Vou ser breve. Era um sábado às 6 da manhã, eu, como quase sempre, estava me masturbando vendo vídeos de sapatão. As amigas da minha irmã ficavam pra dormir. Eu tenho 16 e minha irmã 17, ela tem várias amigas, diferente de mim, mas esse não é o caso. Acontece que eu, na maior punhetação, já metendo três dedos, senti a porta abrir. Encontrei a garota que já me deixa louca, tirei os dedos rapidão, ela tava de olhos arregalados, eu me fiz de sonsa. — O que... O que você tá procurando? — Tava com medo, vergonha e nervoso de ela contar algo pra minha irmã ou minha mãe. — Preciso de um cobertor — falou igualmente nervosa. No auge do verão, quer um cobertor? Dei um dos meus, já que tenho três cobertores, sou muito friorenta. Ela se aproximou devagar de mim e pegou o cobertor. — Até amanhã — beijou meus lábios. Eu, atordoada, mas sem reclamar, acompanhei o beijo. Ela começou a tocar minha barriga e subiu as mãos até chegar nos meus peitos. Soltei um gemido. — Não, não podemos, vão nos ouvir. — Já tão todas dormindo — molhou os lábios com a língua e me beijou de novo, só que agora não de forma inocente. Eu sabia o que ela queria, e ia dar. Ela tirou devagar minha regata preta, deixando meus peitos, nem tão grandes nem tão pequenos, à mostra, já que durmo sem sutiã. Sem pensar duas vezes, lambeu e mordeu meus peitos e mamilos, eu gemia baixo pra ninguém ouvir nada. Ela enfiou a mão por baixo do meu short, mas não da minha calcinha. Eu não fiquei atrás, tirei a regata dela de "não vai gostar" e também lambi os peitos pálidos dela. É a coisa mais gostosa e linda da minha maldita vida. Ela pegou meu short de dormir e foi abaixando devagar, me torturando. — Que calcinha linda — falou enquanto lambia. Abri meus olhos, não a via assim, nunca pensei que fosse tão atrevida. Mas amo as atrevidas. — Acho que o que tá embaixo é mais lindo — ela sorriu pra mim e abaixou minha calcinha turquesa. Olhou pra minha buceta depilada com tesão, me encarou, baixou a calça de dormir dela, deixando à mostra uma figura escultural. Peguei a bunda com minhas duas mãos. —Vamos ver como é que isso tem gosto— E sem aviso, abriu minhas pernas e lambeu toda a minha buceta, primeiro atacou meus lábios vaginais, depois minha entrada e me penetrou com sua língua magistral, milhares de gemidos escapavam de mim. Até que chegou no meu clitóris, meu ponto fraco, senti seus dentes mordiscarem ele de leve, e isso foi o suficiente pra eu ter que agarrar meu travesseiro pra não gritar de tesão, empurrei ela e fiquei por cima, repeti todo o processo dos peitos dela pra cima, peguei a calcinha dela com os dentes, ela tava de olhos fechados, quando abriu e me viu com aquela cara —Vai, sua putinha, tira essa calcinha— ri e obedeci, aspirei aquele cheiro gostoso e ataquei toda a buceta dela, ela soltava gemidos de vez em quando, o corpo se contorcia cada vez que minha língua tocava aquela buceta deliciosa. Enfiei dois dedos, mas ainda tinha bastante espaço, deixando claro que não era virgem, cuspi nos lábios vaginais dela e enfiei quatro dos meus cinco dedos. Ela mordeu os lábios pra não gritar de dor e prazer, apertou os olhos, minhas mãos entravam e saíam dela, até que chegou ao orgasmo glorioso, tomei todos os fluidos dela, mas não acabava por aí. Ela me jogou de novo debaixo dela e sem mais enrolação, enfiou três dedos, gemia, e gemia o nome dela, o que a deixava cada vez mais excitada já que meus lençóis ficaram molhados com os fluidos dela —Ah, gostosa, como você me deixa— com a mão livre ela se masturbou na minha frente, e eu, como boa menina, ajudei enfiando dois dedos, essa mina deve ter sido fodida por dois ao mesmo tempo porque cabe cinco dedos, ela enfiou dois dedos meus, as duas estávamos gemendo e gemendo até que as duas chegamos ao orgasmo incrível. Deitamos com a respiração ofegante. —Espero repetir isso, linda— beijou meus lábios e foi embora com o cobertor. Me deixando atordoada. Me masturbei de novo pensando nela.
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