastavam, os lençóis encharcados precisavam ser trocados, mas antes todos resolveram tomar um banho juntos, ocasião que aproveitei pra escapar com a câmera e os rolos. Guardei no meu quarto quase trancado e fui encontrar minha namorada, tiramos as fotos, transamos, ela gostou e topou fazer de novo, mas isso é outra história. Passaram umas duas semanas em que as imagens nítidas daquela orgia ficavam frescas na minha mente, o problema é que, por razões óbvias, não podia revelar as fotos com o Juan Carlos junto comigo, então, com a desculpa de que as fotos que tinha tirado com minha namorada eram muito confidenciais, consegui que ele me ensinasse a fazer e, com a ajuda dele, me emprestaram o quarto escuro por umas horas só pra mim. Foi magnífico ver cada imagem aparecendo no papel, pendurava cada uma nos ganchinhos e na corda, no final tinha umas vinte fotos muito comprometedoras da minha tia e outras tantas da minha namorada e eu, que reclamou que eram poucas e queria ver mais, mas eu tive mais focado em revelar as da veterana e ainda assim faltaram muitas de ambas. Com um tesouro desses nas minhas mãos, curti várias noites de punhetas suculentas com as imagens deliciosas, o corpo magro da minha tia em posições diferentes, totalmente entregue pra aqueles caras, transbordando de prazer com os olhos fechados e a boca aberta até não poder mais, igual as pernas dela. Queria planejar tudo direitinho pra não cometer nenhum erro, mas a convicção firme era que minha tia Consuelo seria minha a qualquer preço, uma chantagem era o mais fácil e seguro, então botei meu plano em ação. Naquele dia fui almoçar na casa do meu primo, depois a gente ia sair pra fazer a última sessão de fotos pra finalizar o trabalho, minha tia sentou com a gente na mesa. Quando a gente tava saindo, Juan Carlos foi ligar o carro e eu me atrasei de propósito pra ficar a sós com minha tia, que tava se maquiando no toucador. — Tia, a gente já vai — falei. — Tá bom, vão com Deus, precisa de alguma coisa? — Preciso que você veja isso... — Tirei as fotos e joguei elas em cima do toucador, os olhos dela se arregalaram de susto e ela empalideceu, fazendo toda a maquiagem ficar inútil. Pelos óculos, escorreram duas lagriminhas que ela enxugou com as mãos e se virou pra mim. — ¡¡¡DE ONDE VOCÊ TIROU ISSO?!!! — Naquele dia que você tava com seus três amigos — Mas... como é que você tirou fotos?, ¡¡¡pra quê?!!! — Por tesão, tia, só isso. Mas agora que vi como você é de verdade, você tem que fazer comigo o que faz com seus amigos — ¡¡¡O quê?!!!, você é louco — Se não fizer, essas fotos vão parar nas mãos dos seus filhos, do seu marido, acho que ele não vai gostar muito de ver o amigo dele te comendo — Não, você não pode fazer isso comigo — ela pegou as fotos e rasgou todas. — Por favor, tia, tenho muitas outras, muito mais gostosas que essas — ¡¡¡Vou falar com seu pai!!! — Como quiser, te espero às 6:00 da tarde no shopping perto da minha casa, perto das salas de cinema, se não aparecer, você já sabe o que vai rolar Te passo... A tarde inteira a impaciência reinou nos meus minutos, dessa vez o trabalho foi mais pesado e a gente demorou muito mais tempo, e eu não tirava da cabeça a minha tia Consuelo, sonhava com as pernas finas dela enlaçando minha cintura enquanto meu pau se enfiava fundo nela. Tava tão excitado que ficou bem na cara, e meu primo me perguntou se eu tava lembrando da sessão de fotos com minha namorada, eu só falei que sim. 5:30 da tarde, tempo certo pra chegar no shopping, me despedi do Juan Carlos e peguei um ônibus. Quando cheguei, lá estava minha tia, sentada de pernas cruzadas e costas retas, feito mocinha, com um lenço enrolado no pescoço, vestida toda de azul escuro com calça e jaqueta, e claro, os óculos dela que faziam ela parecer tão falsamente discreta. Cheguei na mesa e sentei na frente dela. -Oi- sorri. -Que oi o caralho, o que você quer?- -Já te falei hoje à tarde na sua casa, quero transar com você- -Isso não pode!, eu sou sua tia, você quer dinheiro?, quanto?, qualquer coisa pra você me entregar essas fotos completas- -Não, não quero dinheiro, quero te comer, uma vez e outra até eu cansar, quero que você seja minha escrava sexual- -Você é doente, não vou fazer nada disso- -Tia, hoje você e eu vamos foder ou amanhã as fotos tão na mão da sua família, você decide- Um silêncio longo aconteceu e na cara de raiva dela eu vi resignação, ela era uma mulher bem de vida, vivia de luxo com o que o marido ganhava, além de ser alguém respeitada no círculo social dela, que outra saída tinha. -Tá bom, mas só hoje e acabou- falou. -Esquece, já falei "escrava sexual", combinado?- -......o que eu tenho que fazer?...- -Vamos pegar seu carro- Caminhamos até o estacionamento subterrâneo, deixei ela ir um pouco na frente e enfiei minha mão entre as nádegas e a buceta dela, inspecionando por cima tudo que agora era meu, primeiro ela se irritou um pouco e se mexeu bruscamente olhando pra todo lado. Olhando pros lados pra ver se alguém tava olhando, eu insisti nas minhas apalpadelas e ela teve que entender qual era o papel dela no meu jogo. Quando a gente passava por um lugar mais vazio, peguei ela pela cintura e encostei ela de costas numa coluna, me agarrei no corpo dela e juntei meus lábios com os dela. Minhas mãos safadas procuraram qualquer abertura na roupa dela pra tocar nas partes, mas a roupa justa me obrigou a desatar nós e botões. Enfiei uma mão na calça dela e com meus dedos mexi a calcinha fio dental e senti pela primeira vez os lábios macios da buceta dela roçando na minha pele. Também procurei por baixo da blusa e por cima do sutiã acariciei os peitos dela. Minha tia tentava me afastar, sem muita força, mas com um grito eu parei com a tentativa dela de se soltar e lembrei ela qual era o trato. — Mas vamos pra um lugar mais privado, podem nos ver — ela disse. — E daí? Eu não tô nem aí — respondi. — Mas eu tô, me faz esse favor só dessa vez, tá? — Tá bom, mas me dá as chaves que eu dirijo — falei. — Por quê? Sentei no volante e liguei o carro, saímos do lugar e liguei o rádio colocando uma música. Depois olhei pra ela e apontei com a cara pro meu pau, desabotoei a calça e o bicho saiu meia bomba e pra cima. Mais uma vez a resignação apareceu no rosto dela e, por trás do brilho dos óculos, os olhos dela se fixaram no meu pedaço pra se inclinar sobre ele e engolir de uma vez. Ela me chupou gostoso pra caralho, sabia usar a língua pra me dar prazer, brincava com os dedos e os lábios no meu instrumento, em círculos e de cima pra baixo, lambendo a pontinha e as bolas. Eu achei que ela ia ser bem apática, mas pelo contrário, parecia que ela se esforçava pra me satisfazer. Quase bati o carro umas duas vezes por não prestar atenção na frente no meio do êxtase que era tudo aquilo. Comecei a tremer e ela se afastou segurando meu pau entre as mãos e me fazendo uma punheta. — Engole tudo — falei. — Como? — Que você engula. Aí ela suspirou e se inclinou de novo pra receber as porradas de porra que eu gozei, senti que não ia acabar nunca, aí ela se levantou e eu vi umas gotas no rosto dela, uma escorrendo pelo canto dos lábios, outras na bochecha e mais uma numa das lentes dos óculos. Ela se limpou com um lenço que tirou da bolsa e se recostou na cadeira, em silêncio. Eu tava louco pra caralho, era a primeira vez que rolava algo assim comigo, minha prima Lina era bem puta e me satisfazia em várias coisas, minha namorada tentava ficar mais quente pra mim, mas o jeito dela no sexo era mais lento e travado. Eu tava no controle total da situação, minha tia Consuelo faria qualquer coisa com medo de perder a vida que tinha, tantas ideias excitantes passavam pela minha cabeça que eu nem sabia pra onde tava indo. — Ei, mas você não precisa ficar calada, pode falar — eu disse. — E quer que eu te diga o quê? Que você é um filho da puta, desgraçado e sem noção, não acredito que isso tá acontecendo comigo, pelo menos pode me dizer pra onde a gente vai? — Bom, pra falar a verdade, eu também não sei, tô pensando que a gente pode ir pra um motel pra foder um pouco — — ¡¡¡Pra um motel?!!! Eu não vou pra essas porcarias de lugar — — ¡¡¡Verdade!!!, tô esquecendo que você prefere meter homem e fazer na sua própria casa, na cama do seu marido e perto dos quartos dos seus filhos — Essa foi a gota d'água na conversa até a gente chegar num motel que eu conhecia, porque quando não dava pra transar com minha namorada na casa dela, a gente frequentava aquele lugar, não era uma "porcaria" nem nada, era um lugar bom, com quartos bons, e eu deixei isso claro pra minha tia, embora a opinião dela não valesse muito. Do bolso dela, pagamos três horas de serviço, entramos e estacionamos o carro, pegamos um quarto no terceiro andar e tivemos que passar por vários cômodos de onde saíam gemidos profundos de prazer, além de uns casais que olhavam pra gente estranhando pela diferença de idade entre nós e tal. No nosso quarto tinha uma cama em formato de coração, o que achei engraçado, já que em nenhum outro quarto onde estive vi algo parecido. Na hora me deitei de costas nela, tirei a calça, olhei pra minha tia parada atrás da porta examinando o lugar com os olhos e comecei a me masturbar. Ela tirou o lenço e, sem perder mais tempo, se ajoelhou entre minhas pernas e me chupou de novo. Devagar, enquanto a saliva dela ia cobrindo meu pau, fui tirando a roupa dela: primeiro caiu o casaco, depois a blusa. Decidi deixar pra revelar os peitos dela quando os tivesse na minha frente, e não de costas como naquele momento. Antes que eu gozasse de novo, pedi pra ela ficar de pé. Ela tirou os óculos, mas pedi pra colocá-los de volta — eram uma parte especial do visual dela e um grande estímulo pra mim. Tirei a calça dela, e ela ficou de sutiã e calcinha, com aquele olhar penetrante e o cabelo meio bagunçado nos ombros, a pele branca, mais branca do que eu imaginava, e no corpo dela os anos de experiência. — Tira a roupa — falei. Ela torceu os braços pra trás, tirou o sutiã, que caiu sem volta, e apareceram dois peitos pontudos, um pouco maiores do que pareciam nas fotos. Então, de uma só vez, puxou a calcinha pra baixo e mostrou a buceta depilada pros amantes dela. Fiquei muito excitado, queria dar mais um prelúdio pra ocasião antes de penetrar ela. — Tia, deita na cama, perto da cabeceira. E se masturba. — Nossa, como você é safado, quem diria, tão certinho que você parecia ser. — Não fala muito, que a puta aqui não sou eu. Ela se deitou na cama e começou a se acariciar. Que visão magnífica: as mãos dela acariciavam os seios e massageavam a monte de vênus, percorriam a pele pela cintura e se aprofundavam nos lábios dela. Mais uma vez, parecia totalmente entregue, até uns gemidinhos escapavam no que deveria ser uma tarefa desagradável. ela. Enquanto isso, eu me masturbava ajoelhado na cama a poucos centímetros do corpo dela, pedi que ela tocasse o próprio ânus e que afastasse as nádegas o suficiente pra me deixar ver com clareza. Ela se virou de lado e enfiou um dedo tão fundo que soltou um grito. Eu não aguentei mais e explodi, jorrando meu líquido entre a bunda e os quadris dela. Peguei uma das mãos dela e ajudei a espalhar todo o meu esperma pela pele dela. Ainda tínhamos duas horas e meia pra curtir, então coloquei um filme pornô e pedi que ela assistisse enquanto eu tentava puxar conversa. O papo não foi lá essas coisas, mas o filme, depois de um tempo, fez minha vontade despertar de novo. Minha tia percebeu que meu pau voltava ao tamanho normal e se deitou de barriga pra cima, pronta pro que viesse. — Beleza, tia, agora vem a parte boa — falei. Abri as pernas dela e levantei, apontei minha vara e a cabeça se encaixou nos lábios da buceta dela. Com um único empurrão, entrei de uma vez, e mesmo ela tentando evitar, o corpo respondeu e gemeu. Comecei a bombar, aumentando a velocidade, fazendo minhas bolas baterem contra a virilha dela. Eu me afastava e entrava de novo com uma porrada brutal, que a cada vez ela resistia menos. O ritmo chegou a um ponto frenético, e os gemidos dos dois saíram como se fossem propelidos, gritos e gemidos potentes estourando contra as paredes enquanto a carne macia dela abraçava a talhadinha sem parar da minha fera. Enfiei a cabeça entre os peitos pontudos dela e mordi aqueles mamilos castanhos, duros como pedra. Trocamos de posição e sentei ela em cima de mim. Os movimentos rígidos dela, tentando mostrar um desprezo que não existia, sumiram por causa da força irresistível das sensações dela. Então ela começou a pular no meu colo, afundando meu pau e amassando minhas bolas a cada sentada. Ela se esfregava exatamente como fazia com os três amantes dela naquele dia, com os olhos fechados escondidos atrás dos óculos e a boca soltando ares de tentação insaciável. A A pele branca dela ficou vermelha, igualzinho como ficam as bochechas da filha dela quando eu como ela, o suor deixava o contato dos corpos meio encharcado e ficava ainda melhor. Com as mãos, agarrei os peitos dela e fui manejando pra todos os lados que nem um bêbado descontrolado, apertando e acariciando, talvez até machucando um pouco, mas ela nunca reclamava. Então, eu tinha minha tia Consuelo, uma senhora de 43 anos da alta sociedade que era infiel ao marido com o melhor amigo dele e mais dois anônimos na própria casa dela, pulando em cima de mim possuída pelo prazer. O que mais eu podia querer? De repente, ela gritou e as unhas dela se cravaram na minha barriga, levantou a cara pro teto esticando o pescoço e parou todo movimento, teve um orgasmo e os fluidos dela escorreram em mim. Depois, se jogou extasiada no meu peito, respirando ofegante. — Fica de quatro, tia, que eu quero meter por trás — falei. Ela obedeceu e ficou de quatro, empinando a bunda, eu me posicionei atrás dela e primeiro massageei as nádegas vermelhas dela, passei a língua por cima e depois lambi o cu dela. Caprichei pra cuspir tudo e fazer ela dilatar, tentei enfiar um dedo e o buraquinho dela tinha o tamanho perfeito pra receber meu pau sem muita cerimônia. Pedi pra ela abaixar mais a bunda pra entrar na medida certa, as nádegas dela abriram caminho e minha cabeça encostou no buraco dela, a ponta da minha rola deslizava ávida pelo vale anal da minha tia, já completamente molhado. Dei um empurrão pra ver a resistência do túnel traseiro da mulher, e vendo que não era muita, ataquei de uma vez pra enfiar tudo de uma tacada. Ela deu um pulo quando sentiu aquilo entrando tão rápido. — Vai devagar, gostoso!!! — disse ela. Recuei e acertei outra estocada igual à primeira, seguida de mais um xingamento da puta da minha tia, que se resignou de novo ao ver que meus empurrões não paravam. Depois de um tempo, consegui pegar o mesmo ritmo que tinha na buceta dela. palavra: buceta. Há alguns momentos, a bunda apertada dela tava uma delícia, prendendo meu pau. Eu dava tapas na raba dela e, mais uma vez, ela se rendeu às sensações. Começou a rebolgar no sentido contrário ao meu movimento e a gente encaixou perfeito. Ela continuava se soltando e botando tudo no ato. Meti fundo no cu dela, mais forte do que qualquer outra coisa, até gozar dentro da bunda dela. Senti minha alma saindo e gemi enquanto meu corpo expelia até a última gota. Aí ela deitou do meu lado... — Já dá pra ir embora? Era isso que você queria, né? — disse. — Tia, pagamos três horas e ainda não completamos nosso tempo. Temos muito tempo pela frente pra continuar trepando. Cê tá entediada? — A gente ficou lá transando até o tempo acabar. "De má vontade", minha tia mostrou tudo que uma mulher experiente pode fazer. Ela me virou do avesso como quis, como se eu fosse a vítima da chantagem, mas sempre negou qualquer tesão no que rolava, mesmo eu percebendo o contrário. Na volta pra casa, ela dirigiu e eu fiquei beijando ela inteira o caminho todo. Quase tirei a roupa dela no carro pra pegar nos peitos e usei a palavra: buceta. Várias pessoas até viram a gente dos carros delas quando parávamos em algum semáforo. Eram só 10:30 da noite e ainda tinha muito trânsito. Primeiro ela me deixou em casa. — Então, quando você vai me dar as fotos? — perguntou. — Quando eu quiser. — E o que rolou hoje, então? — O que rolou hoje é só o começo de muitas outras coisas que vão rolar. Já te falei que você é minha escrava sexual. Vai fazer tudo que eu quiser. — E quando acabar, quando você vai me dar as fotos? — Não sei. Quando eu me cansar de você. Até lá, tem que estar preparada pra tudo, a qualquer hora do dia. — Você é um filho da puta. — E você é minha puta. Te vejo, tia. Dorme bem. — Desci do carro e entrei em casa muito mais feliz do que de costume, pra planejar um monte de coisas que ia obrigar minha tia Consuelo a fazer.
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