— Juancito, amanhã cê tem algum problema pra ficar com as meninas e dar janta pra elas? — perguntou minha esposa, tirando os olhos do celular e fixando eles nos meus.
“Até que enfim, Mariel tá com um encontro erótico na cabeça, depois do expediente!” pensei.
Os chifres coçam, óbvio, mesmo que não sejam escondidos como, quase sempre, no nosso caso. Não somos um casal swinger — só fizemos umas trocas contadas —, admitimos dividir a vida com alguém que realmente te ama, mesmo que, de vez em quando, sinta uma coceira por outro na entreperna.
Claro que nós dois não somos fanáticos por exclusividade e admitimos que, se a gente encontrar alguém que faça ela molhar a buceta ou que me dê uma ereção gloriosa, é um achado precioso demais pra desperdiçar. No fim das contas, o/a amante ocasional não fica com nada da sua mulher/homem, que continua sendo a/o mesma/o.
— Não, meu amor. — aceitei, com a tal coceira, diante de uma nova traição.
— Que bom! O Café de los Angelitos fica na Rivadavia e...?
— ...esquina Rincón.
Ela voltou a olhar pro celular e, com os dedos ágeis, “selou” o entrevero lascivo do dia seguinte.
— Vou me encontrar com... alguém... nesse lugar. — confirmou minha suspeita.
Naquela noite a gente transou gostoso, talvez os dois estimulados pelo evento marcado.
Depois que a calma voltou, movido por uma curiosidade fora do comum, falei que adoraria saber os detalhes da volta pra casa atrasada, prevista pra tarde/noite seguinte.
Mariel tava comunicativa, a fim de relembrar, recordar e descrever com todos os detalhes:
Umas duas semanas antes, ela tava, a trabalho, na cidade de Mendoza. No dia seguinte era o aniversário dela e ela ficava triste de amanhecer fora de casa. Depois do expediente, saiu sozinha pra dar uma volta no centro e sentou num bar com pouca gente.
De repente, viu ele entrar. Com 1,85m, cabelo curto castanho com entradas, não era um modelo, mas era um Cara bem resolvido, tinha um olhar penetrante, olhos cor de mel. Ela, impulsivamente, se levantou pra retocar a maquiagem:
- Eu não estava muito produzida. Mas não tava nada mal. Tava de salto alto cor de creme, uma calça creme colada no corpo, e uma blusa de manga comprida com um decote bem cavado. Parecia mais alta do que sou –
(Nota: a altura dela é 1,75 descalça).
- Quando volto pro salão, vejo ele sentado na mesa do lado da minha com uma jarra de cerveja.
- Me surpreendi com os olhos lindos dele me fulminando com o olhar. Não foi estranho eu ficar vermelha que nem tomate e dar um sorriso tímido. Ele me devolveu um sorriso meio maroto. Levantou, falou o nome dele – Federico – eu falei o meu. Perguntou se podia sentar comigo. Sem pensar, respondi: “Claro. Sem problema.” Pediu pra garçonete trazer a jarra dele e a comanda.
- Com olhares e sorrisos intencionais no meio, a gente conversou sobre de onde viemos, o que fazíamos, se tínhamos parceiro, em que hotéis estávamos… comentei que no dia seguinte era meu aniversário, etc. Tava tão bem com ele que nem percebi quando acabamos as bebidas, era como se o resto não importasse e só existíssemos nós dois.
- De repente ele soltou:
“Quer festejar seu aniversário comigo?” Fiz cara de “O que esse cara tá querendo?”
“Não se preocupa, te convido pra jantar.”
“Hoje? Meu aniversário é amanhã e vou estar de volta em casa.”
“Então hoje! É só esticar o jantar até depois da meia-noite e a gente brinda.”
Aceitei, sabendo que era bem provável que ele fosse propor algo além da última refeição do dia e do brinde. Foi bem antes que ele mostrou as garras.
- Pagou a conta e saímos, pensei que pegaríamos um táxi, mas não, ele me pegou pelo braço e caminhamos até a vitrine de uma loja de lingerie:
“Vou te dar esse conjuntinho lindo.”
- Era sutiã, calcinha e cinta-liga brancos de primeira marca brasileira. Diante da minha resistência, ele entrou na loja loja, ela me apontou enquanto falava com a atendente e saiu com a sacolinha, chique, com lacinho e etiqueta.
— "Acho que você vai se trocar pro jantar. Vamos pro seu hotel."
— No caminho pra pegar um táxi, passamos por uma farmácia, ela disse que não demorava e entrou. Já imaginei o que ela comprava.
— "Mais que indícios, aí você teve a prova quase certa de que ela ia tentar te comer" — comentei.
— "Claro, Juan!! E não achei má ideia me dar de presente, o que já me excitou só de pensar. Você sabe que não sou uma mulher fácil, nunca tinha transado com um homem no primeiro dia de conhecer, mas já sentia vontade de beijá-lo e, algo dentro de mim dizia: uma hora tem que ser a primeira."
— Finalmente chegamos no meu hotel, ele ficou no lobby, combinamos de nos ver em uma hora e subi pro meu quarto.
Enquanto, no chuveiro, passava o sabão pelo corpo, pensava nele, no que sentiria se ele me tocasse ou beijasse, cada vez mais queria sentir ele perto de mim.
— "Vesti a lingerie do presente — só sutiã e calcinha, não coloquei meia —, vestido justo com alças, me arrumei como nunca, me penteie e me maquiei com capricho, delineei os olhos de preto. Precisava vê-lo o mais rápido possível, só demorei 45 minutos, tava ansiosa, liguei a TV pra me distrair e não entregar minha agitação."
— "Nossa, você tava doida e nem disfarçou!! Ele te comeu ali mesmo no seu quarto?"
— "Não!! Desci pro lobby, ele veio ao meu encontro, lindo e elegante. Senti como se ele me despisse com o olhar, me olhou besta e fixou os olhos nos meus, me senti mais gostosa e desejada do que nunca. Tinha outros hóspedes, senão acho que teria beijado ele ali mesmo. Ele me pegou pelo braço e fomos pra saída."
— Ele tinha vindo com o carro dele. No caminho pro restaurante, começou a roçar de leve a parte interna da minha coxa com os dedos, subiu até o meio entre o joelho e a buceta, comecei a ficar mais tesuda. De repente, ele parou o carro e começou a me beijar e acariciar.
— Ele me propôs que a gente pulássemos o jantar.
“E o brinde que você me falou?” perguntei de brincadeira.
“Onde a gente vai, tem a garrafa e os copos”, respondeu. Eu topei na hora.
Mariel hesitou em incluir no relato os detalhes do que viveu.
— Sério, Juan, você quer que eu conte tudo o que aconteceu?
— Siiim … fala … Eu gosto pra caralho e me excita! Mas você vai ter que aguentar o saco cheio que tá me dando.
— Fala!!!
Ela retomou a narrativa:
— Vou te contar. Chegamos no hotel. O porteiro entregou a chave pra ele e fingiu que não viu nada quando a gente foi pro elevador. No quarto, eu era um coquetel de nervosismo e desejo. Ele me envolveu com os braços, me beijou e começou a acariciar meus peitos devagar, meus mamilos pareciam pedra, as mãos dele começaram a explorar minha pele, minhas nádegas, por baixo do vestido.
— Senti o volume duro na calça dele, e fui tomada pela vontade de fazer amor sem mais demora.
— Comecei a tirar a camisa dele e o resto da roupa enquanto ele tirava a minha. Ficamos eu de sutiã e calcinha, ele de cueca. Ele foi até o notebook numa mesinha, enfiou os dedos com habilidade no teclado e, de uma caixa de som próxima, “brotou” uma música que me pareceu familiar.
Ele estendeu os braços pra mim, convidativo, se aproximou com movimentos sensuais de barriga e baixo ventre, me pegou pela mão e pela cintura, cantarolou no meu ouvido o refrão da música que tocava:
“…bailar pegados é bailar,
igual que baila o mar com os golfinhos,
coração com coração, num só lugar dois dançarinos,…..”
enquanto me fazia balançar o corpo colado ao dele, especialmente fazendo minha buceta roçar a elevação do tecido da cueca dele por causa do inchaço do pau dele.
— Como você pode imaginar, a “dançadinha” foi curta. A gente ficou os dois no maior tesão, desordenadamente, alucinadamente começamos a nos apalpar com luxúria, caímos deitados na cama e terminamos de nos despir.
Antes de colocar a camisinha, ele subiu entre minhas pernas, acariciou suavemente minha buceta e meu púbis, eu Peguei no pau dele e posicionei...
- O que achou do cacete dele? Robusto, comprido, impressionante? – perguntei.
- Nada de mais, normal. Só que era rijo, duro. Ele meteu em mim, me deu um prazer indescritível, a cada estocada que dava, era tão sutil e carinhoso ao mesmo tempo, que me fazia sentir completa e feliz. O ritmo suave e compassado foi aumentando, terminamos fundidos um no outro, nos entregando de vez ao prazer, eu e ele gozando mais de uma vez, ele gritando o final.
“Do jeito que ela exalta e elogia essa foda, difícil um pau comigo conseguir igualar” pensei, sem falar em voz alta. De novo aquela pontada.
- Ficamos lado a lado, dividindo o mesmo travesseiro, trocando elogios pelos méritos amatórios e pelo que gozamos – continuou Mariel.
- A calma não durou muito: no primeiro minuto do dia do meu aniversário, me peguei empombada e enfeitiçada pelo prazer que ele me dava, trepando com aquele machão. –
“Tá cutucando a ferida do meu ego” foi o que passou na minha cabeça.
- Ele cumpriu o que prometeu: abriu uma garrafa de champanhe, brindamos pelos meus 36 anos, nós dois pelados e escorrendo fluidos.
- Mesmo ele tendo usado camisinha?
- Só na primeira trepada. A segunda... foi sem querer, sem capa. Ele gozou mais que um touro.
- Depois, meio sem vontade, nos lavamos, vestimos, ele anotou meu número de celular (me surpreendeu pra caralho, pensei que ia acabar ali) e me levou até o hotel. Já era quase 2:00 quando me deitei.
- Tô vendo que você se divertiu pra caramba!!
- Siiim!!! E terminei o dia brindando aqui com a família, empombada por você e alucinada como sempre que a gente transa. Não tem outro igual a você, Juancito. Foi meu melhor aniversário até agora.
- Hoje recebi um whatsapp do Federico. Ele tá em Buenos Aires e quer me ver. Obrigada por deixar eu vê-lo amanhã.
- Só ver?
- Acho que não, com... a lembrança do meu aniversário... e o hotel Uman a quatro ou cinco quadras?
- Não volta muito tarde, depois de amanhã é dia de trabalho.
- Você não se Não dorme, hein!
- Duvido que você fique com vontade... depois de dar pro "machão" daquele jeito.
- Pode assinar embaixo. Mais um dia de turno duplo com um "machão" primeiro e, depois, com meu garanhão caseiro, super-machão, não perco por nada, nem louca!
Com essa última frase elogiosa, recuperei, em parte, minha autoestima. Com a "ação" à noite, quando ele voltou, meu amor-próprio ficou restaurado.
Nota: relato publicado anteriormente por mim em OUTRO site.
“Até que enfim, Mariel tá com um encontro erótico na cabeça, depois do expediente!” pensei.
Os chifres coçam, óbvio, mesmo que não sejam escondidos como, quase sempre, no nosso caso. Não somos um casal swinger — só fizemos umas trocas contadas —, admitimos dividir a vida com alguém que realmente te ama, mesmo que, de vez em quando, sinta uma coceira por outro na entreperna.
Claro que nós dois não somos fanáticos por exclusividade e admitimos que, se a gente encontrar alguém que faça ela molhar a buceta ou que me dê uma ereção gloriosa, é um achado precioso demais pra desperdiçar. No fim das contas, o/a amante ocasional não fica com nada da sua mulher/homem, que continua sendo a/o mesma/o.
— Não, meu amor. — aceitei, com a tal coceira, diante de uma nova traição.
— Que bom! O Café de los Angelitos fica na Rivadavia e...?
— ...esquina Rincón.
Ela voltou a olhar pro celular e, com os dedos ágeis, “selou” o entrevero lascivo do dia seguinte.
— Vou me encontrar com... alguém... nesse lugar. — confirmou minha suspeita.
Naquela noite a gente transou gostoso, talvez os dois estimulados pelo evento marcado.
Depois que a calma voltou, movido por uma curiosidade fora do comum, falei que adoraria saber os detalhes da volta pra casa atrasada, prevista pra tarde/noite seguinte.
Mariel tava comunicativa, a fim de relembrar, recordar e descrever com todos os detalhes:
Umas duas semanas antes, ela tava, a trabalho, na cidade de Mendoza. No dia seguinte era o aniversário dela e ela ficava triste de amanhecer fora de casa. Depois do expediente, saiu sozinha pra dar uma volta no centro e sentou num bar com pouca gente.
De repente, viu ele entrar. Com 1,85m, cabelo curto castanho com entradas, não era um modelo, mas era um Cara bem resolvido, tinha um olhar penetrante, olhos cor de mel. Ela, impulsivamente, se levantou pra retocar a maquiagem:
- Eu não estava muito produzida. Mas não tava nada mal. Tava de salto alto cor de creme, uma calça creme colada no corpo, e uma blusa de manga comprida com um decote bem cavado. Parecia mais alta do que sou –
(Nota: a altura dela é 1,75 descalça).
- Quando volto pro salão, vejo ele sentado na mesa do lado da minha com uma jarra de cerveja.
- Me surpreendi com os olhos lindos dele me fulminando com o olhar. Não foi estranho eu ficar vermelha que nem tomate e dar um sorriso tímido. Ele me devolveu um sorriso meio maroto. Levantou, falou o nome dele – Federico – eu falei o meu. Perguntou se podia sentar comigo. Sem pensar, respondi: “Claro. Sem problema.” Pediu pra garçonete trazer a jarra dele e a comanda.
- Com olhares e sorrisos intencionais no meio, a gente conversou sobre de onde viemos, o que fazíamos, se tínhamos parceiro, em que hotéis estávamos… comentei que no dia seguinte era meu aniversário, etc. Tava tão bem com ele que nem percebi quando acabamos as bebidas, era como se o resto não importasse e só existíssemos nós dois.
- De repente ele soltou:
“Quer festejar seu aniversário comigo?” Fiz cara de “O que esse cara tá querendo?”
“Não se preocupa, te convido pra jantar.”
“Hoje? Meu aniversário é amanhã e vou estar de volta em casa.”
“Então hoje! É só esticar o jantar até depois da meia-noite e a gente brinda.”
Aceitei, sabendo que era bem provável que ele fosse propor algo além da última refeição do dia e do brinde. Foi bem antes que ele mostrou as garras.
- Pagou a conta e saímos, pensei que pegaríamos um táxi, mas não, ele me pegou pelo braço e caminhamos até a vitrine de uma loja de lingerie:
“Vou te dar esse conjuntinho lindo.”
- Era sutiã, calcinha e cinta-liga brancos de primeira marca brasileira. Diante da minha resistência, ele entrou na loja loja, ela me apontou enquanto falava com a atendente e saiu com a sacolinha, chique, com lacinho e etiqueta.
— "Acho que você vai se trocar pro jantar. Vamos pro seu hotel."
— No caminho pra pegar um táxi, passamos por uma farmácia, ela disse que não demorava e entrou. Já imaginei o que ela comprava.
— "Mais que indícios, aí você teve a prova quase certa de que ela ia tentar te comer" — comentei.
— "Claro, Juan!! E não achei má ideia me dar de presente, o que já me excitou só de pensar. Você sabe que não sou uma mulher fácil, nunca tinha transado com um homem no primeiro dia de conhecer, mas já sentia vontade de beijá-lo e, algo dentro de mim dizia: uma hora tem que ser a primeira."
— Finalmente chegamos no meu hotel, ele ficou no lobby, combinamos de nos ver em uma hora e subi pro meu quarto.
Enquanto, no chuveiro, passava o sabão pelo corpo, pensava nele, no que sentiria se ele me tocasse ou beijasse, cada vez mais queria sentir ele perto de mim.
— "Vesti a lingerie do presente — só sutiã e calcinha, não coloquei meia —, vestido justo com alças, me arrumei como nunca, me penteie e me maquiei com capricho, delineei os olhos de preto. Precisava vê-lo o mais rápido possível, só demorei 45 minutos, tava ansiosa, liguei a TV pra me distrair e não entregar minha agitação."
— "Nossa, você tava doida e nem disfarçou!! Ele te comeu ali mesmo no seu quarto?"
— "Não!! Desci pro lobby, ele veio ao meu encontro, lindo e elegante. Senti como se ele me despisse com o olhar, me olhou besta e fixou os olhos nos meus, me senti mais gostosa e desejada do que nunca. Tinha outros hóspedes, senão acho que teria beijado ele ali mesmo. Ele me pegou pelo braço e fomos pra saída."
— Ele tinha vindo com o carro dele. No caminho pro restaurante, começou a roçar de leve a parte interna da minha coxa com os dedos, subiu até o meio entre o joelho e a buceta, comecei a ficar mais tesuda. De repente, ele parou o carro e começou a me beijar e acariciar.
— Ele me propôs que a gente pulássemos o jantar.
“E o brinde que você me falou?” perguntei de brincadeira.
“Onde a gente vai, tem a garrafa e os copos”, respondeu. Eu topei na hora.
Mariel hesitou em incluir no relato os detalhes do que viveu.
— Sério, Juan, você quer que eu conte tudo o que aconteceu?
— Siiim … fala … Eu gosto pra caralho e me excita! Mas você vai ter que aguentar o saco cheio que tá me dando.
— Fala!!!
Ela retomou a narrativa:
— Vou te contar. Chegamos no hotel. O porteiro entregou a chave pra ele e fingiu que não viu nada quando a gente foi pro elevador. No quarto, eu era um coquetel de nervosismo e desejo. Ele me envolveu com os braços, me beijou e começou a acariciar meus peitos devagar, meus mamilos pareciam pedra, as mãos dele começaram a explorar minha pele, minhas nádegas, por baixo do vestido.
— Senti o volume duro na calça dele, e fui tomada pela vontade de fazer amor sem mais demora.
— Comecei a tirar a camisa dele e o resto da roupa enquanto ele tirava a minha. Ficamos eu de sutiã e calcinha, ele de cueca. Ele foi até o notebook numa mesinha, enfiou os dedos com habilidade no teclado e, de uma caixa de som próxima, “brotou” uma música que me pareceu familiar.
Ele estendeu os braços pra mim, convidativo, se aproximou com movimentos sensuais de barriga e baixo ventre, me pegou pela mão e pela cintura, cantarolou no meu ouvido o refrão da música que tocava:
“…bailar pegados é bailar,
igual que baila o mar com os golfinhos,
coração com coração, num só lugar dois dançarinos,…..”
enquanto me fazia balançar o corpo colado ao dele, especialmente fazendo minha buceta roçar a elevação do tecido da cueca dele por causa do inchaço do pau dele.
— Como você pode imaginar, a “dançadinha” foi curta. A gente ficou os dois no maior tesão, desordenadamente, alucinadamente começamos a nos apalpar com luxúria, caímos deitados na cama e terminamos de nos despir.
Antes de colocar a camisinha, ele subiu entre minhas pernas, acariciou suavemente minha buceta e meu púbis, eu Peguei no pau dele e posicionei...
- O que achou do cacete dele? Robusto, comprido, impressionante? – perguntei.
- Nada de mais, normal. Só que era rijo, duro. Ele meteu em mim, me deu um prazer indescritível, a cada estocada que dava, era tão sutil e carinhoso ao mesmo tempo, que me fazia sentir completa e feliz. O ritmo suave e compassado foi aumentando, terminamos fundidos um no outro, nos entregando de vez ao prazer, eu e ele gozando mais de uma vez, ele gritando o final.
“Do jeito que ela exalta e elogia essa foda, difícil um pau comigo conseguir igualar” pensei, sem falar em voz alta. De novo aquela pontada.
- Ficamos lado a lado, dividindo o mesmo travesseiro, trocando elogios pelos méritos amatórios e pelo que gozamos – continuou Mariel.
- A calma não durou muito: no primeiro minuto do dia do meu aniversário, me peguei empombada e enfeitiçada pelo prazer que ele me dava, trepando com aquele machão. –
“Tá cutucando a ferida do meu ego” foi o que passou na minha cabeça.
- Ele cumpriu o que prometeu: abriu uma garrafa de champanhe, brindamos pelos meus 36 anos, nós dois pelados e escorrendo fluidos.
- Mesmo ele tendo usado camisinha?
- Só na primeira trepada. A segunda... foi sem querer, sem capa. Ele gozou mais que um touro.
- Depois, meio sem vontade, nos lavamos, vestimos, ele anotou meu número de celular (me surpreendeu pra caralho, pensei que ia acabar ali) e me levou até o hotel. Já era quase 2:00 quando me deitei.
- Tô vendo que você se divertiu pra caramba!!
- Siiim!!! E terminei o dia brindando aqui com a família, empombada por você e alucinada como sempre que a gente transa. Não tem outro igual a você, Juancito. Foi meu melhor aniversário até agora.
- Hoje recebi um whatsapp do Federico. Ele tá em Buenos Aires e quer me ver. Obrigada por deixar eu vê-lo amanhã.
- Só ver?
- Acho que não, com... a lembrança do meu aniversário... e o hotel Uman a quatro ou cinco quadras?
- Não volta muito tarde, depois de amanhã é dia de trabalho.
- Você não se Não dorme, hein!
- Duvido que você fique com vontade... depois de dar pro "machão" daquele jeito.
- Pode assinar embaixo. Mais um dia de turno duplo com um "machão" primeiro e, depois, com meu garanhão caseiro, super-machão, não perco por nada, nem louca!
Com essa última frase elogiosa, recuperei, em parte, minha autoestima. Com a "ação" à noite, quando ele voltou, meu amor-próprio ficou restaurado.
Nota: relato publicado anteriormente por mim em OUTRO site.
1 comentários - O melhor aniversário da Mariel