Olá, amig@s do poringa.net.
Hoje trago mais uma das minhas histórias nunca contadas.
Maria é uma mulher muito agradável, tem uma garagem na esquina de casa e quase todos os clientes dela me têm como mecânico. Então a gente fica quase sempre conversando.
Ela tem 35 e o marido dela tem 50. A verdade é que eu admirava aquele velho, hahaha. Ter uma mulher assim, pra um cara como ele, devia ser difícil, com todo mundo falando com ela e jogando uns elogios. Ela era muito gostosa e muito simpática.
Numa sexta-feira, um dos meus clientes ficou sem bateria. Então peguei o carregador e fui pra garagem. Ela estava lá, como sempre.
Ela: "Oi, Maury, bom dia. Como você tá? Acordou cedo hoje, hein, hahaha."
Eu: "Bom dia, Mari, como você tá? Como dizem, quem madruga Deus ajuda, hahaha. Passei mais cedo, mas tava fechado."
Ela: "É, o sereno não veio, tá doente, e não tinha ninguém."
Eu: "Bom, vim colocar o carregador no carro do Victor."
Ela: "Pode ir, fica à vontade. Aqui me deixou as chaves do carro."
Então peguei as chaves, coloquei a bateria do meu cliente pra carregar e, antes de ir, passei no escritório da Maria pra avisar que voltava em uma hora. Enquanto ela assava uns papéis, me disse: "Não vai não, que tenho que falar com você." Guardou os papéis numa pasta e foi arrumar numa estante, subindo numa escadinha daquelas de plástico que são escada e banco ao mesmo tempo.
Aproveitei pra olhar ela de cima a baixo com aquela camiseta tipo vestido que ela tava usando. Quando ela se esticou pra arrumar a pasta, o vestido deixou ver um pouco mais das pernas lindas dela, quase mostrando a bunda gostosa. Só com isso meu pau já acordou.
Nesse exato momento, ela se desequilibrou um pouco, perdendo o equilíbrio e fazendo a escadinha balançar pra todo lado. Corri pra ajudar ela bem antes de cair. Peguei ela nos braços antes que a escada escorregasse.
Ela se segurou em mim com força.
Mas não consegui evitar que ela batesse.
Eu: Tá bem, Mari?
Ela: Sim, obrigada, quase me matei com essa porcaria.
Quase me matei com essa porcaria.
Tá toda frouxa. Desculpa, você tá bem?
Eu: Tô bem sim, deixa eu levar ela e trocar os rebites, deixo ela como nova.
Ela: Não, Maury, você tem muito trabalho, vai perder tempo com isso?
Mesmo assim, obrigada.
Bom, ainda bem que te fiz ficar.
Eu: Sem problema, me fala no que posso te ajudar.
Peguei um papel rosa de escritório e ela anotou o número do celular e o da garagem, e me entregou.
Ela: Assim, se estiver fechado, você não vem à toa, me liga e se não tiver ninguém, eu mesma abro.
E de quebra a gente fica em contato, por via das dúvidas.
Eu: Show, falei. Não trouxe meu celular, então assim que chegar, te salvo.
Peguei a escadinha e falei que volto em uma hora.
Cheguei na minha oficina e troquei todos os rebites que estavam frouxos, ficou como nova, e fui cuidar das minhas coisas.
Mas não conseguia tirar aquela mulher da cabeça, o cheiro do perfume dela tava na minha roupa e o papel que ela me deu tava com o perfume dela.
Resolvi mandar uma mensagem pra ela ficar com meu número e, de quebra, ver qual era.
Ela respondeu na hora, como se estivesse esperando minha mensagem.
Me contou que tinha batido forte e que sorte eu estar lá pra não deixar ela cair e se machucar mais.
Acho que vai ficar um roxão horrível.
Ela: Dá uma olhada se vê alguma coisa?
eu: a única coisa que vejo é uma mulher gostosa com um rabão.
não vejo hematoma nem machucado.
ela: não me puxa o saco hahahaha
mas valeu pelo elogio hahahaha
eu : não, nada disso, é a verdade.
daqui a pouco vou pegar o carregador e levar a escada pra você.
ela: você consertou???
que fera ok então te espero com uns mates.
bom, daí um tempo fechei a oficina e fui pra garagem.
quando cheguei, ela estava no escritório.
entreguei o banco-escada e ela amou.
ela: haaaaa nãoooo você é um gênio, ficou demais, não balança mais.
verdade, ficou muito bom.
quanto te devo??
eu: nada, só coloquei 4 rebites, só isso.
mas se quiser pagar, aceito uns mates.
mas primeiro a parada do carro.
ela: beleza então, vou preparar tudo.
liguei o carro e instalei um corta-corrente.
quando tô montando tudo, o barulho de uns passos me surpreendeu.
era ela com o termo e a cuia na mão.
ia me servindo uns mates e via como eu trabalhava. enquanto isso, a gente batia papo sobre coisas normais.
quando terminei, juntei todas as ferramentas na caixa e deixei no escritório dela.
e voltei pra pegar o carregador.
com tudo no escritório.
onde a gente continuou com mates e conversa, que muitas vezes eram indiretas dos dois, mas acabavam em risada e nada mais.
eu : deixo tudo aqui e já volto,
vou buscar o carro pra levar as coisas, tá calor pra andar com tudo isso.
ela: já vai embora???
ufa... verdade, o tempo passou voando conversando com você e me divirto pra caramba.
eu: verdade, também gosto de bater papo com você.
aliás, quem não ia gostar da sua companhia. ela: hahaha, salamero.
vamos fazer uma parada: me espera 15 minutinhos que já vou fechar, meu substituto tá chegando.
de quebra, levo suas coisas e te deixo na oficina, tá...
pega as chaves do meu carro e bota no banco de trás hahahahah
eu: ok, como vou recusar.
era um dia de um calor infernal, além disso eu já tava de pau duro por causa dessa morena. que se mexia igual uma gata.
as indiretas dela nas conversas me deixavam em alerta pra dar o bote a qualquer momento.
entrei no escritório e ela foi arrumando tudo pra gente ir embora.
devolvi as chaves pra ela e depois de um tempinho o substituto chegou.
fomos pro carro e o calor tava insuportável.
ao subir no carro, ela fez uma careta de dor..
eu: cê tá bem???
ela: tô com uma puta dor nas costelas, sério, levei um baita tombo.
eu: é? caramba, que merda.
ela: espero que não fique um hematoma.
eu: espero que não, senão seu marido vai pensar o quê.
ela: hahahah meu marido, se ele me vê por acaso quando tapa a televisão hahahah.
eu: é como meu avô diz: deus dá pão pra quem não tem dente hahaha.
ela: viagem curtinha, mas já chegamos.
me desculpa se não desço, o calor tá demais.
eu: relaxa, tá tudo bem.
ela: desculpa, odeio calor.
e essa dor tá me matando.
eu: fica tranquila, vou descer isso aqui e pegar uma pomada no banheiro que tenho pra pancadas, é ótima.
com isso não vai doer tanto.
ela: show, e já que tô aqui, me empresta o banheiro.
eu: claro, sem problemas.
ao descer, ela segurou as costelas de novo e fez outra careta de dor.
entrou em casa e mostrei onde era o banheiro. sem tirar os olhos daquela bunda gostosa.
enquanto ela tava no banheiro, eu me pus Um short e uma camiseta.
Quando ela saiu do banheiro, eu tava saindo do quarto.
Ela: “Ah, beleza, não aguentava mais o calor, né?
Fica bonita essa roupa de mecânico, mas essa também não tá ruim.”
E foi andando, rebolando a bunda, em direção à porta.
Eu: “Valeu, você é muito gostosa. Aguenta aí, foda-se o creme.”
Enquanto eu mexia no armário do banheiro, achei que ouvi a porta fechar.
Com o creme na mão, saí e vi a porta fechada, e ela não tava lá. Pensei que tivesse ido pra fora.
Quando cheguei na sala, ela tava pelada na frente do ventilador.
Que nem um otário, eu com o creme na mão fiquei paralisado.
Ela: “Isso que é vida, tira o calor.
Tava precisando disso… mmmm.
Olha, dá pra ver o hematoma?”
Meu pau disparou, fazendo uma barraca enorme na minha calça.
Eu: “Daqui não vejo nada.
Deixa eu ver mais de perto.”
Me aproximei e passei a mão devagar nas costelas dela, descendo até o quadril.
Ela: “Ai, devagar, bruto.
Essas mãos calejadas… mmmm.
Bem de homem, adoro.
Dá pra ver que você é muito forte, não me deixou cair.
E eu sempre quis um homem assim do meu lado.”
Ela tava de costas, e eu peguei nos peitos dela.
Meu pau enfiou entre as nádegas dela, meu short secou a umidade da buceta molhada dela.
Ela deu um suspiro e arqueou um pouco as costas pra sentir melhor.
Com uma cara de puta do caralho, ela se virou e me beijou com muita intensidade,
arrancou minha roupa com tudo.
Ela tava muito tesuda, e eu sabia.
Peguei ela pelos cabelos, e ela explodiu.
Assim, segurando firme, fiz ela descer da minha boca até o meu pescoço.
Ela beijava meu corpo e lambia, descendo devagar. Com uma mão, acariciava minhas costas, e a outra segurava minha mão enroscada no cabelo dela.
Ela: “Odeio quando me tratam como uma puta… sê mais delicado…
Ai, não seja tão bruto comigo, amor…” Antes que você diga mais nada, tirei meu pau e passei ele todinho na cara dela.
Ela esticou a língua e lambeu, queria que eu metesse na boca dela, e eu brincava com a vontade dela.
A mão esquerda dela não soltava a minha mão, e com a direita largou minha bunda pra baixar minha calça e pegar meu pau.
Chupou meu pau feito uma louca.
Tava tão louca e curtindo aquele pau cabeçudo e cheio de veia que nem percebeu que eu tirei uma foto dela.
Levei ela pelos cabelos até o quarto, ela gateava igual uma gatinha.
De novo, ela pegou na minha piroca e chupou de novo enquanto eu tocava na buceta dela, toda molhada.
Virei ela com força e num delicioso 69 a gente se fundiu.
Ela: ai que prazer sentir assim dominada.
mmmm que prazer você me dá, amor...
ai sim mmmm ha ha ha uffffff
essa língua, meu deus. mmmm tô morrendo...
Minha língua e meus dedos faziam ela enlouquecer, e ela chupava cada vez mais forte minha piroca.
Ela: haaaaa hahahaha tô quase, tô quase
ai... vou gozar, tô quase, tô quase ha ha ha.
vou gozar, amor... haaaa ha ha ha ha
mmmm que fera que você é, maury, a puta mãe...
quero que você me coma, não aguento mais esperaaaaaaaar
ai me come, filho da putaaaa.
Ela deitou de bruços, com as pernas abertas. E eu montei em cima.
Minha piroca entrou suave, mas ela era muito apertada.
Ela gemeu baixinho: "tá muito apertada pra sua piroca."
Não dá pra acreditar que uma mulher casada seja tão estreita assim.
"Aguenta um pouco, tenho uma coisa que vai te ajudar."
Peguei um creme no móvel do quarto e liguei a cama fixa.
Ela: não quero creme, quero sentir você me partir ao meio.
e quero cópia de todas as fotos que você tira de mim.
Eu: combinado. sem problemas, vai ser assim.
Voltei a chupar a buceta dela, que já tava super quente e molhada de novo.
De novo, a cabeça da minha piroca sentiu aquele tesão.
Ela colocou as pernas nos meus ombros.
Devagar, minha piroca começou a abrir caminho naquela caverna estreita e molhada.
Ela: ai que piroca boa, entra justa
ai deus, sinto que você tá me abrindo no meio... ufff
assim mmmm sim, devagar até acostumar com o tamanho.
mais devagar mmm ai ai aí não...
não tão fundo ai ai mmmmm haaaaa
ai Deus, Maury, devagar, por favor...
Acabei... não, devagar...
Ha ha ha ha, aiiiiiiii.
Não tava dando bola pro que eu falava, metia bem fundo até bater no fundo.
E minhas bombadas eram cada vez mais rápidas.
Tava comendo ela igual uma fera.
Quanto mais ela gemia, mais eu me excitava.
Eu: Pelo amor de Deus, Mari, isso não pode ser,
teu marido não te come?
Ela: Uffff, não, Maury, faz meses que ele não me toca. Ha ha ha.
E ufff, ele não tem o teu tamanho... aii, e o teu vigor.
Mmm, hoje quando você me pegou no colo... mmm ha ha,
me excitei pra caralho... mmm ha ha ha.
Mmmmmm, ui hahaha,
pude sentir tua força... teu cheiro de macho... mmm ha ha ha,
sentir aquele volume roçando por cima das nossas ha ha roupas...
Mmmm haaay, não me deixa nem falar, filho da puta... ha ha ha.
Uffffff mmmm, quer outra gozada? Haaaaaaaaaaaa haaaaaaaa
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Fizemos todas as posições e em todas elas um mar de orgasmos ela me dedicava.
A verdade é que ela curtia dar pra mim.
Eu fiz dela uma verdadeira puta.
O grande momento chegou.
Quero provar algo que não faço há muito tempo.
Ela se levantou e foi até o móvel. Pegou o creme e voltou pra cama.
Virou de costas pra mim e se sentou de cócoras.
Passou um pouco de creme na ponta da minha pica e um pouco no cuzinho dela.
Devagar e brincando, ela foi descendo, seus gemidos e sua dor se transformaram no maior prazer, e ela amou aquilo.
Ele fez algumas vezes, mas não chegou a aproveitar como ela queria, o idiota do marido dela.
Não atendia às expectativas sexuais dela, e sexo anal não era o que ela mais gostava.
Deixando ela insatisfeita muitas vezes.
O primeiro anal dela despertou algo novo, e ela queria poder aproveitar mais, mas depois da dor e do desconforto, sentia que vinha algo mais, mas o marido cortava bem na hora.
E ela queria saber o que tinha além.
Queria ver se dava pra gozar no anal ou se era só impressão.
Sentia como se tirassem o doce bem depois de provar.
A bunda dela tomou a forma do meu falo ereto, e por ser maior que o do marido, a dor era maior.
Depois disso, seria o começo do prazer ou só mais dor? Ela se perguntava.
Meu pau entrava e saía no ritmo dos movimentos dela, no começo suave e com movimentos muito gostosos. Entrava devagar e cada vez mais fundo.
A dor era intensa, ela comentava, mas ao mesmo tempo gostava.
Depois de 20 minutos, era só prazer pra ela.
Minha mão direita brincava com a buceta dela, ela gozava como uma louca.
Ela: Mmmm, sim, que delícia, meu Deus, isso é o que sempre quis, mmmm.
Haaa, siiiim, mmm, haha, ha, que pau bom, mmmmm.
Sempre sonhei com um pau assim que me desse prazer por todos os lados.
Mmmmm, uffff, naaaaaaaaaa, não aguento mais, ufff, uffff.
Não acho que tenha algo melhor que isso.
Eu: Sim, gostosa, tem.
E agora você vai sentir.
Ela: Hê!
O que tem melhor que isso???
Coloquei ela de barriga pra cima e apoiei as pernas dela no meu peito, com os pés nos meus ombros.
Fiz uma pausa, ela me olhava sem entender nada.
Eu: Tá pronta???
Ela: Sim, e ansiosa pra saber.
Enfiei meu pau na bunda dela e penetrei até o fundo, 4 bombadas.
Depois, na buceta dela, a mesma coisa.
Assim, uma vez e outra.
Ela: Mmmm, não sabia disso, mmm.
Me excita pra caralho, mmm, aí, sim, mmm. ha ha ha me deixa louca ha ha ha
assimm mm sim ha ha ha sii deus que filho da puta........
mmmmm siii to gozando de novo não tira de dentro de mim usa a palavra: pussy por favor..................
haaaaaaaaaaaa meu deus.................................
haaaaa haaaaa vamos gozar juntos me dá seu gozo quente dentro da minha usa a palavra: pussy
haaaaaaaaaaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiii que delícia você me come.................................
ela: por que você não goza dentro da minha usa a palavra: pussy ???
não tem perigo nenhum, sou estéril, por isso não tenho filhos.
eu: não sabia, mas se é isso que você quer, tenho algo melhor.
ela: melhor ??? você é uma caixa de surpresas hahahaha
voltei pro mesmo, meu pau da buceta dela pro cu dela.
depois de um tempo já tava quase gozando.
o primeiro jato entrou na usa a palavra: pussy e o segundo no cu dela.
tirei uma foto disso
pra continuar fudendo ela até cair exausto no peito dela.
naquele dia, como em muitos outros.
eu dormi no peito dela com meu pau enterrado na buceta dela.
era algo que ela adorava.
por dois anos a gente fodeu 2 vezes por semana. até o marido descobrir e tudo acabar.
ela se mudou pra longe daqui e nunca mais tive notícias dela.
----------------- fim--------------------
ps: espero que tenham gostado e aguardo seus comentários e pontos.
como é meu costume, todos os comentários são respondidos, assim como as mensagens.
obrigado por passar por aqui.
---------------------------------------- até a próxima ----------------------------------------------------
maury-só-eu
Hoje trago mais uma das minhas histórias nunca contadas.
Maria é uma mulher muito agradável, tem uma garagem na esquina de casa e quase todos os clientes dela me têm como mecânico. Então a gente fica quase sempre conversando.
Ela tem 35 e o marido dela tem 50. A verdade é que eu admirava aquele velho, hahaha. Ter uma mulher assim, pra um cara como ele, devia ser difícil, com todo mundo falando com ela e jogando uns elogios. Ela era muito gostosa e muito simpática.
Numa sexta-feira, um dos meus clientes ficou sem bateria. Então peguei o carregador e fui pra garagem. Ela estava lá, como sempre.
Ela: "Oi, Maury, bom dia. Como você tá? Acordou cedo hoje, hein, hahaha."
Eu: "Bom dia, Mari, como você tá? Como dizem, quem madruga Deus ajuda, hahaha. Passei mais cedo, mas tava fechado."
Ela: "É, o sereno não veio, tá doente, e não tinha ninguém."
Eu: "Bom, vim colocar o carregador no carro do Victor."
Ela: "Pode ir, fica à vontade. Aqui me deixou as chaves do carro."
Então peguei as chaves, coloquei a bateria do meu cliente pra carregar e, antes de ir, passei no escritório da Maria pra avisar que voltava em uma hora. Enquanto ela assava uns papéis, me disse: "Não vai não, que tenho que falar com você." Guardou os papéis numa pasta e foi arrumar numa estante, subindo numa escadinha daquelas de plástico que são escada e banco ao mesmo tempo.
Aproveitei pra olhar ela de cima a baixo com aquela camiseta tipo vestido que ela tava usando. Quando ela se esticou pra arrumar a pasta, o vestido deixou ver um pouco mais das pernas lindas dela, quase mostrando a bunda gostosa. Só com isso meu pau já acordou.
Nesse exato momento, ela se desequilibrou um pouco, perdendo o equilíbrio e fazendo a escadinha balançar pra todo lado. Corri pra ajudar ela bem antes de cair. Peguei ela nos braços antes que a escada escorregasse.
Ela se segurou em mim com força.
Mas não consegui evitar que ela batesse.
Eu: Tá bem, Mari?
Ela: Sim, obrigada, quase me matei com essa porcaria.
Quase me matei com essa porcaria.
Tá toda frouxa. Desculpa, você tá bem?
Eu: Tô bem sim, deixa eu levar ela e trocar os rebites, deixo ela como nova.
Ela: Não, Maury, você tem muito trabalho, vai perder tempo com isso?
Mesmo assim, obrigada.
Bom, ainda bem que te fiz ficar.
Eu: Sem problema, me fala no que posso te ajudar.
Peguei um papel rosa de escritório e ela anotou o número do celular e o da garagem, e me entregou.
Ela: Assim, se estiver fechado, você não vem à toa, me liga e se não tiver ninguém, eu mesma abro.
E de quebra a gente fica em contato, por via das dúvidas.
Eu: Show, falei. Não trouxe meu celular, então assim que chegar, te salvo.
Peguei a escadinha e falei que volto em uma hora.
Cheguei na minha oficina e troquei todos os rebites que estavam frouxos, ficou como nova, e fui cuidar das minhas coisas.
Mas não conseguia tirar aquela mulher da cabeça, o cheiro do perfume dela tava na minha roupa e o papel que ela me deu tava com o perfume dela.
Resolvi mandar uma mensagem pra ela ficar com meu número e, de quebra, ver qual era.
Ela respondeu na hora, como se estivesse esperando minha mensagem.
Me contou que tinha batido forte e que sorte eu estar lá pra não deixar ela cair e se machucar mais.
Acho que vai ficar um roxão horrível.
Ela: Dá uma olhada se vê alguma coisa?
eu: a única coisa que vejo é uma mulher gostosa com um rabão. não vejo hematoma nem machucado.
ela: não me puxa o saco hahahaha
mas valeu pelo elogio hahahaha
eu : não, nada disso, é a verdade.
daqui a pouco vou pegar o carregador e levar a escada pra você.
ela: você consertou???
que fera ok então te espero com uns mates.
bom, daí um tempo fechei a oficina e fui pra garagem.
quando cheguei, ela estava no escritório.
entreguei o banco-escada e ela amou.
ela: haaaaa nãoooo você é um gênio, ficou demais, não balança mais.
verdade, ficou muito bom.
quanto te devo??
eu: nada, só coloquei 4 rebites, só isso.
mas se quiser pagar, aceito uns mates.
mas primeiro a parada do carro.
ela: beleza então, vou preparar tudo.
liguei o carro e instalei um corta-corrente.
quando tô montando tudo, o barulho de uns passos me surpreendeu.
era ela com o termo e a cuia na mão.
ia me servindo uns mates e via como eu trabalhava. enquanto isso, a gente batia papo sobre coisas normais.
quando terminei, juntei todas as ferramentas na caixa e deixei no escritório dela.
e voltei pra pegar o carregador.
com tudo no escritório.
onde a gente continuou com mates e conversa, que muitas vezes eram indiretas dos dois, mas acabavam em risada e nada mais.
eu : deixo tudo aqui e já volto,
vou buscar o carro pra levar as coisas, tá calor pra andar com tudo isso.
ela: já vai embora???
ufa... verdade, o tempo passou voando conversando com você e me divirto pra caramba.
eu: verdade, também gosto de bater papo com você.
aliás, quem não ia gostar da sua companhia. ela: hahaha, salamero.
vamos fazer uma parada: me espera 15 minutinhos que já vou fechar, meu substituto tá chegando.
de quebra, levo suas coisas e te deixo na oficina, tá...
pega as chaves do meu carro e bota no banco de trás hahahahah
eu: ok, como vou recusar.
era um dia de um calor infernal, além disso eu já tava de pau duro por causa dessa morena. que se mexia igual uma gata.
as indiretas dela nas conversas me deixavam em alerta pra dar o bote a qualquer momento.
entrei no escritório e ela foi arrumando tudo pra gente ir embora.
devolvi as chaves pra ela e depois de um tempinho o substituto chegou.
fomos pro carro e o calor tava insuportável.
ao subir no carro, ela fez uma careta de dor..
eu: cê tá bem???
ela: tô com uma puta dor nas costelas, sério, levei um baita tombo.
eu: é? caramba, que merda.
ela: espero que não fique um hematoma.
eu: espero que não, senão seu marido vai pensar o quê.
ela: hahahah meu marido, se ele me vê por acaso quando tapa a televisão hahahah.
eu: é como meu avô diz: deus dá pão pra quem não tem dente hahaha.
ela: viagem curtinha, mas já chegamos.
me desculpa se não desço, o calor tá demais.
eu: relaxa, tá tudo bem.
ela: desculpa, odeio calor.
e essa dor tá me matando.
eu: fica tranquila, vou descer isso aqui e pegar uma pomada no banheiro que tenho pra pancadas, é ótima.
com isso não vai doer tanto.
ela: show, e já que tô aqui, me empresta o banheiro.
eu: claro, sem problemas.
ao descer, ela segurou as costelas de novo e fez outra careta de dor.
entrou em casa e mostrei onde era o banheiro. sem tirar os olhos daquela bunda gostosa.
enquanto ela tava no banheiro, eu me pus Um short e uma camiseta.
Quando ela saiu do banheiro, eu tava saindo do quarto.
Ela: “Ah, beleza, não aguentava mais o calor, né?
Fica bonita essa roupa de mecânico, mas essa também não tá ruim.”
E foi andando, rebolando a bunda, em direção à porta.
Eu: “Valeu, você é muito gostosa. Aguenta aí, foda-se o creme.”
Enquanto eu mexia no armário do banheiro, achei que ouvi a porta fechar.
Com o creme na mão, saí e vi a porta fechada, e ela não tava lá. Pensei que tivesse ido pra fora.
Quando cheguei na sala, ela tava pelada na frente do ventilador.
Que nem um otário, eu com o creme na mão fiquei paralisado.
Ela: “Isso que é vida, tira o calor.
Tava precisando disso… mmmm.
Olha, dá pra ver o hematoma?”
Meu pau disparou, fazendo uma barraca enorme na minha calça.
Eu: “Daqui não vejo nada.
Deixa eu ver mais de perto.”
Me aproximei e passei a mão devagar nas costelas dela, descendo até o quadril.
Ela: “Ai, devagar, bruto.
Essas mãos calejadas… mmmm.
Bem de homem, adoro.
Dá pra ver que você é muito forte, não me deixou cair.
E eu sempre quis um homem assim do meu lado.”
Ela tava de costas, e eu peguei nos peitos dela.
Meu pau enfiou entre as nádegas dela, meu short secou a umidade da buceta molhada dela.
Ela deu um suspiro e arqueou um pouco as costas pra sentir melhor.
Com uma cara de puta do caralho, ela se virou e me beijou com muita intensidade,
arrancou minha roupa com tudo.
Ela tava muito tesuda, e eu sabia.
Peguei ela pelos cabelos, e ela explodiu.
Assim, segurando firme, fiz ela descer da minha boca até o meu pescoço.
Ela beijava meu corpo e lambia, descendo devagar. Com uma mão, acariciava minhas costas, e a outra segurava minha mão enroscada no cabelo dela.
Ela: “Odeio quando me tratam como uma puta… sê mais delicado…
Ai, não seja tão bruto comigo, amor…” Antes que você diga mais nada, tirei meu pau e passei ele todinho na cara dela.
Ela esticou a língua e lambeu, queria que eu metesse na boca dela, e eu brincava com a vontade dela.
A mão esquerda dela não soltava a minha mão, e com a direita largou minha bunda pra baixar minha calça e pegar meu pau.
Chupou meu pau feito uma louca.
Tava tão louca e curtindo aquele pau cabeçudo e cheio de veia que nem percebeu que eu tirei uma foto dela.
Levei ela pelos cabelos até o quarto, ela gateava igual uma gatinha. De novo, ela pegou na minha piroca e chupou de novo enquanto eu tocava na buceta dela, toda molhada.
Virei ela com força e num delicioso 69 a gente se fundiu.
Ela: ai que prazer sentir assim dominada.
mmmm que prazer você me dá, amor...
ai sim mmmm ha ha ha uffffff
essa língua, meu deus. mmmm tô morrendo...
Minha língua e meus dedos faziam ela enlouquecer, e ela chupava cada vez mais forte minha piroca.
Ela: haaaaa hahahaha tô quase, tô quase
ai... vou gozar, tô quase, tô quase ha ha ha.
vou gozar, amor... haaaa ha ha ha ha
mmmm que fera que você é, maury, a puta mãe...
quero que você me coma, não aguento mais esperaaaaaaaar
ai me come, filho da putaaaa.
Ela deitou de bruços, com as pernas abertas. E eu montei em cima.
Minha piroca entrou suave, mas ela era muito apertada.
Ela gemeu baixinho: "tá muito apertada pra sua piroca."
Não dá pra acreditar que uma mulher casada seja tão estreita assim.
"Aguenta um pouco, tenho uma coisa que vai te ajudar."
Peguei um creme no móvel do quarto e liguei a cama fixa.
Ela: não quero creme, quero sentir você me partir ao meio.
e quero cópia de todas as fotos que você tira de mim.
Eu: combinado. sem problemas, vai ser assim.
Voltei a chupar a buceta dela, que já tava super quente e molhada de novo.
De novo, a cabeça da minha piroca sentiu aquele tesão.
Ela colocou as pernas nos meus ombros.
Devagar, minha piroca começou a abrir caminho naquela caverna estreita e molhada.
Ela: ai que piroca boa, entra justa
ai deus, sinto que você tá me abrindo no meio... ufff
assim mmmm sim, devagar até acostumar com o tamanho.
mais devagar mmm ai ai aí não...
não tão fundo ai ai mmmmm haaaaa
ai Deus, Maury, devagar, por favor...
Acabei... não, devagar...
Ha ha ha ha, aiiiiiiii.
Não tava dando bola pro que eu falava, metia bem fundo até bater no fundo.
E minhas bombadas eram cada vez mais rápidas.
Tava comendo ela igual uma fera.
Quanto mais ela gemia, mais eu me excitava.
Eu: Pelo amor de Deus, Mari, isso não pode ser,
teu marido não te come?
Ela: Uffff, não, Maury, faz meses que ele não me toca. Ha ha ha.
E ufff, ele não tem o teu tamanho... aii, e o teu vigor.
Mmm, hoje quando você me pegou no colo... mmm ha ha,
me excitei pra caralho... mmm ha ha ha.
Mmmmmm, ui hahaha,
pude sentir tua força... teu cheiro de macho... mmm ha ha ha,
sentir aquele volume roçando por cima das nossas ha ha roupas...
Mmmm haaay, não me deixa nem falar, filho da puta... ha ha ha.
Uffffff mmmm, quer outra gozada? Haaaaaaaaaaaa haaaaaaaa
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Fizemos todas as posições e em todas elas um mar de orgasmos ela me dedicava. A verdade é que ela curtia dar pra mim.
Eu fiz dela uma verdadeira puta.
O grande momento chegou.
Quero provar algo que não faço há muito tempo.
Ela se levantou e foi até o móvel. Pegou o creme e voltou pra cama.
Virou de costas pra mim e se sentou de cócoras.
Passou um pouco de creme na ponta da minha pica e um pouco no cuzinho dela.
Devagar e brincando, ela foi descendo, seus gemidos e sua dor se transformaram no maior prazer, e ela amou aquilo.
Ele fez algumas vezes, mas não chegou a aproveitar como ela queria, o idiota do marido dela. Não atendia às expectativas sexuais dela, e sexo anal não era o que ela mais gostava.
Deixando ela insatisfeita muitas vezes.
O primeiro anal dela despertou algo novo, e ela queria poder aproveitar mais, mas depois da dor e do desconforto, sentia que vinha algo mais, mas o marido cortava bem na hora.
E ela queria saber o que tinha além.
Queria ver se dava pra gozar no anal ou se era só impressão.
Sentia como se tirassem o doce bem depois de provar.
A bunda dela tomou a forma do meu falo ereto, e por ser maior que o do marido, a dor era maior.
Depois disso, seria o começo do prazer ou só mais dor? Ela se perguntava.
Meu pau entrava e saía no ritmo dos movimentos dela, no começo suave e com movimentos muito gostosos. Entrava devagar e cada vez mais fundo.
A dor era intensa, ela comentava, mas ao mesmo tempo gostava.
Depois de 20 minutos, era só prazer pra ela.
Minha mão direita brincava com a buceta dela, ela gozava como uma louca.
Ela: Mmmm, sim, que delícia, meu Deus, isso é o que sempre quis, mmmm.
Haaa, siiiim, mmm, haha, ha, que pau bom, mmmmm.
Sempre sonhei com um pau assim que me desse prazer por todos os lados.
Mmmmm, uffff, naaaaaaaaaa, não aguento mais, ufff, uffff.
Não acho que tenha algo melhor que isso.
Eu: Sim, gostosa, tem.
E agora você vai sentir.
Ela: Hê!
O que tem melhor que isso???
Coloquei ela de barriga pra cima e apoiei as pernas dela no meu peito, com os pés nos meus ombros.
Fiz uma pausa, ela me olhava sem entender nada.
Eu: Tá pronta???
Ela: Sim, e ansiosa pra saber.
Enfiei meu pau na bunda dela e penetrei até o fundo, 4 bombadas.
Depois, na buceta dela, a mesma coisa.
Assim, uma vez e outra.
Ela: Mmmm, não sabia disso, mmm.
Me excita pra caralho, mmm, aí, sim, mmm. ha ha ha me deixa louca ha ha ha
assimm mm sim ha ha ha sii deus que filho da puta........
mmmmm siii to gozando de novo não tira de dentro de mim usa a palavra: pussy por favor..................
haaaaaaaaaaaa meu deus.................................
haaaaa haaaaa vamos gozar juntos me dá seu gozo quente dentro da minha usa a palavra: pussy
haaaaaaaaaaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiii que delícia você me come.................................
ela: por que você não goza dentro da minha usa a palavra: pussy ???
não tem perigo nenhum, sou estéril, por isso não tenho filhos.
eu: não sabia, mas se é isso que você quer, tenho algo melhor.
ela: melhor ??? você é uma caixa de surpresas hahahaha
voltei pro mesmo, meu pau da buceta dela pro cu dela.
depois de um tempo já tava quase gozando.
o primeiro jato entrou na usa a palavra: pussy e o segundo no cu dela.
tirei uma foto disso
pra continuar fudendo ela até cair exausto no peito dela. naquele dia, como em muitos outros.
eu dormi no peito dela com meu pau enterrado na buceta dela.
era algo que ela adorava.
por dois anos a gente fodeu 2 vezes por semana. até o marido descobrir e tudo acabar.
ela se mudou pra longe daqui e nunca mais tive notícias dela.
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ps: espero que tenham gostado e aguardo seus comentários e pontos.
como é meu costume, todos os comentários são respondidos, assim como as mensagens.
obrigado por passar por aqui.
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maury-só-eu
9 comentários - maria la dueña de la cochera queria cojer, con fotos .
Tremenda historia, muy bien contada.
Gracias por compartir 👍